Alagoas 200 Anos

 

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Alagoas: da separação de Pernambuco até os tempos atuais.

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Presidente do Conselho Estratégico Carlos Alberto Mendonça Diretor Executivo Luis Amorim Instituto Arnon de Mello (82) 3326-1604 Capa: Brasão de Alagoas - República (primeira metade do século XX) Contracapa: Vista da Praça Marechal Floriano Peixoto e cercanias (Maceió – primeira metade do século XX) Sobrecapa: Chapéu de Guerreiro Reverso: Primeiro Plano Urbano de Maceió (século XIX – Acervo da Biblioteca Nacional) Presidente Carlos Alberto Mendonça Coordenação Geral Leonardo Simões História Douglas Apratto Tenório Economia Cícero Péricles de Carvalho Geografia Rochana Campos de A. Lima Cultura Cármen Lúcia Dantas Revisão Flaviana Costa Patrícia Barros Fotografia Hamilton Cruz José Ronaldo Ricardo Lêdo Edição: Farol Editora & Marketing Gráficos do Capítulo de Economia Macley Cabral Nesta obra constam fotos de objetos pertencentes ao Acervo do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas (IHGAL) Algumas fotos constantes neste livro foram cedidas por “História de Alagoas em Fotos” (www.historiadealagoasemfotos.com.br) Direção de Arte e Diagramação Wellington Charles Cavalcanti Tratamento de Fotos Victor Paiva Impressão - Gráfica Moura Ramos - Tiragem - 15.000 Exemplares livrão_Alagoas_200_anos.indd 4 22/09/2017 16:39:06

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A316a Alagoas 200 Anos. Carlos Alberto Pinheiro Mendonça: Instituto Arnon de Mello Leonardo Simões: Coordenação Geral. Maceió - Núcleo de Projetos Especiais, 2017. 280 p.: Il.;color. ISBN: 978-85-99408-07-0 1 Alagoas - Brasil - Alagoas 200 Anos. História - Capítulos I,II,III,IV e V. Política Capítulo VI. Tenório, Douglas Apratto - Historiador. Economia - Capítulos VII e VIII. Carvalho, Cícero Péricles - Economista. Geografia - Capítulo IX. Lima, Rochana Campos - Geóloga. Cultura - Capítulos X e XI. Dantas, Cármen Lúcia - Museóloga. Comunicação - Capítulo XII. Costa, Flaviana - Jornalista. Revisão: Costa, Flaviana e Barros, Patrícia. Direção de Arte e Diagramação: Charles, Wellington. Fotógrafos: Alécio, José Ronaldo - Lêdo, Ricardo - da Silva, Hamilton. CDU: 981(813.5) livrão_Alagoas_200_anos.indd 5 22/09/2017 16:39:06

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Alagoas de Corpo Inteiro OInstituto ARNON de MELLO (IAM) tem a honra de entregar a Alagoas esta significativa obra. Um presente à altura da aniversariante. Afinal, não é todo dia que se completam dois séculos de História. Receba, nossa querida Alagoas, de todos os que tiveram uma participação neste trabalho, os votos de séculos e séculos de crescimento em harmonia, que a tornarão cada vez mais o berço e o chão querido e industrioso para os seus filhos e todos os que habitarão este solo. O IAM se sente particularmente orgulhoso por haver sido o instrumento dessa homenagem, culminância de um conjunto de obras que viemos publicando na última década sobre nosso Estado. Para os leitores que não acompanharam o florescer desse jardim de belas flores, vale recordar as memoráveis publicações: Enciclopédia Municípios de Alagoas, Alagoas Memorável – Patrimônio Arquitetônico, Mestres Artesãos das Alagoas, Alagoas Popular - Folguedos e Danças da Nossa Gente e Maceió Duzentos Anos. Procuramos, com isso, deixar nossa marca de forma indelével no tempo, como uma instituição responsável pelo resgate da memória alagoana. É de bom proceder a afirmação da identidade. Porque, sem ela, corre-se o risco de se perder valores essenciais à coesão social, ao humanismo e todos aqueles sentimentos que nos legaram os pretéritos, a quem devemos o compromisso da preservação dos mais altos valores éticos e cristãos. Um livro é uma síntese, são ideias, valores, lanterna na escuridão e bússola para o futuro. Assim construímos, tijolo a tijolo, passo a passo, uma sociedade. E nós a queremos civilizada, cheia de oportunidades para todos, hoje melhor do que ontem e um amanhã radioso. Os alagoanos e os não-alagoanos terão, ao se debruçarem sobre este trabalho, a oportunidade de enxergar Alagoas de corpo inteiro, cujas virtudes e defeitos são, como tudo que é humano, fruto das circunstâncias e da temporalidade. Nossos agradecimentos a todos os que contribuíram para que este trabalho chegasse à luz, a tempo e a hora, na data tão esperada. Parabéns aos Acadêmicos, doutores em suas especialidades, cujos nomes estão devidamente registrados. Aos demais profissionais que, com zelo e competência, tão bem se desincumbiram de seus trabalhos, nossos aplausos. Nossa homenagem póstuma à jornalista Ivone Apratto, que foi revisora da quase totalidade das obras acima elencadas. Enfim, agradecemos aos patrocinadores que têm sido parceiros diletos do Instituto Arnon de Mello. Muito Obrigado! Maceió, setembro de 2017. Carlos Alberto Mendonça Presidente do Instituto ARNON DE MELLO livrão_Alagoas_200_anos.indd 6 22/09/2017 16:39:06

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A Gazeta e os 200 Anos Mais uma vez, a Organização e o Instituto Arnon de Mello chamaram para si a responsabilidade de ajudar nossa população a conhecer melhor, admirar e compartilhar a História de Alagoas. A série de dez fascículos Alagoas 200 Anos, editada e distribuída aos seus assinantes pela Gazeta de Alagoas, reafirma esse compromisso. A comunicação, assim, cumpre seu papel social, transmite conhecimento, educa e civiliza. A iniciativa vem ao encontro da ideia central que moveu o Governo de Alagoas a organizar e incentivar as comemorações. O Bicentenário da Emancipação é a inspiração e a maneira mais democrática e eficaz de trazer a História de Alagoas – antes e depois de 1817 – para mais perto do homem comum do povo, do pai de família, da mulher trabalhadora, das nossas crianças e jovens. É um desafio nobre e construtivo, ao qual vem se somar esta coleção de fascículos sobre a formação histórica, econômica, geográfica e cultural do belo e fértil território apartado do sul de Pernambuco há duas centenas de anos. Estamos dando à História de Alagoas a sua verdadeira dimensão e importância como algo vivo, humano, útil, a melhor ferramenta para nosso povo se conhecer, descobrir suas origens, chorar suas desgraças, celebrar suas vitórias e avanços. Com esse espírito, mobilizamos Governo e socie- dade num esforço conjunto para fazer das comemorações do Bicentenário de Alagoas algo muito além da efeméride, um marco educativo para as gerações futuras. Assim foi pensado e assim está sendo feito. A escola foi definida como o principal polo concentrador e irradiador de toda a programação. Hoje, com as diversas atividades da programação mês a mês – e agora com os fascículos da Gazeta – nossa população conhece bem melhor os fatos, as figuras humanas, as lutas, as tradições culturais, as formas de arte; enfim, a vida que pulsa neste pedaço de terra amado por todos nós. Uma terra abençoada que na aurora dos tempos foi povoada pelo índio, e ao longo dos séculos dominada pelo colonizador português, construída pelo braço do escravo africano, cobiçada pelo pirata francês, invadida pelo holandês; um caldo cultural e humano que, nessa mistura de povos ao longo dessa aventura fascinante, fez de nós o que somos hoje, orgulhosamente brasileiros de Alagoas. A História que a Gazeta ajuda a narrar traz tudo isso para dentro de nossas casas, escolas e bibliotecas. Ela cumpre com louvor a sua parte na construção de um futuro melhor. Alagoas está de parabéns. Maceió, setembro de 2017. Renan Filho Governador de Alagoas livrão_Alagoas_200_anos.indd 7 22/09/2017 16:39:06

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Parabéns, Alagoas! Em dezembro de 2015, comemoramos o Bicentenário de Maceió, em memória à data em que a capital alagoana tornou-se independente da Vila das Alagoas, que posteriormente passaria a ser denominada Marechal Deodoro. A data se tornou o marco temporal que levaria ao histórico dia 16 de setembro de 1817, quando foi registrada a Emancipação Política do Estado de Alagoas, que, então, desmembrava-se de Pernambuco. Terra natal de importantes nomes da história do Brasil, como o proclamador da República e primeiro presidente, Marechal Deodoro da Fonseca, e de seu sucessor, o também Marechal Floriano Peixoto, Alagoas também figura na história como o Estado símbolo da liberdade, tendo em Zumbi dos Palmares sua figura mais representativa do ponto de vista das lutas pela igualdade racial e no Quilombo dos Palmares, sede de seu governo, o símbolo máximo da resistência contra a escravidão que nos envergonhava como nação. Inspirada nas conquistas dos que nos antecederam e com o espírito visionário de legar a memória às futuras gerações, a Organização Arnon de Mello e o Instituto Arnon de Mello se destacam neste movimento de valorização e de registro documental da nossa história. Assim como o fez no Bicentenário de Maceió, a Gazeta de Alagoas revisita sua reconhecida vocação de eternizar os mais notáveis feitos do povo alagoano. Testemunha da construção do nosso Estado, a Gazeta vai além das notícias diárias que publica há 83 anos, para reconstruir, pedra por pedra, 200 anos da história, memória e cultura da nossa terra. A publicação representa uma construção sólida, impressa em fascículos semanais que buscam retratar as mais marcantes passagens do bicentenário do Estado de Alagoas. Muito mais do que um marco cronológico, o registro do Bicentenário tem grande relevância social e educacional, uma vez que cada fato ou momento retratado na publicação revela feitos notáveis de pessoas, grupos ou segmentos de alagoanos que trabalharam pela consolidação de um povo aguerrido e ciente da importância do ser alagoano. O livro Alagoas 200 Anos é o registro da história rediviva, atualizada, em construção. A publicação que agora nos chega às mãos é o registro do nosso tempo, da história que escrevemos até aqui e que servirá de parâmetro para o testemunho que, no futuro, nossos filhos darão sobre a Alagoas que está por vir. Não se tenha, com isso, a impressão de uma história inacabada, mas de uma escrita dinâmica, impressa pelo amor que dedicamos a nossa Alagoas, aos nossos irmãos alagoanos e aos traços culturais que nos definem e nos identificam como povo guerreiro, forte e acolhedor. Parabéns, Alagoas! Maceió, setembro de 2017. Rui Palmeira Prefeito de Maceió livrão_Alagoas_200_anos.indd 8 22/09/2017 16:39:07

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História, Memória, Identidade Registrar a memória do Estado de Alagoas, oportunizando a esta geração e às futuras conhecer nosso passado a fim de compreender nosso presente e visualizar nosso futuro. Em linhas gerais, este é o fio condutor desta publicação, tão cuidadosamente produzida, organizada e publicada pela Organização e pelo Instituto Arnon de Mello. Assim como a publicação comemorativa da efeméride dos 200 anos de Maceió, vivenciada em 2015 em alto estilo pela Prefeitura da Capital e pelos seus munícipes, este livro traça o percurso histórico de nosso estado por meio da contribuição valorosa de estudiosos e pensadores de Alagoas, que nos auxiliam a conhecer nossas raízes e compreender a nossa história. É fato que há memórias enquadradas e lacunas em nossa trajetória que merecem maior esclarecimento e mais estudo, para além das mitologias ou dos reducionismos fomentados ao longo dos anos. Cito como exemplo o período da presença holandesa em Alagoas, mais que Calabar; a Alagoas da escravidão, para além de seus quilombos, como Palmares, em especial; o passado sangrento de nossa crônica política, brutal, violenta, e da qual não podemos nos esquecer; e nossa micro-história, ainda pouco desvendada. Entretanto, o fato de esta publicação se materiali- zar, mostra um imenso empenho para que as lacunas de nosso devir sejam preenchidas. Demonstra a força que possui uma iniciativa. Ressalva que engenhos como este – apresentar a história de Alagoas aos alagoanos – podem sim ter espaço e sucesso nesta terra, por vezes lamentada como lugar da desmemoria. Por isso, parabenizo com entusiasmo não somente a Organização e o Instituto Arnon de Mello, mas também saúdo os parceiros envolvidos neste projeto e, sobretudo, felicito os pesquisadores e o corpo técnico que, com dedicação ímpar, ofertam-nos este livro. Sobretudo, de parabéns está a população de Alagoas por poder contar com mais uma fonte de conhecimento sobre a história de nosso estado. Fonte esta que, certamente, confrontar-se-á com nossa historiografia, enriquecendo-a em muito. Que esta publicação e que a passagem dos 200 anos de Alagoas possam ser mais um passo para que pensemos no necessário avanço de nosso processo civilizador. Que esta publicação e que a passagem dos 200 anos de Alagoas possa catalisar processos necessários de reflexão em nosso estado, dois séculos depois ainda tão carente de outras emancipações no campo social, no campo político. E principalmente, que mais publicações como esta sejam produzidas, para o bem de nosso percurso de autoconhecimento enquanto povo e enquanto identidade. Enquanto Alagoas. Maceió, setembro de 2017. Clayton Santos Secretário de Comunicação Social de Maceió livrão_Alagoas_200_anos.indd 9 22/09/2017 16:39:07

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Nossa Alagoanidade Alagoas completa 200 anos de existência em 2017. Uma data que deve ser lembrada e reverenciada por todos nós. Mas que também deve servir de inspiração e reflexão para que possamos revisitar nossa história, nossas conquistas, lutas, desafios e problemas. Uma efeméride como esta não é algo que se esgote em si mesmo. É fundamental não só comemorar a data, mas também a celebração deve servir para fomentar o debate livre e plural de nossa formação como civilização, de nossa possível “alagoanidade”. O que nos une e o que nos afasta como sociedade. O que fomos capazes de construir ao longo de dois séculos de existência. O que vamos lograr para os nossos descendentes nos próximos séculos vindouros. Se conhecer e se sentir pertencente a uma história torna uma sociedade mais consciente e apta a construir seu futuro. Enfrentando os problemas de ontem e de hoje, indo em busca de soluções que provenham desenvolvimento econômico e justiça social. Buscar a preservação cultural e permitir a possibilidade do surgimento do novo, do inédito. Ser capaz de se reinventar como sociedade. O lançamento da obra Alagoas 200 Anos pelo Instituto Arnon de Mello se insere neste esforço de iluminar, desvendar e mostrar a nossa história até aqui. Uma contribuição inestimável para a construção de uma percepção mais clara e aguçada de nossa grandiosa jornada histórica. Cumpre o objetivo de nos tornar senhores de nossa trajetória através do conhecimento. Um estudo desta magnitude permitirá que pesquisadores, estudantes e professores tenham consolidado, em uma única obra, os dados e as informações necessárias para o completo entendimento de nossa sociedade. O que somos, como chegamos até aqui e o que queremos ser como civilização. Um grande presente de aniversário para os 200 anos de Alagoas. Maceió, setembro de 2017. Braskem livrão_Alagoas_200_anos.indd 10 22/09/2017 16:39:08

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Um Olhar no Tempo AHistória, que nos abre as cortinas do passado, é a possibilidade de um olhar crítico sobre os acontecimentos e, ao mesmo tempo, uma oportunidade de aprendizado, para se evitar repetir erros. Mas é também Antropologia, Teologia, Filosofia, Geografia, Ciência e drama trágico. Quando a circunscrevemos num tempo e num espaço, como é o caso deste Alagoas 200 Anos, estamos construindo um relato em dois sentidos: um geral, que poderá interessar a diferentes grupos humanos de distintas latitudes; outro, mais particular, a fim de informar àqueles que se sentem parte de um destino comum e que, neste caso, sãos os alagoanos. Desde que Heródoto de Halicarnasso inaugurou o registro dos acontecimentos e sua interpretação, há 2.400 anos, passamos a fazer História. E isso, certamente, nos diferencia daqueles ajuntamentos humanos que não conseguiram incluir-se nos sistemáticos registros feitos desde então. Ou seja, a História e suas ciências afins, a Arqueo- logia, a Antropologia, a Sociologia, a Genealogia, a Numismática, a Heráldica, a Paleografia, a Paleontologia, a Papirologia, a Epigrafria e a Filatelia nos conduzem pelos porões da memória. A história dos alagoanos é aquela que os formou e conformou nos limites de um tempo e de um território. Vista sob a perspectiva temporal, nos oferece a possibilidade de identificar os vícios e destacar qualidades intrínsecas dos que construíram essa epopeia em terras tropicais. Um dos méritos da História é dar vida àqueles que já desapareceram nas névoas do passado. E, no distanciamento das paixões momentâneas, aplicar, de forma mais justa, os pesos e as medidas sobre os acontecimentos e os vultos dessas distantes eras. Por fim, a História será, sempre, a vitória da memória sobre o esquecimento. E, também, a argamassa que une, em um só destino, as distintas vidas dessa experiência coletiva que construímos a cada época e da qual nos tornamos partes indeléveis, graças a ela. Maceió, setembro de 2017. Stefani B. Lins livrão_Alagoas_200_anos.indd 11 22/09/2017 16:39:08

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Índice HISTÓRIA Capítulo 1 A Pindorama Caeté – Alagoas na Pré-História Alagoas Antes dos Europeus O País dos Alagoanos Berço de Tradições Heroicas e Imortais Antepassados Indígenas Os Grupos Indígenas e sua Localização A Cultura Nativa na Pindorama A Pré-História: os Avós dos nossos Índios Espanhóis, Portugueses e as Grandes Navegações Choque Cultural Alagoas, uma Invenção Recente Uma Controvérsia Histórica A Vulnerabilidade Social e Cultural HISTÓRIA Capítulo 2 A Colônia Alagoas no Período Colonial - Os Portugueses A Questão da Morte do Bispo Sardinha Os Primeiros Núcleos de Povoamento A Igreja Católica e sua Influência A Presença Negra em Alagoas A Troia Negra dos Palmares A Invasão Holandesa em Alagoas A Guerra do Açúcar Calabar, o Bravo Mestiço Alagoano A Comarca das Alagoas livrão_Alagoas_200_anos.indd 12 18 20 21 23 24 25 26 29 32 33 35 36 39 40 41 43 45 48 50 54 56 57 59 60 22/09/2017 16:39:11

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HISTÓRIA Capítulo 3 A Província A Independência da Comarca das Alagoas (1817) Alagoas Turbulenta - Cabanos, Papa-Méis, Lisos e Cabeludos, Quebra-Quilos e Ronco da Abelha A Imprensa: Lisos e Cabeludos Uma Pequena Província com Muitos Jornais A Transferência da Capital Os Presidentes da Província de Alagoas Fatos Importantes da Segunda Fase do Império Alagoas no Século XIX O Desenvolvimento da Economia Os Ventos da Modernidade A Chegada das Estradas de Ferro HISTÓRIA Capítulo 4 A República Velha A Belle Époque e o Doce Marasmo da República Velha Um Século de Esperanças Uma Discriminação que não Cedia Espaço Os Agitados Primeiros Anos da República A Consolidação da República A Longa Era da Família Malta A Política das Salvações Batista Acioli e Fernandes Lima Costa Rego e Álvaro Paes livrão_Alagoas_200_anos.indd 13 62 63 66 68 69 70 71 73 74 76 78 80 84 85 86 88 90 92 95 98 101 104 22/09/2017 16:39:15

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HISTÓRIA Capítulo 5 A República Nova A Era dos Interventores Alagoas na República Nova Alagoas, a Saraievo Brasileira Horrores da Guerra: O Afundamento de Navios A Redemocratização de 1945 A “Poeira de Ouro” e os “Gafanhotos” A Indústria Têxtil e as Vilas Operárias Angiquinho, Patrimônio Histórico Chesf: o Sonho de Delmiro foi Concretizado Pindorama: A Ilha do Sonho no Verde do Latifúndio Petróleo: o “Ouro Negro” A Urbanização de Alagoas O Primeiro Impeachment na História do Brasil Governadores Eleitos por Via Indireta Alagoas tem um Terceiro Presidente da República Nova Intervenção Federal Os Desafios do Século XXI Exército Brasileiro - 100 Anos do 20º Batalhão de Caçadores em Alagoas 108 109 110 111 113 114 115 116 117 118 119 120 121 122 123 125 126 128 129 POLÍTICA Capítulo 6 O Protagonismo de Alagoas na Política Brasileira A Nobre e Demonizada Arte da Política O Início da Vida Política Alagoana (1835) Episódios e Figuras que nos Deixaram na Berlinda Alagoanos que Alcançaram Projeção na Política Brasileira Alagoanos e Rebeldes Uma Vida, Um Ideal livrão_Alagoas_200_anos.indd 14 130 131 132 132 135 147 149 22/09/2017 16:39:21

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ECONOMIA Capítulo 7 A Formação da Economia A Transição na Economia A Transição nos Aspectos Sociais O Modelo Antigo A Pecuária Antiga O Ciclo da Cana – Engenhos O Algodão e a Indústria Têxtil A Roça e as Culturas Comerciais O Petróleo A Infraestrutura Modernizadora 150 153 154 155 158 160 164 166 169 171 ECONOMIA Capítulo 8 A Modernidade A Transição - Século XXI (2000-2017) A Migração A Cana-de-Açúcar A Pecuária A Moderna Agricultura Familiar A Economia Urbana - Comércio & Serviços As Micro e Pequenas Empresas O Turismo em Busca de um Modelo A Indústria A Construção Civil O Motor da Modernização Federação das Indústrias do Estado de Alagoas - Atuando na Defesa da Livre Iniciativa no Setor Industrial Braskem - Quarenta Anos em Alagoas 174 175 178 179 181 182 183 184 186 188 191 193 200 201 livrão_Alagoas_200_anos.indd 15 22/09/2017 16:39:23

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GEOGRAFIA Capítulo 9 O Território, o Clima e a Paisagem O Espaço e a Gente de Alagoas (1817-2017) Ocupação do Espaço Alagoano (1501-2017) Localização Capital Natural Geomorfologia Unidades de Conservação Urbanização e Cidades Alagoas - Regiões Metropolitanas Evolução Populacional CULTURA Capítulo 10 Epopeia de 200 Anos Os Ecos Híbridos dos Primeiros Tempos Do Cruzamento Étnico à Formação Cultural A Opressão Colonizadora e a Estética Dominante Ideologia Cívica e Perfil Urbanístico Europeu (Século XIX) Caminhos Literários e Artísticos dos Oitocentos Academismo do Século XIX “Terra das Alagoas” - A visão crítica de Adalberto Marroquim livrão_Alagoas_200_anos.indd 16 202 205 207 213 214 216 218 220 221 222 226 228 230 232 235 237 240 243 22/09/2017 16:39:25

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