Revista Fácil - Edição 171

 

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ANO XXI - 2016 - Edição 171 - R$ 8,00 - www. revistafacil.net Economia Empresas indiferentes à crise Turismo Dunas de Alagoas Internacional Natal na Alemanha Um mundo de sons e sabores Verão Moda Praia FÁCIL | Lazer e Negócios NE 1

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um passeio pela música e pelas águas do recife Do Cais do Sert‹o aos armazŽns do Porto, parando no Marco Zero do Recife Antigo, a orquestra Perfil se apresenta a bordo do Catamaran, venha curtir! FÁCIL | Lazer e Negócios NE 3

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Expediente Foto Capa: Divulgação Coleção Martersol 10Indiferentes à crise 16 Moda praia Sumário Gestão 08 Indiferentes á crise 10 Na visão do consultor 13 Moda praia 16 Dunas de Alagoas 22 Internacional 26 Coluna PB 30 22Dunas de Alagoas 26 Internacional Edição 171| Ano XXI | Dezembro /2016 www.revistafacil.net | FÁCILTV - www.faciltv.tv Presidente Fernando La Greca Diretora de Negócios Nilza Guerra Diretora de Produção Ana La Greca Projetos Especiais Eurico Amorim Colaboradores de Fotos Evaldo Parreira Ivaldo Régis Roberto Souza Colaboradores André Dantas Bento R. P. de Albuquerque Carlota Aymar Gilson B. Feitosa Horácio Abiahy Yluska Regina Quesado de Almeida Jaques Cerqueira José Cláudio Pires de Souza Leandro Ricardo Leopoldo Albuquerque Loy Longman Marcos Alencar Marco Polo Mariana Trajano Ney Anderson Roberta Monteiro Silvio Romero Rogério Almeida Colaborador São Paulo Renato Cury Fone: 11 2864.1636 Administração Rua D. Maria Vieira, 88-E - Ilha do Retiro Recife-PE - CEP 50830-020 Tel. 55 81 3039.0594 | 0596 Redação Tel. 55 81 3039.0595 redacao@revistafacil.net Comercial Tel. 55 81 3039.0594 comercial@revistafacil.net Projeto Gráfico e Capa Contorno Ideias e Soluções Tel. 55 81 3031.6987 www.contornoideias.com.br Assinaturas Tel. 55 81 3039.0594 Auditada por Baker Tilly Brasil Ceará Sucursal Fortaleza Diretor Mario Pinho Rua Coronel Manuel Albano, 900, torre V, Sl. 405 Maraponga - Fortaleza - CE Tel. 85 32 98 1506 | 85 98856 5149 OI 85 99764 4290 TIM | 11 96031 2011 OI/SP Brasília | Rio de Janeiro | São Paulo Linkey Representações e Publicidades Ltda. (61) 3202-4710/ 9984-9975/ 8423-0318 linda@linkey.com.br Contato São Paulo: Maria Marquezini (11) 99701-5278 | 97284-1919 98288-1919 mmarquezini@linkey.com.br A Fácil Lazer e Negócios Nordeste é uma publicação da EBI - Editora Brasileira de Imprensa Ltda Opinião dos colunistas não reflete necessariamente a opinião da Revista. Proibida a reprodução total ou parcial de matérias ou fotos sem a autorização da Revista. 6 FÁC IL | Lazer e Negócios NE

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GESTÃO Por Jaques Cerqueira jaquescerqueira@gmail.com Fotos: Divulgação Recuperação judicial O número de recuperações judiciais requeridas registrou queda em novembro de 2016, mas continua elevado, segundo especialistas. Foram 118 requerimentos contra 121 em outubro de 2016 (queda de 2,5%) e contra 122 em novembro de 2015 (decréscimo de 3,3%). Os dados são do Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações. Saída para a crise O Governo está estudando a possibilidade de autorizar saque de uma parte do FGTS para que os trabalhadores possam quitar débitos com bancos. A medida é apontada como tentativa de aquecimento da economia. Para ser colocada em prática falta somente haver entendimentos entre o presidente Temer e o ministro Henrique Meirelles. Geração da desesperança A falta de perspectivas geradas pela recessão econômica aumentou em 22,5% entre jovens dos 15 aos 29 anos que não estudavam nem trabalhavam em 2015. Essa é a geração da desesperança que chega a quase um quarto da população dessa faixa etária. Pior é que 14,4% dessas pessoas sequer se manifestaram a preocupação de buscar emprego. Governo fecha torneira 1 Os gastos com a manutenção da máquina pública do Governo Federal acumulam queda de 4,95%, descontada a inflação, nos 12 meses terminados em outubro. Em valores reais, o recuo chega a R$ 1,838 bilhão. Os números são do Ministério do Planejamento. Governo fecha torneira 2 De janeiro a outubro, o Poder Executivo cortou os gastos administrativos em 3,15% em relação ao mesmo período do ano passado. A redução chega a R$ 688 milhões, em relação ao mesmo período do ano passado. Mas o Governo precisa fazer muito mais. Novos navios Estaleiro Atlântico Sul A encomenda de oito navios feita pela South American Tanker Company Navegação (Satco) ao Estaleiro Atlântico Sul, deu fôlego ao polo naval pernambucano. O pacote de navios representa investimento de R$ 2,2 bilhões e vai garantir carteira ao Estaleiro até 2020. Os navios construídos pela Satco devem ser afretados pela Petrobras. Estados no vermelho A crise econômica nos Estados continua se agravando. Das 20 unidades da Federação que apresentaram déficit no primeiro semestre, oito atrasaram salários do funcionalismo: Distrito Federal, Minas Gerais, Mato Grosso, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, Roraima, Rio Grande do Sul e Sergipe. Reforma polêmica Vai sobrar para os aposentados a reforma da Previdência. O modelo adotado na década de 70 caducou porque o País envelheceu muito e os 11% de contribuição pagos pelo trabalhador somados aos 20% recolhidos pelas empresas não cobrem mais as despesas do INSS. Desde 2006 o rombo só faz aumentar. De R$ 45,214 bilhões, o déficit deve passar para R$ 167,629 bilhões em 2017. O mais preocupante nessa crise é que o governo Temer não consegue passar para a população o tamanho do problema. Tanto que Temer já admite negociar idade mínima e regra de transição. Sem reforma, o Brasil pode até viver o drama dos aposentados na Grécia, ano passado, quando os velhinhos ficaram de bolsos vazios. 8 FÁC IL | Lazer e Negócios NE

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ECONOMIA Texto Fernando La Greca Fotos: Divulgação Aché Guarulhos Empresas iàncdrifiesreentes Na contramão da crise econômica que cortou 12 milhões de empregos e levou milhares de empresas a cerrarem as portas, algumas indústrias dão andamento ao planejamento de longo prazo com novos investimentos em Pernambuco. O Aché, uma das cinco maiores companhias farmacêuticas do país, e outras grandes companhias, tais como a BRF – dona das marcas Sadia e Perdigão –, Unilever, InBetta, AmBev e PharmaPlus estão apostando na inauguração e ampliação de suas unidades no Estado. Na avaliação do presidente do Aché, Paulo Nigro, “este é o maior investimento da década em expansão de nossa indústria”. Para a construção em Suape de uma fábrica e um centro de distribuição, serão alocados recursos a ordem de R$ 500 milhões. A fábrica foi disputada também pelos Estados de Minas Gerais, Espírito Santo e Goiás. Essa será a primeira unidade fabril do laboratório no Nordeste. Ocupando uma área de 250 mil metros quadrados, a nova fábrica e o centro de distribuição vão gerar 500 empregos diretos e outros 2,5 mil postos indiretos. A escolha de Suape pelo Aché se justifica. É que nesta região as vendas de medicamentos têm avançado acima da média do mercado nacional. Só no ano passado, o Aché registrou receita líquida de R$ 2,4 bilhões. Com os negócios aquecidos na região, a indústria pretende dobrar de tamanho até 2020 e manter o ritmo de expansão a cada cinco anos até 2030. Grande parte do investimento deve ser financiada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e também pelo Banco do Nordeste. O restante do 10 FÁC IL | Lazer e Negócios NE

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dinheiro necessário ao empreendimento virá dos cofres do próprio Aché. Em volume, as regiões Norte e Nordeste respondem por mais de 20% das vendas do laboratório, que conta com quatro operações industriais nos Estados de São Paulo, Goiás e Paraná. “O Norte e o Nordeste crescem mais do que o restante do país e, para acompanhar, é preciso produzir localmente”, disse Paulo Nigro.   A expectativa é de que a plena operação seja alcançada em 2021, mas em 2019 já serão produzidos os primeiros lotes de medicamentos sólidos. Esses prazos levam em conta o rito das aprovações necessárias junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). De acordo com Paulo Nigro, o novo centro de distribuição deverá estar pronto um ano antes do início de produção, ampliando a capacidade logística do Aché no Nordeste. A unidade pernambucana elevará a capacidade produtiva instalada do laboratório em aproximadamente 50% e deve supor- Linha de produção do Aché tar o crescimento previsto para os próximos anos, com a possibilidade de absorver outras produções no futuro. Hoje, o principal segmento de atuação do Aché é o de medicamentos sob prescrição, mas o laboratório tem crescido também nos mercados de medicamentos isentos de prescrição (MIP), genéricos, nutracêuticos, dermocosméticos e cuidados especiais. Para 2016, a expectativa é a de que a receita líquida totalize R$ 2,8 bilhões, com alta de 17% – acima do crescimento esperado de 8% a 9% das vendas de medicamentos no varejo farmacêutico. O motor de expansão foram os lançamentos: 27 ao longo deste ano, três a mais do que o previsto no plano estratégico. Com investimentos da ordem de R$ 600 milhões, a Unilever vem tocando a construção de uma fábrica de sorvetes Kibon no município de Escada. Atuando em Pernambuco há 24 anos, a Unilever tem unidades em Garanhuns, Igarassu, Jaboatão Kibon investimento de R$ 600 milhões na nova fábrica de Escada/PE FÁCIL | Lazer e Negócios NE 11

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Sadia e Perdigão, investindo em Pernambuco. dos Guararapes e em Ipojuca, no Complexo de Suape. Com inauguração prevista entre o fim de 2017 e início de 2018, a nova fábrica será a 15ª da Unilever no Brasil. Quando estiver em operação, a nova unidade, que ocupa área de 440 mil metros quadrados, vai gerar aproximadamente 600 empregos diretos e 1,5 mil indiretos. Outra empresa que anda torcendo o nariz para a crise é o grupo gaúcho InBetta. Formado por empresas que atuam nos setores de ferramentas para pintura, produtos para limpeza e utensílios domésticos, o InBetta vai iniciar a construção de uma fábrica no município de Paulista, Região Metropolitana de Recife. Com investimento da ordem de R$ 100 milhões, o projeto é de construção de uma fábrica de bens de consumo, higiene, limpeza doméstica e industrial, ferramentas e utensílios. O início das operações está previsto para o segundo semestre de 2017. A nova fábrica deverá criar 260 empregos diretos. O canteiro de obras será instalado em uma área de 20 hectares no bairro de Maranguape II, às margens da PE22. A empresa já começou a contratar fornecedores. Num segundo momento será aberto o período de contratação para a fábrica, com previsão de abrir 600 vagas diretas na área de produção e operação de máquinas. Dona das marcas Sadia e Perdigão, a BRF também está investindo em Pernambuco. Vai ampliar seu centro de distribuição localizado no município de Vitória de Santo Ambev está ampliando sua fábrica em Itapissuma/PE 12 FÁC IL | Lazer e Negócios NE

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Antão (Zona da Mata), com a criação de até 150 postos de trabalho. A empresa vai precisar de profissionais na área de logística. Por sua vez, a Ambev está ampliando sua fábrica de cervejas em Itapissuma e vai contratar 200 pessoas para a área de produção. Já o Grupo JM, dona da marca PharmaPlus, que atua em vários segmentos da área de saúde em Afogados da Ingazeira, acabou de inaugurar a mais moderna central de distribuição de medicamentos e produtos hospitalares do sertão de Pernambuco. Indústria brasileira amarga prejuízo Apesar de tantos novos empreendimentos industriais em Pernambuco, nem tudo são flores quando o foco passa a ser mais amplo. Afinal, a indústria brasileira está operando atualmente 21,6% abaixo do pico de produção registrado em junho de 2013, segundo os dados da Pesquisa Industrial Mensal, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A linha de produção roda em patamar semelhante ao de dezembro de 2008, época da crise financeira internacional. Apenas 35,5% dos 805 produtos investigados tiveram aumento na produção em outubro em relação ao mesmo mês de 2015. Em setembro, esse porcentual de itens com avanço era maior, 41,1%. “Piorou, mas permanece aquele perfil baixo de produtos com avanço na produção. Outubro desse ano teve um dia útil a menos que outubro do ano passado. Isso não torna o resultado negativo, mas pode contribuir um pouco mais para a magnitude da queda no índice de difusão”, lembrou André Macedo, gerente da Coordenação de Indústria do IBGE. “Mas a leitura, independentemente disso, é que há a maior parte dos produtos investigados, assim como atividades e categorias econômicas, com queda”, acrescentou. Na comparação com outubro de 2015, a indústria teve retração de 7,3% em outubro deste ano, a 32ª taxa negativa consecutiva. O recuo na fabricação de bens de capital alcançou 9,8%. Os únicos subsetores que escaparam do vermelho foram os bens de capital para agricultura (alta de 9,2%) e para a construção (27,6%). Polo fármaco ficou no papel O polo farmacoquímico de Goiana, na Mata Norte, não se concretizou. Das 11 empresas previstas para se implantar no local em 2011, somente duas saíram do papel: a Hemobrás, que seria o empreendimento âncora e não foi concluída, e a unidade de produção de gases da White Martins. Implantada pelo governo federal, a Hemobrás fabricará hemoderivados e a sua conclusão está prevista, agora, para 2018. O empreendimento passou por inúmeros problemas que postergaram a sua finalização, inicialmente programada para 2014. No ano passado, a estatal chegou a ter vários diretores afastados sob a acusação de desvio de recursos como consequência da operação Hemobrás que fabricará hemoderivados só em 2018 Pulso da Polícia Federal. Ainda voltando ao polo farmacoquímico, pelo menos três das indústrias previstas estão aguardando financiamentos de bancos oficiais para fazer seus empreendimentos. O restante está esperando a crise amenizar para decidir se vai voltar a investir. Num momento de retração da economia como o atual, muitas decisões de investimento são postergadas. FÁCIL | Lazer e Negócios NE 13

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NA VISÃO DO CONSULTOR Prof. Bento de Albuquerque Consultor organizacional e Vice-diretor da FCAP Faculdade de Administração e Direito da UPE bento@jbconsultores.com.br Economia colaborativa, empreendedorismo e coworking Segundo os estudiosos, a economia colaborativa vem contemplando três possíveis tipos de sistemas: o mercado de redistribuição, que é baseado no princípio de “reduza, reutilize, recicle, repare e redistribua”, no life styles colaborativos que é o compartilhamento de recursos financeiros e materiais, habilidades e tempo e, finalmente, um novo sistema de acesso a produtos e serviços, que ocorre quando o consumidor ou usuário paga pelo benefício do produto e não pelo produto em si. Tem como base, por exemplo, o princípio de que aquilo que precisamos não é um CD e sim a música que toca nele, o que precisamos é um buraco na parede e não uma furadeira, e se aplica a praticamente qualquer bem, inclusive a um espaço de trabalho. A economia compartilhada permite também que as pessoas mantenham o mesmo estilo de vida, sem precisar adquirir mais, o que impacta positivamente não só no bolso das pessoas mas também na sustentabilidade do planeta. Empreendedores start ups, consultores organizacionais, coachings, profissionais liberais, programadores de TIC, desenvolvedores de aplicativos para mobiles phones, advogados, profissionais independentes de RH, publicitários, profissionais de criação publicitária e de marketing digital. Estas são apenas algumas das muitas atividades profissionais da atualidade que passam a fazer parte do novo mundo da economia partilhada ou colaborativa. Muitas delas já vinham utilizando o home office como local de trabalho mas o fato é que as limitações e características destes espaços domésticos não atendem às suas exigências específicas principalmente no que se refere à proximidade dos seus clientes, além das necessidades de contatos pessoais e de maior convivência com colegas e parceiros. Foi por conta dessa nova realidade econômica que surgiu o coworking, uma ampliação do conceito de escritórios virtuais e de escritórios compartilhados. Ele pode ser contextualizado como uma nova forma de pensar os relacionamentos profissionais e o ambiente de trabalho, uma ideia que se espalhou pelo mundo de forma irreversível fazendo com que se encontrem esses espaços colaborativos para serem utilizados de forma permanente ou ocasional em qualquer circunstância nas principais cidades do mundo. A necessidade de uma maior união e proximidade entre profissionais independentes permite que mais e mais escritórios se espalhem também pelo nosso país. No Brasil já se conta mais de 100 espaços disponíveis de coworking e no mundo todo se estima que já existam mais de 4000 espaços em funcionamento reunindo diariamente milhares de pessoas com o propósito de trabalhar em um ambiente mais acolhedor, mais inspirador e mais próximo de clientes e parceiros. Os sites de coworking que vêm sendo criados a partir do início desta década é também uma nova realidade. São projetos conjuntos de diversos fundadores de espaços de coworking no Brasil e no mundo com o propósito de ajudar a divulgar este novo conceito e de ajudar profissionais do setor da economia colaborativa a conhecerem este novo mundo de convivência e encontrarem o seu espaço ideal. O êxito desta nova oportunidade é produto de uma ideia bastante simples: atender às necessidades específicas de profissionais independentes que procuram um espaço democrático onde possam desenvolver seus projetos sem o isolamento do home office ou as distrações de espaços públicos como coffee shops ou bibliotecas. No coworking são disponibilizados ambientes especialmente pensados para o trabalho autônomo onde se pode também desenvolver uma networking com pessoas de diversas áreas e se dispor de toda uma infraestrutura para receber clientes com um custo menor do que se teria para alugar e manter uma sala comercial. São soluções flexíveis e inteligentes, em áreas geográficas específicas, com infraestrutura completa para se trabalhar com conforto, qualidade e baixo custo, com acesso garantido a um amplo pacote de serviços que inclui mobiliário completo, internet de alta velocidade, sala de reunião e treinamento, atendimento telefônico personalizado, suporte de uma equipe de atendimento, organização, limpeza e segurança, possibilitando melhores oportunidades para ampliação dos negócios e ganho de produtividade no desenvolvimento dos trabalhos individuais. A possibilidade de acesso ao mundo da economia colaborativa permite grandes oportunidades para empreendedores e profissionais que desenvolvem ideias inovadoras mas que não dispõem dos recursos financeiros, materiais e humanos necessários para dar início e andamento a um novo negócio. É também uma nova oportunidade para investidores interessados em aplicar seus recursos em negócios rentáveis e seguros. 14 FÁC IL | Lazer e Negócios NE

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