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informativo vetlab hipertireoidismo felino nesta edição -hipertireoidismo felino pág 1 e 2 exame em destaque teste alérgico pág 2 prostatite pág 3 transfusões em cães com anemia hemolítica imunomediada pág 4 -pancreatite canina pág 5 agosto /2011 o hipertireoidismo é considerado uma endocrinopatia comum em felinos de meia idade a idosos houve uma maior incidência de hipertireoidismo nos últimos anos sendo que esta foi maior do que outras duas enfermidades comuns de felinos insuficiência renal crônica e diabetes melito estudos concluíram que gatos que se alimentam de ração enlatada e aqueles que usam granulado sanitário têm um aumento significativo no risco de desenvolver hipertireoidismo as alterações clínicas de hipertireoidismo são progressivas e mais da metade dos gatos apresentam essas alterações em seis meses a um ano antes de serem encaminhados ao veterinário isso ocorre devido à apresentação clínica inicial aumento do apetite e hiperatividade ser confundida com um estado saudável a apresentação clínica clássica inclui taquicardia hiperatividade emaciação progressiva polifagia diarréia êmese poliúria e polidipsia o aumento das enzimas hepáticas alt fosfatase alcalina e ggt ocorre em 90 dos casos deve-se investigar a ocorrência de hipertireoidismo em todos os felinos de meia idade ou idosos que apresentem histórico de perda de peso principalmente quando evidenciar polifagia o exame físico geralmente revela uma má condição clínica uma pelagem opaca e um aumento da glândula tireóide -febre maculosa em cães pág 6 eas +pu/cu urocultura pág 7 importância da contagem de reticulócitos pág 8 vetlab análises clínicas veterinárias ltda estrada união e indústria 9381 sl 05 e 06 itaipava petrópolis rj cep 25730 736 tel 24 2222 2907 21 3255-4284 nextel 855573 cel 24 9232-0963
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informativo vetlab agosto /2011 a mensuração de t4 total é comumente a mais utilizada para confirmar o diagnóstico de hipertireoidismo quando o seu valor está aumentado o resultado é extremamente específico para o diagnóstico de hipertireoidismo noentanto um resultado dentro da normalidade não permitirá que se descarte o hipertireoidismo uma vez que podem ocorrer flutuações circadianas dos valores séricos de t3 e t4 exame em destaque teste alÉrgico o tipo mais comum de alergia é a inalantes ou atopia os cães podem ser alérgicos aos mesmos inalantes que afetam os seres humanos estes incluem pólen cedro freixo carvalho etc grama especialmente bermuda fungos mofo e os ácaros muitas dessas alergias ocorrem sazonalmente como a de grama outros são o tempo todo como fungos mofo e ácaros quando os seres humanos inalam esses alérgenos expressamos a alergia como um problema respiratório a reação do cão no entanto geralmente produz coceira grave generalizada na verdade a causa mais comum de prurido no cão é alergia a inalantes número é pequeno e eles são o tipo sazonal a coceira pode durar apenas algumas semanas se o número de alérgenos é grande ou eles estão presentes o ano todo o cão pode coçar constantemente o vetlab realiza o teste para 17 alérgenos com resultado em apenas 2 dias disponibilizamos também as vacinas para imunoterapia vetlab análises clínicas veterinárias ltda estrada união e indústria 9381 sl 05 e 06 itaipava petrópolis rj cep 25730 736 tel 24 2222 2907 21 3255-4284 nextel 855573 cel 24 9232-0963
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informativo vetlab agosto /2011 prostatite de acordo com o que citam alguns autores a presença de disúria corrimento uretral cistites recidivantes em um cão macho de meia idade não castrado são fatores sugestivos de alterações prostáticas estando presentes tais características e sinais clínicos no animal atendido a palpação retal análise do líquido prostático bem como a aspiração com agulha fina da próstata são exames úteis para o diagnóstico como descrevem barsanti;finco 1997 na doença crônica os exames de hemograma e bioquímica não se encontram alterados somente em casos de abscedação a análise do líquido prostático coletado através de massagem pode ser útil no diagnóstico não obstante a infecção do trato urinário deve estar controlada barsanti;finco 1997 raskin;meyer 2003 citam como exame complementar a aspiração com agulha fina da próstata para avaliação citológica para cultura e antibiograma colete o líquido em tubo de urina estéril não utilize swabs para que possa ser realizado a contagem de colônias a fosfatase ácida prostática sozinha não é diagnóstico de problemas na próstata mas sua avaliação é valida para acompanhar o tratamento segundo a literatura a antibioticoterapia prolongada em quadros recidivantes deve ser considerada uma opção para eliminar a infecção porém deve-se avaliar os efeitos colaterais dos medicamentos à longo prazo vetlab análises clínicas veterinárias ltda estrada união e indústria 9381 sl 05 e 06 itaipava petrópolis rj cep 25730 736 tel 24 2222 2907 21 3255-4284 nextel 855573 cel 24 9232-0963
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informativo vetlab transfusão de sangue agosto /2011 a questão que suscita controvérsias é a utilização de transfusões sanguíneas no tratamento de anemias hemolíticas imunomediadas pois as hemácias transfundidas ocasionariam um aumento na taxa de destruição eritrocitária em curso entretanto frente ao delicado estado clínico apresentado por alguns pacientes a transfusão se mostra a melhor e/ou por vezes a única opção terapêutica no caso de cães que apresentam anemia hemolítica imunomediada é mais indicada a utilização da papa de hemácias lavada em solução salina ocorrendo anemia hemolítica imunomediada pode-se observar tanto a ocorrência de autoaglutinação quanto a aglutinação nas provas cruzadas ocasionando dificuldades na seleção do sangue a ser transfundido um critério passível para determinar o sangue a ser transfundido é escolher o que apresentar a menor reação sorológica in vitro nestes casos a quantidade infundida deve ser a menor possível o procedimento adequado a ser utilizado é transfundir 1/10 da unidade doadora examinando a presença de hemácias e pigmenturia no soro e na urina após 30 e 60 minutos não sendo verificada a presença de hemácias ou pigmenturia podese admitir que as hemácias do doador não sofreram destruição rápida o que levaria a uma crise hemolítica ocasionando um benefício temporário em sua oxigenação novo perfil saúde em felinos hemograma completo pesquisa de hemoparasitos pif fiv fev toxoplasmose r 189,00 resultado no mesmo dia vetlab análises clínicas veterinárias ltda estrada união e indústria 9381 sl 05 e 06 itaipava petrópolis rj cep 25730 736 tel 24 2222 2907 21 3255-4284 nextel 855573 cel 24 9232-0963
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informativo vetlab agosto /2011 pancreatite canina em cães a causa da pancreatite é usualmente desconhecida mas os seguintes fatores potenciais e de risco devem ser considerados obesidade alimentação rica em lipídeos hiperlipemia drogas diuréticos tiazídicos furosemida azatioprina l-asparaginase sulfonamidas tetraciclinas trauma esplenectomia manipulação pancreática em procedimentos cirúrgicos distúrbios da microcirculação hipercalcemia refluxo duodenal choque e outras diversas e raras como envenenamento escorpiônico uremia cálculo biliar colangiohepatite lipidose hepática e neoplasias a alta prevalência de pancreatite na raça schnauzer pode ter relação com hiperlipidemia idiopática ou ainda a um componente hereditário recentemente a pancreatite foi reconhecida como uma complicação potencial de babesiose amilase e lipase séricas foram usadas para o diagnóstico da pancreatite canina por várias décadas mas ambos têm sido repetidamente demonstrados com baixa especificidade e sensibilidade em geral aproximadamente 50 dos pacientes com amilase sérica lipase sérica ou ambas elevadas não têm pancreatite williams e steiner 2005 a lipase imunorreativa canina cpli é altamente específica para função pancreática exócrina e aparenta ser um marcador útil para inflamação pancreática não é elevada em cães com gastrite e insuficiência renal crônica induzida experimentalmente além de não ser afetada por administração de prednisona atualmente o cpli é o teste diagnóstico mais específico e sensível para diagnóstico da pancreatite canina vetlab análises clínicas veterinárias ltda estrada união e indústria 9381 sl 05 e 06 itaipava petrópolis rj cep 25730 736 tel 24 2222 2907 21 3255-4284 nextel 855573 cel 24 9232-0963
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informativo vetlab febre maculosa em cÃes agosto /2011 a febre maculosa brasileira fmb é causada pela bactéria rickettsia rickettsii cuja patogenicidade é conhecida para seres humanos e cães e o carrapato amblyomma cajennense é tido como seu principal vetor apesar de serem susceptíveis à infecção por r rickettsii a doença clínica em cães foi relatada apenas recentemente no brasil onde observaram-se sinais comuns da infecção como febre anorexia letargia anemia e trombocitopenia os quais também podem ser encontrados em outras enfermidades como a erliquiose monocítica canina considerada a mais comum das doenças transmitidas por carrapatos em cães no país deste modo o diagnóstico clínico de fmb em cães pode ser confundido com o de outras enfermidades causando sua subnotificação o período de incubação em cães pode variar de 2 a 14 dias após a transmissão da bactéria pelo carrapato os achados iniciais podem incluir febre 39,2 a 40,5ºc que surge 4 a 5 dias após a picada do carrapato letargia anorexia depressão epistaxe petéquias e equimoses cutâneas injeções esclerais e conjuntivite nas mucosas ocular oral e genital sinais clínicos comuns também incluem tosse dispnéia aumento de sons broncovesiculares linfadenite perda de peso e desidratação dos animais outros sinais podem ser observados nos cães como dor abdominal diarréia mialgia poliartrite além de envolvimento do sistema nervoso central geralmente parestesia ataxia e síndrome vestibular alterações hematológicas incluem anemia trombocitopenia leucopenia leve após o aparecimento de febre seguido por leucocitose hipoalbuminemia hipoproteinemia hipocalcemia hiponatremia e aumento de enzimas hepáticas são as alterações bioquímicas mais comumente associadas à infecção em cães vetlab análises clínicas veterinárias ltda estrada união e indústria 9381 sl 05 e 06 itaipava petrópolis rj cep 25730 736 tel 24 2222 2907 21 3255-4284 nextel 855573 cel 24 9232-0963
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informativo vetlab eas pu/cu cultura e antibiograma urinária r 45,00 pu/cu agosto /2011 superpromoção para agosto,setembro e outubro de 2011 muitos médicos veterinários utilizam as dosagens de uréia e creatinina plasmáticas para avaliar a função renal porém estas concentrações só se alteram no sangue quando 75 dos néfrons já perderam sua função nesse estágio o estado clínico do paciente já se encontra agravado restando ao clínico apenas a opção de minimizar as complicações secundárias de um quadro de insuficiência renal a relação proteína creatinina urinária pu/cu além de nos fornecer praticidade na forma de coleta pois necessita somente de uma amostra de urina oferece ao veterinário a precocidade no diagnóstico de lesão renal já que essa relação se altera quando 25 dos néfrons estão acometidos a vantagem da utilização dessa análise é fornecer ao veterinário a oportunidade de alterar o curso da doença renal e aumentar a expectativa de vida de seus pacientes pode também ser utilizada junto à mensuração sérica para monitorar e avaliar o tratamento e progressão da doença renal enfim dispensa-se aguardar pelos sinais clínicos de azotemia e/ou síndrome urêmica antes de diagnosticar uma doença renal partindo-se daí pode-se detectar uma nefropatia antes mesmo que os pacientes apresentem complicações secundárias por se tratar de um teste quantitativo que fornece um ótimo parâmetro para monitorar o curso da doença renal e avaliar a resposta do animal diante a protocolos terapêuticos em diversas em enfermidades cultura a infecção do trato urinário itu é uma das afecções mais comuns que acometem os cães e estão entre as mais comuns indicações de antibioticoterapia um diagnóstico de itu pode ser feito através da associação dos sinais clínicos e da urinálise porém cultura de urina e testes de susceptibilidade aos agentes antimicrobianos são determinantes para um diagnóstico definitivo bem como para determinação do tratamento a ser instituído as bactérias mais freqüentemente envolvidas em infecções do trato urinário são membros dos gêneros escherichia sp proteus sp klebsiella sp enterobacter sp pseudomonas sp streptococcus sp e staphylococcus sp desde a introdução de drogas antimicrobianas na prática da medicina moderna os staphylococcus evoluíram em resposta a essa pressão as infecções causadas por esse gênero bacteriano são rotineiramente tratadas com uso de antibióticos e conseqüentemente a resistência às drogas tem sido um achado cada vez mais comum já na medicina veterinária o uso indiscriminado de antibióticos sem resultados de cultura bacteriológica e o antibiograma tem contribuído enormemente para o aparecimento de cepas multiresistentes de bactérias vetlab análises clínicas veterinárias ltda estrada união e indústria 9381 sl 05 e 06 itaipava petrópolis rj cep 25730 736 tel 24 2222 2907 21 3255-4284 nextel 855573 cel 24 9232-0963
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informativo vetlab agosto /2011 a importância da contagem de reticulócitos no hemograma veterinário a atividade eritropoiética da medula óssea e o ritmo de liberação das células da medula para o sangue periférico são os fatores determinantes do número de reticulócitos no sangue periférico em relação a classificação das anemias estas podem ser divididas em regenerativas com reticulocitose e aregenerativas sem reticulocitose a reticulocitose ocorre normalmente nos pacientes anêmicos com medula óssea funcional aqui estão incluídos os pacientes com perda de sangue ou anemias hemolíticas babesiose haemobartonelose deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase imunomediadas e hiperesplenismo e os animais que foram tratados com sucesso para outros tipos de anemia em contraste os animais com aplasia de medula eritropoiese inefetiva ou produção deficiente de eritropoietina podem mostrar uma contagem normal ou diminuída de reticulócitos a despeito de grave anemia nestes pacientes estão incluídos os com anemias por deficiências de ferro folato ou vitamina b12 anemia por hipoplasia devido a distúrbios endócrinos aplasia eritrogênica imunológica ou induzida por drogas leucemia carcinoma metastático mielofibrose insuficiência renal crônica e anemia por hipoplasia medular generalizada devida a felv ehrlichia estrógenos e quimioterápicos em gatos podem ocorrer 2 tipos de reticulocitose pontiados e agregados sendo a primeira forma indicativa de resposta regenerativatardia e a segunda de resposta recente a contagem de reticulócitos é assim crítica para o diagnóstico de várias doenças hematológicas e para a classificação dos pacientes com anemia além dessa utilidade diagnóstica a contagem de reticulócitos desempenha um papel de crescente importância na monitoração dos pacientes que estão sendo medicados para algumas doenças como é o caso dos que estão recebendo terapêutica pela eritropoietina epo e outros fatores de crescimento hematológicos usados para estimular a produção do éritrom vetlab análises clínicas veterinárias ltda estrada união e indústria 9381 sl 05 e 06 itaipava petrópolis rj cep 25730 736 tel 24 2222 2907 21 3255-4284 nextel 855573 cel 24 9232-0963
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