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Nos últimos anos, a dança contemporânea tem ressurgido com grande vigor, com a invenção de novas linguagens e diferentes conformações relacionadas com interessantes metamorfoses estéticas. À medida que o mundo se transforma, também a Dança Contemporânea evolui, cresce e se reconstrói, encorporando outras disciplinas artísticas e abrindo-se a diferentes linguagens corporais, sempre numa procura de novos discursos, novas cenas ou novas dramaturgias, como forma de expressar inquietações colocadas pela sociedade e pela natureza humana. A 24ª Quinzena de Dança de Almada – International Dance Festival procura, mais uma vez, constituir-se como um espaço de promoção da dança contemporânea, e ponto de encontro de artistas e público, mantendo-se fiel a uma linha de programação que valoriza a arte da Dança Contemporânea nas suas diferentes técnicas e estéticas, valorizando criadores e intérpretes que se expressam de forma única, e artísticamente estimulante. Para a programação de 2016, a Companhia de Dança de Almada (Ca.DA), organizadora do festival, convidou uma coreógrafa cujo trabalho tem vindo a ser reconhecido nacional e internacionalmente: São Castro criou propositadamente este seu último trabalho para os bailarinos da Companhia de Dança de Almada. Em estreia, apresentamos também uma nova criação dos jovens Bruno Duarte e Elson Marlon Ferreira e peças de artistas como Lídia Martinez ou Elisa Ferreira cujos percursos na dança, com mais de 30 anos de grandes interpretações e criações marcadas pela qualidade e originalidade, fazem antever performances de grande riqueza e maturidade. Como resultado de parcerias internacionais, teremos o excelente trabalho do francês François Veyrunnes, da italiana Francesca Selva, bem como da interessante Maya Dance Theatre de Singapura, que participarão também no programa de workshops e master classes. Apostamos assim na formação e intercâmbio transnacional de artistas e público em geral. A arte da dança tem muito a dar ao público e acreditamos que vale a pena promover o debate sobre a criação artística nesta área. Para isso, convidamos o público a estabelecer contacto direto com os artistas nas conversas organizadas após alguns dos espetáculos. O festival encerra com a Plataforma Coreográfica Internacional que, como tem sido hábito desde 1998, representa um ponto alto da programação. Quinze peças internacionais, selecionadas entre um número crescente de propostas, que atestam a reputação internacional da Quinzena de Dança de Almada. Finalmente, e como em anos anteriores, uma mostra de videodança terá apresentação em diversos espaços de Almada e Lisboa. Portas abertas para o conhecimento e fruição da dança contemporânea. 3

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