Petcomarca19deagosto2017

 

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Garça/SP, 19 de agosto de 2017 Brinquedos fazem bem para os pets Página 3 Como amenizar a queda de pelos Página 6 Saiba como escolher a ração certa Página 4 Vai se mudar? Saiba como adaptar seu bichano ao novo lar Página 7 10 sinais para saber se o gato está saudável Página 2

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2 10 sinais de gatos saudáveis Eles estão sempre aprontando alguma peripécia e quando o comportamento muda é sinal de alguma coisa não vai muito bem. Gatos, por característica, escondem um eventual problema e quando o o tutor percebe o estágio de uma doença pode estar avançado, di- cultando o tratamento. Por isso, observar alguns detalhes poderá ajudar a identi car se está tudo bem. Uma regra básica é que todo gato quando está bem de saúde mantém as brincadeiras pela casa e está sempre alerta, pronto para atacar suas “vítimas”. Então, se ele car retraído e sem dar atenção para as brincadeiras que estava acostumado a gostar, é hora de procurar um veterinário. Existem vários outros sinais que podem indicar que é hora de procurar um especialista. Ele deve estar com os olhos brilhantes, com as orelhas limpas e se alimentando bem, por exemplo. Con- ra abaixo 10 dicas para saber se está tudo bem com seu gato. Saiba o que conferir seuOglahtoosdbervielmhaenstteasr:soesmoplrheoasledrotas e sem demonstrarem manchas ou sombras na parte colorida. Excesso de secreção ou sujeira ao redor dos olhos também podem ser maus sinais. Além disso, a terceira pálpebra não deve estar visível. dávOerieslhnaãsolidmepvaesm: orelhas sauapresentar sujeiras, odores, machucados ou desgastes na pele ou pelagem. umFogcaitnohsoauldimávpeol :taomfobcéimnhdoedvee estar limpo e livre de desgastes ou machucados. Espirros ou corrimento em excesso podem ser sinais de que é hora de levar o seu felino ao veterinário. naPs,emleaencphealasgveemrmsealuhdasávoeuiss:insaarisde pulgas e carrapatos devem ser analisadas com muito cuidado, assim como falhas na pelagem. Pelos brilhantes e macios são sinais de boa nutrição e saúde! obsAerpveatriotes hbáobmito:séaliimnteenrteasrseasndtoe seu gato em um período saudável para que você possa fazer comparações futuras. Saber quanto de ração para gatos seu bichano consome diariamente poderá te ajudar a detectar perda ou excesso de apetite no futuro, e o mesmo deve acontecer com o consumo diário de água. obPeseosonãidoesaelj:aauinmdaboqmuesuinmal,guamto gato muito magro também pode estar apresentando problemas de saúde. Converse com seu veterinário sobre o peso ideal para a idade e porte do seu felino e, em seguida, analise a melhor dieta para mantê-lo dentro de uma margem saudável.  Temperatura e tcoasrdcíaarcdoíascnoos rdme auims: boas tbimatiemnetonsgato podem variar entre 110 e 240 por minuto, enquanto um gato adulto possui temperatura média de 37ºC. Visi- tas frequentes ao seu veterinário de con ança podem assegurar que os sinais vitais do seu gato estão dentro do normal! mdoaCissoe:mucopfemolirnotaoem?stEeánleatoecseatiráxoautirdnienaaannroedrioaou defecando em quantidades e intervalos regulares? Ele tem brincado, cochilado e participado da rotina normal da casa? As variações destas atividades básicas podem indicar problemas. feliBzaésbtarinntceadlhiãspo,oastilçéãtioc:ouemalegrattao. Você sabe como é o comportamento do seu gato, não sabe? Saiba que qualquer variação no comportamento dos gatos pode ser sinal de que algo está errado, portanto não hesite em contatar seu veterinário a qualquer momento que você julgar necessário! nosVsoaacrintigaoçãsooberemvadciina:açcãoonpfairraa gatos e se certi que de que seu felino está em dia com as vacinas básicas.

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3 Brinquedos têm sua função Eles ajudam no desenvolvimento de cachorros e gatos Filhotes de cachorros e gatos precisam brincar para desenvolver a personalidade afetiva e também um físico saudável. As brincadeiras são essenciais, pois, trazem para o lhote um desenvolvimento cardiovascular ideal, coordenação motora, equilíbrio, lubri- cação nas articulações e, além disso, desenvolve o instinto de caça e proteção. Além disso, é uma maneira de mantê-lo distraído quando ele tiver que car sozinho. Para os lhotes, bolinhas macias, mordedores específicos e ossos exíveis são os mais indicados, pois ajudam a aliviar a coceira dos dentes. Já para os adultos, os ossos de nó, palitos de nylon e os brinquedos de borracha são ótimos para distraí-los. Os animais de grande porte podem engolir brinquedos muito pequenos e é preciso se atentar a isso na hora de fazer es- colhas. E, em contrapartida, os pequenos podem não conseguir brincar se o presente for muito grande. Por isso, não é qualquer um que serve para o seu pet. É preciso avaliar as características físicas dele para ver qual brinquedo se encaixa melhor. Na dúvida, a melhor alternativa é aproveitar a visita ao veterinário para obter algumas indicações. Para quem tem um animal bem agitado, conforme especialistas da Petix, fabricante de brinquedos, o melhor são os mais resistentes, e sem barulho, pois isso pode deixá-lo ainda mais agitado. E para os animais quietinhos, os brinquedos com sons são os mais aconselhados, pois, conseguem desenvolver uma curiosidade do animal. É importante lembrar que brincadeiras violentas e que assustam os lhotes estão fora de cogitação, pois, podem gerar um trauma no animal.

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4 Como escolher a ração? Tutores devem levar em conta, principalmente, a idade do pet Um cachorro saudável é reflexo da boa alimentação que lhe é proporcionada. Assim como os humanos, os cães necessitam de nutrientes que são essenciais a sua saúde, entrando aí a importância de se escolher uma ração de qualidade. Quem tem um cachorro, ou até mesmo um gato em casa, entende muito bem todo o amor que dispensamos ao nosso pet, a nal para os tutores, eles são considerados parte da família. Os cães, conforme especialistas do Vet Quality Centro Veterinário, de São Paulo, possuem necessidades nutricionais que variam de acordo com sua idade, porte e até mesmo o modo como são criados. Por isso, é importante escolher uma ração para cachorro que esteja de acordo com a atual realidade do pet. Há três tipos de ração: standard, premium e super premium. A diferença entre elas está basicamente na qualidade, sendo que as duas últimas são mais completas e com maior nível de digestibilidade e aproveitamento se comparadas a primeira. Quando filhotes, os cachorros necessitam de alto nível de proteína para que tenham um desenvolvimento saudável. Esse nutriente contribui para o fortalecimento da imunidade do lhote e formação dos tecidos corporais. A partir do momento em que o cachorro entra na vida adulta, suas necessidades nutricionais mudam: são nutrientes diferentes e níveis de exigência nutricional variado. A dieta dos adultos também deve conter antioxidantes, como a vitamina E, que combate os radicais livres. Por m, já na fase sênior, eles necessitam de uma ração com menos fósforo e proteínas. Outro importante fator, é o porte do cachorro. Um animal pequeno, normalmente é mais ativo, exigindo uma ração que lhe forneça energia. Para um cachorro grande, a ração deve conter glico- saminoglicanos, como a condroitina. Esses polímeros atuam nas articulações desses animais, que devido ao seu tamanho tendem a desenvolver doenças ortopédicas. O estilo de vida também influencia no momento de comprar a ração para cachorro. Isso porque se eles levam uma vida ativa, deverão ser alimentados com ração que lhes forneça bom valor energético. Devido a sua importância para a nutrição dos cachorros, é necessário que a proteína seja de boa digestibilidade, pois somente assim o organismo desses pets aproveitará os nutrientes de forma satisfatória. Não há dúvidas de que uma alimentação adequada é essencial para manutenção da saúde de um cão. A nal, a ração para cachorro deve atender as exigências nutricionais do animal, que deve ser levado regularmente ao veterinário. Assim, serão diagnosticadas possíveis alergias ou problemas que exijam o consumo de ração específica. Certas raças apresentam predis- Leve em conta  Considere a idade e o porte do seu cão  Leve-o à clínica veterinária para saber possíveis de- ciências nutricionais e poder fornecer a ele a ração e quantidade especí ca  A ração deverá ser de boa digestibilidade ao cão  Também deverá suprir as necessidades energéticas do cachorro, suprindo o seu gasto de energia  Dê preferência por uma ração para cachorro super premium sempre que possível, pois os benefícios costumam compensam o custo mais elevado posição a determinadas doenças. O Golden, por exemplo, tem tendência a desenvolver problemas ortopédicos. O yorkshire, por sua vez, apresenta problemas relacionados ao estômago. O dono deve estar atento a esses detalhes no momento de escolher a ração para cachorro. A alimentação proporcionada ao cão inuencia em sua qualidade de vida, pois assim tem-se um animal forte, resistente e livre de inúmeras doenças.

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Pets também sentem frio Nos meses mais frios eles ainda ficam mais suscetíveis a doenças Além disso, não é aconselhável tirar o seu cão da caminha ou cobertor e levá-lo direto para passear. “Se o seu animal de estimação vive dentro de casa, uma boa dica é dar uma volta dentro da própria casa e passar por cômodos mais gelados, 5 como a cozinha, antes de enfrentar o frio que vem da rua”, aconselha. Cães que vivem em quintal precisam também de uma atenção especial, jamais deixe-o sem abrigo nos dias mais frios, o ideal é deixar uma caminha, cobertor ou algo quentinho onde ele possa deitar e se aquecer. Veja três dicas para proteger seu pet: Assim como os humanos, os pets sentem os efeitos das temperaturas baixas e também cam mais suscetíveis a doenças respiratórias. Durante a época de frio, é importante prestar atenção na mudança de temperatura entre os ambientes. Os cães e gatos possuem uma temperatura corporal mais alta do que a de uma pessoa, que varia entre 38 e 39 graus. Sair do conforto quentinho de casa para o vento e o asfalto frio da rua pode trazer alguns riscos.. Segundo Karen Neves, especialista em pets e proprietária do pet shop online Zen Animal, os cães e gatos nessa época do ano são tão suscetíveis ao frio como os humanos. Se o cão estiver tosado por exemplo é essencial que o tutor o proteja com alguma roupinha ou agasalho, ela ressalta ainda que o ideal é evitar tosas muito curtas nessa época do ano. Dica 1 - Caso esteja acostumado a levar o seu pet em lugares com outros animais, lembre-se que os veterinários recomendam vaciná-lo anualmente para deixá-lo mais resistente às doenças respiratórias. Os sintomas mais comuns de gripes e resfriados nos pets são os espirros, falta de apetite, nariz escorrendo e apatia. Vale lembrar que a gripe humana não passa para o seu gatinho ou cão, então não se preocupe. Dica 2 - As roupinhas, agasalhos, mantas e cobertores são sempre ótimos aliados contra o frio, principalmente para as regiões mais frias do Bra- sil, onde a temperatura cai bastante durante a noite. É recomendado acostumar os animais desde pequenos com os acessórios e lembrar que os lhotes e os cães idosos sentem mais frio e possuem imunidade mais baixa. Já existem no mercado diversas opções para proteger o pet durante as madrugadas frias. Modelos de pijaminhas personalizados feitos em algodão ou soft, estão entre as novidades e são indicados principalmente para os cães e gatos que preferem dormir no chão ou embaixo da mobília. Vale lembrar que alguns gatinhos também adoram roupinha quando está frio. Dica 3 - Uma dica muito útil é reparar no comportamento do cachorro ou do gatinho. Eles podem não utilizar palavras para nos dizer algo, mas o seu estado anímico e a linguagem corporal são os principais meios deles nos mostrarem do que precisam. Se o seu cãozinho está com frio, por exemplo, ele provavelmente irá se esconder em um cantinho mais quente, bem encolhido para proteger o focinho do tempo gelado. Alguns chegam até a tremer quando sentem frio ou escondem o focinho.

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6 Amenize a queda de pelos Cães e gatos costumam trocar pelos duas vezes por ano Ter um animal de estimação é uma constante alegria, mas encontrar pelos pela casa e nas roupas pode causar desconforto. Faz parte da natureza de cães e gatos trocar a pelagem em determinadas épocas do ano e são nesses momentos que as bolas de pelo começam a incomodar. Saiba como cuidar da pelagem dos pets e amenizar as quedas. Cães e gatos costumam trocar de pelos duas vezes ao ano, uma na primavera, para se prepararem para o verão, e outra no outono, para enfrentar o clima frio que vem em seguida. Durante o verão, em que os dias são mais longos, a troca de pelos acontece para que o bichinho se adapte ao clima quente. Na temporada fria, a pelagem do animal cresce e ca mais volumosa para que ele possa se proteger das baixas temperaturas. Entretanto, como o Brasil é um país tropical e as estações não são bem de nidas, é possível per- ceber as quedas o ano inteiro. Apesar disso, elas são mais frequentes nos meses que antecedem as estações de clima mais extremo. Cães com pelagem mais longa trocam seus pelos com menor frequência que os de pelo curto. Isso se dá, pois, essas raças apresentam pelagem de crescimento contínuo, enquanto as raças de pelo curto apresentam troca à medida que os novos pelos crescem. Além disso, cães com pelos longos como Maltês, Yorkshire e Poodle exigem um cuidado maior com as tosas, escovações e limpezas, o que ameniza a dispersão de pelos. Já em gatos, a situação é diferente. Os felinos perdem pelos na proporção do comprimento, ou seja, gatos de pelagem longa perdem mais pelos que os demais. E como não é da natureza dos gatos tomar banho, percebe-se uma queda ainda maior, mas mais concentrada: as famosas bolas de pelos provocadas pelo lambe-lambe desses animais. Para amenizar a queda de pelos, a gerente técnica da Farmina Pet Foods, Karina Venturelli, dá dicas práticas que podem ser facilmente incorporadas ao dia a dia de quem tem um animal em casa.“Escovar os pets e dar banhos regularmente em cães ajudam na manutenção da troca da pelagem”. Segundo a médica veterinária, não há uma frequência exata para escovação: varia de acordo com a necessidade de cada animal, do tipo de pelo e de como ele se alimenta. “Quanto mais adequada for a alimentação, menor será a queda de pelos e, consequentemente, a frequência com que se tem que escovar o pet”, explica. Lembrando que a escovação é um ato de carinho e cuidado entre o dono e seu bichinho de estimação. Ao escolher uma ração, é importante veri car os níveis de ácidos graxos do produto, principalmente ômega 3 e ômega 6, já que essas substâncias são essenciais para manter o brilho da pelagem e amenizar as quedas. “Baixo teor de vitamina A, carência de aminoácidos ou uma quantidade insuficiente de proteína na alimentação dos pets são fatores que podem causar a queda de pelos, por isso é importante escolher bem o alimento do animal”. Outro cuidado é eleger um alimento adequado à idade e ao porte do pet. COMO LIMPAR? Há diversas maneiras de retirar os pelos da casa e das roupas. Uma alternativa é aspirar a casa a cada dois dias. Para quem tem menos tempo durante a semana, a opção pode ser usar um rolo aderente nas roupas e até no sofá. E quando você sai de casa e só então percebe que a roupa está cheia de pelos? Fácil! A dica é umedecer as mãos com um pouco de água e ir batendo na roupa de cima para baixo, até todos os pelos saírem. As medidas servem para eliminar os pelos, mas, para amenizar a queda, é imprescindível reservar alguns minutos do dia para escovar o pet, conforme explica Venturelli: “a queda de pelos do animal é inevitável, então, escovar o cão ou o gato vai acelerar o processo e vai concentrar a sujeira em apenas um lugar”. SAIBA MAIS Quando a queda é acentuada Redobre a atenção ao perceber uma perda de pelos exacerbada em seu animal de estimação.“Geralmente, quando a queda é anormal, o pet apresenta falhas na pelagem, que podem ser localizadas ou generalizada. Isso acontece quando o animal passa por algum estresse ou não está saudável”, explica a médica veterinária Karina Venturelli. Dieta inadequada, infecções ou alguma doença sistêmica podem ocasionar a perda de pelos acentuada. O ideal nesses casos é procurar um veterinário que fará o diagnóstico e encaminhará o animal para o tratamento correto.

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Como agir em uma mudança 7 Cachorros e gatos precisam se adaptar a um novo local de moradia Sabe aquele dito popular que diz “mais perdido que cão em dia de mudança”. Pois é, faz todo o sentido. Em tempos de mudança de lar, cães cam, de fato, muito perdidos. Não há mais o cheiro que eles sentiam antes, os espaços são irreconhecíveis e até os barulhos são estranhos. O cão perde todos os sentidos e referências que tinha, por isso eles cam realmente desnorteados. Para amenizar os efeitos no melhor amigo, é fundamental tomar alguns cuidados. O primeiro é analisar o tamanho da mudança: você está saindo de uma casa pequena e indo para uma maior ou ao contrário? Quanto mais diferenças existirem, mais assustado o pet ficará, portanto, lembre-se que a adaptação leva tempo e também muita paciência. “Quanto mais idade tiver o pet, mais lento será o aprendizado, por isso é necessário ter calma e dedicação. Em tempos de mudança, vale dar mais atenção e amor ao pet para que ele se sinta bem recebido no novo lar”, ressalta Hamilton Lorena, médico-veterinário e gerente de produtos da Farmina Pet Foods. E OS GATINHOS? Com os felinos, a mudança não é menos preocupante. Aliás, a atenção com eles deve ser redobrada, pois, os gatos tendem a retornar para seu antigo lar. “Os felinos possuem um senso de direção aflorado. A excelente memória visual e olfativa dos gatos permite que eles encontrem caminhos para lugares familiares”, explica Hamilton. Para os gatos, os cui- dados para adaptar o pet ao novo lar já começam no transporte. No carro, a caminho da nova casa, certifique-se de que o animal está devidamente preso em uma caixinha de transporte confortável. Diferentemente dos cães, a maioria dos gatos não gostam de andar em transportes e cam mais ariscos durantes os deslocamentos, o que pode tornar o início da mudança ainda mais traumatizante. Ao chegar na nova residência, reserve um cômodo com portas e janelas fechadas para deixar o felino e seus pertences. O gato é muito apegado aos cheiros do lar, então, é mais seguro deixa-lo preso por um tempo até que ele se sinta ambientado. Depois, permita que ele passeie pelos lugares e se lembre que aquele cômodo onde estão seus pertences é o seu porto-seguro. Em alguns dias, o gato estará ambientado e confortável com o seu novo lar. Saiba Mais Veja algumas dicas que vão ajudar a adaptar o cão à casa nova:  Apresente para o cão os espaços do novo lar. Entre com ele em cada cômodo e mostre onde carão os potes de água e comida, a caminha e o novo "banheiro".  Não que irritado caso seu cão faça xixi fora do lugar apropriado. Uma alternativa é adotar tapetes higiênicos, pois normalmente eles vêm com odores atrativos para o uso como sanitários.  Faça testes de ambientação. Se a casa agora tem um quintal, por exemplo, não deixe o cão lá por muito tempo sem adaptá-lo. Primeiro, teste car lá fora com ele. Depois, reveze um pouco, deixe o cão fora alguns minutos e depois traga-o para dentro até que ele se acostume com os novos ambientes.  Aos poucos, insira o animal em uma nova rotina. Se antes a residência era grande e agora é mais compacta, não se esqueça de levar o pet para passear algumas vezes por dia. Assim ele gastará suas energias da mesma forma que antes, até se ajustar ao espaço do novo lar.  Escolha um lugar aconchegante para colocar a caminha e todos os outros brinquedos do pet. Esse é um fator importante para fazê-lo lembrar do antigo cheiro que estava acostumado a sentir, e assim ele cará calmo para adormecer.

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8 4 dicas para armazenar ração Falta de cuidado pode fazer com que o alimento fique contaminado Oarmazenamento inadequado da alimentação dos pets pode abrir portas para contaminação por bactérias, fungos e infestações por insetos e roedores, podendo causar sérias doenças em cães ou gatos, de trazer fungos e bactérias para o produto. “As contaminações microbiológicas no produto podem desencadear sérios problemas de saúde nos animais, como diarreia, vômito e até quadros graves de intoxicação alimentar”, explica Valéria Salustiano, responsável pela Gestão da Qualidade da Magnus, fabricante de alimentos para cães e gatos. Para não expor o pet a esses riscos, confira quatro dicas de como armazenar corretamente o alimento dos bichinhos: 1 – Mantenha o alimento na embalagem original - Algumas marcas contam com o sistema de “zíper”, que assegura o fechamento completo da embalagem e auxilia na manutenção da qualidade e das características sensoriais do alimento, isto é, o odor e a palatabilidade do produto. “Ainda que, após aber- ta, o consumidor pre ra guardar o alimento dentro de um pote, o ideal é que se mantenha sempre na embalagem original, pois nela estão impressas informações importantes de rastreabilidade, como lote de produção, data de validade e informações nutricionais”, ensina Va- léria. 2 – Não deixe a em- balagem armazenada diretamente no chão - A especialista esclarece que armazenar a embalagem diretamente sobre o piso pode propiciar a transferência de umidade para o produto, provocando a deterioração do alimento e desenvolvimento microbiano. “Se o alimento estiver armazenado na lavanderia ou no canto de garagens abertas, por exemplo, certamente ele absorverá umidade e se deteriorará, facilitando a proliferação de fungos e bactérias”. Outra preocupação nessas situações, é a possibilidade de roedores terem contato com o produto, pois estes podem, através da sua urina, transmitir a leptospirose. Também não é recomendado deixar o alimento do pet exposto por muito tempo, nos comedouros dos animais, pois seu odor atrai esses vetores de doença. 3- Vede bem o pote e o proteja do sol e da luz - O calor e a luz são também inimigos da boa conservação de alimentos para cães e gatos, pois podem alterar a qualidade do alimento. “Por isso, proteja o pote da luz e do calor, pois eles podem acelerar reações enzimáticas fazendo com o que produto perca sua qualidade”, conta ela. 4 – Mantenha o alimento em lugar limpo e higienize sempre o comedouro do pet - Como última dica, Valéria a rma que não adianta seguir todas essas recomendações se o recipiente de armazenamento do alimento e o comedouro estiverem em um local sujo.“Isso anula todos os cuidados anteriores. Mantenha o pote, o comedouro e a área em que eles ficam sempre limpos e contribua para a garantia da segurança alimentar do seu pet.” O comedouro também deve ser limpo.

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