DOC MIX JUN 2016

 
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Ano 2 | Número 12 | jun jul e ago 2016

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ANO 2 | NÚMERO 12 JUN JUL AGO | 2016 DOC 12 1 Um veículo para fazer circular ideias, levantar questões e promover diálogos Vivavox Conectividade ao alcance dos seus ouvidos LAFAYETTE: JUIZ DE FORA PERDE COM IMPOSTO ALTO POR QUE AINDA PRECISAMOS DO FEMINISMO? SHEILA OLIVEIRA: MAIS SEGURANÇA EM JUIZ DE FORA LIVRO “CERVEJA, ALEMÃES E JUIZ DE FORA” e mais: ESPECIAL DE ANIVERSÁRIO 4 ANOS MENDES E CUNHA 1a BIENAL DO LIVRO DE JUIZ DE FORA

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12 Um veículo para fazer circular ideias, levantar questões e promover diálogos Sumário Capa: Vivavox - Conectividade ao alcance dos seus ouvidos.8 Bom de boca, bom de ouvido............................................... 12 Expandindo saúde................................................................. 14 Resgatando o idioma alemão................................................ 16 Uma questão de identidade................................................... 18 Direito médico........................................................................ 20 Juiz de Fora perde com imposto alto..................................... 22 Para que serve a Escola?....................................................... 24 Primeira página de uma história promissora.......................... 26 Sempre novas oportunidades................................................ 30 Agora é que são elas............................................................. 40 União por mais segurança em Juiz de Fora........................... 48 Vitrines Jade 2016.................................................................. 54 Olho Armado: Romeu Delmonte............................................ 62 Colaboradores Rogéria Faria Em boas companhias A consolidação vem pela persistência, pela confiança e pela qualidade. Vem pelo equilíbrio, pela solidez de propostas e pelo exercício diário de boas práticas. Estas são prerrogativas que a Revista DOC compartilha com seus parceiros comerciais em sua busca constante pela feitura de um veículo capaz de atender simultaneamente às expectativas de seus leitores e de seus anunciantes. Cruzando seu terceiro ano no mercado editorial de Juiz de Fora, a DOC orgulha-se do que construiu, mas não olha para trás: mira um futuro brilhante em muito boa companhia. Nesta edição, temos a felicidade de estampar mais uma vez na capa a Vivavox, que está conosco desde os primeiros números e agora festeja seu aniversário de 15 anos como referência em aparelhos auditivos em Juiz de Fora e região. Também a Mendes & Cunha, que cresce a cada ano como uma das mais bem-sucedidas empresas do ramo imobiliário, aparece novamente em nossas páginas. Estes são dois exemplos de boas companhias, de empreendimentos que, como a DOC, apostam no trabalho, na visão e na competência como mecanismos de sucesso. Esta postura positiva e comprometida foi também o que levou a jornalista e empresária Cristina Sena a surpreender Juiz de Fora com a realização da 1ª Bienal do Livro, realizada na cidade no último mês de junho. E Alexandre Hill Maestrini a escrever o necessário livro “Cerveja, Alemães e Juiz de Fora”, em que revela seu entusiasmo pela cultura germânica e suas potencialidades turísticas para o município. Como menina dos olhos deste número, publicamos uma reportagem da sensibilíssima Júlia Pessôa, que prova porque o feminismo ainda é imprescindível nos dias de hoje. Sejam muito bem-vindos a mais uma edição da DOC. Boa leitura. Guta Lacerda JÚLIA PESSÔA Jornalista e mestre pela UFJF . Atua como repórter da Tribuna de Minas há seis anos, e como colunista há dois. É feminista, frustrada por não saber tocar instrumentos musicais, e viciada em Netflix e enfileirar palavras. TAIRONE VALE Jornalista por formação, publicitário por ideal, ator e escrivinhador por vocação. Expediente Direção geral e comercial: Guta Lacerda Editor e jornalista responsável: Wendell Guiducci (MTB: 08897) Colaborou nesta edição: Júlia Pessôa e Tairone Vale Editora de arte: Ana Loureiro Foto capa: Jr. Faria Informes publicitários - Fotos: Jr. Faria Impressão: Gráfica América Comercial: Guta Lacerda - (32) 98876-1582 | contato@revistadoc.com.br A Revista DOC é uma publicação independente e sua distribuição é dirigida e gratuita. Os artigos e matérias assinadas apresentadas nesta revista são de inteira responsabilidade de seus autores e, não necessariamente, expressam a opinião da revista.

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Divulgação Vivavox Conectividade ao alcance dos seus ouvidos Completando 15 anos de mercado, a Vivavox não chegou ao posto de referência em venda e adaptação de aparelhos auditivos nos estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro por acaso. Representante exclusiva na região da marca suíça Phonak, que é líder mundial em tecnologia e soluções para problemas da audição, sua consolidação foi fundamentada no atendimento individualizado, na crescente confiança de médicos e pacientes e na constante preocupação com a atualização tecnológica e especializada. Absolutamente todos os lançamentos da Phonak no Brasil são imediatamente colocados à disposição de seus clientes em Juiz de Fora. A principal destas novidades, lançada este ano, é a linha Venture, que compreende aparelhos auditivos, softwares, design e acessórios totalmente inovadores. “A melhoria da qualidade sonora é sempre o foco da Phonak, a cada novo lançamento há sempre uma evolução significativa”, explica a fonoaudióloga Cristina Assis, que trabalha em conjunto com Aline Flávia e Luciene Daniel. “Entretanto, há também a busca pelo melhor design e por acessórios que facilitem a vida dos pacientes, levando em conta a estética, o conforto físico e auditivo”. Esta preocupação com a performance e a estética foi reconhecida recentemente com dois prêmios internacionais de design conquistados pela Phonak: o Red Dot, para o aparelho Audéo V-10, e o IF Design Award, para o Roger Pen. O grande diferencial desta nova linha é o sistema operacional, o AutoSense OS, chamado de “cérebro do aparelho auditivo”. Ele permite um processamento de som duas vezes mais rápido do que a linha anterior, o que na prática significa ter um som mais natural e real. “Tivemos também um aumento nas programações automáticas dos aparelhos. Os ambientes sonoros que frequentamos mudam muito rapidamente”, explica Aline. “O usuário pode estar em um local que considera silencioso, por exemplo, a sala de sua casa. Mas não está livre das interferências de ruídos que podem vir da cozinha, da rua, de outro cômodo da casa. O que os novos aparelhos fazem é se adaptar à ainda uma maior variedade de ambientes sonoros de forma automática, através de programas exclusivos e combináveis, autorreconfigurandose instantaneamente de acordo com as diferentes situações auditivas. São mais de 200 configurações de programação, priorizando sempre a compreensão da fala”. E nos ambientes ruidosos, onde a dificuldade de compreensão é ainda maior, este recurso tecnológico fica mais evidente, fazendo com que a conversa se sobreponha aos demais ruídos competitivos. Outra novidade é o aplicativo para smartphones, o Phonak Remote Control. Compatível com os sistemas Android e IOS, o app funciona como um controle remoto que o usuário manuseia a partir de seu smartphone. “O Remote Control estende a funcionalidade dos aparelhos auditivos da Phonak, fornecendo mais controle e flexibilidade. Entretanto, bem como qualquer outro acessório ou periférico, nós recomendados somente para pessoas com um perfil determinado”, afirma Cristina, reiterando a preocupação com um atendimento altamente individualizado. Aliás, para melhorar os já elogiados procedimentos de atenção aos pacientes, que são encaminhados às fonoaudiólogas da Vivavox por médicos otorrinolaringologistas, a empresa acaba de instalar mais uma sala de atendimento, ampliando assim seus horários para receber melhor seu público. Atendimento com horário previamente agendado faz com que todos sejam devidamente atendidos com o máximo de atenção e sem pressa.

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Ouvir melhor é viver melhor A linha Venture disponibiliza vários acessórios para melhorar a performance dos aparelhos auditivos, todos sem fio (wireless). Um deles é o Phonak EasyCall, um periférico acoplado ao celular que conecta qualquer aparelho auditivo Phonak ao telefone - e nem precisa ser um smartphone, basta apenas ter o recurso de conectividade bluetooth. O sinal é transmitido direto para os dois aparelhos auditivos alocados nos ouvidos, proporcionando máxima qualidade sonora e incomparável compreensão da fala. “Como qualquer pessoa, o usuário coloca o telefone, digamos, na orelha direita para conversar, mas ela ouvirá com a mesma nitidez também do lado esquerdo, pois o sinal chega de forma igual a ambos os aparelhos auditivos via bluetooth”, esclarece Cristina. O Phonak ComPilot Air, um aparelhinho compacto e elegante, também funciona através de bluetooth e pode ser conectado simultaneamente a até dez fontes de áudio diferentes, como telefone celular, MP3 player, tablet, laptop, computador, televisão. Luciene detalha o funcionamento: “O ComPilot Air dá sempre preferência ao telefone. Se a pessoa está assistindo à televisão, por exemplo, e o telefone toca, ela nem precisa pegar o telefone. No próprio ComPilot, que fica preso à roupa com um clipe, basta apertar um botãozinho, atende o telefone, conversa, desliga, e o som da televisão depois volta a predominar. É muito prático.” O ComPilot pode ser usado de forma conjugada com o Phonak RemoteMic, recomendado principalmente para a comunicação à distância um-para-um. Trata-se de um levíssimo e discreto microfone que fica preso à roupa do interlocutor e envia o sinal direto para o aparelho auditivo do paciente, garantindo uma comunicação perfeita a uma distância de até 20 metros. Outro sistema de comunicação remota muito requisitado da Phonak é o Roger – aquele que ganhou o IF Design Award. A linha é recomendada principalmente para quem frequenta ambientes como salas de aulas, salas de reuniões e anfiteatros. “Em ambientes muito ruidosos, qualquer um tem de se esforçar para ouvir uma fala à distância. O Roger pode fazer o usuário de aparelhos auditivos ouvir e compreender até 62% melhor do que pessoas com audição normal, pois pode ser direcionado para captar a emissão mais relevante”, de acordo com Aline. Há ainda o Phonak TVLink S, que é utilizado junto com o ComPilot Air II e é uma perfeita interface para ouvir música e televisão. Na prática, qualquer aparelho auditivo Phonak se torna um fone de ouvido estéreo de altíssima precisão para fontes de áudio como a televisão e um equipamento de som, cobrindo uma distância de até 30 metros entre a origem do sinal e o paciente. “Você pode ir à cozinha e continuar ouvindo a novela”, ilustra Cristina. O TVLink não exige aparelhos eletroeletrônicos com wifi: pode ser conectado em todas os tipos de televisores que tenham saídas de áudio analógicas ou digitais. São recursos que parecem pequenos detalhes, mas que melhoram de forma decisiva o cotidiano de quem sofre com perda auditiva, proporcionando bem-estar e maior integração social. capa Jr Faria

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Jr Faria DOC 10 Phonak ComPilot Air e TVLink O pequeno e elegante Phonak ComPiltot Air oferece excelente qualidade sonora estéreo ao conectar os aparelhos auditivos Phonak através do Bluetooth com uma variedade de fontes de áudio: telefones celular, MP3, tablets, laptops e computadores. Utilizado em conjunto com Phonak TVLink, transforma seus aparelhos auditivos em fones de ouvido sem fio ou com o Phonak RemoteMic para uma melhor compreensão de fala à distância. Perda auditiva e doença de Alzheimer Recentes estudos sugerem que pessoas com perda auditiva não tratada são mais propensas a desenvolver a doença de Alzheimer ou outras formas de demência ao longo do tempo. De acordo com pesquisadores da Universidade John Hopkins e do Instituto Nacional sobre Envelhecimento nos EUA, há evidências de que o cérebro de uma pessoa com perda auditiva, quando não recebe a ajuda adequada, pode acelerar o processo normal do envelhecimento e aumentar o risco de desenvolver demência. Esse time de neurocientistas investigou 639 pessoas com e sem perda auditiva realizando vários exames e testes durante aproximadamente 12 anos. Mesmo depois de levar em conta outros fatores que estão associados com o risco de demência, incluindo diabetes, pressão arterial elevada, idade, sexo e raça, a perda auditiva e a demência ainda estavam fortemente relacionadas. Os voluntários que tinham perda auditiva no início do estudo eram significativamente mais propensos a desenvolver demência no final. Em comparação com os voluntários com audição normal, quanto maior o grau da perda auditiva maior o risco de desenvolver a doença de Alzheimer. (Fonte: Maura Laureano – Fonoaudióloga da Fonec em www.audiumbrasil.com.br) Vivavox Aparelhos Auditivos Av. Rio Branco 2384 | Centro | Juiz de Fora - MG Telefone: (32) 3213-8448 (32) 98406-0539 VivavoxAparelhosAuditivos Divulgação

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DOC 11 RELÓGIOS INDEPENDENCIA SHOPPING | PISO L2 TEL: 98877-1826

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DOC 12 Flávio Lombardi Bom de boca, bom de ouvido Fotos Revista DOC A princípio, parece estranho. Você chega para a primeira consulta com o dentista, se senta à mesa com ele e fica naquela expectativa de ir logo para o calvário, ou melhor, para a temida cadeira odontológica. O tempo de pré-consulta vai se estendendo, você olha para a cadeira, ela olha de volta para você, enigmática, e você começa a se perguntar se é algum tipo de tortura psicológica a que está sendo submetido. Sem perceber, a pré-consulta virou um bom bate-papo, a descontração tomou conta do consultório e você tem a sensação de que o Dr. Flávio Lombardi é seu amigo de longa data. A abordagem intimista é marca registrada do ortodontista, que já soma mais de 20 anos de experiência. “Tenho muitos casos de ex-pacientes que agora estão trazendo os filhos”, orgulha-se. Apesar do conceito de atendimento humanizado ter entrado na “moda” nos últimos anos e ter sido amplamente difundido na área de saúde, fica fácil perceber que Flávio está simplesmente sendo ele mesmo. O jeitão camarada e conversador do profissional extrai informações importantes sobre o histórico do paciente, estabelece um ambiente de confiança mútua e pode ser o segredo do boca-a-boca que lota a agenda do consultório. Expectativa adolescente Professor universitário, figurinha carimbada nos principais seminários e congressos do Brasil e exterior, instalado em um consultório dotado de toda a tecnologia disponível. Resumindo, em matéria de equipamentos e conhecimento técnico, Flávio está armado até os dentes. Mas, em sua opinião, conhecer bem o paciente é a chave para um diagnóstico perfeito e um tratamento bem sucedido. Ele costuma receber casos onde a pessoa termina uma intervenção odontológica sem que ela ou o dentista desconfiem, por exemplo, que ali existe um caso de disfunção temporomandibular (DTM). “É na anamnese, na conversa, que inicio o diagnóstico e programo o tratamento, que vai aliviar dores e evitar graves problemas de saúde no futuro.” Esse é apenas um caso que demonstra que a sessão INFORME PUBLICITÁRIO

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DOC 13 de “cafezinho” com o ortodontista vai muito além de um mero bate-papo. “Escutar o paciente ajuda a entender além do problema, e é fundamental para adequar o tratamento a sua real expectativa”. E, em matéria de expectativa, ninguém tem mais propriedade que o público jovem. Altas doses de ansiedade, busca por um ideal estético e influência do círculo de amizades são alguns dos elementos que fazem da adolescência uma fase especialmente delicada para quem vai enfeitar a dentição com um sorriso metálico. Pai de dois adolescentes, Bernardo de 17 e Isabella de 13, Lombardi sabe bem como lidar com as expectativas dessa complexa fase. Ainda mais em uma geração tão conectada, o que aumenta a ansiedade gerada pela quantidade de informação disponível na internet. “O paciente bem antenado é positivo. Ele é mais disciplinado, entende melhor as propostas e os procedimentos. Entende que a ortodontia traz uma série de benefícios à saúde além dos estéticos. O problema são as informações deturpadas que estão igualmente disponíveis.” Por isso, em seu método de trabalho, nada substitui a cumplicidade construída com o paciente. Inspirando novas gerações Às vezes, essa cumplicidade com o paciente se transforma em um exemplo a ser seguido. É o caso da jovem Débora Monteiro que, de paciente, está prestes a se tornar colega de profissão. Aos 15 anos, ela iniciou o tratamento ortodôntico com Lombardi, que a influenciou na decisão de se tornar odontóloga. “Escolhi a Odontologia por causa dele. Sua dedicação evitou que eu fizesse uma cirugia. Eu via o jeito do Flávio trabalhar, a atenção que ele tem com os pacientes. Descobri que era o que eu queria fazer.” Um novo velho público Se a aposta no diálogo dribla até a tradicional timidez adolescente, o que dirá com um público que não dispensa um bom papo. A terceira idade corresponde, hoje, a 15% dos pacientes de Flávio. Uma fatia nada insignificante, principalmente se comparada aos 3% do início da carreira. É claro que o aumento na expectativa de vida do brasileiro tem ajudado a quebrar paradigmas no comportamento de quem já passou dos 65 anos, permitindo uma maior preocupação com a saúde e autoestima desta faixa etária. Em compensação, é um perfil de paciente acostumado a ter medo de dentista, e só se entrega ao tratamento se sentir plena confiança no profissional. “Não é comum um atendimento como o dele. Eu não o conhecia, e hoje o tenho como um grande amigo”. A afirmação é de Eucário José Pereira, paciente a pouco mais de um ano do ortodontista. Aos 78 anos de idade, Eucário exibe orgulhoso o aparelho colocado pelo agora amigo, a quem defende com unhas e dentes. “O indicaria para qualquer pessoa sem sombra de dúvida”. Flávio também elogia o paciente. “Seu Eucário é muito disciplinado e segue o protocolo à risca” Na troca de elogios, Eucário ainda acrescenta outra virtude de Flávio. “Além de tudo, ele ainda é pontual, não nos deixa esperando. Hora marcada é hora marcada, o que dá ainda mais confiança”. Flávio Lombardi Especialista e mestre em ortodontia, dor orofacial e DTM CROMG 18314 R. Santo Antônio, 1500 sl. 1003 - Centro (32) 3216-7344

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DOC 14 Mega Academia Expandindo saúde Fotos Jr Faria A Mega Academia foi criada dentro do antigo Clube Maximus, no Cascatinha. Adquirida pelos sócios Felipe Marçal e Levi Larcher, que já era coordenador da academia, a Mega foi transferida com sucesso para a Avenida Doutor Paulo Japiassu Coelho em 2008. Cinco anos depois, mirando a expansão dos negócios, Felipe e Levi abriram seu empreendimento à participação de dois novos sócios, Alan Gobbi e Diogo Paris, o que possibilitou a inauguração da segunda unidade da Mega, no Alto dos Passos. Hoje, mais de mil alunos desfrutam da eficiência, comodidade e atenção especialíssima dos profissionais da academia em suas duas instalações. “Todos os nossos professores de musculação são formados e registrados no Conselho Regional de Educação Física”, sublinha Levi Larcher, lembrando ainda que o quadro conta com vários instrutores com especialização, além de profissionais das áreas de fisioterapia, nutrição e estética. Além dos recursos humanos de primeira linha, ele destaca também como diferencial da Mega sua infraestrutura física, que oferece a facilidade do estacionamento privativo para alunos e a área infantil destinada aos filhos daqueles pais que, mesmo na correria do dia a dia, sabem que não devem abrir mão de suas atividades físicas. E as opções oferecidas aos alunos são vastas: musculação, treinamento funcional, HIIT (treino intervalado de alta intensidade), cycle indoor, zumba, dança mix, jump, muay thai, boxe, abdominal, GAP (glúteo-abdômen-perna), yoga, pilates solo... Para isso, as duas unidades da Mega trabalham de forma coordenada. Aos finais de semana, os alunos matriculados em uma ou outra instalação têm a liberdade de se exercitar onde quiserem. “Assim conseguimos estar disponíveis sete dias por semana”, aponta Levi, ressaltando que em momento algum a academia fica sem profissionais para assistirem os alunos. Parcerias Ciente de que ninguém cresce sozinho, a Mega Academia estabeleceu diversas parcerias com outras empresas, como a consultoria esportiva Inspire Esportes e a Cross Fit JF. “Trabalhando assim podemos oferecer descontos mútuos, e não só na área específica da atividade física, mas também nos ramos periféricos, como clínicas de estética, lojas de suplementos, dentre outros”, detalha Levi, lembrando que alunos que se exercitam sob orientação de personal trainer têm taxas diferenciadas. Imersa neste espírito colaborativo, a Mega procura estabelecer novos acordos e convênios com empresas que mirem o INFORME PUBLICITÁRIO Os sócios Alan, Levi, Diogo e Felipe bem-estar e o melhor desempenho de seus funcionários. “Oferecemos planos corporativos que podem ser muito interessantes”, encerra Levi, mantendo as portas da Mega sempre abertas a novas parcerias. UNIDADE CASCATINHA UNIDADE ALTO DOS PASSOS Mega Academia Avenida Dr. Paulo Japiassu Coelho 150 – Cascatinha - Juiz de Fora (MG) Telefone: (32) 3236-5302 Funcionamento: segunda a sexta, de 6h a 22h; sábado, de 8h a 13h e de 16h a 19h Rua Dom Viçoso 155 – Alto dos Passos - Juiz de Fora (MG) Funcionamento: segunda a quinta, de 6h a 23h; sexta, de 6h a 22h; sábado, de 8h a 13h; domingo, de 9h a 12h Telefone: (32) 3026-0960 www.facebook.com/sigamega www.instagram.com/sigamega

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