Revista-Comercio-Industria-Agosto-2017

 

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ÍNDICE EDIÇÃO N°145 - AGOSTO/2017 CAPA Incentivo do agronegócio ECONOMIA FACIRA 2017 SAUDADES Glorioso futebol amador SOLIDARIEDADE Em Bueno de Andrada 182 Nos 200 anos de Araraquara o agronegócio sente-se fortalecido pelas ações da Canasol e Sindicato Rural. 18 Damiano Neto fala da expectativa da cidade para a feira, que retoma suas atividades após anos de silêncio. 43 Em parceria com a RCIA, exposição ‘Os grandes clubes da nossa terra’ é destaque no Shopping Jaraguá, em agosto. 51 Araraquarense fantasiado de Homem de Ferro faz a festa das crianças nas Coxinhas de Bueno e também arrecada alimentos. Sincomercio 26| Feira do Carmo 2017 causa enorme prejuízo ao comércio local, aponta estudo do sindicato. CIESP 29 | Unidade local disponibiliza soluções para ajudar o cotidiano de seus associados. Iguaria nacional (e local) 56| Cachaça produzida em Araraquara começa a invadir o mercado com receita famíliar Sindicato Rural 59|Dia do Agricultor é comemorado com muita festa em Araraquara. Confira os homenageados. A história do casarão mal assombrado O Shopping Jaraguá recebeu na primeira semana de julho, a ilustre visita do apresentador do programa Domingo Show, da Rede Record, Geraldo Luís. O comunicador estava na cidade para gravar um especial sobre o ‘Casarão’, imóvel localizado no Assentamento Bela Vista da antiga Usina Tamoio, e que possui a fama de mal assombrado na cidade. A casa foi construída em 1884 e o dono das terras e do casarão era o coronel Antônio Joaquim de Carvalho, o Barão do Café na região. O especial foi transmitido em seu programa no dia 16 de julho, porém, pouco mostrou de novidade sobre as antigas lendas que cercam o casarão. Geraldo Luís aproveitou para conhecer a loja Di Gaspi no Jaraguá Projeto Meu Guri Jéferson Yashuda, presidente da Câmara, recebeu em seu gabinete, a presidente da Ong Projeto Meu Guri, Corina Viana, que apresentou a ele o projeto social e convidou Yashuda e os demais vereadores, para um evento que a entidade está organizando para homenagear profissionais das áreas de saúde, educação e outros segmentos. |6

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SONHOS Uma nova Araraquara! VOZ DOS ADULTOS Parabéns, Morada do Sol 108 144 Alunos do Lar e Escola Redenção através de desenhos deslumbram como será o amanhã da Morada; a ecologia preocupa muito. Araraquarenses de diversos segmentos, entre eles o prefeito Edinho, contam o que desejam para o futuro da cidade. Brasília 72| Canasol foi à reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Açúcar e Álcool. Loyola escreve 111 | Ilustre escritor atende o nosso convite e envia uma crônica poética sobre sua cidade. Lapena, de volta ao passado Um ano atrás, o médico e ex-vereador Luís Cláudio Lapena Barreto fazia um comentário apimentado nas redes sociais: “A prefeitura coloca pessoas despreparadas e que algumas vezes pouco aparecem, não entendem nada do assunto para mandar em servidores que já estão ali há anos. Então o coração da máquina que são os funcionários, está batendo fraco, temos que tonificar, valorizando o servidor e tirar pessoas despreparadas que foram politicamente indicadas, para ganhar muito mais. Doutor Lapena Sendo assim teremos sempre uma ineficiência de serviços, afinal a prefeitura nada mais é que uma prestadora de serviço, ela tem que prestar serviço de qualidade e mais nada”, disse. Na oportunidade, ele chegou a sugerir a transformação da cidade em um ‘Aerotrópoles’, conceito que é usado em grandes cidades, onde se cria uma alfândega, um porto seco. Para ele, isso faria a cidade receber importações, voos comerciais e de passageiros (já que o aeroporto da cidade só funcionou enquanto houve campanha para deputados), Araraquara seria um polo de logística do interior, pois já tem rodovias, ferrovias e aeroporto que facilitam isso, trazendo novas empresas e empregos. Um centro de inovação tecnológico como o que funciona em Sorocaba com apoio do governo do Estado. DA REDAÇÃO por: Sônia Maria Marques Queimadas, de quem é a culpa? Cetesb ou município? Se a Cetesb tem ou não, gente para fiscalizar suas demandas, o problema não é da população que se vê obrigada a aceitar a deficiência do órgão, então considerado uma agência do Governo do Estado responsável pelo controle, fiscalização, monitoramento e licenciamento de atividades geradoras de poluição, com a preocupação fundamental de preservar e recuperar a qualidade das águas, do ar e do solo. Quer nos parecer que a divisão de responsabilidade sobre tais serviços também recaem sobre o município que recebe todos os anos do contribuinte, a sua chamada Taxa de Poder de Polícia. E o que é a Taxa de Poder de Polícia? Considera-se poder de polícia a atividade de Administração Pública que, limitando ou disciplinando direito, interesse ou liberdade, regula a prática de ato ou abstenção de fato, em razão de interesse público concernente à segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à tranquilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais ou coletivos. Além de manter a função de órgão fiscalizador e licenciador de atividades consideradas potencialmente poluidoras, a Cetesb não cumpre seu papel; se o município recebe tal taxa e também não desempenha sua função, logo imaginamos que há muito tempo estamos ao Deus dará, pagando por serviços que não são realizados. Lamentavelmente as queimadas acontecem com maior incidência nos fins de semana quando a fiscalização de um ou de outro está bem longe dos problemas. Diretor Editorial: Ivan Roberto Peroni Supervisora Editorial: Sônia Marques Editor: Matheus Vieira (MTB 67.923/SP) Diretor Comercial: Humberto Perez Depto. Comercial: Gian Roberto, Silmara Zanardi, Heloísa Nascimento, Anderson Rovina Design: Carolina Bacardi, Bete Campos Tiragem: 5 mil exemplares Impressão: Grafinew - (16) 3322-6131 A Revista Comércio, Indústria e Agronegócio é distribuida gratuitamente em Araraquara e região * COORDENAÇÃO, EDITORAÇÃO, REDAÇÃO E PUBLICIDADE Fone/Fax: (16) 3336 4433 Rua Tupi, 245 - Centro Araraquara/SP - CEP: 14801-307 marzo@marzo.com.br 7|

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EDITORIAL por: Ivan Roberto Peroni Em meio a glórias e decepções, Araraquara comemora aniversário sem perder a pose Os 200 anos de Araraquara bem que poderiam ser comemorados de uma outra forma, mais aberta, livre, declaradamente democrática, sem respingos de uma política individualista e desnecessariamente prestadora de contas pelo mínimo que é feito. Araraquara bem que merecia mais. Ter o aroma de uma menina-moça enfeitada por seus caminhos e não ser o que vemos agora: senhora quebrada, desconsertada ecomicamente, sofrendo as consequências da insegurança pública, de ruas esburacadas, matagais vistos à luz do dia, educação a meia boca e coisas que não condizem com a tradição da cultura dos nossos antepassados. Bem que poderíamos adiar estes 200 anos. Se é para comemorar vamos então comemorar, afinal são 200 anos que correram soltos pelas entranhas de um longo caminho, misturando glórias, decepções e cuja sobra pesa naturalmente de maneira menos confortável na atualidade. Araraquara poderia ser nestes 200 anos bem melhor do que se diz; sua posição estratégica na região central do Estado lhe dá a logística que outras não possuem mas que avançaram pela inexistência de uma política retrógrada. Pecamos pela inércia de alguns governantes e pela política pálida que ainda cria regras que não levam a cidade para lugar nenhum. Sempre tivemos a felicidade de encontrar gestores honestos e sem a prática de envolver a cidade em escândalos; uma ou outra situação aconteceu sim, mas impossível de abalar a estrutura econômica do município e se em algum momento algo semelhante tenha ocorrido, sinceramente, ficou entre quatro paredes. Num momento como esse de reflexão, o filme da sua história passa apontando desigualdades: a queda do Teatro Municipal e de outros bens públicos que viraram moeda de troca por conta do progresso; do moderno sistema de transporte coletivo criado nos fins dos anos 50 movido a troleibus, que desapareceu e não será novidade a venda do Departamento Autonômo de Água e Esgoto num futuro não muito longe. Por décadas, Araraquara suportou uma industrilização esparsa tendo uma empresa aqui outra acolá, dando a impressão de cidade emperrada e estranhos poderes para não abrir suas portas. Se isso ocorreu, foi lá pelos anos 90 e já era tarde para pleitear indústrias ou empresas de porte que acelerassem a economia e o mercado de trabalho. Perdemos tempo, muito tempo. Ficamos distantes do avanço tecnológico, amarrados em pequenas ações, enquanto as grandes tomavam outros caminhos. Mas a cidade não tem sido propagada por coisas ruins. Vive às custas da preservação das peças originalmente feitas no passado e se algumas se perderam, outras entram no campo da reposição até mesmo por necessidade. Mas das que surgiram nos últimos 25 anos, nenhuma nos traz recordação ou tenham dado um boom, maneira correta de se avaliar a economia. Se do passado todos conhecem um pouco, nesta edição de aniversário trazemos a opinião de araraquarenses sobre “como será o amanhã”, pois o pensamento desta gente é que prevalece por sentir na pele, os problemas que os afligem na Educação, Segurança, Saúde, etc. Não há por estes 200 anos o mesmo ufanismo de outros aniversários, onde não se lia nos rostos das pessoas - discórdia, incerteza, enfim, falta de perspectiva por uma cidade melhor. E ser a melhor é o que a tal senhora merecia. 11|

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Nicolau de Souza Freitas no Dia do Agricultor (28 de julho) em nome da diretoria do Sindicato Rural, homenageia o produtor rural Luís Henrique Scabello de Oliveira, presidente da Canasol REPORTAGEM DE CAPA O incentivo do agronegócio no desenvolvimento do município Marcada pelas culturas da cana-de-açúcar e laranja que pontuam sua liderança no ranking da economia brasileira, Araraquara também já se destacou pela produção do café com 16 milhões de pés plantados. Hoje, em meio à modernização gestora do agronegócio, duas lideranças surgem no fortalecimento da classe. A economia local nestes 200 anos de fundação de Araraquara não pode dimensionar sua grandeza sem avaliar o poder e a influência da agricultura e pecuária por toda extensão do período. O agronegócio está presente em todas as etapas de transformação e desenvolvimento econômico e social do município, gerando empregos, riquezas e o conforto de grandes decisões como a implantação de estradas e ferrovias para escoamento da produção vinda do campo. Na atualidade, para o controle das ações ruralistas, o Sindicato Rural e a Associação dos Fornecedores de Cana (Canasol) formam o bloco orientador e defensor dos interesses da classe, embora sejam entidades com fins diferenciados, mas, congregando associados que atuam no mesmo segmento, o agronegócio. Ambos hoje também fazem parte do conceito publicitário gerado junto ao público consumidor brasileiro de que o “agro é pop, o agro é tudo”, pois representa 48% das exportações totais do País, de acordo com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, a CNA. Para que se tenha uma ideia da posição do agro na economia, diz Luís Henrique Scabello de Oliveira, presidente da Canasol, em 2016, os produtos do agronegócio garantiram saldo comercial significativo ao País: US$ 72,5 bilhões. Até o final do ano o agronegócio deverá apresentar expansão de 2%, segundo estimativa da CNA, garantido pelo setor sucroenergético que será impulsionado Tanto a Canasol quanto o Sindicato Rural também estão envolvidos nos debates das questões sociais e políticas no município e não apenas na discussão dos interesses da classe. As entidades têm esse poder pela sua representatividade. |12

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pelo aumento de preços do açúcar e etanol. É neste mercado que Araraquara hoje está inserida graças ao desempenho das usinas: Santa Cruz (Grupo São Martinho), Zanin, Tamoio e Serra (Raízen), Ipiranga (Grupo Titoto) e Santa Cândida (Grupo Tonon) nas quais os plantadores de cana fornecem cana, matéria-prima que será transformada em etanol e açúcar, além de outros derivados. Se de um lado a Canasol comemora o uso da terra para expansão econômica no município, tratando o campo com responsabilidade ambiental e social, é verdade que o Sindicato Rural tem uma outra função: congregar e defender os produtores rurais que exerçam qualquer atividade agrícola ou pecuária, com as disposições legais já estabelecidas na fundação da primeira entidade do setor em 28 de novembro de 1944 e instalada vinte e cinco dias depois como Associação Agro-Pecuária da Zona de Araraquara. Em 1965, o regime militar que imperava no país decidiu transformar essas associações de classe em sindicatos; um deles, foi o Sindicato Rural de Araraquara, que teve como primeiro presidente o agricultor e pecuarista Armando Corrêa de Siqueira. Já a Canasol, abrigando exclusivamente os fornecedores de cana, surgiu em 1952 em uma reunião preliminar na Usina Tamoio e com sua instalação durante assembleia no Clube Araraquarense. Seu primeiro presidente foi Joaquim Barreto da Costa. Espírito de união da diretoria da Canasol (foto) leva Nicolau de Souza Freitas a participar da Associação dos Fornecedores de Cana e Luís Henrique Scabello de Oliveira, a tomar parte da diretoria do Sindicato Rural ressalta o dirigente, estabelecer com as autoridades, a capacitação dos produtores e dos seus trabalhadores, bem como reivindicar melhorias na infraestrutura de escoamento, armazenagem e comercialização da produção, o ensino escolar para quem vive no campo e até mesmo questões de segurança e saúde. De fato, pois com a criação do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar em 1991, quando então era presidente Nicolau de Souza Freitas (primeiro mandato), o Sindicato Rural pôde através do ensino da formação profissional rural e a promoção social do trabalhador rural, desenvolver projetos, atingindo os trabalhadores rurais, priorizando sempre a qualificação dos que se encontravam em estágios mais atrasados no campo. Segundo o presidente, a parceria na organização de cursos de capacitação e palestras foi importante para que a entidade se fortalecesse. Na época, Nicolau estava no encerramento da primeira gestão. Com a mesma disposição, ao assumir o sindicato em 1991, João Baptista de Oliveira Netto deu sequência à parceria com o Senar e criou estratégias para levar ao produtor rural os incentivos e benefícios que ajudassem o empresário do campo a ter uma nova visão sobre os negócios que desenvolvia. Para Nicolau, o sindicato atingiu suas bases regionais e se notabilizou pela política de proximidade com a classe rural. “Realizamos cursos e palestras orientando e formando profissionais para seu acesso ou permanência no campo, também com a participação do ITESP e assim aprimoramos a proximidade do Sindicato Rural com as questões sociais”, conclui. CONTINUA NA PÁGINA SEGUINTE SINDICATO RURAL Segundo Nicolau de Souza Freitas, presidente do Sindicato Rural, a história da entidade como órgão patronal não prima apenas pela defesa dos interesses da classe: “O sindicato também está envolvido em participar das questões sociais e políticas no município e não apenas dos interesses econômicos”. Compete a nós, Cana e Laranja a partir dos anos 40 vão se transformando em cultura única para o desenvolvimento do agronegócio em nossa região. 13|

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A CANASOL Já a Canasol em sua história apresenta objetivos gestores de maneira mais técnica. Tanto é que, o ano de 2015 encontrou a instituição predestinada a conviver com um formato de gestão que se identificasse ao uso da tecnologia nas ações produtivas do seu associado, revitalização das bases e utilização do diálogo como ferramenta em sua reestruturação. A associação, de acordo com seu presidente Luís Henrique Scabello de Oliveira, passou a se impor na aplicação de um ritmo forte de trabalho, saindo da sua terra de origem para integrar as mais importantes entidades canavieiras do País, casos da Orplana - Organização de Plantadores de Cana da Região CentroSul do Brasil e Feplana - Federação dos Plantadores de Cana do Brasil. Em Araraquara, Canasol e Sindicato Rural se reaproximaram e hoje garantem o fortalecimento do agronegócio, com Luís Henrique fazendo parte da diretoria do sindicato e Nicolau, integrando a associação. Com forte ligação à Canasol, pois trabalhou na associação por quase vinte anos (1985/2005), Luís Henrique começou a despontar a partir do ano 2000 como uma das principais lideranças agrícolas de Araraquara e região, buscando sempre atender os interesses dos associados e demonstrando a força dos produtores de cana. Como mem- O auditório da Canasol anexo à sede é um dos mais belos da cidade, dotado de toda estrutura para palestras bro atuante da Orplana e Secretário Geral da Feplana, o presidente da Canasol tem participado das principais lutas da categoria, sempre com uma postura firme e marcante. Da mesma forma tem sido Nicolau de Souza Freitas que hoje é conselheiro do Senar em São Paulo e membro da Câmara Setorial da Citricultura, enquanto Luís Henrique faz parte da Câmara Setorial da Cana, ambas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento em Brasília. COMPANHEIRISMO Atualmente, com suas estratégias definidas, o Sindicato Rural e a Canasol andam juntos, demonstrando que o companheirismo pode fortalecer os propósitos de cada instituição. Equilibrados financeiramente, o Sin- Sede da Canasol na Rua 13 de Maio, Vila Xavier dicato Rural possui sua sede própria na Avenida Feijó, 87, tendo ainda no seu patrimônio vários imóveis, dentre eles o prédio onde o Sebrae está instalado na Via Expressa e terrenos nas proximidades. A Canasol, além da sua sede, tem área próxima onde funcionava a antiga Cooperativa de Cana, também com outros terrenos próximos. Em seu rico patrimônio está inserido o prédio do Hospital da Cana, alugado no momento para a Unimed. Tão grande é o relacionamento de cordialidade das duas entidades que no dia 28 de julho - Dia do Agricultor -, o Sindicato Rural indicou para ser homenageado o presidente da Canasol, Luís Henrique Scabello de Oliveira. Este vínculo é a afirmação de que a união pode contribuir nas mudanças de um Brasil melhor. Sede do Sindicato Rural na Avenida Feijó com Via Expressa Com o importante apoio da FAESP e SenarSP, o Sindicato Rural desenvolve cursos de capacitação do produtor rural; um deles, o Curso de Alfabetização quando requisitado. |14

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