Jornal Santuario Sao Jose Operario - Novembro - 2017

 

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Jornal Santuario Sao Jose Operario - Novembro - 2017

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PARÓQUIA SANTUÁRIO SÃO JOSÉ OPERÁRIO S ãJoornaJl osé OperárioCAPÃOREDONDO-DIOCESEDECAMPOLIMPO ANO XIV - EDIÇÃO Nº 172 - 10.000 EXEMPLARES - DISTRIBUIÇÃO GRATUITA -NOVEMBRO - 2017

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Página-2 Jornal São José Operário Com Jesus somos mais que vencedores Novembro - 2017 EEDDIITTOORRIIAALL História do Dia de Finados Cristo Reina a impressão de que hoje reine o julgar a todos e a cada um de nós; O Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já faleceram. É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca. É celebrar essa vida eterna que não vai terminar nunca. Pois, a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus, agora e para sempre. Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos; costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio. No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava. Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos. Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a fes- ta de “Todos os Santos”. O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados. O Dia de Todos os Mortos celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração. Tanto uma data quanto a outra nos levam a pensar e mudar nossas maneiras de agir, pois nestes dias o bom mesmo é fazer uma reflexão para que possamos melhorar nossa vida em sociedade e em respeito aos bens imateriais. Ter uma religião é um bem necessário, mas os que não são seguidores ou frequentadores de templos religiosos podem sim, rezar e orar para o bem de si próprio e para toda a humanidade. Levando em conta o Dia de Finados, estes não devem ser lembrados somente na data dedicada aos mesmos, pois as boas e más lembranças nos ajudam a sermos cidadãos melhores para a comunidade onde habitamos, consequentemente, possibilita um entendimento e sintonia com aqueles de fora que nos visitam. (Fonte Jornal o Tempo) EXPEDIENTE Diretor Geral Monsenhor João Batista Diretor de atendimento aos Benfeitores: Jurandi Nunes Publicação mensal da Paróquia: Jornalista Responsável: Santuário São José Operário Mário de Freitas - MTB 36.907 Rua Alfredo Ometecídio, 32 Revisões e Correções Cep.: 05869-170 Equipe de comunicaçãoSantuário São José Operário Diagramação José Andrade Alves Capão Redondo- SP www.santTuearli.o5sa8o7jo3s-e2o0pe0r9ario.org.br santuario@santuariosaojoseoperario.org.br O teor das matérias é de responsabilidade de seus autores. Todas as pessoas são voluntárias Asolenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo inicia a última semana do Ano Litúrgico. É quando celebramos o Dia do Leigo na Igreja do Brasil. Nesse que é o XXXIV Domingo do Tempo Comum a Igreja contempla, adora e proclama o seu Senhor, Jesus Cristo, como Rei e Senhor do universo! Depois de termos percorrido todo o Ano Litúrgico, começando com o Advento que nos preparava para o Natal; depois de termos atravessado a penitência quaresmal e o júbilo pascal, depois das trinta e três semanas do longo Tempo Comum, eis-nos agora, ao final do ano da Igreja, proclamando que o Senhor do universo, o Rei do tempo e da eternidade é o Cristo nosso Deus! A convergência do Ano Litúrgico com esses acontecimentos e com esta solenidade nos demonstra a direção para onde caminhamos: para que o Cristo reine em nossas vidas, relacionamentos e história. Porém, quando olhamos em torno a nós, constatamos que cada vez mais Cristo parece reinar menos! Nossa sociedade é chamada de pós-cristã e neo-pagã, pois, embora possamos contestar essa qualificação, constata-se que os traços do cristianismo e as marcas de respeito pelo Senhor Jesus vão se diluindo nos meios de comunicação, nas legislações e, até mesmo, no coração e no comportamento das pessoas em países “considerados” cristãos. Parece que Jesus não reina nas famílias, nas nossas escolas, nos nossos ambientes de trabalho, nas nossas leis nem dos nossos legisladores e governantes, em nossa comunicação. Tem-se paganismo e o relativismo, junto com a banalização do que é sagrado. Daí vem a grande pergunta nessa festa de Cristo Rei. Sabemos que Ele Reina e é Rei do Universo, porém na prática muitas vezes não O aceitamos e nem O acolhemos. Não será, então, uma tremenda ilusão, uma alienação de quem não quer ver a verdade dos fatos, dizer que Cristo é Rei? Não estaria a Igreja iludida, que pensa ainda como se estivéssemos vivendo séculos atrás? O mundo nos grita aos ouvidos: “Não queremos o reinado de Cristo! Não queremos que Ele reine sobre nós! Que reine a ciência, a vontade, o prazer; enfim, reinemos nós mesmos como senhores do bem e do mal, do certo e do errado, da vida e da morte”! Revemos aqui a realidade como descrita no livro do Genesis: não obedeço! Quando afirmamos que Cristo é Rei, nós estamos escutando o Evangelho que nos coloca Pilatos perguntando a Jesus: “Tu és Rei?” E Jesus confirma, mas esclarece: “O meu Reino não é deste mundo. Meu Reino não é daqui!” Um Reino, portanto, que não é como os reinos deste mundo; um Reino que não tem de modo algum os critérios dos reinos daqui, porém que começa aqui, no coração das pessoas. Tratase, como diz o Prefácio da Missa desta festa, de um “reino eterno e universal: reino da verdade e da vida, reino da santidade e da graça, reino da justiça, do amor e da paz”. Jesus é Rei do Universo! A revelação nos diz que no fim da história humana, toda a criação e toda a humanidade serão por Ele julgadas e Nele transfiguradas. As palavras da primeira leitura neste dia não são uma brincadeira nem uma fábula: "Entre as nuvens do céu vinha um como Filho do Homem, aproximando-se do Ancião de muitos dias, e foi conduzido à sua presença” (cf. Dn 7, 13). “Foram-lhe dados poder, glória e realeza e todos os povos, nações e línguas O serviam. Seu poder é um poder eterno que não lhe será tirado, e seu reino, um reino que não se dissolverá”. Certamente, a glória do Senhor se manifestará de modo claro, palpável e inapelável ante todos nós e toda a humanidade; certamente, o Senhor haverá de nos certamente, a nossa história e a história humana toda serão passadas a limpo no Cristo... Mas, Jesus é Rei e é o Filho do Homem, isto é, aquele que se fez homem, se fez pequeno, tomando nossa pobre condição humana! Aqui está a chave para compreender o reinado de Jesus! Ele é Rei porque é Servo, porque nos amou a ponto de dar a vida por nós e por toda a humanidade. Toda vez que a liturgia de hoje fala da sua Realeza, proclama seu amor que fêLo morrer por nós. Escutem: “Eis que vem sobre as nuvens e todos os olhos o verão, também aqueles que o traspassaram”. Todas as tribos da Terra baterão no peito por causa Dele! Aquele que vem como Deus, sobre as nuvens, aquele que será contemplado, reconhecido um dia por todos, é o mesmo que foi traspassado na cruz! Toda a humanidade que o traspassou baterá no peito, arrependida, chorosa, admirada de tanto amor! A antífona de entrada oficial da missa nos diz que: “O Cordeiro que foi imolado é digno de receber o poder, a divindade, a sabedoria, a força e a honra. A ele a glória através dos séculos” (Ap 5,12; 1,6). Aquele que é digno de receber todo louvor é doce e pacífico como um cordeiro; o Cordeiro que foi imolado, transpassado por nós! Ele é digno não porque nos amedronta com Sua grandeza, mas porque nos conquista com Seu amor e Sua generosidade a ponto de se ter deixado imolar por nós! É o “Jesus que nos ama, que nos libertou com Seu sangue; que fez de nós um Reino e sacerdotes para o seu Deus e Pai...Aele a glória e o poder...” Ao Reinado de Cristo, um Dia – no seu Dia – tudo estará plenamente submetido! Mas, nunca esqueçamos: aquele que é nosso Rei e Juiz é o nosso Salvador, o humilde Filho do Homem, que se manifestará revestido de glória porque morreu por nós: “Jesus Cristo é a Testemunha fiel, o Primogênito dentre os mortos, o Soberano dos reis da terra”. A Ele, a glória pelos séculos dos séculos. Card. Dom Orani João Tempesta Arcebispo Metropolitano do Rio de Janeiro www.santuariosaojoseoperario.org.br

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Novembro - 2017 Jornal São José Operário Com Jesus somos mais que vencedores Página-3 Vida e Morte são como irmãs gemêas, andam sempre juntas No dia 02 de novembro celebramos o dia da conclusão da vida sobre a terra. Junto, celebramos o início de uma nova vida que se eterniza no céu. Esta é a nossa esperança. O dia de Finados traz para nós uma bela e séria reflexão acerca da vida e da morte. Embora alguém possa discordar, entendo que vida e morte caminham juntas; embora sejam opostas, são como duas irmãs gemêas. O mesmo corpo que nasceu com vida, vai morrer desfalecido sem vida. Este é o dia que a capacidade da pessoa é testada. Dia de Finados nos coloca diante dos fundamentos e da existência da morte. Tudo que sabemos é que vamos morrer. Por isso antes da morte, precisamos usar as nossas forças para nos salvar. Um mestre da Lei perguntou a Jesus: o que devo fazer para herdar a vida eterna? Jesus respondeu: Amarás o Senhor teu Deus de todo coração, de toda a tua alma, com toda tua força e de todo o teu entendimento; e a teu próximo como a ti mesmo (Lc 10,27). Deus tirou o homem e a mulher da terra e o mesmo Deus vai devolver todos para terra.“Pois tu és pó e ao pó retornarás” (cf Gn 3). Mas aqueles que viveram e testemunharam a Palavra, não vai ficar eternamente na terra, porque vai subir para céu. Por isso que temos que lançar a Pa- lavra de Deus nos corações dos homens e das mulheres. Lançar a palavra é como lançar a semente na terra. A semente é a Palavra e a terra é o coração de quem vai marca toda a nossa existência: vivemos feridos por ela, em cada dor, em cada doença, em cada derrota, em cada medo, em cada tristeza… até a morte final! “Para quem vive nas trevas, a morte é uma caverna escura, sem saída. Para nós cristãos a morte é um túnel com final todo iluminado por Cristo. Cristo arrombou as portas da morte! A morte tornou-se apenas uma passagem, um caminho para ”a nossa Páscoa receber a Palavra. OUÇA A Não se pode fazer poucoPALAVRA E SEJA FIEL. -caso dela: ela nos magoa e nos ameaça; desrespeiA morte existe sim! E ta-nos e entristece-nos, dói! E machuca! Não so- frustra nossas expectatimente existe, como também vas sem pedir permissão! Não podemos nos iludir por que a morte é uma realidade, uma triste realidade. A morte não estava no plano de Deus; Deus não nos criou para morrermos, Ele nos criou para a vida Eterna! Deus não é o autor da morte e nem se conforma com ela! Por isso Deus enviou-nos o seu Filho, para mostrar-nos por onde caminhar. Então Jesus se apresenta dizendo: “Eu sou a Vida; eu sou a Ressurreição!” Para quem vive nas trevas, a morte é uma caverna escura, sem saída. Para nós cristãos a morte é um túnel com final todo iluminado por Cristo. Cristo arrombou as portas da morte! A morte tornou-se apenas uma passagem, um caminho para a nossa Páscoa. Fazer a páscoa é fazer também a nossa passagem deste mundo para o Pai. Aqui vai uma mensagem de confiança em Deus: “Ainda que eu passe pelo vale da morte, nenhum mal temerei, porque está comigo!” Por tudo isso, o Dia de Finados é sempre excelente ocasião não somente para rezar pelos nossos irmãos já falecidos. É um dia que nos leva a tomarmos consciência da vida e da morte. SEJA FIEL NO DÍZIMO E NAS OFERTAS SER FIEL NO DÍZIMO É SER FIEL NA PALAVRA “AQUELE QUE SEMEIA POUCO, POUCA COLHERÁ. AQUELE QUE SEMEIA COM GENEROSIDADE, COM GENEROSIDADE COLHERÁ” (2 COR 9,6). FAÇA ISSO E DEPOIS VENHA DAR O SEU TESTEMUNHO DE VIDA DE FIDELIDADE www.santuariosaojoseoperario.org.br Monsenhor João Batista Pároco e Reitor do Santuário Dioc. São José Operário

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Página-4 Jornal São José Operário Com Jesus somos mais que vencedores Novembro - 2017 Rezar pelos outros Queridos irmãos e irmãs Com a catequese de hoje concluímos o ciclo dedicado à misericórdia. Mas as catequeses terminam, a misericórdia deve continuar! Agradeço ao Senhor por tudo isso e conservemos no coração como consolo e conforto. A última obra de misericórdia espiritual pede para rezar pelos vivos e pelos defuntos. A essa podemos acrescentar também a última obra de misericórdia corporal, que convida a enterrar os mortos. Este último pode parecer um pedido estranho; e, em vez disso, em algumas partes do mundo que vivem sob o flagelo da guerra, com bombardeios que dia e noite semeiam medo e vítimas inocentes, esta obra é tristemente atual. A Bíblia tem um belo exemplo a propósito: aquele do velho Tobit que, arriscando a própria vida, enterrava os mortos apesar da proibição do rei (cf Tb 1, 17-19; 2, 2-4). Também hoje há quem arrisca a vida para dar sepultura às pobres vítimas das guerras. Portanto, esta obra de misericórdia corporal não está distante da nossa exigência cotidiana. E nos faz pensar naquilo que acontece na Sexta-Feira Santa, quando a Virgem Maria, com João e algumas mulheres, estavam junto à cruz de Jesus. Depois da sua morte, vem José de Arimateia, um homem rico, membro do Sinédrio, mas que se tornou discípulo de Jesus, e oferece para ele o seu sepulcro novo, escavado na rocha. Foi pessoalmente a Pilatos e pediu o corpo de Jesus: uma verdadeira obra de misericórdia feita com grande coragem (cfr Mt 27, 57-60)! Para os cristãos, a sepultura é um ato de piedade, mas também um ato de grande fé. Colocamos no túmulo o corpo dos nossos entes queridos, com a esperança de sua ressurreição (cfr 1 Cor 15, 1-34). Este é um rito que permanece muito forte e sentido no nosso povo, e que encontra ressonâncias especiais neste mês de novembro dedicado em particular à recordação e à oração pelos defuntos. Rezar pelos defuntos é, antes de tudo, um sinal de reconhecimento pelo testemunho que deixaram e o bem que fizeram. É um agradecimento ao Senhor por tê-los dado e pelo seu amor e sua amizade. A Igreja reza pelos defuntos de modo especial durante a Santa Missa. Diz o sacerdote: “Lembrai-vos, Senhor, dos vossos filhos que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz. Dai a eles, Senhor, e a todos que repousam em Cristo, a beatitude, a luz e a paz” (Cânon romano). Uma recordação simples, eficaz, cheia de significado, porque confia os nossos entes queridos à misericórdia de Deus. Rezemos com esperança cristã que estejam com Ele no paraíso, à espera de nos encontrarmos juntos naquele mistério de amor que não compreendemos, mas que sabemos ser verdadeiro porque é uma promessa que Jesus fez. Todos ressuscitaremos e todos permaneceremos para sempre com Jesus, com Ele. A recordação dos fiéis defuntos nunca deve nos fazer esquecer também de rezar pelos vivos que junto conosco todos os dias enfrentam as provações da vida. A necessidade desta oração é ainda mais evidente se NAKA C. R. C. 104884 CONTABILIDADE Assuntos Fiscais Assistência Jurídica Serviços de Contabilidade Fones: 5872-1466 - Email: sen100@uol.com.br Rua Abílio César, 299 - CEP 05881-020 Capão Redondo - São Paulo / SP colocamos à luz da profissão de fé que diz: “Creio na comunhão dos santos”. É o mistério que exprime a beleza da misericórdia que Jesus nos revelou. A comunhão dos santos, de fato, indica que somos todos imersos na vida de Deus e vivemos no seu amor. Todos, vivos e mortos, estamos na mesma comunhão, isso é, como uma união; unidos na comunidade de quantos receberam o Batismo e daqueles que se alimentaram do Corpo de Cristo e fazem parte da grande família de Deus. Todos somos a mesma família, unidos. E por isso rezemos uns pelos outros. Quantos modos diferentes existem para rezar pelo nosso próximo! São todos válidos e aceitáveis a Deus se feitos com o coração. Penso de modo particular nas mães e nos pais que abençoam os seus filhos de manhã e à noite. Ainda há este hábito em algumas famílias: abençoar o filho é uma oração; penso na oração pelas pessoas doentes, quando vamos encontrálas e rezamos por elas; na intercessão silenciosa, às vezes com lágrimas, em tantas situações difíceis pelas quais rezar. Ontem veio à Missa na Santa Marta um bravo homem, um empreendedor. Aquele homem jovem precisa fechar a sua fábrica porque não dá mais e chorava dizendo: “Eu não consigo deixar sem trabalho mais de 50 famílias. Eu poderia declarar falência da empresa: vou embora com o meu dinheiro, mas o meu coração vai chorar toda a vida por essas 50 famílias”. Eis um bravo cristão que reza com as obras: veio à Missa para rezar para que o Senhor lhe dê uma saída, não somente para ele, mas para as 50 famílias. Este é um homem que sabe rezar, com o coração e com os fatos, sabe rezar pelo próximo. Está em uma situação difícil. E não busca a saída mais fácil: “Que se arranjem eles”. Este é um cristão. Fez tão bem a mim ouvi-lo! E talvez há tantos assim hoje, neste momento em que tanta gente sofre pela falta de trabalho; penso também no agradecimento por uma bela notícia que diz respeito a um amigo, um parente, um colega…: “Obrigado, Senhor, por esta coisa bela!”, também isso é rezar pelos outros! Agradecer ao Senhor quando as coisas vão bem. Às vezes, como diz São Paulo, “não sabemos como rezar de modo conveniente, mas o próprio Espírito intercede com gemidos inexprimíveis” (Rm 8, 26). É o Espírito que reza dentro de nós. Abramos, portanto, o nosso coração, de modo que o Espírito Santo, examinando os desejos que estão no mais profundo, possa purificá-los e levar a cumprimento. No entanto, para nós e para os outros, peçamos sempre que se faça a vontade de Deus, como Pai Nosso, porque a sua vontade é, seguramente, o bem maior, o bem de um Pai que não nos abandona jamais: rezar e deixar que o Espírito Santo reze em nós. E isto é belo na vida: reze agradecendo, louvando a Deus, pedindo algo, chorando quando há qualquer dificuldade, como aquele homem. Mas o coração esteja sempre aberto ao Espírito para que reze em nós, conosco e por nós. Papa Francisco Boletim da Santa Sé Realizamos serviços de reparos e reformas: Acabamento, Pintura, Hidráulica e Elétrica. Instalação de Porta Lisa ou Camarão, Pintura e Aplicação de Textura, Colocação de Papel de Parede e Recuperação de Móveis. 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Novembro - 2017 Jornal São José Operário Com Jesus somos mais que vencedores Página-5 Padre, como posso ser feliz? Amigos paroquianos, eis aqui uma pergunta que fazem muitas pessoas quase que diário. Talvez seja esta, a pergunta que mais se fazem ao longo do dia ou na vida de qualquer pessoa que se encontra desorientada e só. Muitas pessoas, adequada para uma determinada situação: PADRE, POR FAVOR, QUE TENHO QUE FAZER PARA SER FELIZ? É POSSÍVEL SER FELIZ NUM MUNDO TÃO CONFLITIVO E BAGUNÇADO? Aqui temos várias respostas para todos os gostos. Alguns acham que sim, outros acham que é difícil. Alguns acham que vai depender de cada pessoa e de cada situação em que possa estar vivendo a pessoa que vive esta situação. Agora, falando de um modo mais cristão e nos fundamentos de Deus, poderíamos nos perguntar: E QUE NOS DIZEM AS SAGRADAS ESCRITURAS?. Vejamos alguns textos bíblicos a este respeito. 1- Salmo 33, 12 - “COMO É FELIZ A NAÇÃO QUE TEM O SENHOR COMO DEUS, O POVO QUE ELE ESCOLHEU PARA LHE PERTENCER”. 2- Provérbios 8, 32 - “OUÇAM-ME AGORA, MEUS FILHOS: COMO SÃO FELIZES OS QUE GUARDAM OS MEUS CAMINHOS”. 3- Provérbios 14, 21 - “QUEM DESPREZA O PRÓXIMO COMETE PECADO, MAS COMO É FELIZ QUEM TRATA COM BONDADE OS NECESSITADOS”. 4- Provérbios 16, 20 - “QUEM EXAMINA CADA QUESTÃO COM CUIDADO PROSPERA, E FELIZ É AQUELE QUE CONFIA NO SENHOR”. Amigos paroquianos, não podemos hoje em dia, e muito mais que nunca, todos querendo ser felizes, mais muitos falham em sua busca para encontrar este prêmio ilusório, porque o procuram no lugar errado ou equivocado. Terminamos o mês de Outubro, mês das crianças! Começamos o mês de Outubro – mês das crianças. Entraremos no mês de Novembro, que é o mês que lembramos de todos os Santos e os nossos falecidos (Finados). Como acabamos de ver , nos textos bíblicos, o livro de Provérbios, afirma: “…O QUE CONFIA NO SENHOR, ESSE É FELIZ” (16, 20). E o Salmo 146, 5, indica que aqueles que encontram ajuda e esperança em Deus conhecem a felicidade. Amigos e amigas, o fundamento desta felicidade que todos nós buscamos, é um relacionamento apropriado com o Senhor. Só aqui teremos a certeza que estamos buscando o caminho certo. Mas para experimentar completamente essa felicidade, precisamos construir sobre este fundamento, que é Jesus Cristo, de formas práticas e não em teorias que não nos leva a nenhuma parte. Eu gosto sempre de buscar o prático das coisas e dos acontecimentos. Não faz muito tempo, encontrei num livrinho de piedade cristã, esta lista de dez regrinhas de ouro ou dicas que nos ajudarão a viver com mais alegria o nosso dia a dia. Vamos lá, meus irmãos e minhas irmãs! 1- Doe algo com alegria, 2- Faça uma gentileza a qualquer pessoa, 3- Saiba agradecer sempre, 4Trabalhe com disposição e vigor. Sempre com um sorriso nos lábios, 5- Visite, sempre que puder, os idosos e doentes e aprenda com as experiências deles, 6- Olhe com atenção para o rosto de um bebê e verás a maravilha que se dará na tua vida, 7- Ria com frequência, solte gostosas gargalhadas é o lubrificante da nossa vida tão estressada e afobada, 8- Reze ou ore com frequência e fervor. Eleve preces para conhecer o caminho de Deus, 9- Planeje bem a tua vida como se fosse viver para sempre, tu viverás alegre e otimista, já verás… 10- Viva como se hoje fosse o último dia na terra. Desta maneira darás valor ao dom da vida. EAsmpaaçnohã - Cyber Café - Tai Chi Chuan - Acumpultura - Florais - Massoterapia Queridos amigos paroquianos, essas são excelentes ideias para se ter uma vida feliz. Amigos, seria maravilhoso, reforçar cada uma destas 10 regras de Ouro ou dicas, com muito louvor, e já te darás conta que a tua felicidade será completa. Então poderás cantar a pleno pulmão: ALELUIA, ALELUIA! LOUVA, Ó MINHA ALMA, AO SENHOR. LOUVAREI AO SENHOR DURANTE A MINHA VIDA...(Salmo 146, 1-2). amigos e amigas que estais aí CONFIAR E OBEDECER AO SENHOR TRAZ VERDADEIRA FELICIDADE. BISCUIT - PROMOÇÃO: 1ª AULA GRÁTIS Abraço do amigo Telefone: 5873-2618 Av. Comendador Santana, nº 959 www.santuariosaojoseoperario.org.br Pe. Nilson da Silva Vigário Paroquial

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Página-6 Jornal São José Operário Com Jesus somos mais que vencedores Novembro - 2017 Todos os fieis na Procissão da Festa da Bíblia www.santuariosaojoseoperario.org.br

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Novembro - 2017 Jornal São José Operário Com Jesus somos mais que vencedores Nossa Senhora Aparecida - 300 anos de Bênçãos Página-7 www.santuariosaojoseoperario.org.br

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Página-8 Jornal São José Operário Com Jesus somos mais que vencedores Novembro - 2017 PROGRAMAÇÃO DA PARÓQUIA SANTUÁRIO SÃO JOSÉ OPERÁRIO www.santuariosaojoseoperario.org.br

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Novembro - 2017 Jornal São José Operário Com Jesus somos mais que vencedores Página-9 O que é solenidade de Cristo Rei? Reis e rainhas não servem de modelo para a representação de Jesus. A solenidade deste último domingo do ano litúrgico da igreja nos coloca à frente a realeza de Jesus. Criada em 1925, pelo Papa Pio XI, esta festa litúrgica pode parecer pretensiosa e triunfalista, de que realeza se trata? Para superar a ambiguidade que permanece, precisamos ir além da visão do Apocalipse, cujo o hino na segunda leitura canta que “Jesus é o soberano de todos os reis da terra” Ora, reis e rainhas não servem de modelopara representação gloriosa de Jesus. Mesmo que seja para colocá-Lo acima de todos os soberanos. Riquezas, palácios, criadagem e exércitos não são elementos que sirvam para exaltar a entrega de Jesus por nós. Jesus está na outra margem, Ele é a antitese da realeza da riqueza e do poder. Não é por acaso que os Evangelhos, nos ciclos litúrgicos A, B e C da Igreja, sempre nos colocam no contexto da Paixão de Jesus para contemplar Sua realeza. Jesus foi Rei, durante sua vida, em apenas dois momentos: ao entrar em Jerusalém como um Rei pobre, montado em um jumento emprestado e ao ser humilhado na Paixão, revestido com manto púrpura-gozação e capacete de espinhos; Rei ao morrer despido e com o peito traspassado na cruz. Rei da paz e Rei do amor sem limite até a morte. A realeza de Jesus é a realeza do amor Ágape de Deus por toda a humanidade e por toda a criação. Esta festa é ocasião propicia para podermos reconhecer, mais uma vez, que na cruz de Jesus o poder-dominação, o poder opressor, criador e exclusões, espalhador de sofrimento por todos os lados, está definitivamente derrotado. Isso se deu pelo seu modo de viver para Deus e para os outros. O fracasso na cruz é a vitória de Jesus sobre o mal, o pecado e a morte, por meio de Sua Ressurreição. Essa festa se torna então reveladora de um tríplice fundamento para a nossa esperança de que as promessas de Deus serão cumpridas até o fim. O seguimento da matéria e sua evolução, desde o big-bang - quando toda a energia do Universo se concentrava em um único ponto menos do que o átomo - é o primeiro fundamento de nossa esperança. Deus é criador respeitando as leis daquilo que criou. Nós nos damos conta de que a soberania d’Ele vem se cumprindo num Universo em expansão, uma vez que a evolução da matéria atingiu seu ponto ômega ao dar à luz Jesus de Nazaré, por meio de Maria, porque n’Ele está a Humanidade humanizada para todos os homens e mulheres, de todas as gerações. O segundo fundamento é a pessoa de Jesus de Nazaré. O sonho de uma humanidade humanizada tornada aquilo que ela é - vem expresso no livro de Daniel, na figura de um Filho de Homem figura antitética dos filhos de besta, filhos da truculência, dos povos pagãos que oprimiram Israel com seus exércitos. O sonho tornou-se ralidade em Jesus Cristo. Ele nos humaniza com a Sua divindade: nunca Deus esteve tão perto de nós, sendo um de nós e sem privilégios; mas também sem crimes nem pecados (cf epístola aos Hebreus). Jesus nos diviniza com a Sua humanidade, tão humano que é, que só pode vir de Deus e ser d’Ele mesmo. O terceiro fundamento de nossa esperança é a comunidade eclesial de fé, dos amigos e discípulos de Jesus. Olhando essa grandeza, Alcoólicos Anônimos unidade serviço recuperação Fundada: 10/06/1935 ( Grupo Reconstrutores de Vida de A. A. ) Formado: 22/07/1973 Se alguém que você conhece estiver com problemas com bebidas Alcoólicas ‘ Procure-nos ’ Reuniões: 2ª, 3ª, 4ª, 6ª às 20h - Sábado às 19h Informações: 3315-0216 / 3315-0040 Rua Abílio César, 26 Sala 05 CEP: 05881-020 Jd. Soraia - Capão Redondo - SP DESDE JANEIRO /2016 www.santuariosaojoseoperario.org.br entendemos o sentido último de nosso batismo, pois na realeza de Jesus fomos batizados para sermos reis e rainhas; no sacerdócio de Jesus, para sermos sacerdotes e sacerdotisas; no profetismo de Jesus, para sermos profetas e profetisas, para viver segundo o imperativo da Palavra de Deus revelada em Seu Filho. A soberania desta realeza consiste no serviço da cultura da paz e da solidariedade, da compaixão e da fraternidade. O poder que corresponde a essa realeza é o do exercício da autoridade que serve, para fazer o milagre da diversidade tornar-se unidade. No sacerdócio de Jesus nos unimos à Sua missão de gastar a vida pelos demais. Sabemos por Ele qual o modo de existir que nos conduz à vida verdadeira; qual a religião que agrada a Deus. A esperança posta no sacerdócio de Jesus é também certeza de que a vida gasta por compaixão e solidariedade é a vida feliz e bem vivida. Nossa esperança profética, pois a força da Palavra inaugura o futuro. “Apesar de você, amanhã há de ser outro dia...”, cantava Chico Buarque nos anos da ditadura. Era a palavra do poeta vencendo a força bruta. Vivendo o tempo presente no coração da comunidade de fé, que é a Igreja, sentimos uma força maior se move em nós, nos comove para abrir-nos em direção ao futuro, pois nossa esperança não se funda somente em Deus, sentido radical do futuro ou, como dias o provérbio, que “o futuro a Deus pertence” Mas é o Senhor mesmo a quem esperamos e nos espera no futuro. Isso que é ter esperança: esperar Deus mesmo! A festa de Cristo Rei nos faz contemplar a existência do universo, necessária para que surgisse o grande presente de Deus oferecido a toda criação, quem é Jesus. Dessa forma nossa esperança se sustenta também nos cantos dos bem-te-vis e sabiás; nas rosas e margaridas; nas crianças e nas borboletas; nos homens e mulheres de boa vontade; nas pedras e nos vulcões; nas nuvens, na lua e nos planetas; nas estrelas e nas galáxias. Se existe tudo isso e não o nada, nossa esperança tem pé, cabeça e coração. Fonte: Canção Nova

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Página-10 Jornal São José Operário Com Jesus somos mais que vencedores ANUNCIE AQUI Este espaço está reservado para você! 5873-2009 santuario@santuariosaojoseoperario.org.br Faça-nos uma visita na Secretaria do Santuário Novembro - 2017 MELLO FARMA DROGARIAS Medicamentos e Perfumaria em geral Telefone: 5872-6763 Rua Abílio Cesar, nº 3 Capão Redondo - SP LOJAS KENZO Enxoval para bebê e roupa infantil Tel.: 5873-2620 Av. Comendador Santana, nº 957 Capão Redondo - SP ADVOCACIA * Civil * Trabalhista Arabela Santos (Advogada) * Família * Criminal e Empresarial * Aposentadoria E-mail: arabelasantos@uol.com.br RUA JOÃO ROBALO, 17 - JD SORAYA SÃO PAULO - CEP 05881-000 FONE/FAX 5873-4588 / 5873-2320 - CEL. 9136-9382 MELLO FARMA DROGARIAS MELLO - 2 MEDICAMENTOS E PERFUMARIA EM GERAL Disk-entrega grátis 5873-8309 5873-8094 9.4642-6669 R. Henrique Sam Mindlin, nº 39 Capão Redondo - SP www.santuariosaojoseoperario.org.br

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Novembro - 2017 Jornal São José Operário Com Jesus somos mais que vencedores Página-11 Os mais sinceros votos de Paz aos Dizimistas do mês de Novembro/2017 SANT. DIOC. SÃO JOSÉ OPERÁRIO ELAINE DE FÁTIMA S. FRANCISCO JOSIEL DE VASCONCELOS MARIA LÚCIA P. SIQUEIRA CÂNDIDO VITORIA MENDES DA SILVA ADALGIZA SILVA ELIANA DE LOURDES PEIXOTO JULIO CESAR DE OLIVEIRA BENJAMIM MARIA LUCIA, ALEXANDRE, MARIA VITÓRIA WALLACE PEREIRA DA SILVA ADELINA MOREIRA LEMOS ELISÂNGELA AMARAL DOS SANTOS JUSCILENE SANTOS DE BRITO MARIA LUIZA SOARES DE SÁ ZELINDA BORGES DE OLIVEIRA ADILMA SENA MACHADO ELISÂNGELA HELEODORA DA SILVA LAYANE DE SOUZA SILVA MARIA LUZETE DANTAS ALVES AFONSO CELSO SANTOS ELIVAM JOSÉ DA SILVA LENAURA LÚCIA HENRIQUE MARIA NILZA D. DOS SANTOS CAPELA SÃO PEDRO AILTON RODRIGUES LARANJEIRAS ELIZABETE DE ARAÚJO SANTOS LEONARDO CELESTINO MARIA PEREIRA RAMOS ANA AZEVEDO MOTA ANA CLÁUDIA DINIZ DA SILVA ELTON OLIVEIRA DOS SANTOS LINDALVA ALAÍDE DE JESUS MARIA RITA DE ALMEIDA APARECIDA HELENA DOS SANTOS ANA LÚCIA DA SILVA EUNICE ELZA DE DEUS LUANA DA SILVA REIS MARIA ROSA DE ALMEIDA GUAZZI AURILENE CELESTE DE LIRA ARRUDA ANA MARIA DA SILVA EUNICE MARIA XAVIER LUIZ JOSÉ DOS SANTOS MARILDA M. G. DOS SANTOS DANIEL QUINTILIANO DE O. FILHO ANA SOARES DE SOUZA FABIANA ALVES DOS SANTOS LUIS ROSA NETO MARILENE ALBUQUERQUE SILVA DENISE APARECIDA A. DOS SANTOS ANDERSON REIS COSTA FABIANO XAVIER GONÇALVES LUIZ JOSÉ DOS SANTOS MARILEUDA BORGES ELZA MARIA DE ARAÚJO ANDERSON RODRIGUES DA S. DE FARIA FELIPE APARECIDO M. DA SILVA MANOEL DE SOUZA ALMEIDA MARINA FERREIRA DE ANDRADE IVONE SOARES DE SOUZA ANDRÉ DE OLIVEIRA CALDAS FERNANDA DE SOUSA ALVES MANOEL TENÓRIO DA SILVA MARIO RODRIGUES ROSA JOCEANE R. SANTOS ANDRÉ FERNANDES GOMES FLÁVIO COSTA ZEFERINO MARCELO FLORA MARLI DIOGO DE MELO SILVA JOSEFA CAVALCANTE DA SILVA ANDREIA MARIA DA SILVA FRANCISCO ADERLOR UCHÔA MARIA ALICE DA CUNHA MARLLON AUGUSTO LUZIA MOREIRA DE CARVALHO ANTÔNIO ADEMIR VELASCO FRANCISCO DA SILVA OLIVEIRA MARIA ALINE MENDES SOARES MATUZIM ALVES DE SOUZA MARIA MARLUCIA S. SILVA ANTÔNIO FELIPE DA SILVA FRANCISCO DAS CHAGAS RODRIGUES MARIA ALVES PEREIRA DE SOUZA NILDA FERREIRA DOS SANTOS RAIMUNDO FERREIRA SANTOS ANTÔNIO V. DOS SANTOS JUNIOR GABRIELA BRANDÃO DA SILVA MARIA AUXILIADORA GOMES RIBEIRO NILTON DE SOUZA LIMA RODRIGO PINHEIRO MARTINS ARISTIDES RODRIGUES DA SILVA GALDINO ALVES DOS SANTOS MARIA DA CONCEIÇÃO MARTINS OLENCA CECILIA SOARES SALVADOR PEREIRA COSTA BENTO PEREIRA DE ALMEIDA GENI MARIA DO CARMO MARIA DA GLORIA COSTA DE JESUS OLIVIA BEZERRA DA SILVA CARLINDA VASCONCELOS DA SILVA GILMAR SILVA DE OLIVEIRA MARIA DALVA HERCULANO PAULO HENRIQUE DOS SANTOS CAPELA SÃO VICENTE CARLOS APARECIDO ARAÚJO GILMAR SOUZA FERREIRA MARIA DAS DORES FERREIRA QUITÉRIA FONSECA DE OLIVEIRA ALBERTINA DOS ANJOS COSTA CARLOS FLÁVIO LIMA DA SILVA GRAZIELA DA SILVA HONORATO MARIA DAS DORES LIMA TABOSA RANIEL GOMES PORFIRIO DE DEUS ANELITA MARIA DOS SANTOS CARMEM JÚLIA DA C. AQUINO HEILDANY P. FERNANDES MARIA DAS GRAÇAS ARAÚJO ROBSON ALVES RIOS CARLITO MARQUES DOS ANJOS CARMENISIA RAMOS SERRA HELENA D. DE CALDAS MARIA DAS G. MANDU NASCIMENTO ROGÉRIO CLEMENTINO BARROS CLÁUDIO VIEIRA CATARINA ALVES MOREIRA HONOFRE MARQUES DE SOUZA MARIA DAS GRAÇAS O. CARDOSO ROGÉRIO FRANCISCO DE SILVA DELMIRO ANTÔNIO NERI CECILIA GOMES RIBEIRO IRANILDA MARINHO MARIA DAS GRAÇAS SILVA SÁ ROSA PIVANTE MENDES JOÃO GILBERTO DE LIMA SILVA CELINA RODRIGUES SANTANA IRLAN BARBOSA MOREIRA MARIA DE FÁTIMA LEITE ROSÂNGELA DA SILVA SANTOS JUSSARA APARECIDA DE MENEZES CESARINA MARIA PROCÓPIO ISABEL NOGUEIRA SANTOS MARIA DE FÁTIMA PEREIRA ROSIMEIRE GONÇALVES DOS SANTOS D. LARISSA DE MORAES SUZART CICERA SEVERINA DANJO IVERALDO DOS SANTOS MARIA DE FÁTIMA SANTOS LUCENA ROZENITA JARDUS DOS SANTOS LETÍCIA GABRYELLE FIRMINO CICERO CASSIANO LUIZ IZABEL ALMEIDA PEREIRA SERRA MARIA DE LOURDES DA SILVA III SEBASTIANA CARLOTA HELENA LUCIANA G CARVALHO CINTHIA SILVA OLIVEIRA ISABEL DE SOUZA DEUS MARIA DE LOURDES DE SOUZA SEBASTIANA OLIVEIRA SOUSA LUCIENI AGUIAR SILVA CINTIA ROCHA MESQUITA CASTRO JAINARA C. DE MORAIS MARIA DE LOURDES S. S. FERREIRA SEVERINO DINIZ DA SILVA MARIA DAS GRAÇAS S. DE MELO CIRIACO FRANCISCO DE OLIVEIRA JOÃO VALÉRIO DE OLIVEIRA MARIA DE LOURDES SOUZA E SILVA SILVANA DE OLIVEIRA SILVA MARIA DE LOURDES S. SERQUEIRA CLEISLA NUNES DOS SANTOS JOSÉ ANDRÉ DE SOUZA MARIA DE PAULA S. MENDES SILVANA CAPACCI MARIA DE SOUZA SANTANA CREILSON DA SILVA FREITAS JOSÉ ANSELMO DE SOUZA MARIA DINIZ LOOK SILVANO PAULA ROCHA MARIA INÊS SOARES FERREIRA DANIELA MENDES GONÇALVES JOSÉ CARLOS DA SILVA MARIA DIVA C. S. ALMEIDA SILVESTRE ROCHA DA SILVA MARIA LÚCIA ARAÚJO DO CARMO DAYSE CABRAL DA SILVA PEREIRA JOSÉ CARLOS FONTES MARIA DO CARMO SANTANA SIMONE DE JESUS MARINHO MARIA QUITÉRIA PEREIRA DEOLINDA P. DE CARVALHO JOSÉ CAZUZA LEITE MARIA DO PILAR FERREIRA SÔNIA M. L. CAVALCANTE MARISA CLÁUDIA DE ARAÚJO DIEGO DE AQUINO MARQUES JOSÉ CUSTODIO DO NASCIMENTO MARIA EULIMA MARQUES DE LIMA TADEU SEBASTIÃO DE LIMA MARLENE FREITAS SILVA DIRCE M. VIEIRA FROTA JOSÉ DE FREITAS SILVA MARIA GENI CAMPOS RIBEIRO THIAGO MELO CAVALIERI MARLENE INÁCIO DE S. CASARINO DIRCE MACHA DO DE SOUZA JOSÉ FRANCISCO DE MATOS FILHO MARIA IVÂNIA LOURENÇO GOMES THIAGO REIS DE ALMEIDA SANTOS MARLENE LOPES FARIA MORGADO DOMINGOS E. DA SILVA JOSÉ FUGIMOTO MARIA IZABEL G. MARTINS VALDELICE BARBOSA NAELIA APARECIDA RAMOS JARDIM EDER JERONIMO P. FRANCO JOSÉ IVANILDO BRANDÃO MARIA JACIRA SANTOS NADÚ VALDEREDO PORFIRIO DE DEUS PEDRO LUCAS MORAIS EDILEUZA DE PAULA JOSÉ A. SILVA LIMA MARIA JOSÉ ALMEIDA VANESSA GOMES REGINALDO ELÓI ACÁCIO EDINALVA OLIVEIRA SANTANA JOSEFA DE OLIVEIRA SILVA MARIA JOSÉ CALDEIRA PINHEIRO VERA LÚCIA MORAIS DA SILVA RITA REZENDE SANTOS EFIGÊNIA MARIA GOMES JOSEFA RAMOS DA COSTA SOUZA MARIA JOSÉ CURSATI VERA LÚCIA SANTANA DA SILVA TATIANA JANUÁRIO DE QUEIRÓZ EFIGÊNIO TEODORO DA SILVA JOSELITO ESTEVAN DOS SANTOS MARIA JOSELE ALMEIDA SILVA VICENTE ANDRE DE CASTRO ZIUDALVA ROS DE JESUS “Pagai integralmente os dízimos ao tesouro do templo, para que haja alimento em minha casa” (Malaquias 3, 10) www.santuariosaojoseoperario.org.br

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