Referencial Pedagógico - Educação Infantil - 1º ano Ensino Fundamental

 

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Referencial Pedagógico - Educação Infantil - 1º ano Ensino Fundamental

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REFERENCIAL PEDAGÓGICO EDUCAÇÃO INFANTIL ENSINO FUNDAMENTAL -1º ANO 1

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2 Expediente DIREÇÃO GERAL Ir. Carmelita Agrizzi GESTORA PEDAGÓGICA Cíntia de Castro Manhães gestaopedagogica@insgmacae.com.br ARTICULAÇÃO DO PROJETO PASTORAL POLÍTICO PEDAGÓGICO Scheila Ribeiro de Abreu e Silva Email: abreu.scheila@gmail.com COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA Sioneia das Graças de Oliveira Cancela E-mail: cope1@insgmacae.com.br Valeria de Jesus Vasconcelos G. Campos Email: vguimar@hotmail.com ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL ENSINO FUNDAMENTAL I - 1º ANO Maria Aparecida Souza Mussi Email: oed2@insgmacae.com.br PSICOLOGIA ESCOLAR Camila Villela Faria Email: camilapsic@yahoo.com.br EDUCADORES MATERNAL II Haidê Luciane Souza Mariana Rosa de Carvalho Laísa Medeiros Campos Debora Vania AzeredoHelen Antão Marques MATERNAL III Thatiana Cardoso Costa Erenilza G. Silva Fabiana Debosam Nascimento Corrêa Carina Amaral INFANTIL I Rossana de Matos H Assis Helem Antão Débora Crispim Lopes Valadão Andressa Lenzi da Silva Range INFANTIL II Luciana da Silva Loureiro Daniela Silva Moura de Almeida Tatiana Sgobinr Radaell Patrícia Monteiro F. DiasCristina Crespo B. da Penha Gabriela Matos Evangelista 1º ANO Patrícia Monteiro F. Dias Edilaila S. dos S. A. Lopes Érika Gonçalves Flores Hilma Martins M. das Dores Magali Barreto Ingrid R. Da Silva MÚSICA Priscila Souza e Silva PSICOMOTRICIDADE Fernando Guimarães Campos EDUCAÇÃO FÍSICA Joselma de Lourdes Souza MÚSICA Priscila Souza e Silva INFORMÁTICA Camile Ramos Medeiros LÍNGUA INGLESA Márcia Heloísa M. Cunha ASSISTENTES Adenilda Araujo Gomes Paloma Batista Souza Doranila Medina Vieira Adriana dos Anjos

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3 ORGANIZAÇÃO DO ENSINO E ESTRUTURA DE FUNCIONAMENTO EDUCAÇÃO INTEGRAL Entre os caminhos explicativos para o conceito de Educação Integral, pode-se registrar uma perspectiva primeira que focaliza o sujeito e aproxima educação com formação integral. Para os que se referenciam neste ângulo de análise, educação integral supõe o desenvolvimento de todas as potencialidades humanas com equilíbrio entre os aspectos cognitivos, afetivos, psicomotores e sociais. Considera-se aí que, apesar da preponderância eventual de um aspecto, o homem é uno, integral e não pode evoluir plenamente senão pela conjugação de suas capacidades globais. Isto requer uma prática pedagógica globalmente compreensiva do ser humano em sua integralidade, em suas múltiplas relações, dimensões e saberes, reconhecendo-o em sua singularidade e universalidade. Na perspectiva salesiana, a educação integral significa o acompanhamento sistemático dos educandos, de forma que seja possível estimulá-lo a ter novas atitudes de vida, desenvolver novas capacidades e competências que permitam clarificar o projeto de vida de cada um deles, a viver em comunidade, a atuar e intervir eficazmente na transformação da realidade que o cerca. A educação integral, oferecida pelo INSG, visa preparar o jovem para viver de forma plena, reconhecendo os seus dons e suas potencialidades como essenciais para o desenvolvimento do seu aprendizado e do seu crescimento pessoal. Para isso, investe fortemente na formação intelectual, acadêmica, moral, espiritual num ambiente educativo apropriado, com espírito de família, afetivo, marcado por salas de aula e pátios nos quais é possível interagir e aprender com a presença educativa de profissionais sempre em meio a seus educandos, mediando o processo de construção de conhecimento plural, dinâmico e rico em possibilidades. Cada professor tem a tarefa de individualizar as situações oferecidas, considerando o desenvolvimento das capacidades afetivas, sociais, cognitivas, emocionais e espirituais. Tarefas que respondem simultaneamente às necessidades do grupo como um todo e às individualidades de cada

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4 educando. Em nossa escola, se ensina melhorando a convivência e todo o processo é preventivo. A diretriz que fundamenta o plano que propõe a jornada escolar ampliada e integrada é uma só e está atrelada à diretriz fundamental de toda a escola: a educação integral. Orientadas para o desenvolvimento de conjunto de experiências esportivas, artísticas, recreativas ou temáticas, em complementação ao currículo escolar formal, tais ações visam trabalhar as áreas de línguas e tecnologias, além de projetos voltados para o desenvolvimento de habilidades intelectuais, afetivas, físicas e artísticas. Em alguns segmentos de ensino é oferecido como uma atividade opcional, se inserindo no currículo escolar de forma a ampliar e aprofundar a formação curricular e o desenvolvimento do educando oferecidos na atividade regular de ensino.

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5 Organização didático-pedagógica O Instituto Nossa Senhora da Glória, em consonância com a L.D.B (9394/96), considera a Educação Infantil e o 1º ano do Ensino Fundamental I como primeira etapa da Educação Básica. Vislumbra uma educação fundamentada em princípios da educação sociopolítica, tendo como aspectos centrais a formação integral da criança em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade. Tais princípios expõem a visão de educação e de escola que se pretende para as crianças, valorizando as Aprendizagens Significativas, as Múltiplas Linguagens, o Conhecimento em Rede e o Conhecimento que possuem sobre o mundo. A proposta pedagógica organiza-se criando condições para que as crianças se socializem, cooperem, adquiram autonomia e aprendam valores fundamentais na construção do ser pessoa. Esses valores perpassam por todas as nossas ações educacionais e pedagógicas que se concretizam nos Âmbitos e Eixos, compreendendo a Formação Pessoal e Social e o Conhecimento de Mundo. “Os âmbitos são compreendidos como domínios ou campos de ação que dão visibilidade aos eixos de trabalho educativo, para que o professor organize sua prática e reflita sobre a abrangência das experiências que propicia às crianças.” Esta organização visa instrumentalizar a ação do professor, servindo de referência para a prática pedagógica, abrangendo diversos e múltiplos espaços de elaboração de conhecimentos e de diferentes linguagens, a construção da identidade, os processos de socialização e o desenvolvimento da autonomia das crianças que propiciam, por sua vez, as aprendizagens consideradas essenciais.

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6 Busca a construção de novos conhecimentos, a partir de uma concepção dialética, através do questionamento e da inter-relação entre os diferentes saberes, situados histo ricamente em tempos e espaços. Desta forma, ser, sentir, brincar, expressar-se, mover-se, organizar-se cuidar-se, agir e responsabilizar-se é partes do todo de cada indivíduo, que desde bebê, vai gradual e articuladamente, aperfeiçoando estes processos nos contatos consigo, com as pessoas, coisas, e o ambiente em geral. Nessa linha de reflexão fica claro que, para além do treino de habilidades e formação de higiene, a Educação Infantil redefine-se como etapa sistemática do processo de desenvolvimento da criança, ampliando seu universo cultural, tornando-a mais capaz de agir com independência e fazer escolhas nas mais diversas situações. A importância da Educação Infantil implica a efetivação do artigo 30, inciso VI da Constituição Federal, do Estatuto da Criança e do adolescente, da CLT e a pre sença de outros recursos advindos da sociedade. O 1º ano do Ensino Fundamental, sequenciando o trabalho desenvolvido na Educação Infantil, é uma etapa primordial onde a criança é orientada na sistematização dos conhecimentos adquiridos anteriormente, sendo convidada a experimentar e elaborar novas hipóteses, abrindo caminhos para a apropriação gradativa dos instrumentos necessários de que precisa para ler, escrever, contar, conhecer e compreender o mundo que o cerca. Assumimos um compromisso ético – pedagógico com a cidadania infantil, respeitando sua dignidade, possibilitando-lhe o acesso aos bens socioculturais disponíveis, o direito ao brincar, à experiência prazerosa, à participação e inserção social e ainda atendendo aos cuidados essenciais que ela demanda.

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7 1 . CURRÍCULO O currículo se organiza como em uma espiral, em que os conceitos aparecem, muitas vezes, ao longo dos anos, com grau crescente de complexidade. Privilegia-se a compreensão e o aprofundamento. A memorização é vista antes como um instrumento da aprendizagem. Sabe-se que as principais aprendizagens e conquistas das crianças, nesta faixa etária, estão nos campos da linguagem, da socialização, da percepção espacial, temporal e sensorial. Esses campos constituem a base do trabalho da Educação Infantil e 1º ano do Ensino Fundamental. Os educadores concentram-se em ajudar as crianças a desenvolverem entre outras competências: • a capacidade de raciocínio e o espírito crítico; • a capacidade de confrontar informações de diferentes fontes, para construir o próprio conhecimento; • a capacidade de resolver situações-problema, relacionando conhecimentos adquiridos à realidade em que vivem; • a capacidade de expressar de maneira lógica as próprias ideias… A alfabetização convencional acontece no 1º ano do Ensino Fundamental I, contudo as crianças chegam ao 1º ano com um conhecimento linguístico bastante ampliado no nível silábico e/ou silábico alfabético da construção da escrita, isto é, a criança consegue relacionar fonema / grafema correspondente da palavra. Isto porque o processo de alfabetização foi acontecendo de forma bem natural, como água que brota da fonte.

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8 2. AVALIAÇÃO O PORTFÓLIO é um instrumento que a Educação Infantil e o 1º ano do Ensino Fundamental utilizam como forma de registro e avaliação do processo de aprendizagem de cada aluno. Trata-se de um material que inclui os principais trabalhos do acervo pessoal do aluno, em diferentes linguagens, configurando-se como um retrato do processo de construção das aprendizagens. Entram nele as atividades diagnósticas e avaliativas, fotos, relatos e textos descritivos sobre as atividades desenvolvidas. Dessa forma, o professor juntamente aos seus alunos, buscam considerar o que foi produtivo e o o que ficou a desejar no processo ensino aprendizagem, numa dinâmica de ir e vir constantes, incluindo reflexão, compromisso e ação para que, a partir da investigação, o professor possa redefinir os rumos de sua prática educacional. Essa prática é denominada por vários autores como sendo de AVALIAÇÃO FORMATIVA. 3. ESPAÇO E TEMPO/ ROTINA No Instituto Nossa Senhora da Glória, as crianças encontram um ambiente seguro, acolhedor, aconchegante e instigante. Um espaço ideal para os alunos exercitarem sua inteligência, exploran- do o mundo através dos sentidos, do movimento e do brincar - característica dessa faixa de idade – além de aprenderem a dividir e a conviver. Acreditamos, que a relação saudável com o ambiente escolar é uma das condições para a boa relação com a aprendizagem. Os espaços são por vezes mutáveis, flexíveis e adaptados para cada tipo de interação que se deseja promover, considerando cada proposta de trabalho e a faixa etária da etapa escolar. As rodas de conversas geralmente, acontecem em um

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9 canto da sala de aula, mas também embaixo de árvore, no pátio, sem perder de vista que a grande importância desse momento é a possibilidade de todos se verem, conversarem, ouvir opiniões, se posicionar, aprender. No dia a dia, o trabalho acontece de forma individual, em duplas, trio. Tais estratégias favorecem a troca e a circulação de informações. A duração das atividades respeita cada faixa etária e a rotina do dia fica exposta na sala e é sempre partilhada com os alunos, de modo que eles possam se situar na sequência de trabalho e, pouco a pouco, irem construindo o conceito de tempo. A maior parte dos materiais didáticos como jogos, lições e atividades dos projetos são produzidos pela equipe de professoras e Coordenação, em função dos propósitos pedagógicos. 4. MATERIAL DIDÁTICO O material didático utilizado é bastante rico e diversificado. Enriquece nosso currículo na Educação Infantil, a coleção Caleidoscópio e no 1° ano do Ensino Fundamental, a coleção do material didático (digital para uso do professor), ambos da Rede Salesiana de Escolas. Quando necessário e adequado, adotam-se livros paradidáticos. A Coletânea de apostilas de autoria da própria escola, são elaboradas seguindo a mesma metodologia e organização das coleções da Rede Salesiana de Escolas, contudo, acentua-se o trabalho com atividades de base alfabética incluindo jogos, dominó, caçapalavras, bingo, alfabeto móvel, quebra-cabeça e diversos portadores de textos, (poesias, parlendas, textos informativos, narrativos, literários, instrucionais, adivinhas, cruzadinha, etc). Compõe a estrutura didática do currículo escolar, a organização de projetos de trabalho. Estes reúnem os alunos num propósito comum de agir, pensar, argumentar, pesquisar. Trata da contextualização de conhecimentos, que torna a aprendizagem significativa. As situações de aprendizagens são sempre

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10 instigantes. O desafio de produzir algo a ser utilizado em situações reais faz com que os alunos se sintam desafiados a se apropriar do conhecimento e motivados a investigar, arriscar e revisar suas produções. Com a Pedagogia de Projetos, os alunos também têm a possibilidade de aprender muito além do tema que escolhem: aprendem a perguntar, a cooperar, a respeitar, a ouvir os outros, e a não serem os “donos” da verdade. E nesse aspecto, a reunião de todos os materiais didáticos têm sido um grande sucesso. Nas três possibilidades de estudo, a criança é incentivada a pesquisar, participar, descobrir e atuar com autonomia. Valoriza-se o gosto pelo saber, o respeito e a formação integral da criança. Além disso, a confiança, a livre expressão e a criatividade são sempre estimuladas, considerando a individualidade de cada criança. Entre outros recursos, as sequências didáticas são atividades organizadas segundo as possibilidades de compreensão dos alunos, o que garante que estabeleçam o máximo de relações possíveis entre os conteúdos, resultando em conhecimento real. Essas opções curriculares e metodológicas caracterizam o projeto pedagógico da Educação Infantil e do 1º ano do Ensino Fundamental como uma proposta séria e exigente aos tempos moder nos. Em todos os trabalhos desenvolvidos, o aluno tem a oportunidade de produzir e aplicar seu conhecimento a inúmeras situações-problema, em um movimento de constante atividade de “aprender a aprender”.

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11 5. ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO A proposta de alfabetização da escola, tem seus marcos sustentados numa visão sócio-histórica, no qual o ato de ensinar está intimamente vinculado ao ato de aprender, pois centra-se na compreensão de como a criança apreende as funções da escrita e de como desenvolve a necessi dade de utilizá-la como instrumento psicológico. A intervenção do professor tem como ponto de partida um contexto real, no qual o aluno interage com o objeto de conhecimento de forma significativa. Os estudos de Piaget (1983) e Emília Ferreiro (1989), fundamentam nossa proposição para o processo de alfabetização e letramento, tendo em conta que a construção do código linguístico se dá pela compreensão do funcionamento do código alfabético e não somente pelo cumprimento de uma série de tarefas ou pelo conhecimento das letras e das sílabas. Todos os alunos têm ideias e hipóteses acerca da leitura e da escrita e as confrontam com sua realidade e com as ideias de outras pessoas. O que propomos é uma nova dinâmica na sala de aula, com a utilização de uma metodologia que encaminhe para o ensinar a ler, a mesma unidade linguística utilizada na vida para conversar, contar casos, descrever passeios, falar de sentimentos, comunicar fatos: o texto. O texto é sempre aquele que cumpre a função de comunicação entre leitor e escritor. A sustentação da proposta de alfabetização e letramento na Linguística, nos possibilita o aporte necessário para a compreensão de como a linguagem humana funciona e de como as línguas em particular, quer fazendo trabalho descritivo pelas teorias, quer usando conhecimento0s adquiridos para beneficiar outras ciências ou artes que utilizam, de algum modo, a linguagem falada e escrita. Propomos desenvolver o trabalho de alfabetização integral num ambiente onde: • Trazemos para a sala de aula a escrita em todas as suas funções sociais: calendários, bilhetes, cartazes, rótulos de embalagens, convites, livros de histórias, reportagens de jornais e revistas, textos informativos, entre outros; • Encorajamos as crianças a utilizarem de todos os modelos textuais, falando, escrevendo e lendo; • Lançando desafios para que as crianças tenham problemas para resolver e decisões para tomar, individualmente e em conjunto; • Esclarecemos suas dúvidas e respondemos suas perguntas.

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12 6. OBJETIVOS ESPECÍFICOS /EDUCANDOS • Promover a integração entre aspectos físicos, emocionais, afetivos, cognitivo/linguísticos e sociais; • Propiciar um ambiente favorável à aprendizagem das crianças, ajudando-as a desenvolverem capacidades; • Contribuir para o desenvolvimento das capacidades infantis de relação interpessoal, de ser e estar com os outros em uma atitude básica de aceitação, respeito e confiança, e o acesso, pelas crianças, aos conhecimentos mais amplos da realidade social e cultural; • Interessar-se pelo que a criança sente, pensa, sabe sobre si e sobre o mundo, visando à ampliação desse conhecimento e de suas habilidades que, aos poucos, irão torná-la mais independente e mais autônoma; • Compreender, conhecer e reconhecer o jeito particular das crianças serem e estarem no mundo; • Garantir às crianças o direito de brincar, como forma particular de expressão, pensamento, interação e comunicação infantil; • Garantir às crianças o acesso aos bens socioculturais disponíveis, ampliando o desenvolvimento das capacidades relativas à expressão, à comunicação, à interação social, ao pensamento, à ética e a estética; • Garantir cuidados essenciais associados à sobrevivência e ao desenvolvimento de sua identidade.

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13 6. OBJETIVOS ESPECÍFICOS / EDUCADORES • Analisar, em diálogos constantes, situações concretas do cotidiano escolar, possibilitando a atuação e a intervenção no planejamento pedagógico, tendo em vista, os diagnósticos resultantes da avaliação e demais indicadores que configuram o quadro educacional da Educação Infantil; • Possibilitar às professoras estudos teóricos que propiciem reflexão sobre suas ações práticas redimensionando o espaço de aprendizagem; • Garantir um cronograma semestral para encontros de integração e formação continuada entre os educadores sendo semanalmente encadeados os temas; • Aquisição de materiais por recursos próprios ou por incentivo da escola, através de acervo para consulta na coordenação pedagógica; • Estabelecimento de vínculo, real, afetivo e construtivo com todos os profissionais valorizando a troca de experiências e conhecimentos, junto aos outros parceiros. • Promover encontros com professores para relatos de suas experiências; • Discutir com os professores sobre estratégias de acompanhamento dos alunos com dificuldades de aprendizagem; • Promover Fóruns de temas afins.

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7. AÇÕES ESPECIAIS 14 Informática Educativa Nossas crianças pertencem ao mundo das tecnologias digitais, mesmo antes de entrarem na escola, considerando a interação que apresentam com celulares, computadores, smartphones, ipods, vídeo-games e outros dispositivos. Portanto, é importante que a escola reconheça que as tecnologias devem fazer parte do cotidiano das crianças como mais um instrumento de criação, de aquisição de conhecimento e de desenvolvimento do pensamento. Língua Estrangeira A Língua Inglesa entra no currículo da Educação Infantil a partir do Maternal III (3 anos). Os alunos aprendem a iniciação do idioma Inglês, dando continuidade nas séries posteriores. A metodologia usada é a mesma que se usa na aquisição da Língua Materna, utilizando atividades que envolvem o movimento corporal, cortar, colorir, contar histórias, teatro, aula de culinárias, jogos, brincadeiras etc. Sempre baseadas em situações concretas para que a captação do conhecimento seja significativa e prazerosa. O recurso musical é amplamente utilizado, pois estimula a função cognitiva, o corpo, a emoção e a audição. O material adotado é multisensorial, onde as crianças têm acesso a histórias cantadas, vídeos de canções representadas, cartões com vocabulários apresentados por nativos da Língua Inglesa e jogos de vocabulários interativos. Também é disponibilizado um dispositivo aos pais, para que estes auxiliem seus filhos no processo de aprendizagem, de forma lúdica e motiva dora.

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15 Música A música também é uma linguagem que dialoga muito bem todos os outros eixos. É uma linguagem que se traduz em formas sonoras capazes de comunicar sensações, sentimentos e pensamentos, por meio de organização e relacionamento expressivo entre o som e o silêncio. A música está presente em todas as culturas nas mais diversas situações. Esta linguagem, além de ser trabalhada por uma professora especialista, também é trabalhada pelos professores no dia a dia da sala de aula, não de forma rotineira e automática, mas como oportunidade da criança vivenciar, apreciar, sentir e criar novas e alegres formas de comunicação. Psicomotricidade Incluiu-se a Psicomotricidade como uma atividade de rotina na Educação Infantil, por acreditar que toda criança é cinestésica por natureza e que o movimento envolve toda ação realizada pelo indivíduo, sendo a integração entre o psiquismo e a motricidade, buscando um desenvolvimento global, focando os aspectos afetivos, motores e cognitivos. A experiência com o corpo, o movimento e as possibilidades de exploração do espaço e objetos estão presentes todo o tempo. Nesta proposta, o professor tem a consciência de que a criança atua no mundo por meio do movimento. Daí a importância de se conhecer o desenvolvimento motor e suas fases, para que seja possível a proposição de atividades fundamentadas nos conceitos da psicomotricidade, criando currículos e projetos em que as crianças utilizem o corpo como meio para explorar, criar, brin car, imaginar, sentir e aprender.

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