Jornal Sintufes junho de 2017 - nº 176

 

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Jornal do Sindicato dos Trabalhadores na Ufes

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Nº 176 • junho 2017 SJornIalNdo TUFES Filiado à Fasubra Informativo do Sindicato dos Trabalhadores na Ufes Ufes em apuros patraaes aimdpmrinoisbtidraadteiva repfoecrmas #EleiçõesConselhos Votação será no dia 21 de junho Categoria vai definir os seus representantes no Consuni, Cepe e Cur. #Ficaadica: “Pense bem, antes de votar”! Pág. 03 Faglrteavepor pRoerpohsoirçaãso Em meio ao caos financeiro da instituição, reitor se defende de acusação na Justiça, mas bombardeia a categoria Págs. 04 e 05 #EutrabalhoAqui 17 de junho é Dia do Funcionário Público Aposentado Aposentada lembra que quem se aposenta não deve “deixar a vida morrer na frente da TV” Pág. 07 #ForaTemer Nova greve geral já tem data Será no dia 30 de junho. Sintufes reforça a importância de a luta continuar firme e forte! Pág. 08

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#Faladiretoria 25 ANOS DE LUTA “O Sintufes tem seu primeiro registro no dia 31 de julho de 1992, na ata da plenária final do II Congresso dos Funcionários da Universidade Federal do Espírito Santo (Confufes). O evento é considerado até hoje como um marco na organização dos trabalhadores da Ufes, pois teve como decisão mais importante, a transformação da Associação dos Servidores da Ufes (Asufes) em sindicato, com amparo no próprio estatuto da entidade, onde respaldava o Confufes como instância máxima da Asufes”. O texto acima foi retirado do site do Sintufes para lembrar a categoria sobre os 25 anos que o sindicato vai completar no dia 31 de julho de 2017.São 25 anos de muito enfrentamento dos ataques sofridos dentro da própria instituição. São 25 anos de destaque nacional, em meio à base da Fasubra, levando a Brasília a força capixaba para a luta política.Sempre à esquerda, visando a forte defesa de uma sociedade mais justa e igualitária e que garanta direitos sociais e políticos à classe trabalhadora. A irreverência em forma de protesto é outro ponto a se destacar. Quem não se lembra da Dil-Má, boneco que estampou o cartaz da campanha salarial dos SPF, em 2012? A “vaca que foi pro brejo”, simbolizando a retirada de direitos das/os trabalhadoras/es? Ou mesmo a chegada da ex-diretora do Sintufes Janine Teixeira à coordenação-geral da Fasubra, há cinco anos. E a representação do atual coordenador-geral do Sintufes,nesta gestão da Fasubra? Essas e outras histórias serão contadas na próxima edição do Jornal do Sintufes: especial sobre os 25 anos.Até lá, confira as notícias sobre a grave crise financeira na Ufes. E sobre mais uma mancha na reputação da universidade, causada pela denúncia de improbidade administrativa contra o reitor. E também pela continuidade da nossa força para lutar para fazermos mais uma greve geral contra o caos político instaurado no País. Diretoria Colegiada 2 | Jornal do Sintufes #InformesdaCIS Interferência desnecessária na CIS Fechada desde o final do ano passado, em função da incompreensão política de alguns de seus membros, a Comissão Interna de Supervisão da Carreira da Ufes (CIS/Ufes) tem, enfim, o seu coordenador: o trabalhador Ivan Gomes da Silva. Essa decisão foi tomada pelo Conselho Universitário da Ufes (Consuni). O que representa uma interferência desnecessária, pois o Consuni alterou o regimento da CIS para tratar de uma questão estritamente interna. Por tolice, esses membros recorreram ao Rei. E o Consuni definiu que, quando não houver consenso ou quando houver empate (entre os quatro titulares que votam) para a escolha do coordenador, por exemplo, o critério de desempate será em favor do candidato com mais tempo em Instituição de Ensino Superior. Desta forma a autonomia desse espaço, que é uma conquista dos TAE’s, foi seriamente alterada. #Jurídico 3,17%: ATENÇÃO PESSOAS COM NOMES DE V A Z! O Sintufes informa que as pessoas dentro do processo (3,17%), com nomes iniciados com as letras de V até Z, precisam entrar em contato com o setor Jurídico: 27-3225-6450 (Goiabeiras) e 27-33357262 (Maruípe). #AcontecenaUfes MESTRADO Você sabia que em 6 de junho, o reitor assinou um acordo de cooperação Ufes-CGU/ES nas turmas de mestrado profissional em Gestão Pública? Queremos saber qual a contrapartida desses órgãos para com a Universidade, pois o orçamento destinado à capacitação dos TAE’s, que deve ser aprovado dentro do plano anual de capacitação, tem o objetivo de qualificar os técnicos da Universidade. Estamos de olho e queremos respostas. GT ANTIRRACISTA O Sintufes convoca a categoria a participar do seu Grupo de Trabalho (GT) Antirracista.O objetivo do GT é formar um Coletivo Antirracista do Sintufes como mais um espaço de luta contra o racismo, contribuindo para que o movimento negro se firme cada vez mais como sujeito político de suas conquistas e contra as desigualdades sociais. Confira os detalhes nos meios de comunicação do sindicato e fortaleça o GT.

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#ConselhosSuperiores Participe das eleições para o Consuni, Cepe e Cur Votação será dia 21 de junho em todos os campi da Ufes No dia 21 de junho,as/os trabalhadoras/es técnico-administrativos em Educação (TAEs) têm uma importante tarefa política a realizar: definir as/os suas/ seus representantes nos Conselhos Superiores da Ufes: Conselho Universitário (Consuni); Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe); e Conselho de Curadores (Cur). Para o Sintufes,é importante as/os TAEs participarem do processo eleitoral, observando quem de fato vai lutar pelos interesses dos técnicos. “Convocamos a categoria a participar da definição dos nossos representantes nos Conselhos Superiores. Mas isso deve ser feito com uma visão crítica e política de cada candidato para que seja eleito quem de fato vai nos representar nestes espaços”, afirma o coordenador de Finanças do sindicato, José Magesk. Ainda segundo ele,a participação das/os TAEs deve sempre ir além do processo eleitoral. “Só a nossa luta vai nos fazer conquistar mais voz e mais poder político dentro de uma instituição que funciona como uma republiqueta de docentes. Dois terços do Conselho Universitário são formados por docentes. Repudiamos o injusto percentual do 70/15/15. Conquistamos mais uma cadeira no Consuni, em 2015, agora são três. Mas continuamos sem a devida democratização deste espaço e também dos outros dois conselhos. Precisamos sempre cobrar uma representatividade mais justa diante da nossa importância e do nosso quantitativo na Ufes que é maior que o dos professores”, alerta o diretor. Ele critica ainda a ausência das/ os aposentadas/os nos conselhos. “Por que não temos cadeiras para aposentadas/os? Será que não temos como contribuir depois de anos de serviços prestados à instituição?”, questiona. Quem pode votar? Estão aptos a votar todos os trabalhadoras técnico-administrativos em Educação ativos e efetivos da Ufes. É preciso apresentar documento de identificação com foto, expedido por órgão oficial. Ou a identidade funcional emitida pela Ufes. Votos por conselhos Os eleitores têm o direito de votar em até três chapas para o Consuni; em até duas chapas para o Cepe; e em uma chapa para o Conselho de Curadores. LOCAL E HORÁRIO DE VOTAÇÃO Campus de Alegre das 08 horas às 15 horas Campus de Goiabeiras das 08 horas às 18 horas Campus de Hucam Maruípe CCS das 07 horas às 20 horas das 08 horas às 18 horas Campus de São Mateus das 08 horas às 15 horas Obs: veja os locais exatos das urnas no site do Sintufes. #EleiçõesConselhos Você já escolheu as chapas que vai votar nas eleições dos Conselhos Superiores? Já. E são três para o Consuni, duas para o Cepe e uma para o de Curadores. Então é só escolher seis das 14 chapas inscritas, né? Não! Pode ter chapa cooptada pela chefia, tem chapa de CD e FG, talvez até Indicada pelo reitor. Hum, mas em quem vou vo- tar então? Pense bem. E vote em quem defende e tem compromisso com a nossa categoria! www.sintufes.org.br | 3

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#Capa A CRISEpatraaes VAI PIORAR! Corte de gastos atinge drasticamente atividades de custeio da Ufes. E a EC 95 vai manter os valores reduzidos por 20 anos Asensação de descaso com os campi da Ufes é percebida pela comunidade acadêmica e pela sociedade em geral, manchando a reputação da instituição. Mato alto, lugares sem iluminação, mau cheiro nos banheiros, lixo, sujeira e entulho aos montes, facilitando o surgimento do mosquito (da dengue, da zika etc).A percepção é de que a Universidade está abandonada pela gestão. Uma das justificativas da Ufes é de que isso é fruto dos cortes de gastos do governo federal. “As despesas correntes da universidade tiveram, em 2017, um corte de 10,2% em relação ao ano passado. A redução dos valores destinados para investimentos foi ainda maior, de 25,6%”, informa o portal Gazeta Online, em matéria de 18 de maio sobre a crise na universidade. Os cortes atingem, principal- mente, o custeio: despesas com telefone, energia, água, limpeza, jardinagem, apoio administrativo; atividades essenciais para a manutenção dos campi. “Em média, todos os contratos sofreram cortes de 50 a 60%. No de mão de obra de motorista e de manutenção de combustível, por exemplo, o valor do custeio mensal, que era de R$ 9 a R$ 11 mil, caiu para apenas R$ 5 mil/ mês”, expõe o diretor do Centro Universitário do Norte do Estado (Ceunes), Roney Pignaton da Silva. Ainda segundo ele, o orçamento anual do Ceunes, de cerca de R$ 11 milhões, já caiu e vai girar em torno de R$ 4,5 milhões em 2017. Vale lembrar que até a refeição do RU, que já ficou mais cara para os TAEs,deve passar por novos cortes: o que pode levar o Rei e o seu Conselho a aprovar novo reajuste – ou ainda a dividir o ovo frito. “Isso já é reflexo da política de redução do estado, promovida por FHC,Lula,Dilma e Temer.Agora,com a Emenda Constitucional 95 (resultado daaprovação da PEC do Fim do Mundo), que prevê o congelamento dos investimentos públicos por 20 anos, asituação tende a piorar, já que os repasses serão reduzidos como já estão e ainda não serão reajustados parase cobrira inflação.Ou seja,a crise tende a piorar”, avalia a direção do Sintufes. Mas isso não vem de hoje. Vale lembrar que desde os anos 1990, o Sintufes já denunciavaaterceirização, que precarizou os serviços de limpeza e segurança da Universidade. REITOR DA MIRA DA JUSTIÇA Além da crise financeira, a reputação da Ufes também é manchada em função de o reitor estar sendo acusado pela Justiça por ter, supostamente, cometido crime de improbidade administrativa,quando a universidade participou da elaboração do plano de cargos e salários da Prefeitura de Uberlândia (MG). Para o Ministério Público Federal (MPF), que ofereceu a denúncia em 2013, o projeto foi elaborado sem licitação “sendo maquiado como um projeto de extensão”. Representante dos TAEs no Conselho Universitário,o conselheiro Luciano Calil, na sessão de 29 de maio, lembrou que a Ufes elaborou projetos nesse sentido com outras prefeituras e instituições federais. Ele pediu que fossem abertas sindicâncias para apurar esses contratos. O Sintufes reforçaque acompanhao caso e exige que as sindicâncias sejam abertas com urgênciae que corram de forma isenta, imparcial e independente. O sindicato cobra, ainda, que o reitor faça a defesa de todos os demais envolvidos.E não apenas dele, o principal responsável. 4 | Jornal do Sintufes

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#Capa Aos TAEs, as bombas do Rei Após a Justiça determinar o bloqueio de seus bens, por uma denúncia de improbidade administrativa (veja detalhes na página ao lado), o reitor da Ufes divulgou nota no site da instituição, contestando a determinação judicial, movida por ação do Ministério Público Federal (MPF). Em uma rede social, diversos comensais do Rei criticaram a imprensa pela forma da divulgação, que daria a entender que o reitor teria embolsado algum dinheiro. Não estamos aqui para nos ater ao que ocorreu, pois a Justiça o está fazendo. Mas é preciso lembrar ao Rei, a forma como ele nos trata, jogando diversas bombas sobre nossa categoria, nas mais variadas situações. O MPF aciona a Ufes por conta da flexibilização da jornada, e a Reitoria faz o quê? Toma decisão, penalizando a categoria, antes mesmo de a ação ir para a Justiça. A conquista que tivemos, em dezembro passado, revertendo uma decisão transitada e julgada da Justiça Federal é a prova disso. O Rei não usou da autonomia universitária, não atuou visando amparar o segmento dos TAEs. O Sintufes segue discutindo com a Reitoria sobre o acordo de greve (de 2016 – contra a PEC do Fim do Mundo), mas o Rei parece sempre querer penalizar os TAEs, querendo impor a reposição de horas, em vez de repor o trabalho, por exemplo. Com isso, o acordo não é fechado, comprovando o descaso com a categoria que lutou em defesa da Ufes. E não para por aí. Diante do caos político instaurado no País, o Conselho Universitário se manifesta em favor da democracia. Mas o discurso do reitor é antidemocrático ao tratar das demandas dos TAEs que fazem a luta. E a economicidade e a jornada especial? Por vontade do rei, os TAEs são penalizados nos períodos de recesso acadêmico e em pontos facultativos, tendo que pagar horas não trabalhadas em função da jornada especial. E também na própria Quando o Ministério Público Federal aciona a Ufes, a Reitoria toma decisão, penalizando a categoria, antes mesmo de a ação ir para a Justiça questão da economicidade, na qual a Resolução 60/2013 é suspensa, e os TAEs são, novamente, penalizados por terem de pagar horas de períodos de férias, visando economizar os gastos. A EBSERH? O Rei entregou o Hucam à EBSERH de forma monocrática e autoritária, sem debate. E as/os técnicas/os sofrem sendo submetidas aos desmandos da Empresa, sem ser cedidas/os a ela. Sem falar que o ambiente é complicado de atuar, com dois regimes de trabalho (celetista e RJU), amplificando as diferenças e provocando o adoecimento da categoria e casos de assédio moral. E a divisão dos centros em Alegre?A maioria dos técnicos (65) segue sem saber a qual Centro pertence (CCA ou CCENS), deixando questões atravancadas, como a remoção de trabalhadores, por mera demanda burocrática. A flexibilização da jornada? O IX Contufes, em 2012, aprovou por unanimidade uma proposta de jornada ininterrupta para todos os campi. Mas ela ainda não vale para todos. O que mostra o descaso da gestão da Ufes com a categoria. E AS CONDIÇÕES DE TRABALHO? E O ASSÉDIO MORAL? Todos sabemos que a Ufes está em crise,dificultando melhorias em setores e aquisição de equipamentos. Mas isso é recente. O que não é recente é como este reitor trata a agenda dos técnicos como uma agenda de besteiras. E os TAEs sofrem sem estrutura física ideal, com assédio moral e até sexual diariamente, numa total falta de condições de trabalho. Sobra até para o sindicato. Afinal, o Rei é mestre em atacar à entidade sindical dos TAEs, promovendo perseguição a diretores e outras práticas antidemocráticas contra o Sintufes. Falgtra epvoer poRrephoosriaçsão www.sintufes.org.br | 5

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#Aposentadas_os APOSENTADAS/OS NA LUTA e em atividades políticas e de lazer Para celebrar datas importantes em junho, Sintufes participa de debate sobre a rede de atenção à pessoa idosa vítima de violência Em junho são lembrados o Dia Mundial de Combate àViolência Contra a Pessoa Idosa (15) e o Dia do Funcionário Público Aposentado (17). Nestas datas, é importante se reafirmar que a aposentadoria está longe de ser considerada o fim da vida. Paraas/os aposentadas/os da Ufes, ela é, na verdade, uma nova etapa. A prova disso foi a boa participação das/ os aposentadas/os no #OcupaBrasília, em 24 de maio. E também em momentos de lazer, como no passeio realizado na Fazenda Vovó Dindinha, em Afonso Cláudio, no dia 13 do mesmo mês. A presença das/os aposentadas/ os nos encontros promovidos pela Coordenação de Aposentadas/os do Sintufes e nos eventos em parceria com a Unati (Universidade Aberta da Terceira Idade) são também atividades importantes. Aposentadas/os fortalecem o #OcupaBrasília “Elas/es adoraram o nosso passeio, em Afonso Claudio, pois quem já deu sua vida por tantos anos trabalhando tem o direito ao lazer. Mas nós não fugimos da luta, estivemos em Brasília mostrando que nós saímos da universidade, mas continuamos de olho e contrários a retirada de direitos que vai penalizar ainda mais quem for se aposentar futuramente”, pontua a coordenadora de Aposentadas/os do Sintufes, Edna Dias Campos. Debate Em homenagem ao dia 15 de junho, a Unati, em parceria com o Núcleo de Estudos de Violência e Segurança Pública da Ufes, realiza a mesa “Rede de Atenção à Pessoa Idosa Vítima de Violência”, no dia 22, das 9h às 12h, no auditório Manuel Vereza, em Goiabeiras. O debate vai substituir a agenda da Unati com o Sintufes deste mês. Vale ressaltar que o Encontro das/os Aposentadas/os de junho está confirmado para o dia 23, na sede do sindicato, em Goiabeiras. #Esportes QUE TAL ENTRAR PARA O TIME DO SINTUFES? A equipe de futebol do Sintufes está em plena atividade neste ano. Com jogos todos os sábados a partir das 15h. O time está em boa fase e sofreu apenas duas derrotas em 2017.E a Coordenação de Cultura e Esporte do Sintufes lembra: as portas para ingresso na equipe estão sempre abertas para você trabalhador técnico-administrativo e prestador de serviços na UFES. “Venha e faça um teste para avaliarmos sua adesão ao time da Família Sintufes”, convocam os coordenadores Alcimar e Alencar. 6 | Jornal do Sintufes #Campiavançados CEUNES: participe da eleição do Conselho Departamental A categoria dos técnico-administrativos do Centro Universitário Norte do EspíritoSanto (Ceunes) terádois momentos políticos importantes neste mês.Dia21,vai ajudaradefiniras/os suas/seus representantes nos Conselhos Superiores da Ufes.Já no dia 22, a votação será para definição da/o técnica/o que vai representara categoria no Conselho Departamental do Ceunes. “Faltademocracianarepresentação, já que os TAEs têm apenas um representante no Conselho Departamental. Mas é importante a categoria participar deste momento, pois é lá que são tomadas decisõessobre questões,administrativas e financeiras,quetrazem impactos paranossos trabalhadores”, salienta a coordenadora de Comunicação do Sintufes, Luar Santana. Por isso, ela dá a dica. “Vote em quem tem compromisso com as/ os TAEs. Isso vale para o dia 21 também”, alerta. Votação para o Conselho Departamental do Ceunes: dia 22 de junho, das 09h às 16h, na área livre do prédio da administração. Dia 22 de junho

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#OSintufesavisou #EuTrabalhoAqui EFIBSSCEARLHIZSAEDRAÁ Criado por comissão da Câmara dos Deputados, GT vai fiscalizar os contratos da Empresa com os 39 HUs Aedição de maio do Jornal do Sintufes trouxe informações sobre o não cumprimento pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) do contrato assinado com o Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes (Hucam). No final daquele mês,no dia 30,uma notícia acabou endossando a denúncia feita pelo sindicato. É que naquela data foi realizada uma audiência, na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, na qual se discutiu sobre uma forma de se fiscalizar os contratos celebrados entre a EBSERH e os 39 hospitais universitários de todo o País. AComissão daCâmaravai criarum grupo de trabalho (GT) para reunir informações sobre todos esses contratos. O objetivo é fiscalizar o cumprimento da lei que criou a empresa. O Sintufes JÁ ADIANTOU QUE COM O HUCAM A EBSERH NÃO CUMPRIU!!! Presente à audiência, “o professor da Universidade Federal Fluminense (UFF) e médico do hospital universitário, Wladimir Soares disse que a empresa visa ao lucro e não à formação de alunos; e que os hospitais são chamados de “filiais””, conforme informou matéria no site da Câmara dos Deputados. Ainda segundo o portal da Casa do Povo, Soares chegou a pedir a extinção da EBSERH, uma vez que ela “só estaria consumindo recursos públicos com cargos comissionados e o aluguel da sede em Brasília”. Além disso, por não cumprir o que estava previsto no acordo firmado, o contrato da EBSERH pode ser desfeito. Regimento interno do Hucam O Sintufes encaminhou à Reitoria e ao Conselho Universitário (Consuni) da Ufes um manifesto sobre a aprovação do regimento interno do Hucam. O documento está em vias de ser aprovado pelo Consuni. No manifesto, o Sintufes cobra que o regimento contemple as propostas apresentadas pelos TAEs e pelos estudantes. E, caso elas não tenham sido contempladas, que haja mais prazo para se discutir a aprovação do regimento. Acesse o site do Sintufes e leia o manifesto! Aposentada/o: “não deixe sua vida morrer na frente do celular ou da TV” Para lembrar o Dia do Funcionário Público Aposentado (17 de junho) e o Dia Mundial de Combate à Violência Contra a Pessoa Idosa (15 do mesmo mês), a coluna “Eu Trabalho Aqui” do Jornal do Sintufes traz uma minientrevista com uma mulher alegre, cheia de vontade de viver a nova etapa da vida dela: a aposentadoria. A conversa foi com Ana Elisa Ferreira, que por mais de 30 anos atuou como servidora da Ufes, e que já foi logo dando o recado para quem se aposenta: “Não deixe sua vida morrer na frente da TV e do celular. Faça projeto para sua vida, comece a fazer o que você gostaria e não teve tempo. Tenha um projeto de vida. Não entenda como um final. Mas sim como um recomeço”. A Ana continuaria trabalhando? Sim. Entrei na Criarte em 1983, como estagiária do curso de Artes, e depois passei a funcionária em 1985. Fiquei 14 anos na Criarte, que estava crescendo, crescemos junto dela. Depois, tive a proposta de ir para o Observatório Astronômico. Sou astrônoma amadora. E fiquei ali no Observatório / Planetário (de Vitória) fazendo trabalho com ensino de astronomia. Não queria me aposentar. E, hoje, sou voluntária em dois projetos do Observatório / Planetário, um deles de ensinar astronomia para a pré-escola. Além de estar, atualmente, no comando do Coral da Ufes, pois sempre participei. Além do direito adquirido, o que a levou a se aposentar? Em 2014, veio o ponto eletrônico e a troca de chefia me deixou refém de determinadas pessoas. E desde 2015, sofri um processo de achatamento, boicote, um assédio moral que acabei não tendo como sair dele. Estava em véspera de aposentadoria. E tinha até convites para permanecer. Mas decidi me aposentar em função do meu chefe ser um burocrata do Departamento de Física, ser um feitor. Enquanto chefias assim não entenderem que um bom trabalho se desenvolve em equipe, nós não vamos chegar a lugar algum. Por isso, digo, que desde que me aposentei, passei a trabalhar em paz. www.sintufes.org.br | 7

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#ForaTemer GREVE GERAL: dia 30 tem de novo! Centrais Sindicais convocam a classe trabalhadora para mais um calendário de lutas para derrubar as reformas e o governo ilegítimo Em 28 de abril de 2017,a classe trabalhadora parou o Brasil, repetindo uma greve geral no País, ocorrida há 100 anos. O saldo foi a paralisação da produção e de mais de 35 milhões de trabalhadoras/ es. Já em 24 de maio, o movimento #OcupaBrasília reuniu mais de 120 mil trabalhadoras/es na capital federal, fazendo ecoar o #ForaTemer e o clamor pelas #DiretasJá, sobretudo após as denúncias escabrosas envolvendo o presidente ilegítimo em ilações com o açougueiro magnata de Goiás, dono da JBS. Ambos os movimentos foram convocados pelas principais centrais sindicais do País. Elas, agora, convocam a classe trabalhadora para mais uma greve geral: no dia 30 de junho. Portanto, este será mais um momento de enfrentamento das propostas de reformas, trabalhista e da Previdência, da terceirização sem limites, da escola sem partidos, da morosidade para se aprovar o fim do foro privilegiado e de todos os projetos de leis que visam encher o bolso dos banqueiros, reduzir os serviços públicos em favor da agenda neoliberal, que Michel Temer visa impor contra a população brasileira. “Vamos convocar a assembleia geral da nossa categoria para mais uma vez discutirmos sobre nossa participação na próxima greve geral, seguindo orientação da Fasubra, que foi repassada a toda base da Federação. Vamos e precisamos seguir na luta em defesa dos direitos sociais e trabalhistas, contra as reformas trabalhista e previdenciária, contra a terceirização indiscriminada e pelo #ForaTemer. Fiquem atentos e compareçam nas assembleias”, convoca a diretoria colegiada do Sintufes. Calendário de lutas -vstt0oreou6dmcoçaabãçolo2ãeB3oidaraddaseesGeijpRlur,lEepenuVnahnráEoairõ:GiaaCeEsscoR,,onaeAn-smLs--. -qauDtoeisanet2a0pgadrneefvljeuetnaghgeroean: lEscsdo-ams centrais sindicais; - 30 de junho: GREVE GERAL. LUTA FORTE EM BRASÍLIA A delegação do Sintufes fortaleceu a grande luta da classe trabalhadora, que reuniu mais de 120 mil pessoas, na capital federal: o #OcupaBrasília, em 24 de maio, fez Temer tremer. Acuado e desesperado, ele orquestrou respostas violentas por parte da PM, e até convocou as Forças Armadas para intimidarem a manifestação. A grande imprensa, como sempre, tentou classificar o ato como vandalismo. Mas o que se viu, mais uma vez, foi força do povo trabalhador. SE LUTAR O TEMER CAI (E SUAS MEDIDAS TAMBÉM)! Só a luta e a mobilização da classe trabalhadora vão derrubar Temer e suas medidas nefastas. O presidente ilegítimo se mantém, na corda bamba, perdendo apoio político dia após dia, com denúncias graves de corrupção, cometidas durante o mandato presidencial dele, inclusive. O Tribunal Superior Eleitoral, contrário ao apelo popular, não julgou ilegal a ação contra a chapa Dilma/Temer. Apesar disso, Temer tem perdido força no Congresso, mas a abertura de um processo de impeachment parece ainda improvável. Acima de tudo isso, contudo, está a força da classe trabalhadora, que unida pode derrubar Temer e suas propostas neoliberais. “POIS JUNTOS SOMOS FORTES. E VAMOS À LUTA ATÉ DERRUBAR ESTE GOVERNO E SUAS REFORMAS TEMERÁRIAS”, afirma a diretoria colegiada do Sintufes. EXPEDIENTE Sindicato dos Trabalhadores na Ufes Filiado à Fasubra SINTUFES - Avenida Fernando Ferrari, s/nº, Campus Universitário, Vitória, ES - Tel: (27) 3325-6450. Fax: (27) 3227-4000. Subsede - Avenida Marechal Campos, s/nº , Campus de Maruípe, Vitória, ES - Tel: (27) 3335-7262, Fax(27) 3315-3444. Projeto gráfico: Link editoração. | Diagramação: NovaPauta Comunicação. Jornalista: Luciano Coelho MTB-ES/1743. | Tiragem: 1,5 mil exemplares. Os textos publicados neste jornal são de inteira responsabilidade da Diretoria Colegiada do Sintufes.

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