Jornauto edição 213

 

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Edição 213 da Revista Jornauto

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EXPEDIENTE - EDITORIAL A mãe das invenções Por Gilberto Gardesani Velho ditado diz que a necessidade é a mãe das invenções. A sabedoria humana existe em quase todas as pessoas, umas com mais outras com menos capacidade, mas precisam apenas de estímulos. Como é sabido, as guerras foram os períodos em que a tecnologia mais evoluiu, em todas as áreas. As maiores descobertas foram feitas nesse período. Como sou o dono deste espaço, quero usá-lo para dar minha contribuição nesse momento de grande aflição por que passa a nação brasileira. Tudo o que precisava ser dito já foi dito. Tudo o que precisava ser escrito, já foi escrito, mas não custa repisar certos fatos: foram 14 anos de espoliação do dinheiro público, da difusão de práticas cruéis para reduzir ainda mais o pouco que existia da dignidade de ser um cidadão brasileiro. Essas práticas ainda não foram todas descobertas. A cada dia aparece uma nova. A epidemia atingiu todas as camadas da sociedade, em todos os níveis onde entra dinheiro público. Felizmente conseguimos anular a cúpula que estava no poder, mas esse remendo, certamente, não é aquele que poderá nos dar o alívio necessário, é provisório, mas serve, por enquanto. Devemos pressionar para que a administração e os demais poderes públicos sejam desaparelhados com urgência. Por analogia, o Brasil é um país canceroso com diversos tumores que precisam ser urgentemente extraídos e o que ocasiona a pior metástase está no legislativo. Setor habitado por seres que não pretendem fazer nenhuma das reformas necessárias, a não ser aumentar suas benesses. O brasileiro precisa voltar a sonhar. O Brasil precisa renascer em novas bases, mas será uma luta que exigirá a participação de toda a sociedade. Precisamos acabar com a herança herdada do sistema de capitanias. Quem conhece a história do Brasil sabe do que estou falando. A constituição diz que todos são iguais perante a lei. Mas não são. A constituição diz que é proibido legislar em causa própria, mas eles legislam. A pergunta é essa: e o poder judiciário? Eles foram ino- perantes porque, como sabemos, também usufruíam das benesses recebidas. Mas ai reside uma pequena esperança. O que mudar? Estou consciente de que minha visão dos problemas não é compartilhada ou melhor, não é entendida por muita gente, só pelos mais esclarecidos. É óbvio que uma grande camada da população brasileira não tem condições de discernir o que é certo do que é errado. A prova está ai nos políticos eleitos. Portanto, o voto não pode ser obrigatório. Este seria um primeiro passo para tentar afastar os maus eleitores e melhorar a qualidade da representatividade do povo, principalmente no legislativo. Para mim, o cidadão deve assumir uma postura de responsabilidade para participar desse processo democrático. Deve estar consciente de que seu ato representa o futuro da sociedade, senão de sua própria família. Não se trata, portanto, de tirar esse direito de ninguém, apenas dar a possibilidade dele não precisar participar de algo que está além de suas condições culturais. O candidato, por sua vez, deve estar perfeitamente consciente de que decidiu dar um tempo de sua vida à causa pública e não como é atualmente, usar o cargo para enriquecer. Enriquecer, só é possível na atividade privada. É imprescindível estabelecer eleições distritais puras e não mista com pretende alguns. Ai sim entra a fiscalização dos órgãos responsáveis e, principalmente, a cobrança do eleitor em cima das promessas daquele que foi escolhido para representar seu distrito. Muitas outras mudanças deveriam ser feitas, mas estas duas seriam, na minha opinião, o início da implantação de um sistema que permitiria sonhar com uma nova era. A da tão sonhada dignidade de viver em um novo Brasil. Coisa que nunca tivemos. Cultura automotiva Edição 213 - Nov/Dez 2016 Uma publicação da Rua Oriente, 753 - São Caetano do Sul - SP Cep. 09551-010 | PABX: (5511) 4227-1016 contato@jornauto.com.br | www.jornauto.com.br 4 Revista Jornauto Edição: Gilberto Gardesani editoria@jornauto.com.br Diretoria: Gilne Gardesani Fernandez Gisleine Gardesani Tuvacek Administração: Neusa Colognesi Gardesani Cadastro: cadastro@jornauto.com.br Assessor: Giulio Gardesani Tuvacek giulio.gardesani@jornauto.com.br Distribuição/Assinaturas: assinatura@jornauto.com.br Produção Gráfica: Daniel Moscardo Impressão: DuoGraf Colaboradores: Adriana Lampert (RS) Alexandre Akashi (SP) Carlo Gianese (SP) Eliana Teixeira (ES) Fernando Calmon (SP) Guilherme Ragepo (BA) Luís Perez (SP) Mauro Geres (SC) Paulo Rodrigues (RS) Ricardo Conte (SP) Circulação Nacional: Distribuição dirigida aos diretores e principais executivos que decidem pelas marcas de veículos e peças utilizadas em suas empresas, nos segmentos de frotistas urbanos e rodoviários de cargas e passageiros, rede oficial e independente de oficinas mecânicas, retíficas, varejistas e distribuidores de autopeças, fabricantes de veículos, concessionários, autopeças, equipamentos, prestadores de serviços, sindicatos e associações de classes que representam todos os segmentos do setor automotivo brasileiro.

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MERCADO Futuro incerto Por Ricardo Conte Enquanto as vendas estão desaquecidas, os fabricantes de caminhões investem mais em serviços. Mas estão prontos para reconquistar um mercado represado até 2020 O PIB, pilar do setor, projetado para 2017 já baixou de 1,6% para 1%. O que desanima a indústria em fazer novos investimentos, mas manterá aqueles em andamento. As incertezas são tantas que um CEO disse que mesmo com bola de cristal é capaz de dar mais de uma alternativa e, talvez não possa apostar em nenhuma delas. A única coisa certa é que o mercado de caminhões cairá pelo terceiro ano consecutivo. De 2010 a 2014, o volume licenciado prometia retorno dos investimentos iniciados bem antes. Chegou ao recorde de 172,8 mil caminhões negociados em 2011, mas a crise política consumia noutra crise econômica mais feroz. Tanto que despencou -47,7% no final do ano passado, quando foram emplacadas 71,6 mil, ante as 137 mil unidades no ano anterior. Este ano se duvida se chega a 50 mil. O acumulado até outubro soma pouco mais de 42 mil, registrando queda de -31,1% em comparação a igual período de 2015. econômicos em termos de custo-benefício. “Daí essa sensação de antecipação de compra feita até 2014”, lembra. Acredita que nada substituirá o subsídio substancial do passado. Daí a importância, nesse período, de manter a rede de 154 concessionárias sadia no pós-venda. “Vendemos hoje mais serviços com foco nos contratos de manutenção”, argumenta. Conta que a MAN trabalha com único turno de quatro dias, ou seja, a um terço do tamanho do que era. Existe capacidade ociosa, as margens estão negativas e daqui para frente é trabalhar para ajustar a sua estrutura para o referido volume. “Não adianta planejar sem indicadores confiáveis. O governo anuncia crescimento em bases sólidas e sustentáveis e não fora do controle como acontecia. Assim, esperamos. Austeridade é bom, mas ruim: a economia vai demorar a reagir”, acredita. PSI distorceu mercado Pontos cinzas Quando surgiu o PSI em 2009, mais atrativo que o Finame do BNDES, para financiar bens de capital, incluindo caminhões e ônibus, ninguém esperava que gerasse uma falsa demanda de consumo que culminaria, com seu fim, num excesso de caminhões no mercado. E mesmo vendendo mais nesse ínterim, os fabricantes não conseguem repassar o custo da introdução da tecnologia Euro 5. Trabalham com produção de 1984, preço de 2009 e custo de 2016. Capacidade ociosa Segundo a Volkswagen, a indústria per- deu, em apenas dois anos, dez anos de investimento e treinamento de pessoal. “Custa caro essa volatilidade do merca- do”, disse Antonio Cammarosa- no, diretor de Vendas Nacionais de Ca- minhões. Controlada pela MAN, estava acostumada com altos e baixos do mer- cado. Só não esperava quedas consecu- tivas. “É reflexo de um mercado muito incentivado”, lamenta. Argumenta que Antonio Cammarosano o PSI criou uma demanda de troca de veículos pelas circunstâncias de taxa de juros baixa. Quando terminou, faltaram recursos. Quem comprou caminhão Euro 3 em 2011, ano de maior venda do setor, voltou a comprar dois ou três anos mais tarde para ficar competitivo, veículos com motorização Euro 5. Mais caro, é verdade, mas mais seguros e A Mercedes-Benz concorda que fazer planos está difícil. Existem tantas va- riáveis em cima da mesa, dependente do PIB crescer após ajustes do gover- no. “Isso vai impactar segmentos mais que outros e aumentar o consumo. Não sabemos onde e quanto”, disse Roberto Leoncini, vice-presidente de Vendas e Marketing. Segundo o VP, sinais nesse sentido movimentam o segmento de leves. A intensidade que cresce depende do que existe de capacidade ociosa no transporte de car- Roberto Leoncini ga. Depois de absorvida, o empresário pode, ou não, comprar. “Esse é um ponto tão cinza que ninguém sabe qual é essa capacidade ociosa”, continua. Conta com sua área de Inteligência de Mercado, importante termômetro que acompanha diariamente os indi- cadores econômicos para redesenhar cenários. A cada instante mudam as oportunidades. Cita um momento de aumento da procura por massas em substituição do arroz e feijão devido à alta de preços. “Fomos atrás dos fabricantes de macarrão para saber como está sendo transportado esse excedente”, conta. Mas acredita que ninguém deve ampliar e, sim, renovar frota em 2017. A começar pelas operadoras logísticas ligadas ao setor de bebidas e empresas exportadoras para garantir contratos internacionais. “Depois de cinco anos, esses veículos de operação severa perdem a efici- ência logística”, alerta. Sua expectativa para os próximos três, quatro anos é de uma curva ascendente. “Só não sei em que percentual”, ressalta. 6 Revista Jornauto

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Evolução e queda de volume nos últimos dez anos. Fonte: Anfavea Destaca crescimentos da marca com o semipesado Atego, que acumulava até outubro 2.912 unidades, graças às mudanças efetivadas no chassi, agora reto e não mais partido, facilitando implementações. E do novo Actros que vai bem além do velho Actros.A Mercedes detém 23,3% de participação dos extrapesados, somando 3.399 unidades vendidas até outubro. Seus produtos já podem ser financiados por alcançar índice de nacionalização acima de 65%. “Sinto que os bancos estão hoje mais interessados em financiar”, disse. Só lamenta que os preços das peças nacionais praticados aqui, como pneus, freios, entre outros, impactam mais do que a importação de outras que ainda tem em estoque.“Isso faz subir o preço do caminhão”, complementa. Extrapesados crescem Exportar ganha relevância A DAF, do grupo americano Paccar, também tem expectativa de elevar 2,5 pon- tos percentuais de participação de mer- cado. Faz ajustes na linha de montagem para produzir mais em 2017. “Estimamos chegar a 7,5%”, disse o CEO Michael Kuester. Este ano deve fechar com 750 unidades, saídas da nova fábrica em Ponta Grossa (PR), primeira fora da Europa, que comple- ta três anos de operação. Independente do atual cenário, o CEO acredita que, no final do ano que vem, o segmento de pesados, Michael Kuster onde atua com linha Premium, recupere 25% do volume perdido. A marca holandesa chegou ao Brasil quan- do o mercado estava em alta. Mesmo experimentando em tão pouco tempo, a pior queda do segmento, não vai desistir de garantir bases sólidas para sua rede. “Queremos estar entre os maiores fabricantes de caminhões pesados”, espera. Intenção desde 2011, quando trouxe os primeiros modelos importados. Com mais de 1.400 negociados, hoje produz quatro caminhões ao dia e os distribui à rede formada por 22 concessionárias e cinco pontos de serviços, envolven- do 14 grupos de investidores. Conversa com outros dois grupos para ampliá-la para 27 casas. Como estratégia, continua prospectando clientes, visitando-os e levando-os à planta paranaense. O CEO acredita que a imagem da marca já está consolidada no mercado.“Tem nos garantido vendas para expandir a nossa fábrica e rede”, afirma. A Volvo manterá os planos de investimentos, independente do momento econô- mico. Deixa claro que a relação com o Brasil é sólida e de longo prazo. Mesmo tendo sofrido grandes impactos de um ano para o outro nos negócios. Em nú- meros, licenciou 6.722 unidades em 2015, contra 18.832 no ano anterior, que já tinha sido menor que 2013, quando vendeu mais de 20,7 mil unidades. Se- gundo o CEO Wilson Lirmann, como a linha está atualizada, terá mais foco em criar soluções e tecnologias para garantir o sucesso dos clientes. “Isso não muda”, afirma. Desde os primeiros sinais da crise em 2015, a montadora sueca, de semipesa- dos aos extrapesados, vinha fazendo ajus- tes para atender um mercado menor (70 mil unidades) e, este ano, teve que efetuar novos cortes para atender outro menor ainda (50 mil). Vai ficar de olho nos mercados externos da América Latina, onde a Wilson Lirmann marca tem tradição, como Argentina, Co- lômbia, Chile e Peru, incluindo ônibus, que no mercado doméstico também caiu 48% no ano passado. As exportações sempre foram um dos pilares da marca sueca. “Hoje, claro, exportar ganha mais relevância”, disse. No Brasil, incrementa o que já vinha desenvolvendo para garantir aos clientes maior produtividade e rentabilidade nas suas operações. Há uma frota circulante grande que precisa também de manutenção para se conti- nuar eficiente. Para atraí-los às concessionárias, em meados de novembro, Revista Jornauto 7

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MERCADO até lançou campanha Black Week, ofertando promoções de peças com descontos até 60%. Conta com a força da sua rede, para juntos, manter os negócios nesses tempos difíceis. Para os próximos anos, trabalha com otimismo. “Esperamos recuperação lenta e gradual de caminhões a partir do ano que vem, mas é cedo para fazer previsões”, finaliza. Crise ajuda aprimorar A Iveco acha que, se as medidas a se- rem adotadas pela equipe econômica tiverem bases sólidas, a economia volta a crescer. Acredita que a inflação e taxa básica de juros já dão sinais de quedas. “Deve estimular o consumo interno, gerando novos recursos e um cenário novamente positivo”, afirma Marco Borba, vice-presidente para AL. “Fizemos o dever de casa e nos pre- paramos para quando o mercado vol- Marco Borba tar ao seu ritmo normal”, continua. “Aprimoramos os processos produtivos que necessitavam de ajustes e o aten- dimento a clientes com investimento responsável para impulsionar o pós- -venda”. Continuará trabalhando para atingir os mesmos objetivos que foram traçados com a chegada da Iveco no Brasil em setembro de 1997: fabricar veículos comerciais eficientes para o transportador e autônomo. “Investiremos melhorias para ficarmos mais competitivos, porque enxer- gamos aqui um ótimo mercado”, esclarece. Segundo ele, a montadora italiana fez ajustes pontuais também na rede, que tem sido uma ferramenta fundamental nesse período. “Nossa ideia é traçarmos, em conjunto, um plano para tornar nossos parceiros cada vez mais fortes e atuantes”, complementa. Segundo o CEO, para corresponder às expectativas deles, atua para man- ter maior disponibilidade de suas frotas ao menor custo operacional. “Hoje nossos pacotes de serviços são pautados por estes dois pilares”, ressalta. Acredita que o mercado externo é uma importante alternativa, mas está preparado para as duas demandas, internas e externas. Quer disponibilizar veículos versáteis que proporcionam baixo custo operacio- nal e serviços em parceria com a rede. “São fatores que fortalecem nossa posição e criam oportunidades de crescimento. Vamos aproveitar da me- lhor maneira possível, seja aqui ou lá fora”, disse. Preparado para desafios O diretor geral da Scania no Brasil, Roberto Barral, vê o mercado como um desafio. Enfrentará as atuais dificuldades dando continuidade ao trabalho já em andamento. “Temos produtos reconhecidos e boa sinergia nas equipes para buscar novas alternativas de soluções”, disse. Segundo ele, o mercado está muito abaixo da realidade, mas tampouco o era há três, quatro anos atrás. “Aquilo que tivemos com PSI e compras acima do normal não vai voltar”, continua. E espera reconquistar espaços onde a marca atua forte, como a soja no agrobusiness, cana de açúcar que se recupera e madeira que exporta 60% a mais. Independente do que acontecer lá na frente, sabe que terá que trabalhar com mais eficiência junto ao cliente. Conta com a parceria da sua rede no varejo, hoje com 122 pontos de atendimento. “R$ 70 milhões serão investidos para ele- var esse número para 139 até 2020”, informa. Ser referência em serviços é meta da Scania para reforçar um ramo de ati- vidade hoje tão decisiva para a sobre- vivência da marca: o pós-venda. Apre- sentou na matriz da rede Codema, em Guarulhos (SP), novo programa global de serviços que estará disponível em pelo menos 30 das atuais concessionárias até o final deste ano. “Temos Roberto Barral que ser proativo e conhecer as deman- das de manutenção das frotas”, antecipa. A proposta é reduzir em 75% o tempo de permanência dos veículos nas oficinas. Até o final de 2017, toda a rede estará dentro destes novos padrões de atendimento, inclusive para atender a demanda do mercado para o recente projeto lançado – Serviços Conectados, disponível na rede em janeiro – que propõe gerenciar custos e receitas para o cliente. “Com consultoria customizada prestada pelas concessionárias”, disse.Veja ma- téria exclusiva nesta edição. Inova com fusão A Ford acredita que ocorrerá uma melhora progressiva dos indicadores econômicos, impactando positivamen- te no desempenho do setor, já a partir do primeiro trimestre de 2017. Mas não espera recuperação total da eco- nomia nos próximos três anos a ponto de voltar aos volumes anteriores. Segundo Oswaldo Ramos, ge- rente-geral de Vendas e Marketing de Caminhões, a montadora americana, em particular, fez seus ajustes para Oswaldo Ramos essa nova realidade. Implementou o Projeto Fusão, que consiste na integração da força de trabalho das áreas ligadas à montagem final de carros e caminhões. “Essa iniciativa permitiu reduzir os custos operacionais da fábrica de São Bernardo do Campo e manter índice zero de acidentes de trabalho, mais qualidade e 100% da entrega no plano previsto”, afirma. Segundo ele, a Ford mantém-se forte nos segmentos onde atua, des- tacando a linha F-350 que continua líder com 34% de participação. E, ainda, seus modelos F-4000 e Cargos 816 e 1119, entre os caminhões mais vendidos na categoria de leves. Enquanto o mercado se recupera, para ele, a chave do sucesso para ven- cer a atual crise é concentrar esforços nos segmentos mais estratégicos para a companhia. Para tanto, foca também nos serviços de pós-venda, tanto para criar novas oportunidades de negócio, como para construir um relacionamento de longo prazo com os clientes, com objetivo de garantir sua satisfação e fidelização. Em paralelo, segundo ele, o mercado de exportação sempre foi tratado com muita atenção. “Estamos presentes na Argentina e no Chile e nos preparando para lançar nossos produtos em outros países da América do Sul”, antecipa. 8 Revista Jornauto

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Ministério da Cultura e Volvo apresentam:

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TRANSPORTE PESADO Conforto, segurança e economia com força bruta Gilberto Gardesani | Campinas – SP Mercedes-Benz lança versão fora de estrada da linha Axor com a segunda geração da transmissão MB Powershift, agora com sensor de inclinação O conceito Econfort foi lançado em 2014 e vem sofrendo adaptações desde então, procurando tornar os veículos ainda mais modernos, confortáveis, econômicos e seguros. Na linha de caminhões pesados Axor, que é formada por quatro modelos, o conteúdo desse conceito de modernidade cresceu ainda mais durante este ano. O fabricante decidiu começar mostrando a modernização que vem sendo aplicada nos modelos fora de estrada 3344 e 4144 durante todo ano para poder denominá-los como ano/modelo 2017, ambos com tração 6x4. Os dois outros modelos 2544 e 2644, fornecidos com tração 6x2, especialmente desenvolvidos para aplicação rodoviária, também receberão todos esses novos desenvolvimentos já nas primeiras unidades que serão produzidas no início do ano. Aceitação “Considerando as vendas acumula- das entre janeiro e setembro de 2016, aumentamos de forma significativa a já expressiva liderança da marca no segmento de extrapesados fora de estrada. São cerca de 50% de market share, com 1.625 caminhões emplaca- dos”, diz Ari de Carvalho, diretor de Vendas e Marketing Caminhões da Mercedes-Benz do Brasil. “Isso signi- Ari de Carvalho fica cerca de 30 pontos percentuais sobre o segundo colocado e aproxi- madamente 10 pontos percentuais sobre nosso market share no mesmo período de 2015”. Isso se deve, segundo o executivo, à aprovação do inovador concei- to Econfort. Garante que os usuários dos produtos da marca vêm de- monstrando uma satisfação cada vez maior com os resultados obtidos, principalmente em conforto para o motorista que culmina com mais economia e durabilidade dos componentes A consequência é uma maior disponibilidade dos veículos aumentando a rentabilidade da operação. “Tem sido assim desde 2014, quando este conceito foi lançado, trazen- do mais de 40 itens de economia, conforto, força e desempenho para as linhas de caminhões Actros, Axor e Atego”, afirma Ari de Carvalho. Linha Axor A Mercedes-Benz detalha os modelos que compõem a sua linha de caminhões Axor. Os modelos 2544 e 2644 que operam em ambiente rodoviário, como todos cavalos-mecânicos, são indicados para tracionar semirreboques com até 3 eixos convencionais ou distanciados com PBTC de 48,5 a 53 toneladas, bitrem com PBTC de 57 toneladas e bitrenzão/rodotrem com PBTC de 74 toneladas. Informa ainda que eles estão preparados para operar com os mais variados tipos de implementos disponíveis no mercado como baú de alumínio, isotérmico e frigorífico, graneleiro, sider, cegonheiro, tanques para líquidos e gases, porta contêiner, entre outros. O modelo 3344 foi desenvolvido para aplicação fora de estrada com CMT (capacidade máxima de tração) de até 123 toneladas, nas versões treminhão, enquanto a versão 4144 está especificada para operar plataformas, basculantes e betoneiras. Eles foram desenvolvidos, diz o fabricante, para severas operações da agroindústria canavieira e madeireira, mineração, construção civil e obras de infraestrutura, caracterizadas por locais sem pavimentação, pistas de terra e cascalho, topografia irregular e grandes aclives e declives. 10 Revista Jornauto

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Mudanças Transmissão Todas as mudanças aplicadas durante o ano nessa linha de caminhões culminou com a divulgação do lançamento da segunda versão da transmissão automatizada G330-12K com 12 marchas que dispensa o uso do pedal de embreagem, específica para utilização nos modelos fora de estrada, com afirma Ari de Carvalho. “Aliás, a Mercedes-Benz é a única fabricante a fazer essa adequação, visando o melhor desempenho e durabilidade de acordo com as características das operações fora de estrada. Isso proporciona confiabilidade ao cliente”. O operador tem a sua disposição três funções que podem otimizar a condução do caminhão nos diversos tipos de operação. Ao ligar o motor, a função “Power Mode Off-Road” já está automaticamente acionada. Proporciona torque com força máxima para puxar a carga, que muitas vezes, supera 120 toneladas. Oferece ainda maior controle da troca de marcha pela posição do pedal do acelerador, evitando trocas desnecessárias. Essa função pode ser desabilitada quando o veículo está na rodovia, bastando apertar a tecla “Power/OFF” no painel. Assim, entra em operação o “EcoRoll”, que coloca a transmissão do veículo em neutro quando não há demanda de torque. Isso ocorre de forma segura e controlada, sem a intervenção do motorista, auxiliando na redução do consumo de combustível. Outra importante função é a de “Manobra” que propicia controle preciso Todos os elementos do seu trem de força são produzidos pela própria Mercedes-Benz. Como resultado, o conjunto é eficiente e equilibrado, destacando-se pela força, robustez e durabilidade, afirma Ari. Ele explica que essa linha de caminhões vem recebendo, no decorrer deste ano, uma série de inovações. As três últimas são os destaques que permitem chamar os Axor fora de estrada de ano/modelo 2017: a transmissão, o espelho frontal que permite visão da frente do caminhão. Antes, era impossível visualizar um objeto abaixo da linha do parabrisa e os novos bancos com elevado padrão de conforto e ergonomia. É coberto com vinil para facilitar a limpeza. Ambos, motorista e passageiro contam com controles laterais para todas as posições, inclusive apoio de braço. Mas, não fica só nisso. Os filtros de ar e de combustível foram realocados e agora estão mais protegidos, atrás da cabina. Tem novo protetor de cárter e o último degrau da escada de acesso à cabina foi redesenhado e agora conta com apoios de borrachas para evitar que seja arrancado. O novo painel tem os instrumentos coloridos permitindo uma navegação mais amigável. Um detalhe importante: o assoalho recebeu uma camada de borracha para nivelar o piso e dar mais conforto ao pé esquerdo do motorista. Tudo isso também será oferecido nos modelos rodoviários 2544 e 2644 ano/modelo 2017 que começarão a sair das linhas de montagem no ano que vem. A diferença, com relação à transmissão é que, nesses modelos, ao ligar o motor, o câmbio estará automaticamente ligado na função “EcoRoll”, mas sem dispensar a “Power Mode Off-Road” que está disponível para ser acionada quando e se necessário. Nesses modelos, o novo banco do motorista terá acabamento de tecido que oferece um conforto ainda maior em longas viagens. Transmissão Modelos 3344 e 4144: tração 6x4 fora de estrada Transmissão G330 - 12K tipo Automatizada, sem pedal de embreagem Nº marchas 12 - Relações primeira/ última - 11,63/0,77 Relação de marchas Giros do motor em relação aos giros no pneu. do veículo na movimentação em pátios, contribuindo para maior segurança. Mercedes-Benz lança mais uma grande novidade, inédita no mercado. É o sensor de inclinação colocado na caixa, disponível para os caminhões Axor fora de estrada. Esta tecnologia também é aplicada nos caminhões extrapesados Actros e nos semipesados Atego. Permite a utilização e troca correta de marchas em rampas, de acordo com sua inclinação, dando segurança ao motorista, e sem permitir o retorno da composição. Tomada de força MB NA 121-1b Embreagem Bidisco, diâmetro 400 mm Dois modos de operação: Power off-road, para condução em estradas de terra e ECO mode para condução em rodovias com controle no painel. Motor OM 457 LA – 6 cilindros – 12 litros Potência Máxima [NBR ISO 1585] 439cv(323 kW)@1.900rpm Torque Máximo [NBR ISO 1585] 2.200Nm(224 mkgf)@1.100rpm Revista Jornauto 11

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TRANSPORTE PESADO DAF completa três anos de Brasil Gilberto Gardesani | Ponta Grossa – PR Fabricante holandês de caminhões pesados comemora três anos de produção com uma frota de cerca de 1.300 unidades rodando no Brasil. A nimada com os resultados, a produção diária que era de três unidades passa para quatro, e já projeta aumentar para cinco no início do ano que vem. O crescimento das vendas deste ano são quase 60% superiores às do ano passado. Evidentemente, com esse volume, a DAF brasileira, com excelentes instalações construídas em Ponta Grossa, no Paraná, não é auto sustentável, mas conta com um enorme guarda-chuva, não só da sua matriz na Holanda, mas também do forte Grupo Paccar, norte americano, a quem pertence. Tem condições mais do que suficientes para aguardar a retomada da economia. Enquanto isso, aposta na qualidade dos produtos, no relacionamento com os clientes e foco total no serviço de pós-vendas. Caminho planejado “Completamos três anos de ope- rações no Brasil colhendo resul- tados de uma estratégia assertiva e de um trabalho excepcional de todo o time DAF. Temos a certeza de estar criando uma base sólida para, em pouco tempo, estarmos entre os maiores fabricantes de caminhões pesados do Brasil, com produtos de alta qualidade e ideais para os negócios dos nossos clientes”, celebra Mi- Michael Kuester chael Kuester, presidente da DAF Caminhões Brasil. Esse volume de produção e ven- das ainda não assusta os demais concorrentes que há anos disputam esse mercado, conhecem o caminho das pedras e têm suas marcas con- solidadas entre os usuários autônomos e empresas de logística. Apesar de ter ainda um longo caminho pela frente, a DAF está muito bem plantada aqui e tem um planejamento bem definido para ir mordendo pelas beiradas e conquistando o mesmo prestígio que, sabe-se, tem na Europa, mas que ainda não foi mostrado para a imprensa especializada. Percebe-se que Kuester procurou se cercar de executivos experientes, mas precisa cuidar também do segundo escalão porque sabe que não tem espaço para cometer nenhum erro. O presidente revelou que a DAF pretender lançar novos produtos na Fenatran 2017. Produtos e Serviços Atualmente, a DAF está produ- zindo duas versões de caminhões pesados. O modelo XF105 que é comercializado nas versões 6x2 e 6x4. Está disponível com três opções de motores: 410cv, 460cv e 510cv. Rodoviário, foi desenvolvido para ser utilizado em longas distâncias e com PBT de até 74 toneladas. Outra versão é o CF85 que, se- gundo o fabricante, é um modelo versátil para ser utilizado em vários tipos de operações de curtas Luis Gambim distâncias, com PBT de até 56 toneladas. Está disponível com tração 4x2 e 6x2. São duas as opções de motores: com 360cv e 410cv. Sua rede de concessionários conta com 22 unidades e crescerá à medida das necessidades. “Acreditamos na competência e seriedade de nossos grupos de investidores. Estamos dedicando boa parte de nossos esforços no desenvolvimento da rede DAF no Brasil e cada passo de crescimento é uma conquista enorme para nós”, revela Luis Gambim, diretor Comercial da DAF Caminhões Brasil. 12 Revista Jornauto

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SERVIÇO PESADO Na crise, foco em serviços Gilberto Gardesani | São Paulo – SP Scania utiliza experiência própria, em sistemas produtivos adotados em sua fábrica, para implantar, em seus concessionários, o “Processo Global de Serviços”. O objetivo é otimizar os serviços prestados pela sua rede de concessionários para torná-los mais rentáveis e eficientes, transferindo os ganhos para seus clientes, ganhando, assim, mais confiança no mercado. Fabricante acha viável reduzir em até 75% o tempo do veículo parado na oficina. A atual baixa nas demandas por produtos também serviu para alavancar novos projetos, entre eles o incremento na venda por planos de manutenção. O programa de manu- Fábio Souza tenção Premium, por exemplo, que permite ao cliente planejar melhor os gastos mensais, cresceu 11% este ano. Chega a representar 26% dentro do portfólio da empresa. “Ao fazer as contas e analisar tudo o que oferecemos com esse programa, os clientes estão percebendo seu real benefício de aumentar a disponibilidade da frota; de transformar gasto fixo em variável. A atuação próxima ao cliente, marca tradicional da Scania, que permite conhecer cada operação e desenvolver soluções personalizadas, tem o objetivo de gerar mais disponibilidade, com menor custo, afirma Fábio Souza, diretor de Serviços da Scania. Processo global A implantação do Processo Global de Serviços visa a otimização dos equipamentos e mão-de-obra existentes nos concessionários com a aplicação das melhores práticas já utilizadas na rede mundial da marca. No Brasil, o processo já foi implantado em trinta casas e deve terminar em 2017. Não se trata apenas de eliminação de falhas e melhoria de processos, o projeto cria sistemas para obter mais rapidez onde prevê até a chegada do cliente, antecipando a parte administrativa, operação dos serviços propriamente dita e o acompanhamento posterior garantindo a satisfação do transportador. “O Processo Global de Serviços vai trazer uma série de benefícios concretos para os clientes, entre eles a redução de até 75% do tempo real do veículo parado na oficina”, afirma Gustavo Andrade, gerente de Desenvolvimento da Rede de Concessionárias da Scania. “É um novo jeito de fazer serviços”, diz Gustavo. Casas próprias Hoje, atual rede da marca tem 122 pontos de atendimento, pertencentes a 14 grupos econômicos. O plano é investir R$ 70 milhões para aumentar para 139 pontos de atendimento, até 2020. A Scania se viu obrigada a assumir algumas concessionárias pela importância que elas tinham no mercado. Dos atuais 122 pontos, a Scania é proprietária de três matrizes que, juntas, somam 21 pontos. As matrizes são a Codema com sede Gustavo Andrade em São Paulo (fundada nos anos 1960), a Cavese em Santa Catarina com sede em Biguaçú e a Suvesa (fundada em 1964 na cidade de Canoas), em Eldorado do Sul (RS). As três Casas foram adquiridas pela Scania do Grupo Battistella. Em 2001, foram a Codema e a Suvesa. A Cavese foi a mais recente, em dezembro de 2015. Foram sete pontos de atendimentos comprados, além da matriz em Biguaçú, que estão instalados nas cidades de Concórdia, Cordilheira Alta, Criciúma, Lages, Tubarão e Videira. Todos cobrem 219 municípios. A outra concessão da marca em Santa Catarina permanece com o Grupo Mevepi, que detém quatro pontos, localizados nas cidades de Balneário Piçarras, Itajaí, Joinville e Rio do Sul. Revista Jornauto 13

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PASSAGEIROS Novidades tecnológicas Antonio Ferro | São Bernardo do Campo - SP Os ônibus rodoviários da Mercedes-Benz estão mais modernos. Novos equipamentos de segurança serão incorporados na linha O500. U m pacote tecnológico bem interessante reforçará os chassis rodoviários O500 da Mercedes-Benz do Brasil. Com esse foco na segurança, a principal fabricante brasileira de ônibus quer se destacar ainda mais no mercado, oferecendo também um melhor suporte ao cliente. Para Walter Barbosa, diretor de Vendas e Marketing de Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil, “a preocupação maior é oferecer segurança e auxílio na condução Walter Barbosa com a disponibilidade das tecnologias Advanced Emergency Braking System (AEBS - Sistema de Frenagem de Emergência); Lane Departure Warning System (LDWS - Sistema de Aviso de Faixa) e Tyre Pressure Monitoring System (TPMS), que é o Sistema de Monitoramento da Pressão e Temperatura dos Pneus), item inédito em veículos comerciais da marca no País. “Estamos reafirmando o compromisso da Empresa com o permanente desenvolvimento de produtos e serviços. Dessa forma, agregamos novas soluções para os clientes e reforçamos o posicionamento da nossa marca como referência de mercado”, comentou o executivo. Mais segurança Em melhores palavras, cada sistema tem sua função na estrutura mecânica dos chassis. O AEBS - Sistema de Frenagem de Emergência – é um item opcional para ônibus rodoviários da linha O500 RS (4x2) e RSD (6x2) para minimizar os efeitos de um eventual acidente. De acordo com a fabricante, quando o sistema detecta uma situação de risco, ele reduz a velocidade do ônibus por meio de avançados recursos de frenagem. Para tanto, avalia as condições do tráfego à frente, bem como as velocidades dos veículos. Se há risco de colisão, o AEBS ativa um alerta visual e sonoro. Posteriormente, faz uma leve intervenção nos freios e, se for necessário, realiza uma freada de emergência. “Consequentemente, isso traz mais segurança para os passageiros, o motorista e os demais veículos da estrada”, sintetizou Barbosa. Já o LDWS (Sistema deAviso de Faixa) possui uma câmera montada no parabrisa que detecta a posição do ônibus em relação às faixas da estrada, à direita e à esquerda. Funcionando em uma velocidade pré-estabelecida, esse sistema gera um alerta sonoro e visual que avisa o motorista se o veículo se move para fora da via sem o movimento intencional, aumentando a segurança de circulação. Mais recursos Outro detalhe que foi pensando para que o cliente possa obter um melhor rendimento em sua operação foi o desenvolvimento do TMPS - Sistema de Monitoramento da Pres- são e Temperatura dos pneus -, um avançado recurso de monitoramento da pressão e tem- peratura dos pneus. “O TPMS se destaca pela praticidade de verificação, uma vez que as informações são mostradas no painel de ins- trumentos do ônibus, sendo facilmente identi- ficadas. O sistema é composto por um sensor montado no interior de cada roda (exceto a Edson Brandão reserva), próximo ao bico de enchimento do pneu, e por antenas posicionadas em locais pré-definidos no chassi, além de um módulo eletrônico”, explicou Edson Brandão, gerente de Produto Ôni- bus da Mercedes-Benz do Brasil. Toda a linha de chassis de ônibus urbanos e rodoviários passará a contar com o novo painel de instrumentos, que segundo a montadora, caracteriza-se pela fácil navegabilidade e excelente visualização. “Agora, oferecemos mais infor- mações e dados instantâneos para o motorista por meio do novo painel, otimi- zando sua interação com os indicadores do veículo. Ele é simples e prático de operar, além de dar suporte à condução, visando maior eficiência na operação de transporte”, disse Brandão. Outra novidade será a introdução da caixa automática Ecolife (ZF) com retarder integrado na linha de rodoviários, opcional que agrega mais conforto para o motorista e os passageiros. 14 Revista Jornauto

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“CHEGOU NOS 500 MIL KM INTEIRO.” Daniel Begnini, frotista Transportes Begnini “É ECONÔMICO E MUITO FÁCIL DE DIRIGIR.” Sérgio Luiz Brandino, motorista Toda Carga Transportes Cinto de segurança salva vidas. QUEM CONHECE, SÓ VÊ LADO BOM. A DAF tem um caminhão perfeito para o seu negócio. Visite uma de nossas concessionárias e encontre o seu. DRIVEN BY QUALITY EEUURROOPPEEUU MFAABDREICADO INNOBBRRAASSIILL TRUCKS | PARTS | FINANCE WWW.DAFCAMINHOES.COM.BR Os Caminhões DAF possuem garantia total no primeiro ano sem limite de quilometragem. Para o segundo ano, a garantia não tem limite de quilometragem e é limitada ao trem de força (motor, caixa de transmissão e eixo traseiro). Os Caminhões DAF também contam com o DAF ASSISTANCE, serviço de assistência técnica emergencial 24 horas. O serviço é gratuito para caminhões no primeiro ano de garantia e pode ser acionado pelo telefone 0800 703 3360.

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