Jornal do Sintufes - Novembro - 2014 - nº 156

 

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Jornal do Sintufes - Novembro - 2014 - nº 156

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SINTUFESJORNAL DO Filiado à FASUBRA INFORMATIVO MENSAL DO SINDICATO DOS TRABALHADORES NA UFES – Nº 156 – NOVEMBRO DE 2014 – SINTUFES FILIADO À FASUBRA “NÃO VAMOS CADASTRAR O PONTO ELETRÔNICO, NÃO”! Sintufes ratifica sua luta contra a implementação do sistema de registro de frequência digital. E a Ufes ainda não apresentou a certificação, do MTE, para o aparelho. Sem falar que nem todos os setores adotaram a jornada ininterrupta No dia 10 de novembro, a página da Ufes, na Internet, divulgou que o registro de ponto eletrônico para os trabalhadores técnico-administrativos em Educação começa a funcionar no dia 17 de novembro. Para a diretoria colegiada do Sintufes esta é mais uma prova de como a administração da Ufes é monocrática e autoritária. “A Ufes diz que vai começar a registrar o ponto, avisando apenas as chefias setoriais. Esse é mais um exemplo dos mecanismos de força inibitórios das ações desta Reitoria. E logo na nossa Universidade, que um dia foi casa de ensino de valores éticos, mas que hoje está sendo estimulada a desenvolver os mais baixos instintos humanos: hipocrisia, falsidade, mentira, traição. Tudo sobre a falsa afirmação de estar a Reitoria da UFES preocupada com a moralização e o melhor atendimento às pessoas que necessitam dos serviços desta Universidade. Não podemos aceitar mais esse golpe”, argumenta a direção sindical. Para a categoria dos TAE’s, o sistema de ponto eletrônico só deve começar a funcionar quando o aparelho estiver certificado pelo Ministério do Trabalho e Emprego.. E, sobretudo, QUANDO TODA UFES ESTIVER COM A JORNADA ININTERRUPTA REGULAMENTADA! “Da forma como está, não vamos cadastrar o ponto eletrônico, não”, afirma a diretoria colegiada. Sem certificação do MTE A luta da categoria é CONTRA A INSTALAÇÃO DO APARELHO DE PONTO, pois a Ufes ainda não apresentou a certificação do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que regulamenta este tipo de equipamento. Além disso, o Sintufes já acionou o Ministério Público Federal informando sobre as irregularidades neste aparelho. Em outubro, o Conselho Universitário alterou a Resolução 60/2013, que regulamenta a jornada de trabalho e o sistema de ponto eletrônico na Ufes. Com a alteração, abriu-se o leque para que mais setores da instituição pudessem aderir a jornada ininterrupta. PORÉM, A JORNADA DE TRABALHO AINDA NÃO FOI DEFINIDA EM TODOS OS SETORES. Além disso, NÃO podemos aceitar o argumento de que setores que não atendem ao público não têm direito à jornada E a jornada? ininterrupta. E também por haver universidades e institutos federais (base do Sinasefe) que aprovaram a jornada ininterrupta de forma integral, tendo como base os decretos 1.590/1995 e 4.836/2003. “Tem trabalhador da biblioteca que não atende ao público. Mas a função que ele faz ajuda diretamente o trabalhador que atende ao público. Então, podemos considerar que esse trabalhador que não atende diretamente o público possa sim ser respaldado pelos decretos que garantem a jornada inin- terrupta”, analisa a direção do Sintufes. E mais, para o sindicato A REITORIA SÓ NÃO REGULAMENTA A JORNADA ININTERRUPTA EM TODOS OS CAMPI POR FALTA DE VONTADE POLÍTICA. PORTANTO, REITOR: NÃO VAMOS CADASTRAR PONTO NENHUM. E CONTINUAMOS NA LUTA PELA NOSSA REIVINDICAÇÃO HISTÓRICA: JORNADA ININTERRUPTA, JÁ! Para Ufes funcionar e atender ainda melhor a comunidade com três turnos ininterruptos.

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2 JORNAL DO SINTUFES | www.sintufes.org.br ENTENDA A IMPORTÂNCIA DA JORNADA ININTERRUPTA É melhor para população, que terá a Universidade aberta por mais tempo. É melhor para o trabalhador que poderá viver sua vida e não apenas produzir ‘feito máquina’ Adiminuição da jornada de trabalho, desde o século XIX, sempre foi um dos enfrentamentos mais difíceis que os trabalhadores tiveram com os patrões, de todo tipo. De um lado, os patrões querem explorar ao máximo a mão-de-obra humana, tirando sempre lucros enormes com isso. De outro, os trabalhadores explorados, que sempre lutaram para que essa exploração fosse menor, com objetivo de possuir uma parcela maior de suas vidas, tragada pelos patrões em virtude das exaustivas jornadas de trabalho. Historicamente, as jornadas de trabalho já foram de 16, 18 horas. A facilidade das tarefas a movimentos mecânicos repetitivos levou os industriais a empregarem homens, mulheres e crianças que, para não morrerem de fome, em condições extremamente miseráveis, trabalhavam quase sem pausa. A jornada de trabalho fixa não existia. Muitos dormiam na própria fábrica. Com o tempo, a carga horária foi sendo reduzida para 14,12,10 horas. Até que se chegou à jornada atual de 8 horas de trabalho. No entanto, ainda hoje se percebe que a sociedade moderna não se libertou dessa paranoia de produção. Na verdade, ela nem se deu conta dessa realidade. Os conceitos de ética, moral, bem e mal estão relacionados ao homem encaixar-se ou não como um “parafuso de máquina produtiva”. Aqueles que não se enquadram nesse padrão são perseguidos e marginalizados por não darem sua parte na produção de valor. Essa “filosofia” faz lembrar que acabou o famoso “fetiche” pela profissão e pelo trabalho. Acabou a mágica e o prazer pelos mesmos. Nessa visão, onde a jornada de trabalho é vista apenas como meio de se ganhar mais e mais, famílias se desestruturam, pessoas adoecem e os consultórios ficam cheios de crianças e adultos com problemas. Segundo Marx, “a burguesia arrancou à relação familiar o seu comovente véu sentimental e reduziu-a a uma mera relação de dinheiro”. Perde-se o conceito de felicidade. A felicidade dentro deste padrão de pensamento, só pode ser conseguida numa competição brutal, onde há sorriso dos “vitoriosos” e a desumana alienação das vítimas de um processo de miséria imensa. Este valor sentimental, a “felicidade”, se baseia na escravidão assalariada, miséria, dor e na vida sub-humana da esmagadora maioria. É nesse contexto que surge a luta pela jornada de trabalho ininterrupta, de 30 horas, em todos os âmbitos! Afinal, na produção, no trabalho maquinal e sem prazer, o trabalhador não se realiza como pessoa. Isso é como se fosse questionada a alienação do homem no processo de trabalho. Ou seja, um homem submisso horas e horas, numa labuta que lhe é alheia e que o vai esgotando, ano após ano, apenas para que ele tenha condição de ser remunerado para se reproduzir, comprar e produzir mais valor. E ter tudo isso como a “razão de existir de uma humanidade”. O SINTUFES é totalmente contra a alienação, o embrutecimento, a perda do sentido da existência humana e por isso defende a JORNADA ININTERRUPTA, de 6 horas diárias de trabalho e de 30 horas semanais, para toda a Ufes e, quiçá, para toda a sociedade. Além de ser melhor para o trabalhador, a jornada ininterrupta vai permitir o funcionamento em três turnos de todos os campi – O QUE SERÁ MELHOR PARA A COMUNIDADE EM GERAL QUE DEPENDE DOS SERVIÇOS DA UNIVERSIDADE. A implantação da jornada ininterrupta será apenas o primeiro passo para um futuro no qual, com certeza, as pessoas não gastarão toda uma vida somente nas funções de manutenção da sociedade. Elas poderão ter também todos os dias de toda a sua vida a seu dispor. RAZÕES PARA QUE ESTA LUTA SEJA PRIMORDIAL E ESTRATÉGICA NO MOVIMENTO SINDICAL: -Lançar os trabalhadores na luta ofensiva, questionando a ordem capitalista alienante; - Diminuir o desemprego nesta crise aguda e crônica em que vivemos; - Melhorar as condições de vida dos trabalhadores, liberando mais tempo livre; - Aumentar o salário real efetivo do trabalhador desde que ele tenha o mesmo salário por uma jornada menor. EXPEDIENTE: INFORMATIVO DO SINDICATO DOS TRABALHADORES NA UFES SINTUFES - Avenida Fernando Ferrari, s/nº, Campus Universitário, Vitória, ES - Tel: (27) 3325-6450. Fax: (27) 3227-4000. Subsede - Avenida Marechal Campos, s/nº , Campus de Maruípe, Vitória, ES - Tel: (27) 3335-7262, Fax(27) 3315-3444. Diagramação: Nova Pauta Comunicação. Edição e fotos: Luciano Gomes MTb-ES/01743. Os textos publicados neste jornal são de inteira responsabilidade da Diretoria Colegiada do Sintufes.

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JORNAL DO SINTUFES | www.sintufes.org.br 3 Foco na luta contra o aparelho do ponto Categoria tem avanços na jornada. Mas é importante ratificar: “Trabalhador, não cadastre sua digital” OPressão dos TAE’s: Reitor muda data, mas trabalhadores acompanham de perto a sessão do Consuni Conselho Universitário (Consuni) da “Muitos trabalhadores não fizeram o ca- Ufes tentou driblar a categoria. Mudou dastro digital. Há boatos de que o ponto vai o dia da sua sessão para não enfrentar começar a funcionar em novembro, mas não a mobilização puxada pelo Sintufes para o dia tem essa. Os trabalhadores NÃO DEVEM FAZER 23 de outubro, quando seria realizada a reu- O CADASTRO”, ratifica o coordenador do Sin- nião do colegiado. Só que o magnífico, “que sempre trata com descaso as lutas dos TAE’s”, remarcou e fez uma sessão extraordinária para deliberar sobre alteração na Resolução nº 60/2013, na segunda-feira, 27 de outubro, um dia antes do feriado do Dia do Servidor. O sindicato reconvocou a categoria. E quem esteve na antessala do Consuni pode saber, em primeira mão, que a jornada ininterrupta pode alcançar mais setores da Universi- tufes e representante dos TAE’s no Consuni, Wellington Pereira. Por que não cadastrar o ponto? O Sintufes já acionou o Ministério Público Federal para que o órgão dê um parecer a respeito do Sistema de Registro Eletrônico de Ponto (SREP) da Ufes. O aparelho do ponto tem irregularidades se comparado ao aparelho que é regulamentado pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). “O sistema da Ufes não emite o comprovante para cada vez que o trabalhador precisar utilizá-lo. E em alguns casos o registro será dade. (Confira box ao lado). manual na folha de frequência. é para que o Mas é muito importante também que os cadastro do ponto só comece quando o siste- trabalhadores NÃO FAÇAM O CADASTRO DO ma estiver regularizado. E de preferência com PONTO BIOMÉTRICO, conforme o Sintufes tem toda a Ufes funcionando ininterruptamente orientado ao longo de todo este ano. em três turnos”, reforça Pereira. Resolução 60/2013 é alterada “Sem a palavra ‘cumulativamente’, a resolução fica mais próxima do que tratam os decretos (1.590/1995 e 4.836/2003), que regulamentam a jornada ininterrupta. Sem o termo, os incisos I, II, III e IV podem ser aplicados separadamente”, pontua o representante dos técnicos no Consuni e coordenador do Sintufes, Wellington Pereira. Art. 2º. Além das jornadas de que trata o Art. 1º desta Resolução, poderá ser adotada a jornada ininterrupta de 06 (seis) horas diárias e carga horária de 30 (trinta) horas semanais, conforme dispõe o Decreto nº. 1.590/1995, com nova redação dada pelo Decreto nº 4.836/2003, para aqueles setores que atendam aos seguintes requisitos, cumulativamente: I. o setor deverá desempenhar atividades contínuas, em regime de turnos ou escalas; II. o setor deverá funcionar sem interrupção de nenhuma espécie, por, no mínimo, 12 (doze) horas seguidas; III. o funcionamento, sem interrupção, do setor deverá ser decorrente de atendimento ao público ou de trabalho noturno; IV. a adoção da jornada de 06 (seis) horas diárias deverá visar ao interesse público e à busca pela eficiência do serviço. “Nós avisamos”! O Consuni decidiu alterar a Resolução 60/2013 por uma falha que o Sintufes vinha denunciando há mais de um ano. “Em 2012, em nosso Congresso a Reitoria apresentou suas propostas de jornada. E mais de 300 trabalhadores rechaçaram as propostas de 7 horas e de 8 horas, que não garante o funcionamento ininterrupto. Autoritária que é, a administração não acatou a nossa proposta de jornada ininterrupta, legítima e que seria melhor para todos os segmentos da Ufes e para comunidade em geral. Mas no dia 10 de outubro de 2014, o nosso brado ecoou. Foi quando a Câmara de Conciliação e Arbitra- gem do Governo Federal da Advocacia-Geral do União considerou inviável as 7 horas, que nós sempre falávamos que se tratava de uma enganação contra o trabalhador”, ratifica a direção colegiada do Sintufes. E vale lembrar: se há setores na Ufes que hoje fazem 6 horas, isso se deve a luta histórica do sindicato.

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4 JORNAL DO SINTUFES | www.sintufes.org.br Hucam paga insalubridade em dezembro Sindicalizados reclamam que não receberam o direito. Sintufes cobra da Progep, que explica como será o ressarcimento Alguns sindicalizados ao Sintufes, que atuam no Hucam, reclamaram ao sindicato que NÃO RECEBERAM a insalubri- Segundo ela, o problema foi de ajuste de lotação no sistema Siape. “Em virtude da operacionalização no sis- referido adicional”, informa Lucia. Segundo o comunicado, o problema aconteceu devido ao ajuste de lotação coin- dade, a periculosidade e a gratificação de raio tema SIAPE do AJUSTE DE LOTAÇÃO (alteração cidir com a migração do Siape para um novo X a que tinham direito nos últimos meses. da nomenclatura do seu setor de trabalho), sistema, o Sigepe, que está sendo implan- O Sintufes foi à Pró-Reitoria de Gestão não foi possível validar os laudos de insalu- tado pelo Ministério do Planejamento, Orça- de Pessoas (Progep) cobrar o pagamento bridade, de periculosidade ou da gratificação mento e Gestão. dos benefícios e saber por que eles tinham de raios-X e cadastrá-los no sistema. Infor- “Esperamos que isso seja resolvido e que sido retirados. mamos que o Departamento de Gestão de os adicionais não sejam retirados dos traba- No dia 24 de outubro, a pró-reitora da Pro- Pessoas pagará o valor do adicional do mês lhadores por conta de problemas em siste- gep, Lucia Casate, enviou um comunicado de novembro e o retroativo referente a ou- mas. E isso só reforça a necessidade de uma em que explica o motivo do não pagamento, tubro, no início de dezembro. Esclarecemos sala da Progep no nosso Hospital, pois é o am- informando quando os adicionais serão res- que no seu contracheque que sairá no início paro que nosso trabalhador precisa”, destaca sarcidos aos trabalhadores. do mês de novembro não constará o valor do a coordenadora do Sintufes, Alvaléria Cuel. Luta pela instalação da seção Progep O Sintufes continua cobrando a instalação da seção da Progep para que os trabalhadores do Hucam tenham um setor para resolver questões da sua vida profissional. “A diretora do CCS já se mostrou favorável em ceder uma local para a seção ser instalada. Continuamos cobrando do superintendente da EB$ERH, pois isso está no acordo da greve de 2013, assinado pelo reitor, que entregou o Hucam para privatização e aprovou a nomeação do superintendente. Eles têm que resolver”, pontua Alvaléria. APOSENTADOS Sintufes realiza mais um passeio dos aposentados da categoria Após ter conhecido a Fábrica de Chocolates Garoto, em julho, as aposentadas e os aposentados da categoria realizaram mais um passeio, no dia 25 de setembro.  O local escolhido foi o Parque Botânico da Vale, em Vitória.  A aposentada do Hucam Floriza Correia foi uma das que participou de mais esse passeio promovido pela Coordenação de Aposentados do Sintufes. “Gostei muito de conhecer o parque. É interessante, pois moro em Vitória há tanto tempo e não conhecia essa área”, disse.  Floriza ainda destacou a importância dos passeios promovidos pela Coordenação. “Quem está aposentado não tem que ficar cuidando de neto em casa, apenas. Tem que passear, conhecer novos lugares, aproveitar as oportunidades, como esta”, frisou. Coordenação de Aposentados leva a categoria ao Parque Botâ- nico, em Vitória SINTUFES APOIOU O OUTUBRO ROSA E A LUTA CONTRA O CÂNCER DE MAMA! E APOIA O NOVEMBRO AZUL E A LUTA CONTRA O CÂNCER DE PRÓSTATA!

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ENCARTE ESPORTES Comemoração do Dia do Servidor Público marca retorno do campo de areia E reforça sede do Sintufes como local de lazer e integração para a categoria Apesar das opções ruins na urna, no segundo turno das eleições, no dia 26 de outubro de 2014, os trabalhado- res técnico-administrativos em Educação na Ufes promoveram uma boa comemoração ao Dia do Servidor Público (28 de outubro). Foi mais um torneio de futebol de areia, com churrasco, música e muita animação, na ensolarada tarde de sábado, dia 25, na sede do sindicato, em Goiabeiras, Vitória. O evento foi organizado pela Coordenação de Cultura, Imprensa e Esportes do Sintufes. E marcou o retorno do campo de areia para a categoria poder usar às sextas-feiras e aos finais de semana. Assim como a área de lazer já conhecida. “O sindicato é instrumento de luta política por direitos sociais, mas é espaço também de Imprensa e Esportes do sindicato, Alcimar Corrêa. Com o campo podendo ser uti- lizado novamente, o trabalhador tem mais essa opção de lazer. “Quem quiser jogar um futebol nos fins de semana é só entrar em contato com o Sintufes e agendar um horário no campo de areia”, convida o coordenador. Na comemoração do Dia do Servidor, a área de lazer do Sin- integração e descontração para tufes ainda contou com mesa de trabalhadores e aposentados. Te- sinuca e um pula-pula, na parte mos as sextas-culturais e agora externa. Mas o local já é espaço retornamos com os jogos no cam- tradicional para jogos de baralho, po de areia do Sintufes, que está dominó e atividades como crochê, todo fechado para evitar que ani- que são realizadas nas greves, mais possam contaminar a areia”, assembleias e encontros dos apo- destaca o coordenador de Cultura, sentados. Confira as imagens! Agende um horário oh(Eo2ccdnor7aoatámm)rgrsei3epiooen2nopmSd2ddaii7enccer-aatuo4uatmnu0ofretes.0asai0at:ro,

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ENCARTE NA LUTA Valorizar o trabalhador é atender a pauta da categoria! Sintufes se nega a compor GT que vai discutir valorização nos moldes da administração VALORIZAÇÃO É ESTATUINTE! É JORNADA ININTERRUPTA! É VOTO DIRETO PARA REITOR! Você, trabalhador técnico-administrativo em Educação, você se sente valorizado pela sua instituição no seu local de trabalho: seja ele em Alegre, São Mateus, Goiabeiras ou Maruípe/Hucam? O Sintufes foi convidado pela administração da Ufes para compor um grupo de trabalho (GT) que vai elaborar um Programa de Valorização dos Servidores da Ufes. A reunião aconteceu no Deparmento de Divisão de Pessoas, em Goiabeiras, no dia 23 de outubro. “Não vamos compor esse grupo, pois entendemos que o nosso plano de carreira já tem três programas de valorização dos trabalhadores. E tam- bém não dá para discutir valorização de trabalhadores diante desse tratamento que os TAE’s recebem, sendo tratados como categoria de segunda por parte da administração da Ufes”, pontua o coordenador-geral do Sintufes, José Magesk. Segundo ele, valorizar o técnico-administrativo é acatar as pautas históricas da categoria: jornada ininterrupta; estatuinte; voto universal para reitor; fim do contrato do Hucam com a EB$ERH; entre outros pontos. “Assim nos sentiríamos valorizados. Do contrário, é ladainha da administração falar em valorização do trabalhador”, acrescenta Magesk. Cadê a avaliação da chefia? Apesar do Programa de Avaliação de Desempenho (PAD) dos TAE’s está sendo feito desde 2010, as chefias ainda não se responsabilizaram por ele. Afinal todos os anos têm acontecido problemas com a etapa da avaliação que compete a elas. E com isso, os TAE’s têm que recorrer à Comissão de Recurso para não serem prejudicados em sua nota final de avaliação. Ou seja, a categoria tem feito o PAD. Os trabalhadores avaliam seus colegas e se autoavaliam. E o fato das chefias não cumprirem com a sua parte só reforça o argumento de que os TAE’s não são tratados com o devido respeito, haja vista que a maior parte das chefias não são do quadro do PCCTAE. Integração: sindicato convoca para luta! Sintufes leva a importância da sindicalização ao trabalhador recém-admitido pela Ufes O Sintufes e a Comissão Interna de Supervisão (CIS do PCCTAE/Ufes) participaram do Seminário de Integração dos Trabalhadores Técnico-administrativos, realizado em outubro, nos campi da Ufes em todo o Estado. OeventotrazinformaçõesaosprofissionaisqueingressaramnaUniversidade,recentemente. A coordenadora-geral do Sintufes e membro da CIS, Ana Hoffman, destaca a importância desses novos trabalhadores de entrarem na luta em defesa da carreira dos TAEs. “É muito importante, vocês, trabalhadores que estão entrando agora na Universidade, se sindicalizarem, virem para luta, pois todas as conquistas que tivemos na nossa carreira foi decorrênciadanossaluta”, revelou Ana, no seminário realizado em Goiabeiras. Repúdio ao aumento no RU! O Conselho Universitário (Consuni) está prestes a aumentar o valor da refeição no Restaurante Universitário (RU). O Sintufes lembra que sempre defendeu RU gratuito para os estudantes da Ufes. Por isso, os representantes dos TAE’S no Consuni vão lutar pelo congelamento dos valores atuais do RU. “Vamos defender que não tenha aumento. E se for aumentar que seja apenas para estudantes da rede particular e pessoas sem vínculo com a Ufes”, revela Wellington Pereira, representante dos TAE’s no Conselho e coordenador do Sintufes. ELEIÇÕES DO DCE Em 17 e 18 de novembro serão realizadas as eleições para o Diretório Central dos Estudantes (DCE) da Ufes. “O processo será acirrado. E vamos apoiar a chapaquelutepormaisautonomiaedemocracianaUniversidade e seja a favor de bandeiras históricas que defendemos, como a Estatuinte e eleições diretas para reitor”, informa a diretoria do Sintufes.

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