Informativo Março de 2016

 

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INFORMATIVO OFICIAL Nº 23 - RIO DE JANEIRO, MARÇO DE 2016 CRQ - III INFORMA OLIMPÍADAS DEIXAM LEGADOS AMBIENTAIS POSITIVOS PARA O RIO DE JANEIRO Os preparativos dos Jogos Olímpicos de 2016 estão propiciando grandes transformações para a Cidade Maravilhosa. Além das obras de infraestrutura, o Rio de Janeiro receberá melhorias do ponto de vista ambiental, como a redução da poluição e a reorganização da gestão de resíduos sólidos. Segundo Carlos Alberto Muniz, secretário municipal de Meio Ambiente, o planejamento foi construído a partir da identi cação dos principais problemas ambientais da cidade. Os resultados são soluções em curto prazo, mas com benefícios duradouros, por exemplo: a construção de um centro de resíduos, em Seropédica, e a desativação do aterro sanitário de Gramacho. Quanto aos desa os de mobilidade urbana, a reorganização da estrutura rodoviária municipal levou em consideração os danos ambientais causados pelo uso exces- sivo de veículos. Por isso, a alternativa encontrada para restringir o que se chama de “política rodoviarista” passava pela expansão das ciclovias e a difusão do uso correto de automóveis. O presidente do Conselho Regional de Química da 3ª Região, Isaac Plachta, avaliou as transformações na cidade: “As mudanças trarão melhorias para os moradores do município do Rio de Janeiro e o desenvolvimento do estado”. CRISE ECONÔMICA NACIONAL REDUZ MERCADO DE PRODUTOS QUÍMICOS De acordo com o último levantamento da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), os principais indicadores de demanda interna por produtos químicos de uso industrial fecharam os últimos 12 meses com resultados negativos, na comparação com igual período no ano anterior. As vendas internas caíram 5,22% e o Consumo Aparente Nacional (CAN) teve queda de 6,4%. Tais números são re exos da atividade econômica no mercado interno nacional, prova disto são as taxas negativas do PIB industrial brasileiro, principalmente pela indústria de transformação e construção civil. Além disso, importantes segmentos também reduziram expressivamente a atividade, com impacto na cadeia química, que fornece produtos principalmente para indústria automobilística, linha branca, alimentos, embalagens, entre tantos outros, que foram profundamente afetados pela crise econômica. Apesar do cenário interno desfavorável, o índice de exportações de produtos químicos de uso industrial teve um pequeno crescimento, surgindo como uma alternativa para as empresas do setor não encarecerem os custos unitários de produção. R. Alcindo Guanabara, 24 - 13º andar - Centro · Rio de Janeiro, RJ - 20031-130 +55 21 2524-2236 · comunicacao@crq3.org.br

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PRESIDENTE DO CRQ-III DISCURSA EM EVENTO SOBRE A BAÍA DE GUANABARA A Secretaria do Ambiente promoveu o 1º Workshop de Consulta Pública sobre Modelo de Governança da Baía de Guanabara. Com o propósito de debater a elaboração de um plano estratégico de recuperação que integre as diversas instâncias de governo, usuários e sociedade civil, o evento recebeu importantes gestores e executivos da área de meio ambiente, química e desenvolvimento sustentável. No discurso de abertura, Isaac Plachta, presidente do Conselho Regional de Química da 3ª Região, ressaltou a importância deste grande símbolo (ambiental, visual e turístico) do Rio de Janeiro: “Seu complexo sistema hidrográ- co abrange total ou parcialmente 17 municípios, inclusive a região metropolitana do estado, com seus milhões de habitantes e toda a mo- vimentação de negócios que esse centro industrial e comercial abriga”. Em seguida, Isaac comentou sobre o pioneirismo do workshop e os benefícios do projeto: “Estamos dando o primeiro passo para mudar a forma de gestão da bacia hidrográ ca da Baía de Guanabara. Entendemos que a disponibilidade de água em quantidade perene e qualidade saudável são fatores determinantes e que norteiam as estratégias de escolha dos investimentos industriais”. Na primeira, de três consultas públicas previstas, seis experiências de despoluição desenvolvidas com sucesso em rios e lagoas ao redor do mundo, como no Rio Tamisa, em Londres (Inglaterra), foram apresentadas. Composta por técnicos, engenheiros, prefeitos, lide- ranças locais e instituições de pesquisa e ensino, a plateia contribuiu com sugestões e questionamentos. A previsão é de que o novo modelo de governança comece a funcionar em 2017, após apresentação de proposta na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). Fonte: ABQUIM 11° Encontro Brasileiro sobre Adsorção Data: 25 a 27 de abril de 2016 Local: Universidade Tiradentes – Aracaju, Sergipe Mais informações: http://www.itp.org.br/eba11/ Com 20 anos de história, o EBA tem se consolidado como um fórum de discussão sobre os fundamentos e as aplicações da adsorção no Brasil. Esta edição tem o objetivo de congregar as comunidades cientí ca, acadêmica e empresarial, a m de difundir a ciência da adsorção e desenvolver trabalhos na área, dentro dos padrões de excelência praticados em todo o mundo. R. Alcindo Guanabara, 24 - 13º andar - Centro · Rio de Janeiro, RJ - 20031-130 DIRETORIA DO CONSELHO Presidente Isaac Plachta Vice-Presidente Eduardo Falabella de Souza Aguiar Tesoureiro José Antonio de Carvalho e Silva Secretário Paul Antoine Maron Gédéon Conselheiros Adelaide Maria de Souza Antunes Carla Calado da Silva Daniel Pomeroy David Tabak Gabriel de Oliveira Apolinário Gandhi Giordano Harley Moraes Martins Hélio Camarota Jorge Cardoso Messeder Luiz Alberto Ferreira da Silva Marcio Franklin Oliveira Rafael Barreto Almada Rafael Gama Sérgio de Paula Machado Sônia Maria Cabral de Menezes +55 21 2524 2236 · comunicacao@crq3.org.br

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