Anais_15º Congresso Sabincor de Cardiologia

 

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Anais_15º Congresso Sabincor de Cardiologia

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É promessa de vida no seu coração 13º Simpósio de Enfermagem em Cardiologia 12º Simpósio de Fisioterapia em Cardiologia 11º Simpósio de Ed. Física e Reabilitação Cardíaca 9º Simpósio de Nutrição em Cardiologia 4º Simpósio de Gestão em Saúde 3º Simpósio de Odontologia em Cardiologia 1º Simpósio de Farmácia e Análises Clínicas de 28 a 30 de setembro de 2017 Ritz Plaza Hotel • Juiz de Fora • MG w w w. c o n g r e s s o s a b i n c o r. c o m . b r ANAIS ISBN 978-85-67837-03-1

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COMITÊ ORGANIZADOR Amândio Baldi Tavares • Ana Márcia Borges de Magalhães • Antônio Augusto Ramalho Motta • Antônio Francisco Neto • Carla Malaguti • Daniel Ângelo de Mattos • Daniel Godoy Martinez • Diane Michela Nery Henrique • Fabiane Soares Alves • Fernanda Canedo • Flávia Amaral P. de Andrade • Gisele Maria Campos Fabri • Giuliano Sarmento Duarte • Humberto C. Araújo • José Dondici Filho José Fabri Júnior • Leônidas Alvarenga Henriques • Lilian Pinto da Silva • Luiz Afonso Demolinari Prata • Maria Beatriz de Souza • Maria Izabel Silva Barbosa • Mariana Gomes de Souza • Marselha Marques Barral • Mateus Camarotti Laterza • Nívia Ferreira de Sá • Paulo César Tostes • Rafael Barroso Pazinatto • Raquel Pascoal Itaborahy • Roberta Teixeira Prado • Silviana Maria Ferraz Lara • Vinícius Faria Weiss COMITÊ CIENTÍFICO Profª Mrda. Ana Carla Campos (UFJF) • Profª M.Sc. Cristina de Paula Novaes • Prof. D.Sc. Daniel Godoy Martinez (UFJF) • Profª. M.Sc Denise Quintão (FAMINAS) • Profª. M.Sc. Diane Michela Nery Henrique (UFJF) • Profª. Drda. Fabiana de Faria Ghetti • Prof. M.Sc Giovani Bernardo Costa (FHEMIG/ HU-UFJF) • Profª. Enfª. M.Sc. Gisele Aparecida Fofano • Enfª. Ms. Izabela Palitot (UFJF) • Profª. D.Sc. Jéssica Bastos • Prof. D.Sc. José Fabri Júnior (UFJF) • Prof. D. Sc. José Marcos Girardi • Prof. D.Sc Leandro Ferracini Cabral (UFJF) • Prof. Drdo. Leonardo Barbosa de Almeida (UFJF) • Prof. Dr. Marcello F. Salgado Filho (UNIPAC) • Profª Maria das Graças A. M. Chaves (UFJF) • Ft. Msda. Mariana Balbi Seixas (UFJF) • Profª. D. Sc. Marselha Marques Barral (SUPREMA) • Prof. D.Sc Mateus C. Laterza (UFJF) • Profª. Drda. Mayla Cardoso Fernandes Toffolo • Profª M.Sc. Mônica Regina P. S. Soares (UFJF) • Profª. D.Sc. Patrícia Fernandes T. Martinez • Prof. Drdo. Pedro Augusto de Carvalho Mira (UFJF) • Profª D.Sc. Sheila Cristina P. Dutra Luquetti (UFJF) REALIZAÇÃO Diretoria: Dr. Giuliano Sarmento Duarte - Diretor Presidente Dr. Humberto Campos Araújo - Diretor Administrativo Dr. Luiz Eduardo Pitella Nascimento - Diretor Técnico Hospital Albert Sabin Rua Edgar Carlos Pereira, 600 • Sta Tereza CEP 36020-200 • Juiz de Fora • MG 32 3249-7095 • www.sabincor.com.br

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ÍNDICE Categoria Medicina - ORAL SAÚDE CARDIOVASCULAR: AVALIAÇÃO INICIAL DE UMA COMUNIDADE NUMA ESCOLA ESTADUAL EM JUIZ DE FORA/MG..05 Categoria Medicina - PAINEL INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO COM SUPRADESNIVELAMENTO DO SEGMENTO ST DE LESÃO PROXIMAL DE ARTÉRIA DESCENDENTE ANTERIOR: FATORES DE RISCO E MORTALIDADE NA ESTRATÉGIA FÁRMACO-INVASIVA............................... 06 TAMPONAMENTO CARDÍACO COMO PRIMEIRA MANIFESTAÇÃO DE NEOPLASIA DE COLON.................................................. 07 IMPLANTE POR CATETER DE BIOPRÓTESE VALVAR AÓRTICA (TAVI): RELATO DE UM CASO E EVOLUÇÃO............................... 08 AVALIAÇÃO DE POLIMORFISMOS NOS GENES DA ARGINASE TIPO 1 E SINTASE ENDOTELIAL DO ÓXIDO NÍTRICO EM CRIANÇAS COM DOENÇA FALCIFORME TRATADAS COM HIDROXIUREIA................................................................................. 09 ABORDAGEM DE HEMATOMA INTRAMURAL: RELATO DE CASO............................................................................................... 10 O PAPEL DO ECOCARDIOGRAMA DE ESTRESSE NA ESTRATIFICAÇÃO DA ESTENOSE VALVAR AÓRTICA ASSOCIADA A DISFUNÇÃO VENTRICULAR ESQUERDA: RELATO DE CASO........................................................................................................ 11 MAY-TURNER: UM RELATO DE CASO.......................................................................................................................................... 12 CARDIOMIOPATIA DE TAKOTSUBO: UM RELATO DE CASO......................................................................................................... 13 SEGURANÇA E EXEQUIBILIDADE DA ECOCARDIOGRAFIA DE ESTRESSE COM DOBUTAMINA E ATROPINA EM IDOSOS........... 14 MIXOMA ATRIAL ESQUERDO GIGANTE COMPLICADO COM HIPERTENSÃO PULMONAR E RECUSA CIRÚRGICA : RELATO DE CASO..................................................................................................................................................................................... 15 RELAÇÃO ENTRE NÍVEL DE CONHECIMENTO, ATITUDE E CONTROLE METABÓLICO EM INDIVÍDUOS COM DIABETES MELLITUS TIPO 1........................................................................................................................................................................ 16 PERFIL LIPÍDICO DO JUIZFORANO.............................................................................................................................................. 17 FUMANTES COM MÚLTIPLAS CONDIÇÕES CRÔNICAS E OBESIDADE: O QUE CARACTERIZA ESTA POPULAÇÃO?................... 18 INFLUÊNCIA DO TABAGISMO NA HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA NA CIDADE DE JUIZ DE FORA NO ANO DE 2016...... 19 EFEITOS DO TREINAMENTO RESISTIDO SOBRE A CAPACIDADE AERÓBICA E PARÂMETROS CARDIOVASCULARES EM INDIVÍDUOS COM DOENÇA RENAL CRÔNICA SUBMETIDOS A HEMODIÁLISE.......................................................................... 20 DISFUNÇÃO VENTRICULAR ESQUERDA SEVERA CAUSADA POR SÍNDROME DE TAKOTSUBO.................................................. 21 MANEJO DE QUADRO TROMBÓTICO EM PACIENTE PORTADOR DE DEFICIÊNCIA DA PROTEÍNA S E RESISTÊNCIA À VARFARINA................................................................................................................................................................................. 22 ASPECTOS PSICOSSOMÁTICOS NAS DOENÇAS CARDIOVASCULARES..................................................................................... 23 A ESPIRITUALIDADE E SUA INFLUÊNCIA EM DOENÇAS CARDIOVASCULARES......................................................................... 24 Categoria Enfermagem - PAINEL AVALIAÇÃO E PREVENÇÃO DE RISCO CARDIOVASCULAR EM ADOLESCENTES: PROJETO DE PESQUISA................................ 25 ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PRESTADA AO ETILISTA: IDENTIFICANDO AÇÕES QUE PROMOVAM ADESÃO AO TRATAMENTO....................................................................................................................................................................... 26 O CUIDADO NEONATAL EM PROJETO DE EXTENSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIA...................................................................... 27 ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM NA PROMOÇÃO, PROTEÇÃO E PREVENÇÃO DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES E METABÓLICAS: UTILIZAÇÃO DA ABORDAGEM EDUCATIVA LIBERTADORA............................................................................... 28 ESTUDO DA PREVALÊNCIA DA SÍNDROME METABÓLICA E DO RISCO CARDIOVASCULAR EM UMA POPULAÇÃO MILITAR, NO ESTADO DO RIO DE JANEIRO................................................................................................................................................ 29 AVALIAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO ENTRE CAPSAICINA, LÍQUOR CARBONIS DETERGENS E ALANTOÍNA NA CICATRIZAÇÃO DE PLACAS DE PSORÍASE................................................................................................................................................................ 30 RELAÇÃO ENTRE TABAGISMO E PROPENSÃO A DOENÇAS DO SISTEMA RESPIRATÓRIO EM MUNICÍPIO DA ZONA DA MATA MINEIRA........................................................................................................................................................................... 31 ANÁLISE DA PRESENÇA DE DOENÇAS RESPIRATÓRIAS E DOENÇAS CARDÍACAS EM TABAGISTAS DA CIDADE DE JUIZ DE FORA-MG ENTRE OS ANOS DE 2010 A 2013............................................................................................................................. 32 UMA ABORDAGEM DA RESIDÊNCIA MULTIPROFISSIONAL EM SAÚDE DO ADULTO NA PREVENÇÃO DO RISCO CARDIOVASCULAR EM PACIENTES COM HIV - RELATO DE EXPERIÊNCIA..................................................................................................... 33 IMPLANTAÇÃO DA SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NO SERVIÇO DE HEMODINÂMICA DO HOSPITAL MONTE SINAI.............................................................................................................................................................................. 34

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O PAPEL DO ENFERMEIRO NA ASSISTÊNCIA INICIAL NAS UNIDADES DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA AOS PACIENTES INFARTADOS............................................................................................................................................................................... 35 ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS DA DOENÇA CARDÍACA CONGÊNITA EM CRIANÇAS RESIDENTE DO MUNICÍPIO DE RIO DAS OSTRAS...................................................................................................................................................................................... 36 PRODUÇÃO CIENTÍFICA DE TUMOR CARDÍACO: REVISÃO SISTEMÁTICA NA ENFERMAGEM.................................................. 37 O PAPEL DA ENFERMAGEM NA DINÂMICA DA ADMISSÃO DE PÓS-OPERATÓRIO IMEDIATO DE CIRURGIA CARDÍACA.......... 38 EMERGÊNCIA CARDÍACA: GERENCIAMENTO DAS PRÁTICAS ASSISTÊNCIAIS FRENTE A PCR................................................ 39 ENFERMAGEM EM CARDIOLOGIA E HEMODINÂMICA: CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL............................................................. 40 O ENFERMEIRO E AS PRÁTICAS EDUCATIVAS: BENEFÍCIOS PARA A ASSISTÊNCIA.................................................................. 41 Categoria Fisioterapia - PAINEL ENFISEMA INTERSTICIAL PULMONAR EM PREMATURO: RELATO DE CASO.............................................................................. 42 EXTUBAÇÃO PALIATIVA: UM RELATO DE CASO.......................................................................................................................... 43 PEEP-ZEEP VERSUS HIPERINSUFLAÇÃO MECÂNICA NA MECÂNICA VENTILATÓRIA EM PACIENTES SOB VENTILAÇÃO INVASIVA: ESTUDO PILOTO RANDOMIZADO............................................................................................................................... 44 EFEITO DE DIFERENTES CARGAS DE TREINAMENTO MUSCULAR INSPIRATÓRIO SOBRE A FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA............................................................................................................................................................................ 45 REABILITAÇÃO CARDIOVASCULAR EM IDOSA PÓS CORREÇÃO DE TETRALOGIA DE FALLOT: RELATO DE CASO...................... 46 ESTUDO DA RELAÇÃO DO USO DE MEDICAMENTOS E O RISCO DE QUEDA EM PESSOAS IDOSAS DA CIDADE DE VIÇOSA/MG................................................................................................................................................................................. 47 AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE COMPREENSÃO DO TEXTO E TESTE DE LEGIBILIDADE DO QUESTIONÁRIO 'INFLAMMATORY BOWEL DISEASE-FATIGUE' - VERSÃO PORTUGUESA-BRASILEIRA.......................................................................................................... 48 Categoria Educação Física - ORAL EFEITOS DE UM PROTOCOLO DE HIGH INTENSITY INTERVAL TRAINING (HIIT) NA CAPACIDADE FUNCIONAL DE IDOSAS DA CIDADE DE RIO POMBA/MG: UM ESTUDO RANDOMIZADO E CONTROLADO............................................................................. 49 RESPOSTA CARDIOVASCULAR PRESERVADA DURANTE O ESTRESSE MENTAL EM PACIENTES COM CIRROSE HEPÁTICA..... 50 O EXERCÍCIO FÍSICO EM MEIO AQUÁTICO POTENCIALIZA A HIPOTENSÃO PÓS-EXERCÍCIO EM IDOSOS HIPERTENSOS.......... 51 EFEITO AGUDO DE DIFERENTES TIPOS DE EXERCÍCIOS FÍSICOS SOBRE A PRESSÃO ARTERIAL EM IDOSAS HIPERTENSAS... 52 FUNÇÃO ENDOTELIAL AUMENTO DURANTE A RECUPERAÇÃO PÓS EXERCÍCIO FÍSICO EM PACIENTES COM CIRROSE HEPÁTICA................................................................................................................................................................................... 53 REDUÇÃO DA SENSIBILIDADE BARORREFLEXA DURANTE A RECUPERAÇÃO PÓS EXERCÍCIO FÍSICO EM PACIENTES COM CIRROSE HEPÁTICA.................................................................................................................................................................... 54 Categoria Educação Física - PAINEL PREJUÍZO NA MODULAÇÃO AUTONÔMICA CARDÍACA EM PACIENTES COM CIRROSE HEPÁTICA.......................................... 55 PERFIL ANTROPOMÉTRICO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO "ENSINO DE LUTAS PARA A CIDADANIA"............................... 56 RESPOSTAS HEMODINÂMICAS E BARORREFLEXA DE UMA SESSÃO DE EXERCÍCIO MUSCULAR INSPIRATÓRIO EM IDOSOS........................................................................................................................................................................................ 57 PREVALÊNCIA DE COMORBIDADES EM PACIENTES TABAGISTAS INTERNADOS NO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO- UFJF........... 58 INCIDÊNCIA DE FATORES DE RISCO CARDIOVASCULAR EM ADULTOS NA POPULAÇÃO DE JUIZ DE FORA/ MG: DIFERENÇA ENTRE REGIÕES.......................................................................................................................................................................... 59 ANÁLISE DO PERFIL ANTROPOMÉTRICO E FUNCIONAL DE HOMENS PARTICIPANTES DO PROGRAMA DE REABILITAÇÃO CARDÍACA HU/UFJF................................................................................................................................................................... 60 Categoria Nutrição - ORAL MÉTODOS DE ESTIMATIVA DE PESO CORPORAL EM ADULTOS E IDOSOS HOSPITALIZADOS.................................................... 61 AVALIAÇÃO DA PROTEÍNA C REATIVA ULTRASSENSÍVEL EM RATOS DIABÉTICOS TRATADOS COM RESVERATROL................ 62 PREVALÊNCIA DE DISLIPIDEMIA E SUA ASSOCIAÇÃO COM O ESTADO NUTRICIONAL DOS ADOLESCENTES.......................... 63

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O CONSUMO DE SOJA POR RATAS WISTAR NA LACTAÇÃO PROGRAMA MELHORA DO PERFIL LIPÍDICO NA PROGÊNIE ADULTA........................................................................................................................................................................................ 64 CARACTERIZAÇÃO QUÍMICA E ATIVIDADE ANTIOXIDANTE DA BARRA DE CEREAL CASEIRA DE MARACUJÁ.......................... 65 Categoria Nutrição - PAINEL COMPARAÇÃO DOS MÉTODOS DE ESTIMATIVA DE ALTURA CORPORAL EM PACIENTES HOSPITALIZADOS............................ 66 DIABETES MELLITUS E HIPERTENSÃO ARTERIAL EM PORTADORES DE DOENÇA RENAL CRÔNICA EM TRATAMENTO CONVERSADOR DA MICRORREGIÃO DE SAÚDE DE UBÁ-MG.................................................................................................... 67 PREVALÊNCIA DE FATORES DE RISCO MODIFICÁVEIS PARA CÂNCER DE MAMA EM MULHERES ATENDIDAS NO AMBULATÓRIO DE MASTOLOGIA DO HU/UFJF........................................................................................................................... 68 AVALIAÇÃO DO CONSUMO DE ALIMENTOS SEGUNDO SEU PROCESSAMENTO EM ADULTOS COM EXCESSO DE PESO......... 69 PREVALÊNCIA DOS FATORES DE RISCO PARA DOENÇA CARDIOVASCULAR ENTRE HOMENS E MULHERES ADULTOS PARTICIPANTES DO PROJETO CUIDAR....................................................................................................................................... 70 PREVALÊNCIA DE FATORES DE RISCO PARA DOENÇA RENAL CRÔNICA (DRC) EM MORADORES DE PIRAÚBA....................... 71 ASSOCIAÇÃO ENTRE CIRCUNFERÊNCIA ABDOMINAL, ÍNDICE DE MASSA CORPORAL E HIPERTENSÃO ARTERIAL EM MULHERES DE BOM JARDIM DE MINAS, MINAS GERAIS........................................................................................................ 72 Categoria Odontologia - ORAL A PERIODONTITE CRÔNICA É MAIS GRAVE EM RENAIS CRÔNICOS COM ALTO RISCO CARDIOVASCULAR............................. 73 A CONDIÇÃO SAÚDE BUCAL DOS PACIENTES EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA CARDIOLÓGICA DO INSTITUTO DO CORAÇÃO DO HCFMUSP............................................................................................................................................................. 74 Categoria Odontologia - PAINEL LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO: MANIFESTAÇÕES NO COMPLEXO MAXILOFACIAL............................................................. 75 ASSOCIAÇÃO ENTRE INABILIDADE PSICOLÓGICA E LESÕES ORAIS CANCERIZÁVEIS - ESTUDO RETROSPECTIVO.................... 76 OSTEORRADIONECROSE: A IMPORTÂNCIA DO ACOMPANHAMENTO ODONTOLÓGICO DO PACIENTE ONCOLÓGICO EM CUIDADOS PALIATIVOS............................................................................................................................................................... 77 RADIOGRAFIA PANORÂMICA COMO MÉTODO AUXILIAR DE DIAGNÓSTICO DE PACIENTES COM RISCO DE ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL: RELATO DE CASO.................................................................................................................................. 78 AGRAVOS EM SAÚDE BUCAL DE PACIENTES CARDIOPATAS INTERNADOS NO HOSPITAL MUNICIPAL DE GOVERNADOR VALADARES - HMGV................................................................................................................................................................... 79 A PARTICIPAÇÃO DA ENZIMA ÓXIDO NÍTICO SINTASE NA DOENÇA PERIODONTAL E NA ATEROSCLEROSE: REVISÃO DE LITERATURA................................................................................................................................................................................ 80 INTER-RELAÇÃO ENTRE ODONTOLOGIA E MEDICINA NO TRATAMENTO DA SÍNDROME DE STURGE-WEBER........................... 81 DESORDEM TEMPOROMANDIBULAR EM PACIENTES DE UTI..................................................................................................... 82 XEROSTOMIA E HIPOSSALIVAÇÃO: ANÁLISE DOS FÁRMACOS ADMINISTRADOS AOS PACIENTES DA UNIDADE CORONARIANA ASSOCIADOS ÀS POSSÍVEIS ALTERAÇÕES DO FLUXO SALIVAR...................................................................... 83 USO DE SEDAÇÃO INTRAVENOSA E ORAL EM PACIENTES CARDIOPATAS SUBMETIDOS À CIRURGIA DE IMPLANTE DENTÁRIO................................................................................................................................................................................... 84 PERIODONTITE CRÔNICA EM PACIENTES COM DOENÇA RENAL CRÔNICA EM TERAPIA INTENSIVA....................................... 85 NÍVEIS SÉRICOS DE VITAMINA D EM PACIENTES COM PC E DRC: ESTUDO RETROSPECTIVO................................................... 86 IMPLICAÇÕES ODONTOLÓGICAS NO ATENDIMENTO DE CRIANÇAS COM DOENÇAS CARDIOVASCULARES............................ 87 A GRÁVIDA CARDIOPATA: IMPLICAÇÕES NO ATENDIMENTO ODONTOLÓGICO......................................................................... 88 LINFANGIOMA: RELATO DE CASO CLÍNICO................................................................................................................................ 89 CARCINOMA EPIDERMOIDE INVASIVO: RELATO DE CASO.......................................................................................................... 90 Categoria Gestão - PAINEL CONHECIMENTO ORGANIZADO POR MEIO DE MAPAS CONCEITUAIS SOBRE A EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO PLANEJAMENTO E GESTÃO EM SAÚDE.................................................................................................................................................................... 91

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CATEGORIA MEDICINA Apresentação Oral Título: SAÚDE CARDIOVASCULAR: AVALIAÇÃO INICIAL DE UMA COMUNIDADE NUMA ESCOLA ESTADUAL EM JUIZ DE FORA - MG Apresentador: AUDRYO OLIVEIRA NOGUEIRA Autores: NOGUEIRA, AUDRYO O; CASTRO, MARIA IC; COSTA, PEDRO AN; FRANCO, JÚLIA SL; LANES, PATRIK MC; MOREIRA, TAYNÁ; PAULA, LUÍZA C; SOARES, GUILHERME CCN; VASCONCELOS, CIRO P; GALIL, ARISE GS; Resumo: INTRODUÇÃO: FATORES DE RISCO CARDIOVASCULARES SÃO AQUELES TRADICIONALMENTE RELACIONADOS AO DESENVOLVIMENTO DE LESÕES VASCULARES E MIOCÁRDICAS AO LONGO DE ANOS, ELEVANDO OS ÍNDICES DE MORTALIDADE POR EVENTOS CARDIOVASCULARES. RECENTEMENTE, ABSTINÊNCIA TABÁGICA, ÍNDICE DE MASSA CORPORAL IDEAL, ATIVIDADE FÍSICA ADEQUADA, ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL E NÍVEIS PRESSÓRICOS ARTERIAIS ADEQUADOS FORAM RELACIONADOS À DIMINUIÇÃO DA MORTALIDADE CARDIOVASCULAR, MELHOR QUALIDADE DE VIDA NA SENESCÊNCIA, MENOR MORTALIDADE GLOBAL E DIMINUIÇÃO DOS GASTOS EM SAÚDE, DEFINIDA HOJE COMO SAÚDE CARDIOVASCULAR. HÁ ROBUSTAS IMPLICAÇÕES NO ALCANCE DO PERFIL CARDIOVASCULAR IDEAL E NOS FATORES QUE LEVAM AS PESSOAS A ADOTAREM ESSE ESTILO DE VIDA. OBJETIVOS: AVALIAR FATORES PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE CARDIOVASCULAR EM POPULAÇÃO SEM DOENÇA CARDIOVASCULAR APARENTE. METODOLOGIA: ESTUDO TRANSVERSAL, REALIZADO ATRAVÉS DE AVALIAÇÃO DE COMUNIDADE (INCLUSÃO DE ALUNOS E SEUS FAMILIARES) EM UMA ESCOLA ESTADUAL DO MUNICÍPIO DE JUIZ DE FORA – MG POR CONTA DE EVENTO EDUCATIVO DA INSTITUIÇÃO (MAIO/ 2017). FORAM AVALIADOS CONHECIMENTOS SOBRE FATORES DE RISCO CARDIOVASCULAR, AFERIÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL (PA) E MEDIDA DA CIRCUNFERÊNCIA ABDOMINAL (CA). COMO PA NORMAL, CONSIDERAMOS VALORES <120 MMHG PARA PA SISTÓLICA E <85 MMHG, PARA PA DIASTÓLICA. CA NORMAL, VALORES <88 CM, PARA MULHERES E < 94 CM, PARA HOMENS. RESULTADOS: AMOSTRA DE 145 PESSOAS, MAIORIA DE ADULTOS JOVENS (34,91±21,80 ANOS), PREDOMÍNIO DE MULHERES (69,2%). MAIS DE ¾ DA AMOSTRA APRESENTARAM NÍVEIS PRESSÓRICOS NORMAIS, 63,4%, REFERIRAM TER ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL E 62,8%, NÃO ERAM FUMANTES. A DESPEITO DO ELEVADO ACERTO NA QUESTÃO RELATIVA À PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA (75,3%), CERCA DA METADE RELATOU SER SEDENTÁRIA (49,3%). AS MULHERES APRESENTARAM MAIOR NORMALIDADE DA PA (P<0,001), ENQUANTO QUE A POPULAÇÃO COM CA ANORMAL, DEMONSTROU SIGNIFICATIVAMENTE, NÍVEIS PRESSÓRICOS MAIS ELEVADOS (P<0,001) E MAIORES FAIXAS ETÁRIAS (P<0,001), COM TENDÊNCIA À SIGNIFICÂNCIA PARA MENOR CONHECIMENTO QUANTO AO STRESS E A SAÚDE E QUANTO À PROTEÇÃO CARDIOVASCULAR. CONCLUSÕES: NA POPULAÇÃO ESTUDADA, O SUPOSTO CONHECIMENTO SOBRE FATORES DE RISCO CARDIOVASCULARES NÃO DEMONSTROU SER O SUFICIENTE PARA PROMOVER UM ESTILO DE VIDA SAUDÁVEL, ESPECIALMENTE NA POPULAÇÃO MASCULINA. FATORES DE RISCO CARDIOVASCULARES COMO O AUMENTO DA CA, REPERCUTIU DESFAVORAVELMENTE EM OUTROS, TORNANDO-SE EVIDENTE O ENCORAJAMENTO A TOMADA DE DECISÃO NA PROMOÇÃO DA SAÚDE. Palavras-chave: SAÚDE CARDIOVASCULAR FATORES DE RISCO CARDIOVASCULARES 05

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CATEGORIA MEDICINA Apresentação Painel Título: INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO COM SUPRADESNIVELAMENTO DO SEGMENTO ST DE LESÃO PROXIMAL DE ARTÉRIA DESCENDENTE ANTERIROR: FATORES DE RISCO E MORTALIDADE NA ESTRATÉGIA FÁRMACO-INVASIVA Apresentador: BEATRIZ DE PAIVA ABRAHAO DOS SANTOS Autores: SANTOS, BEATRIZ DE PAIVA ABRAHAO; FACCINETTO, ANA CAROLINA BUSO; KAWAKAMI, SUZI EMIKO; CARVALHO, LARA RIBEIRO; BARBOSA, ADRIANO; ALVES, CLAUDIA; GONÇALVES JUNIOR, IRAN; EDSON, STEFANINI; MORENO, ANTONIO CELIO; CARVALHO, ANTONIO C; Resumo: INTRODUÇÃO: A CORONÁRIA DESCENDENTE ANTERIOR É RESPONSÁVEL POR GRANDE PARTE DO FLUXO SANGUÍNEO DA MASSA MIOCÁRDICA VENTRICULAR ESQUERDA. SENDO ASSIM, O COMPROMETIMENTO DA ARTÉRIA DESCENDENTE ANTERIOR PROXIMAL (DAP) PODE LEVAR A ISQUEMIA DE UM IMPORTANTE TERRITÓRIO DO MIOCÁRDIO, CONTRIBUINDO PARA O MAU PROGNÓSTICO DOS INDIVÍDUOS COM INFARTO AGUDO MIOCÁRDICO NESTA LOCALIZAÇÃO. NOSSO OBJETIVO FOI CORRELACIONAR DESFECHO DE MORTALIDADE EM PACIENTE COM INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO COM SUPRADESNIVELAMENTO DO SEGMENTO ST (IAMCSST), TRATADOS COM ESTRATÉGIA FÁRMACO-INVASIVA EM UM HOSPITAL PÚBLICO TERCIÁRIO, COMPARANDO LESÃO DE DAP COM AS DEMAIS LESÕES CORONARIANAS. PARALELAMENTE, OBJETIVAMOS TRAÇAR O PERFIL EPIDEMIOLÓGICO, PREVALÊNCIA E FATORES ASSOCIADOS À LESÃO DE DAP. MÉTODOS: DE JANEIRO DE 2010 A OUTUBRO DE 2016, 2070 PACIENTES COM IMACSST FORAM ENCAMINHADOS AO HOSPITAL TERCIÁRIO, 324 (15,7%) TIVERAM LESÃO DE DAP. NA REDE DE INFARTO FORAM AVALIADOS A PREVALÊNCIA, DADOS DEMOGRÁFICOS E FATORES DE RISCO PARA IAMCSST DE DAP COMPARADOS ÀS OUTRAS LESÕES CORONÁRIAS. VARIÁVEIS NUMÉRICAS FORAM COMPARADAS PELO TEST T DE STUDENT E VARIÁVEIS CATEGÓRICAS PELO TESTE DO QUI QUADRADO. REGRESSÕES LOGÍSTICAS EM STEPWISE COM CONTROLE DE INTERAÇÕES FORAM REALIZADAS PARA DETERMINAR OS FATORES INDEPENDENTES LIGADOS AO IAMCSST DE DAP. RESULTADOS: ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO PRÉVIO E CIRURGIA DE REVASCULARIZAÇÃO MIOCÁRDICA FORAM FATORES DE RISCO SIGNIFICANTES PARA OCORRÊNCIA DE IAMCSST DE DAP. INSUFICIÊNCIA CARDÍACA, USO DE BALÃO INTRA-AÓRTICO, CHOQUE CARDIOGÊNICO E MORTE SÚBITA FORAM SIGNIFICATIVAMENTE MAIS ELEVADOS EM PACIENTES COM LESÃO DE DAP, ASSIM COMO A MORTALIDADE (9,6% VS 5% PP<0,001, RESPECTIVAMENTE, OR 2,03; IC 1,32-3,11). PACIENTES COM IAMCSST DE DAP TIVERAM UMA MENOR FRAÇÃO DE EJEÇÃO NA FASE HOSPITALAR COMPARADOS AOS PACIENTES COM DEMAIS LESÕES (MÉDIA DE 42,3% VS 50,2% P<0,001). NESTA COORTE, 70,6% DOS PACIENTES COM LESÃO DE DAP TIVERAM TRATAMENTO COM EFI INSTITUÍDOS EM ATÉ 6H DO INÍCIO DOS SINTOMAS ENQUANTO 71.5% (P>0.05) DOS CASOS COM LESÕES EM OUTRAS CORONÁRIAS FORAM TRATADOS DENTRO DO MESMO PERÍODO DE TEMPO. CONCLUSÕES: NA EFI IAMCSST DE DAP TAMBÉM APRESENTA PIOR PROGNÓSTICO COMPARADO AO IAMCSST EM OUTRAS ARTÉRIAS CORONÁRIAS. ESFORÇOS PARA IDENTIFICAÇÃO E TRATAMENTO PRECOCE DESTE TIPO DE IAMCSST DEVEM SER FEITOS PARA SE TENTAR EVITAR A MAIOR TAXA DE COMPLICAÇÕES E ÓBITO OBSERVADAS NESTE TIPO DE IAM. Palavras-chave: INFARTO AGUDO DO MIOCARDIO COM SUPRADESNIVELAMENTO DO SEGMENTO ST LESÃO DE ARTERIA 06

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CATEGORIA MEDICINA Apresentação Painel Título: TAMPONAMENTO CARDÍACO COMO PRIMEIRA MANIFESTAÇÃO DE NEOPLASIA DE COLON Apresentador: BEATRIZ DE PAIVA ABRAHAO DOS SANTOS Autores: SANTOS, BEATRIZ DE PAIVA ABRAHAO; SANTOS, LUIS FELIPE SILVEIRA; BARROS, MARCELLA DA COSTA; VELOSO, CAMILLA DOS SANTOS; SOUZA, CAIO GARBELOTI SOARES; ARAUJO, FERNANDA MAIA; MEDEIROS, CRISTIANE CLAUDINO MARTINS; CARVALHO, LARA RIBEIRO; GONÇALVES JUNIOR, IRAN; CARVALHO, ANTÔNIO CARLOS. Resumo: INTRODUÇÃO: A INCIDÊNCIA DE DOENÇAS DO PERICÁRDIO EM PACIENTES COM CÂNCER É DE CERCA DE 7%12%. ESSA TAXA VARIA DE ACORDO COM O TIPO DA NEOPLASIA, SENDO MAIOR EM PACIENTES COM NEOPLASIA SÓLIDA, COMO TUMOR DE COLON. RELATO DE CASO: HOMEM, BRANCO, 70 ANOS, ADMITIDO NO PRONTO SOCORRO COM DOR EM HEMITÓRAX ESQUERDO, DE FORTE INTENSIDADE (7/10), QUE PIORAVA COM INSPIRAÇÃO PROFUNDA E MOVIMENTAÇÃO, SENDO CARACTERIZADA COMO DOR NÃO-CORONARIANA ASSOCIADA A NÁUSEAS, DISPNÉIA, PALPITAÇÕES, PERDA PONDERAL DE 10KG, FADIGA, INDISPOSIÇÃO E TOSSE SECA. PREVIAMENTE HIPERTENSO TRATADO COM LOSARTAN. AO EXAME FÍSICO APRESENTAVA FREQÜÊNCIA CARDÍACA REGULAR (FC) DE 180 BATIMENTOS POR MINUTO, PRESSÃO ARTERIAL DE 90/60 MMHG COM PULSO PARADOXAL, HIPOFONESE DE BULHAS CARDÍACAS, CREPITAÇÃO NA BASE PULMONAR ESQUERDA E TURGÊNCIA JUGULAR. UM ECG FOI IMEDIATAMENTE REALIZADO (FLUTTER ATRIAL COM ALTA RESPOSTA VENTRICULAR E ALTERNÂNCIA ELÉTRICA) SEGUIDO DE V-SCAN (GRANDE DERRAME PERICÁRDICO COM SWING HEART E TAMPONAMENTO CARDÍACO). PC COM ANESTESIA LOCAL FOI REALIZADA NA SALA DE EMERGÊNCIA, COM SÍTIO DE PUNÇÃO NA REGIÃO SUBXIFOIDE ESQUERDA GUIADA POR V-SCAN, UTILIZANDO A TÉCNICA DE SELDINGER, SENDO DEIXADO UM CATETER PERMANENTE PARA RETIRADAS SUBSEQÜENTES. NA DRENAGEM OBTEVE-SE 530 ML DE FLUIDO SERO-HEMÁTICO. A PC FOI REALIZADA SEM INTERCORRÊNCIAS E LOGO APÓS O PROCEDIMENTO O PACIENTE APRESENTOU MELHORA SIGNIFICATIVA DA FC (120BPM) E NORMALIZAÇÃO PRESSÃO ARTERIAL COM EXPANSÃO VENTRICULAR DIREITA. AMIODARONA 300 MG FOI INICIADA POR VIA INTRAVENOSA. A ANÁLISE DO LÍQUIDO PERICÁRDICO EVIDENCIOU PADRÃO EXSUDATIVO, COM AUMENTO SIGNIFICATIVO DE DHL. O PACIENTE PERMANECEU ESTÁVEL E FOI INVESTIGADO PARA CAUSAS SECUNDÁRIAS SENDO DIAGNOSTICADO COM NEOPLASIA DE COLON E SEGUE EM TRATAMENTO. CONCLUSÕES: DISPONIBILIDADE CRESCENTE DE ECOS PORTÁTEIS É DE FUNDAMENTAL IMPORTÂNCIA PARA ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA. UM MÉDICO EMERGENCISTA TREINADO É CAPAZ DE ACELERAR O DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO, ESPECIALMENTE EM QUADROS GRAVES EM QUE INTERVENÇÕES RÁPIDAS MUDAM O PROGNÓSTICO DO PACIENTE. Palavras-chave: DERRAME PERICARDICO TAMPONAMENTO CARDIACO NEOPLASIA 07

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CATEGORIA MEDICINA Apresentação Painel Título: IMPLANTE POR CATETER DE BIOPRÓTESE VALVAR AÓRTICA (TAVI): RELATO DE UM CASO E EVOLUÇÃO Apresentador: MARIANA GOMES DE SOUZA Autores: SOUZA, MARIANA GOMES; HENRIQUES, LEÔNIDAS ALVARENGA; SANTOS, MARIA BEATRIZ DE SOUSA; BARRAL, MARSELHA MARQUES. Resumo: INTRODUÇÃO A INCIDÊNCIA DE ESTENOSE AÓRTICA (EAO) TEM CRESCIDO PRINCIPALMENTE COM O AUMENTO DA SOBREVIDA DA POPULAÇÃO. É UMA DOENÇA INSIDIOSA, PORÉM COM PROGRESSÃO RÁPIDA APÓS INÍCIO DOS SINTOMAS, QUANDO APRESENTA MORTALIDADE APROXIMADA DE 50% EM 2 ANOS PARA PACIENTES NÃO SUBMETIDOS À TROCA VALVAR. IMPLANTE POR CATETER DE BIOPRÓTESE VALVAR AÓRTICA (TAVI) VEM SE DESENVOLVENDO NOS ÚLTIMOS ANOS, COM EXCELENTES RESULTADOS E IMPORTANTE REDUÇÃO DE MORTALIDADE EM PACIENTES COM CONTRA INDICAÇÃO PARA CIRURGIA. RELATO DO CASO PACIENTE AIMS MASCULINO 77 ANOS PORTADOR DE ESTENOSE AÓRTICA GRAVE, EVOLUINDO COM INSUFICIÊNCIA CARDÍACA GRAU IV EPISÓDIOS DE SÍNCOPE E ANGINA, COM INTERNAÇÕES FREQUENTES. PASSADO DE INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO E EM 2000 SUBMETIDO A CIRURGIA DE REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO. PORTADOR DE DISLIPIDEMIA HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA HIPERTENSÃO PULMONAR. ECOCARDIOGRAMA (ECO) ANTES DO PROCEDIMENTO MOSTROU ÁREA VALVAR AÓRTICA 0,6 CM² FRAÇÃO DE EJEÇÃO (FE) DE VENTRÍCULO ESQUERDO (VE) 52% DIÂMETRO DIASTÓLICO DE VE 59MM GRADIENTE AÓRTICO MÉDIO 45 MMHG ESPESSURA DO SEPTO INTERVENTRICULAR 12 MM E DA PAREDE POSTERIOR DO VE 10 MM E PRESSÃO SISTÓLICA EM ARTÉRIA PULMONAR 43MMHG. ELETROCARDIOGRAMA PRÉ EVIDENCIANDO BLOQUEIO ATRIOVENTRICULAR (BAV) 2:1 E FLUTTER ATRIAL. ANGIO TOMOGRAFIA PRÉ MOSTROU ANEL VALVAR 19,5 X 25,9 MM. LOGISTIC EUROSCORE MOSTROU MORTALIDADE 17,3% E SOCIETY OF TORACIC SURGEONS SCORE COM MORTALIDADE 10,9% E MORBIMORTALIDADE 45,9%. ESSES RESULTADOS EVIDENCIARAM O ALTO RISCO CIRÚRGICO DO PACIENTE, SENDO ENTÃO INDICADO A TAVI. O PROCEDIMENTO FOI FEITO EM 2013 COM SUCESSO, TENDO COMO INTERCORRÊNCIA BAV TOTAL, COM IMPLANTE DE MARCA PASSO DEFINITIVO. MEDIDAS HEMODINÂMICAS: GRADIENTE MÉDIO PRÉ 60MMHG E PÓS 0MMHG. DURANTE 3 ANOS E 8 MESES, O PACIENTE APRESENTOU-SE ASSINTOMÁTICO, NÃO HAVENDO NECESSIDADE DE INTERNAÇÃO DURANTE ESTE PERÍODO. O ECO DE OUTUBRO DE 2016 APRESENTAVA FE 61% DIÂMETRO DIASTÓLICO DE VE 55MM GRADIENTE AÓRTICO MÉDIO 6,8MMHG VELOCIDADE DE JATO AÓRTICO 1,83M POR S. CONCLUSÃO DEVIDO A ALTA TAXA DE MORTALIDADE DA ESTENOSE AÓRTICA GRAVE, EM PACIENTES SINTOMÁTICOS E COM ALTO RISCO CIRÚRGICO, A TAVI TEM SE MOSTRADO UMA ALTERNATIVA MAIS SEGURA, EFICAZ E MENOS INVASIVA PARA ESTES PACIENTES. O PRIMEIRO CASO DE TAVI FOI REALIZADO POR CRIBIER EM 2002. NOS ÚLTIMOS ANOS O PROCEDIMENTO TEM SE DIFUNDIDO POR DIVERSOS PAÍSES, INCLUSIVE NO BRASIL E ESTE RELATADO FOI O PRIMEIRO REALIZADO EM JUIZ DE FORA NO SABINCOR. Palavras-chave: ESTENOSE AÓRTICA, PRÓTESE AÓRTICA, ECOCARDIOGRAMA 08

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CATEGORIA MEDICINA Apresentação Painel Título: AVALIAÇÃO DE POLIMORFISMOS NOS GENES DA ARGINASE TIPO 1 E SINTASE ENDOTELIAL DO ÓXIDO NÍTRICO EM CRIANÇAS COM DOENÇA FALCIFORME TRATADAS COM HIDROXIUREIA Apresentador: ANA CAROLINA DELGADO MALVACCINI MENDES Autores: MENDES, ANA CAROLINA, D. M; SANTOS, OLÍVIA F.; SOUZA, LEDA C.; BOY, KENIA A.; TOGNONRIBEIRO, RAQUEL; MENDONÇA, LEONARDO M.; KELMANN, REGINA G.; SANTOS, ANA PAULA P.; VELLOSORODRIGUES, CIBELE; GERHEIM, PAMELA S.A.S. Resumo: INTRODUÇÃO: A HIDROXIUREIA (HU) É UM FÁRMACO UTILIZADO NO MANEJO DE INDIVÍDUOS COM DOENÇA FALCIFORME (DF) E PROMOVE AUMENTO DA BIODISPONIBILIDADE DE ÓXIDO NÍTRICO (NO), O QUE CONTRIBUI PARA A REDUÇÃO DE EVENTOS VASO-OCLUSIVOS. NO ENDOTÉLIO, O NO É SINTETIZADO PELA SINTASE ENDOTELIAL DO ÓXIDO NÍTRICO (ENOS) A PARTIR DA L-ARGININA, AMINOÁCIDO QUE TAMBÉM É SUBSTRATO DA ARGINASE TIPO 1 (ARG1), ENZIMA AUMENTADA EM PACIENTES COM DF. OBJETIVO: AVALIAR A INFLUÊNCIA DE POLIMORFISMOS GENÉTICOS DA ARG1 E DA ENOS NA RESPOSTA HEMATOLÓGICA DE CRIANÇAS COM DF TRATADAS COM HU. METODOLOGIA: 67 CRIANÇAS COM DF ACOMPANHADAS NO HEMOCENTRO DE GOVERNADOR VALADARES (39 TRATADAS COM HU E 28 CONTROLES) FORAM GENOTIPADAS POR QPCR PARA OS POLIMORFISMOS C/T NO GENE ARG1 (RS17599586) E G/T NO GENE ENOS (RS1799983). FORAM OBSERVADOS NÍVEIS DE HEMOGLOBINA (HB), HEMATÓCRITO (HCT) E LEUCOMETRIA GLOBAL (LG) ANTES E APÓS 12 MESES DE INÍCIO DO TRATAMENTO COM HU. OS MESMOS PARÂMETROS HEMATOLÓGICOS FORAM AVALIADOS ENTRE OS PACIENTES CONTROLE. A INFLUÊNCIA DOS POLIMORFISMOS GENÉTICOS NO TRATAMENTO FOI ANALISADA ATRAVÉS DA CATEGORIZAÇÃO DOS PACIENTES COMO POUCO OU BONS RESPONDEDORES CONSIDERANDO ÄHB, ÄHCT E ÄLG. AS ANALISES PELO TESTE T, T PAREADO, ×2, TESTE EXATO DE FISHER E CORRELACAO DE PEARSON FORAM APLICADOS QUANDO APROPRIADO, UTILIZANDO O SOFTWARE GRAPHPRISM 7.0, CONSIDERADO P <0,05 COMO ESTATISTICAMENTE SIGNIFICATIVO. O ESTUDO FOI APROVADO PELO COMITE DE ETICA (29058814.4.0000.5147). RESULTADOS: O USO DE HU AUMENTOU EM 10% A HB E EM 13% O HCT EM COMPARACAO COM NIVEIS BASAIS (P<0,0001). POR OUTRO LADO, REDUZIU A LG EM 31% (P<0,0001). NAO HOUVE CORRELACAO ENTRE A DOSE DE HU (21 + 4 MG/KG/DIA) E AS ALTERACOES HEMATOLOGICAS. NOS 12 MESES DE ANALISE, NAO HOUVEVARIACOES SIGNIFICATIVAS NOS NIVEIS DE HB, HCT E LG ENTRE PACIENTES CONTROLE (P>0,2). AS FREQUENCIAS ALELICAS PARA OS POLIMORFISMOS EM ARG1 (C=0,86 E T=0,14) E ENOS (G=0,78 E T=0,22) FORAM SIMILARES AQUELAS ESPERADAS. QUANDO OS PACIENTES FORAM AGRUPADOS DE ACORDO COM OS GENOTIPOS E A RESPONSIVIDADE A HU, NAO FORAM OBSERVADAS DIFERENCAS SIGNIFICATIVAS RELACIONADAS AOS POLIMORFISMOS ANALISADOS (P>0,05). CONCLUSAO: O TRATAMENTO COM HU MELHOROU OS PARAMETROS HEMATOLOGICOS EM PACIENTES COM DF, POREM, TAL INCREMENTO PARECE NAO TER SIDO INFLUENCIADO PELOS POLIMORFISMOS C/T DO GENE ARG1 E G/T NO GENE DA ENOS. APOIO: FAPEMIG (PROCESSOS APQ-02608-14, APQ-03560-13), PIBIC/CNPQ/UFJF, BIC/UFJF E FUNDACAO HEMOMINAS. Palavras-chave: HIDROXIUREIA, DOENÇA FALCIFORME, ARGINASE TIPO I, ÓXIDO NÍTRICO, FARMACOGENÉTICA 09

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CATEGORIA MEDICINA Apresentação Painel Título: ABORDAGEM DE HEMATOMA INTRAMURAL: RELATO DE CASO Apresentador: INACIO ANTUNES CHICONELI Autores: CHICONELI, INACIO ANTUNES; BARRAL, MARSELHA MARQUES; MONTESSI, FLAVIA DUARTE; CUNHA JUNIOR, JOSE CARLOS; PAULA, UEBERT ALCANTARA; PEREIRA, ROSEANE DE JESUS; RAMOS, DANIEL MATTA; MARTINS, BARBARA DE OLIVEIRA; HADDAD, YAN ANDRADE REIS. Resumo: INTRODUÇAO: HEMATOMA INTRAMURAL DA AORTA (HIM) É UMA DOENÇA AÓRTICA AGUDA CAUSADA POR SANGRAMENTO DENTRO DA PAREDE DO VASO, PORÉM, DIFERENTEMENTE DA DISSECÇÃO AGUDA CLÁSSICA (DA), SEM EVIDÊNCIA DE RUPTURA NA CAMADA ÍNTIMA OU FLUXO NA FALSA LUZ. RELATO DE CASO: PACIENTE FEMININA, 44 ANOS, FOI ENCAMINHADA AO HOSPITAL MATERNIDADE THEREZINHA DE JESUS (HMTJ) APÓS REALIZAÇÃO DE CATETERISMO EM SUA CIDADE DE ORIGEM DEVIDO A UM QUADRO DE DOR PRECORDIAL E ALTERAÇÕES DE ENZIMAS CARDÍACAS, CUJO RESULTADO CONSTAVA DISSECÇÃO DE AORTA TORÁCICA. AO CHEGAR NO HMTJ, FOI SUBMETIDA A UM ECO-TE QUE EVIDENCIOU PRESENÇA DE HEMATOMA EM FOLHETO DA RAIZ AÓRTICA MEDINDO 10 MM, COM AUSÊNCIA DE FLAPPING E REFLUXO VALVAR AÓRTICO, CONCLUINDO COMO UM HEMATOMA INTRAMURAL DE AORTA TIPO A DE STANFORD. FOI REALIZADO ENTÃO MEDIDAS DE SUPORTE CLÍNICO PARA ESTABILIZAÇÃO DO QUADRO E APÓS 7 DIAS, REPETIU-SE O ECO-TE, ONDE NÃO HOUVE ALTERAÇÕES EM RELAÇÃO AO PRIMEIRO, COM PRESENÇA DE LÂMINA DISSECANTE ENTRE CAMADA MÉDIA E ÍNTIMA DA AORTA, SEM FLUXO SANGUÍNEO ENTRE AS LÂMINAS E INTEGRIDADE PRESERVADA DA ÍNTIMA. A PACIENTE, NO MOMENTO, APRESENTAVA BOM ESTADO GERAL, ESTÁVEL HEMODINAMICAMENTE E ASSINTOMÁTICA. APÓS DISCUSSÃO CLÍNICA, O SERVIÇO DE CARDIOLOGIA DO HMTJ OPTOU POR CONDUZIR O CASO CLINICAMENTE, COM ACOMPANHAMENTO AMBULATORIAL. TRINTA DIAS APÓS A ALTA HOSPITALAR, O ECOCARDIOGRAMA FOI REPETIDO E O HEMATOMA ENCONTRA-SE COMPLETAMENTE ABSORVIDO. DISCUSSÃO: CORRESPONDENDO A CERCA DE 6 A 10% DOS CASOS DE SÍNDROME AÓRTICA AGUDA, O HIM DA AORTA ASCENDENTE DIAGNOSTICADO DURANTE INVESTIGAÇÃO DE QUADRO DE DOR TORÁCICA AGUDA É UMA DOENÇA GRAVE E DE ALTA MORTALIDADE. A POSSIBILIDADE DE PROGRESSÃO PARA DISSECÇÃO OU FRANCA ROTURA (20 A 50%) EMBASA A INDICAÇÃO DE TRATAMENTO CIRÚRGICO IMEDIATO PARA BOA PARTE DOS PACIENTES, ESPECIALMENTE AQUELES LOCALIZADOS NA AORTA ASCENDENTE. CONTUDO, ATUALMENTE TÊM-SE APOIADO UMA ESTRATÉGIA DE OBSERVAÇÃO ESTREITA PARA PACIENTES ESTÁVEIS E SEM SINAIS DE MAU PROGNÓSTICO COMO, POR EXEMPLO, DOR PERSISTENTE, DIÂMETRO AÓRTICO AUMENTADO À ADMISSÃO, ESPESSURA DO HEMATOMA > 11 MM, PRESENÇA CONCOMITANTE DE IMAGENS ULCEROSAS OU PROGRESSÃO DO HEMATOMA. CONCLUSÃO: A DESPEITO DA EXTENSÃO DO HIM ENCONTRADO E SUA CLASSIFICAÇÃO, A OPÇÃO DE CONDUÇÃO CLÍNICA, NESTE CASO, FOI BASEADA NA AUSÊNCIA DE MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DA DOENÇA E DE CRITÉRIOS ECOGRÁFICOS DE ALTO RISCO, PESADA CONTRA A MORBIMORTALIDADE DE UMA CIRURGIA AÓRTICA EXTENSA. Palavras-chave: HEMATOMA INTRAMURAL, ABORDAGEM CLINICA, ECOCARDIOGRAMA. 10

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CATEGORIA MEDICINA Apresentação Painel Título: O PAPEL DO ECOCARDIOGRAMA DE ESTRESSE NA ESTRATIFICAÇÃO DA ESTENOSE VALVAR AORTICA ASSOCIADA A DISFUNÇÃO VENTRICULAR ESQUERDA: RELATO DE CASO Apresentador: INACIO ANTUNES CHICONELI Autores: CHICONELI, INACIO ANTUNES; BARRAL, MARSELHA MARQUES; MONTESSI, FLAVIA DUARTE; PEREIRA, ROSEANE DE JESUS; CUNHA JUNIOR, JOSE CARLOS; PAULA, UEBERT ALCANTARA; RAMOS, DANIEL MATTA; MARTINS, BARBARA DE OLIVEIRA; HADDAD, YAN ANDRADE REIS. Resumo: INTRODUÇÃO: A ESTENOSE AORTICA (EAO) DE BAIXO-FLUXO E BAIXO-GRADIENTE COM FRAÇÃO DE EJEÇÃO REDUZIDA É ENCONTRADA EM CERCA DE 5%-10% DAQUELES PACIENTES COM EAO GRAVE, SENDO QUE A DISFUNÇÃO VENTRICULAR, NESSES CASOS, PODE SER SECUNDÁRIA À DESADAPTAÇÃO VENTRICULAR CONSEQUENTE À PÓS-CARGA EXCESSIVA (EAO VERDADEIRAMENTE GRAVE) OU SECUNDÁRIA AO FENÔMENO MIOCÁRDICO CONCOMITANTE À VALVOPATIA DISCRETA/MODERADA (EAO ANATOMICAMENTE NÃO GRAVE). RELATO DE CASO: PACIENTE MASCULINO, 64 ANOS, VEM AO AMBULATÓRIO DE CARDIOLOGIA NO HOSPITAL THEREZINHA DE JESUS (HMTJ) COM QUEIXA DE DISPNEIA AOS MÍNIMOS ESFORÇOS E DOR TORÁCICA. REALIZADO O ECO-TT, QUE EVIDENCIOU UMA FE DE 39%, GRADIENTE MÉDIO VE-AO DE 27 MMHG E MÁXIMO DE 57 MMHG, E UMA ÁREA DE ABERTURA VALVAR DE 0,8 CM2. COM O OBJETIVO DE DEFINIR A REAL GRAVIDADE DESSA EAO, FOI SOLICITADO UM ECO DE ESTRESSE COM DOBUTAMINA, CUJO GRADIENTE MÉDIO VE-AO FOI DE 40 MMHG E O MÁXIMO DE 57 MMHG, MANTENDO ÁREA VALVAR EM TORNO DE 0,8 CM2. COM ESTES ACHADOS CONCLUIU-SE DE QUE SE TRATAR DE ESTENOSE AÓRTICA REALMENTE GRAVE, COM GRADIENTE AO REPOUSO SUBESTIMADO PELA DISFUNÇÃO VENTRICULAR ESQUERDA. APÓS DISCUSSÃO CLÍNICA COM A EQUIPE, INDICOU-SE A CIRURGIA DE TROCA VALVAR AORTICA. DISCUSSÃO: O DIAGNÓSTICO DE EAO DE BAIXO-FLUXO E BAIXO-GRADIENTE OCORRE NA PRESENÇA DOS SINTOMAS CLÁSSICOS DA EAO, COMO DISPNEIA, DOR TORÁCICA E/OU SÍNCOPE, ASSOCIADO À ÁREA VALVAR AÓRTICA ? 1,0 CM2 (OU ? 0,6 CM2/M2), GRADIENTE VE-AO MÉDIO ? 40 MMHG E FRAÇÃO DE EJEÇÃO REDUZIDA (? 40%). A AVALIAÇÃO INICIAL DEVE SER REALIZADA ATRAVÉS DO ECOCARDIOGRAMA COM ESTRESSE COM DOBUTAMINA, ANALISANDO A RESERVA CONTRÁTIL DO MIOCÁRDIO QUE, QUANDO PRESENTE, NOS PERMITE A DEFINIÇÃO DA GRAVIDADE ANATÔMICA DA EAO. CASO O AUMENTO DA ÁREA VALVAR APÓS ESTRESSE SEJA ? 0,3 CM2 E/OU ESSA SE MANTENHA < 1,0 CM2 E/OU GRADIENTE MÉDIO VE-AO SEJA ? 40 MMHG, TEM-SE O DIAGNÓSTICO DE EAO ANATOMICAMENTE GRAVE. A DISTINÇÃO ENTRE OS DOIS GRUPOS CAUSAIS É DE EXTREMA IMPORTÂNCIA, UMA VEZ QUE PORTADORES DE EAO ANATOMICAMENTE GRAVE TEM BENEFÍCIO COM A CORREÇÃO DO DEFEITO VALVAR, O QUE NÃO OCORRE COM O OUTRO GRUPO. CONCLUSÃO: O ECOCARDIOGRAMA COM ESTRESSE COM DOBUTAMINA É UM EXAME FUNDAMENTAL NA AVALIAÇÃO DE PORTADORES DE EAO BAIXO-FLUXO BAIXO-GRADIENTE E FRAÇÃO DE EJEÇÃO REDUZIDA, POR DISTINGUIR OS PORTADORES DE EAO ANATOMICAMENTE GRAVE DAQUELES COM EAO ANATOMICAMENTE NÃO GRAVE. Palavras-chave: ESTENOSE AORTICA, ECOCARDIOGRAMA DE ESTRESSE, DOBUTAMINA, ESTRATIFICAÇÃO, DISFUNÇÃO VENTRICULAR. 11

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CATEGORIA MEDICINA Apresentação Painel Título: MAY-TURNER: UM RELATO DE CASO Apresentador: GABRIEL ANTONIO DE SOUZA MUNIZ Autores: MUNIZ, GABRIEL ANTONIO DE SOUZA; MUNIZ, ANTONIO JOSE; ARANHA, GABRIEL LUNARDI; DORNELAS, GABRIEL VICTOR; REIS, FILIPE SILVEIRA; KLEINSORGE, THIAGO ABIZAID; RODRIGUES, FELIPE DE ABREU; DE OLIVEIRA, ANA CARLA MIRANDA. Resumo: INTRODUÇÃO: SÍNDROME DE MAY-THURNER CONSTITUIU-SE DA COMPRESSÃO DA VEIA ILÍACA COMUM ESQUERDA, ANTERIORMENTE, PELA ARTÉRIA ILÍACA COMUM DIREITA E , POSTERIORMENTE, PELA COLUNA LOMBAR. COM O ADVENTO DA CIRURGIA ENDOVASCULAR, NOVA ESTRATÉGIA TERAPÊUTICA, MENOS INVASIVA, SURGIU PARA TRATAMENTO DESTA PATOLOGIA NO RESTABELECIMENTO DO FLUXO DO SISTEMA VENOSO ILÍACO POR DESCOMPRIMIR ESTE SEGMENTO. OBJETIVOS RELATAR CASO DE SÍNDROME DE MAYTHURNER COM TRATAMENTO ENDOVASCULAR RELATO DE CASO: SEXO FEMININO, 52ª, QUEIXA DE EDEMA PERSISTENTE ASSOCIADO A DOR E SURGIMENTO DE VARIZES NO MEMBRO INFERIOR ESQUERDO HÁ CERCA DE 20 ANOS. AO EXAME FÍSICO, CONFIRMOU-SE EDEMA NO MEMBRO INFERIOR ESQUERDO, COM MEDIDA DA CIRCUNFERÊNCIA DA COXA CERCA DE 4 CM MAIOR EM RELAÇÃO AO MEMBRO INFERIOR DIREITO, PRESENÇA DE VARIZES E ALTERAÇÕES TRÓFICAS ASSIMÉTRICAS NO MEMBRO ACOMETIDO. ANGIOTOMOGRAFIA DAS VEIAS DO MIE DEMONSTROU QUE DIÂMETRO ANTEROPOSTERIOR DA VEIA ILÍACA ESQUERDA JUNTO A SUA CONFLUÊNCIA COM A VEIA ILÍACA DIREITA É SIGNIFICATIVAMENTE DIMINUÍDA DEVIDO A COMPRESSÃO DA MESMA ENTRE A COLUNA VERTEBRAL POSTERIORMENTE E ARTÉRIA ILÍACA COMUM DIREITA ANTERIORMENTE. O PROCEDIMENTO FOI REALIZADO ATRAVÉS DA PUNÇÃO DA VEIA POPLITEA COM AGULHA, GUIADO POR ULTRASSOM E FIO GUIA HIDROFÍLICO LONGO QUE FOI POSICIONADO NA VEIA CAVA INFERIOR, SEGUIDO DE PASSAGEM DE BAINHA INTRODUTORA E REALIZAÇÃO DE FLEBOGRAFIA PRÉ-PROCEDIMENTO, EVIDENCIANDO INTENSA CIRCULAÇÃO COLATERAL EM VEIA ILÍACA COMUM ESQUERDA. PROSSEGUIMOS COM VENOPLASTIA, UTILIZANDO CATETER BALÃO NA PRÉ-DILATAÇÃO. A LIBERAÇÃO DO STENT ACIMA 1 A 2 CM, PROTUÍDO DENTRO DA VEIA CAVA FOI FEITO ANTES DA IMPLANTAÇÃO DEFINITIVA E LENTAMENTE PROCEDEMOS ABERTURA DO DEVICE POR MANOBRA DE PULL BACK ATÉ 1/3 DO SEU COMPRIMENTO, PROCURANDO SEMPRE OBSERVAR O PERFEITO POSICIONAMENTO, SEGUIDO DE PÓS-DILATAÇÃO COM PARA COMPLETA EXPANSÃO E APOSIÇÃO A PAREDE DO VASO. RESULTADOS AO TÉRMINO DO IMPLANTE, REALIZOU-SE FLEBOGRAFIA DE CONTROLE QUE EVIDENCIOU PERVEABILIDADE DO FLUXO VENOSO E DIMINUIÇÃO IMEDIATA DA CIRCULAÇÃO COLATERAL DEMONSTRANDO A EFETIVIDADE DO PROCEDIMENTO. A PACIENTE EVOLUIU SEM COMPLICAÇÃO, RECEBENDO ALTA APÓS 24H, COM PRESCRIÇÃO DE ANTIAGREGAÇÃO: AAS E CLOPIDOGREL AO DIA ASSOCIADO COM ANTICOAGULAÇÃO COM WARFARINA. CONCLUSÃO: O TRATAMENTO ENDOVASCULAR DA SÍNDROME DE MAY-THURNER, EMBORA POSSUA ALTO CUSTO HOSPITALAR, LEVA A MENORES COMPLICAÇÕES COM RESULTADOS SEMELHANTES A OUTROS MÉTODOS E SEMPRE QUE POSSÍVEL DEVE SER O PROCEDIMENTO DE ESCOLHA. Palavras-chave: MAY-THURNER, TRATAMENTO ENDOVASCULAR , COMPRESSÃO DA VEIA ILÍACA, ARTÉRIA ILÍACA COMUM 12

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CATEGORIA MEDICINA Apresentação Painel Título: CARDIOMIOPATIA DE TAKOTSUBO: UM RELATO DE CASO Apresentador: LEANDRO PINTO DA SILVA Autores: LEANDRO PINTO DA SILVA; TENYLA MARTINS FERNANDES PATICCIÉ FREITAS; CAROLINE HENRIQUES DE MATTOS; MARSELHA MARQUES BARRAL; PLINIO DOS SANTOS RAMOS Resumo: INTRODUÇÃO: A CARDIOMIOPATIA DE TAKOTSUBO (CT) É CARACTERIZADA POR UMA DISFUNÇÃO SISTÓLICA SÚBITA DOS SEGMENTOS MÉDIO-APICAIS DO VENTRÍCULO ESQUERDO (VE), QUE MIMETIZA UM QUADRO DE INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO (IAM) NA CLÍNICA E NOS ACHADOS ELETROCARDIOGRÁFICOS, PORÉM COM AUSÊNCIA DE DOENÇA OBSTRUTIVA CORONARIANA. ESTA DISFUNÇÃO É TRANSITÓRIA, SEGUIDA POR UMA RECUPERAÇÃO DA FUNÇÃO CARDÍACA DE SEMANAS ATÉ TRÊS A SEIS MESES. OCORRE PREDOMINANTEMENTE EM MULHERES (80 A 100% DOS CASOS), COM IDADE ENTRE 61-76 ANOS, APÓS A MENOPAUSA, GERALMENTE DEVIDO A UM ESTRESSE FÍSICO OU EMOCIONAL, DOENÇA AGUDA OU UTILIZAÇÃO DE DROGAS ILÍCITAS. OBJETIVO: RELATAR O CASO DE UMA PACIENTE DIAGNOSTICADA COM CT, SÍNDROME QUE, EMBORA INICIALMENTE CONSIDERADA RARA, ACREDITA-SE SER RESPONSÁVEL POR 1 A 2% DAS INTERNAÇÕES POR SÍNDROME CORONARIANA AGUDA (SCA). ] RELATO DE CASO: SEXO FEMININO, 72 ANOS, EMPREGADA DOMÉSTICA, ADMITIDA COM DOR PRECORDIAL TÍPICA COM SEIS HORAS DE DURAÇÃO, DIAFORESE E VÔMITOS, INICIADOS APÓS PERÍODO DE ESTRESSE. O ELETROCARDIOGRAMA REALIZADO NA ADMISSÃO EVIDENCIOU SUPRADESNIVELAMENTO DO SEGMENTO ST EM PAREDE ANTERIOR. AS ENZIMAS CARDÍACAS NA ADMISSÃO FORAM: CPK DE 174 NG/ML; CK-MB DE 70 NG/ML E A TROPONINA SÉRICA DE 3,64 NG/ML. O ECOCARDIOGRAMA REVELOU HIPOCINESIA DAS PAREDES ANTEROSSEPTAL MÉDIO E APICAL E SEPTO APICAL DO VE, COM FRAÇÃO DE EJEÇÃO (FE) GLOBAL DE 58,1%. AO ESTUDO HEMODINÂMICO NÃO FORAM EVIDENCIADAS LESÕES ATEROMATOSAS NAS ARTÉRIAS CORONÁRIAS. A PACIENTE RECEBEU ALTA, ESTÁVEL APÓS DOIS DIAS DE HOSPITALIZAÇÃO, EM USO DE ANTIAGREGANTE PLAQUETÁRIO, BLOQUEADOR DOS CANAIS DE CÁLCIO, BETA BLOQUEADOR E ANTAGONISTA DO RECEPTOR DA ANGIOTENSINA II. EM CONSULTA DE ACOMPANHAMENTO, TODOS OS SINTOMAS DESAPARECERAM E O ECOCARDIOGRAMA DE CONTROLE, REALIZADO TRÊS MESES APÓS O QUADRO AGUDO, APRESENTOU MELHORA SIGNIFICATIVA DA FUNÇÃO SISTÓLICA VENTRICULAR ESQUERDA COM FE (76%) E CONTRATILIDADE SEGMENTAR NORMAIS. DISCUSSÃO: A CT É UMA SÍNDROME REVERSÍVEL, PORÉM POTENCIALMENTE FATAL, DESENCADEADA POR UM ESTRESSE FÍSICO OU EMOCIONAL. SEU TRATAMENTO É DE SUPORTE E SUA CONFIRMAÇÃO SE DÁ PELO ACHADO DE CINEANGIOCORONARIOGRAFIA ISENTA DE DOENÇA ATEROMATOSA COM RECUPERAÇÃO DA CONTRATILIDADE MIOCÁRDICA POSTERIORMENTE AO EVENTO AGUDO. DESTA FORMA, SEU PROGNÓSTICO É MAIS FAVORÁVEL DO QUE O DA MIOCARDIOPATIA ISQUÊMICA. CONCLUSÃO: A CT DEVE FAZER PARTE DO DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DAS SCA, DEVENDO SER INVESTIGADA COM A MESMA URGÊNCIA DE UMA SÍNDROME CORONARIANA ATEROSCLERÓTICA. Palavras-chave: CARDIOMIOPATIA; CORONARIOPATIA; DISFUNÇÃO VENTRICULAR ESQUERDA, TAKOTSUBO. DESCENDENTE ANTERIOR 13

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