Revista Empresários

 

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Revista Empresários - Abril/Maio de 2017

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REVISTA EMPRESÁRIOS - CONHEÇA A REVISTA A REVISTA A Revista Empresários nasce com o objetivo de trazer informações para o público empresarial voltada a incentivar o empreendedorismo através da troca de experiências para que eles possam obter destaque no mundo empresarial e é composta por uma equipe de colaboradores dos mais diversos seguimentos empresariais com experiências comprovadas no Brasil e exterior. O Editorial da Revista mostrar todo o potencial do empresário brasileiro que luta para gerar emprego e renda, apresentando estratégias de negócios, exemplos bem-sucedidos de gestão, inovações desenvolvidas e aplicadas em processos fabris e comerciais. Você também pode encontrar no portal de noticias da Revista Empresários ( www.revistaempresarios.net) informações dos mais diversos seguimentos editoriais, onde retratamos diariamente noticias de interesse empresarial do Brasil e exterior pois temos parceria com as mais importantes agências de noticias. Jamir Silva Diretor e Jornalista MTB 55663/SP Grupo Empresários - Revista e Assessoria de Imprensa www.revistaempresarios.net Network é o nosso Negócio (13) 98811-3113 contato@revistaempresarios.net Diretora Comercial Elaine Silva contato@revistaempresarios.net Diretor de Criação Luiz. F. da Silveira (013) 99141-9759 lc.fernandes@outlook.com

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Abril / Maio de 2017 Mávia Cristiane Administradora de Empresas; Especialista em Gestão Empresarial O Vendedor Milionário Odinheiro, as riquezas fazem parte dos sonhos da grande maioria da população e muitos gostariam de saber a fórmula para ser um milionário, penso que o caminho mais rápido é “ser um bom vendedor”, mas, nem todos gostam de vendas, ou pensam que não sabem vender. Todos nos somos vendedores o tempo todo, se você não está vendendo um produto ou serviço, certamente estará vendendo o que lhe custa mais caro por um valor irrisório (tendo em vista que a pessoa ganhe o salário mínimo), você estará vendendo horas, e quando o seu cliente (seu patrão) não estiver mais satisfeito com o seu produto (o serviço que você oferece) ele poderá simplesmente optar por outro fornecedor (lhe demitindo e contratando outra pessoa). so a todo conteúdo da sua plataforma on line de gestão e assim, vendendo ele foi eleito pela Forbes como um dos 40 homens mais ricos do Brasil em 2016, bom, pra quem morava em periferia, de família humilde, ele é realmente um bom vendedor. Mas então porque nem todos gostam de vender? Provavelmente porque não tem sonhos ambiciosos ou porque não acredita o su ciente em si mesmo. Quer ser um vendedor milionário? Então leia com atenção essas três dicas para você aplicar imediatamente. 1º Melhore o seu marketing pessoal, isso signi ca ter boa aparência física, boa comunicação, pontualidade, lealdade, cordialidade, rapidez no atendimento, deixar sempre uma boa impressão (não somente a primeira); 2º Trabalhe com metas, crie metas pessoais, seja de vendas, ou de promoção para outro cargo, departamento, estipule você as suas metas e alcance, não se limite às metas dos seus superiores, pois é você quem sabe o tamanho e valor dos seus sonhos; 3º Trate as pessoas pelo nome, mas você pode dizer: não tenho memória boa, para isso inventaram a caneta e o bloquinho de anotações, simples assim. Talvez você esteja pensando que isso é simples demais e que por isso não vai colocar em prática, lamento, pois os milionários colocam essas dicas e muitas outras, e se você não conseguir executar as simples jamais chegará até outras que requerem mais conhecimento e habilidades e por isso vai continuar reclamando que ganha pouco, que não tem sorte, que não é reconhecido no seu trabalho, que não tem uma boa oportunidade (só abrindo um parênteses, oportunidades quem quer cria, não ca esperando). Que garantias você terá ao seguir essas três dicas? No mínimo de ser mais produtivo, mais assertivo, melhorar seu relacionamento com as pessoas e consigo mesmo, esse é o inicio da escada para que você possa ir para o próximo nível, é o começo da mudança de mentalidade, novos hábitos que te levarão ao sucesso, Robert Collier disse que "O sucesso é a soma de pequenos esforços, repetidos todos os dias". Estudando a vida de alguns milionários foi possível perceber como são excelentes vendedores, e que ser vendedor não é simplesmente car atrás de um balcão esperando pessoas para oferecer seus produtos, vamos pegar como exemplo o clichê Apple , muitos falam “as palestras dele eram fantásticas”, mas Steve Jobs era um ótimo vendedor, ele vendia da maneira mais rápida e para a maior quantidade de pessoas possíveis, através de palestras, ou seja, ele tinha um método. Vamos para outro exemplo então o Flávio Augusto do Geração de Valor e da escola de inglês Wise Up, ele é um vendedor nato, gosto de chama-lo de vendedor de sonhos, ao falar da sua escola de inglês as pessoas logo perguntam como podem ser franqueadas, quando ele fala do geração de valor as pessoas querem saber como podem ter aces- Mas o que vender então? Bom se você seguir essas dicas poderá vender desde pipoca, até empresas, é só você escolher com o que quer trabalhar, porque têm pessoas cando milionárias vendendo pipoca, o resultado vai depender do tamanho dos seus sonhos. Mávia Cristiane - Administradora de Empresas; Especialista em Gestão Empresarial; em Politicas Públicas; MBA em Marketing Estratégico, ambos pela UFT – Universidade Federal do Tocantins; Consultora credenciada pelo SEBRAE/TO/PA desde 2009; Embaixadora no Estado do Pará do Rede Mulher Empreendedora; Palestrante nos temas Liderança; Marketing Digital; Vendas e Empreendedorismo, Consultora Empresarial.

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Abril / Maio de 2017 Queda nas exportações reduz movimento de cargas no Porto de Santos A perspectiva é de reversão nesse quadro a partir dos próximos meses com safra recorde de grãos A movimentação de cargas no Porto de Santos registrou em janeiro declínio de 6,0% em relação a 2016. A redução ocorreu pela queda de 16,1% nas exportações, apesar do signi cativo crescimento de 19,1% nas importações. Com participação de 63,60% sobre o total geral, a redução no uxo de embarques in uiu de forma decisiva para o declínio do movimento em janeiro. O recuo veri cado em janeiro não inibe, no entanto, as projeções de crescimento para 2017. O desempenho das exportações, com 4,683 milhões de toneladas, foi re exo, principalmente, da redução nas operações de embarque de milho, com retração de 76,6%. Somente o milho representou declínio de 1,3 milhão de toneladas.. A situação decorre da quebra da última safra do milho, ainda em nal de escoamento, provocando o declínio também veri cado em dezembro. “O cenário, no entanto é otimista”, analisa o presidente da Codesp, Alex Oliva, lembrando que o Porto de Santos tende a se bene ciar com os resultados positivos da safra de grãos 2016/2017, com estimativa de recorde histórico para o país, num aumento de aproximadamente 15% em relação à safra anterior. “No geral, considerando ainda análises comerciais, devemos encerrar 2017 com um movimento em torno de 120,933 milhões de toneladas, um aumento de 6,3% em relação a 2016”, conclui Oliva, com forte expectativa de resultados positivos a partir do início do escoamento da soja. Bene ciada pela elevação dos preços, pela demanda internacional ainda elevada e por condições climáticas mais favoráveis, a safra nacional de soja deve apresentar novo recorde, com crescimento médio estimado de 8,7% . O complexo soja, apesar de ainda não se apurar um elevado volume nesse início de escoamento da nova safra, já registrou crescimento de 125,2%, atingindo 678,72 mil toneladas, com participação de 485,85 mil toneladas da soja em grão. No auge do escoamento, esse volume deve facilmente superar 3 milhões de toneladas. Quanto às importações, que participaram com 36,40% do total geral, alcançando 2,680 milhões de toneladas e incremento de 19,1%, foram impulsionadas pelo forte movimento de adubo, a principal carga nesse uxo, que ampliou suas descargas em 43,8%, seguida pelo bom desempenho nas operações de óleo diesel e gasóleo, atingindo 28,6% de crescimento, com 137,96 mil toneladas. As operações com contêineres registraram 279,978 mil TEU, apontando aumento de 4,0%. Considerando-se a tonelagem movimentada, o crescimento foi ainda mais expressivo, chegando a 9,3%, com 3,139 milhões de toneladas. O total de contêineres em unidades teve incremento de 3,2% com 132,026 mil unidades operadas. O número de navios atracados apresentou redução de 8,9% em janeiro, com registro de 360 embarcações. Balança Comercial A movimentação de cargas pelo Porto de Santos atingiu o total de US$ 7,4 bilhões, equivalente ao valor comercial dos produtos que transitaram pelo complexo santista no primeiro mês do ano, representando um incremento de 23,3% em relação ao ano anterior. A participação no total nacional de US$ 27,1 bilhões foi, coincidentemente, de 27,1%. As exportações chegaram a US$ 3,9 bilhões, alcançando crescimento de 34,48% com uma participação de 25,8%. As importações atingiram US$ 3,5 bilhões, aumento de 12,9% sobre 2016 e participação de 28,7% sobre o total nacional. As exportações pelo cais santista tiveram como principais destinos os portos dos Estados Unidos. China e Argentina, respectivamente. Na liderança, os portos norte-americanos receberam o equivalente a US$ 508 milhões, seguidos por China, com US$ 355 milhões, e Argentina, com US$ 292 milhões. As cargas mais exportadas foram açúcares (US$ 548,646 milhões), principalmente para Bangladesh, café em grão (US$ 383,990 milhões), liderado pelos embarques para a Argélia e farelo (US$ 214,883 milhões), com destaque para a Indonésia. Nas importações, China, Estados Unidos e Alemanha foram, respectivamente, os países que mais embarcaram com destino a Santos. A China liderou com US$ 826 milhões, seguida pelos Estados Unidos com US$ 539 milhões e pela Alemanha com US$ 300 milhões. Gasóleo foi o principal produto descarregado, (US$ 69,954 milhões) liderado pelos Estados Unidos. Caixas de marchas (US$ 56,834 milhões) vêm a seguir, tendo o Japão como principal exportador, e partes para aviões e helicópteros (US$ 52,462 milhões), com destaque para a produção embarcada em Portugal.

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Abril / Maio de 2017 Shawn Rosemarin Em visita ao Brasil, VP da Hitachi Data Systems aponta as principais tendências para o mercado em 2017 OVice Presidente de Soluções e Produtos das Américas da Hitachi Data Systems (HDS), Shawn Rosemarin, e o SVP e General Manager, Barry Morrison estão em uma rápida visita ao nosso país. Na oportunidade, eles apresentaram a visão da HDS para o futuro do mercado de tecnologia, como a estratégia de dados e o Big data como principais tendências de 2017. Para a HDS, as empresas já possuem praticamente toda informação que necessitam. O próximo passo é colocar esses dados para trabalhar e, assim, criar estratégias e cazes para monetizar essas informações. O Big data continua em alta, principalmente com a economia gerada pela tecnologia Flash, mas a Transformação Digital depende do uso estratégico dos dados coletados e analisados. A Internet das Coisas (IoT) também terá um papel de destaque no ano, considerando principalmente que, em pouco tempo, os maiores geradores de informações não serão mais as pessoas, mas as máquinas. “Olhando pela perspectiva da indústria, vemos que muitas coisas estão acontecendo ao mesmo tempo, mas é preciso focar no que é mais importante para garantir agilidade e economia”, explica o VP Shawn Rosemarin. “Ainda em 2017, nossa principal moeda serão os dados. Aqueles que conseguem monetizá-los com facilidade e rapidez com certeza terão uma importante vantagem competitiva.” A questão agora não gira mais em torno da consolidação dos Data Centers, e sim sobre a consolidação de dados em múltiplos clouds (público e privado), além de aplicações como Enterprise e SaaS. “A Hitachi não oferece apenas uma solução de armazenamento de dados para seus clientes. Nós apresentamos um caminho claro que passa pela gestão de dados, governança, mobilidade de acesso e data analytics. O sucesso de nossos clientes, nos mais diferentes setores, apenas ressalta o valor da nossa experiência e con rma que estamos trabalhando com a estratégia correta. Por isso, a Transformação Digital é uma de nossas apostas mais fortes para este ano”, comenta o VP da HDS. Mais do que empresas usando seus dados de forma estratégica, teremos a aplicação desses dados em verdadeiras Cidades Digitais, que funcionarão de acordo com os principais insights conseguidos através de estratégia de dados e big data. Teremos cada vez mais um trabalho integrado entre tecnologia, nanças e o desenvolvimento das cidades. Crescimento Vale mencionar também que na última pesquisa sobre grandes empresas de armazenamento de dados, a Hitachi foi a única com resultado positivo no setor, com um crescimento de 9,2% em sua renda. As outras empresas tiveram, em média uma queda de 3,2%. O quadro é ainda mais alarmante quando consideramos que a quantidade de dados armazenados aumentou 33,2%. Armazenar dados cou mais barato, mas essa não é uma boa notícia para o setor. O bom resultado da empresa deve-se muito ao seu papel de destaque no setor, além da sua ampla segmentação do espectro de trabalho. “A HDS apresenta um trabalho muito diversi cado e acredito que isso é fundamental para criar a transformação digital que as empresas precisam e que a nossa sociedade merece”, comenta Shawn Rosemarin. O VP de Soluções e Produtos, Shawn Rosemarin e o SVP e General Manager, Barry Morrison, fazem parte da equipe de líderes da Hitachi responsável pelas estratégias de marketing, desenvolvimento de negócios e estabelecimento de vendas e suporte. Mesmo com mercado em queda, HDS tem crescimento de 9,2%, segundo a IDC Empresas do mercado mundial de armazenamento de dados tiveram queda de receita de 3,2% Apesar do rápido crescimento das demandas de Big Data e estratégia de dados, o mercado de armazenamento e cloud computing passaram por um momento nanceiro complicado. Segundo dados da IDC, as empresas da área tiveram uma queda de 3,2% no faturamento, mesmo com o crescimento em 33,2% do total de bits armazenados. A única grande empresa do setor que teve um bom desempenho no período foi a Hitachi Data Systems (HDS), com um crescimento de 9,2% na sua receita, no Q3 (terceiro quarter) de 2016. “Muitas empresas estão movendo seus dados para nuvens públicas, não pelo preço ou por performance, mas por-

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que algumas das grandes empresas não estão conseguindo manter-se relevantes diante das estratégias de data center na nuvem pública”, explica o Vice-Presidente de Soluções e Produtos das Américas, Shawn Rosemarin. “A questão agora não é mais saber coletar e armazenar esses dados, mas encontrar oportunidades para transformar esse material em algo estratégico, verdadeiramente tangível e lucrativo. Os dados precisam apresentar valor para o seu negócio.” Para Rosemarin, o bom resultado da HDS deve-se principalmente a sua variedade de serviços e produtos, além da sua visão de futuro. Trabalhando sempre com o objetivo principal de levar a Transformação Digital para todos os seus clientes, se posicionando naturalmente como um dos principais players desse mercado. “Nossos clientes já possuem as ferramentas para obter dados e para armazená-los em segurança. O trabalho agora é garantir que eles tenham ferramentas que permitam transformar esses dados em verdadeiros insights, em oportunidades para melhorar sua dinâmica de trabalho e garantir maior lucratividade.”, explica o VP. O papel atual da HDS não é mais consolidar os dados dentro dos Data Centers, mas sim criar uma consolidação desses dados através de múltiplas nuvens – sejam elas públicas ou privadas – e aplicações, como Enterprise ou SaaS. “Conseguimos um resultado tão diferente das outras empresas justamente por pensarmos diferente. Nós apresentamos um caminho claro para nossos clientes, que passa pela gestão de dados, governança, mobilidade de acesso e data analytics. O sucesso de nossos clientes, nos mais diferentes setores, apenas ressalta o valor da nossa experiência e con rma que estamos trabalhando com a estratégia correta”, a rma o VP. A Hitachi vem apostando cada vez mais no uso da tecnologia Flash, em sistemas que sejam facilmente compatíveis com novas tecnologias e que ajudem a melhorar ainda mais o ROI das companhias. Vale destacar também o trabalho com dados não estruturados, realizado com o Hitachi Content Platform (HCP), que tem impulsionado um novo crescimento na capacidade de armazenamento de seus clientes. O crescimento diferenciado da HDS está totalmente relacionado ao fato da empresa encorajar seus clientes a irem muito além do armazenamento, trabalhando com a monetização de dados por meio de analytics e IoT. “Nossa meta é de sempre continuar a ajudar nossos clientes a entenderem que a informação é o recurso mais valioso que eles possuem, sendo um material indispensável para a construção de sua estratégia dentro do mundo 4.0”, naliza o VP da HDS, Shawn Rosemarin. Sobre a Hitachi, Ltd. Hitachi, Ltd. (TSE: 6501), com sede em Tóquio, Japão, oferece inovações que respondem aos desa os da sociedade. As receitas consolidadas da empresa para o ano scal de 2015 (encerrado em 31 de março de 2016) totalizou 10.034 Abril / Maio de 2017 mil milhões de ienes (US $ 88,8 bilhões). O Grupo Hitachi é o líder global em Negócios de Social Innovation, e tem aproximadamente 335 mil empregados no mundo todo. Através da criação colaborativa, Hitachi oferece soluções aos clientes em uma ampla linha de setores incluindo Energia, Indústria, Distribuição, Água, Desenvolvimento Urbano, Finanças, Governo e Saúde. Para mais informações sobre a Hitachi, visite o website da empresa em http:// www.hitachi.com. Sobre a Hitachi America, Ltd. Hitachi America, Ltd. com sede em Tarrytown, New York, uma subsidiária da Hitachi, Ltd. e suas subsidiárias oferecem uma ampla gama de produtos eletrônicos, energia e equipamentos industriais e de serviços, as tecnologias de terapia de feixe de partículas, produtos automotivos e eletrônicos de consumo, atendendo Américas. Para mais informações, visite http://www.hitachi-america.us. Para obter informações sobre outras empresas do Grupo Hitachi nos Estados Unidos, por favor, visite: http://www. hitachi.us.

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Abril / Maio de 2017 Marcelo Estratégia de Dados e Big Data são as principais tendências em TI para 2017 – Por :Marcelo Sales, CTO Latam da Hitachi Data Systems analisá-los e, com isso, encontrar informação valiosa. Trata-se de uma análise que efetivamente permita gerar ações de negócios. Hoje a maioria das empresas já possui os dados que necessitavam para trabalhar. O desa o agora é gerar real valor dessa informação. Temos estatísticas que apontam que só 3% dos dados de uma empresa são usados para análise, o que é muito pouco. Ainda temos muito a fazer. Um dos principais desa os para os CIOs em 2017 será, certamente, implementar uma Estratégia de Dados efetiva, que vai do armazenamento, passa pelo gerenciamento de dados e garante a mobilidade e reuso dessas informações. No modelo tradicional, muitas vezes o CIO apenas armazena e cuida dos dados, mas não tira real proveito deles. A verdade é que a análise de dados vai muito além de grá cos e telas bonitas. É preciso coletar os dados, armazená-los, garantir sua segurança, dar acesso a eles, mobilidade e ainda promover o reuso. Poucas empresas são capazes de realizar todo este processo, e a Hitachi é uma delas. Aproveitar dados, fazer uso deles e conseguir novas formas de aumentar receitas e reduzir custos. A Estratégia de Dados deve ser a principal tendência para os CIOs trabalharem em 2017. A consolidação do Cloud Computing e o trabalho integrado entre tecnologia e a área nanceira, responsável por agregar mais valor ao negócio, também exigirão atenção em 2017. Outro fator que merece destaque é que já a partir de 2017 a maior parte dos dados será gerada pelas máquinas, e não por pessoas. Serão os sensores, as câmeras de segurança, os aparelhos de saúde, entre outros, as principais fontes de informação. O verdadeiro Big Data vem das máquinas e o armazenamento dessas informações transforma a tecnologia da informação em verdadeiras empresas de inovação social, que busca soluções para bene ciar os negócios e fazer o melhor para a sociedade. 2016 foi um ano de intensa aprendizagem em relação ao uso do Cloud Computing. Certamente teremos o controle de alguns dados dentro da empresa, enquanto outros estarão fora. É recomendável que, nos próximos anos, tenhamos como foco encontrar o equilíbrio entre as informações internas e os dados da nuvem. Com isso, vamos entender qual o nível de mobilidade que precisamos desses dados. Outros temas muito fortes em 2016 foram: o armazenamento em ash, devido principalmente ao seu custo reduzido, e também a necessidade de adicionar valor ao negócio de TI. Graças à pressão das companhias para concretizar a Transformação Digital nas empresas, as áreas de negócios estão mais adiantadas que as de tecnologia. Isso exige que a TI tenha uma postura dedicada ao negócio tradicional, mas que também tenha foco em inovação. A TI deve ainda prestar atenção aos avanços do setor nanceiro, que teve uma grande evolução tecnológica no último ano. Na América Latina, é preciso car atento também ao setor de agronegócio, pois ele está envolvido diretamente com os principais problemas que podemos ter no futuro: o fornecimento de água, alimentos e energia. Ainda em 2017, os CIOs passarão a trabalhar com vários parceiros estratégicos, especialistas que irão assumir diferentes partes da operação. Essa é uma forma de delegar funções e, com isso, conseguir se concentrar na inovação. Marcelo Sales, CTO Latam da Hitachi Data Systems. Sabe-se que 82% de todos os recursos da TI são para manter os sistemas existentes. Precisamos pôr mais energia em inovar, por isso o papel do CIO deve mudar para que ele valorize ainda mais o negócio. Esse valor, muitas vezes, virá dos dados disponíveis, isto é, da capacidade das empresas de pegar dados estruturados e não estruturados, que venham de máquinas ou de pessoas, para integrá-los,

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Abril / Maio de 2017 é que desa am as normas convencionais e fazem as coisas de forma diferente. A GE começou como empresa de energia e hoje é uma das maiores nanceiras do mundo. Está sempre inovando. Recentemente, investiu em energia eólica e solar. A BP entrou na área de lubri cantes ecológicos e estabeleceu uma nova tendência. A Toyota percebeu, antes dos concorrentes, as mudanças no mercado e investiu na fabricação de veículos híbridos. A inovação como diferencial é válida tanto para as empresas como para os indivíduos. Onde buscar inspiração para novas abordagens? Uma boa fonte são as pesquisas de mercado. Uma pesquisa recente no Brasil mostrou que para cada criança das classes A e B há 10 crianças nas classes D e E. O que isso signi ca para você que vende brinquedos ou material escolar? Omar Souki Fazer diferente para fazer sempre – Por Ômar Souki – Ph.D. em comunicação pela Universidade de Ohio, EUA Quando pensamos em melhorar, pensamos também em investir em nossa habilidade de comunicação, em aprender uma língua estrangeira ou em ampliar nossos conhecimentos de informática, etc. Isso é super válido e importante para nosso crescimento pessoal e pro ssional. São habilidades técnicas que podem nos proporcionar vantagens competitivas fundamentais. Além delas existem também aquelas mais sutis, que muitos pensam que nascem com a gente, mas que também podem e devem ser cultivadas ao longo de nossas carreiras. São qualidades fundamentais, tais como, o compromisso ético, a lealdade, a persistência, a paciência, a gentileza, a intuição e a criatividade, que adicionam incrível valor às pessoas. O mesmo estudo mostrou que os objetivos dessas fatias de mercado são diferentes. Enquanto as pessoas das classes A e B buscam ser diferentes, para se diferenciar da massa, as classes D e E, querem o contrário, isto é, sentir-se parte integrante da sociedade. Cerca de 70% dos domicílios brasileiros pertencem às classes C, D e E. O que fazer com esses dados? Usando essa pesquisa como exemplo, o vendedor inovador, vai, não só pensar em como vender mais para as classes C, D e E, mas também em criar uma abordagem diferenciada. O lema parece ser “fazer diferente para fazer sempre”. Você tem feito algo diferente ultimamente? Tem se arriscado em novas fatias de mercado? • Souki dedica-se a injetar doses maciças de otimismo nas equipes de organizações de prestígio no Brasil e no exterior como Xerox, Mitsubishi Electric, General Electric, SEW, Rede Accor, Conselho Federal de Administração, Associação Empresarial do Algarve, Centro de Apoio a Criação de Empregos de Portugal, Unimed, Banco do Brasil, Bradesco, Unibanco, Telemig, Cemig, Localiza, RM Sistemas, entre outras. Devido ao alto grau de competitividade do mercado, o vendedor que se destaca é justamente aquele que, além do compromisso técnico, demonstra também possuir habilidades ligadas à sua personalidade. Quero dar destaque especial à intuição e à criatividade. Intuição é aquela voz interna que nos manda percorrer um novo caminho até à empresa, vender para segmentos diferenciados, ligar para alguém que há muito não vemos, ler um livro diferente, etc. Criatividade é a intuição posta em pratica, nos induz a fazer algo fora da rotina. É a nossa capacidade de inovar. Watts Wacker, especialista em inovação, fez um estudo de empresas que perduram no mercado, tais como General Electric (GE), British Petroleum (BP) e Toyota, entre outras. Descobriu que uma de suas características marcantes Ph.D. em comunicação pela Universidade de Ohio, EUA, Souki foi professor na Universidade do Estado de Nova York por dois anos e professor visitante nas Universidades do Texas e de Denver, EUA, e na Universidade de Aston, Inglaterra. é professor de marketing na Universidade Federal de Minas Gerais onde pesquisa os fatores do sucesso empresarial. Autor reconhecido internacionalmente, publicou vários best sellers, entre eles, Gênio & Gestão, Paixão por Marketing, Emoção é Poder e A Solução Otimista. http://www.simeon.com.br/souki/

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Abril / Maio de 2017 Jarbas O peso da con ança na relação entre empresa e consultoria – Por Jarbas Vieira Marques Jr. – Presidente do Grupo TMC Falar de con ança em um trabalho de consultoria empresarial aparenta ser um assunto mais do que óbvio – não parece lógico que alguma empresa vá contratar uma consultoria sem que tenha sido criada, previamente, uma relação de con ança entre as duas partes. Principalmente sem que se tenha a crença de que, de fato, o olhar de fora de um especialista poderá movimentar a companhia em uma direção melhor. Mas o quão preponderante é essa con ança para que os resultados práticos sejam atingidos? Por que as empresas desse segmento devem investir no envolvimento intenso com seus clientes e fazer com que eles entreguem um item tão precioso na relação cliente-consultoria, que é a con- ança? Qual o peso dessa con ança para o sucesso dos trabalhos? E mais, como manter essa crença inicial em projetos – que podem ser de curto, médio ou longo prazo? O fato é que, em uma época em que muito se fala em técnicas, metas e métricas, o relacionamento acaba cando em segundo plano. Então aquela relação de con ança inicial pode ir aos poucos se desgastando, mesmo que os números estejam bons, mesmo que se tenham dados para comprovar que os objetivos estão sendo conquistados. A partir de nossa experiência, podemos a rmar que em um projeto de gestão e melhoria de negócios, 90% do trabalho envolve técnica, planejamento, trabalho e monitoramento e cobrança e “apenas” 10% depende daquilo que falamos no início do artigo: con ança, envolvimento com o cliente. Apesar de o número parecer baixo, os 10% são fundamentais para se atingir o máximo nos outros 90%. Não é difícil entender por que o cliente precisar deposi- tar e manter a con ança em uma consultoria que trabalha com ele: tudo tem que ser transparente, para, assim, levantar os desa os e propor as mudanças. A segurança da participação do cliente no projeto e de estar no caminho certo é o que move e fortalece a parceria entre as partes. E a con ança inicial da assinatura do contrato precisa ser fortalecida, normalmente, no diagnóstico do cenário e dos desa os da empresa, pois é a hora em que ela precisará expor para a consultoria suas oportunidades. O primeiro passo da consultoria é deixar claro que o trabalho deve ser feito em conjunto, a quatro mãos. Esse envolvimento é essencial, pois qualquer mudança na maneira de gerenciar um negócio é uma tarefa desa adora, porém participar ativamente faz com que a empresa contratante acredite que aquela modi cação poderá trazer benefícios. O segundo é mostrar para a empresa que a consultoria não sabe mais do seu negócio do que ela própria. O apoio é muito importante para ambas as partes, criando sinergia. Desenvolvemos, recentemente, um projeto em uma empresa em que o executivo, apesar de acreditar que as metas planejadas foram bastante desa adoras, con ou no nosso trabalho, na nossa metodologia e abriu a empresa para trabalharmos. Nas reuniões ele estudava todas as nossas sugestões, se sentiu con ante nas longas conversas que tivemos e envolvido nas mudanças. O trabalho deu tão certo que as metas foram ultrapassadas e os negócios estão em ritmo acelerado. Claro que nosso trabalho conjunto foi fundamental para o sucesso, mas tenho certeza que, principalmente, foi a con ança que ele depositou na consultoria que fez o resultado ser tão positivo. Ou seja, o cliente permitiu e conduziu a mudança. A consultoria foi o “catalizador”da mudança. Claro que as oportunidades precisam ser pontuadas, mas ainda mais importante é intensi car o acerto, pois aquilo já faz parte do conhecimento prévio da empresa. Logo, otimizar também é uma forma de chegar ao resultado esperado – com a crença de que aquela decisão vai dar certo. Propor modi car a cultura já estabelecida numa determinada empresa, querendo implantar outra que a consultoria julgue mais adequada, pode não ser um bom caminho. O cenário invertido não é o mais difícil de encontrar. A resistência a mudanças é da natureza humana, ainda mais quando proposto por uma organização de fora, que não vive o dia-a-dia da empresa; por isso volto a ressaltar a importância de conquistar a con ança. Técnicas, todas as empresas utilizam, mas a abertura para essa implantação faz toda a diferença. * Jarbas Vieira Marques Jr. é presidente do Grupo TMC, composto pela TMC Consultoria, empresa de consultoria empresarial com foco no aumento de produtividade e gestão comercial e TMC T&D, empresa que atua no treinamento e desenvolvimento humano.

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Abril / Maio de 2017 Milhas: quando vale a pena Se você participa do programa de delidade de uma companhia aérea ou do seu cartão de crédito, pode acumular pontos e convertê-los em milhas que podem ser trocadas por passagens de avião nacionais e internacionais. Nem sempre é fácil, mas de ponto em ponto é possível chegar lá e fazer a viagem pagando apenas a taxa de embarque. Tão importante quanto acumular milhas é usá-las da maneira mais favorável para o seu bolso. Em geral, costuma ser mais vantajoso fazer a troca com uma boa antecedência. Para as férias de janeiro, por exemplo, pode não valer mais a pena, porque as passagens estão mais caras. Mas, se você planeja viajar no Carnaval ou nas férias de julho, é hora de conferir seu saldo de pontos e ir atrás de passagens. Con ra as dicas para aproveitar ao máximo esse recurso. # Na hora de trocar: Nos programas de delidade de cartão de crédito, nem sempre 1 ponto acumulado equivale a 1 milha aérea. Con ra, antes, as regras para saber se há algum desconto na hora de fazer a troca. Observe, também, os limites mínimos e máximos de pontos a serem trocados e o prazo em que eles serão creditados na companhia aérea escolhida. opções disponíveis e a quantidade de milhas necessárias para cada trecho. Basta inserir sua senha e pronto. Ao nalizar a compra, você é direcionado para o site da companhia aérea para fazer seu cadastro e emitir o bilhete. # De olho no vencimento: Como acumular pontos pode ser demorado, muitas vezes, as pessoas esquecem que eles existem e acabam perdendo o prazo para usá-los. De acordo com dados do Banco Central divulgados em 2015, mais de 50 bilhões de milhas de cartões de crédito expiraram no ano anterior, sem que tenham sido utilizadas. Na maioria dos programas de delidade, as milhas vencidas podem ser reativadas mediante o pagamento de uma taxa, mas nem sempre vale a pena usar esse recurso. Muitas vezes, taxa é maior que o valor de uma passagem promocional, por exemplo. # Posso comprar milhas?: A maioria dos programas de delidade oferece a opção de compra das milhas necessárias para completar a passagem. Mas há dois problemas: o custo, em geral, é alto, e há o risco de você comprar as milhas e, na hora de fazer a troca, a passagem não estar mais disponível. # Posso vender minhas milhas? A maioria das companhias aéreas não permite a venda das milhas, mas há um mercado paralelo, com empresas que compram as milhas para emitir passagens para outros passageiros. Na prática, o dono das milhas emite as passagens aéreas em nome de outras pessoas e recebe um valor por isso. Mas é preciso car atento às fraudes, que são muito comuns em todo mercado não regulamentado. # Quando vale a pena usar: Quanto mais próxima a viagem, mais milhas serão necessárias para comprar as passagens. Por isso, antecipe a troca. Na maioria das companhias aéreas, você pode comprar os tickets até um ano antes de viajar. Fique de olho também nas promoções dos programas de delidade, que costumam oferecer bônus extras em determinados períodos. # Como fazer a troca: Os sites dos programas de delidade simpli cam, cada vez mais, a emissão de passagens com milhas. Na maioria deles, basta acessar o catálogo de recompensas, selecionar “viagem” ou “passagem aérea” e digitar as datas de ida e de volta. O próprio site mostra as

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lVhaom. os falar sobre relações do traba- Uma re exão sobre a relação entre empregado e Eempregador. stamos o tempo todo em constante mudança, evolução, nos reformando, aprimorando ideias e pensamentos, assim como as leis, regras, normas, en m, além do que somos, tudo que nos cerca também tem seu movimento. O mercado de trabalho de décadas passadas já não existe, e isto é fato. Lembro-me de quando era garoto, quando ia incontáveis vezes junto com minha mãe e outras vezes com meu avô no trabalho deles. Todos de uniforme, crachás pendurados em suas roupas e absolutamente tudo era organizado e bem de nido, para ser sincero hoje ainda sinto uma grande alegria só de pensar nesses dias. Tornei-me um especialista em relações do trabalho e em ambiente corporativo, um sempre aprendiz e apreciador de boas práticas, e era bonito de se ver, eu tinha muito prazer em fazer mesmo que por algumas horas, parte daquilo, mesmo que sendo apenas o neto do “Seu Francisco”, mas ambos, mãe e avô, faziam parte de um seleto grupo e ocupavam cargos de con ança. Minha mãe era chefe de tesouraria, encarregada nanceira da empresa, renomada e grandiosa empresa de transportes e meu avô encarregado de frota e trajeto, e fechando os olhos consigo sentir o ar daquele ambiente, sem redes sociais, sem insubordinações gritantes e pessoas circulando com atestados de falsas e inventadas doenças, somente para estender o m de semana ou se ausentar por irresponsabilidade. O emprego era tratado como fonte de renda e o tempo de casa determinava o status de cada um, pois o tempo signi cava doação, comprometimento, engajamento e dedicação à empresa. Todos buscavam criar raízes, se aposentar se possível fosse. O ego, o esnobismo e a exposição irresponsável eram elementos facilmente perceptíveis e se apresentavam em apenas poucos e isolados casos. Todos sabiam o que deviam fazer e a empresa era tratada com idolatria, o diretor era tratado como diretor e todos recebiam de cada um o respeito e a cordialidade correspondentes as suas posições, diferentemente dos dias de hoje onde um assistente fala como supervisor e o patrulheiro encontra-se perdido sem saber o que fazer, como agir e a quem seguir. Descaso, desleixo, amadorismo e comportamentos inadequados são aceitos, e nos questionamos se o certo é o errado, ou errado virou o que é certo. Daí nos perguntamos o porquê disso, pois esse garoto teve acompanhamento, recebeu aulas e ensinamentos sobre Abril / Maio de 2017 tudo, mas hoje se encontra perdido, pois é, as empresas da época da minha mãe e do meu avô já não existem mais, e além desse garoto são centenas tão perdidos quanto ele. Não se compra mais uniformes, pois conforme alguns relatos virou custo, e “ninguém usa”, ele não sabe quem é o diretor, pois este se encontra isolado em sua sala, resolvendo con itos e tomando decisões, que em grande parte do dia, servem apenas para resolver outros con itos, perde-se muito tempo gerenciando inconsistências de processos, divergências de opiniões sobre que ferramenta adotar, perde-se tempo com lideranças alcunhadas que em alguns casos só foram promovidas a líder, uma vez que ainda estão “aguentando” as mudanças e as turbulências que a empresa enfrentou para se manter “viva” nos dias de hoje. O mundo do trabalho mudou e cou feio, tenho plena convicção do que estou escrevendo, visto que, tenho recebido em minhas aulas, escutado por ocasião das minhas palestras e consultorias que muita gente está perdida e gente experiente também, são diretores que pedem conselhos, contratam a consultoria para que possam desabafar seus problemas, seus traumas, suas particularidades e que querem nada mais nada menos que as coisas saiam certas, corretas e que seus colaboradores pensem como empresa, que cuidem do seu negócio como ele cuida, ou muitas vezes tenta, pois a empresa cresceu e e ele sequer sabe o nome de alguns. Pergunto-me se seria um sonho que as empresas de hoje voltassem no tempo e voltassem a ser empresas “de verdade”, que todos estivessem em seus postos no horário determinado, uniformizados e que no m do ano pudessem comemorar suas glórias e conquistas, mas até a festa de confraternização foi fracionada, os administrativos não mais se confraternizam com o operacional. Este é apenas mais um modelo que está sendo utilizado. O governo federal também deixou nas mãos das empresas e de seus comandantes a gestão do negócio, sua evolução, a livre competição, suas contribuições, porém também não deu certo, e hoje temos mais de 118 mil empresas só no estado de São Paulo sem depositar o FGTS dos seus ex e atuais colaboradores, perdemos o título de melhor futebol do mundo, e em contrapartida ganhamos o título de país campeão mundial em reclamações trabalhistas. Muitos já sabem que a empresa X é cheia de reclamações trabalhistas na justiça do trabalho, mas precisamos trabalhar, então por hoje, não pensaremos que um dia quem sabe seremos nós que estaremos enfrentando uma audiência e seus dissabores. Durante muito tempo a gestão cou nas mãos das empre-

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