Seleções Carnavalescas 2017 - 65 anos

 

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Revista comemorativa 65 anos

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Mensagem do prefeito O Carnaval 2017 já está nas ruas de Poços de Caldas! A Secretaria Municipal de Turismo organizou um Carnaval que contempla a família, com atrações direcionadas para todos os públicos, desde os bebês, passando pelas matinês e shows à noite para o público adulto. A cidade está preparada, com suas ruas, parques e praças limpas e organizadas, prontas para receber os foliões. Sérgio Azevedo Prefeito de Poços de Caldas Quero dar as boas vindas aos turistas e desejar que tenham uma boa estadia na cidade, seja para brincar o carnaval ou apenas relaxar em nossos inúmeros pontos turísticos, desfrutando das nossas belezas naturais que encantam a todos. Desejo um bom Carnaval também aos foliões poços-caldenses, que brinquem e se divirtam em segurança, pois a festa é feita para todos! Neste ano de 2017 completamos ininterruptas 65 edições desta publicação que tanto amamos. Tudo isso somente foi possível graças a Deus, por quem tenho profunda gratidão. Mensagem do diretor décio alves de morais diretor de Seleções Carnavalescas Quando lançamos a primeira edição, em 1952, tínhamos a simples ideia de criar uma seleção de marchinhas carnavalescas. Junto do meu amigo e jornalista Alexandre Xandó, a quem agradeço por ter colaborado ativamente para que essa história se efetivasse, pude trabalhar para a expansão e concretização desse projeto. Hoje, 65 anos depois, lembro com emoção de todo o esforço dispensado não somente por mim, mas também por outros amigos colaboradores especiais, como Carlos Monteiro e Amílcar Gianelli. Faço questão de agradecer ainda aos nossos anunciantes, às centenas de empresas que acreditaram neste projeto e no registro que fazemos da história do Carnaval poços-caldense. Agradeço ainda a toda minha família, filhos, netos e bisnetos, que abraçaram a revista com todo o carinho e nunca mediram esforços para levar essa publicação aos foliões. Nestas seis décadas e meia nos tornamos um verdadeiro patrimônio local, com registros históricos e informações de utilidade pública. Aproveite esta edição histórica e brinque com responsabilidade. Bom Carnaval a todos!

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04 ESPECIAL SELEÇÕES Índice Décio Alves de Morais 04 Anúncios Antigos 06 Não deixe o samba morrer 09 As campeãs dos desfiles poçoscaldenses 11 Bandas 13 Blocos 17 Carnaval alternativo 20 Charanga dos Artistas 22 Banho à fantasia 26 Baixada sem Capixaba 29 Fantasias 30 XÔ, Ressaca! 31 Marchinhas 32 Artigo 33 Programação 34 Nossa Capa 17 BLOCOS CARICATOS 22 BANHO À FANTASIA Poços de Caldas - MG Fundada em 1952 - n.º 65 Serviço de Utilidade Pública Lei Municipal nº 1073 Expediente Diretor responsável Décio Alves de Morais- MTB:1128-MG Redação João Araújo- MTB: 16170-MG Editora-chefe e fotos Rossmaly Alves de Moraes Borges MTB 09.545 Diretor Comercial Juliano Alves de Moraes Borges Diagramação e Projeto gráfico Stefano Escandiussi Edição e Revisão Flávia Alves de Moraes Borges Tel. (35) 3722 - 2133 / 9 9924 8723 R. Barão do Campo Místico, 250 / 2 - Centro CEP: 37701-039 - Poços de Caldas Seleções Carnavalescas completa 65 anos com edição histórica

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Décio Alves de Morais: mensageiro da alegria Fundador da Seleções Carnavalescas conta a história da revista, desde a primeira edição, com formato de bolso, até a publicação do conteúdo na internet. Agora vamos fazer uma viagem a 1952. O jornalista Décio Alves de Morais, acompanhado do amigo Alexandre Xandó, percebe que o Carnaval poçoscaldense é um dos maiores do Brasil. Turistas de todo o país vêm à cidade para brincar nos salões e nas ruas. Ele nota aí a oportunidade para criar um negócio que se perpetuaria por várias gerações de foliões. A revista Seleções Carnavalescas começou como um guia de marchinhas, afinal eram essas as músicas que embalavam a festa. Folheando o arquivo da revista, Décio pega a primeira edição e imediatamente se recorda das dificuldades. “No início pouca gente deu valor. Fizemos em função do turismo, porque Carnaval em Poços de Caldas era mais para turista do que para morador”. Logo a Seleções passou a fazer sucesso e ter maior circulação e conteúdo, com informações turísticas e sobre os eventos realizados durante o Reinado de Momo. Os anúncios eram muitos, com grande apoio do comércio local, da prefeitura de Poços de Caldas e até de lojistas de outras cidades. Tinha até propaganda de hotel do Rio de Janeiro (RJ). “A vantagem nossa era essa: tinha material pra dar pra turista. Para conseguir anúncio de fora, a gente procurava o cara que tinha o hotel, fazia uma carta e mandava para ele ver”, conta. Décio sempre fez questão de manter a distribuição gratuita. Milhares de exemplares eram levados para bancas de jornal, blocos carnavalescos e principais pontos da festa na cidade. O processo de impressão era rudimentar, se comparado com as facilidades atuais. Os clichês, placas de chumbo responsáveis por gravar imagens na prensa tipográfica, inicialmente eram feitos em Campinas (SP). Para rodar a revista eram necessárias pelo menos duas semanas. Com a ajuda dos amigos Carlos Monteiro e Amílcar Gianelli foi possível produzir a revista em gráfica própria. Desde então, ele relata com orgulho que sempre teve ajuda incondicional da família. “Na hora de trabalhar trabalhava todo mundo para poder sair, senão perdia tudo. Era uma correria para distribuir, para fazer funcionar, levar na região”. O número de exemplares era difícil de precisar, já que variava de acordo com a disponibilidade de papel. A também jornalista Rossmaly Alves de Moraes Borges, filha de Seu Décio, lembra que algumas edições saíam com papeis distintos. “Tem Seleções com capas de cores diferentes, uma amarela e a outra vermelha. Se acabava o papel tinha que pegar outro para completar”. Adaptação São 65 anos de história no Carnaval poços-caldense. É a publicação mais antiga de Poços de Caldas e seguramente uma das revistas brasileiras há mais tempo na ativa. Aos 93, Décio continua à frente do negócio. Ele sabe que um dos grandes triunfos, responsável por manter o periódico por tanto tempo, é a adaptação. Hoje, o crescimento da Seleções é evidente. Não somente no tamanho da revista, inicialmente com formato de bolso, mas também no conteúdo e no alcance. Quem não tiver acesso à versão impressa pode consultá-la via internet, no endereço www.selecoescarnavalescas.pocosja.com.br. 4 Seleções Carnavalescas 2017 • 65 anos

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“Estar na internet é fantástico, fora de série. O grupo que ajuda é muito grande e pegou amor pela Seleções. A gente fica feliz de ver que uma coisa que começou sem intenção, sem nada, tem essa repercussão hoje. Me sinto realizado, graças a Deus o negócio deu certo”, declara o fundador. Acompanhar as páginas da revista é perceber a evolução do Carnaval, das artes gráficas, da comunicação. Nestas seis décadas e meia muitas certezas mudaram, muitos foliões despediram-se do Carnaval, a celebração passou por diversas fases. A revista mudou incontáveis vezes também. Mas nada é capaz de alterar sua nobre missão. Já na primeira edição, lá de 1952, Décio refere-se à Seleções como “mensageira da alegria”. Pois é, nem tudo mudou. Praça do Samba anima a Cascatinha Exposição da Seleções Carnavalescas e Encontro de Baterias estão entre as atrações. A grande novidade deste Carnaval é a Praça do Samba, no Cascatinha. Com shows realizados de sábado a terça-feira, o evento foi criado pela escola de samba Vivaldinos da Vivaldi para que a Folia não passe em branco. A escola não vai passar pela avenida, já que o desfile foi cancelado neste ano. Mas os amantes do samba têm a festa garantida, com rodas de samba todos os dias. Participam grupos como Samba do Vô, Bagaço da Laranja, Samba de Vinil e Mania em Preto e Branco, além da cantora Jesuane Salvador. Realizado na Praça Nicionelly de Carvalho, em frente ao Ginásio Poliesportivo Moleque César, o evento ainda recebe o tradicional Encontro de Baterias, no domingo de Carnaval. A Seleções também é presença garantida, com a exposição que mostra a história do Carnaval poçoscaldense por meio das páginas da revista. SERVIÇO Praça do Samba Local: Praça Nicionelly de Carvalho (em frente ao Ginásio Moleque César) Data: de sábado a terça-feira Horário: sábado, segunda e terça das 16h às 22h; domingo das 15h às 22h Seleções Carnavalescas 2017 • 65 anos 5

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RECLAMES, ANÚNCIOS, MENSAGENS Com características bem diferentes das atuais, veja como eram as antigas propagandas nas páginas da Seleções. F olhear o arquivo da Seleções Carnavalescas é fazer um passeio pela história da comunicação. Mais especificamente, da publicidade. As primeiras publicações, até então um guia com marchinhas para os foliões, são cheias de anúncios. Quem está acostumado com os papéis envernizados, páginas coloridas e artes com pouco texto certamente se surpreende quando vê os anúncios das décadas de 1950 e 1960. As páginas eram impressas em cor única, mas variáveis. Dentro de uma mesma Seleções havia páginas impressas principalmente em preto, azul ou marrom. Isso acontecia porque as máquinas imprimiam uma cor de cada vez e o material com mais cores iria requerer passar o papel outras vezes pela máquina, além de reconfigurar o aparelho, o que demandaria mais tempo de produção e custos. A limitação técnica também fazia com que as propagandas tivessem muito texto e menos fotos e logomarcas, ao contrário do que acontece hoje. A concepção da época soa até engraçada atualmente. Um dos maiores parceiros do início das Seleções foi a cerveja preta Caracu. A estratégia de venda era associar o produto à saúde: “Beber Caracu é beber saúde”, “Quem bebe Caracu forte-fica”. Detalhe: a marca ainda ostenta um selo colorido, que a diferencia dos demais reclames. Estabelecimentos tradicionais da cidade também apoiavam a revista, como a Sapataria Guarany e a Padaria Selecta, que já não existem mais, e Casas Pernambucanas, Cantina do Araújo e Rádio Cultura, em atividade até hoje. A grafia das palavras também era diferente na época. O Posto Atlantic vendia gazolina. Assim mesmo, com z. A Associação Atlética Caldense promovia “matinées” e a PB Móveis tinha “modêlos” exclusivos. Na década de 1990, a evolução gráfica permite que os anúncios tenham impressão colorida e sejam melhor acabados. A contra-capa externa da edição de 1996, por exemplo, estampa uma foto colorida de ônibus da Circullare, parceira recorrente da revista. São 65 edições de uma história contada ano a ano, em cada exemplar, em cada página, em cada anúncio. 6 Seleções Carnavalescas 2017 • 65 anos

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Não deixe o SAMBA morrer Em conversa sobre a história do Carnaval poços-caldense, duas gerações contam casos e ensinam lições de respeito e admiração ao ritmo negro. Um encontro com informações preciosas. Durante a conversa, olhos brilhando e sorrisos fáceis. Um diz que não é muito de sorrir, mas dá várias gargalhadas. O outro é o riso em pessoa. Um convive com o samba desde criança, mas não é tão conhecido na cidade. O outro, famoso em Poços de Caldas, também respira samba desde menino. A Seleções Carnavalescas acompanhou uma conversa entre o músico Ildebrando de Souza e o Mestre Bucha. Ildebrando nasceu em uma família de músicos. O pai tocava qualquer instrumento de corda, a mãe dominava o cavaquinho e o bandolim. Ele é percussionista e baterista de primeira e seus filhos também têm a música como profissão. Desde cedo aprendeu a ouvir e admirar o samba. Mestre Bucha comanda a bateria da Saci-Pô há décadas e coleciona notas dez dos jurados. É um dos fundadores da escola e hoje inspira jovens a respeitar e amar o ritmo mais brasileiro de todos. Ele viveu a história do Carnaval desde a época dos blocões e lutou muito, aprendeu com grandes sambistas para se tornar quem é hoje. 8 Seleções Carnavalescas 2017 • 65 anos

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Brasil Moreno Eles conversam sobre a primeira escola de samba de Poços de Caldas. Esse nome poucos já ouviram: Brasil Moreno. Fundada pelo irmão do Ildebrando, Machado, a agremiação tinha pouco mais de cinqüenta integrantes. Todos negros. Nessa época, os brancos não se misturavam com a cultura da periferia. “Naquele tempo era grande, porque tinha 60 pessoas e era muito. Hoje em dia você vê pessoas brancas no meio da escola de samba e pensa: poxa, vida”, lembra Ildebrando. Um dos principais membros da diretoria, o Chorete, era também técnico da Caldense. Ele ajudava o presidente em tudo que fosse preciso. Mas uma das maiores dificuldades era conseguir fantasias à altura da primeira escola de samba local. Para resolver o problema, Machado ia até a cidade do Rio de Janeiro e contava com a ajuda de um ilustre amigo: o ator Grande Otelo. “As escolas aqui não tinham condições. Aí ele ia lá e encontrava o Grande Otelo, que dava as roupas das escolas de samba de lá para o Machado trazer pra cá. Isso foi em 1953, 54”, recorda o irmão. Nesta época, que o percussionista define como “quando havia assombração na quaresma”, era difícil também conseguir passistas e rainhas. Afinal, sambar nas ruas ainda não era tão comum. “Quem dançava muito era a esposa do Machado. Dançava muito, sapateava muito. Chamava Aurora. Era assim: os negros eram unidos, mas nesse ponto do Carnaval não eram todos os pais que deixavam as meninas saírem como rainhas”, conta. Enquanto isso, Bucha ouve atento. Ele lembra de ser levado pela mãe para os ensaios da Brasil Moreno. Algo mais une a história dos dois: o pai do mestre de bateria, Osvaldo Marcelino Santana. “Seu pai era metido a rico”, dispara Ildebrando. “Meu pai era terrível”, rebate Bucha, aos risos. “Era bom tintureiro, mas cheio de pose”, responde o percussionista, enchendo o peito. Blocões e escolas maiores Bucha lembra que, após a Brasil Moreno, surgiram o Chico Rei e a Quilombo dos Palmares. Anos depois, já em outra época, os blocos passaram a se fortalecer. Quem entrava nos cordões ganhava duas noites na Caldense e duas no Palace Hotel. A cidade chegou a ter 42 grupos carnavalescos. “Poços de Caldas era uma referência pela quantidade de turistas que nos visitavam,e continuamvisitandoaté hoje. Masnaépoca os turistas participavam muito mais, inclusive a gente relembra as Domésticas de Lourdes, que eram empresários de Seleções Carnavalescas 2017 • 65 anos 9

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Belo Horizonte que se fantasiavam e, durante os quatro dias, traziam alegria para a população de Poços de Caldas e para o turista também”. Blocos como Arco Íris, do clube Praia do Sol, e o “My Nem Ki Tussa”, da Caldense, competiam fervorosamente nas categorias de alegria e entusiasmo carnavalescos. Bucha participava da Saci-Pô, que começou como bloco e aos poucos tornou-se a maior campeã do Carnaval poços-caldense. Uma grande rival também era a Quisisamba, que de blocão tornou-se escola. “Era uma escola muito linda, com fantasias maravilhosas, um pessoal muito bonito. Foi uma escola que deu muito trabalho pra gente, foi campeã”, lembra Bucha. O maior mestre de bateria da história de Poços de Caldas, e também um dos nomes mais significantes para a história do samba e do Carnaval locais, faz questão de retomar a história. Durante a conversa com Ildebrando, Bucha pergunta. Sorri. Pergunta de novo. Gargalha. Com os olhos brilhando, se interessa em absorver cada pedaço de memória. Ele, como ninguém, valoriza as conquistas do passado. “Hoje a gente não ouve falar muito das pessoas que fazem parte da história do samba em Poços de Caldas. A cidade é muito rica em pessoas amantes da música, muitas delas afrodescendentes, que defendem até hoje o som dos tambores, que é um som trazido lá da senzala. Até mais, vindo da África, o semba, e transformado no Brasil em samba. Hoje a gente tem como obrigação histórica manter viva essa identidade brasileira”, argumenta. Na hora de ir embora, ele direciona a fala para os dois meninos que acompanharam a conversa. São membros da bateria que Bucha dirige. Ele pede respeito ao samba e a toda a sua história. Agradece Ildebrando e a esposa, elogia a harmonia da casa, aperta as mãos e vai embora levando consigo mais conhecimento, mais história, mais gratidão ao samba. O SUCESSO DO SEU EVENTO É O NOSSO COMPROMISSO Excelência em prestação de serviços de alto padrão e qualidade A grife de sucesso em eventos Eventos culturais, científicos e empresariais Rua Prefeito Chagas, 305 - Sala 308 Edifício Manhattan - Centro - Poços de Caldas, MG PLANEJAMENTO ORGANIZAÇÃO REALIZAÇÃO 35 3697 1551 www.gsceventos.com.br 10 Seleções Carnavalescas 2017 • 65 anos

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As campeãs dos desfiles poços-caldenses 1970 Termina o corso nas ruas, onde grupos de foliões desfilavam em seus carros e travavam verdadeiras batalhas de confetes, serpentinas e lança-perfume. 1971, 1972 e 1973 É realizado um pequeno concurso com a participação dos blocos: Malandrinhas, Metralhas, Bloko-Moko, Tropicalhos, Mucamas e Pierruchos. 1974 Desfilam 52 blocos. Campeão: Marinheiros importados 1975 Arco- Íris (Categoria Blocão) e Pierruchos (Bloquinho) 1976 Arco-Íris-Pierruchos 1977 Arco- Íris- Pierruchos 1978 Vivaldinos da Vivaldi 1979 MY Nem Ky Tussa 1980 Saci Pô 1981 Arco Íris 1982 Saci- Pô 1983 Blocapo 1984 Saci Pô 1985 Saci Pô 1986 Saci Pô 1987 União Imperial 1988 Saci Pô 1989 Saci Pô 1990 Vivaldinos (Blocões passam para a categoria de escola de samba) 1991 Saci Pô 1992 Saci Pô (Grupo Especial) Nostalgia (Grupo A) 1993 Saci Pô (Grupo Especial) Tropicana (Grupo A) 1994 Tropicana (Grupo Especial) Nostalgia (Grupo A) 1995 Saci Pô (Grupo Especial) Nostalgia (Grupo A) 1996 Saci Pô (Grupo Especial) Acadêmicos do Conjunto (Grupo A) 1997 Saci Pô (Grupo Especial) Mocidade Independente da Vila (Grupo A ) 1998 Saci Pô (Grupo Especial) Mocidade Independente da Vila (Grupo A) 1999 Saci Pô- (Grupo Especial) Mocidade Independente da Vila (Grupo A) 2000 Saci Pô (Grupo Especial) Mocidade Independente da Vila (Grupo A) 2001 Mocidade Independente da Vila (Grupo Especial) Vivaldinos da Vivaldi ( Grupo A) 2002 Saci Pô (Grupo Especial) Soc. Amigos do Casca (Grupo A) 2003 Saci Pô (Grupo Especial) Unidos da Baixada (Grupo A) 2004 Saci Pô (Grupo Especial) Vivaldinos da Vivaldi (Grupo A) 2005 Saci Pô (Grupo Especial) Unidos da Baixada (Grupo A) 2006 Saci Pô (Grupo Especial) Sol da Manhã (Grupo A) 2007 Saci Pô (Grupo Especial) Amigos do Casca (Grupo A) 2008 Saci-Pô (Grupo Especial) Sol da Manhã (Grupo A) 2009 Unidos da Baixada (Grupo Especial) Pererê do Amanhã (Grupo A) 2010 Saci-Pô (Grupo Especial) Sol da Manhã (Grupo A) 2011 Saci-Pô (Grupo Especial) Unidos da Baixada (Grupo A) 2012 Saci-Pô (Grupo Especial) Blocapo (Grupo A) 2013 Vivaldinos da Vivaldi (Grupo Especial) Acadêmicos de Santa Rita (Grupo A) 2014 Saci-Pô(Grupo Especial) Unidos da Baixada (Grupo A) 2015 Saci-Pô / Vivaldinos da Vivaldi (Grupo Especial) Acadêmicos de Santa Rita (Grupo A) 2016 Vivaldinos da Vivaldi (Grupo Único) Desfile cancelado Os blocões passaram à categoria de escolas de samba em 1990, ano em que a Vivaldinos da Vivaldi venceu o Carnaval. Desde então, a Passarela do Samba foi palco de grandes espetáculos e histórias. Porém, neste ano será diferente. O desfile das escolas de samba foi cancelado após a prefeitura rejeitar a prestação de contas feita pela Associação das Escolas de Samba (AESB). Segundo o prefeito Sérgio Azevedo, não foi possível aprovar os documentos devido a questões jurídicas. A verba, de aproximadamente R$500 mil, será transferida para a Secretaria de Saúde. Outra mudança que aconteceu neste ano foi em relação ao concurso que elegeu a Corte do Carnaval. Realizado na quinta-feira (23), depois do fechamento da Seleções, a prefeitura permitiu que qualquer pessoa se candidatasse, ao contrário da regra anterior, exclusiva a representantes das escolas. A cobertura do concurso que escolheu a Rainha e o Rei Momo você pode conferir no nosso site: www.selecoescarnavalescas.pocosja.com.br. Seleções Carnavalescas 2017 • 65 anos 11

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Tem confete e serpentina, sim senhor! Programação oficial do Carnaval poços-caldense reúne artistas locais em grande celebração do Reinado de Momo. P oços de Caldas vai ser invadida pela alegria do Carnaval a partir de sexta-feira, quando a Corte Momesca recebe as chaves da cidade. Logo em seguida a Folia começa! A programação oficial é dividida entre Praça Pedro Sanches, Parque José Affonso Junqueira, Praça dos Macacos, Fonte do Leãozinho e Country Club. Eventos já tradicionais, como Banho à Fantasia e Charanga dos Artistas, estão garantidos. Tem shows para todas as idades e gostos, das músicas infantis do Carnabebê até o blues do Carnaval Alternativo. Sendo assim, para curtir o Reinado de Momo basta escolher a fantasia e se jogar na brincadeira! Samba do Vô O Carnaval começa com samba em Poços de Caldas! O Samba do Vô esquenta os tamborins já no primeiro dia. A partir das 20h de sextafeira, na Praça dos Macacos, os foliões já podem sambar à vontade. No repertório, as clássicas canções que fazem o público suar e mostrar o samba no pé. Seleções Carnavalescas 2017 • 65 anos 13

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Frevo na Fobica A banda é um dos símbolos do Carnaval inocente e familiar de Poços de Caldas. Surgiu em 2007, por músicos do grupo Banho de Som, que tocava na Folia das décadas de 80 e 90. A guitarra baiana comanda o frevo, que toca marchinhas e músicas típicas dessa época. Quem quiser curtir a Frevo na Fobica pode ir até a Praça dos Macacos às 18h de sábado, segunda e terça-feira. No domingo o show começa às 19h. Banda do Lira A voz grave e potente do Lira é característica dessa banda, que ainda tem metais e músicos de primeira qualidade. Para ouvir as marchinhas e outros clássicos o público deve ir até o Parque José Affonso Junqueira às 20h30 de sábado, domingo e segunda-feira. Na terça o show começa às 19h30. 14 Seleções Carnavalescas 2017 • 65 anos

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Rasgamundo A tenda montada para o Rasgamundo abriga um verdadeiro festival de artes integradas. Palhaço, intervenção circense e forró animam e entretém os foliões na Praça Pedro Sanches. Os espetáculos começam às 19h de sábado e segunda-feira e às 17h de domingo e terça. Léo Santana Samba e pagode não podem faltar na programação oficial do Carnaval. O músico Léo Santana agita a Praça dos Macacos às 23h de sábado e às 21h de terça-feira. Tem festa pra criançada! Com teatro, música e contação de histórias, Carnabebê é diversão garantida para os pequenos. “Você sabe o que é o Carnaval? É uma festa brasileira bem legal!” A marchinha composta pela Cia. Brincanto é uma das músicas que vão animar a criançada neste Carnaval. O grupo faz parte da programação oficial da prefeitura pelo terceiro ano consecutivo, com o espetáculo Carnabebê. Meninos e meninas ainda aprendem um pouco sobre a cidade, com o hino composto pelo grupo: “Poços de Caldas, no sul das Minas Gerais. Aos braços do Cristo, repleta de paz, você não esquece jamais”, diz a letra. Desta vez tem novidade: contação de histórias. Com início às 15h, as apresentações serão na Es- tação Mogyana (Fepasa), sábado e segunda-feira de Carnaval. As crianças pequenas se divertem e interagem com os artistas, mas pais, avós, amigos e toda a família também curtem o show. Segundo a atriz, cantora e idealizadora do projeto, Bia Câmara, o grande diferencial é que o Carnabebê vai além de um simples bailinho para as crianças. O elenco mostra para o público ritmos brasileiros e instrumentos musicais, de uma forma que chama atenção e faz todo mundo dançar. A orientação é que pais cheguem no horário, para que os filhos possam aproveitar todo o evento. No elenco estão Bia Câmara, Filip Maluf, Andressa Gimenez, Rodrigo Peres, Fernanda Dearo, Wellinghton de Freitas, Luciana Rossi, Marco Bombardelli e Drika Rossi. SERVIÇO Carnabebê Local: Estação Mogyana (Fepasa) Horário: 15h Data: sábado e segunda-feira de Carnaval Seleções Carnavalescas 2017 • 65 anos 15

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