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APRESENTAÇÃO Está chegando a 2ª Edição da Revista Sempre Viva. O objetivo desta é tornar mais conhecida a missão das Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora, especialmente, no Brasil. Essa missão é de muita riqueza. Aqui, porém, só podemos apresentar algumas ações que refletem o esforço diário de trabalho em prol do Reino de Deus. A máxima contemporânea já nos diz “O que não é visto, não é lembrado”. A mídia, de modo geral, recorda diariamente aquilo que dá IBOPE. Para isso, suas notícias chegam aos nossos lares reforçando situações de violência, corrupção, tragédias… Às vezes, parece que nada de bom acontece. Tantas pessoas que promovem o bem, a solidariedade, a gentileza, um mundo mais humano são esquecidas para dar espaço ao show midiático de sensacionalismos e especulação. Com a revista Sempre Viva, queremos ressaltar o bem e trazer conteúdos formativos. Quando ressaltamos o bem, ele contagia. Ele forma uma cadeia de movimento em favor do próximo e nos enche de satisfação por fazer algo realmente significativo. O bem oferta alegria e esperança, realidades que eternizam a vida. O bem nos impulsiona para aquilo que é bom, para a boa informação e encontra formas de fazer a vida prevalecer sobre a morte, a desgraça, a má notícia. Essa é a vocação da Vida Religiosa Consagrada: levar a Boa Notícia. Religiosos e religiosas inseridos em contexto de periferia, de exclusão. No meio dos mais pobres, empenham-se cotidianamente para fazer acontecer o Reino de Deus aí onde as pessoas estão desamparadas. Através de gestos simples, iniciativas de mobilização, organização de comunidades, projetos sociais… semeiam a semente da mudança. Essa semente é como fermento na massa. Aos poucos transforma a vida das pessoas, de comunidades, de cidades… As Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora, durante seus 129 anos de história, sempre se dedicaram a essa tarefa. Seja por obras maiores ou por iniciativas simples, em qualquer atividade buscam alimentar o sonho de vida nova e de transformação da realidade. Que essa revista seja “mídia do bem” onde dividimos com familiares, amigos, benfeitores, leigos associados… o perfume do nosso carisma e missão. Equipe Editorial. EXPEDIENTE DIREÇÃO Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora EQUIPE EDITORIAL Ir. Clarice Bisol Ir. Cristina Bisolo Ir. Cristiane Bisolo Ir. Jaqueline Zilli Ir. Marta Vigne Ir. Rosilei Mielke FOTOGRAFIA Ir. Jaqueline Zilli Arquivo Institucional FOTOS DE CAPA Ir. Jaqueline Zilli PROJETO GRÁF. / DIAGRAMAÇÃO Alexandre Lasari - (54)9603.6665 IMPRESSÃO Imperial Artes Gráficas (54) 3313.5434 TIRAGEM 2000 unidades O conteúdo e informações contidos nas matérias e artigos assinados são de responsabilidade exclusiva dos autores. É necessária prévia autorização, e devida citação de veículo para reprodução total ou parcial do conteúdo.

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EDITORIAL Comunicar o que realizamos tendo como meta o Reino de Deus é expressão de gratidão e de alegria, porque em tudo colocamos o melhor que há em nós, nossos dons e habilidades a serviço da vida. Nas páginas iniciais desta revista, o leitor encontrará uma rica matéria sobre o Ano Mariano. Não poderíamos deixar de tocar o assunto, uma vez que o Brasil comemora os 300 anos do encontro de sua padroeira nas águas do Rio Paraíba do Sul. Nossa Senhora continua sendo a inspiração dos que seguem o seu Filho Jesus e comprometem-se com o seu projeto de amor e vida. Ela sempre nos leva a Cristo e nos aproxima de Deus! Como a flor resistente, vigorosa e bela, Sempre Viva é uma alusão à fundadora, cujo ideal evangélico continua vivo através não só das irmãs, mas também de leigos (as) que partilham o mesmo carisma. Por isso, a revista aborda o compromisso dos leigos associados, chamados a ser fermento, sal e luz na Igreja e na sociedade. O que realiza o projeto ESCALAR? O que leva crianças, adolescentes e jovens se envolverem cada vez mais na bonita Obra Infância e Adolescência Missionária? E o que dizer da Rede Um Grito pela Vida, que se converteu em uma das ações mais significativas contra o tráfico humano? Em meio aos desmandos da vida moderna, a oração ainda faz sentido? Qual é o ingrediente, que aliado ao conhecimento, dá à educação a qualidade desejada e a garantia de formar bons cidadãos? Quer saber algo mais a respeito de saúde alternativa? Procura uma receita prática e fácil de mini pizzas? São alguns dos temas que você poderá conferir nas páginas a seguir. Com muito carinho Sempre Viva foi elaborada. Com o mesmo carinho a fazemos chegar até você, caro leitor (a). Bom proveito! Ir. Marta Vigne SUMÁRIO 4ANO MARIANO: Caminhando com Maria em 2017 7Servindo com Alegria A Infância e Adolescência Missionária na Missão das Irmãs 8 10Leigo missionário: Fermento, sal e luz 14Um Coração Missionário Fidelidade à vocação e Missão 19Como barro nas mãos do Oleiro 23Colégios Franciscanos em Pastoral 24Amazônia e o grito pela vida na missão 26Projeto Escalar, compromisso de transformação 28Hospital Regional São Paulo: Serviço de excelência na região Oeste de Santa Catarina 30Homeopatia: Recuperação do Equilíbrio Vital 31O Pedido Especial Alcançado 32A Oração na Vida e na Missão 34Santa Maria Bernarda Uma grande comunicadora 36Nossa presença 37Humor 38Orações

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Ano Mariano Caminhando com Maria em 2017 Ir. Ivaldina Basso O Brasil, o povo brasileiro está em festa. A padroeira, Nossa Senhora da Conceição Aparecida, é lembrada e festejada pelos 300 anos do encontro de sua imagem pelos pescadores: Domingo Garcia, Felipe Pedroso e João Alves, nas águas do Rio Paraíba do Sul. Era outubro de 1717, na Vila de São Pedro de Guaratinguetá/SP. O povo devia preparar a recepção ao Conde de Assumar - Governador de São Paulo e Minas Gerais - em visita ao lugar. Os três humildes pescadores foram encarregados de conseguir peixes para o banquete. A pesca, fonte de alimento para suas famílias, estava em falta. Eles estavam frustrados, porém empenharam-se na tarefa. Nesse dia, uma surpresa: na rede apareceu a corpo de uma imagem. Lançando a rede novamente, eis que surge a cabeça. Ela se encaixou perfeitamente no corpo que haviam recolhido. Era a imagem de Nossa Senhora da Imaculada Conceição. Admirados, continuaram sua labuta. Onde antes havia escassez, recolheram as redes cheias de peixe. Que abundância! Era um milagre. CONTINUA >>>

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Ano Mariano no Brasil A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) instituiu O Ano Nacional Mariano, em comemoração a esta jubilosa data. Teve início em 12 de outubro de 2016 e o encerramento será no dia 12 de outubro de 2017. Neste tempo especial, a Igreja do Brasil motiva os cristãos católicos a fazerem memória de Maria como peregrina que caminha com o povo e nos conduz ao encontro de Seu Filho JESUS; celebrar MARIA, como MÃE solícita, atenta às necessidades dos que sofrem; festejar Maria com tantos nomes, mas sempre a Mãe de Jesus e nossa; agradecer seu testemunho de fiel discípula missionária, dedicada à missão conforme o Plano Misericordioso de Deus Pai. O Papa Francisco, na sua visita a Aparecida, recordava: “Na Imagem de Nossa Senhora Aparecida há algo de perene a aprender. Deus ofereceu ao Brasil a sua própria Mãe”. ANO JUBILAR DE FÁTIMA Por ocasião do centenário das aparições de Nossa Senhora, em Fátima/Portugal, foi também instituído o Ano Jubilar. Nossa Senhora apareceu a três crianças que pastoreavam ovelhas: Jacinta, Francisco e Lúcia. Isso ocorreu entre 13 de maio e 13 de outubro de 1917. Como sempre, Nossa Senhora recomendava muito a oração insistente pela humanidade e sua conversão. O Ano Jubilar de Fátima teve início no dia 27 de novembro de 2016, e terá seu encerramento no dia 26 de novembro de 2017. Realmente, um tempo especial para nossa Igreja Católica. O cristão e o Ano Mariano O Ano Mariano deve aumentar em nós o amor, o respeito, a veneração à Santa Mãe Maria. Nossa atitude será como dos serventes da festa das Bodas em Caná. Quando faltou vinho, Maria, muito atenta, pediu a Jesus uma solução a essa situação constrangedora. E o milagre aconteceu! A água transformou-se no vinho novo, mais saboroso que o anterior. A alegria, a convivência, a festa continuaram. Onde estão presentes Jesus e Maria, não faltará esperança em nossa vida pessoal, familiar, comunitária e profissional. MARIA, Auxílio dos Cristãos Santa Maria Bernarda, fundadora das Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora, colocou a Congregação sob a proteção de Nossa Senhora, com o título: Maria, Auxiliadora dos Cristãos. Significa aquela que vem em socorro, aquela que gratuitamente ajuda, alcança, protege, vem em auxílio. A devoção a Maria como Auxiliadora, remonta à vitória da armada cristã na Batalha de Lepanto, em 1571, comandada por Dom João da Áustria. Invocando o auxílio de Maria, a armada resistiu à invasão do Império Otomano que tentava dominar a Europa, pondo fim às suas investidas. Esta festa, porém, só foi reconhecida oficialmente em 1816, pelo Papa Pio VII, quando ele mesmo foi liberto do cativeiro imposto por Napoleão Bonaparte, imperador francês. O Pontífice havia sido preso e levado à França como exilado. Esta comemoração é festejada no dia 24 de maio. Quem é MARIA? Ela foi eleita por Deus para ser a Mãe de Seu Filho. Nela encontramos a gênese da Salvação e a manifestação Misericordiosa do Pai. O ventre de Maria foi o primeiro tabernáculo de Jesus. Por sua adesão generosa ao chamado de Deus, a Palavra Divina se fez gente (Lc 1, 36). Ela é modelo de acolhimento à vontade do Senhor. Assim, todo o cristão é convocado a dar testemunho do Amor de Deus, tornando-se sal da terra e luz do mundo (Mt 7, 13-14). Uma relação filial com Maria é um caminho seguro para viver com fidelidade a vocação e missão. Ao mesmo tempo, uma ajuda eficaz para nela perseverar com generosidade. Busquemos viver o presente, sabendo que Ela continua caminhando conosco. Assim, podemos abraçar o futuro com esperança e coragem, como discípulos missionários de Jesus, mesmo quando nos deparamos com dificuldades, insegurança e violência. Ao longo da história, precisamente em momentos de perseguições, guerras, catástrofes etc, Maria veio em nosso socorro. Em suas aparições, fazia duas recomendações: a necessidade da oração e da conversão do coração. A oração, porque nos remete a Deus como o Criador, como o Tesouro maior de nossa vida. A conversão, porque nos coloca na dinâmica da comunhão. CONTINUA >>> SEMPRE VIVA • Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora • 5

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Santa Maria Bernarda e Maria Auxiliadora Santa Maria Bernarda queria e chamava as Irmãs da Congregação de “filhas de Maria”. Ela ainda recomendava que em nenhuma das casas das religiosas faltasse uma imagem de Maria: “Nesta casa governa Maria, como Auxiliadora e Rainha. Maria, nossa Mãe incomparável, é a primeira e mais perfeita discípula de Jesus. Em sua vida encontramos personificados os ensinamentos evangélicos” (N.J.D. p. 63). A madre fundadora peregrinava em seu caminho de fé de mãos dadas com Maria. Por isso, recomendava a suas filhas: “Pedi à Mãe de Deus para que vos ajude a vos aproximar sempre mais do bom Deus”. “Nenhuma Irmã da Congregação pode deixar de AMAR, profunda e ternamente a Mãe de Deus, buscando viver suas virtudes” (E.M.C. p. 45). Dizia ela: “Rezar a Maria é bom; louvá-la e glorificá-la é muito bom; mas uma coisa será melhor: seguir fervorosamente seus passos” (A.V. p.246). “A Mãe de Deus vos leve pela mão e vos conduza a Jesus. O Coração de Jesus é um mar de graças, Maria é o meio para distribuí-las. O coração de Jesus é a fonte da Misericórdia, Maria é a escolhida para levar, direcionar esta Misericórdia aos corações necessitados” (N .J. D. p.64). “Olhemos para esta Mãe, como Ela se une a seu Divino Filho, em compaixão redentora para a salvação da humanidade. Contemplemos as dores de Maria, acompanhando a vida, paixão e morte de Jesus” (C. D. E. nº 27). Em um momento de oração profunda, Madre Bernarda teve uma inspiração do próprio Jesus que lhe falou: “Se invocas o Coração de minha Mãe, esta invocação chega, como suave música, também ao meu Coração. E, com minha Mãe, apresso-me a ajudar-te. Minha filha, aquele que vem a mim, dirigido por minha Mãe, meu coração não pode desprezar, tão grande poder tem minha Mãe sobre Mim, seu Filho” (N. J. D. p.64). Como podemos perceber, sem a presença de Maria em nossa vida, em nossa família e Igreja, somos órfãos de Mãe. Por isso, procuremos cultivar o amor e a oração a Maria intensificando a participação nas romarias, celenrações devocionais, na oração do terço e recebendo a visita da capelinha neste ano especial. 6 • SEMPRE VIVA • Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora Oração a Maria Auxiliadora Santíssima virgem Maria, a quem Deus constituiu Auxiliadora dos cristãos, nós vos escolhemos como Senhora e protetora desta casa. Dignai-vos mostrar aqui vosso auxílio poderoso. Preservai esta casa de todo o perigo: do incêndio, da inundação, do raio, dos ventos, das tempestades, dos ladrões, dos malfeitores, da guerra e de todas as outras calamidades que conheceis. Abençoai, protegei, defendei, guardai as pessoas que vivem nesta casa. Sobretudo, concedei-lhes a graça mais importante: a de viverem sempre na amizade com Deus e com os irmãos, evitando o pecado. Dai-lhes a fé que tivestes na Palavra de Deus e o amor que nutristes para com vosso Filho Jesus e para com todos aqueles pelos quais Ele morreu na Cruz. Maria, Auxílio dos cristãos, rogai por todos os que moram nesta casa que vos foi consagrada. Amém. :: BIBLIOGRAFIA :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::: N.J.D - Noviciado Jardim de Deus E.M.C - Espírito e Missão da Congregação A.V - Alma Vítima C.D.E - Caderno Diário Espiritual

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Servindo com Alegria Irmã Evanir Terezinha Barancelli nasceu no dia 18 de junho de 1946, em Estação/RS. Seus pais Ernesto e Ermelinda Maria Barancelli, no dia seguinte ao nascimento, levaram-na para batizar. Desde tenra idade aprendeu a conhecer e amar a Deus. Recebeu da família os sólidos valores da oração, da devoção a Nossa Senhora, da solidariedade, do trabalho, do amor aos pobres e excluídos, da responsabilidade, dentre outros. Participando da missa aos domingos, junto com seus pais na sua cidade, conheceu as Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora. Fez o curso primário no Colégio Santa Terezinha, atendido por elas, onde também frequentou a catequese. Neste meio, sentiu despertar o desejo de tornar-se religiosa. Aos 14 anos foi residir no colégio, interna, para concluir o primário. Foi um passo difícil, pois era a filha mais velha e havia a necessidade de ajudar a família. Com a graça de Deus, conseguiu responder ao chamado de Jesus e prosseguir em busca de seu sonho. Terminado o quinto ano, foi para o Colégio Franciscano São José, em Erechim, onde continuou seus estudos e realizou a formação à vida religiosa. Em 1969 fez sua consagração, tornando-se Irmã desta Congregação. Nos primeiros anos de missão atuou como professora, porém sua inquietação era estar junto aos pobres. A graduação em Serviço Social abriu as portas para dedicar-se a isso pela inserção em bairros como Florestinha, Progresso e São Cristóvão, em Erechim, caracterizados, na época, por extrema pobreza. Coordenou a Cáritas Diocesana e a Pastoral da Criança na Diocese de Erechim, onde esteve por mais de vinte anos mediando projetos sociais com pequenos agricultores, jovens e mulheres em situação de vulnerabilidade. Mais tarde, em Passo Fundo, no bairro Santa Marta, atuou também por alguns anos junto à SOCREBE, obra social que atende crianças, adolescentes e famílias. Tanto em Erechim, como em Passo Fundo, participou ativamente dos Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e Adolescentes e das Políticas Públicas de Assistência Social. Nos últimos anos, em Getúlio Vargas, coordenou o Projeto Trampolim, onde jovens carentes eram preparados para o mer- Ir. Evanir Terezinha Barancelli cado de trabalho. Voltando novamente ao bairro Santa Marta, coordenou o Projeto Tecendo Relações. Através dele, promoviam-se oficinas de culinária com vários grupos de mulheres. Fazer gostosas receitas é uma de suas qualidades e encontrou na cozinha um espaço de realização pessoal, colocando seus dons a serviço. Ir. Evanir procura viver cada dia com alegria. Segundo ela, tudo o que é feito com amor é missão, é serviço. Assim, é possível superar desafios e encontrar satisfação nas diversas fases da vida. Atualmente, encontra-se na fraternidade Santa Terezinha, em sua terra natal. Ir. Evanir compartilha conosco uma de suas especialidades na cozinha. A receita é fácil e gostosa. Receita de MINI PIZZA - 2 ovos - 3 colheres de açúcar - 1 colher rasa de sal - 2 colheres rasas de fermento (pão) - ½ xícara de azeite - 400 ml de leite ou água morna - Farinha até o ponto da massa ficar macia Modo de fazer: Misture todos os ingredientes até a massa ficar macia. Sove a massa. Faça as mini pizzas e deixe-as crescer. Quando estiverem um pouco crescidas, fure com um garfo cada porção de massa. Deixe crescer ainda um pouco e asse em forno pré-aquecido. Faça só um précozimento. Depois coloque a cobertura, aqueça e tenha um bom apetite! Cobertura: Molho básico, com tomate e cebola, cheiros verdes e condimentos que desejar. Cozinhe, liquidifique e acrescente algum tipo de proteína ou vegetais de sua preferência, como frango, carne moída, presunto, calabresa, queijo, brócolis... SEMPRE VIVA • Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora • 7

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A Infância e Adolescência Missionária na Missão das Irmãs A Infância e Adolescência Missionária (IAM) é uma Obra Pontifícia de evangelização que surgiu na França, há 174 anos. É destinada às crianças e adolescentes do mundo inteiro, a fim de torná-los agentes de evangelização e solidariedade universal para com outras crianças e adolescentes. O compromisso é tornar Jesus conhecido e amado, anunciando-o ao mundo inteiro. O programa de vida da IAM está baseado na oração, sacrifício e solidariedade universal. Esse propósito se expressa através de sua saudação característica: “De todas as crianças do mundo, sempre ami- gas” ou “Criança ajuda e evangeliza criança”. Semanalmente, realizam-se encontros de animação missionária nos grupos, com a presença de assessoras, formando os membros da IAM em vista de sua missão. As Pontifícias Obras Missionárias, responsáveis pela IAM, têm uma organização mundial, com presença nos cinco continentes. Nas comunidades e paróquias do Brasil há mais de trinta mil grupos de IAM. Atualmente, começaram a organizar-se a partir de colégios católicos brasileiros e ganham impulso pela dinamização de congregações religiosas. Ir. Cristiane Bisolo Coordenadora Diocesana da IAM - Diocese de Erechim - RS CONTINUA >>> Por que as Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora assumem esta obra em sua missão? Onde a IAM é dinamizada pela Congregação? Pelo fato da Congregação ser missionária, por estar atenta aos apelos da Igreja e por corresponder ao seu carisma, que é revelar o amor misericordioso de Deus Uno e Trino a todos, através das obras de misericórdia. É um espaço propício para testemunhar o amor de Deus às crianças, adolescentes e suas famílias, revelando a Boa Nova, especialmente para as que passam por dificuldades. Aposta-se na formação integral da pessoa e na força do protagonismo infanto-juvenil. É por isso que a Congregação assume esta obra. Em diversas comunidades e paróquias das cidades de Beruri (AM), Serranópolis (GO), Ceilândia (DF), Chapecó (SC), Natal (RN), Marau (RS) e na diocese de Erechim (RS). Também é dinamizada no Colégio Franciscano São José, em Erechim e no Colégio Franciscano Cristo Rei, em Marau, instituições das Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora. A obra também está presente na missão ad gentes das Irmãs em Arica (Chile), Covendo (Bolívia), bem como em diversas cidades e instituições na Colômbia, no Equador e nos países de Mali e Chad (África). 8 • SEMPRE VIVA • Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora

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A caminhada da IAM na diocese de Erechim A IAM está presente desde 1997 na diocese de Erechim (RS), completando, em 2017, vinte anos de evangelização. Para celebrar essa caminhada, a coordenação diocesana da IAM está preparando o Encontrão diocesano da IAM. Pretende-se reunir mais de trezentos e cinquenta crianças e adolescentes dos vinte grupos existentes. Este evento será realizado no dia 25 de novembro, em Barão de Cotegipe (RS). Durante o ano, a IAM da diocese de Erechim trabalhará em comunhão com a Igreja, abordando temáticas referentes ao Ano Mariano. Prepara-se, também, através de pré-congressos diocesanos e estaduais, para o Congresso Missionário Nacional, a realizar-se em setembro de 2017. Igualmente, caminha em sintonia com a missão do continente da Oceania e com a Campanha da Fraternidade: cultivar e guardar a criação. Haverá encontros com os líderes de grupos para estimulá-los e capacitá-los no protagonismo da evangelização. Depoimento de uma adolescente da IAM “Sou Isadora Alberti Caramori, tenho treze anos e participo da IAM há 5 anos, pelo Colégio Franciscano São José. A IAM é muito importante, pois ajuda a construir nosso caráter, aprender mais sobre Jesus e o que Ele fez. Com esses princípios, a gente também faz o bem e pratica a solidariedade. No ano passado nós fizemos a nossa consagração pela IAM. A partir disso, ajudamos as crianças da Europa com a oração e fizemos a campanha do lacre para ajudar as crianças necessitadas. Todos os que participam da IAM gostam muito, gostam de praticar o bem e a solida- riedade. ”SEMPRE VIVA • Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora • 9

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Leiga se veste de Santa Maria Bernarda para reviver o carisma Leigo Missionário ser fermento, sal e luz A Associação de Leigos Missionários Franciscanos de Santa Maria Bernarda (ALMABER) possui inúmeras fraternidades laicais pelo Brasil. Com as Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora, a associação comunga da espiritualidade e do carisma. Propõe-se evangelizar e servir aos irmãos, sobretudo aos menos favorecidos. Regina Celis Weinert Coordenadora da ALMABER Província Santa Clara No processo de formação específica, os leigos vão descobrindo a importância de sua vocação. São chamados a atuar na Igreja como missionários a serviço da vida e da esperança, praticando as obras de misericórdia. São provocados a resgatar os valores do Reino de Deus, começando em suas famílias, e estender a Boa Notícia de Jesus a toda a sociedade. Santa Maria Bernarda, fundadora da Congregação das Irmãs Franciscanas MIssionárias de Maria Auxiliadora, recomenda a prática das Obras de Misericórdia. As fraternidades laicais de ALMABER vão respondendo a esse apelo, engajando-se em ações pastorais e projetos desde suas comunidades e contextos. Atravessam fronteiras e colaboram na missão das Irmãs. CONTINUA >>> 10 • SEMPRE VIVA • Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora

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Fraternidade Laical Paz e Bem A Fraternidade Paz e Bem nasceu no ano 2000 em Canoinhas/SC, motivada pela Irmã Ida Warken, por quem o grupo tem grande apreço. Os membros se engajam no trabalho pastoral da Igreja e desenvolvem projetos missionários. Destacase o Projeto VIDA QUE SE GERA, na Comunidade Bom Pastor. Tem por objetivo a orientação das gestantes e acompanhamento das crianças no seu desenvolvimento integral. Em outro projeto chamado VIDA EM SOBRIEDADE, os leigos colaboram na recuperação de pessoas na Comunidade Terapêutica ARAD - Associação de Recuperação e Prevenção do Alcoolismo e outras Drogas. Fraternidade “Paz e Bem” – Canoinhas/SC “Para Nelci de Jesus e Laureci de Fátima Fuck, “Ser leigo(a) missionário(a) é conhecer o Evangelho e testemunhá-lo com fé. É participar e conviver em comunhão com as pessoas em todos os âmbitos. É ter consciência do próprio papel. É contribuir na promoção da paz e da humanidade pela vivência de ”valores como a união, o amor, a esperança". “Para João Luís Moreira, fazer parte da Fraternidade é um privilégio. “Expresso a alegria de poder participar deste grupo que propaga o carisma de Santa Maria Bernarda, o mesmo de São Francisco de Assis, o qual sempre foi minha inspiração”. João comenta que procura crescer na humildade e na ”caridade, por isso, fazer parte da fraternidade laical é tão importante. “”Ivanita Schivinski Fraternidade Laical Paz e Bem, Canoinhas/SC afirma: “O mundo está carente da misericórdia de Deus. A palavra misericórdia diz uma infinidade de coisas. É aí que o leigo é chamado a atuar”. “Regina Celis e Leoberto Weinert "É importante para nossa vivência e crescimento espiritual conhecer as virtudes de Santa Maria Bernarda, aprofundando o carisma franciscano! É gratificante participar dos projetos que nos colocam a serviço dos irmãos, levando mensagem de esperança, paz e amor para “ ”aqueles que estão à margem desta sociedade, por vezes tão injusta com os desprovidos”. Maria Madalena Schiessl Moreira, Fraternidade Laical Paz e Bem, Canoinhas/SC: “Na graça da consagração laical, somos chamados a viver um PROJETO DE VIDA. Ele nos orienta e impulsiona à santidade. Contamos com a graça da Trindade Santa - o Pai, o Filho e o Espírito Santo - com a intercessão de Maria Auxiliadora, com o legado de São Francisco de Assis e o carisma de Santa Maria Bernarda. Somos missionários(as) do Reino. Com os irmãos e irmãs das fraternidades laicais do Brasil e do mundo, somos gratos(as) às Irmãs. Elas nos acolheram e partilharam o carisma da Congregação para que também nós, leigos, possamos experimentar a alegria pela missão e pela vida em fraternidade”. CONTINUA >>> SEMPRE VIVA • Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora • 11

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Fraternidade Alegria Franciscana A Fraternidade Alegria Franciscana, de Chapecó/SC, promoveu uma celebração vocacional na Comunidade São Sebastião de Liberato Salzano/RS, em agosto de 2016. O objetivo desta ação pastoral foi sensibilizar as pessoas sobre a vida, o carisma e a missão de Santa Maria Bernarda. Utilizando o barco como símbolo, uma leiga, no papel de Santa Maria Bernarda, anunciou àquela comunidade: “O amor de Deus me enviou para anunciar a Paz e o Bem. Sigam com fé. No seu barquinho está Jesus de Nazaré”. Momentos de encontro, de oração e de partilha alimentam a caminhada desta fraternidade. Finalizando 2016, em clima de Advento, a fraternidade refletiu sobre sua atuação e sobre o significado do trabalho do(a) leigo(a) franciscano(a) e missionário(a). “Com muito carinho tivemos a oportunidade de preparar a manjedoura para o nascimento do Menino Jesus em nossos corações”, conta Ana Onira Borella Raimundi, coordenadora da Fraternidade. Fraternidade Franciscanos Madre Bernarda Sensibilizados com a situação das famílias de baixa renda nos Loteamentos Jeová e Jerusalém, em Natal/RN, a Fraternidade Laical Franciscanos Madre Bernarda promove encontro com as famílias. A partir daí, desenvolve Escolas Bíblicas. Áurea Sousa da Silva, coordenadora da fraternidade, explica: “Esse é o nosso trabalho de evangelização enquanto leigos da ALMABER: levar e anunciar o Evangelho, abrindo as portas dos nossos corações e das pessoas de nossas comunidades". Associação de Mulheres Cristãs Santa Maria Bernarda produzindo artesanato Outra ação missionária da fraternidade nesta periferia é a Associação de Mulheres Cristãs Santa Maria Bernarda. Ela foi criada para atender o pedido de um grupo de mulheres necessitadas de uma fonte de renda pelo exercício de um ofício. A Associação trabalha na reutilização de materiais recicláveis e na produção de artesanato. Fraternidade Caminhando, Semeando Luz e Esperança A Fraternidade Laical Caminhado, Semeando Luz e Esperança, de Xaxim/SC, reúne-se mensalmente, nas famílias, em forma de rodízio. O grupo é assessorado pela Ir. Marilene Persch. Encontram-se para rezar, conhecer mais a espiritualidade franciscana, o itinerário de Santa Maria Bernarda, os documentos da Igreja e para partilhar a vida. A fraternidade está engajada nas pastorais e movimentos locais. Dedicam-se, especialmente, ao Projeto Vestindo Pequenos Brilhantes. Este atende gestantes pobres e imigrantes haitianas, doando o enxoval básico para bebês. Pretende garantir maior dignidade e tranquilidade às futuras mães, e também no momento da maternidade. O projeto é sustentado por um brechó que funciona diariamente, em espaço cedido junto ao comércio, por um casal de leigos. “Estamos colhendo os 12 • SEMPRE VIVA • Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora resultados do nosso trabalho. Vemos pessoas e famílias fortalecidas na fé e na vida cristã, através do carisma de ALMABER. Assim, comprometem-se para que os necessitados vivam com maior dignidade”, afirma Arlete F. S. Conte, coordenadora da fraternidade laical. Projeto Vestindo Pequenos Brilhantes, da Fraternidade “Caminhando, semeando luz e esperança” de Xaxim/SC

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Fraternidades Irmã Aloisia Gerardingher e Irmã Maria de Lourdes Em Touros/RN, os(as) leigos(as) desenvolvem um trabalho evangelizador na comunidade Frei Damião, desde 2009. Durante o ano, a Fraternidade Laical Irmã Aloisia Gerardingher dedica-se a atender as famílias, levando o alento da Palavra. É um meio de conhecer melhor a realidade e os problemas enfrentados pela comunidade. Com frequência, o grupo organiza campanhas para ajudar pessoas em dificuldades financeiras, preparando enxovais para mães de baixa renda, ou para atender a famílias que perderam seus entes queridos. Fraternidade “Irmã Aloisia Gerardingher” com o Padre Edvaldo Katia Miranda Câmara, coordenadora do grupo de leigos, assim se expressa: “Fazemos encontros sobre a Campanha da Fraternidade com as famílias. Durante o mês de maio, rezamos o terço com elas. Visitamos os enfermos e promovemos a preparação para o Natal nas casas e na comunidade”. Com a alegria franciscana, a fraternidade Irmã Maria de Lourdes, de Xanxerê/ SC, realiza diversas atividades de promoção humana em parceria com entidades da região. Através de recursos do Fundo Diocesano de Solidariedade de Chapecó, via “Projeto Caminhando Juntos”, a fraternidade colaborou com o programa de Equoterapia, ou seja, terapia alternativa para crianças portadoras de necessidades especiais. Outra urgência atendida pela fraternidade laical é a ajuda aos acampados do Movimento Sem Terra, no interior do município de Xanxerê, em parceria com a paróquia. A ação consiste em organizar a visita das capelinhas e ajudar na organização da catequese. “Também montamos uma biblioteca com mais de quinhentos livros, revistas e jogos educativos. Estamos arrecadando comida, roupas, calçados, brinquedos e remédios que são entregues semanalmente", relata Valter. Fraternidade “Irmã Maria de Lourdes” de Xanxerê Ao olhar para as ações missionárias e vivência das fraternidades laicais de ALMABER, podemos repetir a afirmação registrada pela leiga Ivanita Schivinski, em ata de seu grupo: “Se grande é o amor de Deus por nós, rezemos, pois, uns pelos outros. Sejamos melhores, busquemos sempre o bem. Amo ser leiga missionária de Santa Maria Bernarda!”. SEMPRE VIVA • Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora • 13

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Graça e Dom Um coração missionário Ir. Ilda Ennemoser nasceu no dia 25 de dezembro de 1930, em Rabenstein no Vale in Passiria, Tirol do Sul, Itália. Seu nome de batismo é Maria. É a segunda filha de Alois Ennemoser e Anna Lauthaler. Antes da segunda guerra mundial, a região pertencia à Áustria, mas depois foi anexada à Itália. Por isso, o idioma alemão é muito comum na região. Quando criança, um sacerdote redentorista visitou a região de Ir. Ilda e falou das missões. Esse sacerdote buscava vocações e motivava os jovens a trabalhar pelo Reino de Deus. O convite foi feito à sua irmã Cecília, que relutou a princípio. Ir. Ilda, por sua vez, logo se sentiu chamada e aderiu à proposta do religioso. O missionário redentorista escreveu imediatamente às Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora de Gaissau, na Áustria, que prontamente aceitaram receber Ir. Ilda. Findava o ano de 1951. Ela deveria chegar ao convento onde seria admitida à etapa formativa do Postulantado. Isso aconteceu no dia 2 de março de 1952. Ir. Ilda desejava muito ser missionária ad gentes. Aspirava ir à África, onde havia muita pobreza. Sua Primeira Profissão Religiosa ocorreu no dia 15 de setembro de 1954. As surpresas preparadas por Deus seriam logo conhecidas. Ir. Ilda e sua colega, Ir. Ana Gstrein, foram destinadas à missão no Brasil. Viajaram durante dezessete dias para atravessar o oceano Atlântico e chegar ao porto de Santos, São Paulo. Sem dinheiro e sem conhecer o rumo para onde deveriam ir, esperaram por um sacerdote que havia sido encarregado de buscá-las. Mas ele não aparecia. Ocorre que o navio havia chegado antes do previsto. Sendo assim, cerca de três horas mais tarde, chegou também o sacerdote que lhes deu as orientações para chegar ao destino. A continuação da viagem foi por meio de avião, até Erechim, no Rio Grande do Sul. Primeiro ao Colégio Franciscano São José, e depois, a Três Arroios. Sua consagração definitiva aconteceu no dia 6 de janeiro de 1960. “ 14 • SEMPRE VIVA • Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora

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Graça e Dom Como missionária, Ir. Ilda atuou em vários lugares. Sua primeira missão foi no hospital de Getúlio Vargas/RS, onde atuou como enfermeira. Ali encontrou pessoas que falavam seu idioma. Passou depois por Erechim, Passo Fundo, Cruz Alta e Gaurama. Em 1971 voltou a Passo Fundo para, juntamente com Ir. Cristina Noskoski e Ir. Guiomar Zambenedetti (in memoriam), atender em um dos bairros mais pobres da periferia da cidade, a então Vila Santa Marta. Ali iniciaram um trabalho de evangelização e promoção da comunidade. Viviam em uma casinha alugada, davam catequese, colaboravam na escola estadual com ensino religioso, visitavam as famílias, atendiam aos enfermos e necessitados, recolhiam as crianças abandonadas. Contando com a ajuda de benfeitores europeus, engajaram-se em um trabalho de infraestrutura: rede de esgoto, construção de casas para a população, salas de aula e de oficinas diversas, salão comunitário e creche. Nesta creche a Ir. Ilda atendeu com imenso amor maternal a inúmeras crianças, durante mais de trinta anos. O humilde começo teve um desenvolvimento extraordinário, constitui-se na hoje conhecida SOCREBE (Sociedade Recreativa “ e Beneficente São João Bosco) e transformou o bairro Santa Marta. Revisando minha vida e trajetória, reconheço alegrias e dificuldades. Mas quem coloca sua confiança totalmente em Deus e faz de sua vida uma oferta de amor, Ele transforma tudo em graça e bênção. A vida tem verdadeiro sentido quando se ama e se faz o bem. O amor transforma a vida. Foi para isso que abracei a Vida Religiosa. Quis viver com intensidade minha entrega ao Senhor, servindo e fazendo o bem a todos, especialmente aos mais necessitados. E oportunidades não me faltaram. Agradeço a Deus por cada etapa de minha vida. E a todos os que fizeram parte de minha caminhada, suplico graça e bênçãos. Ir. Jaqueline Zilli SEMPRE VIVA • Irmãs Franciscanas Missionárias de Maria Auxiliadora • 15

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