Construção e Abertura - memórias

 

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universidade federal do rio grande do sul faculdade de arquitetura programa de pÓs-graduaÇÃo em planejamento urbano e regional construção e abertura diÁlogos christopher alexander jean piaget memórias leandro marino vieira andrade arquiteto mestre em planejamento urbano e regional orientador prof dr joão farias rovati porto alegre agosto de 2011.

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memória i antecedentes analÓgicos e digitais 1 memória ii quadro incompleto da arquitetura contemporÂnea 32 memória iii jornadas da aprendizagem necessÁria 120 memória iv ateliÊ de tecnologias digitais inventÁrio de software 163 memória v inventÁrio de mensagens 199 memória vi inventÁrio de arquivos digitais 313

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antecedentes analÓgicos e digitais

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2 o presente documento reproduz na integra apenas com renumeração de seções e eliminação de referências diretas ao texto original o capítulo 3 do projeto de tese apresentado em exame de qualificação junto ao ppgie-ufrgs em 2003 tendo como orientadora a professora doutora margarete axt e como examinadores os professores doutores cleci maraschin instituto de psicologia ufrgs joão farias rovati faculdade de arquitetura ufrgs e milton campos departamento de comunicação social universidade de montreal sobretudo foram mantidos os tempos verbais empregados no texto original como forma de evidenciar as perspectivas de pesquisa que se desenhavam àquele momento porto alegre julho de 2010 1 percursos na fronteira 2 uma experiência de simulação analógica 3 percursos telemáticos explorando santa fé em ambiente moo 4 aprendendo de santa fé ambiente telemático construtivista 5 rumo ao civitas interseções no quadro do conhecimento

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4 1 percursos na fronteira permita-se ser modificado pelas experiências você deve estar disposto a crescer crescimento é diferente de algo que simplesmente acontece a você você o produz você o vive pré-requisitos para o crescimento abertura para viver novas experiências e disposição para ser modificado por elas mau 1999:48-91 em seu manifesto incompleto pelo crescimento bruce mau 1999 sugere quarenta e três pontos doutrinários dirigidos a um público híbrido formado por leitores de muitas origens mas que guardam uma certa identidade com o que se denomina de forma difusa de pós-modernidade trata-se na verdade de uma bem humorada versão dos manuais de auto-ajuda apenas nesse caso dirigida a arquitetos artistas e designers entre outros inseridos todos em um mundo do trabalho globalizado em um tempo em que ethos e topos se dissolvem na instantaneidade da imagem eletrônica2 antes que para o leitor que não teve a oportunidade de conhecer a íntegra do manifesto isso possa soar como mais um embuste quero afiançar a peculiar transcendência e este é claro é apenas um ponto de vista que se depreende do texto de mau escrito em um formato pouco usual para a reflexão acadêmica o que o autor propõe é compartilhar lições do cotidiano de trabalho aprendidas na prática criativa do ateliê e ao longo das quarenta e três passagens acerta no alvo mais vezes do que aquelas onde a trajetória do comentário se perde o ponto que serve como epígrafe para este capítulo penso eu dispensa comentários maiores coloca-se como condição a priori de qualquer projeto de tese e deveria colocar-se como norte para qualquer projeto que implique em um pouco de desequilíbrio nas nossas certezas das quais como bem assinala michel de certeau devemos desconfiar mas há um outro que sugere que devamos amar nossas experiências mesmo aquelas que possam ser catalogadas como erros com se ama uma criancinha feia o tom evidentemente anedótico não esconde a clareza da proposição de mau a perspectiva experimental através da qual encara o seu trabalho como designer está a exigir uma atitude de circularidade majorante isto é de avanço crítico em direção ao desequilíbrio cognitivo a posição de mau não é como se poderia argumentar de forma sisuda a do empirismo contestado de modo inequívoco por piaget mas ao contrário uma posição comprometida com o construtivismo que emerge da dialética da ação 1 4 3 where are we going an incomplete manifesto for growth tradução livre para o português luciana snel este comentário só poderia ser possível após o diálogo instigante com o prof dr joão farias rovatti para refletir de maneira mais rigorosa sobre este tema sugere-se a leitura de o espaço crítico de paul virilio 1993 3 este é uma espécie de princípio de método ver certeau m de 1998 a invenção do cotidiano 1 artes do fazer 2 morar cozinhar petrópolis vozes 4 love your experiments as you would an ugly child mau b 1999-48 2

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5 a razão pela qual o texto de mau comparece na introdução deste capítulo explica-se por seu próprio objetivo antes de endereçar ao experimento de avaliação pedagógica que objetiva debater essa nova ecologia instaurada no âmbito da aprendizagem do projeto representada pela inserção das tecnologias digitais no seio do trabalho de ateliê penso descrever com suficiente detalhe o percurso através do qual toda minha reflexão encontra armadura neste sentido as seções seguintes percorrem uma trajetória de experimentações pedagógicas que enlaçam e tornam uma só a minha dupla condição de doutorando do ppgieufrgs e de professor do departamento de urbanismo da mesma universidade tomando isso em consideração é preciso relatar um conjunto de situações experimentais de um modo geral ainda em movimento que no sentido estrito são partes integrantes deste projeto de investigação a seção 2 pretende relatar com necessárias simplificações em face à complexidade do processo o experimento permanente que em considerável medida serve de origem tanto às experiências narradas em seqüência quanto à formulação do problema que este projeto buscará responder trato aqui do processo analógico de simulação urbana que desde 1996 estrutura a disciplina teorias sobre o espaço urbano ministrada no curso de graduação em arquitetura e urbanismo por seu caráter fundador esforcei-me no âmbito do projeto em descrever este processo em particular de forma detalhada pois que compreendo que será instrumental para a compreensão dos desdobramentos experimentais que seguirão e que serão narrados de modo bem mais econômico a seção 3 descreve uma primeira aventura de exploração das relações entre aprendizagem em arquitetura e urbanismo e suportes telemáticos.trata de uma experiência de simulação urbana em ambiente moo que se pôde realizar uma única vez de forma simétrica ao experimento presencial descrito na seção 2 a seção 4 relaciona em seqüência cronológica as várias etapas do projeto de pesquisa estudos e criação em hipermídia coordenado pela profa.dra margarete axt e que constituem variações em torno do problema da construção de ambientes telemáticos de aprendizagem realizados em resposta a uma reflexão teórica de base construtivista por fim a seção 5 apresenta desdobramentos recentes dessa prática de pesquisa e intersecta com novos projetos os que já se encontram em andamento e outros ainda em um estágio que os habilita para a condição de possíveis.

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6 2 uma experiÊncia de simulaÇÃo analÓgica objetivando construir um ambiente criativo na forma de um jogo analógico a disciplina teorias sobre o espaço urbano ministrada pelo departamento de urbanismo da fa-ufrgs propõe como um exercício continuado de construção conceitual de uma cidade andrade marzulo,1997 andrade axt,1999b ao longo de um processo de simulação iniciado pela interpretação de uma hipótese fundacional baseada na descrição da fundação da cidade de santa fé narrada por Érico veríssimo em o tempo e o vento os estudantes assumem papéis sociais primeiramente caracterizados por uma atividade e por um endereço a partir dos quais coletivamente organizados ou através de esforços individuais desenvolvem etapas do desenvolvimento urbano de uma virtual santa fé de todos nós a fundamentação metodológica do exercício apóia-se em essência na abordagem de christopher alexander particularmente no que tange à busca de um crescimento integrado que objetiva estabelecer uma possível totalidade estrutural para a cidade esta totalidade aqui espacialmente configurada pela estrutura de fundação sobre a qual são incorporados e justapostos todos os fatos espaciais gerados ao longo do processo é então interpretada à luz de diferentes teorias urbanas a procura de explicação para certos padrões coincidentes ou ao contrário em oposição aos enunciados teóricos de constituição espacial 2.1 um modelo de armar o processo de simulação se organiza como um conjunto de exercícios seqüenciais de incrementos de crescimento urbano articuladamente à constituição de elementos representativos da sociedade o relato aqui apresentado na forma de um roteiro resume a metodologia desse processo tal como vem sendo desenvolvido em sala de aula ao longo dos últimos quatro anos a cada nova edição todavia alterações substanciais nesse roteiro vêm sendo introduzidas incorporando as avaliações dos participantes e uma auto-avaliação da equipe de pesquisa no redesenho de seus papéis respectivos e dos procedimentos de interação alguns critérios e propriedades foram estabelecidos para descrever a complexidade variada dos distintos momentos de definição e incrementos espaciais tanto no que se refere à inserção de novos espaços à trama urbana quanto para definir os agentes envolvidos em cada momento do crescimento da cidade em geral opera-se com encadeamento de oito etapas de simulação sócio-espacial articuladas a um sistema de tomada de decisão que perpassando todo o processo consubstancia dois momentos privilegiados de organização e análise os chamados 5 5 a disciplina de caráter obrigatório com quatro créditos localizada na quinta etapa do curso de graduação em arquitetura e urbanismo da fa-ufrgs até o primeiro semestre de 1997 contava com a profa arquiteta moema castro debiagi que participou do processo de ideação do jogo de simulação as idéias iniciais posteriormente articuladas ao jogo foram discutidas como o professor arquiteto joão farias rovatti a experiência foi incluída como referência ao projeto de pesquisa teoria e prática do projeto urbano uma abordagem integrada à pesquisa andrade,1998 e na oportunidade do edital prograd/propesq 01/98 selecionada para desenvolvimento e publicação.

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7 congressos da cidade o quadro abaixo demonstra esquematicamente o enlace das etapas de configuração na perspectiva de conformar uma totalidade auto-organizada etapa de simulação sócio sistema de tomada de mecanismos e interações espacial decisão e gestão as teorias normativas cidade cósmica cidade máquina cidade como a fundação o texto literário organismo vivo vis-à-vis aos traços espaciais da narrativa literária dimensões da urbanização a cidade atualização dos elementos de configuração da cidade processo de urbanização o território sítio relações regionais de do rs interdependência definição a sociedade agentes do de papéis sociais grupos desenvolvimento urbano de interesse alianças jogo urbano constituição do coordenação de valores comitê de gestão decisões i congresso quanto ao desenvolvimento da cidade urbano plano jornal teoria do crescimento integral alexander exercícios seqüenciais de simulação orientados a tecnologia partir das noções de a casa tipologia padrões crescimento os bairros morfologia integral growing whole e distribuição o mercado a praça e as incremental piecemeal instituições públicas growth e espaço urbano positivo positive urban coordenação de saberes space tomadas de alexander através da concertação entre o plano os diferentes agentes individuais ou coletivos e o comitê de gestão rediscussão continua de relações objetivos redistribuição de estado encargos e tarefas sociedade teorias sociológicas econômicas e geográficas discussão das diferentes formulações engendradas a festa patrimônio cultural ii congresso ao longo do processo e intangível da cidade seus rebatimentos espaciais à luz do conjunto de teorias examinadas ao coordenação dos domínios teórico e empírico longo do semestre balanço das realizações avaliação do processo tese síntese teórico-empírico quadro 1 síntese metodológica domínio teórico 2.2 fundação a santa fé de Érico veríssimo obra maior de Érico veríssimo o tempo e o vento registra à maneira do romance histórico no linguajar do contexto e na rara capacidade de sugerir a imagem viva da narrativa na construção cognitiva do leitor dois séculos da formação política econômica social e cultural da gente do sul do brasil nos poucos parágrafos em que o autor se detém em narrar o processo de fundação do povoado de santa fé 1995:146-8 o leitor será capaz de enxergar com detalhes o surgimento da cidade É a partir dessa narrativa precisa dos atos quase rituais da fundação como âncora histórica que se começará a escrever outra trajetória a santa fé de todos nós 6 6 escrito ao longo de mais de uma década o tempo e o vento compõe-se de três volumes que acompanham as diferentes etapas desta saga telúrica a primeira parte o continente se publica em 1949 dois anos mais tarde em 1951 surge o retrato e somente em 1961 é publicada a terceira e derradeira parte da obra o arquipélago.

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8 sendo o objetivo do experimento explorar um processo de simulação de cidades com vistas ao estudo de teorias urbanas a obra oferece uma motivação sensível uma cidade verossímil no interior do rio grande do sul atada à história e cujos atos iniciais de posse do lugar encontram significativos referentes na história das cidades e do urbanismo o exercício se instala com a leitura cuidadosa do trecho em que Érico veríssimo narra a fundação da cidade a primeira tarefa a desenvolver é fundamentando-se na interpretação do texto escrito elaborar um esquema gráfico a partir das relações que podem ser depreendidas da narrativa aos estudantes é solicitado que façam um ou mais desenhos mostrando santa fé à época da fundação não existe uma única solução correta a construção das representações entre as possibilidades abertas pelo texto deve relacionar i a narrativa em seu contexto histórico ii as relações de escala espacial iii a coordenação das unidades de medida É importante nesta perspectiva compreender a noção de estrutura e o padrão de organização capazes de os princípios adotados na fundação do povoado 2.3 cidade uma vez que haja uma concertação das decisões fundacionais a etapa seguinte objetiva atualizar a cidade em um amplo universo de possíveis i com relação a um conjunto de elementos topológicos ausentes na descrição original e necessários ao sentido de realidade no processo simulado elementos naturais e construídos do sítio urbano e ii com relação ao passo irreversível do tempo a santa fé de todos nós deve atualizar o presente histórico isto é constituir-se em uma cidade atual permeada por referências a sua evolução no plano da simulação presencial opera-se em um certo sentido na perspectiva de uma lógica hipertextual através da colagem e adição de elementos de emergem do debate trabalhando em um domínio quase ilimitado de possíveis há desde então uma perspectiva autoorganizadora orientada pelas contribuições dos participantes o próprio grupo deve definir os limites das intervenções individuais sendo o objetivo a configuração de uma cidade verossímil à luz da experiência cotidiana dos estudantes são elementos a incorporar na atualização do mapa da fundação por exemplo a elementos da paisagem natural cursos d água topografia vegetação ventos etc b elementos de expansão urbana como novas vias praças etc 8 7 7 ana terra cap xxv no caso deixa-se de referir às páginas onde se encontra a narrativa em função das muitas edições da obra 8 parece ter sido um traço marcante no processo criativo de Érico veríssimo a prática de esboçar através de desenhos seus personagens e paisagens com santa fé não foi diferente a acadêmica cristina gondin eleita prefeita de santa fé no experimento do período 98/2 visitou o museu Érico veríssimo em cruz alta rs e autorizada pelo seu diretor pode trazer uma cópia do mapa feito pelo escritor.

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9 c elementos dos domínios público e privado equipamentos urbanos usos instalações de infra-estrutura etc d elementos de conexão regional tais como ligações como ligações com outras cidades grandes infra-estruturas etc e elementos definidores da estrutura produtiva ou seja a localização de atividades produtivas produção agrícola plantas industriais etc 2.4 território trata de definir as características de inserção da cidade na região e as relações entre área urbanizada e área rural sua importância está na compreensão do rol de sustentabilidade econômica da cidade a discussão sobre o território acontece na forma de um debate amplo fundamentado em alguns elementos que fazem recordar o processo de ocupação do rio grande do sul interpretados sobre um mapa do estado em termos de condicionantes históricos e geográficos à localização da cidade É também um momento em que se verifica uma clara distinção nas contribuições dos estudantes oriundos do interior do estado daqueles que sempre viveram em porto alegre dessa perspectiva é possível derivar um aprofundamento da questão de evolução urbana em seus aspectos históricos geográficos econômicos sociais culturais e políticos bem como da introdução de elementos da gênese arquitetônica e da morfologia urbana por outra parte é aqui possível estabelecer novas conexões com o texto literário que dá origem à cidade ampliando significativamente o campo dos encaminhamentos possíveis 2.5 sociedade a cidade é uma construção social que se assenta na diversidade de interesses e visões de mundo ou dito de outra forma de ideologias através dos quais indivíduos e grupos consolidam relações sobre e com o espaço dessa diversidade emerge uma imagem particular e uma cultura urbana própria desde este ponto de vista o povoado imaginado por Érico veríssimo deve no processo simulado transformar-se em uma cidade plural onde convivem e articulam-se a maneira de um mosaico de sub-culturas alexander et al 1982:64-70 uma ampla gama de interesses opiniões ideologias e oportunidades consubstanciando-se em variados projetos individuais e coletivos na perspectiva de velho,1981 no sentido de representar tal diversidade os estudantes ao participarem do experimento assumem personagens individuais significando um papel social a partir do qual estabelecem seu ponto de vista e sua atuação no desenrolar do desenvolvimento da cidade.

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10 no plano individual cada participante determina com considerável liberdade de escolha os traços básicos da personagem que é representada inicialmente por uma breve história de vida por uma atividade profissional e um endereço ou seja uma localização de moradia na cidade por outro lado ao longo das distintas provas de simulação o plano coletivo vai constituindo-se como uma estrutura social que leva em conta alguns grupos organizados em torno de uma certa identidade econômica assim conformam-se grandes grupos que atuarão de forma solidária os grandes empresários os pequenos empresários os profissionais liberais os funcionários públicos os assalariados da iniciativa privada e os que representam a economia informal de maneira obviamente esquemática tais grupos constituem as forças vivas dessa sociedade virtual e com alguma mobilidade social buscam diferentes formas de atuar na cena política da cidade em função de seus interesses de grupo neste sentido para garantir ou ampliar sua influência no processo de tomada de decisões buscam alianças e negociações com outros agentes em função de pautas específicas grande parte do poder político de cada grupo reside exatamente na sua capacidade de organização e em jogar com as alianças dentro do jogo urbano 2.6 morada trata-se aqui especificamente da questão da morada individual É um problema de configuração da área de residência da organização da casa e do ambiente em que se desenrolam as práticas cotidianas com ênfase nos projetos individuais de cada um no domínio arquitetônicourbanístico a etapa enseja uma reflexão sobre a noção de tipo arquitetônico em sua constituição histórica e paradigmática bem como das relações entre variáveis programáticas sociais culturais econômicas e ambientais e tecnologias de construção nessa etapa o exercício de simulação demanda a composição de um espaço arquitetônico a casa de cada personagem a partir de um sistema de módulos que configuram espaços e compartimentos levando em conta os seguintes critérios i coerência entre composição do personagem e programa arquitetônico localização urbana e variáveis ambientais iii iv v ii coerência entre as definições adotadas em i vis-à-vis tecnologia de construção a utilização coerente dos muros geradores a geração de espaço urbano positivo a capacidade de adaptação a outros usos e/ou ampliação considerando as variáveis acima descritas cada participante desenvolve seu próprio espaço de vivência doméstica da casa individual entretanto a etapa avança para um exercício de aplicabilidade do sistema à unidade do quarteirão típico configurando-se morfologicamente a

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