SONOPLASTIA

 

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Defunições e aplicações

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musica som e meios técnicos sonoplastia sonoplastia conceito de sonoplastia montagem de sistemas Áudio e p.a instituto para o desenvolvimento social ­ prof joão marrana página 1

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musica som e meios técnicos sonoplastia sonoplastia é a comunicação pelo som abrangendo todas as formas sonoras música ruídos e fala e recorrendo à manipulação de registos de som a sonoplastia estabelece uma linguagem através de signos e significados sonoplastia do lat sono som gr plastós modelado é um termo exclusivo da língua portuguesa que surge na década de 60 com o teatro radiofónico como a reconstituição artificial dos efeitos sonoros que acompanham a acção esta definição é extensiva ao teatro cinema rádio televisão e web antes designada como composição radiofónica tinha por função a recriação de sons da natureza de animais e objectos de acções e movimentos elementos que em teatro radiofónico têm que ser ilustrados ou aludidos sonoramente incluía ainda a gravação e montagem de diálogos e a selecção a gravação e alinhamento de música com uma função dramatúrgica na acção ou narração o sonorizador auxiliado por um contra-regra que produzia efeitos sonoros em directo foley effects bruitage tais como a abertura de uma porta à chave e o consequente fechamento passos caminhando em pisos de diferentes superfícies ou o galope de um cavalo efectuado com casca de coco percutida ou ainda auxiliado por um operador de som que manipulava os discos de efeitos sonoros de 78 rpm controlava a mistura dos vários elementos sonoros com a voz gravada a sua posterior associação à televisão e ao cinema documental toma subtis variações e formas recorrendo aí com maior incidência à selecção de músicas para o instituto para o desenvolvimento social ­ prof joão marrana página 2

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musica som e meios técnicos sonoplastia acompanhamento de sequências de imagem ou como música de fundo de uma narração todo o som utilizado numa construção sonora audiovisual tem o objectivo de ilustrar/destacar movimentos ou acções que ocorrem na sequência de uma cena diálogo locução etc a montagem do áudio na sonoplastia pode conter elementos que reforcem a naturalidade do que está a ocorrer ou fazer com que o receptor tenha uma percepção diferente do que seria o som natural daquela acção para a realização de criações sonoras podemos classificar os efeitos sonoros em dois tipos efeitos editoriais são eventos sonoros que não exigem grande complexidade de obtenção e manipulação por exemplo ruídos de computador buzinas assobios etc efeitos principais são eventos sonoros que necessitam um trabalho de produção e pesquisa mais elaborados muitas vezes a criação daquele som exige um grande tempo para ser alcançada e carece de um grande esforço criativo do sonoplasta por exemplo som de uma nave espacial que percorre velocidades enormes sons de animais extintos etc sonoplasta em teatro actualmente o sonoplasta em teatro é um dos elementos da equipa criativa assim como o cenógrafo o figurinista e o desenhador de luz que trabalhando com o encenador na busca do conceito de uma banda de som consistente e coesa com as outras áreas de criação explora as possibilidades expressivas do som fornecendo uma realidade física real ou imaginária um mundo lógico e coerente recriando cenários objectos ou personagens instituto para o desenvolvimento social ­ prof joão marrana página 3

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musica som e meios técnicos sonoplastia sonoplastia e desenho de som instituto para o desenvolvimento social ­ prof joão marrana página 4

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musica som e meios técnicos sonoplastia deus deu ao homem dois ouvidos mas apenas uma boca para que ele oiça o dobro do que fala epicteto o estóico a propósito das epopeias de homero o estilo do orador participará de ambos os processos a imitação e a narração simples trovões o ruído do vento da saraiva dos eixos e roldanas trombetas flautas e siringes e os sons de todos os instrumentos e ainda os ruídos dos cães das ovelhas e das aves todo o discurso deste homem será feito pelo meio de imitação com vozes e gestos e conterá pouca narração in a repÚblica de platão livro iii sonoplastia reconstituição artificial no teatro cinema rádio televisão etc dos ruídos que acompanham a acção in dicionário enciclopédico koogan ­ larousse ­ selecÇÕes instituto para o desenvolvimento social ­ prof joão marrana página 5

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musica som e meios técnicos sonoplastia sonoplastia introdução desde a grécia antiga até meados do séc xx anos 40 a necessidade da representação de determinados sons ditos efeitos sonoros considerados como informações essenciais de uma peça e provavelmente também espectaculares na experiência aural para o público implicava a imitação de sons naturais como o vento a trovoada ou a chuva através de meios artificiais máquinas de maior ou menor complexidade ou simples placas de aço e outros objectos que eram manipulados fora de cena durante o espectáculo modelo original do fonógrafo de edison com as invenções que possibilitaram a captação e a fixação de som em registos mecânicos e mais tarde magnéticos esses sons passaram a ser representados através de gravações que reproduziam esses acontecimentos a implementação da telefonia traz novas formas de comunicação surgindo o teatro radiofónico e os folhetins novelas radiofónicas fenómenos de sucesso que eram escutados e seguidos atentamente numa época em que os actores eram reconhecidos na rua pela voz À recriação de sons da natureza de animais e objectos de acções e movimentos elementos que em teatro radiofónico têm que ser ilustrados ou aludidos sonoramente inicialmente designava-se composição radiofónica incluía ainda a gravação e montagem de diálogos e a selecção a gravação e alinhamento de música com uma função dramatúrgica na acção ou narração instituto para o desenvolvimento social ­ prof joão marrana página 6

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musica som e meios técnicos sonoplastia o sonorizador auxiliado por um contra-regra que produzia efeitos sonoros em directo tais como a abertura de uma porta à chave e o consequente fechamento passos caminhando em pisos de diferentes superfícies ou o galope de um cavalo efectuado com casca de coco percutida recorrendo a um manancial de instrumentos e artefactos em que a imaginação era o limite para invenção da replicação artesanal de sons ou ainda auxiliado por um operador que manipulava os discos de efeitos sonoros de 78 rpm controlava a mistura dos vários elementos sonoros com a voz gravada na década de 60 para o desempenho dessa função começa a surgir uma nova designação a sonoplastia instituto para o desenvolvimento social ­ prof joão marrana página 7

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musica som e meios técnicos sonoplastia sendo um termo exclusivo da língua portuguesa está intimamente relacionada com a manipulação de registos de sonoros e abrange todas as formas sonoras música ruídos e fala a sua posterior associação à televisão e ao cinema documental toma subtis variações e formas recorrendo aí com maior incidência à selecção de músicas banda sonora não original para o acompanhamento de sequências de imagem ou como música de fundo de uma narração alterando o desempenho da música já não com uma função dramatúrgica de intenções mas como uma intenção meramente decorativa e acessória ou no caso de documentários institucionais com a intenção de criar a ideia de dinamismo e eficiência esta designação terá surgido numa época anterior à inclusão em portugal da tecnologia e potencialidades da música electrónica nomeadamente o sintetizador fazendo então um limitado uso do processamento de som a manipulação de som era reduzida às técnicas base de registo de montagem através do corte e colagem de fita magnética em bobines a edição e de mistura dos vários elementos sonoros com diferentes ajustes de volumes a sonoplastia e o teatro contemporâneo sonoplastia para teatro ­ 1 o desenvolvimento de efeitos na forma de estímulos aurais para acentuar o ambiente de uma peça in sound design for theatre À semelhança do teatro radiofónico e através de sistemas que permitem a ampliação e difusão de som os efeitos sonoros mecânicos em teatro foram deixando de ser utilizados tendo sido suplantados pela tecnologia de registos sonoros tornando-se com o decorrer dos tempos numa área cada vez mais especializada desenvolveu-se misturando os recursos da representação de efeitos sonoros da recriação de paisagens sonoras e da selecção musical utilizada entre actos como tempo necessário para mudança de cenários ou acompanhando a cena circunstancialmente ou comentando a acção através da representação emocional e psicológica instituto para o desenvolvimento social ­ prof joão marrana página 8

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musica som e meios técnicos sonoplastia actualmente o sonoplasta em teatro é um dos elementos da equipa criativa assim como o cenógrafo o figurinista e o desenhador de luz que trabalhando com o encenador na busca do conceito de uma banda de som consistente e coesa com as outras áreas de criação explora as possibilidades expressivas do som fornecendo uma realidade física real ou imaginária um mundo lógico e coerente através da selecção e manipulação de registos sonoros de música e efeitos sonoros da gravação de ambientes sonoros e voz e através da criação de ambientes musicais e de paisagens sonoras a sonoplastia toma assim o sentido genérico de controlo ou manipulação de registos sonoros recriando cenários objectos ou personagens ou redimensionando-os de acordo com a estética do espectáculo recorrendo ao `sampling criam-se amostras de qualquer som permitindo a repetição a alteração do tom e da velocidade ou efectuar a sua reversão de trás para a frente através da edição de som a montagem de som através do corte e colagem de fragmentos podem-se alterar músicas retirando compassos ou excertos ou copiar e duplicar adaptando a sua duração às necessidades de uma cena montar uma gravação de voz utilizando diferentes registos do mesmo texto escolhendo as melhores instituto para o desenvolvimento social ­ prof joão marrana página 9

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musica som e meios técnicos sonoplastia partes e eliminando imperfeições o recurso à gravação em multipista possibilita a sobreposição de vários elementos para uma composição sonora mais complexa na mistura efectua-se o equilíbrio tímbrico e de intensidades dos elementos de som e através do processamento de efeitos alteram-se timbres reconstituem-se espaços acústicos e constroem-se perspectivas sonoras na sonoplastia o registo sonoro nas suas variadíssimas formas e meios é a ferramenta e simultaneamente o produto final desenhado subsiste no entanto uma certa confusão na utilização do termo associando o sonoplasta ao operador de som segundo uma prática arcaica e conservadora no meio teatral o técnico de som é o membro do departamento de som que faz a instalação do sistema de som e que dá apoio técnico durante os ensaios e espectáculos poderá igualmente ser operador de som efectuando o controlo de som durante ensaios e espectáculos o que para além dos conhecimentos técnicos requer uma sensibilidade teatral e perícia musical podendo interpretar uma partitura guião de maior ou menor exigência com tempos de resposta a deixas execução de movimentos dinâmicos de crescendo e diminuendo fazendo a banda de som integrarse no espectáculo sendo discreta ou impositiva a sonoplastia como comunicação no inicio do século xx o manifesto futurista de luigi russolo l arte di rumori 1913 o surgimento da música electrónica na década de 20 com edgar varèse e da música concreta de pierre schaeffer na década de 50 o desenvolvimento da tecnologia que permite a invenção ou desenvolvimento de instrumentos musicais como o sintetizador e a instituto para o desenvolvimento social ­ prof joão marrana página 10

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musica som e meios técnicos sonoplastia guitarra eléctrica e de outras ferramentas para a produção o registo e processamento de som a par desse despertar estético suscitado pelo novos sons da revolução industrial conferiu ao ruído um novo estatuto abandonando lenta mas gradualmente o significado de som desagradável caminhando para o conceito de interferência na comunicação permitindo à sonoplastia afirmar-se como linguagem ­ a comunicação pelo som através da conceptualização da matéria sonora explorando a sua dimensão semiótica com símbolos e significados memórias e referências e já não meramente ilustrativa e acessória o preconizado art of noise sonoplastia para teatro ­ 2 comunicação através do som estabelecendo uma linguagem através de signos e significados associados ao conceito do espectáculo o teatro enquanto lugar vazio oferece o negro e o silêncio do palco no qual todas as ficções estão por construir lugar de produção de textos eles mesmo produtores de imagens evocatórias o teatro não tem a obrigação de existir transportando a carga do real contido na imagem É o lugar da alusão do fazer cenário um dos fundamentos do sonoro é a produção de efeitos dinâmicos a sua potência é a sua dimensão energética com o som pode-se ilustrar tempo e espaço ou recriar ambos o som pode definir a área envolvente da acção e até o que está para além do cenário visível o som da aproximação e partida de veículos pode estabelecer a geografia de um espaço cénico instituto para o desenvolvimento social ­ prof joão marrana página 11

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musica som e meios técnicos sonoplastia através da direcção da proveniência do som ou do trajecto que desenvolve no espaço acústico o som de uma fonte de água a correr pode infundir vida num cenário ou podem-se representar diferentes materiais através do som da chuva a bater em diferentes superfícies telhados de zinco janelas caleiras etc o som pode possuir uma função narrativa acentuando a profundidade e o significado da peça usando a música para a definição de diferentes estratos sociais dos personagens ou utilizando sons para fazer alusão à memória de um momento de uma acção ou até de um local pau de chuva acentuar atmosferas e emocionalidade sendo a função aparentemente mais fácil a manipulação da resposta emocional colectiva da audiência através da chamada atmosfera não deverá ser o objectivo primeiro a ligação de significados sonoros objectivos e subjectivos podem proliferar num espectáculo com bons resultados tanto quanto a sua contenção minimal a sua relação com o texto e com a encenação são a chave em teatro lida-se com o percurso de uma ideia abstracta ou imaginária para uma realidade física pelo que o escutado vai do realismo ao esboço do conceito à abstracção sempre na sensação instituto para o desenvolvimento social ­ prof joão marrana página 12

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musica som e meios técnicos sonoplastia glossÁrio ambientes musicais não possuem uma estrutura evolutiva podendo consistir na suspensão de um acorde ou apontamentos rítmicos melódicos ou harmónicos ou de `loops musicais ambientes sonoros ambiente de café ou de uma estação de comboio efeito sonoro som individual autónomo objecto sonoro p.ex fechar de porta acender de fósforo trovão latido de um cão etc loop repetição cíclica de modelos sonoros objecto sonoro a mais pequena partícula autónoma elemento de uma paisagem sonora paisagens sonoras paisagens urbanas ou rurais diurnas ou nocturnas instituto para o desenvolvimento social ­ prof joão marrana página 13

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musica som e meios técnicos sonoplastia o desenho de som ou design sonoro sound design o surgimento da denominação design o processo de criatividade organizada com objectivos ou funções definidas distingue-se da arte pela sua funcionalidade a guerra das estrelas george lucas 1977 e apocalypse now francis ford coppola são os dois filmes que marcam o ponto de viragem na história do som em cinema ambos celebram a banda sonora como um espectáculo de suster a respiração jactos ensurdecedores rugindo sobre as cabeças da audiência e helicópteros sobrevoando pelos quatro quadrantes do espaço cinemático pela primeira vez o logotipo dolby stereo surge no ecrã e na lista de créditos aparece o título profissional sound designer em conjunto com encontros imediatos do terceiro grau s spielberg 1977 alien ridley scott 1979 e o caminho das estrelas robert wise 1979 estes filmes pertencem à categoria de fenómeno de transição onde os desenvolvimentos técnicos são mostrados desinibidamente a principal característica deste fenómeno de transição que se dá no final da década de 70 na indústria cinematográfica de hollywood prende-se com o afastamento dos métodos tradicionais de produção e das estratégias formais de design os protagonistas deste fenómeno pertencem a uma nova geração de realizadores conhecida como new hollywood entre eles estão francis ford coppola george lucas steven spielberg e martin scorsese formados em programas de estudos cinematográficos na sua maioria nos departamentos de cinema das universidades da califórnia usc e ucla ­ onde tiveram a oportunidade de examinarem criticamente a história do cinema norte-americano assim como as novas tendências do cinema europeu a heterogeneidade da experiência dos vários representantes de new instituto para o desenvolvimento social ­ prof joão marrana página 14

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musica som e meios técnicos sonoplastia hollywood foram factores e influências que desencadearam e apoiaram a transformação do som em cinema esta geração de realizadores via-se como autores a tão falada teoria de autor desenvolvida como a política de autores nos anos 50 nos cahiers du cinéma por críticos como eric rohmer claude chabrol jean-luc godard e françois truffaut ­ recupera o culto do génio do romantismo no centro deste conceito reside a autonomia do criador que transporta a sua visão única e pessoal para o ecrã independentemente das regras e tradições isso significava originalidade em vez de estandardização uma sensibilidade e subtil transformação da realidade através do filtro de uma visão do mundo altamente pessoal em vez de uma manipulação de fórmulas os críticos dos cahiers focalizavam o seu interesse naqueles trabalhos em que descobriam a assinatura pessoal do realizador lado a lado jean renoir max ophüls robert bresson jacques tati e outros protagonistas franceses e também realizadores norte americanos por eles venerados como orson welles alfred hitchcock fritz lang howard hawks e john ford realizadores de forte personalidade que eram capazes de desenvolver uma aproximação particular à forma do cinema mesmo dentro dos sistemas rígidos dos estúdios nos anos 60 o crítico de cinema americano andrew sarris introduziu a teoria de autor no debate americano mas ao contrário da escola francesa sarris deu ênfase à natureza genuinamente colaborativa do processo de realização de um filme no qual o realizador nunca pode ser o único autor mas antes a força criativa galvanizadora de todas as áreas envolvidas num conceito unificador a geração new hollywood sensibilizada por esta atitude de autor e devido às práticas condicionantes da indústria cinematográfica vigente com que entram em ruptura assume uma nova postura francis ford coppola dá o primeiro passo mudando-se para san francisco com os mais talentosos estudantes de usc e ucla e iniciou a sua própria companhia american zoetrope com uma posição económica solidificada com a produção de jaws spielberg 1975 de coppola parte i 1972 e parte ii 1974 e american graffiti lucas 1973 estavam com capacidade para questionar e alterar os processos de produção estabelecido e poderiam desfrutar a liberdade material que lhes proporcionaria assumir a sua perspectiva de autor instituto para o desenvolvimento social ­ prof joão marrana página 15

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