Dialogue - 6ª Edição

 

Embed or link this publication

Description

Sexta Edição da Revista Dialogue, uma publicação da Uni-ANHANGUERA

Popular Pages


p. 1

2016 - 6ª Edição Agricultura: A joia preciosa de Cristalina É tempo de jabuticaba! Um Lugar Chamado Inhotim Publicitário: prossão de mudanças rápidas

[close]

p. 2

Índice 3 Dialogue com o Reitor A genialidade dos visionários Prof. Dr. Joveny Sebastião Cândido de Oliveira 5 Um Lugar Chamado Inhotim 15 CAPA É tempo de Jabuticaba! 18 Agricultura: a joia preciosa de Cristalina 24 Publicitário: prossão de mudanças rápidas Expediente Estrutura Organizacional Prof. Dr. Joveny Sebastião C. de Oliveira Reitor Prof.Ms Luiz Felipe Cândido de Oliveira Vice-reitor Prof. Ms. Danilo Nogueira Magalhães Pró-Reitor de Economia e Finanças Prof. Ms. Geraldo Luccas Pró-Reitor de Comunicação e Marketing Prof. Ms. Kleber Branquinho Adorno Pró-Reitor de Cultura Profª Ms. Mayra Caiado Paranhos Pró-Reitora de Ensino a Distância Profª Drª. Maria José Del Peloso Pró-Reitora de Pós-Graduação e Pesquisa Prof. Ms. Valdir Mendonça Alves Pró-Reitor de Graduação e Extensão Prof. Esp. Ronilda Moreira da Paz Secretária Geral Ficha Técnica Dialogue: Veículo de Comunicação Interna do Centro Universitário de Goiás – Uni-Anhanguera Conselho Editorial Ana Amélia Umbelino dos Santos,Claudio Bosco, Claudomilson Fernandes Braga, Maria Emília Carvalho de Araújo e Murilo Luiz Ferreira Jornalista Responsável: Marley Costa Leite – DRT 217/JP Projeto Gráco e Diagramação: Carlos Sena Fotograa: Juliano Camargo Tiragem: 5000 exemplares – Distribuição gratuita 2016 – Ano 2 – Edição 5 Contato: marley.costa@anhanguera.edu.br 62 3246-1312 Av. João Cândido de Oliveira, Nº 115, Cidade Jardim - Goiânia-GO CEP: 74423-115 - Tel.: 62 3246-1404/ 1437 - Fax: 3246-1444 Conheça os cursos que o Uni-Anhanguera oferece BACHARELADO Administração Agronomia Arquitetura e Urbanismo Ciências Biológicas Ciências Contábeis Direito Enfermagem Engenharia Ambiental e Sanitária Engenharia Civil Engenharia da Computação Engenharia Elétrica Farmácia Publicidade e Propaganda Química LICENCIATURA Ciências Biológicas Pedagogia Química CURSOS TECNOLÓGICOS Análise e Desenvolvimento de Sistemas Design de Interiores Gestão Ambiental Gestão de Vendas; Gestão Comercial Gestão de Recursos Humanos Logística Processos Gerenciais Segurança Pública Redes de Computadores Construção de Edifícios CURSOS SEQUENCIAIS Gestão de Pequenas Empresas Gestão de Departamento Pessoal Gestão de Casas Lotéricas Gestão em Mobilidade Urbana Gestão de Órgãos Públicos Gestão de Segurança Pública Gestão de Vendas e Marketing Cálculo Trabalhista e Previdenciário Estudos em Marketing Digital Estudos em Gestão Empresarial Estudos em Desenvolvimento de Sist. Java com Ênfase em BI PÓS-GRADUAÇÃO Direito Civil e Processual Civil Direito Penal e Processual Penal Direito Previdenciário Direito do Trabalho e Processual do Trabalho Direito Público: Constitucional e Administrativo Direito Tributário Conciliação, Mediação, Negociação e Arbitragem MBA em Direito Minerário MBA em Administração e Acreditação Hospitalar MBA em Finanças e Controladoria MBA em Gestão de Resíduos Sólidos e Líquidos MBA em Gestão de Pessoas, Liderança e Coaching MBA em Gestão Empresarial com Ênfase em Consultoria 2

[close]

p. 3

Dialogue com o Reitor A genialidade dos visionários Prof. Dr. Joveny Sebastião Cândido de Oliveira Sempre que posso, nos discursos que faço, gosto de contar a história da primeira universidade do Brasil e fazer um paralelo com outros países. No passado, não muito distante, a educação brasileira foi desprezada pelos governantes e o motivo nos parece óbvio: é bem mais fácil comandar uma nação ignorante. Somos seres que nascemos imperfeitos e evoluímos a partir da educação e do conhecimento. Não há outro caminho. A existência exige do ser humano que se prepare para compreender e vivenciar experiências, e o aprendizado exige um processo sistemático. O Uni-Anhanguera vive hoje processo de expansão. Adquirimos extensa área em Terezópolis para instalar a Unidade de Campo dos Cursos de Agronomia, Ciências Biológicas, Gestão Ambiental, Farmácia e Engenharia Civil, criamos mais 10 cursos para atender a demandas de mercado, mas estamos convictos que ainda temos muito a aprender e amadurecer nesse processo e não temos como importar modelos de outros países, cujas histórias não são duplicatas das nossas. Então, a experiência de nossos mantenedores em sala de aula é a nossa mestra nessa caminhada que, acredito, faz parte do sonho e da esperança de jovens, pais, professores e colaboradores. Entramos nesse desao equipados com princípios éticos e compromisso com o bem coletivo. Cabe à comunidade acadêmica traçar as diretrizes e denir as qualidades que a levarão à vitória, como prossionais, cidadãos ou líderes em todas as áreas de atuação humana. O tempo passa de forma implacável e, ainda assim, o ser humano evita comprometer-se com o futuro. Nós, do Uni-Anhanguera, não temos medo de ser visionários. Fomos visionários quando pensamos em criar uma faculdade e somos agora, alimentando nosso sonho para o futuro. Um futuro que não nos pertence, daqui a 30 ou 50 anos, não estaremos aqui, mas o nosso legado, permanecerá e caberá aos nossos alunos, lhos e netos a continuidade. É difícil comprometer-se com o futuro quando não se sabe o que há de vir e o normal é comprometer-se pela metade, para que a outra metade possa se omitir sem culpa. O comum é ser imediatista. Avalia-se a situação presente e a estratégia não vai além de dois caminhos possíveis. Por isso é tão fácil desistir na primeira diculdade. Quando tenho que falar – e tenho que falar sempre – sinto que me comprometo com aquilo que penso e expresso. E falar exige passar antes por um processo de organização interna que não é apenas intelectual. O compromisso com o que expressamos é, talvez, a única forma de manter a constância e construir um mundo de verdades. Quando o assunto é ciência, números e argumentos são responsáveis pelo convencimento social, mas quando se trata do pensamento humano, seja acadêmico, político ou losóco, é praticamente impossível chegar a uma única verdade. Em toda sociedade os valores são moldados e distribuídos de acordo com os padrões institucionais e no Uni-Anhanguera perseguimos o ideal de aperfeiçoamento do pensamento, da crítica, da reexão. 3

[close]

p. 4

TEREZÓPOLIS Um passo de 50 anos em direção ao futuro A Câmara Municipal de Terezópolis realizou no dia 31 de agosto sessão solene para recepcionar o Centro Universitário de Goiás no município. O Uni-Anhanguera adquiriu extensa área para instalação de Unidade de Campo, que chega à cidade com atividades de campo dos cursos de Agronomia, Ciências Biológicas, Gestão Ambiental, Farmácia e Engenharia Civil. Inicialmente contará com salas de aula, laboratórios, campos experimentais, colégio agrícola e, para o futuro, poderá abrigar também o hospital-escola. Depois de um rápido café da manhã oferecido pelo prefeito com a presença da diretoria do UniAnhanguera e vereadores, o professor Joveny informou que só aguarda questões burocráticas para iniciar as obras e colocar para funcionar já no primeiro semestre de 2017, com o devido cuidado ambiental. Também falou da disposição da instituição em instalar uma escola agrícola no local. O prefeito Francisco Alves de Sousa Jr. disse que “desde a emancipação essa é a melhor notícia que Terezópolis recebe. Seremos grandes parceiros”. Para um auditório lotado com alunos do ensino médio, o professor Joveny fez um discurso cheio de esperança e motivação para os jovens que o ouviam. “Estamos aqui e agora, com alegria e emoção, dando um passo de 50 anos em direção ao futuro. São vocês que carregarão nos ombros todo o peso do presente nas diversas áreas, na educação, na economia, na política, na administração”. Lembrou as diculdades de sua geração com o isolamento de Goiás e falou que jamais os professores – agora sócios – que passavam pela rodovia todas as noites para dar aulas em Anápolis poderiam imaginar que 50 anos depois esta- riam implantando ali a primeira semente para a construção de uma universidade. “O Uni-Anhanguera nasceu do sonho de seis professores nessa estrada que corta Terezópolis. E o passo de 50 anos em direção ao futuro não é mais nosso, é de vocês, de nossos lhos e netos”. A sessão seguiu com a fala do presidente da Câmara, vereador João Batista que lembrou a vocação agrícola do município e da Secretária Municipal de Educação, vereadora Lúcia Rodrigues de Araújo, que destacou a importância de novas oportunidades na educação para a cidade. Em seguida a comitiva visitou o local onde será instalada a nova Unidade de Campo. 4

[close]

p. 5

ARQUITETURA Um Lugar Chamado Inhotim A formação de empresas culturais, o fortalecimento do mercado de consumo cultural, bem como a criação de exposições itinerantes e temporárias vinculadas às transformações artísticas, zeram com que os espaços expositivos adquirissem um novo caráter, exigindo uma reformulação tanto de suas antigas exigências quanto da necessidade de ampliação de seus limites no mundo contemporâneo. É nesse contexto de mudança quanto às concepções de espaços e montagens expositivas que é criado o Instituto de Arte Contemporânea do Inhotim, considerado o mais importante centro de arte contemporânea do país e, segundo especialistas, um dos mais signicativos do mundo. Membro do corpo docente de Arquitetura e Urbanismo desta Instituição desde 2014, a professora Ana Isabel Oliveira realizou durante dois anos um estudo sobre as concepções espaciais dos museus contemporâneos baseado na análise das galerias do Instituto Inhotim. O resultado desta pesquisa é sua dissertação intitulada “Interfaces entre Arte e Arquitetura: O Instituto de Arte Contemporânea do Inhotim”, que surge como meio de instigar e instaurar novas discussões e possibilitar o aprimoramento e desenvolvimento de parâmetros projetuais. Com um acervo de mais de 1.200 obras, o Instituto Inhotim conta hoje com 23 galerias, que em meio a 140 hectares de visitação se misturam a esculturas, instalações artísticas e um paisagismo cuidadosamente projetado. Em exemplares como a Galeria Adriana Varejão, inaugurada em 2008 e que abriga em caráter permanente as obras da artista que está entre as mais bem-sucedidas do circuito mundial, ca claro o diálogo entre arte e arquitetura, em que o edifício não se submete à obra e não perde sua expressão própria. É uma relação bilateral de troca de experiências e interpretações. O signicado resultante dessa relação é na verdade a percepção e a experiência vivida no uso dos espaços e lugares. No Instituto Inhotim, é nítida uma arquitetura que provoca e inspira, capaz de alterar as percepções do olhar e do que é vivido nesses espaços. Ana Isabel Oliveira é arquiteta e urbanista e mestre em Projeto e Cidade pela UFG. 5

[close]

p. 6

Artigo O arquiteto do Século XXI Prof. Dr. Sérgio Temer 6camraegseflrsoaaeérNsecpadúirctmscuataauhvaioeadoocmcrsddaauçsuRosvenadufUoaeçicmmúeoUsae,onaAdhandãruscnnlslse,rrsreêeseatanioodeasmebpeitvciasdsmnDcl-nmhorpedliuuaeocApcafideeuetaíaemaoeeorinnsonanrsAdvonnccçpsnscrortmnoidseaaâeãahitismrsiardgtpcAnedhqseaç,nóanotsaaáddaauarsaãoaeunrmtpcgnnrsiéq.csqfeodaoicdiidódoregdeiacaetsuerEuideid,ceeolmnaaargoe.duamnsiiiomaopctdrtdseirpssaeptuiaoeeenudnepsúadoararraaernptsadlseenaorbos,etanodtxrefsptolsguioealasoistoçaaiopeioseregreróctcsrõersstanaAranácreasmêscmad,eosUUnrdiaásoorineoisopdpohaeqassaareerrccnveebp,eoaibpçudiridlidUsseaiacmaãabatraoiedooeaotctdnzsiosninreisaracildevtaioigaiitp-éidednsrseaadon,etma,tedaltiearacdicreedaendoao.aemoeancemsoaslocuetiseaui racrrgoceddroamtoéueaanaiftpscsppmdacoiepactcoerrezenrsseEraaabpeedeesppopersprsresésaocicoreeçrjetpaecpvspeeaneomocoeblãpeqdoçnaeeengaeictdncnroodsruaocrtoAcviatdrruoehsdssrds,iaaiatasâvOiasriaeicisinApoeaemdnodddqlanãiitmcisdcsocdêsrcetroaiauAçcoosôuqiviegoonremãvcdidssioerm,naaautstsacaoosqieeméleeapsuraieiiunorcpoaiuotdaescttandadenciioeltnséloceisaozurrdsertietjtodopoeoilaáasaoeuaçcsmcpenaospaedlnçndtõoemraae,ertscpodrcãaihercaouirenixçveosdtelmáaopbicnerãsaebozpseedsenacclaiciteonreisdlrapceiaaeunspnaeecimUrsUc,raemçtneodçardíardnmaàvurccosrpijreãtpreuronastobaoebifçoatasasaoaeoo.oírâeãçnanais,,dezassrsrurãernopntesndesmootsenoorxoctâercisierbnrdspasoeiaaupenguadtematdetcrbslaoceaçueaauncuedli,ãossnersasoçoaotaoae:,imãnaaszdilros,aotévaor;rmiassbçucãpdqomieoreqruen-ec.eueseeehpacoarpsealssuecapaIpmItapvndaalcAdrõsbaqatcamaasirodaobuazgeoBdiçutqStnçdaarsolerirssiioiraouaoqeéudtlçatglaoiaa,qshrcumasssanrcnsuieb,aapsnautpgõeritdpdtoiedsabnotdiqropdntâreaiegaeaiiatsoeloa9tnaamuvúoçnthsoámserdtesesla0eatibatiaooMhvsptdpmrepenrdmd%beealcsdaseomriieecrdéoaaoéctndgeAebiao”nccoéseogomostsdelb.arpiitos,eeoseridnes,qaassnsorlnéo:lmnm,hradaalinmoupettsccpchmsv“daoidsdisdgiusorAaietsraãtemidmoe,aateuoloielirrpcdnçeaenaosapmasisaltbaãebanmetsrit.oo,ndçorebráailXe,noméivoõssesooescraonnspmeXaamsseopsvndanddádneosr,oçIsnordnoeu,veetramioavãodratietsseduestamqgsaaorjom2eaaiBielirat.usadsgbvsnbla0eirtdp.siesOneeuiauodnrça0vaaÉindedasãisoatnseçnrfiteoiooedualaamãseor,ems-odsáddmsaooobasoism

[close]

p. 7

LIVRO Usos e contra-usos no espaço público mselsoopesaeoecnCúpnpssibpscgasbettalutiroouilaondaleçg,iapdcdtadnonaruAoodoadeasaiolissteaalsjcm,du,caerçidbaddeeeaãdnpmhetalxealocaaiGmlisiivdusoasrc.tGsoatradtneiineóooiinondanntáEtrnariapiniedstaânoaaaped,içonçe.otdraeaorãsionodapseeitspoaneusaoxtbordidaoiauriàseaaocoocnccdtmoioasedtdéedmisromnfosaarecceo,sqitrdaoidcoeendtueearmoaorvoesa,passeocpnoni,cçsxitlnSatovtdaãoõesoiçaeimldoobae-osodtdbrsadsooeeordereae pelas estratégias da gestão pública, recongurando o espaço da cidade através de uma contranarrativa pautada em novas signicações, tanto para o local público quanto para seus agentes. Percebe-se que estes contra-usos e suas contranarrativas contribuem para a construção de novos lugares na cidade, repletos de novas articulações sociais as quais muitas vezes passam despercebidas na dinâmica “regular” tradicionalmente imposta na cidade. Muito provavelmente, fatores como o crescimento e expansão da cidade, o tscrdmuasoqGasodrsnacudcegoGceinititecoedisrninerooriâaanaotuaomedn-ipldesndrsunsNeiuosbeeaaposetdpempmalceoasscseacnuorcpsoosojomç,aliáGmeauamaonniçdorlqbcsndo,opoeoaiootuauâosaúsosdneml.ncsnrbpótieecitteneluecúNaaineasxucausss:bdestptopopsmrlousaaio,ocatacs,stdarddoçsoaçuodaopeoeotomsansanealtsnldispPeloipvceaodfporrrivorparsoomdvaoúcaercúofdaadombe.iSecbnduenonMllenalraaeç,iutirttecçrcãdds,drnsosaaoõooso.ooeoero-leesIisumdtCr-vssddasee,ae-oaonns- deslocamento da população do centro para outros bairros ou centralidades, bem como as inúmeras transformações do espaço físico, contribuem signicativamente para a popularização e ressignicação dos espaços públicos, marcados atualmente por contradições sociais, haja vista que o espaço público está sendo recongurado por novas linguagens baseadas na diferença e na desigualdade. Entretanto, sabe-se que o espaço urbano só se torna público quando é investido de signicação. E é nesta busca de signicação e de entendi- mdtpuruoeaarosnslsenpdludrooogtrfeegqosemcopsooaivE,stauãads,ddpnrtmedpoeseráoçOeeeiupertirpedicanaõsmsneetisroamçacmroaseiviloâçpppesãvaipicdiedloçmaoorovmdipslmedaaouetanúnaaãaelsrsursaariçadpasçostosba-ionv,essapcoçrsdopa,pooqnloõroemacnaosleiesdooesnústucdiidjbsecfelstssddaeaaoesoetbieqaesoosqdbaeoprmseairalemn-uscpdduoemliunrdsciib,cprodteeaoeooamdeisaeasavtieoseealueendsdeipscnse-aiar,qaadsspmpoirtsagaa.doõncenaçsspfuoataoearscdiduoeãeLttnoteddaecmutarçiuaeqaoeorridodcjetsoaaçaeoomtbsmmadaugaoe,oarpmudptpdsSsuemvinaetonradsazrr,eeprereroearmpjstoe,tdaóaineesmbráetqúprsormtrpeoçocpsseonéeaiesebuúrnameãcoõrarsirgiitpnevqalbireozoiixaoromeiasiaaarpConnsaecallãuansóiçaidsouo.lotdssedrecoosteãtccpãrtueeusbrornreepsauaivodabosaidrtsrdstrdsmr-gdrrvaiab,opoeeten-atoaáaeaaaénenlembsaniesstpdspstsintipnr,ao-sacreaedapetoosmotaliárorpe.scd-saóveseosuv-e-r--ii--s e saudáveis. 7

[close]

p. 8

Projeto Habitat Uma casa muito bem cuidada Tudo começou com um pedido das freiras ao professor Ronan Reges para ajudar no projeto de reforma da casa de apoio e reabilitação “Despertando e Acolhendo Vida”, que acolhe meninas entre 10 e 17 anos e vivem em situação de risco, moradoras de rua, usuárias de drogas, violentadas sexualmente. E o que era uma simples ajuda passou a ser um projeto de extensão “Projeto Habitat - Espaços habitacionais compatíveis com as necessidades da população”, que surgiu com o objetivo de fomentar a discussão do papel social da arquitetura, e sua inuência na qualidade de vida da população. A ação da reforma da casa acabou envolvendo outras áreas de conhecimento, com professores do curso de engenharia civil, que se responsabilizaram pelos projetos complementares (elétrico, hidráulico, estrutural); da engenharia da computação, que deverá organizar a atualização dos computadores disponíveis na instituição; da agronomia, que está ajudando na implantação da horta e do canteiro medicinal, dos cursos de farmácia e bioquímica, que dão consultorias de apoio e tratamento a usuárias de drogas. A casa possuía uma pequena ocina que produzia alguns produtos artesanais comercializados nos bazares promovidos pela igreja, com a intervenção dos alunos e professores do Uni-Anhanguera a lista de produtos cresceu: terços, pulseiras com mensagens, doces caseiros, bonecas, velas, sandálias bordadas. As professoras Ana Isabel Oliveira Ferreira e Analu Guimarães Arantes explicam que os alunos terão a oportunidade de participar de todas as etapas do projeto, que deverá ser entregue praticamente pronto. São sete professores para cada aluno no projeto. Os alunos se mostram empolgados. Cassio de Queiroz já entrou com o projeto andando e o que mais chamou sua atenção foi o fato de conseguir visualizar o que seria o projeto, aliás, este foi um aspecto unânime entre os alunos participantes. Outro aspecto considerado importante foi levantado por Jaici Maísa Bervanger, “na faculdade não estamos em contato com os problemas, vemos a teoria, mas na prática, aprendemos a lidar com o inesperado”. Para Rane Kelly Pereira, participar do projeto é uma oportunidade única, em especial para quem não tem estágio e já está no 7º ou 8º período, além de ser um grande aprendizado no aspecto social, o que é complementado por Micaela Rodrigues: “é um aprendizado que complementa a sala de aula. Eu sinto que estou no caminho certo, o projeto antecipa o conhecimento e a percepção”. Marcos Vinícus de Sousa foi convidado para participar do projeto por causa de sua habilidade em fazer maquetes, mas se encantou com a possibilidade de trabalhar com uma equipe multidisciplinar. Também são unânimes em dizer que trabalham a timidez e aprendem a falar em público, uma vez que preparam, eles mesmos, todas as apresentações. Participam do projeto: Ronan Rodrigues Machado Reges (Coordenador Geral) e os professores Analu Guimarães Arantes, Ana Isabel Oliveira Ferreira, Camila Arantes de Melo, Daniele Severino de S. Godinho, Igor de Araújo e Silva, Leonardo Dimitry Silva Guimarães. Também participam, além dos alunos entrevistados, Rodolfo Prado, que teve que sair antes para um compromisso, mas está na foto, Luana Moreira e Romualdo Duarte. 6

[close]

p. 9

O pensamento trabalha no silêncio Mesmo diante das maiores diculdades, é possível romper as barreiras do som no cotidiano acelerado. rsepeAeicxilaracnlreeivieabAnoooqClginsaimcppcaocunsAuloêtpaccómivaorcuuNuvhaienanirpotigarosOdaeitdleneoebcvaaaaxmurnislfaicsnacttoeo.inzeaoraUeumpmiraeeirdsua.Aorsems,drsa,nneeemiEoans”lpasdedsroitxro,z,s-ãaaqHmaeeeaaeituAcdmteagoiefuí,cédeorutsoopexnsUeemreelurleelfmqposiirrahipharlononsdavpaudulbbafptela.idgaoieaiocseadrandcuovaUisezuaeuvl,slrmnetgaiurpsivimaadce-aodiauseitsrmiOoseognnarcavuseeçleeeamqnbaandedolãênler,risudes.edcdmevaeraenooidinãmsooiernexaloctetiãadeodmpeiaz.Eigd.aaesduraoloaeteilaaTi,uroIdlesuasms.aanraahncpaseuoriéednpOduoêdcaoaieamlflsnndvaroaoímnnaiiisrginennscpmdinaerlamchdilseodngeátoaniçisaiaeeéubaagpndonuíãreiclsçéranb.sraitaietaoipoiosaasrs,méndeeEpssuu.uo,rns.cranbsndoepepmiToepaudtoEdalgtêsitaaaéh?r,vãmemsegeasdoh,melrmatidnoaoqsaEedosaptuodimd,veteoau.msnbsuedsdroGdrstesseOoáoeialeaaáiepdee,laorUecilmsrromCrndedepifaeinntoqmnâonnstqaoauonumtoãofenuieschãrdsud-ãertiofe-oemietAratoeeveaseeaosoo.aersneeace.ddputfdcEcdaoeucsaíMholsAeeaaotmpunederetrslsrairtadiedmnrqsaooedTprbimincfiasoucadoáucvhtomaougalriedãbdaicaaaavseenldluémauadieee,ae.ndianvlsenefrio,grsmpFt,boata,ltqteriáoiearot,sioaozmaqid,euaeraenãnuetiéa,rsuaaaaddtsenohttmmeatbormenaeamicrtvomslfdalueidceodpíehinni,tdsscldoontãsonorr2uhoróeãsipuoaimaileercesm2oamoerestnsdelsdapdecaueloeesemanqsaepoieavaecnirflnnruinrmcuobmhoaerrvuspneteoadáaoaoudooriiadeanããqcnsrnmveslspuêsdvnqeioocou,aetcsdmoeaaorestubusivomeécaepisuszsçns,eriain,fráêuõmrctiiaetiroacqlreeufmaarnerheailourniluuucsdcdpmlecasisaarleepifomtienoioa.dsmtomtméaxpeepnáoaasrsaAarierinnarovt,taçgrapdinecepadcateeoçmrcaeurseaoootgaaoãcotlespeerrdsmremorbieoeteerqár.adap3ieiaaemaeavtsrvunEaqiºaisgasaaclinsonvecisedmrpcruoltsezpddatotaleaocoaccaeelmete.eellgopanounnel.eorgbiruuVf,nrotnmrdhqítcoruustiegosriosraartaelaeuviamsoidaaicsderdrbpunecasneiçreioaeasadroar,eupldoamisadtnd.reldoiredorspooedaseotoe“atamsoenilmltraiFsftnzaibubdrodasebiehiodamcthleneesutdesrcrêiohureçaonmomla.osmoaaãnãoarmoaessdacsmsnocoirqrrnipoeemimveeeqeáeasuoaqaeent,neursspvdoe.auoçquiretutieoeenssãnnaodaeueqnlaoiuãdssjonoeeausaa.oo..olosãniearunecnAoosrsmpsdoa,huo,tvammieouírstemardiievatd,eoouoaesulésotara 9

[close]

p. 10

CURTAS Planejamento Pedagógico O início do semestre foi marcado pela tradicional programação do Departamento de Planejamento Pedagógico. É uma semana inteira dedicada à reexão, momento em que professores e coordenadores podem repensar e avaliar a prática do semestre anterior e programar o semestre que se inicia. Momento em que a instituição é reapresentada aos professores e que denidas novas metas, novos rumos para a educação. São realizadas palestras, ocinas e novas ferramentas de trabalho, além de divulgar resultados de pesquisa. Os esforços são feitos em parceria com as coordenações de cursos, quando são discutidas metodologias especícas, ajustadas bibliograas, práticas do dia a dia e ações práticas para promover a interdisciplinaridade. tsfaaueommfaraaaágrpeudbpradrcprrmsmelméqmaarvohtrtpaicmiuórdaotuaaádimoeo,agrneAbpgurdscPainsmsmrsigassêeradaanusasetccitóiiurlçdtaiaenousdãmoieoaburpãatfsrosçndoaurconiovimrop,lcalsiad,a-onaidrdiirdonpr,dddglmnotçtonnoee,olsaaaomaaãeeçrvãsasp.rd.armreddaonqaooiaearAçeAtdsreee,auirbsãnea,méadpsadMeqoépumosopd,dnrodupaomurtomésáeuesueoitreapodilmrrafmacidcsatlcaoeséneztqórsuariitodáçtnrlaaãaoaaualogarmrv-ooaboãarst.emlvrReoagsacaaardAeochproorsoelçnduzeqhaesmõnosidereaudavlqsetsaemebree,oeouscaridpce.eaasáoddtoióteizsnaseémvésjeeaoq-piunatóoeãsso-o Mediação I O professor João Deln Nadaes esteve recentemente em Goiânia, a convite da coordenadora do curso de pós graduação Conciliação, Mediação, Negociação e Arbitragem, professora Márcia Rosa, para uma aula sobre mediação. O professor Nadaes é psicólogo por formação e é reconhecido nacionalmente por sua atuação voluntária como mediador judicial e extrajudicial no Rio de Janeiro. Mediação II Para o professor Nadaes a mediação avança como alternativa ao trabalho da perícia e dispositivo capaz de promover mudanças na relação de poder nos tribunais, e “levar as pessoas a redescobrirem o diálogo, a capacidade de resolver os próprios conitos em melhores condições”. Atuando em Centros Comunitários, a experiência do professor mostra que ninguém conhece melhor os problemas da favela que os próprios moradores e eles trabalham também no sentido de identicar entre eles, aqueles que tem o perl para depois capacitá-los ao trabalho voluntário. “A transformação das relações sociais é o que legitima e empondera a mediação, porque a solução vem das pessoas, que descobrem ou redescobrem o exercício da cidadania, desenvolvendo o pensamento coletivo”. Cursos ganham estrelas O Guia do Estudante, publicação da Editora Abril, tem entre suas pautas a listagem de prossões e cursos superiores por instituições. O levantamento é feito por meio de formulários detalhados que são enviados às instituições. Depois de tabulados os dados, o Guia do Estudante seleciona os melhores e lhes dá estrelinhas de qualidade, assim como fazem nos hotéis. A edição que circula desde o dia 14 orientando para o vestibular de 2017 traz três cursos do UniAnhanguera, Direito, Ciências Biológicas e Publicidade e Propaganda. 10

[close]

p. 11

Reciclados A beleza , o capricho, a criatividade das peças feitas a partir de material reciclado. Novos Cursos O Uni-Anhanguera aprovou a criação de 10 novos cursos, para entrar em funcionamento já a partir do próximo semestre: Bacharelado em Engenharia Ambiental e Sanitária, de Tecnologia em Design de Interiores, em Redes de Computadores e em Construção de Edifícios. Além dos Sequenciais de Seminário das Prossões Jurídicas Com o objetivo de ajudar o acadêmico de direito a discernir as prossões da área jurídica, o Centro Acadêmico de Direito Ulysses Guimarães em parceria com a Complementação de Estudos em Gestão de Casas Lotéricas, Marketing Digital, Gestão em Mobilidade Urbana, Gestão de Vendas e Marketing, Gestão Empresarial e Desenvolvimento de Sistemas Java com ênfase em BI. coordenação do curso preparam para o nal do mês de outubro a realização do I Seminário das Prossões Jurídicas, que consiste, segundo informou o presidente do *CA Gustavo de Assis Souza, em trazer os prossionais da área para falar a respeito de suas atuações no mercado: advogados, delegados, promotores, procuradores, juízes, defensores públicos. A ideia nasceu como projeto de extensão com duração de 4 dias e 150 horas. XVIII Semana Jurídica Coordenadores do curso de Direito se reúnem regularmente com o CA de Direito, o DCE e o Marketing para planejar e discutir a programação da próxima Semana Jurídica, que será realizada em maio do ano que vem. Algumas inovações já foram aprovadas, como promover maior interatividade dos alunos com os palestrantes, abrindo espaços para perguntas. Do projeto de extensão “Conhecendo um jurista de renome” deverá sair o slogan. O escolhido foi Sobral Pinto. Responsabilidade Social As atividades são praticamente incontáveis, e quem diria, as estantes de livros de ciências biológicas chamaram a atenção dos alunos do Direito, Diogo Henrique da Silva e Gustavo Bueno. Será que viram uma câmera?

[close]

p. 12

Artigo Cursar e exercer agronomia Profª Dra. Alzirene de Vasconcelos Milhomem Ser agrônomo ou engenheiro agrônomo é ser “doutor” em plantas. É a prossão mais eclética e ampla de todas, recebendo os conhecimentos sobre a produção vegetal e animal e seu manejo. Atuando nas áreas diversas como tossanidade, solos, adubação e fertilidade, irrigação, melhoramento genético, tecnologia de sementes, gestão econômica, engenharia rural, jardinocultura, etc. A habilidade do agrônomo é, de uma forma geral, muito ampla, pois trabalha com a interação dos três reinos: animal, vegetal e mineral. É uma prossão desaadora, dada as dimensões continentais de nosso país, que tem no agronegócio a atividade econômica de maior produtividade dos fatores de produção, ou seja, é a atividade mais tecnológica em curso na economia brasileira. Produzimos igualitariamente aos Estados Unidos, com perspectivas de num futuro recente ultrapassarmos a produção americana, desde que utilizemos tecnologia apropriadas, já disponíveis. Terras nós temos, falta a sua utilização. Formação eclética, boa capacidade de planejamento e competência na tomada de decisão é um 12 conjunto de habilidades muito valorizado pelo mercado de trabalho nos dias de hoje em qualquer área e são estas as habilidades necessárias para sucesso na prossão de agrônomo. Remunerações altas ou não, são consequências de sua forma de atuação no mercado, de sua formatação acadêmica e da sua vocação para trabalhar as atividades do agro. Mais do que gostar do campo, colher ou plantar, o agrônomo é um prossional que precisa ter uma visão de toda a cadeia de produção, que vai da agricultura até o processo de comercialização. O curso superior, que dura em média cinco anos, habilita o agrônomo a planejar e executar ações relacionadas à produção agropecuária. Como transita por várias áreas do conhecimento, o agrônomo pode atuar em institutos e órgãos de pesquisa em vários setores como áreas técnicas, manejo de solo e animais, mecanização e agronegócios, entre outros. E, é nesse contexto e propósito que o curso de agronomia do UniAnhanguera, teve suas atividades iniciadas em 2005, buscando formar prossionais que colaboram com o desenvolvimento econômico e social do Brasil

[close]

p. 13

Biotecnologia A importância da cultura de tecidos na agricultura A alimentação sempre esteve no topo das necessidades humanas e de outras formas de vida. É a própria sobrevivência em cena. Assim, a história da agricultura começa lá na préhistória, mais especicamente, no período neolítico (pedra polida) quando o homem aprende a dominar a agricultura e se torna sedentário. De lá aos dias atuais, a necessidade de produzir alimentos continua no topo, a população na terra aumentou, a sociedade tornou-se mais complexa, a terra passa a ter funções econômicas e a fome no mundo uma realidade inquestionável. Em compensação novos estudos e tecnologias vão surgindo com o objetivo de produzir alimentos. A Prof. Dra. Camila de Marillac Costa Nunes inscreveu um projeto no CNPq, em parceria com a UFG e a Emater-GO para o estabelecimento de um laboratório no Uni Anhanguera para desenvolver pesquisas cientícas na área de cultura de tecidos. Os equipamentos já foram comprados, o espaço disponibilizado e o laboratório entra em funcionamento ainda neste semestre, mas a casa de vegetação já está funcionando. A cultura de tecidos, basicamente, é o cultivo de tecidos, órgãos ou plantas em condições articiais, mas o uso e os benefícios são muitos. A produção de mudas em larga escala e com boa qualidade tossanitária, a recuperação de sementes com diculdades de germinação, a reprodução de espécies que não produzem sementes, como as culturas de banana, abacaxi, bromélias. “As aplicações práticas são muitas, é a partir da cultura de tecidos que podemos armazenar e conservar germoplasmas de várias espécies, por exemplo, de arroz e feijão do mundo inteiro”, explica a professora Camila. A complexidade dos estudos de cultura dos tecidos é parte da biotecnologia, começa com o cultivo in vitro, mas abrange uma área de aplicação muito maior servindo aos estudos da embriogênese, do melhoramento genético, da transformação genética, e dos estudos de contaminação microbiana. Todo esse palavreado cientíco/acadêmico serve para dizer que a agricultura nos dias de hoje é objeto de estudos complexos, muitos deles voltados para o aumento da produção de alimentos. A cultura de tecidos é também utilizada em pesquisas de plantas medicinais, a m de assegurar exploração sustentável destas espécies. 13

[close]

p. 14

Artigo O agrônomo e a agricultura do futuro Profa. Dra. Cristiane Bueno Ramos M. Sc. Eng. Agr. André Aguirre Ramos A agricultura foi a responsável pelo desenvolvimento das civilizações, sem ela não conseguiríamos sobreviver, além disso, no Brasil ela é a principal responsável por manter a balança comercial positiva todos os anos, com uma participação de 21,3% no PIB do país em 2014. E a cada dia que passa vem se tornando mais importante, pois a população está crescendo mais do que a produção agrícola, estimando-se que seremos 10 bilhões de pessoas em 2050. E nós, Agrônomos, seremos os grandes responsáveis em conseguir alimentar essa população, seja na área de pesquisa desenvolvendo novas tecnologias; no campo aplicando-as ou no ensino, formando os prossionais do futuro, os quais têm a missão de produzir mais alimento, numa menor área, com um menor custo. Estamos enfrentando fortes intempéries climáticas, com chuvas exageradas em algumas regiões e seca em outras, essa instabilidade climática já é um evento consolidado, dessa maneira, cabe a nós, agrônomos, o desenvolvimento de variedades que consigam produzir sob essas condições, sejam elas provenientes do melhoramento convencional ou da transgenia, além disso, estarmos aptos a manejar as culturas é de suma importância, sendo hoje o diferencial entre os prossionais da área, cabendo a ele a responsabilidade de utilizar-se das ferramentas disponíveis adequandoas a cada situação, pois na agricultura cada área é única, e assim deve ser tratada para que o agricultor consiga uma alta produtividade, com o menor impacto ambiental possível e com o máximo rendimento econômico. Por muito tempo foi dito que a 14 agronomia era a prossão do futuro, e ele chegou, trazendo um mercado ávido por bons prossionais, e principalmente para aqueles que se destacaram dentro da sua graduação, tornando-o diferenciado dos demais. E para nalizar, podemos concluir que só existe vida na Terra pela capacidade das plantas em fazer fotossíntese e ao solo, pela sua capacidade de reter os nutrientes, para então fornecê-los para as plantas. Surgiu então o agrônomo para que fosse capaz de gerenciar esses fatores e colocar alimento na mesa de todos.

[close]

p. 15

CAPA É tempo de jabuticaba O goiano sabe bem quando começa o tempo da jabuticaba. Em cada esquina, nos sinaleiros, um vendedor lhe oferece um pequeno balde com os frutos. Nos pequenos pomares, nas cidades do interior, é comum comprar a produção de um pé inteiro, mas bem pertinho de Goiânia, em Hidrolândia, a jabuticaba passou a desempenhar importante papel na economia da região. A Fazenda Jabuticabal é a maior produtora individual da fruta no mundo. São 42 mil pés, que fazem a atração principal na temporada, impulsionando o turismo rural. A fazenda começou com Antônio Batista da Silva, a herança foi dividida e um dos lhos, Paulo Antônio Batista, decidiu investir fortemente no cultivo da jabuticaba, embora tenha outras culturas consorciadas em sua fazenda e gado. Dos lhos de Paulo Antônio, um é engenheiro químico industrial, outro é engenheiro agrônomo e a menina está estudando agronomia. Os dois últimos, alunos do Uni-Anhanguera. A fruta é vendida na fazenda, distribuída para revendedores varejistas, e as polpas abastecem sorveterias. O turismo rural, atrai cerca de 3 mil pessoas no m de semana. Outros produtos são explorados a partir da jabuticaba, geléia, cachaça, licor, vinho licoroso (no caso chamado de javine, porque o nome vinho está patenteado a partir da uva), seco suave (tinto), dourado seco suave (branco) e pôr do sol seco suave (rosé). A produção que já foi de 100 mil garrafas por ano, hoje foi reduzida a 5 mil com 15 a retirada dos pontos de revenda. Atualmente novos produtos, na linha de cosméticos, estão sendo experimentados, mas a comercialização é feita apenas na própria fazenda: shampoo, condicionador para cabelo, creme para as mãos, creme corporal e sabonete líquido. Por enquanto, explica Paulo Antônio Batista Filho, a matéria prima, o óleo essencial da folha, é extraído na fazenda, mas a industrialização dos produtos é terceirizada. Estudos revelam que a jabuticaba tem poderoso antioxidante que previne o envelhecimento precoce e a ocorrência de sinais de envelhecimento, como manchas escuras, rugas e linhas nas. Além disso, incentiva a produção de colágeno, que ajuda a aumentar a elasticidade e exibilidade da pele.

[close]

Comments

no comments yet