Jornal Santuario Sao Jose Operario - Agosto 2017

 

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PARÓQUIA SANTUÁRIO SÃO JOSÉ OPERÁRIO S ãJoornaJl osé OperárioCAPÃOREDONDO-DIOCESEDECAMPOLIMPO ANO XIV - EDIÇÃO Nº 169 - 10.000 EXEMPLARES - DISTRIBUIÇÃO GRATUITA - AGOSTO - 2017

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Página-2 Jornal São José Operário Com Jesus somos mais que vencedores Agosto - 2017 EDITORIAL Queridos irmãos, é preciso ir ao encontro, Chegamos mais uma vez até você através do nosso jornal. Agosto é o mês de grandes celebrações, entre elas vamos celebrar um grande momento: assunção de nossa Senhora ao céu. Mais uma prova do amor de Deus presente em nosso meio. Grande oportunidade de unirmos em oração com único objetivo: de estarmos cada vez mais próximo de Deus proclamar e testemunhar a fé em Jesus Cristo Senhor. Hoje a nossa Diocese busca, através de projetos evangelizadores, desenvolver e levar a palavra de Deus a todos. Regando a semente do Evangelho daqueles que a recebem em seu batismo, através desta forma de evangelizar indo ao encontro dos irmãos afastados de nossa Igreja. e de nossa Mãe querida. Nossa Senhora que é Hoje a Igreja busca rever o seu papel na missão de evangelizar principalmente nos grandes centros urbanos. Faz-se necessário e urgente uma ação de cada um de nós que somos batizados, na proclamação da Boa Nova de Jesus Cristo a todos os nossos irmãos. modelo de evangelizada, pois acolheu o Verbo Encarnado tornando-se possível para nós receber a Boa Nova de Cristo. Não tenhamos medo, nos diz Jesus, é preciso arregaçar as mangas e testemunhar com fé aquilo que cremos e professamos assim como fez Maria, colocando-se totalmente a disposição do Senhor para colaborar É, pois, necessário, que com Ele na proclamação tenhamos uma nova visão dos valores de Reino do que é ser igreja, já Um forte abraço a todos, não mais podemos ficar esperando com que\ as em Cristo que nos une. pessoas venham até nós; EXPEDIENTE Diretor Geral Monsenhor João Batista Diretor de atendimento aos Benfeitores: Jurandi Nunes Jornalista Responsável: Mário de Freitas - MTB 36.907 Revisões e Correções Pe. Carlos Lozada Edson Filipe Diagramação José Andrade Alves Publicação mensal da Paróquia: Santuário São José Operário Rua Alfredo Ometecídio, 32 Cep.: 05869-170 Capão Redondo- SP www.santTuearli.o5sa8o7jo3s-e2o0pe0r9ario.org.br santuario@santuariosaojoseoperario.org.br O teor das matérias é de responsabilidade de seus autores. Todas as pessoas são voluntárias Família e o Projeto de Deus (parte 2) na Familiaris consortio n. 36, que “o dever de educar mergulha as raízes na vocação primordial dos cônjuges à participação na obra criadora de Deus: gerando no amor e por amor uma nova pessoa, que traz em si a vocação ao crescimento e ao desenvolvimento; os pais assumem por isso mesmo o dever de ajudá-la eficazmente a viver uma vida plenamente humana. Como recordou o Concílio Vaticano II: ‘Os pais, que transmitiram a vida aos filhos, têm uma gravíssima obrigação de educar a prole e, por isso, devem ser reconhecidos como seus primeiros e principais educadores. Esta função educativa é de tanto peso que, onde não existir, dificilmente poderá ser suprida. Continuação da matéria de Julho. A Mútua complementação física e psíquica: sem esse sentir com o outro (sentire cum), não há verdadeiro matrimônio. Podem existir (e, sem dúvida, existem) desentendimentos em coisas secundárias, mas, no essencial, mulher e homem hão de se complementar harmoniosamente, conforme se lê na Encíclica Casti Connubii, do Papa Pio XI, de 31 de dezembro de 1930: “O mútuo aperfeiçoamento interior dos cônjuges, o persistente esforço de conduzirse mutuamente à realização pode ser considerado, de acordo com o Catecismo Romano, com toda razão e verdade como razão fundamental e sentido próprio do matrimônio. Mas então o matrimônio há de ser encarado, em sentido estrito, não como instituição destinada a procriar e educar a prole, mas, em sentido mais largo, como comunidade plena de vida” (n. 24). Com efeito, é dever dos pais criar um ambiente de tal modo animado pelo amor e pela piedade para com Deus e para com os homens que favoreça a completa educação pessoal e social dos filhos. A família é, portanto, a primeira escola das virtudes sociais de que as sociedades têm necessidade’”. O dever dos pais na educação dos filhos é tão primordial que “por força de tal princípio o Estado não pode nem deve subtrair às famílias tarefas que elas podem igualmente desenvolver perfeitamente a sós ou livremente associadas, mas favorecer positivamente e solicitar o mais possível a iniciativa responsável das famílias. Convencidas de que o bem da família constitui um valor indispensável e irrenunciável da comunidade civil, as autoridades públicas devem fazer o possível por assegurar às famílias todas aquelas ajudas – econômicas, sociais, educativas, políticas, culturais de que têm necessidade para fazer frente de modo humano a todas as Também a Gaudium et Spes, do Concílio Vaticano II, diz, em seu número 50: “O matrimônio e o amor conjugal por sua própria índole, se ordenam à procriação e educação dos filhos. Aliás, os filhos são o dom mais excelente do matrimônio e constituem um benefício máximo para os próprios pais...”. “O matrimônio, porém, não foi instituído apenas para a finalidade da procriação... Embora os filhos muitas vezes tão desejados, faltem, continua o matrimônio como íntima comunhão de toda a vida, conservando o seu valor e a sua indissolubilidade” (cf. FC n. 18 e 56). A Educação dos filhos: Há uma ideologia, evidentemente errônea, segundo a qual o Estado deve ter cada vez mais ingerência na vida da família, talvez, ocupando o lugar natural que sempre coube aos pais – “com amor paterno e materno” – na educação dos filhos. A essa mentalidade de fundo socialista, responde o Papa São João Paulo II, suas responsabilidades (FC n. 45). Os pais têm a gravíssima obrigação de formar, no ministério da paternidade e da maternidade que lhes foi confiado por Deus no Sacramento do Matrimônio (FC n. 38), seus filhos para os princípios essenciais da vida de fé e os valores humanos. Daí a atenção dos cônjuges se voltarem para três importantes fatores educacionais: a educação sexual, os valores ensinados na escola convencional, pública ou particular, e a formação religiosa. Vejamos cada um deles: a) Educação sexual: “Diante de uma cultura que ‘banaliza’ em grande parte a sexualidade humana, porque a interpreta e a vive de maneira limitada e empobrecida, coligando-a unicamente ao corpo e ao prazer egoístico, o serviço educativo dos pais deve dirigir-se com firmeza para uma cultura sexual que seja verdadeira e plenamente pessoal. A sexualidade, de fato, é uma riqueza de toda a pessoa – corpo, sentimento e alma – e manifesta o seu significado íntimo ao levar a pessoa ao dom de si no amor”. www.santuariosaojoseoperario.org.br Faz-se, portanto, importante que os pais eduquem seus filhos para a castidade que respeita, de modo nobre, o corpo humano segundo as normas éticas necessárias e precisas que garantam um crescimento pessoal responsável na sexualidade do homem e da mulher. Neste contexto, “a Igreja opõe-se firmemente a uma certa forma de informação sexual, desligada dos princípios morais, tão difundida, que não é senão uma introdução à experiência do prazer e um estímulo que leva à perda – ainda nos anos da inocência – da serenidade, abrindo as portas ao vício” (FC n. 37). b) Formação religiosa: “O Concílio Vaticano II precisa assim o conteúdo da educação cristã: ‘Esta procura dar não só a maturidade de pessoa humana... mas tende principalmente a fazer com que os batizados, enquanto são introduzidos gradualmente no conhecimento do mistério da salvação, se tornem cada vez mais conscientes do dom da fé que receberam; aprendam, principalmente na ação litúrgica, a adorar a Deus Pai em espírito e verdade (cf. Jo 4,23), disponham-se a levar a própria vida segundo o homem novo em justiça e santidade de verdade (Ef 4,22-24); e assim se aproximem do homem perfeito, da idade plena de Cristo (cf. Ef 4,13) e colaborem no aumento do Corpo Místico. Além disso, conscientes da sua vocação, habituem-se quer a testemunhar a esperança que neles existe (cf. 1 Ped. 3, 15), quer a ajudar a conformação cristã no mundo’.” (FC n. 39). O cristão nunca deve se esquecer, por mais que isso lhe custe perseguições, de que Deus criou homem e mulher e o homem deixará seu pai e sua mãe, se unirá à mulher e já não serão dois, mas uma só carne (Gn 1-3; Mc 10,11s; Lc 16,18 e 1 Cor 7,10; Ef 5,21-33). Vimos com muita clareza a preocupação com os mais necessitados e, por outro lado, também a importância de uma boa preparação para o matrimônio, sempre é bom recordar verdades que nos conduzam à construção de um mundo novo. Card. Dom Orani João Tempesta Arcebispo Metropolitano do Rio de Janeiro ANUNCIE AQUI Este espaço está reservado para você! 5873-2009 santuario@santuariosaojoseoperario.org.br Faça-nos uma visita na Secretaria do Santuário

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Agosto - 2017 Jornal São José Operário Com Jesus somos mais que vencedores Página-3 VAMOS À ROMARIA DE NOSSA SENHORA APARECIDA Em 20 de agosto, vamos todos em Romaria ao Santuário de Nossa Senhora Aparecida. Vamos visitar a nossa Mãe. Vamos receber as Graças para nossas famílias. Convide seus amigos e vizinhos; convide as pessoas afastadas da Igreja; ajude as pessoas desanimadas buscar a sua fé na casa da Mãe. Convide todos seus conhecidos para este grande dia. Pede a Mãe que o filho atende! Vamos conhecer um pouco da História do Santuário: A imagem de Nossa Senhora Aparecida foi encontrada no Rio Paraíba do Sul, na região de Guaratinguetá. Em 1717 por três pescadores, ESTÁ TRISTE, DESA- colocada em uma capela Domingos Martins Garcia, NIMADO, COM MEDO, na vila dos pescadores. João Alves e Filipe Pedroso DOENTE, COM DEPRES- Somente em 1745 a imagem pescavam nas águas do rio SÃO, DESEMPREGADO, recebeu sua primeira igreja sem sucesso na pescaria. FAÇA ESTA ROMARIA oficial. Mais tarde em torno Já estavam desanimados, E FAZ O SEUS PEDIDOS da Igreja nasceu o povoado quando João lançou a rede AOS PÉS DA IMAGEM. e o maravilhoso Santuário e trouxe a parte correspon- VOCÊ PODE ALCAN- de Nossa Senhora da dente ao corpo da imagem. Depois, com um pouco mais de ânimo, lançou novamente a rede um pouco mais distante e trouxe nela a cabeça da imagem. A imagem completa fez com que a fé e a confiança dos pescadores aumentas- sem. Por isto aconteceu o grande milagre da pesca. A pescaria tornou-se copiosa; muito próspera. Pescaram tanto peixe que os pescado- res sentiram medo do barco afundar. Depois abasteci- dos pela fé, os três simples pescadores voltaram felizes para casa e espalharam a notícia da pesca milagrosa. De fato, Nossa Senhora é a Mãe que não desampa- ÇAR A PROSPERIDADE NA ALEGRIA E CORAGEM PARA VIVER. Conceição Aparecida. A consagração de Nossa Senhora Aparecida como ra seus filhos. SE VOCÊ A imagem, de Nossa padroeira do Brasil ocor- Senhora, recebeu o nome reu em 31 de maio de 1931. de Aparecida. Porque do Nesta celebração reuniram- nada, ela apareceu do -se um milhão de pessoas. meio das águas. Os simples Os padres redentoristas pescadores precisavam de até hoje são responsáveis forças para se reerguer; pelo Santuário Nacional nesta hora a Mãe aparece de Aparecida. Foram eles por meio de uma imagem. os grandes animadores da Inicialmente a imagem foi construção e manutenção www.santuariosaojoseoperario.org.br da Basílica de Aparecida. A grandiosa construção teve início em 1955. O projeto desta obra foi feito em forma de cruz. O Santuário possui capacidade para abrigar 45.000 pes- soas, além da infraestrutura toda especial para atendimento aos romeiros que vão durante todo ano para prestar culto à Padroeira. VOCÊ ENCONTRA PASSAGEM NA SECRETARIA DO SANTUÁRIO SÃO JOSÉ OPERÁRIO. NÃO PERCA ESTA OPORTUNIDADE. Monsenhor João Batista Pároco e Reitor do Santuário Dioc. São José Operário

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Página-4 Jornal São José Operário Com Jesus somos mais que vencedores Agosto - 2017 Vocações: testemunho da verdade Mensagem que o Francisco envia ocasião aos Papa pela bis- pos, sacerdotes, consagrados e fiéis leigos de todo o mundo: Amados irmãos e irmãs! 1. Narra o Evangelho que «Jesus percorria as cidades e as aldeias (…). Contemplando a multidão, en- cheu-se de compaixão por ela, pois estava cansada e abatida, como ove- lhas sem pastor. Disse, então, aos seus discípulos: “A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. Rogai, portanto, ao Senhor da mes- se para que envie trabalhadores para a sua messe”» (Mt 9, 35-38). Estas palavras causam-nos surpresa, por- que todos sabemos que, primeiro, é preciso lavrar, semear e cultivar, para depois, no tempo devido, se poder ceifar uma messe grande. Jesus, ao invés, afirma que «a messe é grande». Quem trabalhou para que houvesse tal resultado? A resposta é uma só: Deus. Evidentemente, o campo de que fala Jesus é a humanidade, somos nós. E a ação eficaz, que é causa de «muito fruto», deve-se à graça de Deus, à comunhão com Ele (cf. Jo 15, 5). Assim a oração, que Jesus pede à Igreja, relaciona-se com o pedido de aumentar o número daqueles que estão ao serviço do seu Reino. São Paulo, que foi um destes «colaboradores de Deus», trabalhou incansavelmente pela causa do Evangelho e da Igreja. Com a consciência de quem experimentou, pessoalmente, com a vontade salvífica de Deus é imperscrutável e como a iniciativa da graça está na origem de toda a vocação, o Apóstolo recorda aos cristãos de Corinto: «Vós sois o seu [de Deus] terreno de cultivo» (1Cor 3, 9). Por isso, do íntimo do nosso coração, brota, primeiro, a admiração por uma messe grande que só Deus pode conceder; depois, a gratidão por um amor que sempre nos precede; e, por fim, a adoração pela obra realizada por Ele, que requer a nossa livre adesão para agir com Ele e por Ele. 2. Muitas vezes rezamos estas palavras do Salmista: «O Senhor é Deus; foi Ele quem nos criou e nós pertencemos-lhe, somos o seu povo e as ovelhas do seu rebanho» (Sal 100/99, 3); ou então: «O Senhor escolheu para Si Jacob, e Is- NAKA C. R. C. 104884 CONTABILIDADE Assuntos Fiscais Assistência Jurídica Serviços de Contabilidade Fones: 5872-1466 - Email: sen100@uol.com.br Rua Abílio César, 299 - CEP 05881-020 Capão Redondo - São Paulo / SP rael, para seu domínio preferido» (Sal 135/134, 4). Nós somos «domínio» de Deus, não no sentido duma posse que torna escravo, mas dum vínculo forte que nos une a Deus e entre nós, segundo um pacto de aliança que permanece para sempre, «porque o seu amor é eterno!» (Sal 136/135, 1). Por exemplo, na narração da vocação do profeta Jeremias, Deus recorda que Ele vigia continuamente sobre a sua Palavra para que se cumpra em nós. A imagem adaptada é a do ramo da amendoeira, que é a primeira de todas as árvores a florescer, anunciando o renascimento da vida na Primavera (cf. Jr 1, 11-12). Tudo provém d’Ele e é dádiva sua: o mundo, a vida, a morte, o presente, o futuro, mas – tranquiliza-nos o Apóstolo – «vós sois de Cristo e Cristo é de Deus» (1Cor 3, 23). Aqui temos explicada a modalidade de pertença a Deus: através da relação única e pessoal com Jesus, que o Batismo nos conferiu desde o início do nosso renascimento para a vida nova. Por conseguinte, é Cristo que nos interpela continuamente com a sua Palavra, pedindo para termos confiança n’Ele, amando-O «com todo o coração, com todo o entendimento, com todas as forças» (Mc 12, 33). Embora na pluralidade das estradas, toda a vocação exige sempre um êxodo de si mesmo para centrar a própria existência em Cristo e no seu Evangelho. Quer na vida conjugal, quer nas formas de consagração religiosa, quer ainda na vida sacerdotal, é necessário superar os modos de pensar e de agir que não estão conformes com a vontade de Deus. É «um êxodo que nos leva por um caminho de adoração ao Senhor e de serviço a Ele nos irmãos e nas irmãs» (Discurso à União Internacional das Superioras Gerais, 8 de Maio de 2013). Por isso, todos somos chamados a adorar Cristo no íntimo dos nossos corações (cf. 1Pd 3, 15), para nos deixarmos alcançar pelo impulso da graça contido na semente da Palavra, que deve crescer em nós e transformar-se em serviço concreto ao próximo. Não devemos ter medo: Deus acompanha, com paixão e perícia, a obra saída das suas mãos, em cada estação da vida. Ele nunca nos abandona! Tem a peito a realização do seu projeto sobre nós, mas pretende consegui-lo contando com a nossa adesão e a nossa colaboração. 3. Também hoje Jesus vive e caminha nas nossas realidades da vida ordinária, para Se aproximar de todos, a começar pelos últimos, e nos curar das nossas enfermidades e doenças. Dirijo-me agora àqueles que estão dispostos justamente a pôr-se à escuta da voz de Cristo, que ressoa na Igreja, para compreenderem qual possa ser a sua vocação. Convido-vos a ouvir e seguir Jesus, a deixar-vos transformar interiormente pelas suas palavras que «são espírito e são vida» (Jo 6, 63). Maria, Mãe de Jesus e nossa, repete também a nós: «Fazei o que Ele vos disser!» (Jo 2, 5). Far-vos-á bem participar, confiadamente, num caminho comunitário que saiba despertar em vós e ao vosso redor as melhores energias. A vocação é um fruto que amadurece no terreno bem cultivado do amor uns aos outros que se faz serviço recíproco, no contexto duma vida eclesial autêntica. Nenhuma vocação nasce por si, nem vive para si. A vocação brota do coração de Deus e germina na terra boa do povo fiel, na experiência do amor fraterno. Porventura não disse Jesus que «por isto é que todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros» (Jo 13, 35)? 4. Amados irmãos e irmãs, viver esta «medida alta da vida cristã ordinária» (João Paulo II, Carta ap. Novo millennio ineunte, 31) significa, por vezes, ir contra a corrente e implica encontrar também obstáculos, fora e dentro de nós. O próprio Jesus nos adverte: muitas vezes a boa semente da Palavra de Deus é roubada pelo Maligno, bloqueada pelas tribulações, sufocada por preocupações e seduções munda- nas (cf. Mt 13, 19-22). Todas estas dificuldades poderiam nos desanimar, fazendo-nos optar por caminhos aparentemente mais cômodo. Mas a verdadeira alegria dos chamados consiste em crer e experimentar que o Senhor é fiel e, com Ele, podemos caminhar, ser discípulos e testemunhas do amor de Deus, abrir o coração a grandes ideais, as coisas grandes. «Nós, cristãos, não somos escolhidos pelo Senhor para coisas pequenas; ide sempre mais além, rumo às coisas grandes. Jogai a vida por grandes ideais!» (Homilia na Missa para os crismandos, 28 de Abril de 2013). A vós, Bispos, sacerdotes, religiosos, comunidades e famílias cristãs, peço que orienteis a pastoral vocacional nesta direção, acompanhando os jovens por percursos de santidade que, sendo pessoais, «exigem uma verdadeira e própria pedagogia da santidade, capaz de se adaptar ao ritmo dos indivíduos; deverá integrar as riquezas da proposta lançada a todos com as formas tradicionais de ajuda pessoal e de grupo e as formas mais recentes oferecidas pelas associações e movimentos reconhecidos pela Igreja» (João Paulo II, Carta ap. Novo millennio ineunte, 31). Disponhamos, pois, o nosso coração para que seja «boa terra» a fim de ouvir, acolher e viver a Palavra e, assim, dar fruto. Quanto mais soubermos unir-nos a Jesus pela oração, a Sagrada Escritura, a Eucaristia, os Sacramentos celebrados e vividos na Igreja, pela fraternidade vivida, tanto mais há de crescer em nós a alegria de colaborar com Deus no serviço do Reino de misericórdia e verdade, de justiça e paz. E a colheita será grande, proporcional à graça que tivermos sabido, com docilidade, acolher em nós. Com estes votos e pedindo-vos que rezeis por mim, de coração concedo a todos a minha Bênção Apostólica. Papa Francisco Boletim da Santa Sé Realizamos serviços de reparos e reformas: Acabamento, Pintura, Hidráulica e Elétrica. Instalação de Porta Lisa ou Camarão, Pintura e Aplicação de Textura, Colocação de Papel de Parede e Recuperação de Móveis. 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Agosto - 2017 Jornal São José Operário Com Jesus somos mais que vencedores Página-5 FUJAMOS DA MALEDICÊNCIA Amigos todos, faz algumas semanas, ao preparar a liturgia da semana, me deparei com uma palavra que nunca deveria de estar na nossa vida e de nossa sociedade. Se trata da palavra “MALEDICÊNCIA”. Que significa esta palavra? Significa, que ou quem fala mal dos outros. Aquela que faz “fofoca” ou comentário mal intencionado do próximo. Para fundamentar biblicamente a minha meditação ou reflexão sobre a maledicência, vou citar uma passagem que escreve o apóstolo Pedro na sua carta as comunidades dos primeiros cristãos: “QUEM QUER AMAR A VIDA E TER DIAS FELIZES NÃO FALE COISAS MÁS E NÃO CONTE MENTIRAS. AFASTA-SE DO MAL E FAÇA O BEM; PROCURE A PAZ E FAÇA TUDO PARA ALCANÇÁ-LA. POIS O SENHOR OLHA COM ATENÇÃO AS PESSOAS HONESTAS E OUVE OS SEUS PEDIDOS, PORÉM É CONTRA OS QUE FA- ZEM O MAL (1Pd 3, 10-12). Amigos paroquianos, a maneira mais indigna de alguém se promover é falar mal dos outros (MALEDICÊNCIA). Como diz o ditado: “a língua mata mais que a espada e destrói mais que o fogo”. E sabemos, com experiência, que a maledicência é uma espada afiada que sangra suas vítimas. Ela chega a causar dores profundas. Um autor cristão, que não me lembro o seu nome, dizia: “a língua é fonte de vida ou de morte”. E continuava: “a língua é árvore frutífera que alimenta ou espinheiro que fere”. E esta outra: “a língua é medicina que cura ou veneno que mata”. Vou um pouquinho mais lon- ge: a língua é como o leme de um navio que pode dirigir você em segurança pelos mares da vida ou lançá-lo sobre os rochedos das intrigas ou comentários. Vou continuar fazendo comparações (ainda que são odiosas) da língua e que pode causar muito dano menda a união e o amor entre todos. A Bíblia também fala de um personagem. Doegue, o “fofoqueiro” por excelência, o homem que incitou, provocou o Rei Saul a cometer uma matança (chacina) na cidade de Nobe (1Sm 21 e 22). a palavra de EAsmpaaçnohã - Cyber Café - Tai Chi Chuan - Acumpultura - Florais - Massoterapia BISCUIT - PROMOÇÃO: 1ª AULA GRÁTIS Telefone: 5873-2618 Av. Comendador Santana, nº 959 as pessoas. A língua é como um cisco, brasa ou partícula incandescente que incendeia toda uma floresta. Refrigeração Bom Clima Assistência Técnica Especializada Câmaras e Balcões Frigoríficos, Freezer, Geladeiras e Máquinas de Lavar Amigo paroquiano, fazer um comentário maledicente é como lançar um saco de uma torre. Como vocês podem imaginar, é impossível recolhê-la. Aquele ou aquela pessoa que fala mal do seu próximo, espalha briga entre irmãos, e esse é o pecado que Deus mais detesta (rejeita ou abomina). Infelizmente ainda existem muitas pessoas de ambos os sexos que estão prisioneira em si mesma devido a sua língua solta e ferina. Há muitos relacionamentos quebrados e muitos lares feridos por causa da maledicência (fofocas ou comentários mal intencionados). Tel. 5873-3032 / 9308-1486 - Sr. Augusto R. Marco Basaiti, nº 8 - Capão Redondo Amigos todos, a Bíblia está repleta de mensagens de Jesus e dos Apóstolos que reco- www.santuariosaojoseoperario.org.br Deus muitas vezes diz que aquele que comina a sua língua domina também todo o seu corpo. Uma coisa é certa, aquela que refreia ou domina a sua língua abre largas avenidas para uma vida feliz. É muito importante para todos nós, que sejamos prudentes nas nossas opiniões, nas nossas críticas e sobre tudo nos nossos julgamentos. Nossas palavras precisam ser verdadeiras, agradáveis e proveitosas. Nossas palavras precisam transmitir graça aos que as ouvem. Paroquianos e amigos, as nossas palavras precisam glorificar sempre Deus e edificar o nosso próximo que passa ao nosso lado. Um abraço do amigo de sempre, Pe. Nilson da Silva Vigário Paroquial

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Página-6 Jornal São José Operário Com Jesus somos mais que vencedores Agosto - 2017 Diocese comemora os 60 anos de sacerdócio de Dom Emílio Benfeitores, familiares e amigos de Dom Emílio estiveram presentes para pretigiá-lo e agradecer a Deus pela vida do bispo Emérrito da diocese. Com os corações cheios de alegria a Diocese de Campo Limpo celebrou, no último dia 29, os 20 anos de dedicação da Catedral da Sagrada Família, igreja mãe da diocese, que foi dedicada a Deus por Dom Lucas Moreira Neves. E os 60 anos de Ordenação Sacerdotal de Dom Emílio Pignoli. A Catedral encheu-se rapidamente para realização da missa solene e contou com a presença do Dom Emílio Pignoli, Dom Luiz Antônio Guedes e Dom Pedro Carlos Cipolini – bispo de Santo André -, além dos padres, seminaristas e toda assembleia de nossa diocese. Nascido na Itália, Dom Emílio nos contou que seu maior desejo quando decidiu vir ao Brasil era de servir mais a Deus e logo quando assumiu a diocese percebeu a grande necessidade de construir uma grande casa mês que, além de abrigar confortavelmente os fiéis, fosse também um sinal visível da unidade da igreja e a vida litúrgica da da diocese. Homilia A homilia foi proferida pelo padre Sérgio Bonassa, pároco da Paróquia Cristo Rei, que neste ano completou 65 anos de ordenação sacerdotal. Durante a homilia, bastante enfática sobre o sacerdócio e a trajetória de Dom Emílio como sacerdote, padre Sérgio lembrou que o bispo emérito, além de exercer com solicitude o sacerdócio, teve a oportunidade de ordenar 137 sacerdotes para a Igreja. Mas do que isso, explica padre Sérgio, Dom Emílio conseguiu realizar aquilo que o atual bispo, Dom Luiz, já dizia outrora numa de suas homilias: “É necessário que vivamos de tal forma que o rosto de Cristo se torne visível em nós para os que se acheguem em nós possam encontrá-lo em nós”. Exposição Foi inaugurada, pouco antes da Missa, a Exposição “60 anos consolidando vocações”, retratando diversos momentos da vida sacerdotal de Dom Emílio. Ele próprio teve a oportunidade de prestigiar a exposição. Animado, explicava aos fiéis algumas das fotografias ali expostas, relembrando diversas histórias que marcaram seu ministério. A exposição deve ficar na Catedral até o dia 20 de Agosto. Em seguida deve partir para outras paróquias que solicitarem a exposição Gabrielle Cornélio Diocese de Campo Limpo Nota de falecimento F aleceu no dia 08 de Julho em Trento, na Itália o Padre Emílio Paternoster, foi o primeiro pároco da Paróquia São José Operário do Capão Redondo, hoje Santuário São José Ope- rário, ficou 25 anos, e fez um grande trabalho pastoral, depois foi transferido para formar a Paróquia Nossa Senhora de Guadalupe no Jardim Capela, permaneceu na diocese por um longo período, so- bretudo na região de Capão Redondo e auxiliou na edificação de mais comunidades de nossa Diocese. Deus conceda a ele o descanso eterno, e brilhe para ele a luz do Senhor. www.santuariosaojoseoperario.org.br

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Página-8 Jornal São José Operário Com Jesus somos mais que vencedores Agosto - 2017 PROGRAMAÇÃO DA PARÓQUIA SANTUÁRIO SÃO JOSÉ OPERÁRIO www.santuariosaojoseoperario.org.br

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Agosto - 2017 Jornal São José Operário Com Jesus somos mais que vencedores Página-9 Mês vocacional destaca exemplo da Virgem Maria e necessidades de vocações “a messe é grande mas os operários são poucos”, afirma Dom Jaime Spengler Alcoólicos Anônimos unidade serviço recuperação Fundada: 10/06/1935 ( Grupo Reconstrutores de Vida de A. A. ) Formado: 22/07/1973 Se alguém que você conhece estiver com problemas com bebidas Alcoólicas ‘ Procure-nos ’ Reuniões: 2ª, 3ª, 4ª, 6ª às 20h - Sábado às 19h Informações: 3315-0216 / 3315-0040 Todos os anos, durante o mês de agosto, a Igreja no Brasil convida os fiéis a refletirem sobre as vocações, em diferentes aspectos. Em 2017, o chamado “mês vocacional” irá focar no exemplo de Nossa Senhora. Com o tema “A exemplo de Maria, discípulos missionários” e o lema “Eis-me aqui, faça-se”, a CNBB busca motivar a oração pelas vocações nas comunidades, paróquias e dioceses, além de conscientizar adolescentes e jovens ao chamado de servir a Igreja. De acordo com o presidente da Comissão para os Ministérios Ordenados da CNBB e arcebispo de Porto Alegre, Dom Jaime Spengler, a escolha da temática se deu por ‘Nossa Senhora ser exemplo de mulher de oração’. “A oração é também o pedido que Nosso Senhor faz aos discípulos quando vê o tamanho da messe sem o número suficiente de pastores, a messe é grande mas os operários são poucos”, explica. Para ele, a intenção deste ano é justamente alertar para o número de vocações sacer- dotais e religiosas no Brasil. “É pedir ao Senhor da messe que envie operários. A oração é o meio privilegiado para suplicar, pedir ao Senhor que envie esses operários que a Igreja tanto precisa. O nosso povo sedento de Deus, sedento de transcendência, sedento do Evangelho necessita de pastores, de pessoas capazes de anunciar essa palavra como fez Maria, isto seja no Ministério Ordenado, seja através da Vida Consagrada, seja através do anuncio catequético, nas diversas atividades do cotidiano e também no mundo leigo”, destacou. O mês vocacional é também celebrado no contexto do Ano Nacional Mariano, proclamado pela CNBB, por ocasião dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, no Rio Paraíba do Sul. Por isso, a escolha da temática dedicada a Nossa Senhora também se fez presente. “A Igreja no Brasil realmente deseja neste mês de agosto de 2017 promover um grande mutirão e dentro das comemorações dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida real- mente suplicar ao céu que não falte operários para a vinha. Esperamos que muitos jovens do sexo feminino, do sexo masculino possam responder como fez Maria: Eis-me aqui, faça-se segundo a tua palavra”, finalizou. Material de apoio Para ajudar nas reflexões do mês vocacional, a Comissão para os Ministérios Ordenados e a presidência nacional da Pastoral Vocacional/SAV todo ano propõe subsídio, editado pela Edições CNBB. Dessa vez, o material oferece um tríduo de oração pelas vocações. Segundo o coordenador nacional da Pastoral Vocacional, padre Elias Silva, a proposta é oferecer celebrações vocacionais em torno da Palavra, momentos onde a comunidade possa se alimentar da Palavra rezando pelas vocações. “É uma forma de rezar pelas vocações e com todos os vocacionais seja pela vida religiosa, consagrada e todas as outras formas”. Dom Jaime explica que com o subsídio, a Pastoral Vocacional do Brasil deseja promover a partir da Sagrada Escritura uma abordagem particular em torno da temática das vocações. “Nós acreditamos que a Leitura Orante da Palavra é capaz de iluminar as buscas de todo ser humano e é a partir da Sagrada Escritura que nós podemos melhor compreender o que significa fazer a vontade de Deus, então foi preparado um pequeno subsídio para favorecer essa reflexão e essa oração também nas nossas comunidades, tendo sempre como pano de fundo a Sagrada Escritura, porque é a partir da Palavra que nós encontramos orientações seguras para as iniciativas da comunidade de fé”, destacou Rua Abílio César, 26 Sala 05 CEP: 05881-020 Jd. Soraia - Capão Redondo - SP DESDE JANEIRO /2016 www.santuariosaojoseoperario.org.br Da redação, com CNBB

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Página-10 Jornal São José Operário Com Jesus somos mais que vencedores ANUNCIE AQUI Este espaço está reservado para você! 5873-2009 santuario@santuariosaojoseoperario.org.br Faça-nos uma visita na Secretaria do Santuário Agosto - 2017 MELLO FARMA DROGARIAS Medicamentos e Perfumaria em geral Telefone: 5872-6763 Rua Abílio Cesar, nº 3 Capão Redondo - SP CAFÉ COHAB Maria Rodrigues Vieira Panificadora Pães, Doces, Salgados Bolos,Tortas e muito mais Aceitamos encomendas Rua Abílio Cesar, nº 179 - Jd. Jangadeiro LOJAS KENZO Enxoval para bebê e roupa infantil Tel.: 5873-2620 Av. Comendador Santana, nº 957 Capão Redondo - SP MELLO FARMA DROGARIAS MELLO - 2 MEDICAMENTOS E PERFUMARIA EM GERAL Disk-entrega grátis 5873-8309 5873-8094 9.4642-6669 R. Henrique Sam Mindlin, nº 39 Capão Redondo - SP ADVOCACIA * Civil * Trabalhista Arabela Santos (Advogada) * Família * Criminal e Empresarial * Aposentadoria E-mail: arabelasantos@uol.com.br RUA JOÃO ROBALO, 17 - JD SORAYA SÃO PAULO - CEP 05881-000 FONE/FAX 5873-4588 / 5873-2320 - CEL. 9136-9382 ANUNCIE AQUI Este espaço está reservado para você! 5873-2009 santuario@santuariosaojoseoperario.org.br Faça-nos uma visita na Secretaria do Santuário www.santuariosaojoseoperario.org.br

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Agosto - 2017 Jornal São José Operário Com Jesus somos mais que vencedores Página-11 Os mais sinceros votos de Paz aos Dizimistas do mês de Agosto/2017 SANT. DIOC. SÃO JOSÉ OPERÁRIO FABIANA SOUZA SANTOS JOSIANE DE CASSIA S. SOUZA MARIA NEIDE DA SILVA NASCIMENTO TEREZINHA MARTINS GONÇALVES ADÉLIA CARVALHO CAMPOS SOARES FRANCILDA DUARTE DA COSTA JOSIVAL BARBOSA DA SILVA MARIA QUITÉRIA DOS SANTOS VALCIR MORAES DA ROCHA ADEMAR MARQUES DO VALE FRANCIS RENAN BRAJA MENOTE JUCELÂNIA NOVAES DOS SANTOS MARIA SALETE AVELINO VANDA GOMES DO CARMO ALAÍDE MARIA NASC. OLIVEIRA FRANCISCA TEIXEIRA MARQUES JULIA MARA DA MOTA SOUSA MARIA SEVERINA S. SILVA VENIVALDO M. M. SIQUEIRA ALAÍDE SANTANA FRANCISCA VERÔNICA DE SOUSA JULIO CESAR SANTANA DA CRUZ MARIA SIRLEY ECCARD DE SOUZA VERA ALMEIDA SANTOS ALAN ROCHA MESQUITA CASTRO ALCIONE ALVES DA SILVA ALDEMIR RODRIGUES BRAZ ALINE BARBOSA DA SILVA ANA CAROLINA ALVES ANA DA CONSOLAÇÃO P. RODRIGUES ANA PAULA SILVA ANDRÉA BARBOSA PARADELA ÂNGELO TADEU INACIO ANTÔNIA GOMES DE LIMA ANTÔNIA L. DE SOUZA FRANCISCO TAVARES DE LIMA GENEROSA DURAES GERALDA JOSEFA G. GAMA GERCIMAR DE PAULO GONÇALVES GERSON OLIVEIRA FERREIRA GILDECI ARAÚJO CARVALHO GILDEVAN DE SOUZA GILSON REZENDE COSTA GILVANETE REIS SANTOS GIVANILDO CORREIA CABRAL HAILTON COSTA MOURA LEANDRO DA SILVEIRA RAMOS LEANDRO DOS SANTOS SOUZA LETÍCIA COELHO LOURDES DA SILVA FERREIRA LUCÉLIA SOARES DE SOUSA LUCIANA FERREIRA MARIANO LUCIENE DA SILVA CASTANHA LUCINEIDE FÉLIX DA SILVA LUIZA MARILAC C. DOS SANTOS LUZIA DA MOTA SOUSA LUZIA DIAS DOS SANTOS MARIA VITÓRIA DA FONSECA MARIA ZOÉ PEREIRA DA ROCHA MARILENE DOS SANTOS MARINALVA ARAÚJO DE OLIVEIRA MARINALVA BARRETO COSTA MARLI NOBRE S. BRANDÃO MAUTA DE SOUZA DO VALE MIGUEL MARTINS V. OLIVEIRA MOÁRIA MIRANDA DA GAMA MANICA BENTO VIEIRA MORIZETE PEREIRA DOS SANTOS VERA LUCIA BOCHI VERA LUCIA DE SOUSA VERA LUCIA DOS SANTOS VERONICE MARIS DOS SANTOS VICENTE FLORA NETO VINCENZO PETROZZIELLO WILSON DOS SANTOS ROCHA WILZA CALAIS O. SILVENIA ZAILDA S. DE SANTANA ZENILDA ARAÚJO AMARAL ROCHA ANTÔNIA RIBEIRO DA ROCHA ANTÔNIO GONÇALVES DE JESUS ANTÔNIO MOREIRA ANTÔNIO MOREIRA SOUZA APARECIDO FERREIRA ARIELI CRISTINA ROCHA ARLINDA BEZERRA DE QUEIROZ SILVA ARTUR PEDRO DA SILVA RAMOS AURIZÉLIA ALVES F. DE ARAÚJO BERENICE LEITE DA SILVA BERNADETE I. DE ALMEIDA BERNADETE SILVA SANTANA CARLOS APARECIDO MARQUES CARLOS CLAYTON DA SILVA CÉLIA LIMA ARAÚJO CLARICE FRESNEDA ANDRIOTTI HELENA MARIA DA SILVA HELLEN PÂMELA DA SILVA INÁCIA MARIA DE MESQUITA SOUSA INÊS CECÍLIA SILVA IRACEMA FEITOSA DE ALMEIDA IRENE SIQUEIRA DA CUNHA ISABEL SILVA DE JESUS ÍSIS DE FÁTIMA SILVA ISMÊNIA OLIVEIRA RAMOS IVANI DOS ANJOS RIBEIRO IVANILSA MANGABA DA SILVA IVONE MONTEIRO DA SILVA IVONETE MARIA DA CONCEIÇÃO IZALINA C. RODRIGUES DE SOUZA IZURA MARIA DE JESUS IZAURI A. A. NASCIMENTO LUZINETE MARIA LIMA SILVA Mª SÔNIA DE J. CARVALHO MANOEL CORDEIRO COELHO MARA GLEIDE B. CARVALHO MARCELO DOS SANTOS NUNES MARCIA CRISTINA SILVA OLIVEIRA MARGARIDA BARRA MARIA NEVES DE OLIVEIRA MARIA AMÉLIA BEZERRA MARIA ANTUNES DE CAMARGO MARIA APARECIDA C. FIGUEIREDO MARIA APARECIDA FONSECA MARIA APARECIDA RIBEIRO MARIA AUGUSTA J. SILVA MARIA CUSTÓDIA CORREIA MARIA DA SILVA OLIVEIRA MOYSES GABRIEL LIMA DOS REIS NADIR DE SOUZA NARA LUCIA BASÍLIO DEAMO NATALINO RIBEIRO DE ALMEIDA NATANE DE SANTANA SANTOS NELICE OLIVEIRA DOS SANTOS NICOMEDES COELHO DA COSTA NILSA MANGABA DA SILVA ODIRCE DA S. CRAVEIRO OLGA ALVES DOS SANTOS OZIEL BATISTA DE ABREU PALOMA SILVA MARTINS DE SOUZA RAIMUNDA AMORA DA SILVA RAIMUNDA DA SILVA SOUZA RAIMUNDO PEDRO DE ARAÚJO RAQUEL MOREIRA DIAS CAPELA SÃO PEDRO ANA LUCIA BARROS DA SILVA CONCEIÇÃO RAMOS COELHO DAMIÃO SOARES PEREIRA IRENE O. DOS SANTOS JANAÍNA APARECIDA D. SANTOS JOSÉ EDSON SANTOS DE ANDRADE LUIZA MANZATTO DOS SANTOS MARIA BARBOSA TINTÃO MARIA DA CONCEIÇÃO MIRANDA SILVA MARIA DAS NEVES SILVA MARIA DE LOURDES PEREIRA MARIA VERBENIA MILAGRES OSCALINA MARIA DO NASCIMENTO SENHORINHA S. B. LUCIO CLAUDETE DUQUE DOS SANTOS SILVA CLAUDINÉIA SANTOS MOREIRA NADÚ CONCEIÇÃO APARECIDA O. DIAS CYNTIA PEREIRA SOBRAL IZILDA RODRIGUES BARBOSA JANAÍNA ALVES DA SILVA JANE A. VILAS BOAS JESUS ESTEVÃO TEIXEIRA MARIA DAS GRAÇAS OLIVEIRA MARIA DAS GRAÇAS V. DE OLIVEIRA MARIA DO CARMO SILVA MARIA DO CARMO PEREIRA REGINA MARTHA MIRANDA REGINALDO JOSÉ DE FRANÇA RENATO DOMINGOS DA SILVA RENATO LUIZ DA FONSECA CAPELA SÃO VICENTE ANDRÉA FERREIRA CAMACHO ANNA CLARA DE MORAIS SILVA DAVINA QUIRINO LIDORIO JAONA DARC MARTINS MARIA DO SOCORRO PEREIRA DA SILVA RICARDO GONÇALVES DOS SANTOS ANTÔNIO GERALDO SILVA DONATO BASTOS DE OLIVEIRA JOÃO FRANCISCO DO NASCIMENTO MARIA DOS ANJOS ARAÚJO ROBSON GOMES ALVES DANIELE SOARES MIRANDA EDILÂNIA DA SILVA FREIRE JOAQUIM ANTÔNIO DA SILVA MARIA DOS ANJOS FONSECA SANTOS ROQUE ROCHA SOUZA GRACIMAURA S. ALVES NEVES EDILENE MARIA LIMA JORGE VIEIRA DA SILVA MARIA DURVIGENS DOS SANTOS ROSANA ROSA DE SOUZA SILVA GREICE LILIANE DE MORAES SUZART EDILEUSA SANTANA DE JESUS JOSÉ ADÃO GONÇALVES MARIA ETERNA DE OLIVEIRA ROSÂNGELA IVANILDE DE LIMA HELOÍSA CAVALCANTE EDITH BRAZIOLI DA SILVA JOSÉ AMARILDO ONOFRE MARIA EUNICE DE PAULA ROSIMEIRE B. DOS SANTOS SILVA JOSEFA RITA DE JESUS EDSON CORREIA SANTOS FILHO JOSÉ ANTÔNIO RODRIGUES MARIA EVA DO NASCIMENTO ROSIMÁRIO JOSÉ DA SILVA LUIZA RITA DE JESUS EDSON LAURENTINO ALVES JOSÉ DA SILVA COELHO MARIA FERREIRA DA SILVA SANDRAMAR JESUS SOUSA DE LIMA MARIA BETÂNIA GOMES EDUARDO SILVA SANTOS JOSÉ DE SOUZA ROCHA MARIA GORETE DE AZEVEDO ABREU SEBASTIÃO TEIXEIRA S. JUNIOR MARINA DOS SANTOS SANTANA EDVÂNIA DA SILVA MENDES ELAINE DO S. CONCEIÇÃO ELIANE A. FONSECA ELUZIA VIEIRA DA SILVA ETELVINO LOPES PEREIRA EUNICE Mª SOARES SANTOS EUSÉBIO DIAS SALMEIRO EVERALDO AMARO PAIXÃO EXPEDITO CORREIA DOS SANTOS JOSÉ DOMINGOS DA ROCHA JOSÉ FRANCISCO SERVULO JOSÉ JOAQUIM VIEIRA JOSÉ LAÉRCIO DA SILVEIRA JOSÉ MANOEL DA SILVA JOSÉ NILSON BARBOZA DA SILVA JOSÉ OSMAR DE ARAÚJO JOSÉ R. MARQUES JOSEFA HENRIQUE CARDOSO MARIA IRACEMA DA SILVA PEREIRA MARIA IRANI CASTRO SANTOS MARIA ISABELLA CARDOSO INÁCIO MARIA JAQUELINE RODRIGUES FRANCO MARIA JOSÉ DA SILVA PESSOA MARIA JOSÉ DA SILVA XAVIER MARIA JOSÉ GUEDES DOS SANTOS MARIA JOSEFA VIEIRA SANTA FÉ MARIA JULIA NUNES DOS SANTOS SEVERINO FIRMINO DOS SANTOS SEVERINO GERMINO DA SILVA SHIRLEY CASSIA DA SILVA SIDNEY DIVINO DA SILVA SOLANGE ALVES DAMASCENO SÔNIA MARIA DA SILVA SANTOS SUELI DE O. MARQUES TÂNIA ANTUNES TERESA DE FREITAS MICHELLE MATOS DA FONSECA NEREDE DA SILVA GOMES RITA DO CARMO S. DE ALMEIDA SOFIA RITA DA SILVA THALITA CRISTINA PRADO DE SOUZA VALTER PEREIRA DE SANTANA JUNIOR VITÓRIA PINTOR CASSIA SILVA ZELITA LUZ ZAPAROLI FÁBIA BISPO CÂNDIDO JOSEFA INÁCIA DA SILVA MARIA LIMA RAMOS DA SILVA TEREZA RODRIGUES GONÇALVES “Pagai integralmente os dízimos ao tesouro do templo, para que haja alimento em minha casa” (Malaquias 3, 10) www.santuariosaojoseoperario.org.br

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