Informativo Agosto/Setembro de 2016

 

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Informativo Agosto/Setembro de 2016

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INFORMATIVO Edição 02 - Agosto/Setembro 2016 Carteira profissional do Químico x Cédula de Identidade profissional... Página: 2 Investimentos do BNDES e Fines impulsionam as inovações do setor... Página: 3 CRQ-III fiscaliza e esclarece o incidente nas águas do Parque Aquático Maria Lenk... Páginas: 4 e 5 Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

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EXPEDIENTE Isaac Plachta Presidente Eduardo Falabella de Souza Aguiar Vice-Presidente José Antonio de Carvalho e Silva Tesoureiro Paul Antoine Maron Gédéon Secretário Conselheiros Adelaide M. S. Antunes David Tabak Eduardo F. S. Aguiar Harley M. Martins José Antonio C. e Silva Luiz Alberto F. da Silva Marcio F. Oliveira, Paul A. M. Gédéon Sérgio P. Machado Carla C. da Silva Daniel Pomeroy Gabriel O. Apolinário Gandhi Giordano Hélio Camarota Jorge C. Messeder Rafael B. Almada Rafael Gama Escritório - Campos Pça. Santíssimo Salvador, nº41, sala 405 Centro - Campos dos Goytacazes, RJ CEP 28010-000 Telefone: (22) 2733-4551 atendimento.campos@crq3.org.br Escritório - Macaé Rua Dr. Luiz Belegard, nº68, sala 203 Centro - Macaé, RJ CEP 27900-000 Telefone: (22) 2762-0642 atendimento.macae@crq3.org.br Escritório - Volta Redonda Rua Lúcio Bittencourt, nº109, salas 213 e 214 Vila Santa Cecília Volta Redonda, RJ CEP 27260-110 Telefone: (24) 3340-4252 atendimento.voltaredonda@crq3.org.br 2 Enfim modernizamos! Pensar em recomeços parece ser um tema constante na humanidade. Apesar de um penoso legado que a gestão atual recebeu, viramos mais uma página. Estamos dando continuidade aos muitos planejamentos e anseios, e sentimos que já era hora de partir para um novo formato de comunicação. A fase de construção do novo site, totalmente realizada pelo nosso setor de comunicação, nos fez repensar vários procedimentos, reorganizar as prioridades e encontrar novas perspectivas. O novo portal reunirá informações do setor e para o setor da área química sob uma nova perspectiva, com o atendimento e adequação às novas legislações vigentes. A conclusão do projeto não teria sido possível – por mais clichê que possa parecer – sem o apoio e o interesse de nossas equipes funcionais. Tudo foi pensado para facilitar o acesso às informações. Por isso, incluímos ferramentas de acessibilidade e responsividade que permitem ao usuário uma melhor navegação em dispositivo móvel. A “home” está mais efetiva com uma vitrine daquilo que realmente é de interesse dos profissionais e empresas, em um visual adequado com as tendências de design. Desde que recebemos esse legado, estamos em constante mudança e o tempo todo pensando em como melhorar e atender cada vez melhor, então tenha certeza que novidades estão a caminho. E claro, para qualquer crítica ou sugestão, basta clicar no “Fale Conosco” no menu principal que estaremos à disposição. Isaac Plachta Presidente do Conselho Regional de Química – Terceira Região FALE CONOSCO Qual a diferença entre a Carteira profissional do Químico e a Cédula de Identidade profissional? No ato do registro, o CRQ emite a Carteira profissional do Químico (livrete) para identificação profissional, com o número de inscrição e as habilitações conferidas em função da conclusão do curso de formação. Este documento deve ser portado, obrigatoriamente, por todo profissional da Química quando no exercício de suas atividades profissionais, pois comprova sua capacitação técnica sob a responsabilidade de seu cargo ou função. A 1ª folha da Carteira profissional do Químico é reproduzida como documento separado para identificação civil do profissional. Este documento é chamado de Cédula de Identidade Profissional, com força de documento de Identidade em todo território nacional. faleconosco@crq3.org.br

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Nacional BNDES E FINES DESTINAM R$ 3,6 BI PARA INOVAÇÃO EM QUÍMICA E MINERAÇÃO O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) vão destinar até R$ 3,6 bilhões para dois programas voltados à inovação, nos setores de química e de mineração: o Plano de Apoio ao Desenvolvimento e Inovação da Indústria Química (PADIQ) e o Plano de Desenvolvimento, Sustentabilidade e Inovação no Setor de Mineração e Transformação Mineral (Inova Mineral). Os 27 planos de negócios já selecionados para o PADIQ, que totalizam investimentos de R$ 2,4 bilhões, e no edital para seleção de planos de negócios a serem apoiados pelo ‘Inova Mineral’, programa que destinará ao setor R$ 1,18 bilhão. Os dois programas financiarão investimentos em inovação, voltados para projetos sustentáveis, que englobam, por exemplo, redução de emissão de poluentes, eficiência energética, além de recuperação e conversão de resíduos agrícolas e subprodutos industriais em produtos químicos com ampla aplicação em bens de consumo, tais como tintas, cosméticos e peças de plásticos. Entre os planos selecionados do PADIQ estão investimentos que vão desde pesquisa, desenvolvimento e inovação para substituição de produtos potencialmente alergênicos ou carcinogênicos, em aplicações que incluem artigos infantis como mamadeiras e chupetas, desenvolvimento de fibras de carbono para os setores aeroespacial, automobilístico, esportes, industrial (como o de petróleo e gás) e o eólico, até o desenvolvimento de fragrâncias a partir de frutas, flores e plantas brasileiras. O Inova Mineral apoiará planos de negócios para desenvolvimento, entre outros, de tecnologias de produção de materiais aplicados na geração de energia solar e eólica, e em dispositivos coletores de energia, essenciais, por exemplo, para o desenvolvimento do mercado de carros elétricos. Tais materiais, à base de silício, lítio e terras raras, são essenciais para a evolução desses setores, que trarão impactos ambientalmente positivos. O avanço tecnológico em baterias de íon de lítio, por exemplo, tem permitido o desenvolvimento de acumuladores de energia menores e mais eficientes para armazenamento de eletricidade gerada por painéis solares instalados em residências e prédios comerciais. ENG.QUÍMICO 3

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CRQ-III EM AÇÃO: Os Jogos Olímpicos Rio 2016 propuseram desde seu projeto inicial uma preocupação com a sustentabilidade e valores olímpicos (respeito, igualdade e superação). Entre a beleza do espetáculo de abertura, os recordes e conquistas dos atletas até o apagar da menor pira olímpica da história, um episódio foi repercutido negativamente na imprensa nacional e internacional: o esverdeamento das águas no Parque Aquático Maria Lenk. O Conselho Regional de Química – Terceira Região, responsável por zelar pelo exercício regular da profissão de químico no Rio de Janeiro, esclarece por meio desta matéria este acontecimento. Com a proximidade do início do evento sem que as informações fossem repassadas, a consulta foi reiterada no dia 11 de maio, através do Ofício nº 127/2016, também sem obtenção de resposta. As competições começaram com os responsáveis pelo tratamento e qualidade das águas dispensados aos atletas deliberadamente ocultados pelo Comitê Organizador. Lamentavelmente para os atletas, para os Jogos e para as imagens da cidade e país, falhas técnicas no tratamento químico afetaram a qualidade das águas da piscina utilizada nas competições de nado sincronizado e saltos ornamentais, do Parque Aquático Maria Lenk. Em 12 de fevereiro, o CRQ-III enviou para o Comitê Organizador dos Jogos Rio 2016 o Ofício nº 034/2016 para levantar informações quanto aos responsáveis pela manutenção e tratamento dos complexos de piscinas utilizados nas competições olímpicas e paralímpicas. Vale ressaltar que são privativos do químico: tratamento, em que se empreguem reações químicas controladas e operações unitárias, de águas para fins potáveis, industriais ou para piscinas públicas e coletivas, esgoto sanitário e de rejeitos urbanos e industriais, conforme o Artigo 27 da Lei nº 2.800/56 e Artigo 1º da Lei 6.839/80. Portanto, o Responsável Técnico deve ser indicado pela empresa ao CRQ-III que, dentro de critérios técnicos e legais, avaliará se os profissionais estão habilitados a desempenhar tal atividade. 4 As condições ficaram propícias ao crescimento de microrganismos, que esverdearam e turvaram as águas, em imagens noticiadas no mundo. Após tentativas frustradas dos responsáveis pelo serviço de tratamento, coube ao então Diretor de Comunicação do Rio 2016, Mario Andrada, admitir o descontrole técnico do processo e afirmar que a causa do problema devia-se ao fato da “química que não ser uma ciência exata”. A “solução” encontrada foi a substituição da água fora de especificação. Esta ação teve como consequência o descarte de milhões de li-

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O CASO DO ESVERDEAMENTO DAS ÁGUAS NOS JOGOS OLÍMPICOS RIO 2016 tros, o que contrariou a expectativa de promover a sustentabilidade ambiental dos Jogos Rio 2016. Dessa forma, reiteramos a solicitação dos responsáveis técnicos pelo tratamento das águas das piscinas através do terceiro ofício (nº 000431/2016, datado de 17/08/2016). Após o término do prazo concedido, empresas RioUrbe e Consórcio Onda Azul, responsáveis pela manutenção e operação do OAS do Estádio Aquático Olímpico, a empresa Myrtha Pools, responsável pela manutenção e operação do CVP do Parque dos Atletas, bem como o Comitê Olímpico Brasileiro/ VUA, responsável pela manutenção e operação do Parque Aquático Maria Lenk, não possuem químico responsável técnico junto ao CRQ-III, pelos serviços prestados durante a competição. Tal fato explica a falha técnica que resultou na proliferação dos microrganismos, contaminando as águas das piscinas. Como as informações de qualificação jurídica e os limites de atuações não foram fornecidos, o Conselho continuará fiscalizando o consórcio Onda Azul e o consórcio Benge para elucidação das responsabilidades contratuais de cada empresa, para adoção das medidas cabíveis à regularização e autuações dos infratores. novamente sem o pronunciamento do órgão, encaminhamos um fiscal ao Parque Olímpico para levantamento das informações in locco. Alegando questões de segurança nacional, o acesso do CRQ-III não foi autorizado pelas forças de segurança. Por consequência, o Conselho solicitou acesso às instalações e aproveitou para reiterar a solicitação anterior. Finalmente, no dia 12 de setembro, recebemos a informação dos CNPJs das empresas contratadas para o serviço de tratamento das águas das piscinas. Ao verificarmos nossa base cadastral, identificamos que as 5

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A QUÍMICA PRESENTE NOS JOGOS PARALÍMPICOS Tecnologia, design, engenharia e química. Com esses quatro elementos, os atletas paralímpicos conseguem obter próteses de ponta a fim de atingir desempenho máximo e recordes mundiais nos Jogos Paralímpicos. A prótese para corrida de velocidade é feita de fibra de carbono e foi desenhada para imitar a ação do pé e do tornozelo em uma corrida. No impacto, ela se comprime contra o chão, armazenando energia. Enquanto a pressão é liberada, a lâmina rapidamente retorna ao seu formato original, devolvendo a energia ao atleta. Já a prótese para o salto em distân- cia é diferente. No joelho mecânico, cilindros hidráulicos permitem o movimento natural de dobrar e estender, com o atleta controlando a velocidade. Desta forma, minimizam a perda de energia enquanto o joelho se movimenta, assegurando que toda a força criada pelo atleta seja aplicada para o momento da impulsão. As medalhas também apresentaram novidades: o design das medalhas tem o centro ligeiramente mais alto que as bordas e a presença de guizos no interior delas trazem uma inovação de acessibilidade. O sentido sensorial auxilia os deficientes visuais a diferenciarem suas conquistas. Feitas através de duas placas, as medalhas paralímpicas recebem uma caixa de ressonância e esferas de aço que formam guizos (sons diferentes). O design das medalhas Olímpicas usa folhas de louro para representar a relação entre as forças da natureza e os heróis Olímpicos. Depois, unidas através de uma prensa, criando uma nova possibilidade de interação e permitindo diferenciar ouro, prata e bronze. A de ouro tem o som mais forte (28 esferas), a de prata intermediário (20 esferas) e o bronze (16 esferas) ainda mais fraco. Composição Química Além de mais resistentes, as medalhas foram projetadas para não agredir o meio ambiente: as de ouro são totalmente livres de mercúrio, e as de prata e bronze contam com 30% de material reciclado em sua composição. A composição química é: Ouro: tem 494g de prata (metal) com 92,5% de pureza e 6g de ouro, com 99,9% de pureza. Prata: tem 500g de prata com 92,5% de pureza. Bronze: 40% de cobre reutilizado da própria Casa da Moeda, tem 475g de cobre (97%) e 25g de zinco (3%). NOVAQUÍMICA LEITE PODERÁ SER USADO PARA EMBALAR COMIDA Pesquisadores do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estão desenvolvendo um novo tipo de embalagem mais eficiente que o plástico. Uma substância presente no leite pode criar um material que protege alimentos e ameniza um pouco nossos problemas com a poluição. Os cientistas isolaram especificamente uma proteína que existe dentro da bebida, a caseína. Quando polimerizada, a substância forma estruturas com poros tão pequenos que conseguem isolar o alimento do contato com o ar de modo 500 vezes mais eficiente do 6 que as embalagens de plástico que temos atualmente. “Os filmes feitos com base em proteínas são poderosos bloqueadores de oxigênio que previnem a deterioração dos alimentos. Isso poderia diminuir o desperdício de comida durante sua distribuição”, afirmou Peggy Tomasula, pesquisadora da USDA. Uma das utilidades mais exploradas pelos envolvidos no projeto é a criação de pequenas embalagens que sirvam para armazenar porções únicas de alimento e que não criem resíduos. Durante a apresentação do projeto no encontro anual da Sociedade de Química dos Estados Unidos, Laetitia Bonnaillie, co-autora da pesquisa, preparou um café colocando uma pequena embala- gem dentro de um copo com água quente. O plástico se dissolveu com temperatura elevada, não alterou o gosto da bebida e ainda adicionou algumas proteínas ao café. Não houve produção de resíduos. “Se você quiser, você poderia comer a embalagem. Se não, pode jogar fora - o material é biodegradável, não vai gerar lixo”, comentou. Outra possibilidade é o uso da substância em forma de spray. Por enquanto, os pesquisadores estão testando a técnica em cereais matinais. A embalagem deixa os flocos crocantes por mais tempo, sem usar açúcar (técnica utilizada atualmente). A promessa é que o produto continue sendo testado e aperfeiçoado até o lançamento, projetado para 2019.

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Internacional QUÍMICA PODERÁ CONTRIBUIR PARA SOLUCIONAR DESAFIOS GLOBAIS A população mundial deverá saltar do atual patamar de 7 para 9 bilhões de habitantes até 2050. Tal aumento trará desafios globais, como o de possibilitar o acesso a alimentos de forma sustentável. Esse será um dos temas debatidos no Congresso Mundial de Química, que acontecerá entre os dias 9 e 14 de julho de 2017, no World Trade Center, em São Paulo. Vale lembrar que o Brasil será o primeiro país da América do Sul a sediar o evento. A maior parte das soluções para a superpopulação e outros problemas globais poderá vir da Química, avaliou Adriano Defini Andricopulo, professor do Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo (IFSC-USP). “A Química, sem dúvida, deve dar a maior contribuição para solucionar os desafios globais no século 21”, estimou Adriano Andricopulo. Esse desafio é agravado pelo fato de que hoje não se consegue alimentar nem os 7 bilhões de pessoas existentes no mundo. “Será preciso desenvolver novos produtos para proteger as culturas agrícolas contra pragas e doenças”, apontou. Para criar princípios ativos para pesticidas e herbicidas voltados a controlar ervas daninhas, pragas e doenças fúngicas – já que com o passar do tempo os organismos podem desenvolver resistência a elas –, os químicos têm buscado cada vez mais inspiração em compostos naturais. Outro elemento essencial para as plantas – que, em alguns anos, até 80% dele estarão disponíveis em formas que não podem ser absorvidas e usadas – é o fósforo. A fim de disponibilizá-lo para as plantas são usados comumente fertilizantes criados a partir de fosfato extraído de depósitos de rocha sedimentária e tratado quimicamente para aumentar sua concentração e torná-lo mais solúvel, de forma a facilitar sua absorção. O problema, contudo, é que os depósitos de fosfato no mundo podem se esgotar nos próximos 50 a 100 anos. “A Química pode desempenhar um papel importante no desenvolvimento de novas tecnologias para recuperar o fósforo a partir de resíduos para potencial reutilização”, concluiu. Conheça a TeQ - Tecnologia Química e de Processos 8 – 10 de Novembro de 2016 | Riocentro Exhibition & Convention Center | Rio de Janeiro | RJ 7

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com um projeto inovador, que permite ajudar o solo a reter mais água em áreas secas ou de poucas chuvas. JOVENS ESTUDANTES DE QUÍMICA GANHAM DESTAQUE MUNDIAL “O futuro está nas mãos dos jovens”. Essa frase se encaixa como uma luva quando conhecemos as histórias de Daniel Liu (11 anos) e Kiara Nighin (16 anos). O menino já frequenta a Universidade de Toledo, em Ohio (EUA), onde cursa Química. Daniel é aluno do ensino médio, mas tem autorização para frequentar a universidade. Ele foi o mais jovem vencedor de um concurso nacional de química. O evento incentiva os jovens entre 10 e 16 anos a explorar os conceitos da química e aplicá-los no mundo real. Já a jovem de Joanesburgo (África do Sul), Kiara Nighin, ganhou destaque ao faturar o Prêmio Google Science Fair A região vem enfrentando a pior seca em mais de duas décadas. Ela descobriu um jeito bom, barato e sustentável de ajudar o solo a reter água – criando um “absorvedor de água” à base de cascas de laranja e de abacate. Os conhecimentos de química da jovem a ajudaram a achar a forma de preparar o polímero de casca de laranja e abacate, que não necessita de altas temperaturas para ser feito e que usa, basicamente, resíduos desaproveitados das frutas consumidas pela população. A solução pode ser preparada em casa, no fogão, seguindo uma receita simples a um preço que varia entre os 30 e os 60 dólares a tonelada métrica do polímero. O composto mostrou a capacidade de reter, no solo, centenas de vezes o seu peso em água. É um polímero superabsorvente que, ao ser misturado com o solo, atua como reservatório natural de água, pois a incorpora as suas moléculas. Calendário de Eventos XVI Semana Acadêmica de Química – UFF Data: 17 a 21 de outubro Local: Campus Valonguinho, Instituto de Química da UFF, Niterói/RJ VIII Semana Acadêmica Unificada – Entendimento Global Data: 22 a 28 de outubro Local: Centro de Convenção da UENF 9ª Semana Acadêmica de Química – SEMAQUI Data: 31 de outubro a 4 de novembro Local: Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro TeQ 2016 - Feira Internacional de Fornecedores da Indústria Química e de Processos Data: 8 a 10 de novembro Local: Riocentro - RJ Conselho Regional de Química - Terceira Região Rua Alcindo Guanabara, 24 - 13º andar Centro - Rio de Janeiro, RJ, CEP - 20031-130 Tel.: (21) 2524-2236 Email: faleconosco@crq3.org.br Seg. a Sex. das 08:30h às 17:30h. 8

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