Revista Fácil - Edição 170

 

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Pernambuco que dá certo

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ANO XXI - 2016 - Edição 170 - R$ 8,00 - www. revistafacil.net Toledo: a histórica capital medieval da Espanha Entrevista Ronnie Duarte presidente da OAB-PE Colégio Americano Batista: Tradição e modernidade Piranhas: “a cidade inglesa de Alagoas” Pernambuco que dá certo FÁCIL | Lazer e Negócios NE 1

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O futuro de Pernambuco já tem a sua grande marca. A melhor educação Com a conquista do 1º lugar nacional no Ideb, o Índice de Desenvolvimento do Ensino Básico, Pernambuco tornou-se o estado em que o Ensino Médio mais avança no país. A posição, dividida com São Paulo, confirma um contínuo crescimento na área desde 2007. E reflete uma realidade: mesmo com a crise econômica, priorizamos a educação, investindo em programas inovadores e numa rede de escolas em tempo integral que é a maior do Brasil. Ainda há muito a ser feito, mas estamos no caminho certo. Com mais qualidade dentro e fora da sala de aula, escrevemos um novo futuro para os nossos jovens. E assim construímos uma marca cada vez mais sólida para o desenvolvimento de Pernambuco.

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o pública do Brasil. 1º LUGAR NO IDEB: um resultado feito de muitos outros. • 335 escolas em tempo integral, sendo 300 de referência e 35 escolas técnicas. • + de 5 mil estudantes já embarcados para o exterior por meio dos programas de intercâmbio Ganhe o Mundo, Ganhe o Mundo Esportivo e Ganhe o Mundo Musical. • 2,5% - a menor taxa de abandono escolar do Brasil. • 6 entre as 10 melhores escolas públicas de Ensino Médio do Brasil, no ENEM 2014. FÁCIL | Lazer e Negócios NE 3

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Expediente 24Entrevista Sumário 26 Educação 34Piranhas Gestão 08 Pernambuco que dá certo 10 Saúde 22 Entrevista 24 Educação 26 Coluna Bahia 18 Gastronomia 30 Coluna Abrajet 32 Alagoas 34 Internacional 38 Coluna PB 42 38 Internacional Edição 170| Ano XXI | 2016 www.revistafacil.net | FÁCILTV - www.faciltv.tv Presidente Fernando La Greca Diretora de Negócios Nilza Guerra Diretora de Produção Ana La Greca Projetos Especiais Roberto Nobrega Colaboradores de Fotos Evaldo Parreira Ivaldo Régis Roberto Souza Colaboradores André Dantas Carlota Aymar Gilson B. Feitosa Horácio Abiahy Yluska Regina Quesado de Almeida Jaques Cerqueira Leandro Ricardo Leopoldo Albuquerque Loy Longman Marcos Alencar Marco Polo Ney Anderson Roberta Monteiro Silvio Romero Rogério Almeida Colaborador São Paulo Renato Cury Fone: 11 2864.1636 Administração Rua D. Maria Vieira, 88-E - Ilha do Retiro Recife-PE - CEP 50830-020 Tel. 55 81 3039.0594 | 0596 Redação Tel. 55 81 3039.0595 redacao@revistafacil.net Comercial Tel. 55 81 3039.0594 comercial@revistafacil.net Projeto Gráfico e Capa Contorno Ideias e Soluções Tel. 55 81 3031.6987 www.contornoideias.com.br Assinaturas Tel. 55 81 3039.0594 Auditada por Baker Tilly Brasil Alagoas Mozart Luna E-mail – lunamozartjornalista@gmail.com 082-99983-0749 Ceará Sucursal Fortaleza Diretor Mario Pinho Rua Coronel Manuel Albano, 900, torre V, Sl. 405 Maraponga - Fortaleza - CE Tel. 85 32 98 1506 | 85 98856 5149 OI 85 99764 4290 TIM | 11 96031 2011 OI/SP Brasília | Rio de Janeiro | São Paulo Linkey Representações e Publicidades Ltda. (61) 3202-4710/ 9984-9975/ 8423-0318 linda@linkey.com.br Contato São Paulo: Maria Marquezini (11) 99701-5278 | 97284-1919 98288-1919 mmarquezini@linkey.com.br A Fácil Lazer e Negócios é uma publicação da EBI - Editora Brasileira de Imprensa Ltda Opinião dos colunistas não reflete necessariamente a opinião da Revista. Proibida a reprodução total ou parcial de matérias ou fotos sem a autorização da Revista. 6 FÁC IL | Lazer e Negócios NE

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GESTÃO Por Jaques Cerqueira jaquescerqueira@gmail.com Fotos: Divulgação Pré-sal A Câmara dos Deputados aprovou o projeto que acaba com a obrigatoriedade de a Petrobras ser a única operadora do pré-sal, ampliando a participação privada na exploração dos campos. O texto segue agora para a sanção do presidente Michel Temer. Aumento de 100% Os quatro aeroportos que serão concedidos em 2017 Fortaleza, Salvador, Florianópolis e Porto Alegre - poderão elevar as tarifas cobradas das empresas, como as de pouso e decolagem, em até 100%, desde que reduzam o preço em outros horários. Varejo em queda Os índices de vendas a varejo no País continuam em queda. Em setembro, o setor registrou o pior resultado para o mês em 14 anos, encerrando o terceiro trimestre com perdas acentuadas e indicando que a recuperação da economia do país ainda caminha a passos lentos. Dados do IBGE indicam que as vendas recuaram 1% em setembro na comparação com o mês anterior e caíram 5,9% sobre um ano antes. Transposição O governo de Pernambuco vai abrir quatro licitações destinadas a contratar empresas para construir 42 sistemas de abastecimento de água próximos aos canais da Transposição do Rio São Francisco, que são os Eixos Norte e Leste. Com recursos federais, as obras estão orçadas em 80 milhões e vão beneficiar 12 mil pessoas em 108 comunidades. A transposição deve começar a operar em 2017. Comida a bordo Demorou. Mas, a partir de janeiro, a Latam vai adotar novo sistema de venda de passagens para voos domésticos. A ideia é que o passageiro possa ‘construir’ o valor de sua passagem a partir de um preço base, escolhendo os serviços que gostaria de incluir. A principal mudança será a alimentação a bordo, que passará a ser cobrada. A empresa ainda estuda o que pode ser disponibilizado para o passageiro e até o copinho d’água pode deixar de ser gratuito. Com a mudança, a Latam deve oferecer diferentes cardápios que devem incluir cerca de 50 opções de comidas e bebidas para os passageiros. Mas nada disso pode sair barato. Cartão Reforma Em meio a uma das mais graves crises econômicas dos últimos anos, o governo federal tem buscado meios de aquecer a economia. Um deles foi o lançamento do Cartão Reforma, programa de crédito destinado a famílias com renda mensal de R$ 1.800, para compra de material de construção e reforma de suas casas, com mão de obra própria. O programa vai contar com recursos da ordem de R$ 500 milhões. A meta do governo é atender até 100 mil famílias no ano que vem. De olho na inadimplência Vem aí a Gestora de Inteligência de Crédito (GIC), um bureau de crédito criado pelos cinco maiores bancos do País – Bradesco, Banco do Brasil, Caixa Econômica, Itaú e Santander – para fazer o mesmo que as empresas Serasa Experian, Boa Vista SCPC e SPC Brasil já fazem: levantar e fornecer informações de adimplência e inadimplência de pessoas físicas e jurídicas. A criação da GIC já foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Açúcar já era 1 Há pouco tempo, não dava para se imaginar que o açúcar deixaria de ser o principal produto de exportação de Pernambuco. Mas a bola da vez agora é o ácido tereftálico purificado (PTA), produzido em Suape e utilizado como matéria-prima na fabricação de poliéster têxtil, resinas PET para vários tipos de embalagem, além de fibras industriais usadas na fabricação de pneus, materiais e equipamentos para o setor elétrico, automotivo e indústria do petróleo. Açúcar já era 2 Mesmo perdendo espaço para o PTA, o açúcar ainda tem peso na balança comercial pernambucana. O problema agora é que a eleição do republicano Donald Trump para presidir os Estados Unidos pode inverter a lógica republicana de ser mais aberta ao comércio global do que os democratas. Assim, pode ser que a partir de 20 de janeiro de 2017, com a posse de Trump, haja mais retrocesso econômico do que avanço nas relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos. 8 FÁC IL | Lazer e Negócios NE

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PERNAMBUCANA COM MUITO ORGULHO. Uma empresa genuinamente pernambucana, a ASA ajuda a economia do Estado crescer. Sua extensa linha de produtos faz o maior sucesso nas prateleiras dos supermercados e nos lares dos consumidores. A confiança depositada nos mais de 250 itens, desde limpeza, passando por higiene e alimentos, enche a gente de orgulho. E, se depender de todos nós, continuaremos trabalhando para Pernambuco sempre dar certo. FÁCIL | Lazer e Negócios NE 9

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Pernambuco que dá certo Com expressivos parques de desenvolvimento econômico envolvendo desde a indústria, passando pela educação, saúde, comércio e tecnologia Pernambuco mostra que tem potencial de crescimento mesmo com a crise. O mercado aposta que 2017 terá um viés mais positivo para a retomada do crescimento da economia. Por Jaimar Chedid / Fotos Divulgação Com um leve crescimento no Produto Interno Bruto (PIB), com elevação real de 0,5% no segundo trimestre deste ano, em comparação ao trimestre anterior, Pernambuco dá sinais que a economia começa a suspirar. O cenário aponta que o estado está reagindo ao difícil momento econômico do país, mostrando a vocação que tem para ressurgir das intempéries. A expectativa do mercado é que a economia pernambucana aponta para a retomada do crescimento e aposta que 2017 seja de equilíbrio. O setor da indústria apresentou o melhor desempenho. O polo sucoalooleiro teve uma grande participação nesse panorama. Boa parte desse desempenho deu-se em função da boa performance do mercado exterior, a diminuição da oferta impulsionou a recuperação dos preços do açúcar. De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior, as exportações brasileiras na atual temporada deverão ficar em 27,1 milhões de toneladas, próxima da registrada na safra 2010/11, quando o preço do açúcar no mercado internacional chegou a históricos 35 centavos de dólar por libra-peso. No estado, o segmento registrou aumento na safra de cana-de-açúcar, no período 2016/2017, em torno de 13,5 milhões toneladas. Um volume expressivo considerando que a safra passada foi de 11,4 milhões. O setor depende muito da agenda nacional, com a política para o etanol, e do clima, cuja produção da cana sofreu com a estiagem. “A tendência é manter esse crescimento, mesmo ainda sendo inferior a nossa capacidade de produção, cuja média histórica é de 15 milhões, chegando a registrar safra de até 18 milhões de to- 10 FÁC IL | Lazer e Negócios NE

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Educação Comércio Tecnologia Indústria Agricultura Saúde FÁCIL | Lazer e Negócios NE 11

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Renato Cunha presidente do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool no Estado de Pernambuco neladas, mas vamos aguardar o comportamento das chuvas para ter um panorama mais seguro”, diz o presidente do Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool no Estado de Pernambuco, Renato Cunha. No interior, o Vale do São Francisco, uma das regiões mais promissoras do estado, a economia está presente o tempo todo. Apesar da crise, o volume de exportações de frutas está indo muito bem. Em 2015, o Vale foi responsável por 99% de toda exportação nacional de uva. Isso gerou cerca de 72 milhões de dólares. Também no ano passado, saíram da região 85% de todas as mangas exportadas pelo Brasil. O que movimentou cerca de 184 milhões de dólares. Segundo a Associação de Produtores e Exportadores Uva do Vale do São Francisco em Pernambuco de Hortigranjeiros e Derivados do Vale do São Francisco (Valexport), a expectativa é de que esses números aumentem. O polo fatura R$ 2 bilhões ao ano e produz mais de um milhão de toneladas de frutas, com destaque para uva de mesa e manga. O setor gera 240 mil empregos diretos no campo, sendo Petrolina, em Pernambuco e Juazeiro, na Bahia os municípios âncoras do segmento. O Polo Vitivinícola do Vale do São Francisco, que reúne vinícolas do Sertão de Pernambuco e o Norte da Bahia, é a segunda maior produtora de vinhos, espumantes e sucos naturais de uva no Brasil. A atividade gera 7 milhões de litros de vinho por ano e emprega diretamente 30 mil pessoas na única região do mundo que produz duas safras e meia por ano. .Outro segmento que não tem muito do que se queixar é a indústria de bebida. O polo cervejeiro tem atraído indústrias para o estado a exemplo da Itaipava, do grupo Petrópolis, que se instalou no centro industrial de Goiana há dois anos e já comemora a participação de mais de 20% do mercado estadual. Foram investidos R$ 600 milhões na fábrica para produzir 600 milhões de litros de cerveja por ano, gerando mil empregos diretos. Já a cervejaria Ambev expandiu sua fábrica em Itapissuma, na Região Metropolitana do Recife (RMR) no ano passado. O investimento gira em torno de R$ 400 milhões e a expectativa da empresa é de oferecer 200 novos postos de trabalho após a conclusão das obras. Atualmente a unidade emprega mais de 800 pessoas. Ignorando a crise em diversos setores da economia, uma nova empresa estará aportando por aqui, a Indústria Brasileira de Bebidas, (IBBEB), vai implantar uma fábrica de cerveja, chope, refrigerantes e outros 10 tipos de bebidas que deverá a operar em 2018, gerando 25 mil emprego com investimento de R$118,4 milhões. Há ainda o mercado de cervejas artesanais, que se consolida cada vez mais em Pernambuco. O movimento tem acompanhado a demanda crescente de apreciadores da cultura cervejeira. A Associação dos Cervejeiros Artesanais de Pernambuco (Acerva) contabiliza sete cervejarias locais e mais de dez estilos disponíveis em diversos pontos de venda. O segmento produtivo da cachaça, também traz previsões positivas quanto a seu mercado consumidor. A bebida é o terceiro destilado mais consumido no mundo, atrás da vodca e do soju (bebida destilada originária da Coreia e feita de arroz). A indústria brasileira está de olhos bem abertos para esse mercado. De acordo com o diretor comercial e de marketing da Pitú, uma das maiores exportadoras do país, Alexandre Ferrer o produto tem grande potencial para conquistar o mercado internacional.” Nossa diretora de relações internacionais, Maria das Vitórias Cavalcanti, esteve recentemente na China, onde mantemos contato comercial, e na Índia prospectando negócios”, destaca mostrando que a estratégia tem sido importante para a manutenção da produção em uma época de crise econômica. “Hoje estamos presentes na Europa, Estados Unidos, Canadá, México e em países da América do Sul”. 12 FÁC IL | Lazer e Negócios NE

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Fábrica da Pitú Alexandre Ferrer diretor comercial e de marketing da Pitú A Pitú enfrentou a crise mantendo o nível de emprego, sem precisar reduzir cargos. Alexandre ressalta que o desempenho da empresa conserva o mesmo padrão, sem precisar de grandes estratégias para o consumo interno. Retomada da construção Mas em outros setores a questão do desemprego causou estragos e acendeu a luz vermelha na economia. Contudo, em setembro deste ano o nível de emprego deu uma melhorada. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados FÁCIL | Lazer e Negócios NE 13

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e Desempregados do Ministério do Trabalho (Caged), foram criados 15.721 mil novos empregos em Pernambuco.. Na indústria da construção civil, uma das mais afetadas, há grande ânimo na reativação da economia através de projetos para que não faltem empregos no país. O investimento no setor é um dos caminhos mais eficazes também para combater o desemprego. “Estivemos com o ministro das Cidades, Bruno Araújo, que garantiu que já no próximo ano, o Governo vai estimular a construção de moradias através do Minha Casa Minha Vida, com financiamento da Caixa Econômica”, esclarece Eduardo Moraes, presidente da Associação Brasileira de Cimento Portland. A volta das construções gera expectativa, pois para cada investimento de R$ 1 bilhão para construção de moradias populares, são gerados cerca 51,3 mil postos de trabalho, considerando também os empregos indiretos. A indústria de cimento cresceu muito nos últimos anos a partir de novas fábricas. “Aqui no Nordeste fomos agracia- Eduardo Moraes, presidente da Associação Brasileira de Cimento Portland Indústria de cimento cresceu nos últimos anos dos com grandes investimentos em fábricas, como o Grupo Elizabeth, produtor de cerâmica e porcelanato, o Brennand, fez uma fábrica na Paraíba, o grupo Polimix-Mizu também. Outro que apostou no mercado foi o MDias Branco, que instalou uma unidade no Ceará, além do Cornélio Brenand, com uma fábrica de moagem em São Luiz do Maranhão Empreendimentos que representaram investimentos em torno de US$ 200 milhões individualmente”, acrescenta. Todavia ele ressalta o papel do Governo Federal na condução desse mercado através de investimentos em projetos estruturadores como estradas, ferrovias, entre outras construções de infraestrutura. Se a indústria de construção civil produz, o mercado também se expande e a economia circula. O setor viveu a última década de muito dinamismo e passou por duas fases bastante distintas. Primeiro, acompanhando o ciclo econômico do país em alta, experimentou um forte crescimento e registrou o auge da prosperidade. Porém, com a desaceleração da economia brasileira nos anos mais recentes, entrou em uma curva descendente significativa. Em 2014, ano da Copa do Mundo no Brasil, foram realizadas muitas obras de infraestrutura nas cidades-sede e houve valorização de bairros mais próximos de onde essas melhorias foram feitas. Em Pernambuco o boom veio com os grandes empreendimentos no Porto de Suape, refinaria, estaleiros, a atividade do Polo gesseiro, e outras obras estruturadoras. O grande número de empregos atraiu trabalhadores de vários estados e foi preciso construir mais unidades habitacionais para abrigar os novos “moradores”. Foram anos de ouro. Porém, já se ouvia falar em supervalorização dos preços dos imóveis e na construção se desacelerando para se adequar à demanda. Para o presidente da Federação das Indústrias de Pernambuco – Fiepe, Ricardo Essinger a crise acertou em cheio a construção civil. Para ele o grande problema em Pernambuco foi que a queda da economia fez estrago a uma indústria nova que estava em crescimento. O setor de petróleo e gás foi atingido antes de chegar à maturidade. O estaleiro, por exemplo, ainda estava se instalando e foi pego sem ainda ter conseguido uma condição de competitividade internacional, antes de maturar o processo produtivo. “A operação Lava Jato parou a Petrobrás. Em um mês desativou mais de 40 mil empregos. Não foi uma parada 14 FÁC IL | Lazer e Negócios NE

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