Mecanização Agrícola

Embed or link this publication

Popular Pages


p. 1

mecanizaÇÃo agrÍcola prof sérgio h.c.campos setor de ensino a distância barbacena ­ mg 2011

[close]

p. 2

mecanizaÇÃo agrÍcola curso técnico em agropecuária prof sérgio henrique cunningham campos 2011 apostila do curso de mecanização agrícola do curso de técnico em agropecuária do ead 2

[close]

p. 3

sumÁrio 1tração animal 08 2situação atual 09 3 quando utilizar a tração animal 09 3.1tração animal e tração motora 09 3.2tração animal e trabalho humano 10 3.3custos comparativos 11 4 tração motorizada 11 4.1objetivo 12 5introdução à mecanização agrícola 13 5.1o trator agrícola 13 5.2constituição geral de um trator agrícola 14 5.2.1monobloco 15 5.2.2chassi propriamente dito 15 5.2.3semichassi 16 5.2.4chassi articulado 16 6motor do trator 17 6a Órgãos fundamentais 18 6.1bloco 18 6.2cabeçote 18 6.3cárter 19 6.4embolo 19 6.5anéis de segmento 20 6.6pino do embolo 20 6.7biela 20 6.8Árvore de manivelas 20 6.9volante 20 6 bÓrgãos complementares 20 6 cÓrgãos acessórios 21 7principio de funcionamento de um motor de combustão interna 22 7.1princípio de funcionamento de um motor de ciclo diesel quatro tempos 22 7.2motor aspirado e motor com turbo alimentador 23 7.3 sangria 24 8sistema de transmissão 25 8.1embreagem 26 8.2caixa de marchas 28 8.3diferencial 29 8.4redução final 31 8.5tração dianteira tração auxiliar 31 8.6diferencial nas rodas dianteiras 32 3

[close]

p. 4

9 ajuste das bitolas 33 10lastreamento do trator 33 10.1lastreamento com contrapesos 34 10.2lastreamento com água 35 11pontos de disponibilidade de potência 37 11.1barra de tração 37 11.2tomada de potênciatdpou tomada de forçatdf 38 11.3sistema hidráulico de três pontos 39 11.4sistema de controle remoto 40 11.5sistema elétrico 43 11.6sistema de arrefecimento 44 12 manutenção de tratores e equipamentos agrícolas 46 12.1manutenção de tratores agrícolas 51 12.2a importância da lubrificação 53 12.3classificação dos óleos lubrificantes 54 segunda parte 13implementos agrícolas 61 14classificação das máquinas e implementos de preparo do solo 62 14.1arados 63 14.1.1arados de aivecas 64 14.1.2arados de discos 65 14.1.3arado subsolador 68 14.1.4grades aradoras e grades niveladoras 70 14.1.5semeadoras 72 14a semeadoras adubadoras de precisão 73 14.1.6pulverizadores 81 referências bibliográficas 84 4

[close]

p. 5

prezados alunos em todos os povos do mundo em todas as épocas da humanidade o que se espera de uma nova geração é que ela aprenda os ensinamentos dos mais velhos e siga os passos daqueles que já trilharam muitos caminhos os pais esperam dos seus filhos que os escutem e ponham em prática o que eles lhes ensinam os professores se orgulham dos alunos que os seguem o conhecimento não é somente assimilar passivamente um saber um conteúdo um objeto admitimos a idéia de que devemos partir de algo mas para que haja conhecimento esse algo deve ser transformado repensado ter que adquirir novo significado e ser re-elaborado podemos fazer isso em conjunto com outros indivíduos mas cada um individualmente precisa contribuir com sua parcela de intelectualidade e de ação juntos queremos nesse segundo semestre do ano letivo de 2011 fortalecermos nosso espírito para que os objetivos almejados em nossos projetos sejam alcançados com sucesso e nesta caminhada precisaremos de perseverança senso de compromisso dedicação entrosamento e responsabilidade É com esse espírito e amor pela educação que dou as boas vindas e um bom retorno a todos os alunos do curso de técnico em agropecuária do ead campus barbacena-mg para que com vibração e alegria iniciemos nossas atividades espero que todos nós possamos nos apropriar dos saberes que nos serão colocados neste ano espero também que cada um siga os seus próprios passos que trilhe novos caminhos que ouse que transforme recebam minhas boas vindas com o desejo de um semestre letivo de comprometimento e dedicação muito obrigado e bom trabalho para todos nós sem o esforço da busca é impossível a alegria do encontro sérgio henrique c campos 5

[close]

p. 6

prof mec agrícola ementa mecanização agrícola abrigo máquinas custo organização escolha do local e partes que constitui um abrigo ferramentas alicates chaves mistas fixas de roda soquetes ou cachimbo martelos transmissão de potência contato direto e contato indireto capacidade operacional das máquinas e implementos agrícolas capacidade operacional ou de trabalho capacidade de campo efetiva cce capacidade de campo teórica cct eficiência de campof meios de aproveitamento de potência dos tratores bt sist hidráulico tomada de força lastro bitola e pneu determinar índice de patinagem motores de combustão interna sistema de alimentação de diesel arrefecimento elétrico ignição sistema de admissão de ar organograma de manutenção em tratores agrícolas diáreas semanal mensal semestral e anual grade e gradagem subsolador e subsolagem máquinas de plantio classificação segundo a abnt regulagem das semeadoras-adubadoras para sementes graúdas aplicadores de defensivos agrícolas objetivos da aplicação tipos de bicos calibração dos aplicadores tratorizado de barra aplicador de corretivos distribuidor de calcário regulagem e calibração planejamento operativo de máquinas e implementos agrícolas objetivos operar máquinas planejar o uso e os métodos de utilização das máquinas e implementos agrícolas realizar as operações de preparo convencional do solo executar a manutenção a regulagem a aferição dos implementos para a aplicação de corretivos adubos sementes durante o plantio anual e de safrinha conteÚdo programÁtico introdução abrigo para máquinas implementos e ferramentaria fontes de potência na agricultura energia animal químicas e outras fontes e rendimento tração animal conceituação rendimento das máquinas e implementos agrícolas o entre tração animal e tratorizado motomecanizado 6

[close]

p. 7

tratores agrícolas motores de combustão interna implementos agrícolas rendimento de trabalho do conjunto motomecanizado cce cct constituição uso regulagem aferição manutenção das máquinas e equipamentos para manejo físico solo preparo convencional adubação plantio aplicação de corretivos e produtos químicos planejamento do uso das máquinas e implementos agrícola metodologia faremos os estudos acompanhando a apostila elaborado pelo professor e com auxílio dos links disponibilizados no site do ead a avaliação será feita com 40 pontos divididos entre exercícios trabalhos,e um projeto de cálculo de plantio de 10 há e 60 pontos com uma prova final bibliogrÁfica recomendada 1 beretta cláudio catani,tração animal na agricultura/cláudio catani beretta são paulo nobel,1988 2 volpato,carlos eduardo silva o trator e suas potencialidades ufla 2008 3 tourino,maria cristina cavalheiro,máquinas e técnicas para semeadura e aplicação de insumos parte1 ufla,2008 4 salvador,nilson,máquinas e técnicas para manejo do solo e cultivo ,ufla,2008 5 manual do operador tratores new holland,2000 6 manual do operador tratores massey ferguson,2006,2009 7

[close]

p. 8

primeira parte 1 traÇÃo animal em alguma época incerta da pré-história da humanidade o homem das cavernas domesticou um animal exótico e lhe atrelou um toco com ramificações pontiagudas por meio de cipós tocando o animal deslocava este implemento primitivo e rústico que rasgava a terra onde nosso agricultor pioneiro da idade da pedra iria lançar algumas sementes surgia a tração animal na agricultura com uma evolução em relação ao processo anterior de abertura de sulcos no solo por via manual com auxílio de pedras ossos ou garranchos de pontas agudas podemos admitir com base em investigações pré-históricas que isso deva ter ocorrido entre 4.000 e 7.000 anos a.c no período da idade da pedra polida o primeiro arado de tração animal surgiu na china ao redor de 2.800 anos a.c de acordo com pesquisas arqueológicas considerando esta data podemos afirmar que o homem há cerca de 4.700 anos vem extraindo seu sustento do solo por meio de trabalho animal ou humano no ano de 1892 john forlich fazendeiro e mecânico do estado de iowa nos estados unidos alterou o processo criado pelo nosso ancestral para trabalhar o solo inventando o primeiro trator movido à gasolina surgem as primeiras indústrias de trator na inglaterra no início do século xx isto causa uma verdadeira revolução na agricultura nos estados unidos um homem tratorizado alimenta outros trinta e substitui o dobro em conseqüência enormes massas populacionais migram para as cidades em busca de emprego nas indústrias a esse fato denominamos de êxodo rural este movimento espalha-se pelos países em desenvolvimento inclusive o brasil a tração animal vai sendo colocada gradativamente de lado na década de 70 a crise do petróleo modifica a orientação das nações no que diz respeito à utilização da energia outras fontes de energias não ligadas aos combustíveis fósseis voltam a ser estudadas energia eólica energia solar biomassa e tração animal a partir desta época no brasil o êxodo rural passa a ser um fenômeno totalmente indesejável com a recessão da economia as oportunidades de trabalho da mão-de-obra proveniente do campo tornam-se ilimitadas 8

[close]

p. 9

gerando assim um aumento de desemprego e marginalidade para combater esse processo faz-se necessário uma política de fixação do homem ao campo 2 situaÇÃo atual existe por parte do governo brasileiro interesse em fomentar a tração animal sempre que se mostrar viável há alguma restrição por parte das elites rurais no tocante ao emprego de tração animal na agricultura essa restrição baseia-se no fato de considerarem a mobilização do solo um retrocesso em nossa evolução tecnológica agrícola contudo a elite esquece que vivemos problemas sociais de grande magnitude em relação aos chamados sem terra que não podem de imediato partir para uma agricultura intensamente motomecanizada por sua baixa condição cultural e por não ser o trator um elemento de fixação da mão-de-obra no campo além disso existe infra-estrutura para a utilização de animais de trabalho e nossas indústrias produzem ótimos implementos para uso em tração animal 3 quando utilizar a traÇÃo animal excelente trabalho pode ser encontrado no livro escrito especificamente sobre o tema da tração animal na agricultura Ótima fonte de pesquisa dados conhecimentos que agricultores proprietários estudantes podem pesquisar para se aprimorar e conhecer mais sobre esse tema ou seja a tração animal na agricultura.1 3.1 tração animal e tração motora podemos considerar o animal como um motor que transforma a energia contida nos alimentos em trabalho mecânico o animal comparado ao motor apresenta muitas vantagens e também desvantagens como vantagens podemos citar autodeslocamento reserva de força até cinco vezes maiores que a normal e que pode ser utilizada temporariamente em situações de emergência neste particular o motor é superior a qualquer outro grande adaptabilidade podendo ser utilizado praticamente em qualquer serviço que exija força trativa e em qualquer terreno preço de aquisição relativamente baixo pode ser reproduzido na própria fazenda consome ao invés de combustível alimentos 1 9

[close]

p. 10

produzidos na própria fazenda melhor qualidade de serviço realizado no campo maior utilização da mão-de-obra em desvantagens do uso do animal temos sua alimentação deve ser provida durante todo o dia para um aproveitamento de 8 a 10 horas diárias o período de trabalho não é totalmente aproveitado porque ocorrem paradas para descanso determinando uma baixa na eficiência que é reduzida a 75 ou 80 o grau de eficiência também é afetado pelas condições climáticas principalmente calor excessivo pelo estado de saúde pela alimentação pelo treinamento etc desempenho mais lento do trabalho agrícola segundo pesquisadores as áreas rurais em condições de usarem a tração animal seriam aquelas compreendidas entre 10 e 200 há outro autor indica que a área ideal para uso de tração animal seria aquela ate 5 há considerando no entanto que poderia ser usada uma área de até 15 há de forma econômica nas fases de plantio e cultivo depois do preparo do solo pelo trator nesses 15 há seria necessário destacar a renda de 1 há para pasto para tratar no mínimo de quatro juntas de bois ou burros quanto a áreas de 5 há basta uma junta de bois cuja alimentação não é considerável outro fator relevante esta relacionado com a declive do terreno o trator pode ser operado com segurança num limite de declividade entre 15 e 18 sendo que além desses valores há sérios riscos de erosão para a tração animal estes riscos também existem mas em menor escala como os animais andam naturalmente em nível a erosão é bem menor sendo possível utilizá-los em declives de até 30 3.2 tração animal e trabalho humano o trabalho animal tem um desempenho bem melhor e mais econômico arado ao trabalho humano o homem sob esforço contínuo pode desenvolver em média um potencia de 0,1 cv as potencias desenvolvidas pelos animais seriam as seguintes espécie potência boi cavalo burro ou mula 1,00 cv vaca 0,25 cv a potência média aplicada durante o trabalho entretanto é de cerca de 6/10 potência normal para plantar e adubar 1 ha de lavoura de milho são necessários mais de sete dias de serviço manual enquanto o uso de tração animal requer pouco mais de um dia 10

[close]

p. 11

considerando um alqueire mineiro 4,8 ha de milho teremos dois lavradores usando tração animal plantam adubam e capinam esta área em pouco mais de nove dias este mesmo serviço feito manualmente leva quase 50 dias a um custo sete vezes mais caro 3.3 custos comparativos entre tração animal tração motora e trabalho humano um dos aspectos mais importantes a ser considerado entre tração animal e tração motora são seus custos operacionais tomemos um exemplo prático baseado em trabalho elaborado pelo engº agrº m.s joão bosco de oliveira na tração animal foi utilizada uma junta de bois e um chassi do policultor 1500 com seus respectivos implementos os dados de rendimento das operações por hectare foram obtidos nas condições nordestinas com animais solos e clima desta região na tração motora tomaremos um trator de 61 cv com seus respectivos implementos serão levados em conta os rendimentos médios de cada implemento bem como o custo horário de casa operação fora considerado no trabalho de tração animal um total de 224 dias úteis por ano no caso do trator considerou-se o trabalho de mil horas por ano a vida útil estimada de uma junta de bois foi de 10 anos e para o trator de sete anos 4 traÇÃo motorizada 11

[close]

p. 12

primeiro trator produzido no brasil pelo ford era chamado de cinquentinha fonte http tratoresantigos.blogspot.com/2009/07/o-primeiro-trator-brasileiro.html a produção do primeiro trator nacional foi iniciada em 1960 sendo que coube à ford motor do brasil s.a a apresentação do 1º trator brasileiro cujo lançamento se deu a 09/12/1960 em solenidade especial nesse mesmo ano de 1960 segundo a anfavea foram produzidos no país 37 unidades no ano seguinte a produção nacional de tratores se elevou a 2.466 e em 1962 o número de tratores atingiu a marca de 11.092 unidades em 1963 e 1964 os recordes de produção foram quebrados alcançando as cifras de 22.110 e 33.399 unidades respectivamente sendo que em 1964 os dados se referiam até o mês de outubro até o final dos anos 50 e início dos anos 60 todos os tratores vendidos no brasil eram importados a produção de um trator no país começou a tomar forma na década de 60 com a implantação de empresas estrangeiras por aqui e o encarecimento do produto importado mas por coincidência por correria das grandes montadoras também na mesma época três grandes marcas iniciaram a produção de tratores no país sendo elas a ford com seu famoso 8 br diesel a massey-ferguson com seu famoso mf 50 ou cinquentinha e a valmet com o também famoso valmet 360 o mais prazeroso em se comentar essa história é que fica aquela velha discussão entre as empresas sobre quem realmente fabricou o primeiro trator no país o mais importante é saber que na época de 1960 em diante iniciou-se uma nova era da mecanização agrícola no país com a produção de tratores tão valentes que até hoje são vistos com facilidade trabalhando nas lavouras mesmo depois de quase 50 anos 2 4.1 objetivo o presente estudo tem por objetivo proporcionar aos alunos conhecimentos teóricos práticos relativos à a conceito e importância da mecanização agrícola b teoria da tração de tratores e suas aplicações 2 12

[close]

p. 13

c constituição regulagem operação de campo uso seleção manutenção e capacidade operacional de máquinas e implementos agrícolas usados na mecanização das principais operações agrícolas d custo operacional de conjuntos mecanizados e planejamento e projeto de mecanização e medidas e normas de segurança para o operador f legislação de trânsito segundo o cnt código nacional de trânsito 5 introduÇÃo À mecanizaÇÃo agrÍcola podemos dizer que a mecanização é o conjunto de máquinas trator/implemento capazes de realizar todas as atividades agrícolas que vão desde o preparo do terreno passando pela implantação da cultura até a sua colheita porém todo o planejamento do trabalho pode dar errado se não for bem dimensionada a escolha dos equipamentos adequados e sua manutenção durante o trabalho pois a paralisação da máquina em fases importantes como o plantio ou a colheita pode acarretar em grandes prejuízos ao produtor rural 5.1 o trator agrícola os tratores agrícolas são maquinas autopropelidas projetadas para tracionar transportar e fornecer potência para máquinas e implementos agrícolas existem no mercado diversas marcas e modelos de tratores agrícolas deste os microtratores com potência de 11 cv até tratores de grande porte com potências acima de 500 cv os rodados podem ser de pneus ou de esteiras os tratores de rodados de pneus podem ser de tração 4x2 ou 4x4 os tratores de tração 4x4 recebem duas denominações 4x4 verdadeiro e 4x4 tda tração dianteira auxiliar a diferença é que o 4x4 verdadeiro deve apresentar mesma capacidade de tração nos eixos dianteiro e traseiro micro trator trator de pneus 4x4 trator de esteira de borracha 13

[close]

p. 14

esquema geral de um trator agrícola de pneus 5.2 constituição geral de um trator agrícola os tratores agrícolas são constituídos de motor sistema de transmissão sistema hidráulico e rodados todos esses componentes estão montados em uma estrutura denominada chassi o chassi é a estrutura geral do trator formada pela união de todos os seus constituintes e deve oferecer resistência aos esforços de torção provenientes da tração os tratores agrícolas podem ser montados em quatro tipos de estruturas de chassis · · · · monobloco chassi propriamente dito semichassi chassi articulado 14

[close]

p. 15

5.2.1 monobloco a estrutura monobloco é formada pela união dos próprios componentes do trator motor transmissão diferencial esses componentes recebem diretamente os esforços de torção devido à tração desenvolvida pelo trator a vantagem deste tipo de chassi é a significante redução nos custos de fabricação estrutura de chassi em monobloco de tratores agrícolas fonte john deere 5.2.2 chassi propriamente dito o chassi propriamente dito normalmente equipa os tratores acima de 90 cv este tipo de estrutura foi desenvolvido com objetivo de não submeter à transmissão nem o motor do trator a esforços de torção devido à tração desenvolvida do trator a estrutura de chassi permite montar o motor sobre coxins de borracha facilita o acoplamento de equipamentos frontais e facilita na adequação de pesos frontais 15

[close]

Comments

no comments yet