Revista-Comercio-Industria-Janeiro-2018

 

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ÍNDICE EDIÇÃO N°150 - JANEIRO/2018 CAPA Spot Residencial Miami ECONOMIA Indústria 4.0 SINDICATO RURAL Sonho de fim de ano CANASOL Força do associativismo 180 Diferenciado, empreendimento já é considerado um dos mais importantes dos últimos anos em Araraquara. CIESP 08| Unidade local vai ampliar seus serviços e parcerias em 2018, além de promover novos cursos e eventos. 14 Ademir Ramos, diretor regional do Ciesp, avalia a possibilidade dessa tecnologia chegar às empresas de Araraquara. Sincomercio 12| Para lojistas, faturamento em 2018 será igual ou um pouco melhor do que o ano passado; otimismo é a palavra da vez. 19 32 Presidente Nicolau de Souza Freitas comemorou com associados da entidade, mais um ano de realizações. Economia solidária 34| Comprar na loja da Lacca, em Araraquara, poupa seu bolso e ainda promove uma ação social que ajuda pessoas com câncer. Chegada do casal Janaína-Luís Henrique Scabello de Oliveira para a festa de confraternização da Canasol. Ele é o presidente. Cinema 41| Em 1958, o TECA dava início ao seu projeto mais ousado: o filme ‘Santo Antônio e a Vaca’; relembre essa história. Reconhecimento aos serviços prestados Balbina Moraes Bullo, “o Título é uma forma nascida em Douradinho- de exemplificar o amor MG (6/10/1947), em daqueles que chegam a dezembro tornou-se Cidadã nossa cidade”. Emocionada, Araraquarense. Com Balbina agradeceu a todos seis anos, mudou-se para os presentes. “Sem minha São Carlos, onde cresceu família, não estaria aqui. e casou-se com Carlos É uma honra receber Bullo. Há exatos 50 anos um prêmio desse. É um vieram para Araraquara presente estar sendo e tiveram quatro filhos: Balbina Bullo Lucelena, Luciene, Lucivânia homenageada. O nosso socorro vem de Deus”. Ela e Samuel. Autor da indicação, o faz parte do ministério da Igreja no vereador Roger Mendes afirmou que Jardim Iguatemi, há 40 anos. Seja bem-vindo De acordo com o secretário de Obras e Serviços Públicos, João Bernal, grande parte dos recursos financeiros do convênio assinado em dezembro pelo município com a Caixa Federal (CEF), da ordem de R$ 3 milhões, será destinada a obras de recuperação de vias públicas de Araraquara. Serão mais de R$ 1,2 milhão apenas para manutenção do asfalto. Como o povo hoje está igualzinho ‘São Tomé’, pagando pra ver, é bom aguardar, afinal a pavimentação em petição tornou-se companheira dos motoristas. |6

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MEMÓRIA Seu nome está na rua MÚSICA Visionários e talentosos 48 51 Antônio Moda Francisco: justiça, honestidade, moral e amor ao próximo foram os propósitos de sua vida. Novos rumos 58| Diretor executivo da Ferroviária Futebol S/A, Pedro Martins, conta detalhes de sua gestão à frente da Ferroviária. Especial ‘Bandas e Grupos Musicais da Cidade’ traz The Jungles, sucesso absoluto no Brasil na década de 60. Vida social 63| Gente bonita e os mais concorridos eventos dão a tônica na coluna deste mês de janeiro de Maribel Santos. Onde procurar ajuda O presidente da Câmara, Jéferson Yashuda (PSDB), recebeu em dezembro, representantes da Escola Estadual Oacyr Antonio Ellero (Altos de Pinheiros I), que lhes entregaram um abaixo-assinado subscrito por mais de 380 moradores do bairro com reivindicações de melhorias de infraestrutura, cultura e lazer. Os moradores pedem “iluminação pública no entorno da escola, atividades culturais e de entretenimento, limpeza e manutenção das vias públicas e dos terrenos sem construção (construção de calçadas, muros e/ou muretas), implantação de escola de ensino fundamental – anos iniciais, revitalização da praça e quadra poliesportiva ao lado do Centro de Educação e Recreação “Padre Mário Cavaretti Filho”, posto de unidade policial e cursos de ofícios em parceria com o CRAS”. Representando a escola, estiveram no gabinete de Yashuda, Sheila Iaredy Castelo Novo Alves, mãe de aluna e moradora no bairro; a professora Carina de Fátima Peratello; e as alunas Rafaela Alves da Silva e Aline Silva de Albuquerque, ambas participantes do Parlamento Jovem 2017, organizado pela Escola do Legislativo da Câmara Municipal. Os pedidos já estão com o prefeito. Encontro de Jéferson Yashuda com moradores do Alto de Pinheiros DA REDAÇÃO por: Sônia Maria Marques Náutico, um modelo de clube a encher nossos olhos através do tempo Desde os tempos de Ivo Magnani, Armando Paschoal, Joaquim Palomino, Chico Santoro e tantos outros, o Clube Náutico Araraquara, fundado em 3 de junho de 1963, por araraquarenses que pretendiam dotar a cidade de um local adequado para a prática do esqui aquático, continua sendo essa potência social admirada por qualquer visitante. O grupo na época comprou uma gleba de terras em área rural e a primeira tarefa foi escavar o local a fim de represar as águas do Ribeirão Anhumas, para a formação do lago. Depois, ao longo de 36 anos de história, aos primeiros, associaram-se outros cidadãos e foram sendo executadas as obras que hoje compõem o clube. A propriedade do Náutico é uma gleba de terras, com uma área total de 274,38 alqueires ou 664 hectares. A represa, que tornou-se um símbolo, tem 44,65 alqueires ou 108 hectares de espelho d’água e a reserva natural de mata, única área de cerradão nativo (característica do local) em uma vasta região, abriga centenas de espécies animais em seus 157 alqueires (380 hectares). Nas mãos de Rubens Tositto Júnior, o Náutico tem se ajustado aos novos tempos e graças a uma gestão equilibrada, tornou-se um orgulho para todos nós. Parabéns à sua diretoria. Diretor Editorial: Ivan Roberto Peroni Supervisora Editorial: Sônia Marques Editor: Matheus Vieira (MTB 67.923/SP) Design: Bete Campos e Érica Menezes PARA ANUNCIAR: (16) 3336 4433 Tiragem: 5 mil exemplares Impressão: Grafinew - (16) 3322-6131 A Revista Comércio, Indústria e Agronegócio é distribuida gratuitamente em Araraquara e região * COORDENAÇÃO, EDITORAÇÃO, REDAÇÃO E PUBLICIDADE Falar com a RCIA: (16) 3336 4433 Rua Tupi, 245 - Centro Araraquara/SP - CEP: 14801-307 marzo@marzo.com.br 7|

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EDITORIAL por: Ivan Roberto Peroni Quando o tempo é o senhor da razão... Da medicina de ontem ao que se vive na atualidade, Araraquara ainda absorvida pelo conservadorismo, tem demonstrado uma elevada dose de simpatia pelo trabalho de profissionais que tornaram-se símbolos de uma geração e exemplo para os novatos que chegam doutrinados pela modernidade e o avanço da tecnologia. É inegável a admiração e o respeito aos que com denodo invadiram os campos do conhecimento e com parcos recursos técnicos, escreveram uma história de responsabilidade para satisfação e honra de uma classe. De fato, uma boa parte dos médicos que ainda atuam em Araraquara pertencem à Velha Guarda da nossa medicina, mantendo traços do que é comumente chamado de atendimento familiar, onde a avó levava a filha, depois a neta, estabelecendo vínculos de confiança e amizade. Assim, Guaracy Lourenço da Costa, Eduardo Lauand, Alberto Maria de Lucca, Francisco Logatti, Luiz Gonzaga Corrêa, Euclides Crocci e tantos outros, viveram mergulhados em uma Araraquara efervescente, fazendo eles ‘ponte aérea’ entre Santa Casa, Beneficência Portuguesa, Hospital São Paulo e Gôta de Leite nos anos 60. Na verdade, estes profissionais estão bem longe do primeiro ‘prático de medicina’ que por aqui teria aparecido por volta de 1856, chamado Viriato Moura. Na história há evidentemente um grande salto de qualidade no atendimento prestado de forma coletiva desde o surgimento da Unimed como cooperativa em maio de 1971. Foi ela efetivamente que não apenas estabeleceu a congregação dos médicos para a sua defesa econômico-social, como também implantou sistemas de atendimento ao paciente, fortalecendo ainda mais os vínculos entre ambos - uma situação que se arrastava de forma individualizada e sem muitos critérios. A Unimed foi sem dúvida o elo entre o cooperado e o associado, prevendo o avanço populacional e a necessidade de se apresentar como gestora. Passadas quatro décadas e meia deste cooperativismo pontuado pela efetiva participação dos seus primeiros médicos-cooperados, nota-se que o trabalho destes profissionais foi importante na consolidação familiar. A Unimed queira ou não, conseguiu manter estes traços de amizade e cordialidade, de confiança e respeito, entendendo que, se em 1960, a nossa expectativa de vida era de 48 anos, hoje quase 60 anos depois, alcança os 75 anos, de acordo com o IBGE. Se por um lado a longevidade é sinal de evolução social e econômica, por outro demanda mais investimentos na área de saúde, já que há necessidade de maior assistência durante o envelhecimento. Dessa responsabilidade, a Unimed nunca se afastou e fez nascer o Univida, que oferece aos clientes vários programas de saúde com um único objetivo: viver uma vida saudável, garantindo não apenas que a população viva mais, mas que viva melhor. Lembrando aqueles médicos que ainda ajudam a escrever a história da nossa medicina, agora unindo a experiência com a tecnologia através de cursos, simpósios e congressos para atualizar conhecimentos, entendemos que eles ainda representam a confiabilidade familiar e que os novatos que aqui chegam, devem se inspirar neste antigo relacionamento interpessoal para fincar raízes em solo estranho e ganhar a simpatia do paciente. 9|

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REPORTAGEM DE CAPA Spot Residence® Miami, um novo conceito em empreendimento e ótimo investimento Em região nobre da cidade, o SPOT Residence® Miami é considerado um dos mais importantes empreendimentos dos últimos anos em Araraquara. Sua estrutura arquitetônica remete ao interesse de investidores e a quem deseja apartamentos compactos. A AVR Engenharia iniciou suas atividades em 1995. No decorrer dos seus 22 anos de história atuou em diversos segmentos, tais como: obras públicas, comerciais, industriais e bancárias. Atualmente, o foco principal tem sido o segmento de incorporações imobiliárias residenciais, com diversos edifícios já construídos, em excelentes localizações, principalmente direcionado ao público “single”. A trajetória de sucesso da AVR Engenharia é constantemente marcada por inovações tecnológicas, e se destaca no segmento imobiliário atendendo às expectativas do mercado com empreendimentos inovadores. Visando a necessidade do mercado imobiliário regional, em 2007 a AVR Engenharia lançou a linha Studio Residence®, empreendimentos compostos por apartamentos compactos em localizações privilegiadas. Até o momento foram entregues 4 empreendimentos, sendo 3 na cidade de São Carlos e 1 em Araraquara. Em 2011, acompanhando a tendência mercadológica, lançou em São Carlos a linha SPOT Residence®, um empreendimento para o público “single”, com conceito moderno e excelente localização. Devido ao sucesso de vendas, em 2017 levamos esse novo conceito para a cidade de Araraquara através do empreendimento SPOT Residence® Miami – Mais que uma boa ideia, um excelente investimento! PARA OS INVESTIDORES O empreendimento possui uma estrutura de 16 andares e 199 apar- PLANTA BAIXA DAS UNIDADES Spot Master Spot Aptºs SPOT e SPOT MASTER áreas privativas aproximadas. Ver memorial descritivo de acabamentos e tabela de preços. Contribuição de enxoval adesão obrigatória, conforme tabela de preços - Ver relação de equipamentos, eletrodomésticos e itens de decoração. Imagens meramente ilustrativas. Memorial de Incorporação CRI Araraquara/SP - nº R01 / M.138.830. |10

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Cinema tamentos, entre eles os tipos SPOT e SPOT MASTER de 24,7m² a 27,8m², com plantas modernas e compactas para o público de estudantes, professores, profissionais liberais e de empresas a serviço na região, palestrantes e etc. O comprador/investidor poderá morar, alugar ou ceder o uso para hóspedes, através de sites de hospedagens. O SPOT Residence® Miami contará com os serviços de Recepção e Lavanderia Comum, além de uma ampla área de lazer composta por Espaço Gourmet, Sala Multiuso, Sala de Ginástica e Cinema, totalmente equipadas e decoradas. Ele está situado à Rua Expedicionários do Brasil (8), esquina com a Avenida Djalma Dutra – a 500m da UNIARA, 650m da UNESP Odonto e 150m do Posto Faveral. Recepção Lavanderia Sala de ginástica Espaço Gourmet Sala Multiuso CONSTRUÇÃO E INCORPORAÇÃO: Construção e Incorporação: INFORMAÇÕES E VENDAS Informações e vendas: (16) 3305 6060 www.hdzimoveis.com.br 11|

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MERCADO ‘Muitos profissionais mal sabem o que é o Indústria 4.0’, afirma presidente do Ciesp Esta é a opinião de Ademir Ramos sobre o assunto destaque em congresso em São Paulo; para ele, Araraquara precisa divulgar essa tecnologia antes de pensar qualquer ação. Reindustrialização que prevê uma transformação por meio da inserção de tecnologias como Big Data, inteligência artificial e Internet das Coisas, a Indústria 4.0 foi tema durante o 1º Congresso Brasileiro de Indústria 4.0, realizado em São Paulo pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) em parceria com o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial de São Paulo (Senai-SP) e a Agência Brasileira de Desenvolvi- mento Industrial (ABDI). O evento reuniu representantes de empresas e de agências de fo- mento à pesquisa, desenvolvimento e inovação com o objetivo de discutir como o Brasil pode construir vanta- gens competitivas deste contexto. Ao fim dele, a seguinte avaliação foi proposta: “O Brasil precisa progra- mar, urgentemente, um projeto de reindustrialização com ênfase em Ademir Ramos, do Ciesp: ‘É possível sonhar, mas não estamos preparados no momento’ indústria 4.0”. paradas para essa tecnologia que pensar no assunto, a ideia seria tra- Mas será que as indústrias de tem como objetivo aumentar o nível zer algum especialista no assunto Araraquara e Região estariam pre- de automação e possibilitar novas para palestras e eventos que pos- formas de organização dos sam conscientizar nossos empresá- sistemas de produção? Para rios sobre a necessidade dessa mo- Ademir Ramos, presidente dernização. Inclusive, deixo o Ciesp regional do Ciesp (Centro de Araraquara à disposição para das Indústrias do Estado isso. É possível sonhar, mas neste de São Paulo), a resposta é momento não estamos preparados positiva, porém com ressal- de uma maneira geral, pois estamos vas. “Toda cidade que tem bem atrasados em relação ao que é um parque industrial pode feito lá fora”, pondera. aderir, mas o processo no Vale dizer que a participação Brasil ainda é muito lento”, brasileira na indústria mundial caiu completa. praticamente pela metade nos úl- Para Ramos, o primeiro timos 20 anos, de 3,47% em 1995 passo é a divulgação. “Mui- para 1,84% em 2016. Já a contri- tos profissionais da área mal buição do setor no Produto Interno Para a indústria não há como sabem o que é a Indústria Bruto (PIB) nacional este ano foi de utilizar de vez a tecnologia 4.0. Então, para começar a 11,1%, atingindo o mesmo patamar |14

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O Senai inaugurou em São Caetano do Sul a Escola Armando de Arruda Pereira, investimento de R$ 63,2 milhões e a única do país que tem uma planta modelo nos padrões da Indústria 4.0 de 1953. “O Brasil enfrenta um forte processo de desindustrialização, como é definida a redução da capacidade industrial de um país”, completa Ramos. Em 1980, quando a participação da indústria no PIB brasileiro atingiu o patamar de 20,2%, a produtividade em comparação com a dos Estados Unidos chegou a 40,3%. Em 2015, porém, caiu para 24,9% – mesmo índice de 1950. “Enquanto o país vem passando por um aprofundamento muito grande do processo de desindustrialização, economias de alta e média intensidade tecnológica, como Estados Unidos, Alemanha, Japão e China disparam na frente. Ainda estamos engatinhando. Não podemos esquecer nunca da instabilidade política, que sempre reflete na economia”, finaliza Ademir Ramos. dem contribuir para dar resposta aos desafios trazidos pela nova realidade da indústria 4.0, entre eles, ter um parque produtivo bastante diversificado, com unidades fabris de empresas líderes das principais economias desenvolvidas. Algumas dessas tecnologias já têm sido exploradas por pequenas empresas nascentes de base tecnológica (startups), além de universidades e instituições de pesquisa em São Paulo. “O país, con- Para José Ricardo Roriz Coelho, vicepresidente da Fiesp, o Brasil tem condições de enfrentar os desafios desta tecnologia tudo, terá que superar alguns obstáculos, como o de melhorar sua infraestrutura tecnológica, criar linhas de financiamento apropriadas e desenvolver competências e capacitações em tecnologias cruciais para implementação da indústria 4.0, como robótica avançada, manufatura aditiva (construção de objetos por impressão 3D), realidade aumentada e materiais funcionais, disse Roriz. COMPETIÇÃO Durante o congresso, José Ricardo Roriz Coelho, vice-presidente da Fiesp e diretor titular do Departamento de Competitividade e Tecnologia da instituição, disse que o Brasil possui alguns pontos fortes que po- Equipe da Nova Tecnologia apresenta o Circuito Manufatura do Futuro para o presidente da FIESP Paulo Skaf durante o Congresso. A empresa acumula experiência nas áreas de automação residencial, predial, eficiência energética e pintura robotizada. 15|

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