Embed or link this publication

Popular Pages


p. 1



[close]

p. 2

Boletim Agroecológico Agroecologia: resistência e rebeldia! LGBT+ e Agroecologia.............................03 Pesquisas Pesquisa sobre Percepção de Consumidores sobre Impactos no Consumo de Alimentos Transgênicos foi realizada em Sorocaba............................05 Celebrar é preciso! Como construímos nosso planejamento do semestre e refletimos nossas ações.........................................................06 SEMGEP NAAC no SEMGEPEC – Educação no Campo? Tamo junto!...............................09 ENNeas Encontro Nacional dos Núcleos de Estudo em Agroecologia: Um encontro para continuarmos sonhando juntos!............12 Agroecologia cultural Contra todo tipo de LGBTFobia!............15 Pão Vegano - Ô Delícia!...........................16 É dia de feira? Terça-feira! Tá na Época!.............................................17 Programa de Cestas Apêtê Caapuã.......18 Com os Pés Vermelhos.......................19 CBA O Legado do X Congresso Brasileiro e IV Congresso Latino Americano de Agroecologia............................................20 Sem feminismo não há agroecologia! Poxa, CBA! Que mancada!......................25 IV Seminário de Agricultura Orgânica ...................................................................26 Parceiros Agroecológicos pelo Brasil NUEPEA – Bananeiras/PB As cores do solo………………………....…..27 NAAC - Boletim n.3 - Setembro de 2017

[close]

p. 3

Boletim Agroecológico N°03 Bem-vinda e bem-vindo ao nosso Boletim! Nosso Boletim tem formato digital e sua publicação é bimestral. A cada edição, recheamos ele com nossas atividades realizadas no período junto as informações e curiosidades relacionadas com ciência e prática agroecológica por esse mundão! Nesta edição, você encontrará muitas atividades de extensão. A gente deu umas “vortas” por aí, trazendo um combo de conhecimento e troca de saberes… Aqui a gente fala um pouco sobre a nossa participação no SEMGEPEC - Seminário Internacional e Nacional de Estudos e Pesquisas sobre Educação no Campo - realizado em São Carlos, no Seminário de Agricultura Orgânica realizado em Registro, do Encontro Nacional dos Núcleo de Agroecologia (ENNeas) realizado em Luziânia, Goiás e do tão esperado Congresso Brasileiro de Agroecologia - CBA, realizado em Brasília, que foi um sucesso! Também temos contribuição da nossa parceria com os Pés Vermelhos, coletivo agroecológico do Campus Araras da UFSCar e uma contribuição mais que especial dos nossos amigos paraibanos do NUEPEA - Bananeiras, que relatam um tiquinho de sua experiência “agroecologiando” pelo nordeste com o curso “As cores do solo”. Você encontrará também sobre nosso projeto de Cestas com nossa feira agroecológica e muita coisa maneira onde misturamos feminismo, militância agroecológica, técnicas de SAF, uma receita bem bacana na nossa seção “Agroecologia Cultural”, algumas frutas que estão na época, uma pesquisa sobre consumo de alimentos transgênicos que fizemos por aqui e um pouco do nosso planejamento desse semestre que foi cheio de luz. Aproveitamos o início desta estação maravilhosa pra lhe desejar um buquê de flores, cheio de cores, perfume e vida, assim como nosso Boletim! Gratidão pela leitura! Sarah S. Viana Equipe Gestão Comunicação Marcia Maria Margareth Raul Sarah NAAC - Boletim n.3 - Setembro de 2017 Thais

[close]

p. 4

Agroecologia: Resistência e Rebeldia! LGBT+ e Agroecologia A Agroecologia possui, no seu horizonte, a intencionalidade de alterar esse mundo. E essa responsabilidade e tarefa é feita por pessoas das mais variadas áreas do conhecimento e formas de conhecimento. Para além dessa pluralidade de saberes, que é tão marcante no nosso dia a dia, existe a pluralidade de pessoas, e de formas com as quais essas pessoas se relacionam. A luta é feita e forjada por indivíduos que não limitam seus relacionamentos, sentimentos e famílias ao que é imposto pelo capitalismo. Indivíduos que podemos reunir sob a sigla LGBT+ (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais, Travestis e outras formas de se identificar, como intersexuais, pansexuais, assexuados). Infelizmente, esse recorte de identidade de sexualidade e gênero é pouco trabalhado em todos os espaços, incluindo nisso a Agroecologia. Muitas vezes, ao trabalharmos com pessoas, nos esquecemos de pensar em quem são essas pessoas no seu íntimo, e quem são as pessoas que estão trabalhando com estas pessoas. E invisibilidade é uma faceta que esconde uma violência contínua que acontece em todos os espaços, a todos os momentos. Foto: Manuela Hernandez (http://www.vermelho.org.br/noticia/242101-8) 03 NAAC - Boletim n.3 - Setembro de 2017

[close]

p. 5

Agroecologia: Resistência e Rebeldia! A cada 28h, um LGBT+ é morto no Brasil, o que nos coloca como o país mais perigoso do mundo para essa população. Para além do homicídio, a população LBGT+ sofre diariamente com as diversas formas de ação da violência, que se caracterizam por seus nomes e especificidades: lesbofobia, transfobia, homofobia, bifobia, etc. Violência que pode ser física, moral, verbal, dentro de casa, na escola, no trabalho, na rua, no hospital. Violência que se caracteriza pelo sentimento de impotência da vítima, que ao buscar ajuda encontra entraves a todo momento, além da violência psicológica que sofre por ter sua dor menosprezada pelas autoridades. Não se há dados de quantos LGBT+ existem no Brasil. E muito menos de quantos são vítimas das violências citadas. Pequenas vitórias foram conquistadas nos últimos anos para essa população, mas assim como todos os direitos nossos, estão ameaçadas. os LGBT+ sofrem diretamente ataques da denominada bancada evangélica, que a partir de leituras distorcidas de suas religiões, quer impor e determinar a forma correta de ser e agir na sociedade. E o que isso reflete na Agroecologia afinal? Se pensarmos que a juventude dentro da agroecologia é um eixo muito fortalecido, se pensarmos que a transformação do mundo passa pela transformação dos indivíduos, veremos que há necessidade de se debater e estudar sobre isso. Cometemos o erro constante de subentender que algumas coisas estão avançadas, ou de achar que determinadas discussões não podem ser feitas agora. Esse pensamento é ingênuo, e fora de contexto. O mundo que almejamos precisa ser um mundo onde a vida possa ser vivida em sua plenitude e equilíbrio. Não há futuro sem liberdade de ser. Raul W. Amorim NAAC - Boletim n.3 - Setembro de 2017 04

[close]

p. 6

Pesquisas Pesquisa sobre Percepção de Consumidores sobre Impactos no Consumo de Alimentos Transgênicos foi realizada em Sorocaba. O NAAC subsidiou, junto a Pró-reitoria de Pesquisa e Coordenadoria de Iniciação Científica e Tecnológica da UFSCar, a pesquisa da aluna Sarah Santos Viana, orientada pelo Prof. Dr. Fernando Silveira Franco, intitulada “Percepção dos consumidores sobre impactos no consumo de alimentos transgênicos: uma análise no município de Sorocaba”. A pesquisa teve como principal objetivo avaliar quais são os impactos associados ao consumo de alimentos transgênicos segundo percepção dos consumidores, sejam estes, impactos positivos ou negativos. Uma análise complementar foi avaliar se a escolha por alimentos rotulados como transgênicos no supermercado (critério de compra) está ou não associado ao grau de conhecimento sobre a técnica. Os resultados da pesquisa poderão ser observados e discutidos na programação do Grupo de Estudos do NAAC que será realizado em outubro no Campus Sorocaba da UFSCar ou podem ser encontrados no relatório de pesquisa, disponível no site do NAAC no endereço eletrônico: < https://apetecaapua.wordpress.com/livros-artigos-e-textos-academicos/ > * * Fico à disposição para eventuais esclarecimentos pelo e-mail do NAAC Sarah S. Viana 05 NAAC - Boletim n.3 - Setembro de 2017

[close]

p. 7

Celebrar é Preciso! Como construímos nosso planejamento do semestre e refletimos nossas ações Já fazemos nosso planejamento baseado no Dragon Dreaming há dois anos (saiba mais sobre, lendo a segunda edição do nosso Boletim), onde todas as nossas atividades são cuidadas a partir de um sonho coletivo, planejamento, realização e por fim, celebração. É difícil explicar o quão importante é a última etapa: celebrar. Quem visita esta ideia com olhar de fora, imagina que celebrar seja “festejar” as conquistas. Sim! Nós festejamos também. É muito importante olhar com carinho pras nossas ações vitoriosas e saborear as conquistas. Mas a celebração vai além disso… A gente precisa de um tempo de reflexão. Precisamos observar o que planejamos e não cumprimos com tanta dedicação, aquilo que foi realizado mas que poderia ser melhor e as ideias que nunca deixaram o plano dos sonhos e porque não deixaram. Celebrar é avaliar o que passou e propor novas metodologias. “Se isso não deu certo por causa disso, vamos fazer de um jeito diferente agora?” e voltar a sonhar. A diferença importantíssima entre celebração e planejamento é que ao celebrarmos nós cuidamos de três pilares: das nossas ações, do nosso coletivo e por último e não menos importante, de cada um individualmente. Como estou? Sou feliz como indivíduo e dentro do coletivo? Onde posso melhorar? O que podemos fazer juntos pra eu ser mais feliz? O que podemos fazer juntos pro meu sonho voltar a ser um sonho coletivo? NAAC - Boletim n.3 - Setembro de 2017 06

[close]

p. 8

Celebrar é Preciso! Celebrar é preciso! E fizemos isso esse semestre, no dia 03 de setembro, um domingo gostoso e ensolarado. A gestão celebração ficou responsável por planejar as metodologias participativas que seriam utilizadas durante o dia, e além disso, preparar o acolhimento de todos logo pela manhã do domingo. Com o cronograma já estabelecido, chegamos no sítio São João no sábado a noite, para acertamos os detalhes para que todas as dinâmicas rolassem sem sobrecarregar ninguém. Tivemos o cuidado de destinar um tempo para um olhar mais profundo para a organicidade do NAAC, reavaliamos e descrevemos funções e tarefas, para assim, integrar cada pessoa, simbolicamente realizado pela entrega do crachá feita por cada guardião dos respectivos GTs e Gestão. Com a proposta de maior aprofundamento, seguimos avaliando cada um no NAAC, indicando uma fortaleza e uma fraqueza, no qual resultou em um momento muito importante de reflexão e risadas calorosas por cada elogio recebido. Para além disso, dentro da perspectiva da valorização do indivíduo, escutamos as dificuldades e conquistas, através das fortalezas e fraquezas que cada um enfrentou durante o semestre, não com um tom de justificativa, mas como um momento de autocrítica para com os processos enfrentados. 07 NAAC - Boletim n.3 - Setembro de 2017

[close]

p. 9

Celebrar é Preciso! Pra completar nosso dia, a gestão celebração organizou dinâmicas que embasaram os corações fortalecendo o diálogo e o espírito coletivo. Não menos importante, recheamos nossa celebração com união e partilha: saudamos ao sol, fizemos um farto café e almoço comunitário cheio de abundância e ouvimos, entre as atividades, um CD com as músicas preferidas de cada um. Sarah S. Viana e Thais S. de Souza Fotos: Maria Fernanda Rosa Nossa instalação ornamental com elementos representativos de cada participante NAAC - Boletim n.3 - Setembro de 2017 08

[close]

p. 10

SEMGEPEC NAAC no SEMGEPEC – Educação no Campo? Tamo junto! Organizado pelo Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Educação no Campo – GEPEC, o I Seminário Internacional e IV Seminário Nacional de Estudos e Pesquisas sobre Educação no Campo aconteceu de 26 a 28 de Julho de 2017 na Universidade Federal de São Carlos - Campus São Carlos, apresentado o tema “Políticas educacionais para o meio rural na América Latina”, e reunindo um público de discentes e docentes de diversas áreas voltadas à educação, ciências sociais, e meio ambiente. A abertura contou com a dupla Prego Batido & Ponta Virada, da cidade de Mococa/SP, abordando a importância do resgate das raízes da cultura caipira. Na mesa de abertura oficial, intitulada “Panorama Geral da educação rural no Brasil”, os professores Dr. Luiz Bezerra Neto (UFSCar), Dra. Maria Cristina dos Santos Bezerra (UFSCar), e Dr. Marcos Cassin (USP) explanaram sobre a educação rural no âmbito internacional, tratando das diversas limitações como tempo, envolvimento dos educadores e recursos que possibilitem a realização dos projetos. Outro ponto tratado foi o conceito de educação no campo, considerado em outros países como educação rural/escola rural, e a invisibilidade destas instituições como objeto de pesquisa, causando sua consequente redução, ainda, pela influência do capital, não havendo garantia do acesso e permanência dos alunos, gerando uma necessidade contínua de superar as disparidades educacionais. Tratou-se também da dificuldade em pensar o campo e a cidade como duas faces da mesma moeda, ou seja, complementares. Ao se falar da escola do campo, é necessário definir-se primeiramente quem é o indivíduo. Ele vive no campo? E/ou vive do campo? 09 NAAC - Boletim n.3 - Setembro de 2017

[close]

p. 11

SEMGEPEC Na apresentação de trabalhos, o Núcleo de Agroecologia Apêtê Caapuã – NAAC expôs seu relato de experiência “PET Conexões UFSCar Sorocaba: extensão universitária e troca de saberes em assentamentos da região sorocabana”, construído pelas discentes Flávia Cristina Jesus dos Santos, Marcia Maria Mendes e Sarah Santos Viana, com apoio do Prof. Dr. Fernando Silveira Franco, através de uma instalação pedagógica, onde foram colocados elementos que representavam a trajetória do núcleo junto aos assentamentos da região sorocabana, e foram comentadas experiências agroecológicas dentro e fora da universidade. Apesar de muito se falar sobre assentamentos da reforma agrária durante a apresentação dos trabalhos, pouco foi falado sobre agroecologia, demonstrando o quão importante é a divulgação de relatos e pesquisas nesta área a fim de incentivar outras pessoas e comunidades a trabalharem o tema como linha educacional de alternativa de produção e soberania alimentar. Na conferência “Dominação de classes e educação para o campo” a Prof. Dra. Virginia Maria Gomes de Matos Fontes (UFF) contribuiu com sua fala a cerca do histórico da formação dos Conselhos, Institutos e Fundações de cunho privado e como isso contribuiu para elitização e principalmente privatização e controle da educação pública por empresas e órgãos privados e como isso influencia toda a dinâmica nacional da dominação de classes através dos sistemas educacionais no Brasil. Foto: FAI/UFSCar NAAC - Boletim n.3 - Setembro de 2017 10

[close]

p. 12

SEMGEPEC Já na Conferência Internacional: “Políticas Públicas Educacionais: A experiência cubana e colombiana”, o Prof. Dr. Alfonso Torres Carrillo (Universidad Pedagógica Nacional, Colômbia) falou sobre o currículo unificado que é seguido por todos os estudantes do país (ideia semelhante a da Base Nacional Comum Curricular – BNCC), e da dificuldade do acesso às universidades públicas pelos menos favorecidos, fazendo com que maior parte dos estudantes colombianos estudem em escolas privadas. Enquanto isso, em Cuba, de acordo com o relato do Prof. Dr. Juan Carlos Rodríguez (Universidad de Holguín, Cuba), há uma educação ambiental contextualizada, onde o campesinato é considerado patrimônio cultural. O modelo pedagógico é sustentado em categorias e princípios da educação popular, baseada nos ideais de Paulo Freire, com conceitos socioculturais, educação ambiental e educação não-formal. Lá, ensina-se que os produtos químicos são uma ameaça a um patrimônio agrícola milenar, além de contaminar o meio e afetar a saúde da população. Desta forma, vemos a importância dada aos conhecimentos, hábitos, tradições, habilidades, formas de trabalho e valores na construção da educação do campo. A educação pública é de extrema qualidade e todos têm a mesma oportunidade de acesso. Por fim, na Conferência: “Políticas educacionais e concepções pedagógicas na atualidade na América Latina”, os professores Dr. Flávio Reis dos Santos (UEG) e Dra. Ana Carolina Galvão Marsiglia (UFES) trataram da reforma do ensino médio, onde há desqualificação da profissão docente através da admissão de profissionais de notório saber, e falaram da importância de humanizar o ser humano durante o processo educativo. Outro ponto tratado foi a relevância do PRONERA na educação do campo, diminuindo a desigualdade de oportunidades através do acesso à educação superior pelas pessoas do meio rural. Marcia M. Mendes 11 NAAC - Boletim n.3 - Setembro de 2017

[close]

p. 13

ENNeas Encontro Nacional dos Núcleos de Estudo em Agroecologia: Um encontro para continuarmos sonhando juntos! Sistematização de Experiências dos Núcleos de agroecologia. “braço que envolve, palavra que conforta, silêncio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove. E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida.” Cora Coralina Se procurada no dicionário, a palavra “acolher” significa oferecer. Na acolhida do Encontro Nacional de Núcleos de Estudo em Agroecologia - ENNeas, nos foi oferecido carinho, aconchego e muito muito amor! Tinha dedicação em cada detalhe que foi organizado e pensado com tanto cuidado para acolher cada participante do Encontro: no sabonete, encontrado no banheiro; nas ervas, que estavam em cima de cada cama, que até pareciam ter sido escolhidas minuciosamente para cada participante e não deixadas ao acaso; nos pedacinhos de amor em forma de versos, também deixados em envelopes ao lado do travesseiro. NAAC - Boletim n.3 - Setembro de 2017 12

[close]

p. 14

ENNeas O evento inteiro foi tão bem pensado por cada organizador que não queríamos mais ir embora, e nem fomos! Sentimos que um pedaço de nós ficou com cada pessoa que trocamos a partir de um abraço apertado, um copo de suco compartilhado e uma prosa divertida durante os intervalos, doamos um pouco de nós ao escutar e contar histórias com tantas adversidades e conquistas em comum, e assim, nos conectamos. Sistematização de Experiências dos Núcleos de agroecologia. Raimundo Rego, Núcleo de Agroecologia de Cajuí (PI). Sistematização de Experiências dos Núcleos de agroecologia. Maria da Silva Soares, agricultora de Careiro da Várzea (AM). Houveram muitos momentos com relatos repletos de sentimento e entrega, e assim, percebemos como a presença de agricultores enriquece de forma imensurável todos ambientes de diálogo, mesmo que a representatividade se dê de forma limitada. Pois eles possuem sensibilidade no olhar e nos mostram como a agroecologia pode ser colocada em prática mesmo em meio a tanta desigualdade, eles representam a resistência viva! 13 NAAC - Boletim n.3 - Setembro de 2017

[close]

p. 15

ENNeas No ENNeas, houveram espaços de construção com diversas metodologias participativas, desde retomada da matriz de sistematização pelos NEAs de cada região, místicas e festejos, escrita coletiva, espaço com os ministérios englobando políticas públicas. E em meio a tantos espaços, ainda sobrou tempo para uma oficina de confecção de filtro dos sonhos, promovida pelo NAAC, na qual confeccionamos amizades também e boas energias. E assim, de mala e coração cheio, retornamos para Sorocaba, sabendo que temos agora um pouco de casa em cada canto do Brasil e muitos sonhos compartilhados! Érica Monteiro e Thais S. de Souza NAAC - Boletim n.3 - Setembro de 2017 14

[close]

Comments

no comments yet