Revista D'AGOSTO

 

Embed or link this publication

Description

EDIÇÃO Nº 5

Popular Pages


p. 1

www.1agosto.com Edição nº 05 | Ano 2 | 2014 | Preço: Kz 500 AGOSTO/SETEMBRO | 1

[close]

p. 2

gostoEscolha ao seu Visite a loja do Clube Desportivo 1º de Agosto e adquira o equipamento o cial da equipa sénior de futebol gostopara a época 2014, a escolha é ao seu 2 | AGOSTO/SETEMBRO

[close]

p. 3

SUMÁRIO Editorial 04 Futebol 06 Basquetebol 12 Taekwondo 20 Andebol 24 Claque 30 Infraestruturas 36 Talentos 38 Figuras da nossa glória e mística 40 PÁG 12O outro lado do atleta 44 Adeptos online Gente da Casa 52 54 PLENAS E ÁVIDAS DE TÍTULOS Foto Reportagem 58 Curiosidades 62 PÁG 09 AP 30 - “QUERO FICAR NA HISTÓRIA DO 1º DE AGOSTO” PÁG 48OFoinuetrzoa lEaudsoédboioAtleta: PÁG 20 TAEKWONDO PÁG 36 Destaque: UM PASSO EM FRENTE Ficha Técnica Director Carlos Hendrick - General Director Executivo Meike Neves Editor Adriano Mabiel adriano.mabiel@1agosto.com Revisão: Artur Dias Martins Redacção: Nuria de Sousa, Iracelma Faustino, Paula Pande, Cadete Gaspar Songa, Gilberto Figueira, Mariana Rodrigues, Marco Arraya, Sandra Sakita, Kianda Primo, Jelson Costa, Manuel Cochi Lelo e Adriano Felix Fotografias: Waldemar Santos, e João Manuel Colaboraram neste número: Ovídio de Menezes, Tamara Silva, Trey Gaspar, e Vilma Hermingarda Design e Paginação: Dino Cross Impressão: Damer SA Exemplares: 3.500 Contactos: Direcção de Comunicação e Imagem Rua Francisco Gouveia “Rio Seco” Maianga / Luanda / Angola 948 287 286 www.1agosto.com revistadagosto@1agosto.com Facebook: Clube Desportivo 1º de Agosto N.º de Contribuinte: 7401000660 Publicidades: 948 287 286 - 948 287 285 AGOSTO/SETEMBRO | 3

[close]

p. 4

EDITORIAL 37 ANOS A ENGRANCER O DESPORTO NACIONAL Carlos Hendrick (General) Presidente da Direcção 4 | AGOSTO/SETEMBRO Aquinta edição da revista D’AGOSTO é lançada numa altura em que a nossa agremiação desportiva completa 37 anos de um percurso repleto de vitórias que em muito engrandeceram o desporto angolano. Vários foram os atletas que se notabilizaram no 1º de Agosto tornando-se posteriormente referências nacionais e simultaneamente embaixadores do espírito e da mística desportiva que enxerga o D’AGOSTO. Para a continuidade do trilho de vitórias, que já é um hábito agostino há 37 anos, estamos a trabalhar com a força, a pujança e o dinamismo que nos são característicos. Exemplo é acreditarmos que com a inauguração do Internato 4 de Abril se deu mais um passo rumo ao nosso grande objetivo que é a formação dos futuros atletas de Angola. Como é do conhecimento geral este investimento antecipa aquela que será a nova realidade do D’AGOSTO: a Academia 1º de Agosto, com as suas valências na construção do atleta de alto rendimento do futuro. Na formação de atletas estará o presente e futuro do nosso futebol. A época em curso iniciou-se desfasada dos pergaminhos do D’AGOSTO, no entanto, após as devidas correções e adaptações em que se inclui os préstimos do novo técnico Dragan Jovic e o lançamento de jovens vindos da nossa formação (ex. Ary Papel, Gerson, Dany Massunguna, Mingo Bille e muitos outros) resgatou-se o dinamismo e a qualidade do futebol que sempre nos caracterizou. A equipa técnica e jogadores estão conscientes que mais de 8 milhões de adeptos estão sedosos de novas conquistas, como tal, todos juntos iremos cumprir mais estas missões com sucesso. Nesta edição da nossa revista encontra os temas abordados anteriormente, e ainda menção especial às nossas bravas “agostinas” da equipa sénior de basquetebol feminino pelas conquistas consecutivas nos campeonatos Provincial, Nacional e Taça de Angola, e muitos outros temas de interesse para quem ama o D’AGOSTO. Bem hajam D’AGOSTO FORÇA! D’AGOSTO sempre!

[close]

p. 5

AGOSTO/SETEMBRO | 5

[close]

p. 6

FUTEBOL RECUPERAR FÔLEGO Aequipa arrancou de maneira atípica, e quando já ninguém acreditava neles, os nossos rapazes responderam com seis vitórias consecutivas, contrariando todas as previsões. Com este ritmo, o 1º de Agosto recuperou o fôlego e a possibilidade de discutir uma das vagas de acesso à Liga dos Clubes Campeões. É verdade que a tarefa não é fácil pois há outras equipas interessadas e mais bem colocadas, mas nós acreditamos na nossa equipa e sobretudo na motivação que tem demonstrado nesta fase do Girabola 2014. Os nossos rapazes recuperaram a vontade de ganhar, e sem lançarmos já foguetes 6 | AGOSTO/SETEMBRO

[close]

p. 7

antes do final do campeonato, vale no entanto saudar esta prestação da equipa, liderada por Ary Papel, assistido e muito bem por outros jogadores experimentados e talentosos que o nosso 1º de Agosto possui. O regresso do central Massunguna, central, aos relvados depois de muito tempo lesionado, oferece mais opções ao treinador e confiança aos colegas do meio-campo e do ataque. Nos últimos anos tem sido um dos esteios da equipa, este central, acompanhado ora pelo experimentado Kaly ora pelo mais jovem Kuagica. No meio-campo, a concor- rência é cada vez maior com a chegada para esta segunda volta de Pataca, médio trinco, que em situações de aperto também pode fazer a posição de central, como já aconteceu no consulado de outros treinadores. Estava emprestado ao Desportivo da Huíla e regressou para disputar uma posição no meio-campo, posições muito concorridas. Pataca conhece como poucos a casa, pois é filho da cantera. Lutar até ao fim para dignificar as cores desse emblema é e deve ser a palavra de ordem no balneário do nosso glorioso 1º de Agosto. AGOSTO/SETEMBRO | 7

[close]

p. 8

CLUBE DESPORTIVO 1º DE AGOSTO Dragan Jovic: O SILÊNCIO TAMBÉM FALA Em silêncio, Dragan Jovic, o novo treinador que assumiu o comando da equipa em Abril, está a devolver ao balneário a vontade de ganhar. Sem prometer muito, o treinador acha ser possível acabar o Girabola entre as equipas que disputam uma posição de acesso às Afrotaças. A única maneira de chegar às competições africanas é por meio do primeiro e segundo lugares do Girabola e finalistas da Taça de Angola; inde8 | AGOSTO/SETEMBRO pendente de se ganhar ou não a competição, as equipas que chegarem à final garantem à partida vagas nas eliminatórias de aceso à Taça da Confederação Africana de Futebol. Dragan Jovic quer lutar por uma dessas vagas, e já demonstrou que com vontade se pode chegar lá, basta crença. As seis vitórias conseguidas deram aos jogadores e aos adeptos motivação suficiente para continuar a lutar.

[close]

p. 9

EDIÇÃO Nº 05 - ANO 2 - 2014 “QUERO FICAR NA HISTÓRIA DO 1º DE AGOSTO” Ary, o Papel, formado nas escolas do Rio Seco, é hoje uma das grandes promessas. Chegou à equipa principal há dois anos, pela mão do então treinador Romeu Filemon que viu nele qualidades para vestir a camisola senior do 1º de Agosto. Não se enganou na escolha. Ary, o Papel como é conhecido, é já uma certeza. Melhor do que isso, tornou-se no “motor de arranque” da equipa. É o principal inconformado dos militares no presente Girabola, sem desprimor para o trabalho colectivo, e não é por acaso que acabou a primeira volta entre os melhores marcadores, com sete golos. Apesar desse sucesso, Ary Papel, sabe que ainda não ganhou nada, e cedo aprendeu que os grandes jogadores estão sempre ligados aos títulos ou feitos extraordinários.” O meu sonho, como de outros colegas, é conquistar títulos. Os grandes jogadores angolanos e mundiais são conhecidos pelo sucessos que tiveram. Não bastam títulos ou elogios individuais, os títulos colectivos dão outra grandeza aos jogadores. E eu como os outros corro atrás disso”. O seu percurso até ao momento actual, não é diferente de outros jovens, que andam de um bairro ao outro à procura de concretizar o sonho de jogar a bola. Ou ser jogador de futebol. Incentivado pelo irmão, Papel primeiro foi bater à porta, do Petro de Luanda, no entanto, “a confusão”na porta de acesso às instalações dos tricolores(Catetão) e os critérios que os treinadores utilizavam na altura para escolher jogadores desincentivaram-no. Pensou em continuar a jogar futebol apenas no bairro, onde já era indispensável na sua equipa, lugar que o apelidou de Papel, por conta do seu franzino aspecto físico. No entanto, outra vez o irmão aconselhou-o a tentar no 1º de Agosto, outra equipa considerada na altura de difícil acesso. E a sorte bateu-lhe a porta. “ Felizmente, encontrei pessoas que tinham sensibilidade para o futebol, o mister Julião, Tandu e Filipe me acolheram sem muita complicação. E assim começou a minha carreira no 1º de Agosto”. Em 2006 as condições sociais obrigaram-no a desistir do seu sonho. “Agradeço profundamente o meu irmão, de outro modo não estaria a jogar hoje o futebol. Em 2006, tivemos uma tragédia na família, a nossa casa queimou e quase ficamos ao relento. Esta situação forçou-me a desistir de jogar. Não tinha condições psicológicas AGOSTO/SETEMBRO | 9

[close]

p. 10

nemCLUmBaEteDrEiaSPisORpTaIrVaO 1joºgDaEr.AGEOSTO fiquei dois anos em casa. Mas o meu irmão entendia que de- via continuar a jogar. Regres- sei então em 2008. Continuei nos escalões juniores e com a chegada do treinador Romeu Filemon em 2011, ganhei a oportunidade de estar na equi- pa principal. Viu-me jogar e puxou-me para a equipa prin- cipal”, conta Ary. A adaptação não foi fácil na equipa principal, por muitas razões. O siste- ma de jogo assim como a exigência de vestir a camisola da equi- pa principal pesaram um pouco. “Confesso que não senti muito o peso da camisola, pois vinha de baixo e conhecia já a grande- za do clube. Enfrentei apenas dificuldades com adaptação ao sistema de jogo”. Posto na equipa prin- cipal, Ary diz que jogava para agradar o público mais do que trabalhar para a equipa. Levou tempo a mudar, mas revela que mudou o estilo de jogar e a per- cepção do futebol. “ Demorei um pouco, gostava quando os adeptos gritassem com as minhas fintas. Era assim que eu entendia o futebol, por isso, é que me comparavam a Job. Mas os treinado- res Romeu Filemon e Daúto Faquira muda- ram-lhe a forma de pensar. “Hoje tenho outra maturidade, tive muitos conse- do em jogadores de dimensão lhos dos treinadores mundial. Por isso, mudei. Te- Filemon e Faquira. nho outra maturidade hoje. Sei Ensinaram-me que tenho de trabalhar para a ver o futebol o grupo, por respeito a quem como um traba- trabalha para me colocar a lho de equipa. E bola nos pés. E felizmente vou eu próprio também recebendo elogios de quase fiz uma reflexão sobre a mi- todas as pessoas, dos meus nha maneira de jogar, inspira- colegas inclusive”. O futuro Oextremo de 20 anos como outros colegas sonha um dia jogar noutros campeonatos, mas não antes de conquistar títulos com o 1º de Agosto. “ Quero ficar na história do clube. Para isso temos de conquistar títulos senão podemos um dia ser esquecidos. Está é a nossa luta. No que depender de mim, vou dar o meu melhor, pela minha equipa do coração e por ser onde me formei como jogador”. Ary diz não ter pressa nem quer escolher momentos para jogar no estrangeiro, primeiro porque não depende dele, depois pela necessidade que tem de deixar o seu nome na história do clube. “ Só penso no 1º de Agosto, é a minha casa. É mais do que um clube para mim, conheço os cantos todos, porque cresci aqui” 10 | AGOSTO/SETEMBRO

[close]

p. 11

EDIÇÃO Nº 05 - ANO 2 - 2014 Os frutos da cantera Osucesso de Ary valoriza cada vez mais o investimento no escalão de formação que a Direcção do clube vem fazendo. Além dele, no actual plantel do 1º de Agosto, há outros que vieram da formação. Massunguna, Mingo Bile e Pataca são alguns jogadores que “nasceram” no Rio Seco. Mingo Bile, lateral direito e que joga igualmente em qualquer dos extremos, já assumiu o papel que Ary faz hoje. Há dois anos chegou a ser o melhor da equipa, superando inclusive os avançados. Fez mais golos do que muitos avançados do Girabola, e carregou às costa a equipa. Dany Massunga é outro jogador que tem tido grande influência na equipa; aliás, é o vice-capitão. Qualquer um desses jogadores tem sido freqüentemente chamado á Selecção Nacional, o que demonstra a qualidade individual e da escola de formação do 1º de Agosto, que ganha agora novos horizontes, na expectativa de trabalhar mais e melhores talentos. Tal como os melhores exemplos da Europa ou da América do Sul, a formação é a solução mais sensata para se chegar ao sucesso e recuperar o investimento. Assim demonstram o Barcelona, o Ajax, o Bayern de Munich e o Sporting de Portugal. No Brasil, o Santos FC é a maior referência; depois de Pelé, já fez outros craques, um dos quais, principal estrela hoje da Selecção brasileira, Neymar. AGOSTO/SETEMBRO | 11

[close]

p. 12

BASQUETEBOL SOMOS ETERNOS CAMPEÕES Carén Rafaela Campeões eternos, mas sempre ávidos de títulos. É desta forma que a nossa equipa se posiciona dentro do rectângulo de jogos para com os seus adversários, e sempre com a finalidade de não lhes dar tréguas, pondo-os de sentido para no final materializarmos os nossos desideratos. Reforçados com as entradas do extremo Edson Ndoniema e do poste Mútu Fonseca, para além do regresso do extremo cabo-verdiano Mário 12 | AGOSTO/SETEMBRO Correia, o 1º de Agosto conseguiu erguer dois dos quatro troféus em disputa. É bem verdade que estes feitos são considerados pela direcção do nosso clube, presidida pelo General Carlos Hendrick, parte do que queremos, pelo facto de sermos uma instituição sempre em busca do pleno. Dos quatro troféus, falhamos a conquista do Campeonato Nacional e da Taça de Angola. Ainda assim, a nossa vasta galeria de troféus, como em quase todos os anos, voltou a ser engalanada com a chegada de duas briosas e valorosas taças; a Supertaça Wlademiro Romero e a Taça dos Clubes Campeões Africanos, ambas por várias vezes ganhas por

[close]

p. 13

nós. Aliás, na Taça dos Clubes, a maior prova do continente a seguir ao Campeonato Africano das Nações, Afrobasket, em 28 edições, os militares do Rio Seco ergueram por nove vezes o título correspondente à melhor equipa. Estes números só poderão ser atingidos por qualquer outra formação no mínimo daqui há seis anos (2020), pois o clube mais próximo para o fazer é o Asfa do Senegal, com três ceptros. Os outros somam dois e um títulos. A essa particularidade o  1º de Agosto acrescenta o detalhe de ser a única equipa, desde 1972, ano de início da prova, a lograr a proeza de conquistar quatro vezes consecutivas a taça. Mesmo sem termos contado com a presença do influente extremo-base, Cedric Isom, de nacionalidade norte-americana, fomos a equipa que mais resistência ofereceu ao primeiro classificado. Com o grupo completo conseguimos vencer a fase de grupos. Apesar de falharmos o principal objectivo, continuamos firmes e fortes rumo ao nosso maior objectivo. O 1º de Agosto é ainda assim, o clube com maís títulos de campeão nacional; 17, contra 11 do eterno rival. O 1º de Agosto é glória, é nação, é união, é força e espírito de entreajuda entre os diferentes serviços do clube, é garra, é crença e querer, e com estes pressupostos havemos de este ano voltar a ser campeões, com o apoio da nossa massa associativa e a vasta legião de adeptos incansáveis. AGOSTO/SETEMBRO | 13

[close]

p. 14

CLUBE DESPORTIVO 1º DE AGOSTO PLENAS E ÁV Texto: Tamara Monteiro - Fotos: Waldemar Santos Plena, altiva e ávida. Estes vocábulos encaixam-se na perfeição para descrever o quão produtiva foi a época desportiva da nossa equipa sénior feminina de basquetebol, que não deu tréguas aos seus adversários, conquistando os Campeonatos Provincial e Nacional, e a Taça de Angola. Depois da conquista destes troféus, a meta passa a ser a conquista da segunda Taça dos Clubes Campeões Africanos, a decorrer em Novembro deste ano, na Tunísia. Com brio, engenho, e de mentes sãs, as nossas jogado- ras, de mangas cavas, pois é assim que jogam, deleitaram-se e desfrutaram o quanto bastou dos jogos referentes às provas domésticas. Valentes, até porque são afectas ao Clube Central das Forças Armadas Angolanas, onde a bravura tem de imperar sempre, as rubro e negras ter- minaram a disputa da 29ª edi- ção do nacional maior da bola ao ces- to sem qualquer derro- ta em sete parti- das.   Con- quistamos o m a i o r título do calendá- rio de provas da Federa- 14 | AGOSTO/SETEMBRO

[close]

p. 15

EDIÇÃO Nº 05 - ANO 2 - 2014 VIDAS DE TÍTULOS ção Angolana de Basquetebol (FAB), disputado na cidade de Benguela, ao derrotar na final, por 65-59, o Interclube, nosso eterno rival. Reforçadas com a entrada da extremo-base norte-americana Latia Williams, 1,78 metros, 23 anos, e da extremo Indira José, 1,77 metros, além do regresso do técnico Jaime Covilhã, em substituição de Aníbal Moreira, o 1º de Agosto, que manteve o núcleo duro liderado por Nacissela Maurício, melhor jogadora (MVP) do último Afrobasket, secundada pela moçambicana Leia Dongue, assumiu desde cedo a condição de principal candidata à conquista do título. Determinada em colocar um ponto final no domínio “doméstico” exercido pelo clube adstrito à Polícia Nacional, a direcção da nossa agremiação, encabeçada por Carlos Hendrick, apostou forte na conquista do nono troféu da competição. Um ano depois de ter visto o título fugir-lhe da galeria, as nossas jogadoras, em ano de Campeonato do Mundo, a decorrer na Turquia, quiseram elevar o moral tendo em vista a presença de algumas no evento mais mediático do calendário da Federação Internacional de Basquetebol Associado (FIBA). Além da conquista da taça, o 1º de Agosto viu ainda o coroar de uma boa época com a atribuição do prémio de jogadora mais valiosa da prova (MVP) à extremo Leia Dongue.   A este troféu foi adicionada a presença no cinco ideal da extremo Leia Dongue e da base Latia Williams. Na final da Taça de Angola, onde foi necessário recorrer a uma partida de finalíssima para encontrar-se o vencedor, fomos novamente superiores as opositoras vergando-as por 62-35. Depois de ter ganho o primeiro jogo, por 53-39, e permitido o empate por 64-66, no segundo. AGOSTO/SETEMBRO | 15

[close]

Comments

no comments yet