Revista Planeta Kids edição 31

 

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Nosso conteúdo editorial aborda temas que são de extrema relevância aos educadores e essencial na vida dos pais, temas que não se limitam aos assuntos regionais e com prazo de validade.

Popular Pages


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Setembro/Outubro/Novembro 2017 | Edição 31 Brincar ao ar livre aumenta anticorpos e a alegria. O pai é insubstituível na formação da criança. efDidelhusoicgsauçeaãfloidlhdaadese. na Ddieacdidaifreocusenxdoaçdãoobpeobdêe? Pressão alta atinge crianças e adolescentes.

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LOJAS SAVASSI - Av. Getúlio Vargas, 1.489 - (31) 3264-5745 / 3264-5748 - lojasavassi@portinfo.com.br LOURDES - Av. do Contorno, 7.060 - (31) 3227-2277 - lojalourdes@portinfo.com.br PRADO - Av. Tereza Cristina, 115 - (31) 3349-5050 / 3349-5051 - lojaprado@portinfo.com.br CENTRO - R. Espírito Santo, 801 - (31) 3213-3074 / 3213-2143 - lojacentro@portinfo.com.br BETIM - Av. Edméia Mattos Lazzarotti, 1.503 - Angola - (31) 3515-5575 - port-betim@portinfo.com.br

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ÍNDICE 16 24 26 8 Quando o afeto garante a aprendizagem 10 Educação nutricional: um hábito a ser cultivado na escola e em casa 12 Precisamos falar sobre gênero 14 Dia da fecundação pode decidir o sexo do bebê 16 O pai é insubstituível na formação da criança 18 Brincar ao ar livre aumenta anticorpos e a alegria 20 De qualquer estilo, boa música ajuda a criança a se desenvolver 22 O valor de educar para a vivência da tolerância e o respeito às diferenças 24 Pressão alta atinge crianças e adolescentes 26 Desigualdade na educação de filhos e filhas 28 Acompanhante 30 CrônicacomGuiomardeGrammont:Olobobom Capa Ana Beatriz Carvalho Gontijo. Foto da capa: Camila Leão Fotografia Expediente Setembro, Outubro, Novembro 2017 ANO 9 - Edição 31 Diretor: Leonardo de Paula Editora: Ana Paula Meireles Assessora Jurídica: Carolina Benetti Jornalismo: Luciana de Freitas e Flávia Penido Revisão de Texto: Cecilia Euterpe Design e Diagramação: Dircelan Souza Web Designer: Construsite Brasil Colunistas: Guiomar de Grammont, Emiro Barbini, Cida Lopes, José Donizetti dos Santos, Denise Campos Duarte. Periodicidade: Trimestral Tiragem: 18 mil exemplares Os anúncios e informações publicadas são de inteira responsabilidade de seus autores. É permitida a reprodução total ou parcial do conteúdo desta revista, com prévia autorização. revistaplanetakids.com.br contato@revistaplanetakids.com.br Para anunciar e assinar ligue: (31) 3568.5001 RETIRE SUA REVISTA NOS NOSSOS PONTOS DE DISTRIBUIÇÃO: Shoppings Del Rey, Cidade, Boulevard, BH, Pátio Savassi, Loja Savassi, Paragem, Minas, Itaú Power, Estação, Big Shopping, Via Shopping, Betim Shopping. Blitz em escolas, parques, praças, clubes e eventos. Acompanhe nosso Facebook e saiba onde acontecerão as blitz. Escolas particulares atraves do SINEP-MG (Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais) NOVO SITE! WWW.REVISTAPLANETAKIDS.COM.BR CURTA nossa FAN PAGE no /revistaplanetakids @planetakiids Veja as edições on-line revistaplanetakids.com.br

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QUANDO O AFETO GARANTE A APRENDIZAGEM Oaprender é uma magia para quem aprende e para quem ensina. Mais do que transmitir conhecimento, todo educador é uma referência para aqueles que passam por nossas salas, isto, talvez seja, o que há de mais significativo na nossa missão “Cuidar de quem se desenvolve, a sala de aula também é lugar de aprender a ser feliz.” ( Amparo. Caridade) Mas, para poder ensinar a felicidade, cabe a nós sermos sempre um aprendiz de ser feliz. Sem dúvida nenhuma, nesse momento, a pratica torna-se soberana à teoria. A coerência, simplicidade e a verdade, nos tornasignificativos para o outro. Ser verdadeiro é exercer também o limite. É receber do aluno o que ele é capaz de dar. O limite demarca a liberdade, dá segurança,revela o cuidado, cria cumplicidade. O que nos incomoda não é o limite e sim a injustiça e a incoerência. Limitar também é demonstrar e ensinar a afetividade. E a afetividade se aprende através do afeto. É ele que nutri o valor ao ser humano e nos torna especiais , únicos. O afeto nos desnuda, porque também nos coloca em contato com as nossas dificuldades. Por isto, muitas vezes, é difícil lidar com ele, tanto no dar como no receber. Amparo Caridade comenta: “O outro não é mais o mesmo depois que é amado. O afeto dispara em sua potencialidade de aprendiz, porque gera-se um acreditar em si, um gostar-se, um reconhecer-se capaz.... “Por isso precisamos tanto, dar e receber afeto. Ele nos faz nascer para o outro e para nós.Quando isso acontece, instala- se o desassossego de sermos cada vez mais. 8 revistaplanetakids.com.br Se voltarmos na nossa história, na nossa vida escolar, relembraremos as marcas de amor ou desamor registradas em nós: um gesto, uma palavra, um olhar que nos tornou mais capazes ou nos fez sentir mais impotentes. Com certeza, então, saberemos como o afeto pode abrir ou fechar a porta para o aprender, pois, várias experiências positivas leva à repetição e várias experiências negativas leva a evitação . É um doce descobrir ou um amargo evitar. Como educadores, sempre criamos ou procuramos o que há de mais eficiente para revelar e desenvolver a capacidade cognitiva dos alunos, mas faltamos no cuidado de desvendar a sua capacidade afetiva. É claro que as informações são importantes, mas a formação é estruturante. Olhamos o mundo com nossos olhos e desejos internos. É a partir dos nossos valores que nos posicionamos diante de nós, do outro e diante da vida. Fechamos os ouvidos e os olhos, quando fechamos o coração. Cida Lopes Psicóloga, Sexóloga, Educadora Sexual Autora de livros sobre a Sexualidade Humana

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Diversão pra família toda. Enquanto os adultos se jogam no rodízio, a criançada brinca à vontade no Espaço Kids. Cineminha Brinquedos interativos Fliperama 2 Piscinas de bolinhas (divididas por idade) Xbox Atividades de pintar e colorir AQUI É MAIS GOSTOSO BRINCAR. Reservas: (31) 3426-1100 Av. Cristiano Machado, 4000 babybeefbh.com.br 9revistaplanetakids.com.br

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Educação nutricional: um hábito a ser cultivado na escola e em casa Por Maiara Deslandes A educação nutricional tem uma grande importância em relação à promoção de hábitos alimentares saudáveis desde a infância. Ela proporciona às crianças um bom estado físico e mental, além de contribuir para a redução dos riscos de doenças que ocasionalmente surgem na vida adulta. Algumas ações realizadas no ambiente escolar contribuem para a formação de hábitos alimentares saudáveis e facilitam o consumo desses alimentos pelas crianças e adolescentes. Essa educação deve ser executada de forma lúdica, imergindo a criança em um mundo que envolve fantasia e alimentação. Assim, são apresentados conhecimentos necessários e básicos para promover hábitos de uma alimentação completa, adequada e variada. A participação dos familiares nesse processo é muito importante. A criança tende a copiar os hábitos praticados em casa. Aquele famoso ditado: “faça o que eu falo e não o que eu faço” não funciona com os pequenos. Nesse momento, a escola entra com um papel importante, ao difundir novos hábitos a serem estendidos para a casa das crianças. O Coleguium Rede de Ensino valoriza essa premissa e, para isso, conta com um programa completo de educação nutricional. Nas unidades da escola, o momento das refeições é um misto de educação com brincadeira. No intervalo, dois tipos de fruta e dois tipos de suco são garantidos, além de um carboidrato com o devido equilíbrio nutricional e um complemento, que pode ser um leite fermentado ou um iogurte. 10 revistaplanetakids.com.br O momento da educação nutricional não para por aí. A escola tem também um importante papel de tornar a alimentação mais atrativa para os pequenos. Para isso, a forma de preparação do que será consumido e a sua apresentação visual são fundamentais. No Coleguium, os lanches são preparados com carinho e cuidado pelas cantineiras, que o fazem de forma atrativa. Os alimentos têm, por exemplo, desenhos de carinhas e formas geométricas que atraem os alunos. Além disso, a escola usa uma importante estratégia para ensinar os alunos a importância de uma boa alimentação. A nutricionista se fantasia de personagens e visita as salas para explicar de forma lúdica e acessível os nutrientes dos alimentos. No entanto, a orientação nutricional deve extrapolar a sala de aula. Desse modo, o Coleguium também conta com o auxílio da nutricionista para informar aos pais como está a alimentação do aluno na escola. Desse modo, a profissional sugere ações a serem feitas em casa quando há resistência a um alimento específico. Ademais, os pais recebem informações sobre o peso adequado para o filho e contam com palestras para sobre nutrição infantil. Maiara Deslandes é Nutricionista no Coleguium Rede de Ensino, Graduada em Nutrição pelo Centro Universitário UniBH e Pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional e Informática em Saúde.

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Arthur Andrade Reis | Infantil 5 11revistaplanetakids.com.br

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precisamos falar sobre gênero Recentemente, a imprensa mineira noticiou que um grupo de pais de um tradicional colégio de Belo Horizonte havia feito um abaixo assinado e uma notificação extrajudicial contra a inclusão de temas relacionados à gênero e sexualidade no plano pedagógico da escola. O colégio, que manteve sua posição, disse que seu projeto pedagógico contempla a sociedade pluralista em que vivemos, abordando, de forma dialogal e respeitosa, os desafios do mundo contemporâneo. O Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais (SINEP/MG) veio a público manifestar apoio e solidariedade à escola. O SINEP/MG, que já ofereceu cursos aos diretores de escolas associadas sobre o tema, está atento aos desafios da atualidade e entende que a promoção ao respeito e tolerância, presentes na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, deve ser cumprido por todas as escolas particulares. Ao contrário do que muita gente tem pensado e disseminado nas redes sociais, as discussões sobre gênero e orientação sexual na escola não partem do objetivo de ensinar aos alunos que todos nós nascemos sem gênero definido e que, socialmente, ele é construído. Esta teoria até existe e tem sido discutida em algumas universidades: chama-se Teoria Queer, da filósofa norte-americana Judith Buttler, mas é apenas uma teoria acadêmica e está longe de ser implementada em nossas escolas. A palavra gênero não implica uma teoria, mas sim uma identidade, que é um processo individual do indivíduo, assim como se dá a orientação sexual. Diversos países desenvolvidos e com uma educação internacionalmente reconhecida, como a Finlândia, a Dinamarca, Alemanha e até mesmo os Estados Unidos tem debatido a questão em suas salas de aula. E até hoje não se sabe de um único professor que tenha influenciado na orientação sexual ou na identidade de gênero de qualquer um de seus alunos. No Brasil, o que nossos alunos precisam aprender é que a diversidade é a grande marca do mundo. Enquanto educador, penso que a escola, de forma técnica, profissional e competente, deve falar destes temas para diminuir o choque e evitar o senso comum. É direito da escola e dos pais optarem por qual recorte vão fazer na educação, mas mesmo a escola mais reacionária ou a mais conservadora possível vai enfrentar o fato de a sociedade é maior do que ela mesma. É saudável que tanto os pais quanto a escola preparem o aluno para o planeta. A diversidade é a marca do mundo, temos uma variedade enorme de comportamentos, de 12 revistaplanetakids.com.br identidades, de orientações sexuais. O Brasil é campeão de crimes contra a população LGBT e, quando a escola não trata este tema em sala de aula, permite-se que o preconceito e o senso comum dominem. Ao contrário do que os conservadores pensam, o ensino de gênero impede os problemas e não o contrário. Acredito que o processo educativo não se dá apenas na preparação dos alunos para enfrentar os desafios acadêmicos e profissionais, mas também na construção de cidadãos melhores, aptos a construir um mundo mais justo, fraterno e livre de conflitos. Os pais devem ver com mais absoluta tranquilidade quando a escola aborda temas recorrente na atualidade, como o racismo, machismo, inclusão de pessoas com deficiência e a LGBTfobia. Todas as pessoas nascem diferentes uma das outras e devem conviver de forma harmônica. As instituições particulares de ensino prezam pela contratação de uma equipe preparada e todos os temas abordados em sala de aula são previamente discutidos e analisados de forma séria e ética. Nem a escola – e qualquer instituição – tem o papel de tentar manipular ou interferir na orientação ou na identidade de alguém, mas pode ajudar a instaurar a cultura do respeito às diferenças e preparar os alunos a compreender um mundo tão plural e diverso. É preciso entender que o mundo evolui e a escola, como grande promovedora da educação e formação cidadã, não pode ficar para trás. Há poucas décadas, em alguns lugares do mundo, negros eram proibidos de frequentar as universidades, de utilizar banheiros comuns, de concorrer a concursos públicos. E a grande maioria achava a atitude correta. Há poucas décadas, mulheres também eram impedidas de votar, de trabalhar, de dirigir veículos. Até hoje, pesquisas apontam que a diferença de salário entre homens e mulheres que ocupam o mesmo cargo ainda é significativa. O mundo é desigual, injusto e muita coisa ainda precisa ser feita para que todas as pessoas, independente de cor da pele, gênero ou orientação sexual possam usufruir uma vida digna e com oportunidades. Vamos fazer nossa parte? Prof. Emiro Barbini Proprietário do Colégio M2 Presidente do Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais (SINEP/MG), Federação dos Estabelecimentos de Ensino de Minas Gerais (FENEN/MG)

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O caminho mais seguro para uma educação de qualidade Antes de fazer a matrícula, exija o selo escola legal A escola que detém o selo possui ética, con ança e qualidade. Con ra as escolas certi cadas no site: www.escolalegal.org.br

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Dia da fecundação pode decidir o sexo do bebê A pós alguns anos de estudo na área da fertilidade, foi descoberto que o espermatozoide é o r e s p o n s á v e l p o r d e t e r m i n a r o s e x o d o b e b ê . To d o óvulo é feminino (X), enquanto o espermatozoide pode ser feminino (X) ou masculino (Y). A combinação XX r e s u l t a n u m a m e n i n a , e a c o m b i n a ç ã o X Y, n u m m e n i n o . O cromossomo Y, ao contrário do X, vive menos, mas é mais rápido e mais leve, e por isso tende a alcançar o óvulo primeiro. Por esse motivo, se a mulher quiser aumentar as chances de 50% para 80% na escolha no sexo da criança, o dia da relação sexual deve estar de acordo com a ovulação. Para ter mais chances de vir um menino, o ideal é ter a relação no dia exato da ovulação, pois assim o encontro do espermatozoide com o óvulo é mais rápido. E para engravidar de uma menina, o ideal é ter relação dois dias antes da ovulação, para que o espermatozoide feminino, que é mais lento e vive mais, dure mais tempo percorrendo todo o caminho até chegar ao óvulo. Apesar do método parecer fácil, vale lembrar que ele não é infalível, afinal, as chances aumentam, mas não g a r a n t e m o s e x o d e s e j a d o . Ta m b é m é p o s s í v e l q u e h a j a algumas dificuldades, pois nem todas as mulheres, por falta de tempo ou atenção devido à rotina, ou até por falta de conhecimento do próprio corpo, sabem o dia exato da ovulação. Para facilitar a vida de quem quer saber com precisão os dias mais férteis do ciclo menstrual, uma dica é recorrer aos testes de farmácia, que são rápidos e seguros, e que podem ser feitos em casa. Os testes têm cerca de 99% de eficácia e ajudam a mulher descobrir os dias de maior fertilidade através do pico de LH, que ocorre de 24 a 48 horas antes da ovulação. 14 revistaplanetakids.com.br

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