Film Export Magazine

 

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Distribuição gratuita - Ano I - Edição 02 - ABRIL/MAIO/JUNHO/ 201 6 O MERCADO DA RÚSSIA, PARA O AUDIOVISUAL DO BRASIL Academia Nacional de Coreografia do Cazaquistão 16ª Goiânia Mostra Curtas World Premieres Film Festival 2016 Bonecas Russas 201 6 I FilmExportMagazine I 1

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É com satisfação que lançamos a segunda edição da Film Export Magazine, neste novo momento do nosso Brasil, com a liderança do presidente Michel Temer e do Ministro Serra, à frente do Ministério das Relações Exteriores, e do Embaixador Roberto Jaguaribe na APEX, que sem dúvida abrirá novas oportunidades para o país, com uma maior inserção do Brasil em novos mercados, gerando empregos e divisas para um novo Brasil. Acreditamos, que a revista, levará aos leitores, informações sobre eventos internacionais na área do audiovisual, festivais de cinema no Brasil e no exterior, oportunidades de negócios neste segmento e na área internacional e desde já gostaríamos de destacar o importante papel e apoio que nos foi fornecido pelas embaixadas e consulados do Brasil na Rússia, Casaquistão, Togo, Índia, Belarus e China, apoio este consolidado com o envio de matérias e estudos de mercado bem como da embaixada do Sri Lanka no Brasil, da embaixada do Casaquistão e da Federação das Câmaras de Comércio Exterior com as suas Câmaras de Comércio binacionais afiliadas, em todo o Brasil. Também, gostaríamos de agradecer o apoio do Ministério das Relações Exteriores, na área de áudio visual através da Divisão de Promoção do Audiovisual que nos forneceu estudos de mercado da Índia, que foi objeto de matéria na primeira edição, principalmente sobre Bollywood, onde se produzem mais de 1000 filmes por ano, mercado pouco conhecido pelos cineastas brasileiros. Com relação aos eventos internacionais que os leitores poderão tomar conhecimento, destacam­se nesta edição, o Festival de Documentário de Guangzhou na China, de 12 a 15 dezembro de 2016, e World Export Development Forum 2016, de 12 a 13 de EDITORIAL outubro de 2016, em Colombo, Srilanka e a 13a. Feira internacional de Lomé no Togo, de 18 de novembro de 2016 a 5 de dezembro de 2016, país que está despontando na África. O Brasil deverá estar presente nesta feira, inclusive pelo fato de termos 3 voos semanais com a Etiophian Airlines, o que facilita o acesso as empresas brasileiras. Em Lomé, o Brasil deveria montar uma base estratégica, um HUB, para retornar ao mercado africano, como fazíamos na década de 1980 e 1990. Também estamos publicando uma lista com alguns festivais de cinema no mundo, constando e mails e sites, para que tomem conhecimento e participem. Espero que gostem da matéria sobre as famosas bonecas russas “Matrioska” (www.bonecarussa.com.br ) que serão expostas nas Olimpíadas do Rio de janeiro, no Hotel Sofitel, em Copacabana e na Casa da Rússia que será aberta no dia 3 de agosto de 2016, apoiando a divulgação da próxima copa do mundo que será realizada na Rússia em 2016. Roberto Nóbrega ­ Diretor Executivo 201 6 I FilmExportMagazine I 3

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ÍNDICE 06 l O gigantesco mercado da Rússias, para o audiovisual do Brasil 12 l Carlos Tavares 13 l Kazakh National Academy 18 l 16a. Goiânia Mostra Curtas 20 l Amitabh Bachchan 22 l Bonecas Russas 28 l Simone Williams 32 l GZDOC Highlight 36 l AFZNET News 37 l World Premieres Film Festival 2016 38 l Jiselda Salbu Expediente Target Consultoria e Assessoria. Diretor Executivo: Roberto Nóbrega Jornalista RJ: Juliana Grau - DRT041 9770606 Jornalista SP: Renato Cury - MTB – 49471 /SP Web Designer: Luciana Nóbrega Colaboradores:Simone Williams, Giselda Salbu, Renato Cury,Roseny Kuranyi, Beto Rodrigues, Jaqueline Santos Distribuição gratuita Rua Carlos Tyll,99 - cep: 2571 0-260 - RJ Tel: 55 24 2291 -3621 Cel: 55 21 97469-051 9 redacao@filmexportmagazine.com.br www.filmexportmagazine.com.br facebook.com/FilmlExportMagazine twitter.com/filmexpor O mercado do Audiovisual da Rússia O número de cinemas na Rússia cresceu significativamente durante os anos de 2008 e 2009. Com a crise financeira internacional, o mercado de cinema russo mudou seu foco, buscando alcançar a abertura de salas em novas regiões e consolidar os negócios já existentes. Neste período foi atingida a marca de 868 cinemas na Rússia, totalizando 2463 salas, sendo mais de 60% digitais. É possível notar também, que a partir de 2010 houve uma ampliação da rede de cinemas com telas digitais capazes de exibir filmes em 3D, que passaram a ser lançados em número igualmente crescente. Este crescimento foi possível devido as novas tecnologias introduzidas pelas empresas, com o objetivo de: racionalizar e melhorar a eficácia de gestão; criar e melhorar programas de fidelidade para os espectadores de cinema; alargar a audiência por meio da realização de eventos especiais, festivais e premiações; e introduzir novas tecnologias e técnicas de produção. Parte do crescimento também pode ser atribuído ao ressurgimento do hábito de ir ao cinema, relegado durante os turbulentos anos noventa, época de profunda crise econômica na Rússia recém­egressa da URSS. Essas mudanças por vezes exigiram a reconstrução ou reforma de complexos modernos de cinema já em funcionamento, inclusive aqueles abertos há poucos anos e superavitários. Trata­se de mudança básica do conceito de exibição de cinema na Rússia, com a criação de salas VIP e até de salas VIP individuais. Ressalte­se que na Rússia pós­soviética expressiva parte do público valoriza sobremaneira conceitos como exclusividade e luxo. O rendimento total da indústria de cinema na Rússia inclui a renda bruta de bilheterias e a renda proveniente de publicidade nos cinemas. 201 6 I FilmExportMagazine I 4

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O Mercado da Rússia, para o Audiovisual do Brasil O mercado do Audiovisual da Rússia O número de cinemas na Rússia cresceu significativamente durante os anos de 2008 e 2009. Com a crise financeira internacional, o mercado de cinema russo mudou seu foco, buscando alcançar a abertura de salas em novas regiões e consolidar os negócios já existentes. Neste período foi atingida a marca de 868 cinemas na Rússia, totalizando 2463 salas, sendo mais de 60% digitais. É possível notar também, que a partir de 2010 houve uma ampliação da rede de cinemas com telas digitais capazes de exibir filmes em 3D, que passaram a ser lançados em número igualmente crescente. Este crescimento foi possível devido as novas tecnologias introduzidas pelas empresas, com o objetivo de: racionalizar e melhorar a eficácia de gestão; criar e melhorar programas de 201 6 I FilmExportMagazine I 6 fidelidade para os espectadores de cinema; alargar a audiência por meio da realização de eventos especiais, festivais e premiações; e introduzir novas tecnologias e técnicas de produção. Parte do crescimento também pode ser atribuído ao ressurgimento do hábito de ir ao cinema, relegado durante os turbulentos anos noventa, época de profunda crise econômica na Rússia recém­ egressa da URSS. Essas mudanças por vezes exigiram a reconstrução ou reforma de complexos modernos de cinema já em funcionamento, inclusive aqueles abertos há poucos anos e superavitários. Trata­ se de mudança básica do conceito de exibição de cinema na Rússia, com a criação de salas VIP e até de salas VIP individuais. Ressalte­se que na Rússia pós­ soviética expressiva parte do público valoriza sobremaneira conceitos como exclusividade e luxo. O rendimento total da indústria de cinema na Rússia inclui a renda bruta de bilheterias e a renda proveniente de publicidade nos cinemas. A receita das bilheterias da distribuição de filmes russos continua crescendo de maneira impressionante: pelo menos 30% por ano, tendo alcançado 31,9 bilhões de rublos em 2010 (792,2 milhões de euros). O eixo Moscou­ São Petersburgo lidera o ranking de cinemas na Rússia. Uma alta proporção de cinemas com oito ou mais telas são situadas na Região de Moscou – 21 locais, com 212 telas no total. São Petersburgo tem 3 vezes menos multiplexes do que Moscou ­ 7 locais, com 66 telas. Entre as grandes cidades

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fora do eixo Moscou­São Petersburgo, Ecaterimburgo é a que lidera em termos de número de multiplexes, com quatro locais e 36 telas. Outras grandes cidades russas (com população de pelo menos 500 000) têm de 1 a 3 multiplexes. Os filmes de ficção e desenhos animados predominam nas telas, enquanto os documentários e filmes curtos são exibidos raramente: frequentadores do cinema não têm o hábito de ver filmes deste conteúdo com exceção de casos quando a exibição se faz nos campos de verão para crianças ou se trata de organizações de aluguel de vídeo e filmes regionais que mostram filmes velhos, desenhos animados dos tempos soviéticos ou DVDs. Cooperação internacional governamental russa no ramo da cinematografia Na Rússia, cooperação internacional na indústria de cinema com participação do governo corresponde à realização de festivais de filme internacionais, eventos especiais, exibições com a participação de organizações cinematográficas estrangeiras, estímulosà colaboração entre estúdios de filmagem locais e produtoras estrangeiras,entre outros esquemas semelhantes. Em suma, o governo busca criar condições para que equipes de filmagem estrangeiras trabalhem no país. Podem ser criadas comissões especializadas com essa finalidade. O desenvolvimento e implementação de novas iniciativas tais como programas nacionais de subsídios, novos mecanismos de financiamento da indústria de filmagem, reorganização de instituições da indústria de filmagem estatais e atualização da legislação são da competência do Ministério daCultura,em cooperação com o Ministério do Desenvolvimento Econômico e o Ministério das Finanças. Atualmente, o Estado controla 15 estúdios de filmagem e algumas organizações industriais, científicas, educacionais, de design e desenvolvimento de projetos na indústria de filmagem. Com o objetivo de desenvolver a indústria de filmagem na Rússia em nível internacional, o Ministério daCultura distribui anualmente 1000 cópias de filmes para exibição fora do país e efetua cerca de 1.500 exibições de filmes produzidos no país para audiências internacionais. O Ministério tambemapóia a participação da Rússia em festivais internacionais. Filmes russos têm participação tradicional em festivais como os de KarlovyVary, Berlim, Cannes, Veneza, Roterdã e outros. Além disso, em Dezembro de 2008, foi estabelecido o Conselho Governamental para o Desenvolvimento da Cinematografia Russa. O Conselho foi idealizado como órgão permanente de consulta para gerar propostas ligadas à implementação da política de Estado em relação ao cinema. Entre seus objetivos principais figura elaborar propostas com os seguintes objetivos: Ampliar a eficácia do apoio estatal do cinema, distribuição e exibição de produtos de filmagem russos e gestão da propriedade federal no setor do cinema; apoiar a promoção e distribuição de produtos de filmagem russos no exterior; fomentar educação, pesquisa científica e implementação de novas tecnologias no cinema; e elaborar medidas para proteger a indústria de filmagem russa. Para promover os filmes russos e dar impulso à cooperação internacional, o Sovexportfilm organiza anualmente festivais e exibições de filmes russos e dias ou semanas do cinema russo no exterior. Em 2008, foram levadas a cabo retrospectivas especiais para celebrar o centenário do cinema russo. Além disso, ao longo dos últimos 3 anos, a Rússia tem montado pavilhão próprio em Cannes. Nos últimos 2 anos, tem sido promovido o “Fórum de Co­ produções de Moscou”, durante o Festival Internacional de Cinema de Moscou, com apoio do Ministério da Cultura da Federação da Rússia. O apoio de estado aos projetos de produção na Federação da Rússia é disponível para filmes que recebam o status de “Filme Nacional”, o que lhes permite pleitear todas as formas disponíveis de apoio estatal. O número de países com os quais há acordos e protocolos sobre cooperação na esfera audiovisual tem crescido constantemente. Atualmente há acordos semelhantes em negociação com Chile, Venezuela, Índia, e Alemanha. Há negociações em curso para a assinatura de acordos intergovernamentais sobre produção conjunta com Alemanha, Chile, Argentina, China, Índia, Estados Unidos, Coréia do Sul e Japão. Quanto ao 201 6 I FilmExportMagazine I 7

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desenvolvimento da produção de filmes juntamente com países estrangeiros, busca­se estimular companhias de filmagem estrangeiras a produzirem seus filmes na Federação da Rússia. Atualmente, está em curso a criação da Comissão Nacional Russa de Cinema, a funcionar como organização sem fins lucrativos. A iniciativa de criação da entidade envolveu RFilms, Sistema Mass Media e outras companhias privadas, com o apoio institucional do Ministério da Cultura da Federação da Rússia. Esta organização vai atuar como uma comissão de cinema em escala nacional e incluirá representantes das regiões (estados) da Federação da Rússia que estejam interessadas em se promover como localidades de filmagem e atrair equipes de cinema estrangeiras. Principais distribuidoras cinema na Rússia de Existem cerca de 30 companhias operando o setor de distribuição de filmes na Rússia. A maioria das companhias representadas no mercado é independente (15), 8 trabalham com filmes “art­house”, 5 representam grandes estúdios de cinema de Hollywood, embora atualmente não exibam apenas filmes dessa origem, e 1 oferece filmes para distribuição pública de vídeos apenas, embora outras companhias também trabalhem com exibição pública de filmes, e 1 trabalha exclusivamente com conteúdo digital alternativo. Em termos de países da origem dos filmes exibidos, as companhias distribuidoras podem ser classificadas da seguinte maneira: 9 companhias trabalham somente com filmes estrangeiros; 11 trabalham tanto com filmes estrangeiros como russos; 5 exibem só filmes russos; 1 trabalha exclusivamente com filmes de Hollywood e 4 outras oferecem mistura de filmes de Hollywood com filmes estrangeiros independentes e produções russas. Caracterizando um mercado bastante variado. Quando se trata de exibição de filmes estrangeiros nos países da CEI (Comunidade de Estados Independentes, ex­integrantes da URSS), o mercado é dominado pelos títulos dos Estados Unidos e da Europa, incluindo filmes europeus financiados pelos estúdios de Hollywood, os quais constituem 35­44% de estreias. A maior parte do lucro (cerca de 70%) ganho com a distribuição de filmes direciona­se aos filmes estadunidenses. Os filmes russos acumularam apenas 5% da receita das bilheterias russas em 2010. Entre as produções européias são os filmes franceses que têm maior êxito na Rússia. A França lidera quanto ao número de filmes distribuídos na CEI (40 estréias em 2010), assim como nas receitas de bilheterias (468,6 milhões de rublos ou 11,7 milhões de euros). A Alemanha ocupa o segundo lugar no total dos filmes europeus na distribuição russa, com 33 estréias, seguida de Grã Bretanha, com 24, Itália e Espanha, os quais dividem a quarta e a quinta posições, com 14 estréias cada. Produção de filmes nacionais para o cinema Ao todo, desde 2006, 295 filmes feitos na Rússia foram lançados para distribuição nos cinemas do país, com orçamento médio de produção de cerca de 81 milhões de rublos. A maioria destes filmes (225 títulos) teve orçamento de produção de menos de 100 milhões de rublos. De 2006 a 2009 só 18 filmes tiveram um orçamento de mais de 200 milhões de rublos, a maioria dos quais foram lançados em 2009. Por seu turno, a maioria de filmes com orçamento de produção de 100 a 200 milhões de rublos – isso é, filmes com orçamento médio – foram produzidos no período de 2008 a 2009.Entre 2007 e 2010, os principais participantes do 201 6 I FilmExportMagazine I 8

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mercado na esfera de produção de filmes na Rússia foram centros de produção, companhias de produção, estúdios de filmagem estatais e privados, canais da TV e os estúdios de Hollywood mais importantes. A revista “Action! Magazine”, dedicada à produção de filmes russos,publicou estimativa de 70 produções domésticas distribuídas naRússia em 2010. Orçamentos de produções russas variam entre 3 milhões e 1 bilhão de rublos (de 75 mil euros a 26 milhões de euros), média de 124 milhões de rublos (3,1 milhões de euros). Ao longo dos últimos 3 anos os investidores têm desempenhado papel cada vez mais ativo na produção de filmes. Os participantes do mercado acham que essa situação resultou em superaquecimento do setor, com aumento acelerado de despesas de produção e promoção de filmes, inclusive salários de profissionais da área. Entretanto, a produção de filmes continuou, na maioria dos casos, não­rentável. Esse fato, combinado com a falta de transparência no mercado e ausência de informação confiáveis sobre estimativas de receitas de bilheterias significou frustração das expectativas de alguns investidores. Também nos últimos 3 anos, cresceu bastante o número de projetos realizados com países ocidentais. O apoio governamental russo a esses projetos somou, no total, 400 milhões de rublos (10 milhões de rublos por filme, em média). Os participantes mais ativos da parte russa foram as companhias CTB, Filmokom, NikolaFilm, TwindiandProlineFilm. Rohfilm (Alemanha) esteve entre os co­produtores ocidentais mais ativos. Medienförderungfoundation (Alemanha), Centre National de laCinématographie (França), FinnishFilm Foundation (Finlândia) e Eurimages também desempenharam um papel ativo na co­ produção. Atualmente cerca de 20 projetos de produção realizam­se nesse formato colaborativo. Os bancos russos continuam a mostrar pouca disposição de conceder empréstimos para a produção de filmes,pela falta de transparência do mercado e pelos grandes riscos implicados.Fundos de investimento apresentam pouco envolvimento com a produção de filmes na Rússia. Em 2008, só dois fundos desse tipo mostraram­se ativos nessa esfera na Rússia. O First Media Fund, com previsão de investimentos estimados em 23 milhões de USD – até hoje não aplicados em quaisquer projetos –, e o Kinofond, que chegou a criar linha de crédito de 10 milhões de USD para o setor, mas suspendeu tais operações no início de 2009. Em 2010, 4.9 bilhões de rublos foram designados para o apoio estatal de produção de filmes. Este apoio foi proporcionado pelo Ministério da Cultura da Federação da Rússia e o recém­reestabelecido Fundo Federal para o apoio social e econômico da cinematografia nacional. 201 6 I FilmExportMagazine I 9

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Real Estate ‐ Por: Luciana Nóbrega Creci: 34905-RJ luciana.marketing@terra.com.br Tel: 21 98034-6549 / 24 99238-931 0(whatsApp) Prédio disponivel para aluguel na Avenida Paulista, no centro de São Paulo, ideal para Universidades, Fundações, Empresas de Software, Tecnologia, Empresas de Petróleo, Gaz, Energia e Centro Internacional de Negócios, Consulados, Câmaras de Comércio entre outros. Área: 6.843 m2 Por pavimento : 437 m2 – andar corrido Pavimentos: Loja, Sobre loja, + 1 4 pavimentos tipo + 1 5 e 1 6 andar. Vagas de garagem: 64 em 3 subsolos. Heliponto a ser homologado. 201 6 I FilmExportMagazine I 10

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Foto: Paula Duarte Festival de Cinema de Juiz de Fora e Mercocidades chega a sua 15ª edição em 2016. enviar o curta por DVD, até o dia 5 de agosto, pelos Correios (Av. Presidente Itamar Franco, 728, sala 503, Centro, Juiz de Fora). Os curtas de língua espanhola devem ser enviados com legendas em inglês ou português. O Primeiro Plano – Festival de Cinema de Juiz de Fora e Mercocidades chega a sua 15ª edição em 2016. O evento está previsto para acontecer entre os dias 24 e 29 de outubro. O festival é realizado pelo Luzes da Cidade – Grupo de Cinéfilos e Produtores Culturais e é voltado exclusivamente para novos diretores. Além de exibir cinema sulamericano, gratuito e de qualidade que não têm espaço no circuito comercial, o Primeiro Plano contempla os filmes produzidos na Zona da Mata Mineira. A cada edição, são mais de 30 horas de curtas e longas exibidos em vários pontos da cidade. Ao longo de suas 14 edições ininterruptas, o Festival foi visto por cerca de 70 mil pessoas, exibiu importantes títulos e os primeiros curtas de cineastas que hoje se destacam no cenário nacional. Na edição de 2015, o evento recebeu cerca de 250 inscrições, exibiu longas e 50 curtas­metragens, além de promover debates e oficinas. O curta juiz­forano "Marlene – Historias de um forró", de Jéssica Ribeiro, levou os prêmios Incentivo Primeiro Plano e Voto do Público na Mostra Competitiva Regional. Na Mostra Competitiva Mercocidades, o curta vencedor de melhor filme foi "Verão 98", da diretora chilena Valentina Azúa. Inscrições Os diretores interessados em participar da 15ª edição devem se cadastrar no site www.primeiroplano.art.br, criando um login com senha. Depois basta acessar o cadastro e começar a inscrição, tendo a opção de salvá­la e continuar depois. O realizador, produtor e/ou responsável deve enviar o link onde esteja disponível o filme, informando a senha para o e­ mail inscricoes@primeiroplano.art.br. Se preferir, pode É possível se inscrever para a Mostra Competitiva Regional, que reúne os curtas­metragens realizados por cineastas residentes em Juiz de Fora e Zona da Mata, ou para a Mostra Competitiva Mercocidades, que exibe os filmes dirigidos por cineastas estreantes dos países que fazem parte da América do Sul (Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Chile, Bolívia, Peru, Venezuela, Colômbia e Equador). Em ambos os casos, as produções devem ter sido finalizadas a partir de janeiro de 2015, com duração máxima de 20 minutos. Na Mostra Competitiva Regional, os participantes que são universitários ainda podem concorrer ao Prêmio Incentivo Primeiro Plano, que premia o vencedor com R$ 7 mil para realizar uma nova produção. Para a Mostra Mercocidades, o festival é voltado exclusivamente para diretores que estão estreando na função. Dúvidas sobre o processo de inscrições podem ser sanadas pelo e­mail inscricoes@primeiroplano.art.br. O Primeiro Plano – Festival de Cinema de Juiz de Fora e Mercocidades é uma realização do Luzes da Cidade – Grupo de Cinéfilos e de Produtores Culturais, com o patrocínio da Petrobras, copatrocínio da Prefeitura de Juiz de Fora e apoio da Universidade Federal de Juiz de Fora. capacidade para até 6 passageiros e 2 tripulantes. O investimento na aquisição de uma cota de cada um destes ativos é feito a partir de uma entrada e o pagamento do saldo financiado a uma taxa bastante competitiva a partir de 4,5% ao ano. 201 6 I FilmExportMagazine I 11

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POR Carlos Tavares / Novidades sobre portos, ferrovias e turismo Portos Sobre a questão dos portos, importante para qualquer plano econômico, o governo interino apresentou duas medidas, uma boa e outra má. Logo tomada, a boa foi a re­anexação da Secretaria de Portos ao Ministério dos Transportes, como é no exterior. Sem o enfoque de ministério, elimina­se a cobiça dos políticos (e a corrupção) e reduz­se a burocracia. A outra medida – felizmente apenas anunciada – seria a privatização da gestão dos grandes portos públicos, com a venda das Cias Docas. Absolutamente inexequível, a administração pelo setor privado desses complexos, não poderia cumprir as indelegáveis funções oficiais como a fiscalização, arrecadação, dragagem e outros. A propósito, os maiores portos mundiais (que visitei) foram criados pelo setor privado (Roterdã, Los Angeles, Xangai, Hamburgo, Antuérpia e outros) e logo passaram para gestão estatal, por interesse dos próprios empresários. Ferrovias Melhorando sua estrutura econômica, neste primeiro semestre, a China inaugurou três novas linhas internacionais de trens de carga. A primeira está ligando, diretamente, a cidade de Wuhan, no centro do país a Lion, na França, em percurso de 11,3 mil km, passando pelo Cazaquistão, Rússia, Bielorússia, Polônia e Alemanha. A segunda liga a cidade de Donguang – grande centro exportador perto de Cantão, ao Sul, ­ à cidade­porto de Duisburg, às margens do Reno, na Alemanha, em percurso/distância semelhante. A terceira ferrovia situa­se entre Urumqi, capital da província de Xinjiang, ao Norte, também a Duisburg. Desse grande porto fluvial alemão (talvez o maior do mundo), pelos 38 mil km da fantástica hidrovia Reno­Sena­Danúbio, os produtos chineses são distribuídos pelos países europeus. Circulando em velocidade média de 120 km/hr levarão entre 10/19 dias para chegar ao destino, menos da metade do tempo (e do valor) se a carga fosse transportada por via marítima. Turismo Na primeira Conferência Mundial do Turismo, realizada recentemente em Pequim, foram discutidas normas e medidas para desenvolver o setor, importante para a economia dos países. Durante a Conferência – patrocinada pela Organização Mundial de Turismo – foram divulgados dados que confirmam a China na liderança do setor. Desde 2012, tornou­se a nação que mais recebe turistas estrangeiros – incluindo Hong Kong e Macau que aparecem separadamente na estatística da OMT – e também a que mais envia visitantes ao exterior. Em 2015, a China recebeu mais de 100 milhões de turistas, que deixaram US$ 600 bilhões, sendo que somente em Macau, ­ com 30 milhões de turistas, cinco vezes mais que Brasil ­, os seus 34 cassinos faturam cerca de US$ 30 bilhões/ano (5 vezes o total de Las Vegas). A renda das atividades turísticas já representa 10,5% do Produto Interno Bruto (PIB), correspondendo a 10,2% da população empregada. 201 6 I FilmExportMagazine I 12

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Academia Nacional de Coreografia do Cazaquistão Divulgação Divulgação 66 Kazakh National Academy of Choreography abriu suas portas em Astana Casaquistão 99 Em um curto espaço de tempo, uma instituição de ensino superior, com um ciclo completo de ensino coreográfico e profissional de vários níveis foi aberta na capital. Em 26 de maio de 2016, a primeira inscrição para a Academia teve inicio. Crianças em idade escolar, bem como os jovens da capital serão capazes de dominar os conceitos básicos da arte ballet. O formulário para vários níveis da educação consiste em educação primária, técnica e profissional, bem como superior (bacharelado) e pós­graduação (Mestrado, PhD). A base das atividades da Academia é a formação nas seguintes areas: "Artista de ballet", "Artista de dança ", "Direção de Arte", "Coreografia", "Estudos de Arte" e "Gestão de arte". A criação da Academia cazaque de coreografia tem como objetivo promover o Divulgação desenvolvimento da arte coreográfica no Cazaquistão, bem como promover a atitude espiritual e estética da geração mais jovem deste jovem paíO processo educativo na Academia Nacional de Coreografia do Cazaquistão envolve artistas de ballet que receberão formação profissional com base de formação principal, formação geral ou secundária que permite a mudança livre ou transferência para outras instituições de ensino. Os alunos terão a oportunidade de se apresentar em pequenos e grandes espaços para ganhar experiência única na arte ballet. Em 26 de maio a primeira inscrição para a Academia de coreografia foi anunciada. A Comissão procederá com uma séria seleção de estudantes, tendo em conta competências funcionais, profissionais e qualidades fisiológicas, incluindo a dinâmica geral, a flexibilidade do corpo, musicalidade, drama, temperamento, e muitos fatores psicológicos. Foram oferecidas 498 vagas de inscrição. O edifício da Academia está localizado em 9 de Hussein Bin Talal Avenue em frente ao centro de Exposições de Astana. A Academia também oferecerá alojamento e assistência médica para seus alunos. A instituição de ensino promete ser o centro da cultura nacional de ballet e um laboratório para a criação de projetos de arte no campo da arte coreográfica e novas obras de classe mundial. 201 6 I FilmExportMagazine I 13

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