Noite de Natal - Ilustração

 

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Description

Noite de Natal, a história de Sophia de Mello Breyner Andresen, recontada e ilustrada pelos alunos que estão atualmente no 6º A, da Escola D. Afonso, IV Conde de Ourém

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2016 -2017 Conto de Sophia de Mello Breyner Andresen recontado pelos alunos do 5º A

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A Joana vivia numa casa amarela muito grande com um jardim onde havia tílias, bétulas, um cedro muito antigo, uma cerejeira e dois plátanos. Era debaixo do cedro que Joana brincava.

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Guilherme Duarte

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Com musgo, ervas e paus fazia casinhas pequeninas, encostadas ao tronco escuro. Depois, imaginava os anões que poderiam morar nas casinhas. Joana brincava sozinha e tinha pena de não ter amigos com quem partilhar as suas brincadeiras.

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Margarida Alves

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Numa manhã de outubro, estava sentada em cima do muro, quando passou um rapaz. A sua roupa estava remendada e os olhos dele brilhavam como duas estrelas. Estava a caminhar devagar, sorrindo para as folhas. O coração da menina deu um pulo, porque ele parecia um amigo. Disseram ambos “Olá!”, e depois ficaram calados. Até que começaram a conhecer-se. Chamava-se Manuel o seu novo amigo.

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Carolina Marques

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Joana abriu o portão e foram os dois pelo jardim fora. O rapazinho olhava para todas as coisas e Joana mostrou-lhe tudo: o tanque com os peixes vermelhos, o pomar, as laranjeiras e a horta, os seus cães, a casa de madeira do gato, o cedro onde brincava. Sentaram-se à sombra do cedro e Joana, com o seu novo amigo, começou a construir a casa do rei dos anões.

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Anastácia Pukhalksa

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Passaram muitas semanas e, quando chegou a noite de Natal, a Joana saiu do seu quarto muito bem penteada, com o seu vestido de veludo azul e os sapatos de verniz preto. Na sala grande, estavam as pessoas crescidas e na sala de jantar a mesa estava posta com os copos de cristal e enfeitada com coisas maravilhosas. Era o Natal.

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Bianca Ribeiro

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Joana foi ao jardim para ver as flores e as estrelas que brilhavam mais do que nunca. Até o próprio frio brilhava! Havia festa na Terra e festa maior no céu…

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Eva Vieira

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Joana voltou para casa e foi ter com a cozinheira Gertrudes, que era uma pessoa extraordinária. Esta estava debruçada sobre os perus de Natal, que virava e regava com molho. Joana perguntou-lhe que presentes iria receber e se o seu amigo Manuel também ia ter muitos presentes. Gertrudes explicou-lhe que, como ele era pobre, não iria receber nada.

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José Laranjeiro

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