Revista Empresário Digital - Edição 175

 

Embed or link this publication

Description

Revista Empresário Digital - Edição 175

Popular Pages


p. 1

00175 9 771808 231002 empresariodigital.com.br • 1

[close]

p. 2

2 • empresariodigital.com.br

[close]

p. 3

carta ao leitor O FIM DA PUBLICIDADE – SÓ QUE NÃO V ocê já analisou a fundo qual é o problema que o seu produto ou serviço se propõe a resolver? Esse autoconhecimento como empresário é fundamental para que seus propósitos sejam bem-sucedidos. Aliás, você já refletiu bem sobre quais são os reais propósitos de você estar fazendo o que faz? Nós estamos desenvolvendo um tipo de negócio aqui que, em parte, conta com a publicidade como pilar financeiro. Porque acredito muito no potencial da publicidade: uma crença que você vê disseminada ao longo das páginas da nossa revista. Mas a publicidade vem sofrendo ataques – como o de que ela deixará de existir. Não é bem por aí. A arte de prometer algo gera cientificamente a visibilidade de uma marca e, a partir do conhecimento de um determinado produto ou serviço, acontece o tão almejado consumo. Você já deve ter visto alguém dizer que não é visto e jamais será lembrado. Será que essa pessoa anuncia corretamente? Sempre que alguém reunir um grupo de pessoas, haverá interesse das marcas para comunicar algo a esse grupo. Criam-se novos nomes para captar recursos, mas no fundo a ciência de promover marcas sempre vai existir. Enquanto uns ignoram essa ciência, outros fazem uso e avançam na geração de receitas e no desenvolvimento do negócio. O desafio continua sendo oferecer comunicação relevante para o público certo. Conteúdo pobre e mal dirigido não gera reconhecimento nem consumo. E isso provoca uma outra discussão. Publicidade por preço não define o resultado. Imagine que muitas marcas estão jogando dinheiro no lixo, colocando suas marcas em mídias que não conversam com o seu público. E isso independe do tipo de mídia. O que abre uma outra discussão, que é a forma como as publicidades vêm sendo feitas. Primeiro pela veracidade das informações e segundo pela quantidade de adjetivos e a aplicação disso – lembrando que questões éticas vêm sendo questionadas. Enfim, a publicidade como ciência pode e vai continuar ajudando as empresas pós-crise. Haverá demanda para mais impressoras, mais mídias, mais tintas e muitas outras oportunidades. E, para consolidar essas informações, convidamos você a conhecer nossos números de mercado. Nós levantamos informações que podem ajudar o seu empreendimento. O nosso papel como revista expandiu, tomando a forma de uma plataforma de negócios. E é incrível o quanto podemos ajudar você a conquistar tudo aquilo que partiu de um sonho, tornou-se um propósito e hoje é uma meta organizacional. Vamos conversar? Marco Marcelino, diretor editorial Twitter do editor: @marco_marcelino Twitter da revista: @revista_ESD www.empresariodigital.com.br (notícias todos os dias) CAPA O aprendizado que importa: escola da vida Pág. 24 4 Serigrafia 6 Novidades 8 Impressão 10 Vendas 12 Coaching 14 Marketing 16 Sala Vip 18 Out of home 20 Tecnologia 22 Consultor 30 Evento 34 Embalagens 38 Criatividade Avenida Paulista, 1079 • 8º andar Bela Vista • São Paulo/SP • Brasil Fone/Fax: (11) 2787-6386 www.serinews.com.br Publisher: Marco Marcelino {44.446} mmarcelino@serinews.com.br Comercial: Fabio Peres fperes@serinews.com.br Gerente Editorial: Jorge Luiz Mussolin {15.978} jmussolin@serinews.com.br Jornalista: Alexandre Carvalho {44.252} alecarvalho@serinews.com.br Redação: Bruna Costa - bcosta@serinews.com.br Design: Patricia Barboni patricia@be-erredesign.com.br Foto e Artigo de capa: Agfa / Tiago Keese As matérias assinadas são de responsabilidade dos autores, não refletindo necessariamente a opinião da editora. As fotos publicadas têm caráter de informação e ilustração das matérias. Os direitos das marcas são reservados aos seus titulares. As matérias aqui apresentadas podem ser reproduzidas mediante prévia consulta por escrito à Editora. O não cumprimento dessa determinação sujeitará o infrator as penalidades previstas na Lei de Direitos Autorais. (Lei 9.610/98). empresariodigital.com.br • 3

[close]

p. 4

serigrafia COLGATE EM CAMPANHA PARA O USO RACIONAL D’ÁGUA Com o intuito de chamar a atenção para o uso indiscriminado e descuidado da água, a Colgate intensifica a sua campanha global para alertar sobre a responsabilidade individual do uso de recursos hídricos. Afim de fazer com que cada um repense sobre o próprio consumo - e desperdício - da água, inclusive durante a escovação, a Colgate em parceria com a rede de Hotéis Marriott de Pernambuco, apresenta a campanha “Cada Gota Conta” que carrega uma mensagem simples e impactante em uma impressão na base das cubas das pias dos banheiros dos hóspedes: “a água que você desperdiça é a que eles precisam”. SOLUÇÃO INTELIGENTE PARA ECONOMIZAR ÁGUA E TEMPO Com o objetivo de conscientizar a população mundial a respeito do uso da água e a ampliação das discussões sobre esse tema, a ONU instituiu o dia 22 de março como o Dia Mundial da Água. Preocupada com o meio ambiente, a Agabê não apenas comemora esta importante data, como também desenvolve tecnologias que colaboram para preservação deste bem maior. Com tecnologia própria, desenvolveu o Recyclean Acqua, um equipamento que através do processo de recirculação, proporciona uma economia de até 80% da água utilizada nos processos de revelação e limpeza de matrizes serigráficas através da recirculação e filtragem. Com isso, poupa-se uma quantidade enorme de água evitando desperdícios. Além disso, o jato de água com pressão regulável diminui muito o tempo de trabalho e garante uma revelação com qualidade uniforme. O RecyClean Acqua é fabricado com polipropileno reforçado e vem com um reservatório de 100 litros. É fácil de operar e ocupa um espaço reduzido. A equipe Agabê possui profissionais altamente qualificados que oferecem o suporte técnico pós instalação e presta um serviço de consultoria para implantação de laboratório interno para otimização do processo. 4 • empresariodigital.com.br

[close]

p. 5

empresariodigital.com.br • 5

[close]

p. 6

novidade Nova fórmula estende durabilidade do Vinil Q uantas vezes você pensou em usar aquele adesivo promocional para as mais variadas aplicações por causa do seu preço baixo? Todos nós sabemos que esta não é a melhor forma de economizar no trabalho de um cliente, certo? Pensando nisso, algumas empresas estão estudando novas tecnologias para aumentar a qualidade e durabilidade dos adesivos já oferecidos no mercado. É o caso da Starpac, fábrica de vinil pertencente ao Grupo Serilon, que traz o seu portfólio de 2017 a linha promocional com maior durabilidade! A empresa revela que investiu no último ano em novas tecnologias e em um parque de máquinas totalmente revitalizado para a fabricação desses adesivos, aumentando a qualidade e aprimorando os processos para que um novo padrão de adesivo ganhasse todo o Brasil. Ofertar uma linha completa de autoadesivos, com um modelo específico para cada tipo de aplicação, e disponibilizar um grande volume de estoque, localizado em 30 centros de distribuição pelo país, são diferenciais da Serilon, distribuidora exclusiva de Starpac. O portfólio Starpac é dividido em três linhas diferentes: linha de recorte, de impressão digital e de adesivos especiais. Dentro dessas linhas ainda existem subdivisões como: os promocionais, com duração de até seis meses; os intermediários, com duração, agora estendida para até dois anos e o premium estendido para até 3 anos. Essa nova durabilidade é resultado de investimentos tecnológicos e testes laboratoriais frequentes, realizados para aumentar cada vez mais o padrão de qualidade dos vinis autoadesivos no país. 6 • empresariodigital.com.br

[close]

p. 7

empresariodigital.com.br • 7

[close]

p. 8

impressão Por Marco Marcelino AimgpfareGsrsaoprahiAcsvilnacniçDa X3200Agfa Graphics anunciou o lançamento de uma impressora de sublimação de co- res: a Avinci DX3200. O equipamento para sinalizações flexíveis foi desenvolvido para oferecer qualidade de impressão em tecidos à base de poliéster. A impressora será mostrada na ISA - International Sign Expo 2017, de 20 a 22 de abril, em Las Vegas - Estados Unidos, e também na FESPA 2017, de 8 a 12 de maio em Hamburgo - Alemanha. a A impressora Avinci DX3200 permite aos usuários criar impressões de sinalizações flexíveis de grande formato de até 3,2m de largura, com uma resolução de até 1440 x 540 dpi. Graças ao processo dye sublimation, este equipamento produz impressões vivas e de alta qualidade para aplicações em interiores e exteriores. Reinhilde Alaert, gerente de produtos da Agfa Graphics, explica: “Os usuários-piloto da Avinci DX3200 estão impressionados com a velocidade e a qualidade de impressão. O equipamento traz seis cores (CMYKLcLm) com tamanho de gotícula de 14 pl. Isso garante uma gama de cores vibrantes, excepcional composição de tons e excelente reprodução de detalhes. Junto com o desempenho na produção de imagens de última geração, a Avinci DX3200 chama a atenção pelas vantagens que oferece em termos de preço/produtividade”. A impressora Avinci DX3200 oferece modos de qualidade diferentes, com velocidades de até 173 m2/h, dependendo da aplicação. Para Alaert: “A Avinci pode atender a uma grande variedade de aplicações à base de poliéster, como banners, displays em pontos de venda, imagens gráficas em paredes internas, propagandas em exteriores, displays e bandeiras em feiras comerciais. Além disso, a Avinci DX3200 possui algoritmos inteligentes integrados que reduzem bastante o consumo de tinta, outro benefício importante para os nossos clientes”. 8 • empresariodigital.com.br

[close]

p. 9

empresariodigital.com.br • 9

[close]

p. 10

vendas Por Marco Marcelino Aumente a percepção do seu negócioma empresa que busca o seu reconhecimento no mercado zela pela sua identidade visual. A im- Uportância de se desenvol- identificação faz uma ligação entre os valores das pessoas e da empresa, pois se sentirá prestigiado em fazer parte da equipe e consequentemente a exibição da marca será maior. ver crachás, uniformes, A questão da segurança também é con- bem como uma plataforma que engaje siderável. Infelizmente a pirataria é uma o público vai além da questão visual. triste realidade da criminalidade e o uso de A empresa que tem a consciência uniforme e identificação são meios eficazes que ao cuidar da comunicação de sua para transferir ao colaborador e cliente o marca é uma maneira de zelar as pessoas sentimento de segurança e bem-estar. que ali atuam e respeitar os clientes, Por tais motivos que investir em cra- está agregando valores intangíveis. Um chás, cordões e uniformes vai fazer com colaborador que veste literalmente uma que sua empresa desenvolva um valor marca é um motivo de orgulho e está positivo para clientes e equipe. É indispensável um cartão de visita, uma boa apresentação da sua empresa e um site que demostre os produtos e serviços que se pode oferecer. Atualmente com o avanço tecnologia ficou mais simples do que se imagina cuidar da imagem de sua empresa, pois existem serviços apropriados para isso. Gostaria de compartilhar cinco dicas de empresas que desenvolve uniformes ( sasseprodutospromocionais.com.br ), crachás, cordões (activacard.com. br), folders (majerdigital.com.br), apresentações (pptgo.com.br) e sites (web2sales.com.br). 10 • empresariodigital.com.br

[close]

p. 11

empresariodigital.com.br • 11

[close]

p. 12

coaching Por Aline K Molinari* Liderança e Singularidade “M acessar o entendimento de alguns colaboradores sendo extremamente racional e, como lidar com problemas e decisões de forma puramente emocional? “Tenha atenção ao macro e não ao micro.”, será que isso é sempre uma regra na liderança? Refletir sobre a diversidade de pessoal que possui dentro do seu negócio auxilia no momento da comunicação, por exemplo, possuir formas mais acertadas para lidar com as diferenças. Não existe uma regra. Existem práticas que funcionam mais ou menos, mas ainda assim, muito do resultado depende da individualidade: o que funcionará melhor para você diante das variáveis em que está inserido? uito se diz sobre liderança, times, engajamento, performance. Faz isso, seja assim, tenha aquilo. Como entregar fórmulas prontas para contextos e desafios diferentes? Uma pessoa pode ter uma tendência a ser mais emo- cional, já outra mais racional. Pense, do que a empresa, o time, a cultura, o contexto precisa? Pensar em abordagens emocionais e racionais me faz lembrar sobre até que ponto a flexibilidade pode entrar em cena - assim como a flexibilidade extrema não gera os resultados desejados, a rigidez em excesso também. Em que momentos a racionalidade se faz necessária O que o contexto atual e o posterior precisarão, qual a tendência do estilo de cada um, o que é necessário em termos de desenvolvimento e, além de tudo, de que forma cada um utiliza suas forças em busca dos resultados. Avaliar essas questões pode dar um norte em relação ao estilo da liderança. Contradição seria rotular talentos, tanto de líderes, quanto se colaboradores como: ele é bom nisso ou naquilo (e ponto final), um talento é mais do que isso, sabemos disso. Levar em consideração a individualidade de cada pessoa é também entender que cada organização é única, assim como a forma de liderar.” e em quais outros a emoção pode tomar conta? Como *Aline K Molinari é Career, Executive & Business Coach pela AKM Coaching 12 • empresariodigital.com.br

[close]

p. 13

empresariodigital.com.br • 13

[close]

p. 14

marketing Por Bruno Mello Atenção para quem acha que os mais experientes e que Kotler morreram?Os profissionais de Marketing esquecem de investir em Vprincípios básicos e apostam em ou contar para você algo que pouquíssimas pessoas sabem. Eu, junto com amigos pseudorrevolucionários à época, expulsamos o Kotler da sala de aula em uma matéria bem alinhada ao Marketing pseudoinovações que acabam na faculdade de comunicação. Lembro distanciando as pessoas em vez de fazer a diferença na vida delas e nutro carinho especial pela nossa coordenadora Penha Rocha e pelo professor Eduardo Amazonas. Eles concordaram não chegarmos perto do Administração 14 • empresariodigital.com.br

[close]

p. 15

de Marketing. Nada de 4 Ps. Combinamos de adotar um livro mais “prático e atual” (só lembro que era um azul) e que a prova seria um seminário. Um trabalho que cada grupo ficou com um capítulo do livro para discutir em sala. Recordo-me como se fosse hoje que falei sobre Marketing no Ambiente Digital. Isso em 2002. E, por ironia do destino, onde eu fui trabalhar? E ainda por cima dar aula sobre este mesmo tema no MBA de Marketing da FGV, além de coordenar outro na Facha. Mas entre um episódio e outro há uma novela grande que outro dia eu conto. Resgatei esta história para refletir sobre a constante tentativa de fechar os olhos e ouvidos para os profissionais mais experientes e nomes como Philip Kotler. Volta meia há quem escreva, fale e até me questione que o maior evangelizador do Marketing está morto e que outros especialistas com mais cabelos brancos (ou carecas) ficaram para trás. Sempre sou categórico em afirmar que estão mais vivos do que nunca e este preambulo serve para fazer um paralelo de que estas percepções equivocadas mais me parecem de um jovem ingênuo de 20 anos como eu era na época da faculdade de jornalismo do que de profissionais que se dizem antenados, para frente e up to date. Sabe por que? Minha percepção é de que na maioria dos casos nos falta o básico e que os cem números de fontes e novidades no século XXI mais ajudaram a nos distanciar das pessoas do que a fazer a diferença na vida delas. Porque, para mim, o Marketing não faz o menor sentido se não for holístico e promover melhoria na vida das pessoas. Pode parecer utopia, mas estamos neste mundo na busca eterna por amor e qualidade de vida. Qualquer coisa fora deste binômio é uma variação deles. Mas para as empresas fazerem isso é de uma dificuldade hercúlea. Já escrevi neste mesmo espaço sobre a importância de fazer o básico bem feito. De que adianta resolver quase toda a vida por um aplicativo e não conseguir falar com ninguém da empresa pelo telefone sobre uma questão? Ah, mas as pessoas não querem e nem precisam mais fazer ligações de voz. Ok. Isso no dia a dia. Qualquer problema mais complexo nós precisaremos de atendimento. Mais do que isso, precisamos que os produtos e serviços realmente resolvam nossas questões sem muita aporrinhação. A história corporativa está recheada de inovações, posicionamentos, produtos, serviços e marcas super antenas que ficaram para trás. Sinônimos de categoria viraram peça de museu. E mais e mais empresas entrarão nesta lista nos próximos anos não somente pelas dificuldades oriundas da crise que vivemos no Brasil, mas por sua incapacidade de se manter relevante na vida das pessoas. Fazer a diferença na vida delas requer o básico, primeiro. Se você vai até a uma palestra ou ouve alguém falando que temos que entender o Shopper, que o foco é o comprador e sua jornada de compra, você sai reclamando que não viu nada de novo. Pois é. Nem os seus clientes. Pensamos primeiro em produto. Depois em faturamento. Depois em canais. E ponto. Contudo, a grande verdade é que todas as empresas nascem para resolver um problema. Quando se acerta na demanda, ótimo. Quando não, entra-se em um labirinto onde depois de muitas tentativas se encontra uma saída. Nas duas ocasiões, tem-se a figura do fundador capitaneando um time que realmente faz a diferença na vida daqueles que compram seus produtos ou serviços. A grande questão é que este foco se perde ao longo do tempo por inúmeras razões, desde tempos difíceis como vivemos, até decisões tomadas de forma equivocada, passando principalmente pela saída do seu fundador do comando e a entrada de uma segunda geração. A voz da experiência é substituída por modismos. Se você olhar a linha do tempo que fizemos pela comemoração dos 10 anos do Mundo do Marketing no ano passado vai perceber quantas coisas se consolidaram ao longo dos anos e pouco perceberá modas destacadas como a tábua de salvação das empresas. Muitas, dezenas ou centenas de soluções novinhas que prometiam revolucionar o ambiente de negócios sequer tiveram estopo para ganhar destaque por aqui. E não estou falando de fundamentos ou teoria. Pois é na pratica que vemos o Mundo do Marketing dar voltas. E ele é redondo. Tudo que é levado pela moda não se sustenta. O tempo passa para todo mundo. Disso não temos como fugir. Resta saber se vamos passar por esta jornada jogando a experiência pela janela em nome da insegurança do futuro e da necessidade de se construir um caminho novo todo dia, construindo um prédio num banco de área, ou em um alicerce de concreto firme e forte. empresariodigital.com.br • 15

[close]

Comments

no comments yet