Jornal Empresários - Julho - 2017

 

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Tecnologia chega aos condomínios Empresas especializadas oferecem serviços de segurança com redução de até 60% nos custos. Páginas 4 e 5 ANO XVII - Nº 211 www.jornalempresarios.com.br ® do Espírito Santo JULHO DE 2017 - R$ 4,50 FOTO: FRED LOUREIRO/SECOM O Estado mais transparente O secretário de Controle e Transparência, Eugênio Ricas, ampliou o sistema de monitoramento anticorrupção. Páginas 8, 9 e 10

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2 JULHO DE 2017 VITÓRIA/ES 17 ANOS EXPEDIENTE Nova Editora – Empresa Jornalística do Espírito Santo Ltda. CNPJ: 09.164.960/0001-61 Av. Nossa Senhora da Penha, 699/610 - Edifício Century Towers Torre A- Santa Lúcia CEP: 29.056-250 Praia do Canto – Vitória-ES Diretor Executivo: Marcelo Luiz Rossoni Faria E-mail: rossoni@vitorianews.com.br Jornal Empresários® Av. Nossa Senhora da Penha, 699/610 - Edifício Century Towers Torre A, Santa Lúcia CEP: 29.056-250 Praia do Canto – Vitória-ES Telefone: PABX (27) 3224=5198 E-mail: jornalempresarios@jornalempresarios.com.br Diretor Responsável Marcelo Luiz Rossoni Faria Telefone: (27) 3224-5198 Ramal: 15 Reportagem Telefone: (27) 3224-5198 Ramal: 14 e 17 Fotos Antonio Moreira Diagramação Liliane Bragatto Colunistas Antônio Delfim Netto Jane Mary de Abreu Eustáquio Palhares Luiz de Almeida Marins Telefone: (27) 3224-5198 Ramal: 11 Circulação Fabrício Costa Telefone: (27) 3224-5198 Ramal: 18 Venda avulsa R$4,50 o exemplar Edições anteriores R$ 9,00 o exemplar Assinatura anual R$ 108,00 Contabilidade Jeanne Martins Site www.jornalempresarios.com.br E-mail jornalempresarios@jornalempresarios.com.br Impressão Gráfica JEP - 3198-1900 As opiniões em artigos assinados não refletem necessariamente o posicionamento do jornal. EDITORIAL Do papel à mídia eletrônica Desde que o inventor alemão Johannes Gutemberg criou a tipografia, em 1445, uma das maiores contribuições para o mundo moderno, a evolução da imprensa não para. Essa invenção permitiu que os textos, antes manuscritos, fossem impressos a partir da elaboração dos tipos, letras móveis produzidas em cobre e fixadas em uma base de chumbo onde recebiam a tinta e eram prensadas no papel. Dessa forma, ocorreu uma notável expansão de informações, ampliando o conhecimento e contribuindo para o desenvolvimento em todas as áreas de atividade humana. No Brasil, a impressão de documentos, periódicos e da produção literária não era permitida e só veio a ocorrer no início do século XIX com a vinda da Família Real portuguesa. A Nova Editora, que há 18 anos lançou no mercado o Jornal Empresários®, publicação imprensa que alcança neste mês de julho a edição de número 211, com circulação ininterrupta, iniciou em 2013 um bem planejado período de transição para a mídia eletrônica, seguindo a tendência de sempre inovar que marcou sua primeira publicação, focada, principalmente, em economia e assuntos empresariais. Desse modo, nascia há quatro anos, um novo produto desta editora, o jornal eletrônico www.vitorianews.com.br, dentro de padrões modernos e seguindo as tendências desse tipo de produto com o que existe melhor no setor. Com um selo de qualidade solidificado no mercado editorial e o competente registro de marca no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), esse novo veículo de imprensa é apresentado ao público diariamente no seguinte endereço: www.vitorianews.com.br O desenvolvimento dos meios de comunicação, em nível mundial, operando alterações em todas as cadeias produtivas do setor, levou a diretoria da Nova Editora a juntar-se a observadores de renome para chegar à conclusão de que a era do impresso está em sua fase final, em consequência das novas tecnologias. O mundo vive, atualmente, o final de uma era industrial. O elevadíssimo número de informação disponível e as novas tecnologias eletrônicas que aceleram a mudança criam um novo suporte e uma nova linguagem. Questões relacionadas ao meio ambiente, como preservação de florestas e a ameaça de extinção de fontes de insumos necessários à mídia impressa, também contribuem para apressar essas alterações no perfil do setor e do próprio ninho de negócio. A transição do texto impresso para o eletrônico vem criando mudanças radicais no público-leitor, que hoje tem acesso, lê e entende a informação de forma mais rápida utiliza novos meios. O www.vitorianews.com.br, que a partir de agosto passa a ser o único veículo da Nova Editora, vem contribuir para ampliar ainda mais as facilidades essas formas de acesso à informação. O www.vitorianews.com.br possui uma equipe de jornalistas qualificados, colunistas de peso e conta com plataformas de atualização de notícias como a Folhapress, do Jornal Folha de São Paulo, e a Agência Estado, do jornal Estado de São Paulo, dois gigantes da comunicação no Brasil. Essas agências despejam diariamente no website cerca de 300 notícias sobre variados assuntos, dando ao leitor a possibilidade de atualização no mesmo instante das maiores redes de comunicações do Brasil e do mundo. Com essa estrutura altamen- te profissional, o jornal eletrõnico www.vitorianews.com.br vem se firmando como importante veículo de comunicação diário com sede no Espírito Santo, tanto que se refere ao conteúdo local e regional, a cargo da redação, quanto ao noticiário nacional e internacional enviado pelas duas agências e trabalhado pelos editores. O website é apresentado em design moderno, desenvolvido e periodicamente atualizado pela empresa Arco Informática, com sede em Cachoeiro de Itapemirim, que possui uma carteira de clientes do Brasil e do exterior. Isso permite permanentes atualizações, garantindo uma apresentação de conteúdo de qualidade editorial dentro formas modernas e atrativas. Um complexo sistema de aferição comprova a grande aceitação do VitoriaNews®, que já alcança, em média, mais de meio milhão de acessos por mês, segundo auditoria da ComScore, sediada nos Estados Unidos e considerada uma das mais rigorosas em nível mundial. A medição permite que as agências de publicidade e seus clientes inspecionem os dados estatísticos com total transparência. Desde a fase de implantação do projeto, essa aferição se transformou num dos mais importantes investimentos da Nova Editora, a fim de garantir maior visibilidade dos anúncios veiculados. Esta é uma necessidade diante da fragmentação da audiência dos jornais em website, o que levou ao aparecimento de medidores mais complexos, por meio de multiplataformas. O processo de aferição do www.vitorianews.com.br, o MMX Multi-Plataform, fornece a primeira visão abrangente da indústria sobre o comportamento do consumidor digital em desktops, smartphones e tablets e, dentro desse campo, o veículo se mostra inovador, chegando á frente no mercado digital. Isso porque deve ser considerado que os anunciantes, agências publicitárias e editores utilizaram por muito tempo o MMXtm como moeda padrão da medição online. Ocorre que o MMX Multi-Plataform, que mede a audiência do www.vitorianews.com.br, não é somente uma evolução dessa plataforma, que é líder em medição digital. Ela representa, na realidade, uma revolução, com insights que oferecem diferenciais mais detalhados, com os quais os clientes podem traçar novas estratégias de comunicação. Nesse processo, os relatórios são mais abrangentes, alcançando mais de 300 mil entidades de mídia digital. Isso inclui o tamanho da audiência, composição demográfica, engajamento e performance dos segmentos-chaves dos usuários e tendências comportamentais. Essas métricas podem ser comparadas a plataformas de mídia digital e utilizadas para o entendimento das atividades e aperfeiçoamento de cada uma das plataformas. Desse modo, todas as cadeias envolvidas no processo da comunicação têm acesso a informações vitais para a montagem de estratégias de mídia, com total transparência e credibilidade ampliada. O www.vitorianews.com.br passou pelo processo de transição e agora se firma como o mais novo veículo de informação no Espírito Santo, contando com ferramentas idênticas às utilizadas pelos grandes meios em nível mundial. Com esse mesmo diferencial, a Nova Editora lançou o Jornal Empresá- rio®, há 18 anos, que agora passa para a história da empresa. VitóriaNews® é Marca Registra- da de Nova Editora – Empresa Jornalística do Espírito Santo. ■ LUIZ MARINS Elogie mais o esforço Quando estudei os aborígines australianos, uma coisa sempre me chamou a atenção: quando algum membro da tribo fazia alguma coisa excepcional, os chefes elogiavam mais o esforço que aquela pessoa tinha feito do que o resultado por ela alcançado. As palavras sempre eram de reforço e encorajamento pela dedicação, pelo comprometimento. Os aborígines sempre acreditaram que o produto final de uma ação é sempre resultado de um esforço e que o que deveria ser elogiado e reforçado era, portanto, o esforço e não só resultado final. Presenciei isso com pais em relação a seus filhos. Lembro-me de um pequeno aborígine que tinha excelente domínio ao lançar um bumerangue e o quanto seus pais o incentivavam a melhorar a cada dia, elogiando a sua determinação em treinar muitas horas. Vejo que em nossa sociedade, premiamos mais o resultado que o esforço. Premiamos a nota 10 e o campeão de vendas pelo volume e pelo faturamento. Poucas vezes levamos em consideração o esforço, o comprometimento, a dedicação. Somos uma sociedade de resultados, muitas vezes, fazendo vista grossa para a forma como aquele resultado foi conseguido. Conheço pais que premiam seus filhos pela nota máxima em uma prova sem atentar para o fato de que aquela nota foi conseguida através dousodeuma “cola”ou“fila”como se diz no Brasil, ou seja por meios ilí- citos e não éticos. Jorge Rio Cardoso, da Universidade de Lisboa, diz enfaticamente que “se a nota de seu filho não for a esperada, elogie o esforço’ para que ele se sinta motivado a vencer desafios. Pesquisas modernas como as da Professora Carol S. Dweck da Universidade de Stanford, EUA, atestam claramente que o sucesso não é mérito da inteligência e sim do esforço e alerta em seus livros e artigos que os pais, líderes e educadores devem premiar o esforço para que a pessoa sinta prazer em aprender, em questionar e em se auto desafiar. São, portanto, muitos os autores contemporâneos que afirmam que devemos elogiar e premiar mais o esforço do que o resultado, aquilo que aprendi en- tre os aborígines há muitos anos. Assim, antes de dizer a um fi- lho ou liderado que ele “é” um sucesso, “é” brilhante, pense em dar a essa pessoa os parabéns pela sua capacidade em se esforçar, se comprometer, se dedicar, fazendo com que o sucesso ocorra. Da mesma forma, ao cumprimentar um campeão de vendas ou um filho que tenha passado em uma prova difícil, diga do orgulho que sente em ver sua capacidade de resistir a pressões, de vencer obstáculos e vencer. Pense nisso. Sucesso! ■ Luiz Marins é antropólogo e escritor contato@marins.com.br

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4 JULHO DE 2017 VITÓRIA/ES 17 ANOS Condomínios com tecnologia de ponta Os novos sistemas ampliam a segurança e reduzem os custos operacionais, possibilitando maior economia Cada vez mais o avanço da tecnologia tem contribuído para melhorar os processos de trabalho e produção, garantindo maior eficiência e a otimização dos resultados. Agora, revolucionou a área de segurança dos condomínios por meio do serviço de Portaria Virtual, também conhecido como Portaria Remota. Além de oferecer um sistema de segurança totalmente eficiente, com a instalação de equipamentos de última geração, a modalidade pode reduzir o custo operacional do condomínio em até 70%, comparado ao modelo tradicional, que conta com um porteiro em posto 24 horas. Segundo o diretor presidente do Grupo VSG, Coronel Campos, o serviço de Portaria Virtual já é uma realidade nas grandes cidades e pode ser aplicado para empresas e residências. Ele destaca que a empresa oferece opções ilimitadas ao cliente, que variam de acordo com o porte e as necessidades do condomínio. “A VSG é uma empresa que oferece soluções de segurança para nossos clientes. Nossa expertise nessa área nos credencia a pres- tar os melhores e mais modernos serviços disponíveis no mercado, inclusive quando se trata da Portaria Virtual”, garante. Entre as opções estão: presença completa no condomínio 24 horas por dia, 365 dias no ano; controle de acesso; controle de estacionamento; abertura e fechamento de portas e barreiras, além do gerenciamento de equipamentos das áreas comuns (ar condicionado, iluminação, etc), entre outras. Para isso, é instalado um sistema completo de segurança, composto por gravadores de vídeos de alta definição, alarmes sensores, cercas elétricas, controles de acesso, serviços de telefonia, entre outros, que visam uma maior eficiência na qualidade dos serviços, destacou Coronel Campos. “Através da interface de comunicação audiovisual e verificação, nossa Central de Monitoramento 24 horas tem acesso à todas as instalações do condomínio. Desta maneira, o prédio fica sob constante vigilância e conta com a pronta resposta de uma equipe treinada para agir de forma imediata”. Equipamentos de última geração Mais seguro com economia de 70% Coronel Campos, diretor presidente do grupo VSG, destaca a comodidade gerada pela tecnologia FOTO: ANTÔNIO MOREIRA O serviço de Portaria Virtual da VSG oferece soluções de segurança eletrônica que agregam valor ao conjunto de produtos ofertados. São equipamentos capazes de aumentar ainda mais a qualidade dos serviços em instalações protegidas com a modalidade de monitoramento remoto. Entre as opções está o Monitoramento de Imagem Inteligente em que câmeras instaladas em locais estratégicos são capazes de identificar movimentações suspeitas no entorno do condomínio e emitir um alerta para a Central de Monitoramento 24 horas, como explica o gerente de operações integradas da VSG, Douglas Scheltz. “Ao sinal de qualquer situação que fuja da normalidade do condomínio, como uma pessoa parada ou um carro passando várias vezes pelo local, a câmera emite um alerta para a Central, que monitora as imagens e analisa a necessidade de enviar uma equipe ao local”. Outro recurso empregado é o serviço de Chegada Vigiada. Com ele, uma câmera de vídeo em alta definição identifica a placa do carro do morador e emite um alerta para a Central, que acompanha todo trajeto para que ele possa entrar no condomínio em total segurança. Um dos grandes atrativos da Portaria Virtual é a economia que ela traz. Isso porque ela rompe a necessidade da contratação de um porteiro físico, eliminando este tipo de gasto que, em geral, representa o custo mais alto de um condomínio. O gerente de operações integradas da VSG, Douglas Scheltz, destaca a facilidade da implantação do serviço. “O valor pode variar de acordo com as soluções em segurança necessárias para o condomínio, mas a economia pode chegar a 70%. É um serviço que pode ser contratado a partir de R$ 4,5 mil”, revela. Segundo Scheltz não se trata de um simples monitoramento eletrônico, uma vez que tudo que um porteiro físico faz, a Portaria Virtual consegue fazer remotamente, porém com muito mais agilidade e segurança. “Oferecemos aos nossos clientes um serviço que nunca está atrasado, fica doente ou longe do monitor das câmeras. Os recursos de multitarefa e interação permitem que um agente de monitoramento faça rondas virtuais enquanto, simultaneamente, outro agente está em pronta resposta com um morador ou enviando chamados para patrulhas ou polícia”, explica. VSG, uma referência no setor O Grupo VSG, com sede localizada no bairro Jabour, em Vitória, já se tornou referência no segmento de segurança privada no Espírito Santo. Fundada em outubro de 1986, a empresa está presente em todos os 78 municípios do Estado e foi pioneira na conquista da certificação de qualidade nos critérios das normas ISO 9001, em 1999. Sempre comprometida com a melhoria dos processos e priorizando ações preventivas, a VSG presta serviços de segurança patrimonial e pessoal, escolta armada e monitoramento eletrônico 24 horas. O diretor presidente da empresa, Coronel Campos, destaca a importância da busca continuada pela qualidade dos serviços. “Investimos permanentemente na capacitação de nossos profissionais, tornando a equipe altamente qualificada e apta para agir de maneira assertiva em qualquer ocorrência. Além disso, contamos com fiscais de segurança para supervisionar os postos de servi- ço e garantir o tratamento imediato a eventuais necessidades identificadas”, disse. Com o objetivo de garantir a melhor solução para as necessidades de mercado e a exigência de uma performance ainda mais competitiva, a empresa ampliou os negócios e criou, em 2001, a VSG Tecnologia e Serviços, estendendo sua atuação para vigilância eletrônica, controles de portaria e portaria virtual. Desta maneira, o Grupo VSG passou a disponibilizar para seus clientes os mais avançados equipamentos em segurança eletrônica que possibilitam o monitoramento remoto de imagens, assim como alarmes em portarias e áreas internas de edifícios residenciais, comerciais, industriais e empresas públicas e privadas. O emprego da tecnologia permitiu ainda que todos os postos de serviços das empresas do Grupo estejam conectados permanentemente à Central Operacional 24 horas. “O monitoramento é realizado em tempo real e a visualização das imagens pode ser feita tanto via web como smartphone. Assim, é possível identificar qualquer evento que possa pôr em risco a proteção de nossos clientes”, esclarece. O Grupo VSG não se limita a oferecer apenas serviços na área de segurança. O compromisso da empresa também abrange questões de responsabilidade social e ambiental, como desenvolvimento sustentável, inclusão social, respeito à diversidade, incentivo à cultura e apoio ao esporte. “A empresa apoia diversas ações sociais, como o patrocínio de atletas, que recebem da VSG a condição necessária para competir em campeonatos estaduais, nacionais e internacionais. Também estabelecemos parcerias com instituições que zelam pelo bem estar e inclusão social de pessoas com deficiência, crianças, entre outros segmentos, como a APAE e Associação Capixaba Contra o Câncer Infantil (ACACCI)”, conta Campos. ■

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17 ANOS VITÓRIA /ES JULHO DE 2017 5 FOTO: ANTÔNIO MOREIRA Centrais de monitoramento garantem segurança ininterrupta e possibilitam uma visão ampla de todo o condomínio, inclusive com interação entre moradores e visitantes Viver com mais segurança A escolha desses serviços ganha adeptos em toda Região Metropolitana, notadamente em Vitória e Vila Velha Na Grande Vitória, principalmente nos municípios de Vitória e Vila Velha, a escolha pelo serviço de Portaria Virtual – ou Portaria Remota – vem ganhando cada vez mais adeptos. Somente no último ano, a procura por esta modalidade cresceu cerca de 500%. Segundo Fabiano Monteiro, diretor de tecnologia da SIT (Segurança, Inteligência e Tecnologia), este aumento é reflexo da relação custo X benefício que a Portaria Remota oferece. Apresentada como modelo de portaria eficiente, o sistema alia mais segurança e maior economia para o condomínio, especialmente para aqueles de pequeno e médio porte que, em geral, apresentam gastos elevados com pagamento de funcionários. “O custo médio mensal do serviço varia de R$ 4,5 a R$ 6 mil, dependendo do modelo escolhido pelo contratante. O condomínio pode optar por comprar, alugar ou, ainda, utilizar os equipamentos que ele já dispõe. As imagens são todas gravadas e ficam à disposição do contratante”, destaca. O diretor ressalta ainda que com a portaria remota a figura do porteiro presencial é substi- tuída por um agente remoto. “Ao tocar o interfone, a chamada é direcionada para nossa Central de Monitoramento 24 horas. Ao identificar o visitante, nosso operador entra em contato com o morador para que ele autorize ou não sua entrada. Mesmo em casos de queda de energia, o serviço continua funcionando, pois contamos com baterias externas e sistema de no break”, explica. Segundo o diretor da Tattica Portaria Virtual, Rafael Reis, a escolha pela Portaria Virtual tem agradado a muitos condôminos na Grande Vitória. “Muitos condomínios têm aproveitado a economia gerada para reduzir a taxa de condomínio, efetuar reformas ou tirar projetos antigos da gaveta sem acrescentar cobrança de taxa-extra. A satisfação e aceitação são muito grandes”. Com a Portaria Virtual, o trabalho de zelador ganha mais destaque. Isso porque, com a ausência do porteiro, ele fica responsável por receber encomendas e correspondências que precisam de assinatura. Para outras situações, como controle de acesso em dias de mudança ou de utilização do salão de festas, é seguido o que estabelecer a política de acesso elaborada pelos próprios moradores e repassada à empresa. Entretanto, o gerente de operações integradas do Grupo VSG, Douglas Scheltz, alerta para a importância do comprometimento dos moradores para a implantação de um serviço de qualidade. “Durante a transição para o serviço de Portaria Virtual, nos reunimos com os condôminos para fazer os cadastros de controle de acesso e controle de estacionamento e passar todas as informações necessárias para o correto cumprimento dos procedimentos de segurança”, conta. Segundo Leonardo Simonetti, gestor de segurança da Alarm FOTO: ANTÔNIO MOREIRA Coronel Campos, da VSG Center, a expectativa é que o serviço de Portaria Virtual domine este mercado nos próximos anos. “A escolha pela portaria virtual é um caminho sem volta. SERVIÇO Grupo VSG ■ LOCALIZAÇÃO: Rua Ciro Vieira da Cunha, 201, Jabour, Vitória, ES ■ TELEFONE: (27) 2121-0100 SIT – Segurança, Inteligência e Tecnologia ■ LOCALIZAÇÃO:Av.Fernando Ferrari,484, Jardim da Penha, Vitória, ES ■ TELEFONE: (27) 3025-8080 FOTO: ANTÔNIO MOREIRA Rafael Reis, da Tattica Nas grandes cidades, as construtoras já estudam a possibilidade de entregar o condomínio com o sistema de segurança instalado”, revela. ■ Tattica Portaria Virtual ■ LOCALIZAÇÃO: Rua Ulisses Sarmento,24, Ed.LeonTrade Center,Sl 406/407,Praia do Suá, Vitória, ES ■ TELEFONE: (27) 3026-2196 Alarm Center ■ LOCALIZAÇÃO: Rua José Celso Claudio, n° 1.071, Jardim Camburi, Vitória, ES ■ TELEFONE: 2122-1000 FOTO: ANTÔNIO MOREIRA Fabiano Moreira, da SIT

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6 JULHO DE 2017 VITÓRIA/ES 17 ANOS JANE MARY DE ABREU Doenças são despertadores Se somos seres espirituais passando por uma experiência material, é claro que o tempo dedicado às coisas da alma precisa ser maior do que aquele que dedicamos às coisas do mundo material. Qualquer um de nós percebe com facilidade que estamos andando na contramão da espiritualidade, envolvidos quase 100 por cento com banalidades. Viemos a este planeta para realizar os anseios da nossa alma, mas não estamos fazendo isso. Ficar grudado no celular traz algum conforto para a alma? Uma conversinha rápida com Deus na hora de dormir é suficiente para conquistarmos a paz que queremos? Todo mundo sabe a resposta e mesmo assim continuamos dando ênfase ao material em detrimento do espiritual. O resultado é isso que a gente está vendo hoje – pessoas andando pelas ruas completamente sonâmbulas, sem saber para onde estão indo, com uma enorme tristeza estampada no rosto. Os olhos denunciam a infelicidade que aumenta numa veloci- dade incrível. Os índices altíssimos de infelicidade podem ser comprovados a partir da explosão de vendas do Rivotril. Ele é o campeão absoluto de venda no mercado das drogas. E o mais surpreendente é que os consumidores dessa droga não acham que fazem parte do contingente dos viciados em crack, cocaína, álcool, fumo... No fundo é a mesma coisa, a mesma infelicidade... são almas gritando de forma diferente por um pouquinho de amor. A diferença é que tem gente tombando nas ruas, abandonadas por suas famílias, e gente tombando dentro de lares aparentemente perfeitos. Se as estatísticas oficiais contabilizassem os viciados no Rivotril e no álcool, acho que poucos escapariam de serem tachados como dependentes químicos. E por que as pessoas estão literalmente perdidas? Porque perderam a conexão com a alma, não sabem quem são, não sabem o que vieram fazer neste planeta e nem para onde estão indo. Se não se conhecem, também não conhecem Deus. Se não conhecem Deus, se estranham, se agridem e se matam. Estão com os olhos voltados permanentemente para fora, em busca de mais e mais superficialidades, na tentativa inútil de preencher o gigantesco vazio que existe em seus corações. As festas de casamento são um exemplo disso. As pessoas hoje perdem dois anos na preparação delas. Gastam-se fortunas para exibir uma felicidade que a gente não encontra nos olhos de quem as promove. Conheço famílias que venderam até apartamentos para bancar uma festa de casamento! Passaram a viver de aluguel... Outras fizeram financiamento em banco... Entre um rivotril e outro, entre um psiquiatra e outro, o evento vai sendo montado, custe o que custar, importante é ostentar uma felicidade que não existe. Dois anos de vida são perdidos nessa ilusão. E quando a gente acha que a futilidade vai passar com a saída do último convidado da festa, surge a gravidez da noiva e começa a preparação de um novo mega evento. Os bebês agora só se vestem em Nova Iorque ou Miami... a decoração do quarto envolve decoradores renomados... o que era para ser um acontecimento natural - um novo ser espiritual chegando para uma experiência material - vira outro grande evento, que vai de novo consumir todo o tempo dos envolvidos e adiar a felicidade deles. E assim o espiritual vai sendo deixado para depois... para quando o casamento passar... para quando o bebê nascer... para quando a criança for para a Disney... para quando o jovem se formar... para quando ele se casar, dando início a um novo ciclo de supremacia do mundo material sobre o espiritual. Chega um momento, no entanto, que o Universo faz uma intervenção dramática, não com o objetivo de nos punir, mas para nos despertar. Aparece então uma doença grave, uma perda ou um acidente de grande proporção. Se uma doença pudesse falar, o texto seria mais ou menos assim: “acorda, é hora de pensar no essencial, é hora de cuidar da alma, não dá mais para desperdiçar tanta vida. Estou aqui para protegêlo de você mesmo. Você é um ser espiritual, veio para realizar o Divino em você”. Doenças são despertadores. Quando elas chegam significa que algo dentro de nós precisa mudar. Se não entramos em sintonia com o propósito divino é certo que sofreremos. Quanto maior for o grau de superficialidade de uma vida, mais profunda será a dor. Aqueles que já atendem aos anseios de sua alma, que já destinam a Deus a maior parte do seu tempo, servindo na obra divina, vivem como se a vida fosse um grande parque de diversão, onde tudo é alegria e contentamento. Uma pessoa espiritualizada é feliz em qualquer circunstância, porque tem Deus dentro de si permanentemente. Se você ainda está gravitando no superficial, não perca mais tempo, mergulhe na profundidade do seu ser... pare de se contentar com um punhadinho de areia quando você tem uma praia inteira disponível... Queira mais da vida, almeje a felicidade plena – esse é o seu direito divino. ■ Jane Mary é jornalista, consultora de Comunicação e Marketing, autora do livro Tudo é perfeito do jeito que é. www.janemary.combr janemaryconsultoria@gmail.com

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8 17 ANO FOTO: FRED LOUREIRO/SECOM Eugênio Ricas, secretário de Estado de Controle e Transparência, delegado da Polícia Federal, mestrando em Gestão Pública pela UFES Transparência em primeiro lugar A Secretaria de Estado de Controle e Transparência foi eleita a instituição pública mais lembrada do Brasil Osecretário de Estado de Controle e Transparência, Eugênio Ricas, revela em entrevista ao Jornal Empresários que o Espírito Santo foi o primeiro estado no País a punir uma empresa com a aplicação da Lei Anticorrupção (12.846/2013) e atualmente tem o maior número de sanções aplicadas. Eugênio Ricas também destaca que devido ao pioneirismo e atuação, a Secont foi eleita a instituição pública mais lembrada do Brasil, quando se fala em ações de combate à corrupção, destacando que o Estado está adotando um modelo europeu para a modernização do controle interno dos gastos públicos, por meio da Lei Complementar 856/2017. Jornal Empresários - O lançamento do novo Portal da Transparência foi um passo importante para a sociedade acompanhar com clareza a aplicação dos recursos públicos no Estado? Eugênio Ricas – Nossa meta para a reformulação do portal era aumentar a participação dos cidadãos no controle social e tor- nar o acesso ao menu de informações mais explicativo e de fácil entendimento. Comparado ao período de janeiro a abril de 2016 tivemos um aumento de 29,05% no número de acessos e mais de 2,7 milhões de páginas visualizadas. Vários passos foram importantes para alcançarmos esse patamar. No último ano recebemos a segunda nota 10 consecutiva na avaliação do Ministério Público Federal como melhor portal da transparência do Brasil, e a Controladoria Geral da União nos avaliou pelo segundo ano consecutivo com o primeiro lugar na escala Brasil Transparente. Mesmo com esse reconhecimento positivo a Secont se empenhou para atualizar e simplificar todos os elementos da Lei de acesso à informação referentes às partes orçamentária, contábil, empenho e execução no Estado. Jornal Empresários - Que novas ferramentas e funcionalidades foram implementadas pela Secont para aperfeiçoar o serviço? Eugênio Ricas - Além das informações de despesas, receitas, convênios, orçamentos, contratos e modalidades de licitações o usuário passou a contar, após consulta pública realizada em 2016, com a criação das áreas temáticas de Saúde, Educação, Segurança Pública e Obras. Hoje, a título de exemplos, ao acessar o link Saúde é possível verificar quais são os remédios disponíveis na farmácia popular; ao clicar em Educação o visitante poderá verificar o número de vagas e turnos disponíveis nas escolas em seu município, além de localizar no ícone Segurança qual a unidade do corpo de bombeiros mais próxima. Essas e outras ferramentas, como o mapa de equipamentos, buscam facilitar o dia a dia da população. Jornal Empresários - O estado do Espírito Santo foi o primeiro no Brasil a aplicar a Lei Anticorrupção (12.846/2013). O senhor pode exemplificar o trabalho administrativo realizado? Eugênio Ricas - A Lei Anticorrupção é recente e nós despontamos na frente ao criar em 2015 uma estrutura administrativa para aplicá-la. Através da Subsecre- taria de Integridade Governamental e Empresarial todo o ato praticado por empresas que se enquadrem na Lei, ou seja, aqueles considerados corruptos, são encaminhados inicialmente ao núcleo de investigação para apuração, e caso haja indícios de autoria e de materialidade, o Processo Administrativo de Responsabilização (PAR) é aberto. Nosso estado foi o primeiro a instaurar um PAR e a aplicar uma multa. Também aplicamos a maior multa, a uma multinacional, no valor de R$1,47 milhão. O estado tem sido implacável no combate à corrupção. Não importa o tamanho da empresa, seja microempresa ou multinacional, se transgrediu a Lei estamos punindo. Jornal Empresários- Qual o número de empresas punidas? A maioria dos processos são por fraudes em licitações? Eugênio Ricas -Desde que a lei entrou em vigor em 2014, foram 13 condenações, envolvendo 15 empresas. No total, 31 Processos Administrativos de Responsabilização (PARs) foram abertos. A maior parte dos casos é devido a fraudes em licitações ou contratos. Como exemplo, posso citar uma empresa que tentou burlar o pregão eletrônico e outra que chegou a fornecer tonner falso para um órgão. Recordo quando estava à frente da Secretaria de Estado da Justiça no ano de 2015 e um empresário do ramo de automação e segurança chegou a sugerir propina para aditivar um contrato, sendo autuado em flagrante com voz de prisão. A empresa foi punida em R$747 mil com base na Lei Anticorrupção. Jornal Empresários - Qual o destino do valor das multas aplicadas? Eugênio Ricas - O valor das multas aplicadas é destinado ao Fundo Estadual de Combate à Corrupção. Hoje, há oito empresas no Cadastro Nacional de Empresas Punidas (CNEP), da Controladoria Geral da União (CGU), sendo quatro decorrentes de processos no Espírito Santo. Esses valores são revertidos aos gastos para fomentar o combate à corrupção, seja para aparelhagem de órgãos da Secont ou capacitação dos auditores.

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OS VITÓRIA/ES JULHO DE 2017 Sistema serve de modelo para outras regiões do País 9 FOTO: SECONT Gestores de outros estados têm vindo ao Espírito Santo em busca de informações sobre os mecanismos de transparência, combate à corrupção e controle interno aqui praticados. A Secretaria de Estado de Controle e Transparência (Secont) recebeu recentemente a visita de representantes das controladorias-gerais do Acre, Distrito Federal, Rondônia, Minas Gerais e Pernambuco. “Essa procura comprova que estamos no caminho certo. É gratificante ver o reconhecimento do nosso trabalho de vanguarda nas áreas de combate à corrupção, controle e transparência. Essa referência nos proporciona esperança para que juntos possamos mudar o cenário do Brasil”, destaca Eugênio. No campo do combate à corrupção, por exemplo, o Espírito Santo é o único Estado que inicia um projeto de investigação do zero. “As averiguações são realizadas a partir de denúncias ou da busca ativa da própria Secont”, afirma Eugênio. Com a experiência adquirida nos 31 Processos Administrativos de Responsabilização (PARs) que estão em andamento, a Secretaria se destaca pela vanguarda em relação ao processamento, aplicando a Lei Anticorrupção com respeito à ampla defesa e ao contraditório. De acordo com o secretário, para alcançar um resultado com maior agilidade, a Secont utiliza a central do Observatório de Despesas Públicas (ODP), que tem como finalidade evidenciar por meio de instrumentos tecnológicos indícios de irregularidades e ilegalidades em licitações, contratos, pagamentos, dentre outras funcionalidades do Estado. “Para evitar o desperdício e melhorar o processo de gestão são propostas correções e quando constatada qualquer ilegalidade, a Secont, em regra, instaura um procedimento para investigação. Havendo indícios da prática de crime, a Polícia Civil e o Ministério Público Estadual são comunicados, destacando a parceria entre Secont e Nuroc”, afirma Eugênio. Na área de Controle, representantes de outros estados e de municípios, como o Rio de Janeiro (RJ) já fizeram contato para obter informações sobre o projeto de modernização com a publicação da Lei Complementar 856, que busca alcançar um patamar europeu no controle interno do Espírito Santo. Segundo o secretário Eugênio Ricas, o Portal www.transparencia.es.gov.br desenvolvido pela Secretaria de Estado de Controle e Transparência (Secont), em conjunto com o Instituto de Tecnologia do Espírito Santo (Prodest), também é referência e atrai gestores de outros estados por disponibilizar aos visitantes consultas de forma acessível e de fácil compreensão. O modelo implantado é responsivo, ou seja, adapta-se ao tamanho do dispositivo. A Secont responde ainda pela Ouvidoria-Geral onde podem ser feitas sugestões, denúncias e reclamações. Além disso, por meio do Aplicativo Fiscal Cidadão, usuários dos aparelhos Android e iOS podem realizar denúncias. FOTO: FRED LOUREIRO/SECOM Para comemorar os 30 anos, em maio, a Secont e promoveu palestras sobre o combate à corrupção. 30 anos da Secont No dia 14 de maio, a Secretaria de Estado de Controle e Transparência (Secont) completou 30 anos. Criada no ano de 1987 através da fundação da Auditoria Geral do Estado (AGE), apresentava como objetivo atuar no controle interno das atividades de administração pública financeira e patrimonial. Após um período de 22 anos, em 2009, foi reformulada, ampliando suas atribuições e estrutura organi- zacional para implementação de novos procedimentos de prevenção e de combate à corrupção, além da política de transparência da gestão e a ampliação dos mecanismos de controle dos recursos públicos passando a ser denominada Secretaria de Estado de Controle e Transparência (Secont). Dentro da nova estrutura administrativa, foram criadas a Subsecretaria de Estado de Controle e a Subsecretaria de Estado da Transparência, que é responsável pelo gerenciamento do Portal da Transparência. Em 2012, a OuvidoriaGeral do Estado foi incorporada à secretaria, assim como a Corregedoria, em 2013. Já em 2015, foi criada a Subsecretaria de Estado de Integridade Governamental e Empresarial, que aplica a Lei Anticorrupção. Reunião com auditores para falar da Lei Complementar 856 Lei complementar garante modernização A Lei Complementar 856/2017 prevê a modernização do controle interno do Poder Público Estadual para padronização das normas internas e reformulação das atribuições da Secretaria de Estado de Controle e Transparência (Secont), com objetivo de melhorar a transparência e a gestão, evitando, assim, o desperdício de recursos públicos e a prática da corrupção. O projeto de lei aprovado na Assembleia Legislativa, sancionado pelo governador Paulo Hartung e publicado no Diário Oficial no mês de maio, trata de legislação específica para consolidar uma política de Estado. “Com a nova legislação, o Espírito Santo se torna o primeiro do País a adotar o modelo europeu de controle interno, reconhecido pelo Banco Mundial”, diz Eugênio Ricas. O secretário de Estado de Controle e Transparência, explicou que o Espírito Santo foi escolhido pelo Banco Mundial no início de 2016 para desenvolver o projeto piloto, devido à estrutura já avançada na área e que um auditor do Estado conheceu os sistemas de controle interno da Croácia e da Bulgária – últimas a se adequarem ao padrão da comunidade europeia. Eugênio Ricas ressaltou que o novo modelo representa uma mudança de cultura. “Esta lei complementar pretende revolucionar a gestão e o controle interno no Espírito Santo. O que se busca é alcançar patamares europeus de controle, beneficiando a gestão, diminuindo o desperdício de recursos públicos e evitando a corrupção”. Com as modificações, o controle das contas das secretarias e dos órgãos passa a funcionar sob a doutrina das três linhas de defesa. Os fundamentos de cada uma dessas linhas serão regulamentados por decretos. A primeira é constituída pelos controles internos dos próprios órgãos e conta com um conjunto de regras, procedimentos e rotinas de sistemas informatizados destinados a enfrentar os riscos e fornecer segurança quanto ao alcance dos objetivos do órgão ou entidade. Composta pelas funções de supervisão, monitoramento e assessoramento, a segunda linha de defesa é responsável por fazer o monitoramento das contas do gestor. No início de cada ano, deverá ser produzido um relatório conclusivo de controle interno, para encaminhamento ao Tribunal de Contas do Estado. “Será um trabalho permanente, a chance de equívocos é drasticamente reduzida”, afirma Eugênio. A terceira linha de defesa é formada pela auditoria da Secont, e tem a função de realizar a avaliação da operacionalização dos controles internos da gestão (primeira linha de defesa) e da supervisão dos controles internos (segunda linha de defesa). Dessa forma, a auditoria deixa de ser apenas de conformidade e ganha um papel muito mais relevante, de apoio e monitoramento da gestão pública. O auxílio aos gestores será realizado verificando: a aderência das entregas ao planejamento estratégico; se a administração está, efetivamente, sendo útil para a sociedade e contribuindo para que um passado de burocracia paralisante dê lugar a um futuro de mais esperança e resultados aos espírito-santenses. ■

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10 JULHO DE 2017 VITÓRIA/ES 17 ANOS FOTO: CAUÊ DINIZ/LEC O secretário Eugênio Ricas recebe o prêmio Top of Mind ao lado de representantes da Legal, Ethics & Compliance (LEC) Ações de combate à corrupção A Secont teve o esforço reconhecido com o prêmio Top of Mind, em festividade realizada em São Paulo Referência no País na aplicação da Lei Anticorrupção (12.846/2013), a Secretaria de Estado de Controle e Transparência (Secont) foi premiada como a entidade no setor público mais lembrada em 2016, em votação aberta na internet, pela atuação no combate à corrupção. A cerimônia de entrega do Prêmio Top of Mind de Compliance, realizada em maio deste ano na cidade de São Paulo, aconteceu durante o 5º Congresso Internacional de Compliance, termo em inglês que significa o conjunto de ações para se fazer cumprir as normas legais e regulamentares. A premiação foi organizada pela en- tidade LEC Legal, Ethics & Compliance (LEC). Segundo o secretário Eugênio Ricas, esse troféu coroa o esforço voltado para a busca da integridade na gestão pública e no combate à corrupção no Espírito Santo. “O Estado foi o primeiro a sancionar a Lei Anticorrupção entre os entes federativos brasileiros, uma “exigência” do governador Paulo Hartung, e também o primeiro a aplicar uma penalidade com base na lei”, avaliou. “É um reconhecimento extremamente importante, pois demonstra vontade política e um trabalho técnico e eficaz que vem sendo de- senvolvido ao longo dos anos”, comentou. Na categoria autoridades públicas, a votação “Top of Mind” elegeu o promotor de Justiça do Ministério Público Estadual (MP-ES) Marcelo Zenkner, que esteve à frente da Secont de janeiro de 2015 a abril de 2016. ■ EUSTÁQUIO PALHARES Fim de ciclo Essa publicação anuncia o fechamento de um ciclo de 17 anos e não há o que se lamentar porque o fecho de um ciclo não é exatamente uma extinção, senão um curso de existência. Quem teve a oportunidade de operar no mercado editorial do ES pode entender melhor a expressão dessa marca, as suas mais de duas centenas de edições circuladas pontualmente a cada virada de mês. A grande agenda empresarial e econômica do Espírito Santo foi ebulhada aqui, em abordagens que mesclaram a promoção dos casos de sucesso e de empreendedores de estilos inspiradores como a constatação de carências e restrições que eventualmente não encontravam outros espaços de aprofundamento. O empreendimento editorial em um mercado que experimenta a saturação das iniciativas pontuais, episódicas e fugazes mas suficiente para de certo modo embaralhar o mercado, exige um alto nível de resiliência. De capacidade de se sobrepor às dificuldades, quando não indiferença, à sua proposta editorial, que ameaçavam a pontualidade, a regularidade, ao compromisso, enfim, de estar à disposição do leitor no timing exato, correto. A par do criterioso trabalho que se desenvolveu aqui, no Jornal Empresários, no sentido de um tratamento editorial que fizesse justiça ao seu publisher e idealizador, Marcelo Ros- soni, há que se ressalta um dado que aos simples editores passa despercebido. A importância crítica de um mailing de destinatários bem construído, peneirado por camadas de filtros demográficos que assegurassem aos apoiadores, no caso os anunciantes, a certeza de que o perfil desejado do interlocutor ou públicoalvo estava criteriosamente contemplado. O criador do empreendimento advertido pela vigência de uma nova realidade no mundo midiático adere ao mainstream da comunicação e chega, ao seu modo, à mídia digital de modo mais incisivo. O Jornal Empresários® contou com sua versão digital, mas ainda na concepção do impresso que se torna online. A experiência proposta agora dispensa o caráter de adaptação para assumir a inteira identidade do novo formato que inclui tanto a apresentação e a concepção gráfica acessável à diversidade de plataformas, quanto ao conteúdo acessível em tempo real como estipula o novo paradigma: não se informar mais todo dia, mas se informar o dia todo. Da minha parte, como renitente participante da etapa que se encerra, quero manifestar minha gratidão a Marcelo Rossoni, pela oportunidade de ocupar um espaço onde pude destilar e desfilar minhas idiossincrasias que, por mais lhe estorvassem editorialmente, sempre foram preservadas e poupadas de qual- quer injunção. Foi um prazer, portanto, achar espaço que acolhesse minha compulsão em atravessar o coro dos conformados. E saúdo a nova experiência que será regida pela incontestável competência de Rossoni pelo que enriquece de opções as fontes de informações tratadas profissionalmente e, como tal, dignas de crédito. Porque, se nunca se produziu/recebeu tanto conteúdo na história, os filtros e as peneiras do bom jornalismo, muito mais que antes, até, continuam indispensáveis. ■ Eustáquio Palhares é jornalista eustaquio@iacomunicacao.com.br

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17 ANOS VITÓRIA/ES JULHO DE 2017 13 Loteamento com padrão FOTO: DIVULGAÇÃO econômico em Linhares O empreendimento oferece vários diferenciais, com destaque para a localização A área do projeto é de 602.644,00 m² Após o sucesso de vendas na primeira e segunda fase do loteamento Morada do Lago, em Linhares, a Cristal Empreendimentos prevê para a segundo semestre deste ano, o lançamento da terceira etapa do empreendimento. O loteamento, de padrão econômico, conta com diversas vantagens: possui terrenos residenciais, comerciais e está localizado bem próximo ao centro de Linhares, na avenida principal do bairro, perto do Ifes e do comércio local. Já em sua segunda fase, o empreendimento é conside- rado um sucesso de vendas, com a fase I tendo sido 100% vendida em 72 horas. A fase II também tem alcançado bons negócios. Em apenas dois meses, já são mais de 50% de vendas. No total são 1.326 terrenos, com áreas a partir de 200 metros quadrados. Na fase III estarão disponíveis 436 lotes. De acordo com o sócio-diretor da Cristal Empreendimentos, Douglas Vaz, a liquidez imobiliária tem atendido as expectativas dos empreendimentos horizontais. O Morada do Lago tem sido um sucesso de vendas. "Isso nos mostrou que com o pro- duto adequado ao perfil do público e com a correta estratégia de preço é possível avançar em meio à crise", revelou o empresário. O Morada do Lago conta com uma área total de 602.644,00 m2 e terá infraestrutura completa de pavimentação, iluminação, rede de água potável, pluvial e rede de esgoto, além de rede elétrica e placas de logradouro. Apresentará, ainda, espaços arborizados com paisagismo, duas áreas de espaço público, num total de 88.7969.79 m², que foram doadas à prefeitura visando à construção de parques, escola ou posto de saúde. ■ SERVIÇO MORADA DO LAGO Loteamento, no padrão econômico, que será realizado em três etapas. Já foram lançadas as fases I e II. A previsão é que a terceira fase seja lançada ainda no segundo semestre deste ano. Ao todo o empreendimento ocupa uma área de 468.26 m², sendo 30.487,90 m² de espaço de preservação. No total são 1.326 terrenos, com áreas a partir de 200 metros quadrados. Na fase III estarão disponíveis 436 lotes. ■ LOCALIZAÇÃO: avenida Filogônio Peixoto, em Linhares ■ PREÇO: ainda não definido. Mas, terá financiamento direto com a loteadora. E poderá ser parcelado em até 180 vezes, com entrada reduzida, sem intermediárias e sem comprovação de renda. ■ ESTÁGIO DA OBRA: LANÇAMENTO ■ INFORMAÇÕES: (27)3200-2099 O Morada do Lago, no município de Linhares, já conta com várias obras em andamento, inclusive o traçado das ruas

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14 JULHO DE 2017 VITÓRIA/ES 17 ANOS Corrupção na Prefeitura de Aracruz Juiz aceita denúncia do Ministério Público contra os implicados na Operação Derrama, acusados pelo desvio de R$ 23 milhões Quatro anos depois de deflagrada pela Polícia Civil a Operação Derrama, o dono da empresa de consultoria tributária CMS, Cláudio Múcio Salazar, virou réu no pedido nesse sentido formulado pelo Ministério Público do Espírito Santo. Salazar está citado no processo da Justiça Estadual 004392995.2012.8.08.0024 juntamente com outros 11 réus de Aracruz, incluindo dois ex-prefeitos daquela cidade, devido a um desvio de R$ 23 milhões de verbas públicas da Prefeitura de Aracruz. Na ocasião da deflagração da operação, em 14 de janeiro de 2013, a Polícia Civil informou que o esquema de corrupção envolvia a contratação da empresa CMS, de Cláudio Múcio Salazar) sem licitação pública, com o objetivo de promover a cobrança de tributos municipais. Por meio do trabalho de auditoria realizada pela CMS empresas de grande porte e que deviam tributos eram multadfas. A ação era ajuizada e a empresa de Cláudio Múcio Salazar recebias em torno de 40% da receita do dinheiro recebido como pagamento pelos serviços prestados. De acordo com a Polícia, a investigação foi iniciada pelo Tribunal de Contas do Estado em julho de 2012, quando observou as ação criminosa. Além de Cláudio Múcio Salazar foram transformados em réus os ex-prefeitos de Aracruz Luiz Carlos Cacá Gonçalves e Ademar Coutinho Devens, além de ocupantes de cargo de confiança da época e funcionários públicos de carreira da, todos da Prefeitura de Aracruz. Na lista citada pelo juiz da Segunda Vara Criminal de Aracruz, Vinicius Doná de Souza, es- tão Durval Valentin do Nascimento Brank (ex-secretário de Finanças), Jorge Luiz Soares dos Santos (ex-secretário geral da Prefeitura) e funcionários da fiscalização de rendas. Esse acolhimento da denúncia do Ministério Público Estadual da Operação Derrama em Aracruz foi o primeiro a ser aceito pela Justiça. Ainda há solicitação idêntica em processos tramitando e que se referem a outras cinco prefeituras, que também participaram do mesmo esquema sem licitação pública com a empresa de Cláudio Múcio Salazar. São as Prefeituras de Anchieta, Guarapari, Jaguaré, Linhares e Marataízes. Todos os ex-prefeitos dessas prefeituras chegaram a ser presos na deflagração da Operação Derrama. Segundo o despacho do juiz no processo, todos os réus infringiram o artigo primeiro, inciso I do Decreto 201/1967, que define os “Crimes de Responsabilidade dos Prefeitos Municipais, sujeitos ao julgamento do Poder Judiciário, independentemente do pronunciamento da Câmara dos Vereadores”. O inciso I pune os que promovem a “apropriação de bens ou rendas públicas, ou desviá-los em proveito próprio ou alheio”. Para esse caso a legislação em vigor estabelece pena máxima de 12 anos de reclusão. Além disso, os dispositivos legais que vigoram define que na hipótese de condenação, os réus perdem cargo público, se houver, além de ser inabilitados durante cinco anos para exercer cargo ou função pública, eletivo ou qualquer função pública. Além disso terão de ressarcir os cofres públicos do prejuízo que promoveram. O papel de cada um No processo nº 0043929-95.2012.8.08.0024, o juiz Vinícius Doná de Souza descreve a atuação dos réus no esquema: 1) Luiz Carlos Cacá Gonçalves, pois, segundo a denúncia, o citado acusado, entre os anos de 2002 a 2005, exercendo o cargo de Prefeito Municipal de Aracruz, em comunhão de esforços com o acusado Jorge Luiz Soares, mediante a execução do contrato nº 101/2002 e outros atos administrativos, concorreram para o desvio de verbas públicas, beneficiando, com quantias milionárias, os acusados Claudio Múcio Salazar Pinto, Lincon Cesar Liuth, Valter Rocha Loureiro, Carlos Alberto Abritta, Chirle Chagas Boff, João Carlos Bastos da Silva e Nitarlene Pretti, razão pela qual lhe foi imputada a prática do crime do art. 1º, inciso I, do Decreto Lei nº 201/67. 2) Jorge Luiz Soares, segundo a denúncia, o citado acusado, na condição de secretário geral, provocou a contratação da empresa CMS, afirmando ser o acusado Cláudio Múcio Salazar Pinto especialista em administração e fiscalização tributária, sendo o contrato de inexigibilidade ratificado pelo acusado Luiz Carlos Caca Gonçalves, que era Prefeito Municipal à época dos fatos, razão pela qual lhe foi imputada a prática do crime do art. 1º, inciso I, do Decreto Lei nº 201/67. 3) Cláudio Múcio Salazar, segundo a denúncia, no período de 2007 a 2011, o citado acusado teria se unido de forma permanente e estável aos demais denunciados para juntos promoverem o desvio de verbas públicas, uma vez que a empresa de consultoria tributária CMS, de propriedade do acusado, teria firmado contratos administrativos com o município de Aracruz/ES nos anos de 2002 a 2005, 2007 a 2008, e 2010 a 2012, prevendo a prestação de serviços de consultoria para a recuperação de tributos sonegados, sendo estabelecido como forma de remuneração a cláusula de êxito, com recebimento de determinada porcentagem incidente sobre o valor do tributo recuperado pela empresa, razão pela qual lhe foi imputada a prática do crime do art. 1º, inciso I, do Decreto Lei nº 201/67 (três vezes) e art. 288, do CP. 4) Ademar Devens, segundo a denúncia, o citado acusado, no exercício do cargo de Prefeito Municipal, em comunhão de esforços com o acusado Durval Valentim do Nascimento Blank, secretário municipal à época dos fatos, mediante a execução dos contratos administrativos nº 294/2007, 295/2007 e 242/2010, teria desviado verbas públicas em proveito de outros denunciados, razão pela qual lhe foi imputada a prática do crime do art. 1º, inciso I, do Decreto Lei nº 201/67 (duas vezes) e art. 288, do Código Penal. 5) Durval Blank, segundo a denúncia, o citado acusado, em companhia dos demais acusados, mediante a execução de contratos administrativos, teria desviado verbas públicas em seu proveito, bem como para proveito dos demais acusados, razão pela qual lhe foi imputada a prática do crime do art. 1º, inciso I, do Decreto Lei nº 201/67; (duas vezes) e art. 288, do Código Penal. 6) Lincon Cesar Liuth, segundo a denúncia, o citado acusado, na condição de gerente de fiscalização do Município de Aracruz/ES, teria se beneficiado do desvio de verbas públicas em razão da execução de contratos administrativos, recebendo gratificações de 2% sobre o valor dos tributos recolhidos, razão pela qual lhe foi imputada a prática do crime do art. 1º, inciso I, do Decreto Lei nº 201/67 e art. 288, do Código Penal. 7) Marcelo Ribeiro, segundo a denúncia, o citado acusado, também na condição de gerente de fiscalização do Município de Aracruz/ES, teria se beneficiado do desvio de verbas públicas em razão da execução de contratos administrativos, recebendo gratificações de 2% sobre o valor dos tributos recolhidos.Ainda, segundo a denúncia, o acusado, valendo-se da qualidade de controlador do município de Aracruz/ES, agindo de modo a exceder os limites da sua função, patrocinou e defendeu interesse privado do acusado Cláudio Mucio Salazar Pinto, pressionando a servidora Ilza Fernandes, chefe de gabinete à época dos fatos, a liberar pagamentos devidos ao acusado Cláudio Múcio, alegando que a demora seria injustificada, razão pela qual lhe foi imputada a prática do crime do art. 1º, inciso I, do Decreto Lei nº 201/67 e artigos 288 e 321, ambos do Código Penal;. 8) Valter Rocha Loureiro, segundo a denúncia, o citado acusado, na condição de fiscal municipal, teria se beneficiado do desvio de verbas públicas em razão da execução de contratos administrativos, razão pela qual lhe foi imputada a prática do crime do art. 1º, inciso I, do Decreto Lei nº 201/67 (três vezes) e art. 288, do Código Penal 9) Carlos Alberto Abritta, segundo a denúncia, o citado acusado, na condição de fiscal municipal, teria se beneficiado do desvio de verbas públicas em razão da execução de contratos administrativos, razão pela qual lhe foi imputada a prática do crime do art. 1º, inciso I, do Decreto Lei nº 201/67 (três vezes) e art. 288, do Código Penal. 10) Chirle Chagas Boff, segundo a denúncia, o citado acusado, na condição de fiscal municipal, teria se beneficiado do desvio de verbas públicas em razão da execução de contratos administrativos, razão pela qual lhe foi imputada a prática do crime do art. 1º, inciso I, do Decreto Lei nº 201/67 (três vezes) e art. 288, do Código Penal. 11) Nitarlene Pretti, segundo a denúncia, a citada acusada, na condição de fiscal municipal, teria se beneficiado do desvio de verbas públicas em razão da execução de contratos administrativos, razão pela qual lhe foi imputada a prática do crime do art. 1º, inciso I, do Decreto Lei nº 201/67 (três vezes). 12) Clovis Vieira Ferreira, segundo a denúncia, o citado acusado, na condição de fiscal municipal, teria se beneficiado do desvio de verbas públicas em razão da execução de contratos administrativos, razão pela qual lhe foi imputada a prática do crime do art. 1º, inciso I, do Decreto Lei nº 201/67 (duas vezes) e art. 288, do Código Penal. ■

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