Edição 217

 

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Edição 217 da Revista Jornauto

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Iveco Mercedes-Benz Citroën e Peugeot Iveco Tector Auto-Shift com transmissão automatizada Scania Mercedes muda a cara, cor e incrementa o conteúdo Volkswagen Citroën e Peugeot lançam o Jumpy e o Expert Scania lança novos motores, produto e mais serviços VW lança novos modelos da família Delivery DAF foca em peças e serviços. A surpresa será um modelo fora de estrada. » Fatores que decidem a compra de um caminhão. » Foton começa a vender seus produtos no Brasil. » Linha Sprinter comemora 20 anos de Brasil. Avaliação do Scania R 440

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EDITORIAL Como sobrevivemos? Gilberto Gardesani Éuma expressão cada dia mais utilizada por quem já passou dos 60. Como pudemos sobreviver sem esse aparelho nas mãos? Na minha opinião, o celular é uma das invenções mais abençoadas da era moderna. Claro, não se pode desprezar, por exemplo, o desenvolvimento de aparelhos eletrônicos que fazem diagnósticos de nossa saúde. Vasculham nossos líquidos e organismo detectando sinais de doenças que podem ser evitadas e tratadas precocemente, evitando mal maior. Mas, sem “ele” nas mãos não dá mais para sobreviver. E, com ele, chegam também os vícios que fazem muita gente tropeçar, cair e se machucar. Até ser atropelado! Reduziu também, e drasticamente, o relacionamento humano presencial, mas em compensação permitiu uma comunicação imediata com milhares de “amigos” no tal de “Facebook”. Mas, as compensações são enormes. Segurança, comodidade e tranquilidade, as mais destacadas, sabendo e acompanhando o que está acontecendo em casa, no trabalho. Falar com alguém do outro lado do mundo, instantaneamente, e até conversar cara a cara é outra façanha fantástica dessa nova tecnologia eletrônica. Eu, e muitos da minha era que vivemos o mundo do rádio, das válvulas, ficamos admirados com a chegada dos transistores tornando o rádio portátil. Ah, era o desejo de consumo de muitos. Fazer o Jornauto então, nem se fala. Comecei quando ainda se “pestapava”. Os diagramadores de hoje não têm a menor ideia do que é, por exemplo, um calhau, “técnica” utilizada para tapar os inevitáveis “buracos”. Hoje, o material segue para a gráfica por via eletrônica, pronto para entrar em máquina e ser impresso. Diagramar, com as ferramentas disponíveis, hoje, é moleza. Mas, eu quero chegar é na atualidade, quando as notícias atravessam continentes e alcançam o cidadão na mesma hora ou minutos após o acontecimento. Para ter acesso a elas basta ter um APP no celular. Praticamente grátis. Muitos dizem que as vias de comunicação feitas em papel – revistas e jornais – vão acabar. Tudo deverá chegar ao conhecimento do leitor por via eletrônica. Bem, pode ser, mas acho que ainda vai demorar muito para isso acontecer. No caso da Jornauto, onde lidamos com um tipo específico de público, nos comunicamos utilizando dois sistemas: papel e eletrônica. Ambos especializados nos mesmos temas. No site, publicamos as notícias que acontecem no dia a dia e, na revista, somente matérias exclusivas, permitindo ao nosso leitor degustar dados e informações que podem ser guardados e estudados com mais calma. São trabalhos mais elaborados, trazendo a visão de outros empresários, feitos de maneira a auxiliar os leitores, geralmente executivos, a tomar suas decisões com bases mais concretas possíveis. São visões do mercado, de colegas que lidam com os mesmos problemas, e não somente dos fabricantes. Esses leitores abrem a revista – que por tradição chega à sua mesa gratuitamente – folheiam e se detém quando encontram uma matéria de seu interesse. E, se nesse meio tempo surgir um problema que precisa de sua atenção imediata, ele simplesmente dobra a revista, coloca num canto da mesa para poder retomar a leitura posteriormente. Pode recortar e arquivar, para futuras consultas, se for o caso. Obviamente, isso é mais dificultado quando a leitura acontece em aparelho eletrônico. Não estamos forçando nada, essa é uma defesa absolutamente válida do sistema. Novo site Com relação ao nosso site, ele foi totalmente modernizado, usando uma plataforma de última geração e agora pode ser acessado mais rapidamente, até em celular. Mantemos seu desenho, que é bem atraente, quase intacto. Ele proporciona muita facilidade para encontrar os assuntos de maior interesse de cada um. É uma visita diária obrigatória para quem está ligado aos segmentos de transporte de carga, de passageiros, de autopeças e prestação de serviços. E tem mais, os melhores articulistas do Brasil, com artigos de fundamental importância para quem vive desses setores. Os visitantes, na maioria empresários, também querem saber as últimas novidades do segmento de automóveis. Está tudo lá. Retornamos com as avaliações de caminhões. O mercado necessita conhecer a opinião especializada de uma publicação independente sobre a tecnologia dos caminhões fabricados no Brasil. A nossa sempre foi considerada a mais técnica de todas. Para isso, abrimos um espaço especial para divulgar os testes que realizamos com caminhões, além de publicar em nossa revista impressa. No site incluímos vídeos, tão a gosto dos interessados. Visitem www.jornauto.com.br Revista Cultura Automotiva EDIÇÃO 217 - SETEMBRO/OUTUBRO - 2017 Uma publicação da Rua Oriente, 753 - São Caetano do Sul - SP Cep. 09551-010 | PABX: (5511) 4227-1016 contato@jornauto.com.br | www.jornauto.com.br Edição: Gilberto Gardesani Diretoria: Gilne Gardesani Fernandez Gisleine Gardesani Tuvacek Administração: Neusa Colognesi Gardesani Editor Técnico: Carlos Roberto Fernandez Comercial: Gilberto Gardesani Filho giba.gardesani@jornauto.com.br Distribuição/Assinaturas assinatura@jornauto.com.br Diagramação: Giulio Gardesani Tuvacek Impressão: DuoGraf Colaboradores: Adriana Lampert (RS) Alexandre Akashi (SP) Eliana Teixeira (ES) Fernando Calmon (SP) Guilherme Regepo (BA) Luís Perez (SP) Mauro Geres (SC) Paulo Rodrigues (RS) Ricardo Conte (SP) 4 Revista Jornauto Circulação Nacional: Distribuição dirigida aos diretores e principais executivos que decidem pelas marcas de veículos e peças utilizadas em suas empresas, nos segmentos de frotistas urbanos e doviários de cargas e passageiros, rede oficial e independente de oficinas mecânicas, retíficas, varejistas e distribuidores de autopeças, fabricantes de veículos, concessionários, autopeças, equipamentos, prestadores de serviços, sindicatos e associações de classes que representam todo os segmentos do setor automotivo brasileiro.

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POTÊNCIA E ECONOMIA JUNTOS EM UM GRANDE MOTOR Os Novos Motores Scania trabalham em perfeita harmonia com a rentabilidade do seu negócio. Mais uma solução da Scania que entrega alta produtividade e a economia surpreendente de 5% de combustível. Com até 510 cv de potência, levamos até você um caminhão com tecnologias conectadas e sustentáveis. Novas motorizações 450 cv | 510 cv Até 5% de economia de combustível Saiba mais em www.scania.com.br

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FENATRAN Safra, modernização e exportação sustentam negócios de caminhões Ricardo Conte | São Paulo - SP Setor agrícola está tendo o melhor resultado em 21 anos. Impulsiona o PIB, fundamental para o mercado de transporte. E anima as montadoras a voltar a expor seus produtos e serviços com boas novidades Depois de cinco anos de decepções, maior parte da indústria de caminhões deve retornar este ano à Fenatran, considerado o principal salão de transporte de carga da América Latina, que será realizado entre os dias 16 a 20 de outubro, em São Paulo. A última aconteceu em 2015 e contou com apenas duas das dez principais marcas: DAF e Volvo. Motivos: prejuízos diante das vendas escassas e alto custo para montar a infraestrutura necessária no evento que recompensasse o investimento. Contudo, os fabricantes veem a exposição como estratégica para fazer seu marketing, mostrar seus avanços tecnológicos em produtos e serviços, reunir clientes e conquistar novos. Mais otimistas, a edição 2017 confirma a presença da Ford, Iveco, MAN/VW, Mercedes-Benz, Scania e, novamente, DAF e Volvo Além deles, a Peugeot estreará lançando seu novo veículo comercial leve, o Expert. Participam também fornecedores de peças originais, implementadores rodoviários e empresas ligadas à cadeia, como gestores de rastreamento. rando espaço, principalmente diante da necessidade das empresas de logística em modernizar suas frotas para serem mais competitivas. Nesses últimos anos, grandes corporações aproveitam negociar compras em lotes. O próprio PIB, âncora do setor, indica leve aumento de 0,2% para este ano, sendo projetado em 2% para 2018. Mas, executivos estimam que só após as eleições, o mercado voltará num novo patamar em 2019. Ano 2013 2014 Últimos cinco anos Vendas 154.549 137.073 Produção 187.089 Exportação 25.019 139.965 17.737 Grãos movimentam caminhões 2015 71.655 74.062 20.984 A lavoura, em especial de grãos, registrou alta de 13% neste primeiro semestre. Puxou a venda de maquinários agrícolas e, consequentemente, de caminhões para o escoamento da produção. A expectativa é de que até o final da colheita chegue a 234 milhões de toneladas, 48 milhões a mais que o ano anterior. São os primeiros sinais positivos da economia, após recessão na qual o Brasil mergulhou. Como era de se esperar, exportar caminhões foi outra saída para o setor ajustar suas contas, registrando de janeiro a agosto crescimento de 48%. Foram embarcadas 18,8 mil unidades no acumulado. Com isso, o volume da produção desses veículos cresceu 22,5% no mesmo período com a fabricação de 50.880 unidades. Enquanto o mercado interno amargurou ainda índice negativo de -11,1% nas vendas globais, somando 30.824 unidades. A indústria e suas revendas apostam em momentos mais promissores, mesmo sem PSI do Finame ou alíquota zero do IPI. O agronegócio desenha um cenário interessante para, pelo menos, movimentar as duas pontas do mercado – caminhões semileves e pesados – e sair do vermelho. Segundo a Anfavea, na comparação com igual período de 2016, já se denotam quedas menores nesses dois segmentos. O que indica que o setor está recupe- 2016 2017 *até agosto Fonte: Anfavea 50.562 30.824* 60.604 50.880* 21.470 18.876* Pós-venda ganha espaço Por isso, a Fenatran não terá grandes revelações em termos de produtos e, sim, de serviços. Mesmo porque foi justamente nesse período crítico da economia que o caminhão mais evoluiu tecnologicamente e desencadeou a renovação completa das linhas dos fabricantes. E também de seus preços. Destacam-se o motor Euro 5 menos poluente e mais potente, obrigado por lei; sistemas de maior segurança, como freios ABS antiderrapantes, suspensão eletrônica e gestão de rastreamento e bloqueio; e, atualmente, a caixa de transmissão automatizada, tendência de fábrica para veículos extrapesados das tradicionais marcas, como o PowerShift da Mercedes-Benz, Opticruise da Scania e I-Shift da Volvo. 6 Revista Jornauto

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Iveco automatizado Nos últimos anos, o componente ganha também a simpatia das transportadoras que operam com caminhões semipesados. O que levou a Iveco a entrar nessa onda e passou a competir, desde agosto último, com uma nova transmissão automatizada denominada Auto-Shift de dez velocidades, instalada no caminhão médio e semipesado Tector voltado para aplicações de 17 t a 31 t. O modelo vem substituindo o Vertis HD (de 9 t a 13 t) cuja fabricação encareceu devido ao número de peças importadas. O Tector Auto-Shift será sua principal atração nesta exposição. Foi desenvolvida em parceria com a Eaton em Sete Lagos (MG), sede da marca italiana da qual é integrante do Grupo CNH, espera oferecer mais desempenho e conforto nas diversas operações para varejo à construção civil. O modelo trabalha em perfeita sincronia com motor FPT N67 de seis cilindros (300cv de potência e 1.050Nm de torque) que passou por nova calibração para permitir trocas de marchas 60% mais rápidas. O modelo tem três versões: 170E30 4x2, 240E30 6x2 e 310E30 8x2. A Iveco garante que o conjunto maximiza uma operação ao evitar erros nas trocas de marcha que ocasionam custos adicionais com combustível ou desgaste prematuro. Foi submetido a 63 simulações de testes, rodando mais de 350 mil quilômetros no campo de prova próprio e em trechos percorridos em rodovias, serras, vias urbanas, com e sem pavimentação, colocando à prova sua resistência estrutural. “Nosso veículo propiciará oportunidade para ampliarmos participação a já consagrada competitividade da linha Tector”, afirma Marco Borba, vice-presidente para a América Latina. Informa ainda que o mercado absorveu 20% do total dos veículos nesse segmento com tração 6X2 e 8x2, que representa 27% das vendas globais. O diretor de Marketing, Ricardo Barion, complementa que o Tector começa a circular também entre os médios com essa opção. "Os novos modelos Auto-Shift dão conta de entregas comerciais menores até operações fora-de-estrada, e atendem os clientes que costumam passar muito tempo dentro do caminhão, uma vez que um motorista chega a fazer de 400 a 800 trocas de marchas por dia, dependendo da aplicação”, afirma. Segundo ele, na principal fatia do mercado deste produto (6x2 rodoviário), custará 18% mais barato do que a concorrência nos planos de manutenção e na revisão com preço fixo para os dois primeiros anos com valores, em média, 11% abaixo. “Desenvolvemos características exclusivas para reduzir custos. Temos certeza de que será rapidamente reconhecido pelo mercado”, completa. Mais abaixo, e classificados como caminhões semileves e leves, a Iveco conta a linha Daily nas versões 40, 55 e 70, adequadas como VUC e projetadas para atender diferentes demandas de carga fracionada e prestadoras de serviços. Mais acima, dispõe do pesado ao extrapesado Stralis e sua nova linha Hi-Way, que proporciona faixas de potência de 440cv, 480cv e 560cv, além do extrapesado fora de estrada Trakker 6X4. Segundo a Anfavea, a Iveco licenciou no acumulado até agosto 1.193 unidades, -32,7% abaixo do mesmo período de 2016. Consequentemente, perdeu um ponto e meio percentual importante da sua participação do mercado de caminhões, fechando com quase 4%, excluídas aqui os 1.101 comerciais leves 35S17 da linha Daily. Ao completar 20 anos no Brasil, a Iveco conta com 67 parceiros entre concessionárias e pontos de atendimento pelo país. No global, continua mantendo participação de quase 4% no mercado de caminhões. 70% das suas vendas, estão concentradas nos segmentos de semipesados (267 unidades) e pesados/extrapesados (467 unidades). Nos primeiros sete meses, negociou 1.002 unidades. Porém, na sua área de atuação, incluem ainda os modelos Daily 3514, furgão que compete no segmento de comerciais leves, com 987 unidades licenciadas e quase 10% de Market share. Mercedes se conectando mais Diante da concorrência mais acirrada com entrada de novos players, a indústria nacional passou a dar mais conforto interno e a renovar modelos, cada vez mais específicos para cada segmento de atuação, como os chamados vocacionais, e a ampliar a gama de oferta de versões e de tração. O cliente e o motorista passaram a ser mais valorizados e interativos, se conectando mais com as empresas. Na onda dos aplicativos, a Mercedes-Benz lançou em agosto o programa Mercedeiros de Verdade, novo canal interativo via celular com os motoristas que dirigem seus veículos, desde ônibus, caminhões aos comerciais leves Sprinter e o pequeno Vito. Isso pode ser conferido no estande da marca na Fenatran. A ideia é ficar mais conectada ao profissional do volante, que ganha uma importância maior na marca. Criar iniciativas para se aproximar cada vez mais dele. “Quanto mais contato direto, ouvindo o que tem a nos dizer, atenderemos melhor suas necessidades e expectativas”, disse Silvio Renan, diretor de Peças e Serviços ao Cliente. 7 Revista Jornauto CHEGOU O NOVO CITROËN 1,93 JUMPY MUITO MAIS PARA O SEU NEGÓCIO www.professional.citroen.com.br ------------- ----------- 0800 011 8088 Minha escolha faz a diferença no trânsito. CITROËN JUMPY Imagem ilustrativa

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FENATRAN Segundo ele, o aplicativo será mais uma ferramenta para entender a realidade do transporte, tanto de carga quanto de passageiros, sendo o motorista a peça fundamental para esse objetivo. “Vai valorizar seu papel para nos subsidiar com informações para a melhoria contínua de nossos produtos e serviços”, ressalta. A sorte está lançada O APP para celular vai ao encontro do conceito da montadora alemã sob o lema “As estradas falam. É gratuito nas lojas virtuais da Play Store e Apple Store. Ao baixá-lo, o motorista cria uma identificação personalizada e começa a interagir com a marca. Quanto mais interação, mais pontos acumula, trocando-os em prêmios ou descontos em peças nas autorizadas (Mercedes-Benz, RENOV e Alliance) ou serviços nas concessionárias da marca. Um Real em compra equivale a um ponto. A cada 2.000 pontos, o participante aciona uma roleta virtual no aplicativo e, ainda, pode ganhar prêmios, como camiseta, boné, caneca, toalha ou cupom virtual no valor de R$ 100,00 de desconto em futura compra na revenda. Linha de caminhões 2018 A cada acesso ao APP acumula pontos, mesmo com jogos ou marcação de quilometragem do veículo registrada por meio de GPS, ou seja, quanto mais interagir maior a chance de concorrer a sorteios. Dos mais interessantes, o de caminhões Accelo e Actros e de dois comerciais leves da linha Vito que serão realizados com base nos números da loteria da Caixa Econômica Federal. Reverenciando-se diante da Era Digital, a Mercedes-Benz acredita nessa potencialidade de conectividade como meio de ampliar seu relacionamento com os mais diversos públicos. “Estaremos sempre expandindo novas mídias interativas, como as já oferecidas, como Facebook, Instagram, Blog do Caminhão, Clube Gigantes Mercedes-Benz, Twitter, canal de vídeos no Youtube e os chats da nossa Central de Relacionamento com o Cliente”, afirma. Isso e outras novidades em peças e serviços é o que a empresa destacará na Fenatran 2017. Entre elas, a nova geração de bancos da boleia dos caminhões Atego, Axor e Actros justamente em razão da importância e evolução no posto de trabalho do motorista, assegurando mais conforto e produtividade. E, ainda, o novo pacote multimídia com painel, volante multifuncional, sistema de som e tacógrafo digital para ampliar as facilidades de seu dia a dia. Somado a isso o Telediagnose, a nova funcionalidade do Fleetboard que identifica falhas durante uma operação e aciona o gestor da frota para propor soluções; a Oficina de Alta Performance (OAP 2.0) que garante mais eficiência nos serviços prestados nas concessionárias no menor tempo possível; os Serviços Dedicados que asseguram melhor custo operacional total e máxima disponibilidade dos veículos; e os kits de peças genuínas por segmento que, segundo a Mercedes, proporcionam economia de até 15%. Ouvir, atender e criar No estande, o visitante terá à disposição tudo o que a marca oferece para assegurar mais rentabilidade para os negócios de seus clientes. Um desafio diário na fábrica para desenvolver soluções diferentes. “Queremos sempre estar junto deles, conhecer a realidade de suas operações e ouvir o que têm a nos dizer. Isso nos permite desenvolver produtos e serviços cada vez mais eficientes”, disse Roberto Leoncini, vice-presidente de Vendas, Marketing e Peças & Serviços Caminhões e Ônibus. Exemplo recente é o pacote robustez para o rodoviário Atego, presença certa na exposição, disponível para os modelos 4x2 e 6x2 nas cabinas standard e estendida, resultado da parceria com a transportadora de leite paranaense Via Lactea que obteve ganho de 23% no consumo da versão 1719 e, como consequência, agora item de série na nova configuração mais parruda para aplicações que envolvem o transporte fora de estrada, rodoviário e urbano numa mesma operação. “Ouvimos e atendemos sua demanda com uma nova solução para o mercado”, confirma. Em resumo contempla um parachoque dianteiro tripartido que permite ângulo de entrada maior, grade metálica de proteção do farol, nova posição da luz de seta, primeiro degrau da cabina em metal e nova posição do suporte para placa, visando facilidade de acesso ao engate do cambão, podendo ser calçado com pneus mais altos (295/80R22.5). Lembrando que o modelo indicado para off road continua o Atego 2730 6x4, com plataforma basculante ou betoneira, do qual o pacote é originado, voltado para operações severas no canavieiro, madeireiro, mineração e construção civil. Após comercializadas mais de 58.400 unidades desde 2004, Atego é uma das linhas mais versáteis hoje com variações de configurações formado pelo caminhão médio 1419, semipesados 1719, 1726, 1726 4x4, 1729, 1730, 2426 6x2, 2430 6x2, 3026 8x2 e 3030 8x2 e off-road 2730 6x4, versões plataforma, basculante e betoneira. Segundo Leoncini, suas vendas cresceram mais de 20% este ano. 90% do volume de 2.270 unidades emplacados nos primeiros oito meses são modelos semipesados pela flexibilidade para uso urbano, rodoviário de curtas, médias e longas distâncias e fora de estrada. “Prevemos a venda de mais de 5 mil Atego no Brasil em 2017”, estima. Depois do Accelo, Atego é o modelo mais vendido pela marca alemã. Acumulou 8.989 unidades licenciadas no acumulado até agosto, -10,5% que igual período do ano passado. No geral, a Mercedes companha a queda do mercado, mas se mantém na liderança com 31% de participação. “30% dos 3 milhões de caminhões da frota nacional em circulação são semipesados. Revela bom potencial para renovação”, argumenta. Segundo ele, como o segmento de pesados é sempre o primeiro a se recuperar nas crises, acaba arrastando junto os semipesados, hoje mais evoluídos. “Os números demonstram que esse segmento, comparado aos demais, foi o que mais caiu nos últimos anos. Mas aumenta significativamente sua participação no volume total de licenciamentos. Entre 2001 a 2005, os pesados representavam 25% das vendas globais, hoje já detém 32% do mercado”, informa. A montadora alemã ainda vai expor na Fenatran sua linha de caminhões 2018 com mais de 20 recursos de tecnologia, conforto, segurança e desempenho, nova grade e novas cores de cabinas para as famílias Accelo, Atego, Axor e Actros. Destaca-se o Axor que terá túnel do motor rebaixado e mais 12 itens, resultando em um novo caminhão, quando somado a outras inovações de 2014 a 2016. E uma edição comemorativa da linha Sprinter pelos seus 20 anos no mercado brasileiro. Serão vendidas apenas 20 unidades exclusivas. 8 Revista Jornauto

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Scania investe na crise Acostumada a atravessar crises há 60 anos, a Scania anunciou, no ano passado, um aporte de R$ 2,6 bilhões em suas operações que vai até o ano de 2020, quando se espera que a economia nacional volte a crescer. Foi a única das tradicionais fabricantes de caminhões a ficar no azul nesses últimos oito meses do ano. Acumulou 3.233 unidades licenciadas, alta de 12,1% no mercado total de caminhões. Cresceu nos dois segmentos onde atua: 16,1% nos semipesados e 11,4% entre os pesados e extrapesados, que representam 80% das suas vendas. Seu grande trunfo está no rodoviário extrapesado R440, imbatível frente seus concorrentes, que representa quase metade das vendas totais da Scania. Até agosto, foram emplacadas 1.532 unidades. Um campeão em vendas há alguns anos. Na Fenatran, destacará dois motores com nova tecnologia de injeção, mudança nos planos de manutenção (mais flexíveis e pago por quilômetro rodado e não mais um valor fixo mensal) e novo veículo para a mineração, o Heavy Tripper com mais capacidade de carga. Mais carga na mina O novo Scania promete maior disponibilidade para as operações severas de mineração, trazendo redução de até 15% no custo da tonelada transportada. É capaz de carregar, segundo a montadora, até 25% mais de carga líquida em relação aos atuais modelos do segmento. Portanto, salta das atuais 32 toneladas de carga líquida, para no mínimo, 40 toneladas. O peso bruto total (PBT) sobe para 58 t. Os concorrentes oferecem no máximo 32 t e 48 t de PBT. Dessa forma, a Scania abocanhará o nicho de 40 t de carga líquida para veículos com configuração de rodas 8x4 da qual foi pioneira ao trazer para o Brasil o primeiro modelo desse tipo e, em 2010, lançou o primeiro com tração 10x4. O interessante é que poderá produzir mais com menos caminhões. O veículo conta com o câmbio Opticruise automatizado de 14 velocidades que oferece o modo off road, freio hidráulico auxiliar retarder, freio motor de 261 kW, controle de tração, hill-hold (sistema segura o veículo em aclives, impedindo-o de recuar no momento da saída), eixo traseiro com diferencial duplo e ângulo de ataque de 29º. A novidade vem bogie de 36 t e eixos direcionais de 11 t com a maior capacidade de carga do segmento, segundo a Scania. O novo diferencial é 40% mais robusto e o redutor de cubo com diferentes relações finais (5,13, 6,43 e 7,63) possibilitam capacidade máxima de tração (CMT) de até 210 toneladas. Segundo a fabricante sueca, a marca detém 33% do mercado de mineração e espera incrementar suas vendas em 12%. “Tenho certeza de que com o Heavy Tipper, suas soluções serão rapidamente percebidas pelo cliente. Nossa meta é aumentar nossa participação a 45%. O mercado vai se surpreender com esta novidade”, acredita Roberto Barral, diretor-geral. O momento de sua apresentação é ideal pela retomada de compras de caminhões para a mineração que, desde 2013, não dava sinais concretos de voltar a ser um potencial comprador. “Estamos subindo mais um degrau para evoluir o mercado. Queremos minimizar todos os possíveis gastos excedentes do cliente”, afirma. Novos motores Segundo Eronildo Santos, diretor de Desenvolvimento de Negócios no Brasil, os novos motores e novo caminhão prometem economia de diesel de até 5% em relação à atual versão, resultado da evolução contínua de seus produtos para reduzir o custo operacional das transportadoras. Conta que o novo propulsor de 13 litros oferece duas potências (450 cv e 510 cv ) e complementa a atual linha rodoviária comercializada. “Focamos na rentabilidade ao transportador para otimizar o custo das suas operações. O cliente perceberá a diferença na economia e no desempenho e outras melhorias”, garante. As novas potências ampliam a linha R, como cargas refrigeradas, segmento de cegonha, container e graneleiro, além de cargas gasosas e líquidas perigosas ou não. Com isso, agora a Scania oferece um total de seis potências, incluindo as já conhecidas 360 cv, 400 cv, 440 cv e 480 cv. Todas essas opções da Linha R são compatíveis com as configurações de tração 6x2 ou 6x4 e as cabines R Highline e Streamline. O nível de torque máximo chega a 1.850 Nm na opção de 360 cv e a 2.550 Nm na nova versão de 510 cv. “Esse aprimoramento da linha de motores rodoviários nos permite atender novas demandas”, disse. Evolução em produto e serviços 9 Revista Jornauto As novas motorizações foram desenvolvidas com tecnologia de alta pressão de injeção de diesel e com múl- CAPACIDADE DE CARGA 1.500 KG E ATÉ 6,6M³ CAPACIDADE PARA SEU NEGÓCIO+ NOVO CITROËN JUMPY 0800 011 8088 Minha escolha faz a diferença no trânsito. www.professional.citroen.com.br MUITO MAIS PARA O SEU NEGÓCIO Imagem ilustrativa

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FENATRAN tiplos pontos para diminuir o consumo, os ruídos e as emissões, utilizada nos motores Euro 6. Mais silenciosos, o resultado foi possível devido à combustão mais eficiente, capaz de aumentar a potência e o torque, sem exceder as emissões e o gasto de diesel. Segundo a Scania, outro benefício é a redução do desperdício de combustível como fuligem, partículas no escape e depósitos no propulsor. Como novidade a matéria-prima utilizada em sua construção é o CGI, um composto compactado de ferro e grafite que duplica a resistência a fadiga. “Está ainda mais preparado para suportar o aumento na pressão de combustão dentro do cilindro”, informa. Manutenção inteligente Além disso, a Scania vai expor sua nova forma de gestão de empresas Serviços Conectados, lançada no primeiro semestre. E anunciará no evento o novo Programa de Manutenção Scania com Planos Flexíveis, com manutenções preventivas individualizadas de acordo com a operação de cada veículo da frota. Por meio de dados entregues pela conectividade, o próprio caminhão comunica ao sistema quando uma revisão é necessária e a parada na oficina passa a acontecer no momento em que determinados serviços são necessários. Afinal, a conectividade inteligente oferece maior previsibilidade na frota e redução no custo operacional. Segundo a montadora sueca, a rede vem se preparando para atender nesse novo método inteligente padronizado desde 2016 e já está presente em 89% da rede. Até o final de 2017 terminará essa implantação nas concessionárias. “O processo global de serviços e os Serviços Conectados se completam para juntos oferecerem uma nova era de serviços Scania no Brasil”, conclui Barral. Novo Peugeot Expert com atendimento inédito Depois do pequeno utilitário Partner, a Peugeot lança novo furgão médio que vem ampliar a sua família no segmento de comerciais leves, com PBT abaixo de 3,5 toneladas. É o Expert cheio de luxo, conforto e recursos funcionais para transportar carga. “Nasce como um projeto mundial, pronto para atender às necessidades de clientes dos mais diversos mercados, inclusive o brasileiro”, disse Antoine Gaston-Breton, diretor de Marketing da Peugeot do Brasil. Parte do grupo PSA, do qual também o é a Citroen, que já apresentou seu modelo Jumpy, ambos serão produzidos sob a mesma plataforma na unidade Nordex, em Montevidéu, no Uruguai. A montadora uruguaia tem capacidade para produzir até 6 mil unidades ao ano. Seu foco principal é avançar nos mercados argentino e brasileiro, onde estima potencial na região perto de 60 mil unidades até 2021. Segundo a empresa francesa, faz parte da sua estratégia conquistar uma posição nesse concorrido mercado com um produto moderno, econômico e versátil, e mostrar que está pronta para oferecer atendimento exclusivo e serviços de pós-venda inéditos no mercado, dedicados a empreendedores autônomos e pequeno e médio empresários, principais consumidores. “É um utilitário moderno, que, além de entregar uma grande capacidade de carga e ergonomia pensada para os profissionais, acrescenta a dirigibilidade de um automóvel de passeio, graças à plataforma EMP2, a mesma do SSUV Peugeot 3008, sem abrir mão de um custo benefício como nenhum outro. Uma verdadeira nova geração de utilitário”, complementa. Acredita que o Expert tem tudo para competir com qualidade, eficiência no 10 Revista Jornauto aproveitamento do espaço interno para carregar com segurança volumes até 6,6 m3 e carga útil para 1.500 kg. A baixa altura da carroceria (até 1,94 m ) é um dos aspectos em destaque para facilitar o acesso do veículo às garagens. A Peugeot fez recentemente uma reestruturação de sua rede de concessionários para adequar atendimento a gama de veículos comerciais leves. Para atender clientes corporativos, possui os PPCs (Peugeot Professional Center), concessionária especializada em atendimento comercial e pós-venda e contempla plano chamado Total Care Pro específico para o Expert. Estiloso e confortável O Expert realmente tem um estilo marcante por fora e é bem confortável por dentro, seguindo um padrão europeu de qualidade. Tanto que utiliza a mesma plataforma de seu luxuoso e elegante SUV médio 3008 de luxo, eleito o carro do ano na Europa, e que chegou ao Brasil há dois meses. A Peugeot é líder lá no segmento conhecido por VUL (Veículo Utilitário Leve). O Expert será comercializado a partir desta sua exposição no evento para as primeiras encomendas. É equipado com motor Blue HDI 1.6 a diesel, o primeiro motor Euro 6 a andar em solo brasileiro, que proporciona potência de 115 cv e 30 kgfm que, segundo a montadora, garante bom índice de consumo na sua categoria e uma autonomia perto de mil quilômetros com tanque cheio. Possui banco dianteiro para três pessoas se acomodar confortavelmente. A posição para o motorista é elevada com volante ajustável e regulagem de banco similar a um carro de passeio, e garante que tem excelente isolamento acústico. Expert tem um painel de instrumentos que se alinha em posição superior, o que facilita a leitura das informações necessárias para às exigências do trabalho em um utilitário. São quatro quadrantes com agulha e uma tela central LCD, que exibe, entre outros dados, as indicações do computador de bordo, regulador e limitador de velocidade e GSI (indicação de necessidade de troca de marcha). Facilidade de carga Outro ponto interessante, é que possui o chamado Moduwork, equipamento que possibilita o aumento de espaço para transportar cargas longas, como to-

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ras ou escadas dentro do compartimento, indo até o assoalho do banco e pouco mais a frente. Ao elevar o assento lateral do passageiro a partir dessa modularidade, o utilitário libera espaço com superfície inferior plana. É uma das poucas vans a oferecer volume adicional com um piso plano. A prática tampa na divisória também pode se abrir e aumentar, ainda mais, o comprimento útil (4 metros). Para os que precisam de um local para outras funções, como o uso de um laptop ou tablet, o apoio de braço do banco é móvel: abaixa-se e revela-se uma prática prancheta. A porta lateral é deslizante, porém aberta manualmente diferente da versão europeia que é automática ao apertar pedal situado na parte traseira do veículo. As portas traseiras possuem abertura de 90º, podendo chegar a um ângulo de 180º, que facilitam o carregamento e descarregamento, uma vez que não encostam no solo das áreas de abastecimento – como docas dos centros logísticos. Com a abertura bipartida, inclusive, é fácil o avanço de uma empilhadeira. O assoalho é alto e em posição ergonômica, facilitando posicionamento adequado para carga e descarga. Nova plataforma mundial MAN A Volkswagen, controlada da MAN, é mais uma das tradicionais marcas no Brasil, porém mais jovem, que sempre apostou no futuro e atravessou muitas crises. Mesmo assim, também anunciou, no ano passado, um aporte financeiro para o período de 2017-2021 de R$ 1,5 bilhão para desenvolver novos produtos, inovações de digitalização e conectividade e expansão internacional da marca. O primeiro resultado de parte desse investimento será mostrado na Fenatran. Uma nova plataforma mundial de caminhões leves fabricados no Brasil. Pela primeira vez, a marca alemã entrará no mercado abaixo de 5 toneladas, com nova família Delivery no transporte urbano de carga que terá modelos até 13 t. Nesses últimos oito meses, manteve-se na vice-liderança ao emplacar menos 16% veículos das marcas VW e MAN. Juntas somaram 8.109 unidades. Seu carro-chefe continua sendo o semipesado 24.280 que representa 35% das vendas totais das marcas e vem garantindo 14,4% de participação no segmento, mesmo licenciando número menor (-15,4%) de 2.809 unidades de janeiro a agosto. Passará a explorar dois segmentos que tendem a sair do ver- 11 Revista Jornauto melho em breve, o de semileves e leves, e espera dobrar seu market share até a faixa de 5 t. A montadora garante que a nova geração atenderá a padrões internacionais para exportação. “Nasce a partir da receita de sucesso da primeira linha Delivery e da experiência dos clientes das mais de 100 mil unidades produzidas até agora,” disse Ricardo Alouche, vice-presidente de Vendas e Pós-Vendas. Especificamente o segmento de entrada disputará no acirrado mercado de 3,5 t, com um modelo chamado de Express que reúne atributos de um caminhão grande num veículo pequeno, como espaço interno e robustez. “Nosso Delivery de 4 toneladas é outra dentre os modelos de entrada da nova família, já que contará com financiamento via Finame”, aposta. Na sequência, foi criado um novo 6 t que se juntará aos modelos de 9 t e 11 t com atributos de sobra para encarar a missão de superar os atuais Delivery. Para completar a gama, será lançado o modelo 13.180, com terceiro eixo de fábrica, com a maior capacidade de carga do novo portfólio. Esses novos modelos chegam em três versões: City, de entrada; Trend, sob medida para as mais diversas operações; e Prime, que traz aspectos visuais e de conforto diferenciados. “O segmento de leves deverá crescer do atual 31% para 39%”, acredita. Robusto mas bonito A nova geração da linha Delivery foi projetada e combinada com soluções sob medida, perfeita funcionalidade e qualidade visual. “Não substituirá de imediato a anterior, mas será comercializada paralelamente, conforme a demanda do mercado. Cada modelo tem sua característica específica, por exemplo, o Express para quem não tem CNH profissional e precisa de um caminhão para transportar mais volume que carga com conforto de um automóvel”, informa Antonio Cammarosano, diretor de Vendas Nacionais de Caminhões. Segundo o executivo, as linhas do design estão mais limpas, mas se buscou força, robustez e alta qualidade de acabamento nos Delivery. O espaço interno também foi melhorado para diminuir o desgaste do motorista e passageiros, com espaço interno suficiente para transitar no interior, indo do banco do motorista até o do passageiro de forma rápida. A posição de dirigir, empunhadura do volante, regulagem de altura do banco, para facilitar manobras rápidas e curtas. Até o 6 t a suspensão é independente. Logo, todas as peças interiores e as dimensões da cabine foram aperfeiçoadas com melhores soluções. A aerodinâmica, segundo a montadora, melhorou o desempenho do veículo, graças ao trabalho conjunto MODUWORK ESPAÇO PARA SUA CARGA+ ATÉ 4 METROS www.professional.citroen.com.br NOVO CITROËN JUMPY MUITO MAIS PARA O SEU NEGÓCIO 0800 011 8088 Minha escolha faz a diferença no trânsito. Imagem ilustrativa

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FENATRAN entre design digital e engenharia, concebendo um modelo repleto de inovações por toda parte, criando elementos mais funcionais, como defletores de ar, desde a lateral da porta até a grade dianteira e os faróis. O DNA dos novos Delivery traz consigo atributos da família Constellation. Segundo a MAN, a modernização de seu design reduziu, no mínimo, 10% no peso. Isso se refletiu em mais capacidade de carga para transportar ao menos 400 kg a mais do que seus antecessores. Os assentos são feitos com tecidos de alta resistência e hidro-repelentes, que não mancham, em cores escuras, ideais para o dia a dia. Até a posição dos pedais foi adequada ao anda e para das entregas urbanas, sem exigir esforço de acionamento ao motorista, o que reduz os riscos de lesão por esforço repetitivo. Motor de sobra Únicos da nova linha dotados com tecnologia EGR, o Delivery Express e o 4.150 são referência dos diferenciais que a linha entrega, com melhor potência e torque de suas categorias, segundo a MAN. São equipados com o motor Cummins ISF de 2,8 litros e 150 cv e um torque máximo de 360 Nm. Para o Delivery 6.160, o motor também é o Cummins ISF, de 2,8l, mas com solução SCR para o pós-tratamento. Sua potência chega a 160 cv e o torque máximo fica em 430 Nm. Nova família de caminhões Delivery Enquanto os modelos 9, 11 e 13 toneladas, por sua vez, são equipados com o Cummins ISF, de 3,8 litros e tecnologia SCR que oferece torque máximo em 600 Nm, variando a potência entre 165 e 175 cv. Todos os motores são construídos em alumínio na carcaça do volante, em substituição ao de ferro fundido, com dimensão menor do componente que interage de forma mais eficaz com a embreagem, cujo disco é maior nas versões de 9 a 13 toneladas. Esses modelos têm como opcional a transmissão automatizada Eaton. DAF esconde surpresas A marca holandesa DAF, hoje do grupo americano Paccar, pretende aproveitar seu momento de consolidação no mercado nacional e participar da Fenatran, como no ano anterior, para fortalecer sua presença no País. Hoje atuando unicamente no mercado de pesados, pretende entrar em um novo segmento. A surpresa deverá ser uma versão fora de estrada, mas não quer ainda antecipar detalhes. Só na Fenatran. “Queremos estar entre os maiores fabricantes de caminhões pesados”, disse o presidente Michael Kuester. Acredita-se que esse off road será a estratégia da empresa para se manter na trajetória crescente que vem vivenciando nesse mercado marcado por crises, desde seu início no Brasil. Sabe-se que a DAF investe perto de R$ 15 milhões na Engenharia da fábrica 12 Revista Jornauto em Ponta Grossa (PR) e que existem mais de dez protótipos rodando para testes. Não será surpresa também se for lançado no evento juntamente com a linha 2018 do XF105 e CF85. “Este ano continuamos nosso projeto de desenvolvimento de fornecedores locais, sempre na busca de melhorias, para aumentarmos o índice de peças nacionais dos veículos. É claro que também avançamos estudos para no futuro exportar os nossos caminhões para a América Latina”, disse. Em ritmo crescente Intenção desde 2011, quando trouxe os primeiros modelos importados. Atualmente, produz cinco caminhões ao dia, indo para seis e os distribui à rede formada por 22 concessionárias e cinco pontos de serviços, envolvendo 14 grupos de investidores Segundo Luis Gambim, diretor Comercial. “Apesar do evidente momento, a DAF Caminhões está na contramão do mercado, mas em pleno crescimento. Encerramos o ano de 2016 com 51,9% a mais de vendas do que no ano anterior. Para 2017 nossa previsão é ambiciosa e esperamos alcançar 7% de Market share”, afirma. Nesses últimos oito meses do ano, a DAF alcançou a quinta colocação entre os fabricantes de caminhões pesados, com participação de 4,2% com seus dois modelos: o pesado CF85 e o extrapesado XF105. Os números ainda são pequenos. Segundo a Anfavea, licenciou 460 unidades, aumento representativo de 30,3% diante da crise. Depois de quatro anos, já negociou mais de 2 mil unidades até agosto último. Isso mostra que a marca vem crescendo a cada ano. Aliás, a única nesse sentido. “Aos poucos, estamos conquistando nosso espaço entre tradicionais empresas no mercado”, afirma. Apesar do início lento e do volume ainda baixo de vendas, a DAF é, junto com a Scania, a única que está no azul. “Mesmo na crise, estamos conseguindo aumentar a nossa participação no segmento e ampliar nossas vendas”, acrescenta DAF amplia rede Enquanto isso, a empresa está ampliando sua rede de concessionárias com investimentos que já passam da casa dos R$ 200 milhões e abre três novos postos de Serviço Autorizado somando-se aos sete já existentes. Enquanto a empresa espera dobrar o número de concessionárias em cinco anos, hoje mantém uma rede formada por 21 Concessionárias, de 13 grupos investidores, e 7 Postos de Serviço Autorizado. A unidade de Uberlândia, do grupo Somafértil, será a 22ª concessionária, responsável por atender a toda a região do Triângulo Mineiro. Esta nova loja está recebendo investimento de R$ 2 milhões. Segundo a DAF, os chamados Postos de Serviço Autorizado são uma ampliação do pós-venda da marca para oferecer ainda mais facilidade aos clientes. “Os

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Postos são oficinas já reconhecidas no mercado pela qualidade de serviços prestados e todos contam ainda com equipe qualificada pela DAF Academy”, argumenta Adcley Souza, diretor de Desenvolvimento de Concessionárias. Segundo ele, a expansão faz parte do plano de negócios, onde atualmente existe uma rede de concessionárias que cobre 85% do território nacional, e que junto aos Postos de Serviço Autorizado, complementam o pós-venda da marca no Brasil. “Desta maneira, conseguimos atender às principais rotas dos nossos clientes com qualidade e dentro dos padrões mundiais de atendimento DAF”, afirma Muitas novidades na Volvo Além de apresentar novidades na área de serviços nesta Fenatran, a Volvo vai expor o primeiro caminhão autônomo para colheita fabricado no Brasil. É um modelo VM Autônomo com tecnologia avançada que garante maior produtividade, sem desperdício, no cultivo da cana-de-açúcar. Uma tecnologia que resolve o problema de precisão, que é humanamente impossível de se conseguir, inclusive nas manobras em marcha ré. Com uma solução desenvolvida pelos especialistas da marca no Brasil a partir de tecnologias já disponíveis globalmente no grupo Volvo, o novo VM Autônomo foi projetado para reduzir as perdas de produtividade provocadas pelo pisoteamento de soqueiras durante a colheita, um grave problema da indústria canavieira, responsável por prejuízos de até 12% da produção anual de cana. O VM sozinho elimina até 4% dessa perda. Quando está dentro da lavoura, roda autonomamente com uma precisão de 2,5 cm na direção programada, com exatidão jamais conseguida por um motorista. “É mais um lançamento de um veículo que vai revolucionar o transporte no agronegócio brasileiro, um dos mais competitivos do mundo”, declara o presidente para a América Latina Wilson Lirmann. Gestão de combustível A primeira novidade é o lançamento no evento da Gestão de Combustível para frotas de caminhão, um serviço de consultoria remota de consumo para os transportadores que possuem caminhões da marca. Foi criado para proporcionar uma redução nos gastos com diesel, um dos itens de maior peso na planilha de custos da operadora, que pode alcançar até 50% dos custos operacionais. O objetivo é aumentar a disponibilidade do caminhão num mercado tão competitivo como o atual, onde cada gota de combustível é crucial nas contas. “Além do planejamento de serviços de manutenção, a conectividade presente nos caminhões Volvo permite fazer o a gestão e o acompanhamento de consumo de combustível e da performance dos motoristas”, afirma Felipe Battistella, diretor de Serviços, Esse serviço conta com o envio de relatórios customizados 13 Revista Jornauto mensais aos clientes, com recomendações para melhorar a condução do veículo e, consequentemente, auxiliar na economia de combustível. São sugestões de condução baseadas nos dados do programa Dynafleet e da operação da frota do transportador. Os dados são analisados por um especialista em condução. O gestor da frota recebe contatos proativos por telefone para garantir o entendimento das recomendações e acompanhar a evolução dos resultados. A fabricante sueca ainda mantém disponível um canal de suporte receptivo para dúvidas de condução econômica e interpretação de relatórios do Dynafleet. Manutenção Proativa Além desse serviço, a Volvo lançará na exposição outro serviço denominado Manutenção Proativa. É uma central de monitoramento conectado e de planejamento e agendamento de manutenções preventivas para os caminhões. O serviço é voltado para os veículos que tenham planos de manutenção da marca. “A conectividade presente nos avançados caminhões Volvo é uma importante ferramenta para aumentar a disponibilidade das frotas e melhorar a rentabilidade do negócio do transportador”, disse. Esse serviço é mais uma solução voltada para os veículos Volvo, com o objetivo de otimizar as manutenções e de diminuir o tempo de parada para melhorar a produtividade do transporte. “É um novo aliado dos frotistas na gestão da manutenção”, informa Deise Kindinger, responsável pela área de Desenvolvimento de Serviços Conectados. Ela explica que, como os caminhões da marca já saem de fábrica com um alto grau de tecnologia embarcada e são equipados com um módulo eletrônico que transmite os dados do veículo para uma central da Volvo. Usando os dados obtidos remotamente por meio da inteligência e da conectividade do veículo, os agentes da central verificam remotamente qual a situação do veículo, indicando a previsão de parada e quais os serviços que precisam ser realizados. “E, para reforçar, o cliente ainda recebe por e-mail ou mensagens todas essas informações do serviço no dia anterior à parada”, completa. Pacotes de segurança A Volvo estará também apresentando uma nova e ampliada oferta de cinco pacotes de segurança para a linha F de caminhões. Cada um deles com uma configuração diferente de dispositivos de segurança. A partir de agora os transportadores brasileiros poderão customizar as necessidades de segurança nos veículos da frota. “Estamos recriando nossa solução nesta área. Operações diferentes demandam equipamentos de segurança também distintos”, resume Alcides Cavalcanti, gerente de Caminhões. Para aproveitar o público presente no evento, a Volvo lançará uma edição limitada do caminhão pesado ECONOMIA+ MOTOR ECONÔMICO DA CATEGORIA NOTA A DEA CONSUMO 1.6 DIESEL BLUEHDi NOVO CITROËN JUMPY MUITO MAIS PARA O SEU NEGÓCIO 0800 011 8088 Minha escolha faz a diferença no trânsito. www.professional.citroen.com.br Imagem ilustrativa

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FENATRAN mais vendido pela marca, FH Especial. “É uma série limitada repleta de novas tecnologias e com uma configuração única para marcar sua importância na no evento”, declara Bernardo Fedalto, diretor de Caminhões. A série Performance Edition terá apenas 40 unidades dos modelos FH540 6x4 e do FH460 6x2, dois caminhões rodoviários líderes do segmento de pesados no Brasil. Serão oferecidos nas cores especiais azul e prata. Por fora, a cabine Globetrotter tem adesivos laterais ao longo de toda a porta e avançando nas carenagens, mostrando faixas em referência a bandeira da Suécia (país da matriz mundial Volvo). São equipados com suspensão pneumática, carenagens laterais e defletores, além de spoiler dianteiro e degraus na cor da cabine. Por dentro, os bancos de couro tornam a cabine ainda mais confortável, sendo o assento do condutor com regulagens de encosto, lombar, horizontal e de altura, além de ter suspensão pneumática com amortecedor ajustável, assim como aquecimento e ventilação. Os faróis são de xenon e as rodas, de alumínio polido. O volante e os puxadores também são em couro e os tapetes são personalizados “É um FH personalizado, com muita tecnologia e um visual ainda mais moderno”, observa. FH é o mais vendido Segundo a Anfavea, foram emplacadas um volume menor (-13,8%) de caminhões Volvo de janeiro a agosto, comparado a igual período de 2016, acumulando 3.355 unidades. A maior parte representada por seus veículos pesados e extrapesados que somaram 2.910 unidades os quais tiveram, pela primeira vez, nesses últimos anos alta de 1,7%. Ao contrário, os semipesados da marca caíram mais da metade (-56,9%) no período, licenciando 445 unidades, contra 1.032 unidades em 2016. Destacaram os modelos FHs 460 e 540, os mais vendidos, que representaram 75% das suas vendas, respectivamente, 1.134 unidades e 1.106 unidades. seus principais veículos, destacando diferenciais e qualidades no pós-venda da rede. O público poderá apreciar os modelos das suas linhas F e Cargo, como o semileve F-350, os leves F-4000 e Cargo 816, os médios C-1119, C-1519 e C-1719 voltado à distribuição de bebidas, os semipesados C-1723TS, o estradeiro C-2429TS vocacionado para aplicação “Romeu e Julieta, o cavalo mecânico C-1933TS e o extrapesado C-2842. Segundo Oswaldo Ramos, gerente de Marketing e Serviços, o que vem garantindo à Ford manter participação de mercado de 16%, pouco acima do registrado no mesmo período no ano passado. “Temos dado um foco maior neste ano em nossa linha de leves e médios, importantes para nós, onde nosso principal produto, o Cargo 2429 Torqshift, contribuiu muito pela excelente aceitação no mercado”, afirma. De fato, o trucado obteve market share de 7,4% entre os semipesados, quase ficando a vice-liderança por uma margem de apenas 15 unidades a menos licenciadas no período até agosto. Enquanto isso, houve boa performance do Cargo 1119 que conquistou no mesmo período a liderança dos médios com 30,2% de participação de mercado, percentual semelhante ao obtido pelo F-350 no segmento semileves, onde é vice. Parceria é fundamental Para ele, a parceria também tem sido a chave para o sucesso da marca americana. Busca oferecer produtos e serviços com mais qualidade aos clientes. Trabalha nesse sentido não somente na área de produtos, mas principalmente em serviços. “Sabemos que é muito importante deixar nossa rede de distribuidores pronta para a retomada do mercado de caminhões, e iremos mostrar o potencial destas parcerias na Fenatran”, disse. Questionado até onde o preço decide uma compra de caminhão, o executivo foi claro em responder que por se tratar de um mercado muito específico, o preço decide a compra, quando dois produtos de marcas diferentes são vistos de forma equivalente. Mas lembra que sem confiança na marca não existe a venda de um caminhão. “Nós trabalhamos com diferenciais e foco no serviço, no relacionamento com clientes e no produto, que deve ser uma ferramenta, cada vez mais, eficiente para o cliente. Desta forma, lançamos a nossa nova assinatura da marca: “Seu Mundo Não Pode Parar”, mostrando que o foco da marca é entender e suportar o cliente no seu negócio”, finaliza. Para demonstrar isso tudo que a marca tem conquistado junto ao mercado, faz para valer, expor todos os modelos das suas linhas Cargo e F no evento, destacando esses diferenciais e qualidades no pós-venda da rede. O público poderá apreciar os principais modelos das suas linhas F e Cargo, Ford 60 anos começa na Fenatran Aos poucos, a Ford se recupera da crise marcada no mercado com quedas consecutivas nos últimos anos. Acumula o licenciamento total da sua gama de caminhões de 4.893 unidades de janeiro a agosto, mas com perda menor (-7,1) comparada aos concorrentes. Como aconteceu há 16 anos, quando a divisão de caminhões se desligava da de automóveis, com fábrica e rede próprias, e deu a volta por cima justamente na Fenatran 2001, nesta edição 2007 a Ford prepara a sua comemoração de 60 anos no Brasil, demonstrando a força da sua marca. Faz para valer, expondo 14 Revista Jornauto

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CITROËN JUMPY FURGÃO ano/modelo 2017/2018. Preço à vista a partir de R$79.990,00 mais frete. Promoção de lançamento válida de 10/10/2017 até 31/12/2017 ou enquanto durarem os estoques. Estoque de 30 unidades. Consulte a disponibilidade de cores, versões e outras informações em uma concessionária Citroën ou através do site professional.citroen.com.br. Não cumulativa para outras promoções. Imagem meramente ilustrativa. Rede exclusiva caminhões como o semileve F-350, os leves F-4000 e Cargo 816, os médios C-1119, C-1519 e C-1719 voltado à distribuição de bebidas, os semipesados C-1723TS, o estradeiro C-2429TS vocacionado para aplicação “Romeu e JulietaC-1933TS e o extrapesado C-2842. Fases marcantes nesses 60 anos A volta da credibilidade da marca Ford, que completa 60 anos no Brasil, como um todo já era um processo antigo nos anos 80 e 90. Batizada de Ford 2000, a montadora americana iniciou uma reestruturação sem precedentes. Começou a partir do seu divórcio com a Volkswagen. União, que durou de 1987 a 1996, não deu certo, criando a holding de vida curta, a Autolatina. Na área de caminhões não foi diferente. Houveram muitas tentativas de mudanças, atualização de processos, com o objetivo de alcançar a qualidade internacional dentro do padrão de globalização da Ford. Em meados dos anos 90, um executivo de larga experiência, John Joseph Duhig, vindo de Louisville, Kentucky, de onde saem os caminhões nos EUA, desembarcou no Brasil para assumir a área de Marketing e Vendas no Brasil, na gestão da presidência de Ivan Fonseca e Silva. Propôs, com vigor, aproximar o cliente à (velha) fábrica do Ipiranga, inclusive, criando uma sala para frotistas. “Quero vê-los aqui todos os dias”, dizia. A Ford também enfrentou problemas sérios para reestruturar sua rede. Na Abradif, associação representativa das concessionárias, formou duas frentes de oposição em 1997. Hoje já tem sua própria, a Abrafor, criada somente em 2013, quando desvinculou-se da Abradif (automóveis). Mas prevaleceu, nesses 60 anos, o forte apelo por Caminhões Ford. Ainda atrai concessionários interessados em trabalhar com ela. Gerenciar esse branding não foi fácil. Caminhões era uma divisão da Ford, comandada pelo então gerente nacional de Vendas e Marketing de Caminhões, Oswaldo Jardim, que sofria o baque de perder a vice-liderança para a Volkswagen, na ocasião terceiro do ranking. Foram tempos bicudos, onde o negócio Caminhões, apesar de rentável, estava sendo contaminada pelo fracasso da de automóveis. Mas também foi uma época em que a área começou a dar os primeiros passos para deixar a condição de patinho feio da companhia. Recebeu sinal da matriz para a construção de uma nova e moderna fábrica de caminhões e picapes. Deixou o bairro do Ipiranga, em São Paulo, e a Ford se instalou no atual complexo do bairro de Taboão, em São Bernardo do Campo (SP). Na época, as linhas F e Cargo foram, pela primeira vez, totalmente remodeladas, respectivamente em 1999 e 2000. A Ford tomou ainda uma decisão há muito esperada pelos clientes e separou os distribuidores. Batizada de Franquia 51 (em referência ao da cachaça, uma boa idéia), de uma única revenda exclusiva, na virada do milênio, chegou a 20. Hoje são 84 matrizes e um total de 120 pontos. MUITO MAIS PARA O SEU NEGÓCIO NOVO CITROËN JUMPY Á VISTA www.professional.citroen.com.br A PARTIR79DE .990 R$ OFERTA DE LANÇAMENTO Quem compra quer saber a opinião de quem conhece tecnologia e sabe destacar o que cada veículo tem de melhor Agora também em nosso site WWW.JORNAUTO.COM.BR 15 Revista Jornauto 0800 011 8088 Minha escolha faz a diferença no trânsito.

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