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mark briggs mark briggs é um jornalista esportivo que está recuperando a fé na profissão depois de descobrir em 1988 o que a internet poderia fazer pelo jornalismo desde então vem compartilhando com quem quer ouvi-lo e também com os que não querem seu entusiasmo sobre o assunto escrevendo textos e participando de seminários e conferências atualmente é editor executivo de notícias interativas no the news tribune em tacoma washington desde 2004 trabalhou como editor do site thenewstribune.com quando foi contratado como gerente de estratégia e conteúdo da empresa interactive media antes de tacoma esteve em everett washington onde comandou operações online no the herald como gerente de conteúdo chefe de equipe da new media e diretor da new media durante estes quatro anos o herald recebeu vários prêmios regionais e nacionais de inovação online escreveu textos participou de seminários e conferências sobre nova mídia e jornalismo e alguns dos projetos que dirigiu ganharam prêmios regionais e nacionais em 2002 briggs recebeu o prêmio james k.batten innovator award e projetos que ele dirigiu no the herald ganharam primeiro lugar pelo uso inovador de meios em 2003 e 2004 tem mestrado em jornalismo pela universidade da carolina do norte e o título de bacharel pela universidade gonzaga em spokane estado de washington também trabalhou como professor adjunto na universidade seattle vive em tacoma com sua mulher filho e filha.
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jornalismo 2.0 como sobreviver e prosperar um guia de cultura digital na era da informação escrito por mark briggs prefácios de phil meyer edição norte-americana e carlos castilho edição brasileira editado por jan schaffer traduzido por carlos castilho e sonia guimarães uma iniciativa do jlab e da knight citizen news network editado em português pelo knight center for journalism in the americas
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você pode anexar um documento a um e-mail então você pode publicar um blog com imagens mark briggs 2 jornalismo 2.0 como sobreviver e prosperar
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agradecimentos jan schaffer e eu nos encontramos pela primeira vez em 2001 quando o jornal onde eu trabalhava the herald em everett washington ganhou um financiamento do pew center for civic journalism centro pew para jornalismo cívico para desenvolver um mapa digital interativo para uma série de matérias sobre o desenvolvimento de regiões costeiras na região norte da costa oeste dos estados unidos graças ao apoio de jan o projeto foi desenvolvido e tornou-se um sucesso imediato ganhou prêmios nacionais de jornalismo e foi copiado por outras empresas de notícias mas o mais importante é que ele ajudou a orientar o desenvolvimento da área costeira em everett dando à comunidade local maior controle sobre seu futuro agora seis anos mais tarde ela ainda continua ajudando os jornalistas e as comunidades como diretora do j-lab enquanto nós jantávamos em seattle em abril de 2006 eu comentei sobre uma série de textos para treinamento de jornalistas que eu criei na redação em tacoma lembro da resposta que ela me deu você deveria escrever um livro e foi isso que eu fiz graças à sua competente edição e à importante contribuição do antigo editor do washingtonpost.com steve fox eu produzi o que eu espero que venha a ser um guia útil para jornalistas dispostos a entrar na era digital gostaria de destacar ainda o trabalho de edição do professor associado michael i.williams do merrill college of journalism da university of maryland e de craig stone do j-lab quero agradecer também a meus colegas do the news tribune que permitiram que eu trabalhasse neste projeto nas horas vagas e me forneceram experiências reais que orientaram o desenvolvimento do conteúdo deste livro cheryl dell david zeeck karen peterson bill hunter cole cosgrove laura gentry jeff hendrickson craig sailor rick arthur mike sando e tantos outros tornaram este trabalho possível e continuam a me ajudar para que eu possa auxiliar outros colegas de redação nesta transição para a era digital muitos profissionais competentes e dedicados foram importantes para este projeto dentre eles mindy mcadams kirsten kendrick joanne lisosky rob wells jéssica luppino marilyn pittman ken sands tom wolfe howard owens john cook jonathan dube e c.max magee e nada teria sido possível sem o amor e o apoio de minha mulher lorie e a paciência de meus filhos sam e ellie durante os vários meses que passei debruçado neste projeto mark briggs 3 jornalismo 2.0 como sobreviver e prosperar
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prefácio da edição norte-americana por phil meyer muitas coisas que eu precisava saber para seguir minha carreira no jornalismo durante o século vinte eu aprendi na escola média e elas continuam sendo úteis até hoje escrever à máquina redigir uma simples sentença afirmativa respeitar a metodologia científica e o bill of rights minha escola era pequena demais para oferecer um curso de fotografia assim eu acabei aprendendo sozinho lendo um livro da biblioteca e ajudando um professor a tirar fotos para o anuário da escola método científico e o bill of rights são é claro eternos a tecnologia da comunicação não é as técnicas que aprendi a colocar em prática na câmara escura estão obsoletas hoje embora escrever à máquina e tirar fotos saber quando apertar o botão continuem sendo tarefas importantes enquanto isso a era digital introduziu uma quantidade imensa de novas ferramentas tentar ensinar jornalismo é frustrante porque nem a faculdade e nem os estudantes podem prever quais das novas ferramentas técnicas serão úteis no futuro que tipo de especialistas serão necessários para poder usá-las e como estas especialidades serão administradas além disso a habilidade para administrar pode ser a chave do futuro na medida em que a tecnologia leva à especialização nós vamos necessitar de administradores competentes capazes de harmonizar o produto de todas aquelas tarefas especializadas dentro de um conjunto coerente o velho adágio um bom repórter é bom em qualquer lugar já não é mais tão convincente precisamos de bons repórteres que possam utilizar ferramentas apropriadas para acadêmico pesquisador e professor philip meyer é catedrático de jornalismo na school of journalism and mass communication na university of north carolina em chapel hill carolina do norte seu livro precision journalism jornalismo de precisão escrito em 1973 foi considerado pela revista journalism quarterly como um dos 35 livros sobre jornalismo e comunicação de massas mais importantes do século 20 a quarta edição foi publicada em 2002 seu livro mais recente é the vanishing newspaper saving journalism in the information age publicado em 2004 o livro foi traduzido para o português sob o título os jornais podem desaparecer em 1967 meyer foi designado pelo knight ridder washington bureau do detroit free press para fazer a cobertura sobre os distúrbios de detroit a aplicação de métodos de pesquisa das ciências sociais que ele aprendeu no programa de bolsas nieman de harvard ajudou a equipe a ganhar o prêmio pulitzer para reportagem geral local o knight rider depois o transferiu para o escritório central da empresa para que ele aplicasse aqueles métodos no marketing do jornal e desenvolvesse um serviço de informação eletrônica chamado viewtron seu livro the newspaper survival book publicado em 1985 foi baseado neste trabalho 4 jornalismo 2.0 como sobreviver e prosperar
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lidar com situações em permanente processo de mudança neste ambiente os jornalistas que souberem fazer mais de uma coisa vão ser mais requisitados as pressões da economia e do relógio garantem que isto acontecerá mark briggs é o editor executivo assistente para notícias interativas no jornal tacoma news tribune em seu trabalho ele teve a oportunidade de sentir o problema bem de perto embora ele tenha dois diplomas universitários em jornalismo o mais recente deles obtido em 2000 teve de se educar a si mesmo para usar as ferramentas atuais da mídia digital ele rapidamente se deu conta de que seu trabalho seria mais fácil se mais colegas do jornal tivessem maior conhecimento dessas ferramentas e foi por isto que ele escreveu o livro você pode usá-lo como se fosse um livro de cozinha há receitas atuais para todos os tipos de necessidades digitais quando eu o li fiquei com vontade de parar e tentar fazer alguma coisa como por exemplo criar uma transmissão em rss converter meus velhos tapes para arquivos de mp3 e substituir meu navegador ultrapassado por um mozilla firefox aqui há alguma ironia porque esta obra é uma estimulante confirmação do poder do livro como um instrumento de busca da informação seu conteúdo pode ser acessado em qualquer ordem o tempo de conexão é livre e você pode carregá-lo junto com você para qualquer bar as escolas de jornalismo estão se defrontando hoje em dia com o seguinte dilema até que ponto podem permitir que os estudantes se aprofundem em suas especialidades o consenso reinante é que cada um deve saber como fazer uma coisa bem mas ser capaz de exercer outras atividades na mesma área de conhecimento mas como a tecnologia e a economia da mídia nos empurram em direção a uma plataforma convergente surge um novo modelo de profissional o jornalista como um homem de sete instrumentos mas que ao mesmo tempo não é mestre em nenhum uma pessoa que pode escrever fotografar editar falar e aparecer bem numa câmera com uma competência que não precisa ser muito grande mas que deve ser boa o bastante um bom repórter passa a ser redefinido como alguém que é bom o suficiente em qualquer mídia se este quadro parece muito improvável você pode estar certo de que a versatilidade será recompensada e porque a tecnologia continua mudando as escolas de jornalismo deveriam focalizar menos a atividade jornalística e se concentrar mais na teoria básica da comunicação de massa e seus efeitos esse tipo de preocupação com os princípios básicos deve produzir mais jornalistas como mark briggs que sabe como continuar aprendendo e revisando sua atividade ao longo de sua carreira e como ele demonstrou neste livro ajudando seus pares a aprender também 5 jornalismo 2.0 como sobreviver e prosperar a demanda será alta por jornalistas polivalentes que podem fazer bem mais de uma coisa
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prefácio da edição brasileira por carlos castilho ao longo de sua história nunca o jornalismo sofreu mudanças tão radicais e tão aceleradas quanto as que estão acontecendo agora por conta da internet na verdade podemos ressuscitar uma expressão já meio gasta mas que cai como uma luva no processo em curso uma reinvenção do jornalismo mark briggs foi extremamente feliz neste livro que tivemos a honra de traduzir e introduzir aos leitores em português ao associar o conceito de jornalismo 2.0 à revolucionária idéia da colaboração entre profissionais e o público o parto dessa parceria inédita acontece diante dos olhos das novas gerações de jornalistas que ingressam num mercado de trabalho completamente diferente daquele encontrado pelos que hoje comandam as redações em quase todo mundo o livro de mark é muito especial porque consegue falar a dois públicos bem diferentes os veteranos do jornalismo que encontrarão nele os elementos essenciais para entrar no mundo das novas tecnologias da comunicação e os mais jovens que enfrentam o desafio de entrar num mercado de trabalho cujos valores e rotinas mudam a todo instante a digitalização do jornalismo já é uma realidade embora o novo perfil da profissão ainda esteja em construção muitos dizem que ele jamais terá uma cara definitiva porque a comunicação tornou-se irremediavelmente fluida a parceria entre público e jornalistas mal está saindo da teoria para entrar na prática É ela que vai marcar o quotidiano dos novos profissionais da comunicação cuja educação já jornalista profissional desde 1968 carlos castilho faz atualmente mestrado em mídia e conhecimento no departamento de engenharia e gestão do conhecimento na universidade federal de santa catarina seu projeto de pesquisa está voltado para o processo de colaboração online na produção de notícias jornalísticas É professor universitário de jornalismo multimídia na internet e membro da direção do observatório da imprensa no brasil foi repórter correspondente estrangeiro e editor em jornais brasileiros e portugueses trabalhou durante 11 anos na tv globo como editor de telejornais produtor de documentários jornalísticos e chefe do escritório da emissora em londres foi chefe do escritório latino-americano da agência de notícias inter press service e consultor de advocacy pela mídia quando morou na costa rica atualmente mora em florianópolis brasil 6 jornalismo 2.0 como sobreviver e prosperar
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foi feita quase que integralmente com a ajuda do computador o jornalismo online e sua versão 2.0 formam a base desta transição para o processo de produção colaborativa online de notícias esse é o campo de provas para novas técnicas de diálogo entre jornalistas e o público e principalmente para o desenvolvimento de novos hábitos e valores no trato da informação o jornalismo como conversa entre profissionais e o público é um conceito absolutamente novo e que provoca muita polêmica ele ainda gera alergias entre os mais velhos e ainda não foi assimilado pelas gerações mais jovens fascinadas pela sucessão infindável de novidades tecnológicas mas várias experiências como a wikipedia ohmynews slashdot e newstrust sinalizam que o futuro do jornalismo passa por este diálogo cuja origem está na chamada lógica da inclusão digital ou seja quanto mais pessoas participarem desta troca de dados fatos e informações maior será o ganho em conhecimentos e portanto maior o potencial econômico É uma conversa muito especial porque ela terá de inicialmente desmontar desconfianças e preconceitos passados entre quem publica e quem consome informação o que por si só já é uma tarefa complicadíssima o desdobramento imediato é o desenvolvimento dos novos valores que vão comandar a relação entre os prosumers jargão inglês para a fusão de produtores e consumidores de informação mais uma vez o jornalismo 2.0 dentro do qual está o que alguns chamam de jornalismo cidadão é pedra fundamental deste processo pois ele é o grande laboratório da mudança nota dos tradutores gostaríamos de dar algumas explicações aos leitores procuramos manter a maior fidelidade possível ao original em inglês mas tomamos algumas liberdades de estilo para manter no português o mesmo espírito de conversa informal desenvolvido por mark nos tutoriais sobre uso de softwares conservamos a nomenclatura original em inglês acompanhada da tradução em português isto porque muitos usuários de computador ainda usam programas em inglês especialmente os fãs da linha apple mantivemos também a versão original para muitas expressões do jargão computacional e jornalístico porque elas estão sendo gradualmente incorporadas à sopa de siglas em que se transformou o nosso vocabulário informático pessoal 7 jornalismo 2.0 como sobreviver e prosperar
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na imprensa escrita é fácil ficar em desacordo com os leitores quando eles encontram algo errado em seu texto como jornalista você fica na defensiva os leitores de um blog colaboram com seu texto e ajudam eles querem que você dê a notícia correta ben mutzabaugh colunista do usatoday.com
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sumário 10 introdução um mar tranqüilo não faz um bom marinheiro 13 capítulo 1 ftp mb rss oh 27 capítulo 2 web 2.0 36 capítulo 3 ferramentas e brinquedos 43 capítulo 4 novos métodos de reportagem 54 capítulo 5 como fazer um blog 64 capítulo 6 como fazer reportagens para a web 71 capítulo 7 Áudio digital e podcasting 82 capítulo 8 tirando e administrando fotos digitais 91 capítulo 9 produzindo vídeos para notícias de atualidade e variedades 102 capítulo 10 edição básica de vídeo 118 capítulo 11 escrevendo roteiros fazendo gravações em off 124 epílogo colocando tudo junto 127 apêndice roteiro do filme sobre uma família sobrevivente do furacão katrina
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introdução um mar tranqüilo não faz um bom marinheiro este é um livro sobre pessoas e não sobre tecnologia com certeza há muita tecnologia nas páginas a seguir mas na essência o que vamos encontrar aqui são pessoas tentando desenvolver suas habilidades dentro de um cenário novo e imprevisível e são elas que importam não o software mais recente ou o web site se as pessoas conseguirem aprender como fazer a tecnologia trabalhar a seu favor o resto é apenas detalhe como jornalistas precisamos mudar nossas práticas para nos adaptarmos mas não nossos valores somos como os marinheiros do provérbio inglês que escolhi para título desta introdução nem o desejo de retornar a mares tranqüilos pode acalmar a água à nossa volta seguindo ainda a metáfora da navegação é hora de navegar conforme o vento É hora de reorientar nosso navio e deixar que o vento que sopra nesse novo mar trabalhe a nosso favor e não contra nós vamos usar as melhores práticas desenvolvidas por outros jornalistas para sinalizar o caminho vamos tomar como ponto de partida o trabalho criativo e inovador desenvolvido pelos jornais estações de rádio e televisão e web sites dos estados unidos podemos aprender bastante com todas essas experiências como benjamim franklin já dizia quando você pára de promover mudanças você está acabado o futuro é agora nunca houve uma época tão boa para ser jornalista isto pode soar estranho se levarmos em conta o número de jornalistas que perderam seus empregos desde o ano 2.000 três mil demissões1 mas também nunca houve antes uma época que oferecesse tantas formas de se contar estórias e levar informação aos leitores se você gosta do jornalismo vai gostar ainda mais de poder dispor de mais ferramentas para fazer seu trabalho de mais interação com seu público e do iminente desaparecimento das tradicionais limitações de tempo e espaço É claro que os tempos são outros no âmbito empresarial se você pensa em lançar novos produtos jornais e revistas diários ou semanais em termos de mercado qualquer um sabe sobre esses produtos e sabe como usá-los como um marqueteiro esta é uma invejável posição quando se tenta vender alguma coisa no entanto as vendas estão 10 jornalismo 2.0 como sobreviver e prosperar
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diminuindo a cada ano ou a cada mês como é o caso de algumas publicações por quê uma razão é que a economia digital transformou o mercado de notícias e informações de uma situação de escassez para um estado de abundância ver the long tail de chris anderson no cenário atual e muita pessoas não querem pagar uns poucos trocados por dia por um produto que elas podem não usar todo dia e que elas têm de descartar diariamente mas vale a pena preservar este produto o jornalismo em todas as suas formas ele cria comunidades em muitos níveis e cria mercados que são essenciais para a sobrevivência de empresas jornalísticas os jornais tiveram o monopólio do mercado informativo durante décadas isto está acabando agora portanto a saída é criar novos mercados antes que os antigos desapareçam completamente não necessariamente substituí-los imediatamente mas complementá-los e apoiá-los nós não somos mais apenas empresas jornalísticas precisamos ser também empresas de tecnologia e isto significa que é preciso aumentar nosso qi tecnológico para competir dentro de um mundo hoje digitalizado escreveu michael riley antigo editor do the roanoke va times na edição de dezembro de 2006 do relatório nieman grande parte de nosso sucesso estará condicionado à reavaliação do tipo de pessoas que nós contratamos o que vamos conseguir é atrair mais pessoas inovadoras e achar formas de dar a elas a liberdade e a retaguarda que elas precisam para colocar em prática novas experiências e nos ajudar a nos colocar num novo patamar no qual possamos preservar o jornalismo e desenvolver um modelo eficiente de negócio ele está certo precisamos de uma nova e diferente maneira de pensar nas empresas jornalísticas para conseguirmos sobreviver e prosperar no atual cenário da mídia mas isso não significa que tenhamos de trabalhar com novas e diferentes pessoas esse pensamento inovador pode surgir no meio das mesmas pessoas inteligentes e dedicadas que vêm praticando o jornalismo desde antes da internet mudar o jogo nós apenas precisamos conhecer as regras os termos e a motivação você pode fazer isto você sabe como copiar uma palavra do texto e colar em outro lugar para melhorar a frase então você sabe como editar áudio e vídeo 11 jornalismo 2.0 como sobreviver e prosperar
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i n t ro d u ç ã o você sabe como enviar um anexo junto com seu e-mail então você sabe como publicar um blog com imagens com um pouco de prática e experiência o jornalismo digital vai ajudá-lo a economizar tempo basta conversar com algum repórter de jornal que tenha um blog de sucesso e perguntar se durante sua semana de trabalho ele gasta mais tempo fazendo esta tarefa extra a resposta será não como pode ser isso o blog se transformou numa grande ferramenta organizacional para os repórteres especializados É um caderno de anotações aberto ao público de modo que os repórteres ficam sabendo que assuntos são mais atraentes aos leitores ajudando-os a priorizar as matérias que eles devem fazer procure entrar em contato com alguém que trabalhe num web site de uma empresa de notícias pergunte como ele aprendeu a fazer o que está fazendo eu apostaria que se trata de um autodidata É simplesmente o resultado de querer aprender algo novo este é o segredo se você realmente quer aprender como se faz o jornalismo digital você vai conseguir lembre-se estou falando de pessoas não de tecnologia a mudança é inevitável o progresso é uma opção o futuro é agora este livro pretende ser uma espécie de guia transformando cada habilidade e tecnologia em lições digeríveis que poderão ser imediatamente utilizadas por você em seu dia a dia está organizado de modo a enfocar uma disciplina de cada vez É prático não conceitual você será capaz de colocar em prática no mesmo dia que ler a respeito tem de ser rápido não há tempo a perder o fato é que se você trabalha com jornalismo você trabalha para uma empresa de notícias online querendo ou não mudar é inevitável progredir é opcional o futuro é agora mark briggs 1 número de jornalistas norte-americanos que perderam emprego em sete anos como conseqüência do enxugamento das redações nota do tradutor 12 jornalismo 2.0 como sobreviver e prosperar
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c a p í tulo 1 f t p m b r s s o h capítulo 1 ftp,mb,rss oh para sobreviver e prosperar na era digital você precisa conhecer o caminho das pedras aqui estão alguns conceitos e termos básicos para você enfrentar esse desafio este capítulo também vai discutir como fazer a tecnologia do rss really simple syndication trabalhar para você e o que ela significa para seus leitores a jornada em direção ao novo começa com o básico ou seja aprender as características da web um jornalista poderia se perguntar por que é necessário conhecer alguma coisa aparentemente tão enigmática como as características de um meio de comunicação mas quando você não sabe como funciona um jogo futebol beisebol é difícil jogar e se você não compreende palavras estrangeiras você não consegue falar a língua jane ellen stevens ensina reportagem multimídia na graduate school of journalism da universidade da califórnia em berkeley 13 jornalismo 2.0 como sobreviver e prosperar
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