Revista-Comercio-Industria-Fevereiro-2018

 

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ÍNDICE EDIÇÃO N°151 - FEVEREIRO/2018 CAPA ECONOMIA Viver bem! Volpi Residencial ICMS 2018 PERSPECTIVAS Construção civil NOVA REALIDADE Viver com R$ 954 180 Com previsão de entrega para agosto de 2018, residencial de alto padrão finaliza seus últimos detalhes. CIESP 08| Confira quais são as vantagens em retirar o ‘Certificado de Origem’ diretamente pelas mãos da entidade. 14 Governo do Estado de São Paulo depositou R$ 436,98 milhões em repasses; Araraquara recebeu mais de 3 milhões. IPTU 18| Aumento nas taxas é alvo constante de reclamações por parte da população; vereador Elias Chediek acompanha o caso. 16 24 Sérgio Luiz Melhado, do Sindicato da Construção, estima que novos empreendimentos na cidade possam aquecer o setor. Sincomercio 30| Núcleo de Economia do sindicato informa, nesta edição, quais são as melhores linhas de crédito disponíveis. Para professor universitário, aumento de R$ 17 no salário mínimo tem severos impactos individuais e coletivos. Sindicato Rural 35| Novas turmas de agricultores serão capacitados para a Feira do Produtor Rural, sucesso em Araraquara. O até breve de José Antônio da Silva Aos 71 anos de idade faleceu no dia 27 de janeiro o jornalista, contabilista e advogado José Antônio da Silva, o “Cebolinha”. Seu falecimento ocorrido de forma repentina causou surpresa a todos que o estimavam, mais ainda à comunidade pois ele teve uma atuação brilhante nas atividades profissionais que amava, uma delas o jornalismo, atuando no antigo Diário da Araraquarense. Casado com Elisabeth, Zé Antônio tinha dois filhos: João Renato e José Rafael e três netos. Nossos sentimentos. ZeNéSEhaAliotsnipavtapôbinenntihgoo Inauguração Foi inaugurada no final de janeiro a Farmácia Central “Dra. Clara Pechmann Mendonça” na Rua Gonçalves Dias, nº 468, no Centro. O espaço vai facilitar o acesso da população aos medicamentos distribuídos pela rede de saúde do município. De acordo com a coordenadora da Secrertaria Municipal de Saúde, Élide Inforsato, a farmácia é um ponto estratégico de distribuição gratuita de medicamentos voltados para a neurologia, psiquiatria e atenção básica à saúde. |6

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EMPREGOS Bem-vinda, Randon MÚSICA Eternos românticos 26 55 David Abramo Randon, da Randon, diz que a empresa espera empregar cerca de 2 mil pessoas na unidade Araraquara. Canasol 46| Seus diretores visitam usinas em Pernambuco para troca de informações sobre gestão e negócios. Especial ‘Bandas e Grupos Musicais da Cidade’ traz o Trio Coringa, que emocionava a cidade com seus boleros. Vida social 63| O clima de Carnaval começa a invadir a coluna de Maribel Santos; confira também fotos dos eventos mais badalados na praça. Orlando Bonifácio Martins Motivada pelo exemplo de seriedade, ética e liderança, a diretoria da Federação dos Contabilistas do Estado de São Paulo vai homenagear Orlando Bonifácio Martins, no dia 16 de fevereiro no Clube Monte Líbano. A homenagem é prestada a personalidades de destaque nas áreas em que atuam, seja na esfera contábil, de assessoramento ou outra relacionada à indústria, comércio, prestação de serviços, saúde, política, enfim, em qualquer atividade ou meio onde o jeito Annibal de Freitas de ser, pensar e agir resulte em frutos tão nobres quanto aos deixados por este ilustre e exemplar profissional. Orlando é empresário contábil há Orlando é administrador da Jucesp em Araraquara quase cinco décadas, fundador e presidente em vários mandatos do Sindicato dos Contabilistas de Araraquara e Região (Sincoar) e Associação das Empresas Contábeis de Araraquara e Região (AESCAR), diretor da FECONTESP durante vários mandatos. Homenagem das mais merecidas. DA REDAÇÃO por: Sônia Maria Marques A pureza das crianças esbarra no pouco caso do poder público Em 2017, quando Araraquara completou 200 anos de fundação, a nossa revista iniciou a publicação de uma coluna com o título “O que pensam essas crianças”, abrindo espaço para que elas mostrem através de um desenho opinativo, qual seria o futuro da cidade. A Globo em âmbito nacional, inicia agora com a participação dos seus espectadores, a mostragem do país que eles desejam - elogiando ou criticando com o uso de imagens, divulgando assim sua cidade. No fundo, as ações da revista e da televisão têm o mesmo objetivo, no entanto, o pensamento puro da criança parece mostrar a força e o poder construtivo com a utilização da mente. Adulto, via de regra, coloca em prática tendências políticas ou buscam benefícios, deixando de pleitear coletivamente o que seria mais útil para a sua comunidade. Assim, nossas crianças mostram nos seus desenhos o sonho de uma cidade limpa, segura, dotada de infraestrutura e com projetos voltados para proteção do meio ambiente. Observa-se que elas estão conscientes sobre os valores naturais, a atenção que deve ser destinada a proteção dos animais. Mas, não é o que temos visto em Araraquara, lamentavelmente, pois a pureza delas esbarra no pouco caso do poder público. Diretor Editorial: Ivan Roberto Peroni Supervisora Editorial: Sônia Marques Editor: Matheus Vieira (MTB 67.923/SP) Design: Bete Campos e Érica Menezes PARA ANUNCIAR: (16) 3336 4433 Tiragem: 5 mil exemplares Impressão: Grafinew - (16) 3322-6131 A Revista Comércio, Indústria e Agronegócio é distribuida gratuitamente em Araraquara e região * COORDENAÇÃO, EDITORAÇÃO, REDAÇÃO E PUBLICIDADE Falar com a RCIA: (16) 3336 4433 Rua Tupi, 245 - Centro Araraquara/SP - CEP: 14801-307 marzo@marzo.com.br 7|

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EDITORIAL por: Ivan Roberto Peroni Para sempre o “Diário de Abigail” O falecimento de Abigail Machado Callera, fundadora do Lar Nosso Ninho, em janeiro passado, nos leva a uma série de reflexões sobre a ousadia de uma mulher que a partir de 1960, decidiu por conta própria e mesmo contra parte da comunidade, principalmente a vizinhança, recolher e abrigar em sua casa, menores deficientes. Na época, a sociedade entendia seu ato como loucura e chegou até mesmo a insinuar que aquilo não tinha outro objetivo senão se beneficiar materialmente. Mesmo crucificada ela foi em frente e a chama da sua luta não apagou. Em 2014 tivemos acesso ao relato dramático de Abigail, escrito em 1960, quando sozinha, começou a recolher nas ruas da cidade os menores deficientes, levando-os para sua casa. “Eu comecei a levar crianças deficientes para minha casa em 1960; tinha três menores: Vera Lúcia, Lucy e Orlando, depois Odete, etc... Não consigo parar mais”. É assim que Abigail abre seu diário, livro guardado a sete chaves, onde explica como se deu a fundação do Lar Nosso Ninho, casa destinada a assistir excepcionais e deficientes auditivos, de 3 até 18 anos, desde que se enquadrassem aos objetivos da entidade para entrosamento social e familiar. Seria isso maravilhoso não houvessem tantas pedras no caminho de Abigail. “No ano de 1960, em maio, trabalhando na Casa Betânia, fui em busca de uma menina que fora abandonada pela mãe em uma casa vazia. Estava só com um ursinho nos braços e sem documentos, sentada em um cai- xote. Tinha mais ou menos de 3 a 4 anos de idade. Foi morar em casa. Levei-a depois para Ribeirão Preto ficando em uma casa para cegos, pois a menina era cega-surda”, relata. A partir daí Abigail começou a pensar nas crianças, que por serem excepcionais, é que mais necessitavam de cuidados e educação especial; as famílias e a sociedade nada faziam para ampará-las e humanizá-las. Em seu diário afirma: “Senti que mesmo sem preparo e sem ter conhecimento algum, eu poderia fazer algo por essas crianças”, narrando que levou a menina para a Delegacia de Polícia, convicta de que poderia obter ajuda, porém, como não havia um lugar para deixá-la, levou-a para sua casa. Interessada em criar um lar que desse abrigo as crianças, Abigail foi conversar com o Juiz de Menores no fórum da Rua Padre Duarte com Avenida São Paulo. “O Juiz Lofredo Júnior me fez sentir todas as dificuldades que eu ia enfrentar. Mesmo assim fiquei com as menores em casa, pedindo a proteção divina para que tivesse forças de continuar”, diz. Até que um dia, conversando com o juiz, o Ernesto Batelli, ofereceu-me gratuitamente umas salas que ele possuía num sobrado na Praça Pedro de Toledo, rua Carlos Gomes, 546, que poderíamos usar até termos uma casa. Assim, criamos com uma diretoria, o Lar. Desde o início seria Lar-Escola, pois a ideia era chegar a profissionalizar o menor e também entregá-lo à Vida. O Diário de Abigail não é apenas comovente. Em alguns momentos nos deixa perplexos diante do descaso da sociedade, dos políticos e autoridades. Teve ao longo do tempo o sentimento de mãe e deixa um legado de boas ações, exemplos que hoje são seguidos por abnegados que mantêm a história do Nosso Ninho. Não há como não se curvar diante da imagem de Abigail e lhe dizer “muito obrigado”. 9|

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REPORTAGEM DE CAPA O prazer de viver em um lugar com lazer e segurança Loteamento da NR Construção e Incorporação conta com estrutura de primeiro mundo para entrar na história do mercado imobiliário da cidade; plantão de vendas aceita financiamento com parcelas sem juros. Um dos mais importantes empreendimentos imobiliários de Araraquara, o Volpi Residencial, está com sua construção a todo vapor. Localizado na nobre região norte da cidade, ao lado do Damha Residencial, o condomínio de alto padrão começa o ano com as obras do salão de festas finalizadas. Os processos de drenagem, água e esgoto também estão prontos. A terraplenagem, a portaria, as guias e sarjetas e o fechamento também estão adiantados, em cerca de 90%. Segundo Luis Henrique Ramalho, o ‘Lico’ da NR Construção e Incorporação e coordenador do Volpi Residencial, a infraestrutura do empreendimento de uma maneira geral, atingiu em fevereiro os 75%. “A previsão de início da construção das casas começa em agosto de 2018”, revela Ramalho. Rico em detalhes e a fim de promover uma excelência de vida para a família araraquarense, o projeto marca a chegada do 2º empreen- dimento da NR Construção e Incorporação em Araraquara, empresa localizada em São Paulo que há 36 anos atua em todos os segmentos do ramo imobiliário no Estado. A COMERCIALIZAÇÃO Todos os 285 lotes, com cerca de 320m² (em média), estão distribuídos a partir de um conceito de urbanismo único, no qual a busca pela comodidade e a segurança típicas de um loteamento fechado de primeiro mundo estão em primeiro lugar. “Praticamente metade de todos os lotes estão vendidos. Estamos satisfeitos com a ótima aceitação de Araraquara”, analisa Luis Henrique Ramalho. A tabela de preços é flexível para atender todo tipo de cliente, de futuro morador a investidor. Também há possibilidade de financiamento com entrada + 30 parcelas (sem juros) ou 96 (parcelas). O plantão de vendas está localizado ao lado do Damha Residencial. Espaço seguro num verdadeiro paraíso PECULIARIDADES Muitas são as vantagens para aqueles que escolherem o Volpi Residencial para morar. São elas: sistema moderno e sofisticado de segurança com controle de acesso magnético, circuito de câmeras internas e externas, patrulha 24h e cerca elétrica; saúde e bem-estar com campo de futebol society, quadra poliesportiva e de piso rápido, pista de cooper e academia; lazer e diversão com piscinas adulto, infantil e bebê, quadra de tênis, além de um playground. O Volpi Residencial também prevê um espaço gourmet localizado estrategicamente ao lado das áreas de esporte e lazer, decorado, equipado Academia |10 Campo de futebol Quadra de tênis

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Piscinas adulto, infantil e bebê e com deck privativo exclusivo; um salão de festas diferenciado e elegante, com estrutura completa: cozinha de apoio, estacionamento, lounge e jardim externo privativo. A infraestrutura ainda traz águas pluviais, água potável, asfalto, paisagismo, sinalização e iluminação. “O Volpi Residencial é moderno e traz muito lazer e esporte aos seus moradores. Ele é quase um clube”, diz Luis Henrique Ramalho. STATUS DOS EMPREENDIMENTOS DA NR CONSTRUÇÃO E INCORPORAÇÃO EM ARARAQUARA Vistas do Horto Loteamento Aberto Obras Concluídas Volpi Residencial Loteamento Fechado 75% das obras Concluídas Monte Carlo I e II Residencial | Comercial Futuro Lançamento Monte Carlo Empresarial | Comercial Futuro Lançamento Área interna do salão de festas Espaço gourmet (16) 3357 3632 www.volpiresidencial.com.br Rua Ettore Berti, 970 Jd. Botânico (ao lado do Damha) @VolpiResidencialAraraquara 11|

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ECONOMIA Na primeira semana de 2018 Araraquara recebe R$ 3,7 milhões em repasse do ICMS O governo do Estado de São Paulo depositou no dia 9 de janeiro, R$ 436,98 milhões em repasses de ICMS para os 645 municípios paulistas. Araraquara recebeu R$ 3.370.776,26, cerca de R$ 223 mil menos que São Carlos. O depósito feito pela Secretaria da Fazenda, de acordo com órgão é referente ao montante arrecadado no período de 2 a 5 de janeiro. Na verdade, os valores correspondem a 25% da arrecadação do imposto, que são distribuídos às administrações municipais com base na aplicação do Índice de Participação dos Municípios (IPM) definido para cada cidade. A Fazenda estima transferir para as prefeituras do Estado o total de R$ 2,13 bilhões em repasses de ICMS nos quatro depósitos previstos durante o mês de janeiro. Os depósitos semanais são realizados por meio da Secretaria da Fazenda sempre até o segundo dia útil de cada semana, conforme prevê a Lei Complementar nº 63, de 11/01/1990. As consultas dos valores podem ser feitas no site da Secretaria da Fazenda, no link Acesso à Informação > Transferências de Recursos > Transferências Constitucionais a Municípios. AGENDA TRIBUTÁRIA Os valores semanais transferidos aos municípios paulistas variam em função dos prazos de pagamento do imposto fixado no regulamento do ICMS. Dependendo do mês, pode haver até cinco datas de repasses. As variações destes depósitos oscilam conforme o calendário mensal, os prazos de recolhimento e o volume dos recursos arrecadados. A agenda de pagamentos está concentrada em até 5 períodos diferentes no mês, além de outros recolhimentos diá- Araraquara recebeu 48 milhões de reais em IPVA no ano passado rios, como por exemplo, os relativos à liberação das operações com importações. ÍNDICE DE PARTICIPAÇÃO Os repasses aos municípios são liberados de acordo com os respectivos Índices de Participação dos Municípios, conforme determina a Constituição Federal, de 5 de outubro de 1988. Em seu artigo 158, inciso IV está estabelecido que 25% do produto da arrecadação de ICMS pertencem aos municípios, e 25% do montante transferidos pela União ao Estado, referente ao Fundo de Exportação (artigo 159, inciso II e § 3º). Os índices de participação dos municípios são apurados anualmente (artigo 3°, da LC 63/1990), para aplicação no exercício seguinte, observando os critérios estabelecidos pela Lei Estadual nº 3.201, de 23/12/81, com alterações introduzidas pela Lei Estadual nº 8.510, de 29/12/93. |14

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Consulta de Repasse do ICMS / IPVA / IPI EM 2018 - PERÍODO: 2 A 5 DE JANEIRO MESES ICMS (**) IPVA (***) Fund. Exp-IPI (**) Comp. (*) Total Janeiro 3.730.776,26 0,00 16.014,93 0,00 3.746.791,20 Total 3.730.776,26 0,00 16.014,93 0,00 3.746.791,20 SÃO CARLOS FOI MELHOR Com o fechamento do ano de 2017, observa-se que Araraquara em repasses do ICMS arrecadou menos que São Carlos: foram 115 milhões de Araraquara contra 123 milhões de reais de São Carlos, diferença de cerca de 8 milhões de reais. Contudo, no item IPVA a nossa cidade foi melhor: R$ 48.056.891,61 enquanto São Carlos ficou em R$ 47.258.450,97, diferença de pouco mais de R$ 650.000,00. Já o Fundo de Exportação (IPI) São Carlos foi melhor: R$ 888.072,85 contra R$ 834.047,41 de Araraquara. No geral, São Carlos arrecadou mais: R$ 172.081,661,49 e Araraquara não passou dos 166 milhões de reais. O SOBE E DESCE Em 2017 o mês em que Araraquara menos arrecadou foi fevereiro - R$ 4.735.679,79 em ICMS. Em compensação foi o segundo melhor mês em IPVA: R$ 8.375.792,08. No ano passado pelo menos quase 40% optou em efetuar o pagamento do IPVA à vista. Arrecadou-se cerca de 18 milhões de reais. O melhor mês para arrecadação de IPI que incide sobre produtos industrializados foi novembro com pouco mais de 87 mil reais. O mais fraco (fevereiro) rendeu 55 mil reais. O ICMS destinado a Araraquara em dezembro de 2016 atingiu pouco mais de 10 milhões de reais. Um ano depois (dezembro de 2017) praticamente foi o mesmo. Curiosamente o ICMS de Araraquara em 2016 foi de R$ 6.733.433,20; em fevereiro de 2017 não atingiu 5 milhões mostrando o auge da crise vivida pela economia brasileira. O maior faturamento em impostos estaduais que o nosso município teve no ano passado foi em janeiro: aproximadamente 30 milhões de reais. Deste valor pelo menos 18 milhões foi em IPVA (primeira parcela ou pagamento à vista). De acordo com o IBGE, Araraquara fechou 2017 com previsão de 230.770 habitantes; sua última estatística sobre o número de veículos mostra 100.778 automóveis, 3.791 caminhões, 11.288 caminhonetes, 35.166 motos, 4.633 motonetas, 1.213 ônibus, 18 tratores, 479 microônibus, 5.687 caminhonetas, 877 utilitários, e 1.382 caminhões-trator. Em 2010 Araraquara possuía 208.602 habitantes. Consulta de Repasse do ICMS / IPVA / IPI EM 2017 MESES ICMS (**) IPVA (***) Fund. Exp-IPI (**) Comp. (*) Total Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro 10.944.981,17 18.219.409,88 64.462,05 4.735.679,79 8.375.792,08 55.716,02 12.008.415,71 6.705.881,71 70.367,53 6.492.107,67 1.617.127,90 60.494,62 13.220.452,94 1.810.681,93 65.341,91 8.404.422,46 1.749.671,51 62.820,34 9.140.340,75 1.495.036,67 61.673,15 10.629.111,23 1.902.457,63 74.791,54 9.916.513,23 1.694.366,58 63.933,50 11.381.069,48 1.343.909,57 79.652,98 8.748.355,10 1.187.112,95 87.921,85 10.201.301,33 1.955.443,20 86.871,93 34.852,76 50.589,62 50.464,03 44.809,77 47.750,44 46.465,84 48.685,37 45.973,24 48.079,23 51.889,77 50.238,12 49.427,73 29.263.705,87 13.217.777,50 18.835.128,98 8.214.539,96 15.144.227,22 10.263.380,16 10.745.735,94 12.652.333,64 11.722.892,54 12.856.521,81 10.073.628,02 12.293.044,20 Total 115.822.750,88 48.056.891,61 834.047,41 569.225,94 165.282.915,84 (Valores expressos em Reais) (*) Compensação Financeira sobre Exploração de Gás, Energia Elétrica, Óleo Bruto, Xisto Betuminoso de acordo com a Lei 7.990 de 28/12/89 (**) Até fevereiro/2007, valores com desconto de 15% referente à transferência para o FUNDEF, de acordo com a Lei 9.424 de 24/12/1996. A partir de março de 2007 valores líquidos, descontados o montante transferido para o FUNDEB, de acordo com a Lei 11.494 de 20/06/2007. No período de março a dezembro de 2007, valores com desconto de 16,66%; no ano de 2008, valores com desconto de 18,33%; e a partir de janeiro de 2009, valores com desconto de 20%. (***) Valor referente à receita bruta sem desconto do FUNDEB, que, de acordo com a Lei 11.494 de 20/06/2007, corresponde a 6,66% no ano de 2007, 13,33% no ano de 2008 e 20,00% a partir do ano de 2009. Inclui, quando for o caso, receita de PPD – Programa de Parcelamento de Débitos. Obs: As divergências de centavos entre a soma das parcelas e o total decorrem de erro de aproximação 15|

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