Revista Empresário Digital - Edição 174

 

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Revista Empresário Digital - Edição 174

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carta ao leitor TUDO É UMA QUESTÃO DE TEMPO W alter Longo, presidente do grupo Abril, disse algo muito inteligente, e que eu quero compartilhar com vocês. “Empresas não morrem somente por fazer coisas erradas. Morrem também por fazer coisas certas por um tempo longo demais.” Tempo é a palavra-chave aí. Porque ser produtivo é o grande desafio dos dias de hoje. Nunca na história estivemos tanto tempo conectados e, paralelamente, nunca desperdiçamos tanto tempo envolvidos em tarefas completamente desconexas com as nossas metas. Um jovem senhor de 70 anos, experiente gestor de grandes companhias, certa vez me disse o seguinte: em uma empresa, quem não está vendendo está atrapalhando as vendas. O que isso significa? Para chegar às metas, é necessário ter algumas habilidades. Quanto maior o conhecimento somado aos recursos inovadores, menor o tempo para se alcançar os resultados que os empresários desejam. Mas é aí que talvez more a grande questão dos nossos tempos: o que, de fato, os empresários desejam? Conversando com alguns líderes das maiores empresas, percebo que o leme está virado na direção de obter cada vez mais resultados. Mas que isso está cada dia mais difícil. E o que a produtividade tem a ver com isso? Penso que não há mais dúvida de que a tecnologia e as novas mídias tornaram o mundo apenas mais complexo. Elas até conseguem nos ajudar a dar escala e a obter resultados em menos tempo, mas isso ainda é para poucos. O uso equivocado da tecnologia, que é o que mais se vê, acaba tornando a perda de tempo irreversível. Numa analogia bastante contemporânea, fazer bom uso dos recursos disponíveis é o mesmo que usar o Waze. Já não é uma grande novidade e, mesmo que você saiba a direção, o caminho é dinâmico em razão do trânsito. Quem não tiver inteligência para se mover na direção do cliente mais adequado à sua realidade irá levar mais tempo para atingir as metas e os respectivos resultados. Pense nisso. E, se quiser conhecer a nossa visão como plataforma de negócios, estou à disposição. O meio revista evoluiu e nós podemos fazer mais por sua empresa – bem mais do que você imagina. Não perca tempo! Até a próxima, Marco Marcelino, diretor editorial Twitter do editor: @marco_marcelino Twitter da revista: @revista_ESD www.empresariodigital.com.br (notícias todos os dias) CAPA A propaganda no Brasil: um olhar de dentro do furacão Pág. 26 4 Marketing 6 Digital 8 Impressão 12 Consultor 14 Coaching 14 Marketing 16 Out of home 18 Serigrafia 20 Comunicação 22 Marketing 32 Embalagens 34 Treinamento 36 Publicidade 38 Inteligência Avenida Paulista, 1079 • 8º andar Bela Vista • São Paulo/SP • Brasil Fone/Fax: (11) 2787-6386 www.serinews.com.br Publisher: Marco Marcelino {44.446} mmarcelino@serinews.com.br Comercial: Fabio Peres fperes@serinews.com.br Gerente Editorial: Jorge Luiz Mussolin {15.978} jmussolin@serinews.com.br Jornalista: Alexandre Carvalho {44.252} alecarvalho@serinews.com.br Redação: Bruna Costa - bcosta@serinews.com.br Design: Patricia Barboni patricia@be-erredesign.com.br Foto e Artigo de capa: Agfa / Tiago Keese As matérias assinadas são de responsabilidade dos autores, não refletindo necessariamente a opinião da editora. As fotos publicadas têm caráter de informação e ilustração das matérias. Os direitos das marcas são reservados aos seus titulares. As matérias aqui apresentadas podem ser reproduzidas mediante prévia consulta por escrito à Editora. O não cumprimento dessa determinação sujeitará o infrator as penalidades previstas na Lei de Direitos Autorais. (Lei 9.610/98). empresariodigital.com.br • 3

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marketing Por Bruno Mello Errar é humano? sóquenao. Me desculpe, mas não sei de quem é a máxima popular de que errar é humano e a falta de conexão num lugar para fugir do Carnaval não me permite dar um Google. O fato é que este pensamento está mais do que enterrado no mundo em que vivemos. Um mundo que deseja ser perfeito. Que quer se mostrar somente o lado bom 24 horas por dia, especialmente nas redes sociais. Uma época em que se pune o erro sem dó nem piedade e num ano que ficará marcado na história do Oscar como o maior erro em quase 90 edições ao trocar os envelopes de melhor filme. Hoje está se questionando como a imagem da PwC será impactada pelo acontecido. Afinal, eles eram os responsáveis pelos envelopes. Mas não se trata deste erro. É algo maior que está em jogo não apenas no caso do Oscar e da Consultoria renomada. É sobre a cultura do erro em que vivemos. Ou a total falta dela. Não se tem mais a complacência de que errar é humano. Qualquer erro é mortal. Fatal. Destruidor. Intolerável. Motivador das piores consequências. No Carnaval do Rio também tivemos erros que machucaram pessoas. Até uma turista foi parar no meio de uma favela por engano. Esses sim são imperdoáveis. Mas e no mundo corporativo? Até que ponto um erro deve ser cortado pela raiz? Essa cultura é uma das principais responsáveis pela falta de inovação nas empresas. Ninguém pode errar. Ok. Não falemos de inovação caso você acredite que pode ser algo bem avançado. Falemos do dia a dia. Como o erro e o risco são irmãos, pouquíssimos executivos e empresas se arriscam. Isso não é de hoje. Mas também nunca esteve tão forte. Vivemos na covardia. Na mediocridade não por medo de errar, mas pela consciência de que se deve fazer o que se tem segurança para não correr riscos. Só que este pensamento é o mais ingênuo de todos, pois não temos mais segurança de nada. O mundo em constante mudança altera os cenários de forma profunda em questão de horas. O que era uma verdade ontem não serve mais para hoje. Ficar parado ou se mexer o mínimo necessário para não correr riscos é dar entrada no cemitério de CNPJ ou no RH da empresa. Há também o cenário de milhões e milhões gastos em testes, pré-testes e pesquisas apenas para comprovar uma hipótese de um novo produto ou campanha. Já parou para pensar que o valor investido para evitar erros talvez seja o mesmo ou até menor do que o erro cometido? Mas quem tem coragem ou currículo para bancar? E os riscos com a imagem? Sem dúvidas não é um movimento fácil, mas não pode deixar de ser exercitado. Minha mãe falava muito que é errando que se aprende. Confesso que gostaria de ter errado menos e ter aprendido mais em outras circunstâncias, mas a natureza humana é complexa. Essa aversão ao erro não nasce com a gente, mas desde pequenos somos punidos. Por isso que se deve mexer em time que está ganhando. A cegueira ou arrogância de quem está no topo ou na liderança por muito tempo pode ser mortal. Lembro-me também de Ayrton Senna. O tricampeão não gostava muito de ficar acima de três segundos à frente de seus adversários. Achava que a aparente calmaria poderia o fazer perder a concentração. E um dia isso aconteceu num grande prêmio de Mônaco. Desde então ele ficou muito mais atento. Esta é a nossa natureza. Menos riscos = a melhor resultado. Mas essa equação não vale mais. Mudar este status quo - ou quase que a natureza humana - não é um desafio fácil. Pelo contrário. E as empresas são feitas de pessoas. Pessoas que são avessas às mudanças, que morrem de medo de correr riscos. Que jamais podem pensar em errar. Errar? Como? Colocar meu emprego a prêmio, minha empresa em risco? Sim e não. Antigamente arriscávamos muito mais no ambiente de negócios e não havia um terço das ferramentas existentes hoje que nos ajudam a ter uma clareza melhor do que fazer. Contudo, o pior erro hoje é a inércia e a repetição. Você está parado ou fazendo mais do mesmo? 4 • empresariodigital.com.br

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digital Por Felipe Morais* o s especialistas em digital –  e parafraseando João Dória “ah como amo os especialistas”– mataram o pai do marketing. Hoje tudo é só digital, logo o “tiozinho que escreveu aquele livro gigante que nunca ninguém leu, mas que o chato do professor da facul mandou comprar…” pode ser deixado de lado. De fato, esse “tiozinho” com PhD no MIT, Pós-Doutor em Harvard simplesmente escreveu um livro gigante. Consultoria para IBM, Michelin, General Motors e ser a 6ª pessoa mais influente do mundo dos negócios, claramente, vale muito menos do que a sacada genial que o social media teve para o post de dia dos pais. Esse senhor, certa vez ousou em falar sobre os 4 Ps do marketing. Quão atrasado está. O digital não precisa saber disso. Preço, o cliente decide. Produto o cliente produz. Praça é o cliente que cuida, mas Promoção, ah esse é com o “xoxialmedia” e seus memes. Engraçados, irônicos, desafiadores. Fotos de Shutterstock, logo do cliente e manda para o ar. Nada além 6 • empresariodigital.com.br

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disso. O consumidor que goste da ideia, afinal, ela é a grande sacada. Antes, era só isso e gerava um caminhão de “likes”, mas o tal “Mark” mudou as regras do jogo. Agora é preciso pagar para ter likes. As agências piram, mais uma fonte de BV. Agora o digital dá dinheiro. Tem mídia e só assim que se ganha dinheiro com o digital. A ferramenta do Facebook é simples de mexer, segmentação bacana, milhões de impactos. Não precisa de planejamento ou estratégia. Digital é fazer, é tático, planejamento, é perda de tempo. Planejar para fazer um post? Putz! Coisa de velho! Novos seguidores na página, milhares de likes. Objetivo alcançado, o próximo passo é fazer tudo de novo. Mas e o resultado? Ué, likes são o que? O marketing está cada vez mais orientado a dados. Kotler falava disso em 2009 já. O mercado fala hoje. Mas deixe o tiozinho de lado, ele morreu em 2017 quando lançou o livro Marketing 4.0, não é preciso ler. Agora que ele vai falar de digital? Não trará nada de novo, o mercado já sabe tudo. Não é necessário fazer cursos, MBAs ou ler livros. Um blog responde a tudo. Dados orientando o mercado. Para que? Do Macbook se cria tudo. O gênio é quem está atrás da máquina. O resto é Bullshit, como os termos em inglês nos ensinaram, aliás, usar termos em inglês deixa tudo mais lindo e resolve tudo. Recentemente, outro dinossauro do marketing, o Meio&Mensagem, apontou que 36% dos executivos elevaram seus investimentos em comunicação orientada a dados. Dados vão além do like e curtida de Facebook, ok? A marca sabe o que realmente quer o consumidor? Uma coisa eu garanto, o consumidor quer muito mais do que a promoção ou piadinha engraçada na Fan Page. A marca, precisa, muito mais do que isso, precisa gerar negócios! Essa palavra deveria permear o digital e não “engajamento, curtidas, clicks, geração de leads…” Se, por exemplo, passar por uma loja no shopping 5 mil por mês e só 2 comprarem, a loja fecha. Gerou muita gente lá, mas não fez negócio. O que está errado? Preço, produto, atendimento? Esquece, isso é Kotler. Ele morreu! Por que 5 mil curtidas no post com 2 ou 3 negócios gerados é algo bom? Porque se olha o like e não o negócio. Matamos o Kotler, pois ele fala de negócios e não de likes, ele está atrasado, o certo é pensar em mídia, likes e leads. O resto é balela. O que fazer com o leads? Simples, dispara e-book e email de “estou triste. Funciona muito! Kotler ensina que o marketing é pensar em pessoas, em emoção. Com cálculos, ele mostra que é mais barato manter o cliente do que conquistar novos. Conta?? Nossa, o artigo tá maluco! Não precise fazer conta. Só o CPA ou CPL tá bom. Mas manter os clientes não gera mídia, BV, não vale a pena. Diga que não tem como fazer nada com a verba a não ser performance. E pronto. Cliente ama performance. Na minha humilde visão, performance gera negócios e não uma mídia com custo mais baixo no click. O digital se resumiu a mídia online: patrocínio de post, links patrocinados no Google, programática, influenciadores. Tudo importante, mas qual a história que a mídia vai contar? Daniel Chanfon, da LDC, disse em uma recente palestra: “A mídia conta uma história, ela não é apenas algumas inserções” Os assassinos de Kotler, para e trava como um erro 404 Windows, quando se pergunta qual a mensagem a passar. A piada, já foi, a promoção também. E agora? Meu Deus. Manda a criação pensar em algo, urgente, o atendimento disse que amanhã sobe a campanha. E o planejamento? Esse deixa de lado, ele só faz PPT. Não ajuda em nada. No dia que Kotler lançou o seu livro 4.0, eu fiz um post no meu Facebook. Mais de 400 likes, legal, mas isso não me importou. 50 comentários. Ai sim. A maioria defendendo, conversando, trocando ideias. Uma aula para qualquer um. Pessoas de todas as idades e competências discutindo, até que a Xoxialmedia soltou a frase “Ler Kotler é igual ver Harry Porter, pessoal acha que porque leu um, tem que ler todos” Tadinha, deletei o post para não piorar o nível de críticas a ela. Visão mais míope impossível. Enquanto matarem Kotler, vão analisar marketing digital como sendo apenas mídia. Resume-se Internet das Coisas, Omnichannel, BigData, AmazonDash, Wearables, Vídeo 360o, Hololens/ Windows em mídia. Vivemos a era do Mr. Magoo do digital, visão mais míope possível e pessoal acha lindo. A mídia apenas atrai as pessoas para um local. O comercial de TV leva as pessoas ao PDV, o anuncio do jornal ao supermercado, o banner ao site. Mas e depois? Kotler ensina reter o cliente, a RD Station mostra a ferramenta, e tudo se resume a um e-book para caçar e-mail e depois disparar a mesma comunicação para todos, como se um homem, 35 anos de SP, comprasse da mesma forma de um homem de 50 anos do Rio de Janeiro. Kotler morreu. Bem-vindo a propaganda orientada para ferramentas e não para o consumidor. Obs.: Para você que lê título e não texto, ou para você que não lê, não entende e fala qualquer groselha que vem a mente, as críticas a Kotler e Meio e Mensagem são IRONIAS uma vez que respeito, admiro, leio e sigo o que ambos falam. *Felipe Morais é autor do livro Planejamento Estratégico Digital e Ao mestre com carinho, a história de Telê Santana no São Paulo FC. Coordenador do MBA de Marketing Digital e do MBA Gestão Estratégica de E-commerce ambos da da Faculdade Impacta. Professor da ESPM, Senac, Impacta, Univ Metodista, FMU entre outras. Diretor de planejamento da FM Consultoria e gerente de planejamento digital da Innova/AATB. empresariodigital.com.br • 7

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impressão Por Marco Marcelino STARFLEX CONQUISTA MERCADO MUNDIAL Nos últimos anos a marca coreana de lonas Starflex ganhou espaço no mercado, passando de 70 para 100 países distribuidores de seu produto. Com 31 anos de experiência, seus principais compradores hoje são: Estados Unidos, considerado um dos mercados mais exigentes do mundo, Índia, que utiliza em sua maioria a lona coreana mesmo tendo uma produção própria e Brasil, terceiro maior comprador de Starflex no mundo. No Brasil, a Starflex é destaque pelo seu padrão de qualidade, sendo a lona mais vendida e respeitada pelo mercado brasileiro de comunicação visual. Entre os diferencias do produto destaca- -se sua alta qualidade de impressão, elevada planicidade, compatibilidade com impressão látex, estabilidade dos lotes e também o fato de ser a pioneira em inserir número de lote e metragem na sua lateral, o que ajuda o cliente a rastrear o produto e melhor controlar seu estoque. As Lonas Starflex são distribuídas no país exclusivamente pela Serilon, distribuidor que já trabalha há nove anos com o produto em seu portfólio. “Nossa parceria, Serilon e Starflex, aconteceu no momento em que nos identificamos com a reputação e o controle de qualidade da empresa. Os coreanos são sérios, o que nos garante segurança e continuidade de produtos, além da evolução contínua de portfólio. Casou perfeitamente com o pensamento da Serilon em oferecer soluções completas e de qualidade”, conta Rogério Silva, gerente de negócios internacionais da Serilon. Esta parceria tem apresentado um retorno bastante positivo dos clientes. Um dos grandes destaques no portfólio Starflex é a lona Super Titanium, bastante procurada para elaboração de grandes painéis, por combinar leveza e resistência, com uma trama 1.000 x 1.000 e 280g. “Os nossos clientes estão muito satisfeitos com os resultados no uso da lona Starflex, em 9 anos de trabalho nunca se comprovou, por exemplo, caso de uma lona que “chorou”, comenta Geverson Freitas, gerente comercial da Serilon Brasil. 8 • empresariodigital.com.br

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impressão PIMENTA PRINT CONQUISTA NOVOS CLIENTES A Pimenta Print iniciou o ano de 2017 com grandes novidades. Conquistou novos clientes, aumentou capacidade de produção e ainda se mudou para uma nova sede. “Em um ano no qual a economia do País inteiro está em crise, manter os antigos e ainda conseguir conquistar novos clientes foi uma grande vitória”, comenta Ana Paula Gancho, gerente de Marketing da Pimenta Print. Do segundo semestre de 2016 para cá, a Pimenta Print aumentou em 11% a sua capacidade de produção e sua área fabril. Diante da necessidade de inovar e expandir seus negócios, para se destacar em um mercado tão competitivo, a empresa investiu em uma nova fábrica. O aumento produtivo se deu na área de Projetos Especiais, especializando os colaboradores para esse segmento com aumento na serralheria, marcenaria e pintura, gerando aumento de 20% mensais, e sua área fabril, localizada em Cotia, na grande São Paul. Antes era de 1.500 m² e passa a ter mais de 3.000 m². Já no primeiro bimestre de 2017 foi possível constatar os resultados positivos, com a entrada de novos projetos e clientes. A empresa conseguiu reverter o cenário de recessão que se apresentava no último bimestre do ano passado, quando houve queda no volume de produção por conta do corte de gastos dos clientes. Para Ana Paulo, a mudança da sede também contribui para a conquista de novos negócios e clientes. Hoje possui em sua carteira grandes empresas como Apple, Kalunga, Camicado, Lacoste, Skol, Pernambucanas, Itaú, Malwee, Marisa, Burguer King, entre outros. “Estamos otimistas para este novo ano. Todas as conquistas são resultado dos esforços de nosso time altamen- te qualificado, o foco em ampliar a atuação em todo território nacional, a oferta de produtos de qualidade e com preços mais competitivos. Além de ampliarmos a unidade fabril, também intensificamos nossa força de vendas, aumentamos a equipe comercial e o estamos investindo bastante em marketing”, conclui. A Pimenta Print realiza impressão em pequenos, médios e grandes formatos, conta com serviços de serralheira, marcenaria, logística própria e equipes de instalação estarão disponíveis 24hs, para melhor atender às necessidades dos clientes. Possui também um departamento de criação e desenvolvimento, para garantir a qualidade dos trabalhos realizados. Uma grande novidade é a aquisição de mais uma máquina de corte a laser, a Zund G3, que possui alta velocidade produtiva e produz vinco em qualquer tipo de substrato. TINTA QUE DISPENSA LIMPEZAS A linha Subli Eco Royal é 100% compatível com as tintas SB53 e SB54 originais Mimaki, por isso dispensa limpezas e desgaste desnecessário do equipamento, além da possibilidade de manter o mesmo perfil de cores utiliza- do nas tintas originais. O Formato Bag de 2 litros ga- rante manter a originalidade de seu equipamento Mimaki, com a mesma produtividade, sem necessidade de conversões, instalações de bulk e livre de vazamentos ou falta de tinta. Possui maior R.O.D. (Densidade Reflexiva Óptica) do mercado, o que resulta no Gamut de cores mais amplo utilizando a configuração CMYK e seu formato Bag traz maior facilidade de uso agregado a um excelente custo benefício, pois é de fácil substituição e baixa manutenção. Os Bag não possuem nenhuma substância nociva à saúde, sendo livre de metais pesados e componentes cancerígenos. Subli Eco Royal, a tinta Plug-And-Play para seu equipamento Mimaki. www.fremplast.com.br 10 • empresariodigital.com.br

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consultor Por Marcel Spadoto* Eficiência e Efetividade As duas palavras são muito parecidas, mas trazem resultados diferentes! Pois bem, o jogo começou e o Barcelona já fez um gol, a crença de era possível tomou conta dos torcedores, mas E o Barcelona não jogava o seu grande futebol, não estava tão eficiente, como em outras oportunidades, mas conseguiu fazer o segundo gol, ainda no primeiro tempo. No início do segundo tempo, mais um gol para o Barça, no estádio e no mundo a certeza que o quarto gol sairia e o jogo poderia ir para os pênaltis. Mas o PSG fez um gol, não só um gol, mas um gol fora de casa, que vale mais nas regras do campeonato. O Jogo com placar de 3 X 1 segue nervoso, o tempo passando e o Barcelona precisando de um 6 X 1, nesse momento quase impossível, faltando poucos minutos para o final surge a figura do Neymar, que chama a u estava com o artigo desse mês pronto e já estava enviando, quando assisti no dia 08/03/2017, o jogo entre Barcelona e Paris Saint-Germain (PSG), no Estádio responsabilidade para si, o grande Messi se esconde, Neymar brilha com dois gols e uma assistência primorosa. Barça classificado com uma atuação efetiva Camp Nou em Barcelona na Espanha. O Barcelona tinha que reverter um pla- car adverso de 4 X 0 para o PSG realizado no jogo anterior em Paris na França, no de Neymar. Claro que se tem várias contestações e tudo mais, mas o que foi para história foi a efetividade do Neymar. Tenho usado em minhas palestras e Estádio Parc des Princes. consultorias esse exemplo acima, sem Construir goleadas no futebol é relativamente comum, mas quando se tem a obrigação de faze-la, se torna quase que impossível, principalmente quando o rival saber que ele poderia se tornar uma realidade um dia. Sempre falo do Neymar fazendo jogadas maravilhosas e o Barcelona perdendo, Neymar eficiente, mas é um outro grande clube. não efetivo. No oposto Neymar fazendo a diferença e sendo efetivo. Vamos falar de consultoria com efici- ência e efetividade nas empresas. Quando se buscar um parceiro estraté- gico para a empresa, na forma de serviços de consultoria, é necessário buscar o melhor escopo e colocar esses elementos no pacote para discutir e estressar muito bem os objetivos que estamos visando. Ser eficiente é uma obrigação, pois sem eficiência não vamos cumprir os prazos e não vamos fazer todas as ações necessárias. Mas se não for efetivo, não vamos ganhar o jogo e não vamos para o novo patamar. Não vamos conseguir o intuito planejado e resultado que precisamos. Busquei na internet um significado simples para as duas palavras e encontrei no site: www.significados.com.br, a melhor definição: A eficiência seria o ato de “fazer certo as coisas”, enquanto que a eficácia consiste em “fazer as coisas certas”. Como nossas empresas estão se desenvolvendo? Estão trabalhando com o melhor desses conceitos? Vale a pena refletir e buscar ajuda externa para encontrar a melhor equação para o negócio. *Marcel Spadoto é consultor em vendas, networking e colaboração. Membro fundador da M2BS – Masters to Business Solutions. br.linkedin.com/in/Spadoto 12 • empresariodigital.com.br

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coaching Por Aline K Molinari* Valorização do diferenteescolha de um colaborador (fun- cionário, ou cliente interno, como você preferir chamar) com base em um estereótipo já formado tende ao Arisco. Uma pessoa extremamente Imagine ainda, em um segundo cenário que, dentro de uma mesma empresa em um mesmo setor, pode-se ter talentos com perfis completamente diferentes - alguns deles possuem tendência de um perfil voltado ao detalhe, informações, estruturas, cativante e extrovertida é perfil para organização, técnico e processual versus outros que vendas. Será? Depende. possuem perfil com tendência a ser mais envolvente, Depende da cultura, do contexto atual, do segmen- relacional ou negociador. to, do que se espera, do resultado desejado, do estilo Qual a demanda do cargo, do líder, da cultura, do cargo necessitado, dentre outros aspectos. dos integrantes necessários para a construção de um Imagine que, em uma empresa, a competência mais verdadeiro time que performe e não que seja com- importante (dentre outras) para a vaga de um vende- posto de pessoas com perfis comportamentais seme- dor seria um ótimo conhecimento técnico do produto, lhantes? Aliás, em alguns casos, integrantes que não em que são necessários: precisão, procedimentos e têm dado resultados poderá estar no “lugar errado” e estruturação. Porém, esta mesma vaga é preenchida poderiam entregar mais e melhor de outra forma. por um vendedor inconformado por procedimentos, A identificação com perfis opostos, com motivado- produz melhor quando não possui a necessidade de se res e formas de expressá-los de maneiras diferentes, “prender” a métodos ou estruturas. é desafiador e, por esse motivo, temos a tendência a recrutarmos alguém que possua características seme- lhantes as nossas, valorizando a contratação e recru- tamento em benefício próprio e esquecendo da real necessidade do cargo de forma singular (independente dos estereótipos). “Quando o assunto é liderança e seleção de cargos, cada perfil é único. Imagine comprar um terno já pronto de uma loja versus pedir para que o alfaiate construa um sob Toda generalização ou preferência, nesses casos, pode não fazer sentido. Alguns aspectos não são passíveis de análise em currículos ou em poucos minutos de entrevista. Quando o assunto é liderança e seleção de cargos, cada perfil é único. Imagine comprar um terno já pronto de uma loja versus pedir para que o alfaiate construa um sob medida para você. Eu sei, temos que ser rápidos, otimizar recursos, produzir e fazermos produzir, mas de nada adianta sem a carga mais próxima do exato em curso. medida para você. *Aline K Molinari, Career, Executive & Business Coach 14 • empresariodigital.com.br “

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