POÉTICA

 

Embed or link this publication

Description

CATÁLOGO POÉTICA 2017

Popular Pages


p. 1

p poética edições |CATÁLOGO| “Escrever é desenhar um prisma sobre a água e com eles amar a luz e o silêncio." Gisela Gracias Ramos Rosa

[close]

p. 2

| POESIA |

[close]

p. 3

Erros de cálculo Ou outra coisa qualquer de Miguel Pires Cabral Título: Erros de cálculo ou outra coisa qualquer Autor: Miguel Pires Cabral Edição: Julho de 2013 Páginas: 87 Encadernação: capa mole ISBN: 9789-899-8509-0-3 PVP s/ IVA : 10,38€ PVP c/ IVA: 11€ “Este livro é uma ilha de palavras. Palavras crescidas que são pedras rugosas de um caminho onde a luz abre fendas nas sombras que nos doem. Este é um livro que nos percorre e nos ensina os passos de uma certa procura.” Virgínia do Carmo -- Miguel Pires Cabral nasceu a 27 de Março de 1974 em Macedo de Cavaleiros. Licenciado em Educação Física e Mestrado em Investigação da Actividade Física, Desporto e Saúde, pela Universidade de Vigo, Miguel Pires Cabral escreve os seus primeiros poemas originais, a título experimental, algures pela viragem do milénio. Lançou o seu primeiro livro de poemas originais, "Café Solo", em Agosto de 2010. ["Café Solo" conta com prefácio de Marta Pessanha Mascarenhas, edição de LMOPC – Editores © – Impressão & digitalização pela Dom Texto - Vila Real]. “Erros de cálculo ou outra coisa qualquer” editado pela Poética, é assim o seu segundo livro de poesia.

[close]

p. 4

reflexos na desordem das sombras de Rosário Ferreira Alves Título: reflexos na desordem das sombras Autor: Rosário Ferreira Alves Edição: Outubro de 2013 Páginas: 78 Encadernação: capa mole ISBN: 978-989-98509-1-0 PVP s/ IVA: 12,17€ PVP c/ IVA: 12,90€ "Trata-se, de uma escrita incisiva e inquietante, disposta em poema branco, que nos questiona, amiúde, sobre o propósito da viagem, sobre os caminhos e as margens, sobre as esquinas e os contornos, apelando à justiça, à linearidade clarificadora das coisas, à “verdade dos instantes sem sombra”.”- assim a leio." Mel de Carvalho "A vida não é, efectivamente, apenas poesia, mas sem ela a escuridão seria imensa. “Reflexos na desordem das sombras” é uma janela aberta num dia de sol radioso, e Rosário Alves um nome que, estou certa, marcará de forma singular a poesia contemporânea." Maria João Martins -- Rosário Ferreira Alves nasceu em S. Pedro do Sul, distrito de Viseu, no Verão de 1969. Mudou-se para Lisboa muito jovem para estudar e trabalhar na área do turismo. Os livros e a escrita têm sido um portal de encontro com o que é natural, livre e belo. "reflexos na desordem das sombras" (2013) é o seu primeiro título publicado na Poética, a que se segue "lunaris" (2016). De sensibilidade depurada, tem como sonho ser, como diz o mestre Agostinho, além de poeta também poema.

[close]

p. 5

Sementes Daqui de Lídia Borges Obra vencedora do Concurso Literário Maria Ondina Braga 2013 Título: Sementes Daqui Autor: Lídia Borges Edição: Novembro de 2013 Páginas: 88 Encadernação: capa mole ISBN: 978-989-98509-2-7 PVP s/ IVA: 12,74€ PVP c/ IVA: 13,50€ “[...] Dividida entre o desejo de imortalidade que, tantas vezes, leva o poeta a reconhecer que "temos os olhos no mesmo rio/ e cobre-nos o mesmo céu/ onde a lua teima / em não se dar a beber" (Cap, Dos Amigos, p. 60) e o desejo de ressurreição, volto a Otávio Paz (La Otra Voz, Poesia y Fin de Siglo, Seix Barral, 1990, p.88), leio (e registo) em Sementes Daqui : "Não desistas já de mim, Poesia" (p.28), Lídia Borges, bem ao modo da figura tutelar que, como ela, aprendeu a ter as palavras emalta consideração, pois que todo o eu poético não é reflexo de narcisismo, usam-no os poetas, como preconizou Stendhal: "(...) porque não há outro meio para contar a vida." (Mémorires d'un touriste) [...]” Vergílio Alberto Vieira -- Lídia Borges, pseudónimo de Olívia Maria Barbosa Guimarães Marques, nasceu em Braga, em Novembro de 1956. Professora do Ensino Básico, foi no contacto com as crianças que melhor entendeu a poesia e foi para elas que começou a escrever contos e pequenos poemas, desde muito cedo. Um desses contos foi premiado no Concurso Matilde Rosa Araújo, em 2007, tendo sido dado à estampa pela Poética Edições em 2014, com o título “O mistério dos sonhos roubados”. É pós-graduada em Teoria da Literatura/Estudos Lusófonos e desenvolveu uma tese de mestrado na área de Literatura Infanto-Juvenil, na Universidade do Minho. A poesia esteve sempre no centro das suas preferências literárias não só enquanto leitora mas também como autora, contando com duas obras deste género no catálogo da Poética: “Sementes Daqui”, vencedora do Concurso Literário Maria Ondina Braga / Poesia 2013, e “Baile de Cítaras” (2015). Lídia Borges é ainda autora do livro de poesia “No Espanto das Mãos: O Verbo” ( Lua de Marfim Editora, 2011). É autora do blogue Searas de Versos.

[close]

p. 6

O Nome das Árvores de Rui Miguel Fragas* *autor vencedor do Prémio Literário Aldónio Gomes 2015 Título: O Nome das Árvores Autor: Rui Miguel Fragas Edição: Março de 2014 Páginas: 76 Encadernação: capa mole ISBN: 978-989-98509-3-4 PVP s/ IVA: 12,17€ PVP c/ IVA: 12,90€ "[...] As palavras são escadas escorregadias que sobem dos lugares de penumbra, casas sem janelas, ecos de palavras que nunca chegaram a nascer. Não me lembro o que te disse. Vestias tão devagar a última peça de roupa: e depois disseste o amor é uma flor subitamente nada. [...]” Excerto do poema “Súbitas flores” -- Rui Miguel Fragas, pseudónimo de Rui Féteira, nasceu em 1964, em São Miguel de Poiares, distrito de Coimbra. Licenciou-se em Filosofia na Universidade de Coimbra. É professor do ensino secundário. Publicou alguns poemas e contos nas revistas “Alma Azul” e “Aeroplano”. É co-fundador do grupo de teatro “Pateo das Galinhas” da Figueira da Foz. Em 2014 publicou a sua primeira obra poética em livro, “O Nome das Árvores”, com a chancela da Poética Edições. Em 2015, depois da conquista do Prémio Literário Aldónio Gomes com a obra “O rumor das máquinas” (obra ainda não publicada), Rui Miguel Fragas regressa com um novo título de poesia, “Não sei se o vento”, também com a chancela da Poética.

[close]

p. 7

Poemas Cativos de Manuel Veiga Título: O Nome das Árvores Autor: Rui Miguel Fragas Edição: Mio de 2014 Páginas: 106 Encadernação: capa mole ISBN: 978-989-98509-5-8 PVP s/ IVA: 12,17€ PVP c/ IVA: 12,90€ “[…] quando o homem se respira intimamente respira-se na bainha da Poesia. seja grito denúncia anseio ou lástima. é como levantar a pele do coração e deixar que as asas do verbo lancem luz no invisível. assim faz Manuel Veiga. ao arrepio do facilitismo cómodo ou de um romantismo falsamente embrulhado no celofane das modas. é uma poesia em taça de fé com conteúdo espiritual e de uma estética apurada. […]” Isabel Mendes Ferreira -- Manuel Veiga nasceu em, Matela, Vimioso (Trás-os-Montes), e vive em Bobadela, concelho de Loures. É licenciado em Direito tendo exercido advocacia alguns anos no início de carreira, que depois prosseguiu como consultor Jurídico em Municípios da Área Metropolitana de Lisboa e mais tarde como Inspector Superior da Inspecção Geral da Educação, onde desempenhou funções no respectivo Gabinete Jurídico. Entretanto, havia sido redactor de noticiários da Emissora Nacional e Copywriter de publicidade. Colaborou esporadicamente na imprensa diária, designadamente, no “Diário de Lisboa” e em “O Diário”, e regularmente em revistas periódicas sobre temas de natureza política, económica e social, designadamente, a revista “Economia EC”, a revista “Poder Local”, e a revista “SEARA NOVA”, integrando presentemente o Conselho Redactorial desta última. Para além dos dois títulos de poesia publicados na Poética, “Poemas Cativos” e “Do esplendor das coisas possíveis” é autor da obra “Notícias de Babilónia e outras Metáforas” (Modocromia, 2015). .

[close]

p. 8

Relevos de Virgínia do Carmo Título: Relevos Autor: Virgínia do Carmo Edição: Setembro de 2014 Páginas: 76 Encadernação: capa mole ISBN: 978-989-98509-9-6 PVP s/ IVA: 12,17€ PVP c/ IVA: 12,90€ “Este livro chama-se RELEVOS. A plurissignificação obriga a um esclarecimento: um vocábulo, três acepções. Cabe ao leitor a escolha da que entende mais adaptada ao teor dos poemas. Ele tem essa liberdade. Por mim, opto pelo segundo sentido. Porque ele me sugere a orografia transmontana, as suas fragas - altos-relevos esculpidos em pedra (“E há fragas de pó no teu peito sem janelas”). Em contraste com a com a brandura lisa e amarela da planície alentejana. E também porque a vida da autora nos surge pautada por uma não linearidade, antes por percursos acidentados, sinuosos, exterior e interiormente. A própria afirma: Não sou uma linha recta; …não sei ir direito para dentro de mim. O seu caminho, no duplo sentido de o caminho por onde vai e o caminho que é, é feito de sobressaltos, de ciladas, de incidentes e acidentes, de desafios, ilusões e desilusões, de mais dúvidas do que certezas: Não sou caminho de bermas simétricas. Alheia a um mundo que a rodeia onde os ditames sociais imperam, ela orienta “os seus próprios passos” , como afirma José Régio em “Cântico Negro, segundo o que lhe pede o peito, esse reduto inviolável do seu ser, essa caixinha de segredos, esse espaço onde gostaria de guardar constelações e penedias, essa redoma onde se refugia “dos ares contaminados: […] O corpo é um lugar que podes adormecer para / dissecar. Mas o peito não. O peito é uma pedra dura…” (in “Dor”). Hercília Agarez (excerto) -- Virgínia do Carmo nasceu em Champagnole, França, em 1973. É licenciada em Comunicação Social, tendo exercido jornalismo no início da sua vida profissional. Mais tarde tornou-se livreira e vem desenvolvendo, desde há um ano, um pequeno projecto editorial. É também autora das obras “Tempos Cruzados” (poesia, Pé de Página Editores, Coimbra, 2004), “Sou, e Sinto” (poesia, Temas Originais, Coimbra, 2010) e “Uma luz que nos nasce por dentro” (contos, Lua de Marfim Editora, Lisboa, 2011).

[close]

p. 9

Espaço livre com barcos de Graça Pires Título: Espaço livre com barcos Autor: Graça Pires Edição: Setembro de 2014 Páginas: 48 Encadernação: capa mole ISBN: 978-989-98509-7-2 PVP s/ IVA : 10,38€ PVP c/ IVA: 11€ "Mas se, na poética desta autora, o mar representa o lugar de todos os perigos e, também, de todos os fascínios, a natureza apresenta-se toda ela inteira, lugar de apelo e de convocação à leitura e à escuta, à observação, como no poema da página 17: “Em cima dos rochedos aprendi a observar/as migrações dos pássaros, a descobrir/pelas estrelas a direcção dos navios”. E essa aprendizagem é inóspita, dolorosa pela sua crueza, “semelhante a uma emboscada”. Lugar de peso, de saturação de símbolos que importa decifrar, a natureza, sobretudo quando ligada à forma feminina, é leveza absoluta, como no caso do poema dedicado a Maria Augusta Silva, na página 24: “Deixa-te flutuar sobre as algas./És aragem. És nómada do vento”. Leveza que também se encontra ligada à paixão, metaforizada na dança, no voo e que é uma imagem transversal à poética de Graça Pires.[…]" Maria João Cantinho Graça Pires (Figueira da Foz, 1946) editou o seu primeiro livro em 1990, depois de ter recebido o Prémio Revelação de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores com o livro "Poemas". Depois disso publicou mais de uma dúzia de livros de poesia, muitos dos quais premiados. É licenciada em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Prémios: Prémio Revelação de Poesia da Associação Portuguesa de Escritores, com Poemas (1988) Prémio Nacional de Poesia Sebastião da Gama, com Labirintos (1993) Prémio Nacional de Poesia da Vila de Fânzeres, com Outono: lugar frágil (1993) Prémio Nacional de Poesia 25 de Abril, com Ortografia do olhar (1995) Grande Prémio Literário do I Ciclo Cultural Bancário do SBSI, com Conjugar afectos (1996) Concurso Nacional de Poesia Fernão Magalhães Gonçalves, com Labirintos (1997) Prémio Literário Maria Amália Vaz de Carvalho, com Uma certa forma de errância (2003) Prémio Literário de Sintra Oliva Guerra, com Quando as estevas entraram no poema (2004)

[close]

p. 10

Presos a um sopro de vento de Eufrázio Filipe Título: Presos a um sopro de vento Autor: Eufrázio Filipe Edição: Novembro de 2014 Páginas: 64 Encadernação: capa mole ISBN: 978-989-98509-8-9 PVP s/ IVA : 12,17€ PVP c/ IVA: 12,90€ “Sopro. Que palavra bonita. Parece-me ser a palavra mais bonita para definir a poesia do Eufrázio. Quem o lê sabe que se eleva num sopro e que ao regressar ao chão jamais o seu corpo terá a mesma densidade. Os braços hão-de ter-se alongado à procura do céu e perdido o peso das coisas que carregamos. Os lábios hão-de ter esboçado o silêncio mais depurador e um suspiro imperceptível há-de ter levado para longe os ruídos inúteis do nosso peito. O coração há-de ter reassumido a sua forma original e os olhos libertado para sempre a visão das coisas feias deste mundo.” Virgínia do Carmo (excerto do prefácio) Eufrázio Filipe, inscrito na Associação Portuguesa de Escritores. Participou em várias colectâneas de Poesia, foi colaborador de várias publicações: República (Lisboa), Suplemento Diário de Lisboa, A Opinião (Porto), Noticias da Amadora (Amadora), Jornal do Centro (Coimbra), Independência D'Águeda (Águeda), Libertação (Aveiro). Foi director da revista "Movimento Cultural", da Associação dos Municípios do Distrito de Setúbal, Revista Poder Local. Obras Editadas: Poemas Para Quem Quiser (Poesia, 1969/75 edição do autor, 1976); A Secular Barca do Zé (Contos, Plátano Editora, 1978); A Linguagem dos Espelhos (Poesia, Livros Horizonte, 1982); Espelho das Viagens (Romance, Plátano Editora, 1982); Vagarosos Instantes (Poesia, Barca Nova Editor, 1984); Mar Arável (Poesia, Livros Horizonte, 1988); A Profanação das Metáforas (Poesia, Outra Banda, 1994); A Inocência dos Murais (Poesia, Estuário Publicações, 2003); Que Fizeste das Nossas Flores (Poesia, Papiro Editora, 2008); Seixal Somos Todos Nós (Crónicas Políticas, Edição Câmara Municipal do Seixal, 2009); Para Lá do Azul (Poesia, Editora Temas Originais, 2010); Caçador de Relâmpagos (Contos, Âncora Editora, 2010); Chão de Claridades (Colectânea de Poesia 2008/2012, Lua de Marfim, 2013).

[close]

p. 11

Fora do Mundo de Vera de Vilhena Título: Fora do Mundo Autor: Vera de Vilhena Ilustrações: Vanessa Bettencourt Edição: Poética Edições, Dezembro de 2014 Páginas: 180 Encadernação: capa mole ISBN: 978-989-99187-2-6 PVP s/ IVA : 14,05€ PVP c/ IVA: 14,90€ “O livro da Vera está recheado de alusões às histórias do quotidiano, com os seus personagens reais-imaginados, nos seus trabalhos, nas suas pequenas e grandes tragédias. (…) Em “ Fora do Mundo“, nota-se a preocupação de quem escreve em descobrir a forma que lhe trará o poema, interrogando a própria natureza do texto poético.” Licínia Quitério -- Vera de Vilhena (Lisboa, 1969), tornou-se cantora profissional em 1989, com o programa Regresso ao Passado (RTP), apresentado por Júlio Isidro. Tem dado voz em spots publicitários e álbuns musicais, e actuado em espectáculos e concertos ao vivo, a solo e em trabalho de coros. Nos últimos anos especia-lizou-se como intérprete de bossa-nova e de soft-jazz. Estreou-se como compositora no álbum Luar, de Rita Guerra, e na ficção e poesia, na revista Egoísta. Em 2006 trocou a cidade pelo campo e pelo mar e mudou-se para perto da Ericeira. Desde 2009 que é também revisora de texto e coordenadora de oficinas de escrita criativa. Obras publicadas: O Pisa-papéis (pseud. Vera Vê), novela (DG edições, 2006, prefácio de Rita Ferro), A Ilha de Melquisedech - Mnemon, o primeiro volume de uma trilogia do género fantástico (Chiado Editora, 1ª edição Dez 2013), Coisandês, a vida nas coisas, um conjunto de contos vocacionado para adolescentes (Prémio Revelação APE/Babel, 1ª edição Abril 2014, Verbo/Babel, prefácio de Júlio Isidro). Mantém o blogue veravilhena.blogspot.pt/ e o site veravilh.wix.com/gavetas-e-gavetinhas. Vive com o músico e fotógrafo Nanã Sousa Dias e é mãe de um rapaz. “Fora do Mundo” é o seu primeiro livro de poesia.

[close]

p. 12

as palavras mais simples de gisela gracias ramos rosa Título: as palavras mais simples Autor: gisela gracias ramos rosa Com aguarelas de Rui Paes Prefácio de Ricardo Gil Soeiro Edição: Dezembro de 2014 Páginas: 116 Encadernação: capa mole ISBN: 978-989-99187-1-9 PVP s/ IVA : 14,05€ PVP c/ IVA: 14,90€ "É do início que aqui se fala. De como as coisas, na sua inviolável nudez, ousam principiar, insinuando-se ao esplendor das palavras. De como estas depois se avizinham do coração inaugural de quem, assim desarmado, as lê. Esta é uma poesia genesíaca, em que a linguagem se assume, de pleno direito e sem concessões, como sopro vital, magma demiúrgico, respiração pulsante." excerto do prefácio por Ricardo Gil Soeiro Gisela M. Gracias Ramos Rosa nasceu em 1964, no Maputo. Licenciada em Relações Internacionais, Mestre em Relações Interculturais e pós-graduada em Migrações Etnicidade e Racismo. Trabalha no Ministério da Justiça como perita forense desde 1992. Publicou um diálogo de poesia com António Ramos Rosa, Vasos Comunicantes” (iniciado em 2004 e publicado em 2006). Colaborou em várias Antologias poéticas, Um poema para Ramos Rosa, Um poema para Agripina, Um poema para Fiama, O Prisma das Várias Cores, Viana a Várias Vozes (Viana do Castelo), Saudade (Amarante), Alquimia da Água (Huelva), Alquimia da Terra (Huelva), Voces Verdes de la Tartéside (Huelva), Pena Ventosa (Amarante), Cintilações da Sombra I e II (Lisboa), Arqueologia da palavra e a Anatomia da Língua (Moçambique), 100 poemas para Albano Martins, Amado Amato (Castelo Branco), Doce Inimiga (Braga). Tem colaborado em várias revistas de poesia onde se destacam: Mealibra (V.Castelo), Sulscrito (Faro), Cultura Entre Culturas, nº 3, Conflitos (CEMD). Participou na organização do caderno dedicado a António Ramos Rosa publicado na Revista Cultura Entre Culturas, nº 4, onde intermediou os conteúdos e colaborou com trabalho fotográfico e escrito; prestou colaboração idêntica para o caderno dedicado ao mesmo poeta e publicado na Revista Nova Águia nº 13 (2014). Co-organizou três exposições de desenhos de António Ramos Rosa no Algarve (Câmara municipal de Faro e Universidade do Algarve) e no ICS-Univ de Lx. Coordenou a publicação dos sete primeiros livros da Colecção de Poesia Meia-Lua da editora Lua de Marfim. Em 2012 recebeu uma menção honrosa no Prémio Internacional de Poesia NOSSIDE (Unesco) e recebeu uma medalha no Premio internacional de Poesia NOSSIDE 2013, com poemas publicados em antologia. Neste mesmo ano foi publicado o seu primeiro livro “tradução das manhãs” (2013), ao qual foi recentemente atribuído o Prémio Glória de Sant´Anna 2014 (primeira obra de autor em Portugal e países lusófonos).

[close]

p. 13

Antes de mim um verso de Maria Isabel Fidalgo Título: Antes de mim um verso Autora: Maria Isabel Fidalgo Prefácio: Luiz Fagundes Duarte Edição: Fevereiro de 2015 Páginas: 116 Encadernação: capa mole ISBN: 978-989-99187-6-4 PVP s/ IVA: 12,17€ PVP c/ IVA 12,90€ “A mão que escreve começa por afirmar que nasceu em verso – e acaba reconhecendo que é o amor o que lhe escuta a música. Entre um e outro discorre um livro em que a autora se escreve – e sem pressa desço por mim mesma –, e onde aquilo que mais encontramos são versos de amor compostos por um ouvido aberto à música. Mesmo quando aos versos se substituem pequenos textos em prosa – que no entanto guardam, no seu discorrer, a primitiva música dos versos. Versos que são palavras de amor que vão e vêm – até por serem versos – entre a autora e ela própria, entre ela e a mãe e a filha, e entre ela e figuras de poetas (Fernando Pessoa, Miguel Torga, Eugénio de Andrade, Daniel de Sá) e outras referências (a pátria, Abril, o livro, ou o outono) como o sorriso, aqui de certa forma transfigurado em síntese de comunicação: Todos os sorrisos são uma narrativa.” Luiz Fagundes Duarte, excerto do prefácio -- Maria Isabel Fidalgo nasceu em Braga, a 18 de Março de 1951. Bacharel em Filologia Românica e licenciada em Línguas e Literatura Modernas pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, professora aposentada do ensino oficial mas a exercer funções de docência, em regime de part-time, no Colégio D. Diogo de Sousa, em Braga. Ao longo da sua carreira foi coordenadora do Ensino Propedêutico, Delegada de Disciplina de Português e orientadora de Estágio de Português pela Universidade do Minho. Foi responsável pelo Jornal da Escola e colaboradora do mesmo, com publicações de carácter poético e de crítica literária. Ao longo do seu percurso foi estando envolvida, como animadora cultural, em actividades ligadas ao teatro, ao canto, à poesia e à dança, sendo o ballet clássico a sua grande paixão.

[close]

p. 14

Memórias e Divagações de João de Deus Rodrigues Título: Memórias e Divagações Autor: João de Deus Rodrigues Prefácio: A. M. Pires Cabral Ilustrações de Luís Manuel Pereira Edição: Maio de 2015 Páginas: 142 Encadernação: capa mole ISBN: 978-989-99187-8-8 PVP s/ IVA: 12,74€ PVP c/ IVA: 13,50€ "João de Deus Rodrigues chamou ao seu novo livro de poesia "Memórias e Divagações". O título diz tudo: o poeta, se por um lado recorda, por outro lado observa e discorre. As duas coisas acabam porém por não ser contraditórias, mas complementares. Quem recorda produz um discurso; quem discorre apoia-se na memória, nem que não seja senão para contrastar os velhos com os novos tempos. E assim, na sua aparente dicotomia, o livro acaba por ser uno." A. M. Pires Cabral, excerto do prefácio -- João de Deus Rodrigues nasceu na freguesia de Morais, concelho de Macedo de Cavaleiros. Começou a escrever prosa e poesia há já alguns anos. O que escreve, principalmente poesia, reflecte o seu pensamento, as suas emoções, angústias, medos e esperanças. É sócio da ALTM Academia de Letras de Trás-os-Montes, da SPA - Sociedade Portuguesa de Autores, da APP Associação Portuguesa de Poetas, e do CEMD – Circulo de Escritores Moçambicanos na Diáspora. Foi-lhe atribuído o Prémio Nacional de Poesia Fernão de Magalhães Gonçalves 2011. Frequenta a UITI – Universidade Internacional para a Terceira Idade, em Lisboa. Tem contos e poemas publicados em várias Antologias.

[close]

p. 15

Efeitos de Captura de Luís Filipe Sarmento Título: Efeitos de Captura Autor: Luís Filipe Sarmento Edição: Outubro de 2015 Páginas: 116 Encadernação: capa mole ISBN: 978-989-99458-1-4 PVP s/ IVA: 12,17€ PVP c/ IVA: 12,90€ "O presente livro de Luís Filipe Sarmento, Efeitos de Captura, apresenta-se-nos simultaneamente como um olhar analítico-crítico sobre o hoje e como um itinerário de cariz normativo, onde predominam dados aspetos salvíficos e iniciáticos. Assim, o poeta cinde a sua obra em três partes distintas que são, não só territórios devidamente caracterizados, mas também etapas hierarquizadas: abysmo, superfície, raro." Victor Oliveira Mateus "Luís Filipe Sarmento completa este ano 40 anos de carreira literária e a sua obra percorre um largo espectro, desde ficção a poesia e teatro. Tendo-se estreado em 1975, ainda muito jovem, com a sua recolha poética A Idade do Fogo, tem na sua bibliografia 19 livros publicados, sobretudo de poesia. A sua obra encontra-se representada em revistas e antologias nacionais e internacionais e foi traduzida para diversas línguas, como o espanhol, francês, inglês, croata, etc., A sua presença em vários eventos internacionais, nomeadamente festivais de poesia de grande prestígio, tem sido constante, ao longo da sua carreira." Maria João Cantinho Luís Filipe Sarmento nasceu a 12 de Outubro de 1956. Estudou Filosofia na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Escritor, Tradutor e Realizador de Televisão. Jornalista, editor, realizador de cinema e vídeo, professor de escrita criativa. Alguns dos seus textos encontram-se traduzidos em inglês, espanhol, francês, italiano, árabe, mandarim, japonês, romeno, macedónio, croata e russo. Produziu e realizou a primeira experiência de Videolivro feita em Portugal no programa Acontece para a RTP (Radiotelevisão Portuguesa), durante sete anos assim como para outros programas de televisão. É membro do International P.E.N. Club, da Associação Portuguesa de Escritores; do International Comite of World Congress of Poets; Foi coordenador Internacional da Organization Mondial de Poétes (1994-1995) e Presidente da Associação Ibero-Americana de Escritores (19992000). Tem participado em vários encontros, festivais e congressos internacionais.

[close]

Comments

no comments yet