Embed or link this publication

Popular Pages


p. 1

Edição 1 – Outubro – Novembro – Dezembro 2008 Revista BENCHMARKING Aprendendo com os detentores das melhores práticas Distribuição Gratuíta – Venda Proibida BENCHMARKING 2008 O Maior Banco de Boas Práticas Socioambientais do País NESTA EDIÇÃO: Os Vencedores de 2008 e os 03 dias em que São Paulo se transformou na sede oficial das Boas Práticas Socioambientais Entrevistas exclusivas com Dr. Paulo Nogueira Neto, o primeiro secretario do meio ambiente do país, Francisco Palleta, Diretor da Faculdade de EEngenharia da FAAP, e com um dos idealizadores do Amazonia para Sempre, ADVictor Fasano. TABILIDDepoimentos, ArtigosTécnicos, Ranking Benchmarking e SUSTENmuito mais o queemes2p0er0a9r

[close]

p. 2

2009 7º Benchmarking Ambiental Brasileiro Os melhores cases da gestão socioambiental corporativa O conhecimento socioambiental aplicado e compartilhado nas empresas e instituições brasileiras contribuindo com a construção de sociedades sustentáveis Inscrições online no site www.benchmarkingbrasil.com.br JUNTE-SE AOS MELHORES DA GESTÃO SOCIOAMBIENTAL DO PAÍS Inscreva seu case no maior Banco de Boas Práticas Socioambientais do país RANKING BENCHMARKING Gestores e Instituições que pela excelência de suas práticas são referências e exemplos a seguir. Programa Benchmarking - Soluções inovadoras que melhoram o desempenho ambiental das atividades humanas Mais de 20 mil gestores e especialistas tiveram contato com as melhores praticas socioambientais selecionadas pelo Programa Benchmarking através do Livro BenchMais, Banco de Boas Práticas, FIBoPS - Feira Internacional para o Intercâmbio das Boas Práticas Socioambientais, GMGA– Grupo Multidisciplinar de GestãoAmbiental, entre outros. Mais de 100 empresas já participaram e integram o maior Banco de Boas Práticas socioambientais do país. Faça parte. Inscreva seu case de excelência socioambiental para concorrer ao Ranking 2009. RANKING 2008 (ordem alfabética): AGCO, ALUMAR, AMBEV, Anglo American, ArcelorMittal Inox Brasil, ArcelorMittal Tubarão, Avon Cosméticos, Banco Bradesco, Bandeirante Energia, Boticário, Braskem, Caixa Econômica Federal, Celulose Irani, DAEE, Dana Indústrias, Duke Energy, Duratex, Fundação Espaço ECO, HEMORIO, INPEV, Itautec, Klabin, SABESP, Samarco Mineração, Souza Cruz, Subprefeitura Itaim Paulista, Suzano Papel e Celulose, Volkswagen Caminhões & Ônibus, Wal-Mart Brasil, Yagasai Industria de Fibras. Realização: Programa Benchmarking Atitude Responsável e Competitiva www.benchmarkingbrasil.com.br bench@maisprojetos.com.br 55 11 3729-9005

[close]

p. 3

Editorial A revista Benchmarking surge para atender uma demanda por conteúdos direcionados aos gestores socioambientais, profissionais atuantes e interessados em tecnologias gerenciais que promovam a melhoria de seus resultados. Aqui reunimos experiências praticas com potencial de replicabilidade e convidamos articulistas respeitados pela inteligência socioambiental que representam. A primeira edição é comemorativa a 6ª edição do Programa Benchmarking, uma iniciativa única com reconhecimento internacional que define o Ranking Benchmarking dos melhores da gestão socioambiental brasileira. A revista, filha mais nova do Programa Benchmarking, trás em sua essência a característica agregadora do Pai, apresentando a visão de vários especialistas e ambientalistas. A questão socioambiental deve ser tratada de forma multidisciplinar, com toda a sociedade. A revista Benchmarking é um esforço neste sentido. O Conselho editorial é formado por representantes de instituições comprometidas com a excelência da gestão e que selecionam o que temos de melhor em práticas gerenciais de sustentabilidade. Aqui o leitor pode se atualizar com novas ferramentas da gestão, conhecer as mais recentes motivações dos especialistas e beber da sabedoria dos pioneiros ambientais, além é claro, de beneficiar com dicas e recomendações técnicas que agregam valores em suas atividades. Boa Leitura. Expediente Revista Benchmarking – Aprendendo com os detentores das melhores praticas Conselho Editorial: Marilena Lino de Almeida Lavorato (Programa Benchmarking Ambiental Brasileiro), Marcelo Marinho Aidar (FNQ – Fundação Nacional da Qualidade) e Alberto Augusto Perazzo (FIDES - Fundação Instituto de Desenvolvimento Empresarial e Social) Jornalista Responsável: Luciene Balbino – MTB: 21.818/SP Colaboradores desta edição: Ricardo Rose (AHK) e Cristiane Iata (IEL/FIESC) Projeto Gráfico: One Star .com Gestor Web: Cristiano Martins Foto Capa: Beatriz Arruda Produção Executiva: Mais Projetos Impressão: CopyTech Eletrônica: www.maisprojetos.com.br/benchbrasil/revista Contatos: · Redação: redação@maisprojetos.com.br · Comercial: comercial@maisprojetos.com.br A Revista Benchmarking é uma publicação trimestral da Mais Projetos Gestão e Capacitação Socioambiental

[close]

p. 4

SUMÁRIO Revista BENCHMARKING Aprendendo com os detentores das melhores práticas Páginas Verdes com Dr. Paulo Nogueira Neto, o primeiro secretário do Meio Aambiente do Brasil Programa Benchmarking EDIÇÃO 2008 3 7 Entrevista Victor Fasano – um dos idealizadores do Projeto Amazônia para Sempre 18 FIBoPS A primeira feira internacional para o Intercâmbio das Boas Praticas 22 ARTIGOS Técnicos 31 Entrevista Prof. Francisco Palleta, Diretor do Curso de Engenharia da Faap 38 Banco de Boas Práticas Socioambientais 40 FNQ e Programa Benchmarking 42 Dicas e recomendações 43 Espaço Do Leitor 44 Edição 1 – Outubro – Novembro – Dezembro 2008

[close]

p. 5

O PRIMEIRO SECRETARIO DO MEIO AMBIENTE DO BRASIL Por Luciene Balbino “Eu fiz parte da Comissão Brundtland, era uma comissão das Nações Unidas com vinte e três membros e eu era um deles, foi onde surgiu a expressão Desenvolvimento Sustentável” Dr. Paulo Nogueira Neto, é um desses homens raros, elegante na sua essência, gentil e amante da natureza. Sente tanto amor pelas matas, árvores, flores, pássaros e borboletas que mora em uma casa em plena cidade de São Paulo que tem uma pequena floresta tropical. Sentar na varanda e apreciar as árvores balançando e os passarinhos coloridos nos colocam em outro espaço, por alguns minutos nos sentimos em outra realidade longe da capital paulista. Dr. Paulo durante toda a entrevista fez questão de lembrar do poder da natureza e de que tudo pode ser destruído em segundos, menos a própria natureza com suas raízes fortes, seu brilho e sua cor verde iluminada. Hoje, aos 85 anos. Dr. Paulo continua firme e forte, trabalhando, exercendo suas atividades em prol de um mundo melhor, de um Brasil melhor, com mais verde para as futuras gerações. Com sua sabedoria latente, ele sugere às escolas que coloquem no currículo a matéria Meio Ambiente, para ele, podemos educar nossas crianças a cuidar e conviver melhor com a natureza. Com um currículo invejável, esse sábio homem em 1974 assumiu a Secretaria do Meio Ambiente, cargo que só se transformou em Ministério depois de muitos anos. Foi Vice Presidente do International Bee Research Association. Pertenceu (1983-1986) à Comissão Brundtland das Nações Unidas, sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento onde foi um dos dois representantes da América Latina. Foi duas vezes eleito Vice-Presidente do Programa O HOMEM E A BIOSFERA (MAB) da UNESCO, com sede em Paris. Exerceu a Presidência desse Programa na Sessão de 1983. Autor de vários livros com inúmeros artigos publicados. Professor Titular Emérito da USP e Presidente da Câmara Técnica de Biodiversidade e Fauna do CONAMA, Brasil. Dr. Paulo foi reconhecido como Personalidade Benchmarking, referência e exemplo a ser seguido pela excelência de suas práticas em prol do meio ambiente em 2007, e escreveu o Prefácio do Livro BenchMais publicado e distribuído também em 2007. Veja vídeo no link: http://www.maisprojetos.com.br/socioambiental/demos/drpaulo.htm Segue abaixo a entrevista deste homem tão importante para o Brasil e o mundo. Sua visão sobre a sustentabilidade no Brasil e no mundo: Mudou muito em relação aos anos 70 quando assumiu o primeiro cargo federal criado para tratar de assuntos ambientais? Em Janeiro de 1974 comecei no cargo federal e até hoje estou lá, atualmente no CONAMA. Em São Paulo também sempre participei dos eventos daqui. Mas na década de 70 eu participava mais do governo Federal e tratava do meio ambiente no Brasil todo, eu tinha três salas e cinco funcionários apenas, era complicado para mim. Eu não tinha nenhum poder de polícia, não podia multar, então realmente foi o comecinho da área federal que hoje é Ministério. Em 74 eu já previa tudo o que está acontecendo hoje com o planeta. Mas a minha história no governo começou em 1973, quando Henrique Brandão Cavalcanti que era o Secretário Geral do Ministério do Interior pediu para eu conversar com ele em Brasília e me mostrou um Decreto que tinha acabado de ser assinado criando a SEMA (Secretaria Especial do meio Ambiente), lendo o decreto eu vi muitos defeitos e o que eu não sabia era aquilo era o máximo que podia ser aprovado naquela ocasião e quando terminei de colocar a minha opinião, ele me perguntou se eu aceitaria ser o Secretário do Meio Ambiente, eu respondi que ia falar com minha esposa porque nós teríamos que mudar para Brasília. A Lúcia aceitou e eu acabei “Na década de 70 eu participava mais do governo Federal e tratava do meio ambiente no Brasil todo, eu tinha três salas e cinco funcionários apenas”. “Eu não tinha nenhum poder de polícia, não podia multar, então realmente foi o comecinho da área federal que hoje é Ministério”. Entrevista com Dr. Paulo Nogueira Neto, o primeiro secretário do meio ambiente do Brasil 3

[close]

p. 6

“O problema de Santa Catarina em parte é um problema ambiental, embora tenham falado muito pouco sobre isso. Na verdade foram os restos de um ciclone tropical que é raríssimo, mas tem surgido no Brasil com maior freqüência por causa das mudanças climáticas. Esse ciclone trouxe muito ar úmido e a região de Blumenau encontrou uma frente fria, aí choveu que foi uma coisa fantástica. Em parte é produto do aquecimento climático”. ficando lá doze anos e meio como Secretário Federal. Comecei do nada, com o tempo fui mostrando os problemas e assim foram me dando mais recursos e mais gente para trabalhar comigo. Hoje é um dos Ministérios que tem mais destaque internacional e nacional, embora as verbas não sejam grandes. Atualmente a mídia colabora muito na informação com relação ao Meio Ambiente, os jornais, programas sobre a África e outros países, o problema de Santa Catarina em parte é um problema ambiental, embora tenham falado muito pouco sobre isso. Na verdade foram os restos de um ciclone tropical que é raríssimo, mas tem surgido no Brasil com maior freqüência por causa das mudanças climáticas. Esse ciclone trouxe muito ar úmido e a região de Blumenau encontrou uma frente fria, aí choveu que foi uma coisa fantástica. Em parte é produto do aquecimento climático. Temos que tomar uma série de medidas, inclusive educar as pessoas para que vivam melhor dentro do espírito ambiental, com proteção ao Meio Ambiente, qualquer pessoa pode fazer um pouquinho, o processo começa dentro de casa. Eu mesmo outro dia escovando os dentes pensei em como desperdiçamos água, mas não tem como escovar os dentes sem água, o jeito é deixar a torneira menos tempo aberta (risos). A água vai se tornar escassa porque estamos no limite. Por enquanto só na Arábia conseguem transformar as águas do mar em potável, infelizmente não temos dinheiro para isso. Do alto de sua experiência, o que acredita ser mais eficaz e produtivo para enfrentar os desafios ambientais que temos pela frente? Quando eu comecei na SEMA, eu pensava como eu ia conseguir mostrar minhas idéias, meus projetos a todos, mas imediatamente me veio a idéia de usar a mídia para chegar ao respeitável público, passei a dar entrevista para todo tipo de veículo e naquele tempo era até politicamente difícil por causa do regime autoritário, os jornalistas ficavam contentes em ter alguém que dava entrevista e eu nunca me meti em política, eu nunca quis entrar nem no partido do governo, recusei duas vezes. Com a exposição eu consegui mostrar os problemas, como resolvê-los e assim fomos conseguindo mais recursos e hoje é Ministério, mas no mundo todo houve um interesse maior. No Brasil eu vi quando tudo começou desde o primeiro quilômetro. O Obama vai cuidar do Meio Ambiente, o Bush não gostava desse tema, pelo menos é o que sempre demonstrou. Voltando ao problema de Santa Catarina deve ser evitado que as pessoas habitem nas encostas, fazer casa em qualquer lugar teve um preço alto, morreram mais de cento e vinte pessoas, quase todas por causa das casas que desabaram. Os terremotos não se podem evitar, mas tem que se aprender a conviver, evitando habitar nos ambientes perigosos. O Japão é um exemplo, é um país onde eles tomam muito cuidado, estão sempre prevenidos. Os países que não tomam cuidado vemos sempre notícia de pessoas que morreram desastrosamente. Qual o prognostico que o Senhor faz para os próximos anos em relação a questão socioambiental: vai ganhar ou perder espaço na pauta global? A crise financeira anunciada terá reflexos positivos ou negativos nas boas práticas socioambientais? .Eu acho que vai ganhar espaço cada vez mais. Eu participei muito desse esforço porque eu fiz parte da Comissão Brundtland, era uma comissão das Nações Unidas com vinte e três membros e eu era um deles, foi onde surgiu a expressão Desenvolvimento Sustentável. Nós estávamos preocupados com a explosão populacional do mundo, isso tudo começou em 1983 até 1998. A Comissão tinha como preocupação principal o aumento da população do mundo porque do jeito que caminhava a probabilidade era em trinta e seis anos dobrar a população, mas para nossa surpresa a população começou a diminuir. Hoje temos sete bilhões de habitantes. O importante é que queríamos saber como evitar isso, os demógrafos disseram que a população explode onde há miséria, então nós verificamos que nosso problema número um era acabar com a miséria. Nós só pensávamos nos problemas ambientais independente dos problemas sociais que também eram importantes porque eram dois departamentos separados. Descobrimos que não temos como separar as duas coisas, é preciso controle, disciplina, porque o planeta já está quase insustentável, o máximo que o planeta pode ter em número de habitantes para suportar é doze bilhões de habitantes e estamos quase lá. Mas por ironia estamos caindo bastante e acredito que ainda nesse século o Brasil vai estabilizar a população. Inclusive os cálculos que são feitos são interessantes porque não calculam a população no geral, calculam quantos filhos as mulheres Entrevista com Dr. Paulo Nogueira Neto, o primeiro secretário do meio ambiente do Brasil 4

[close]

p. 7

têm, se as mulheres têm mais de dois filhos a população está aumentando, se tem menos de dois filhos, a população está diminuindo. No Brasil é um pouco mais de dois filhos por mulher, estamos chegando ao equilíbrio. Então começamos a calcular o que seria necessário para erradicar a miséria, as Nações Unidas emprestaram gente e acabaram fazendo os cálculos e chegaram a conclusão de que se gastar duzentos e cinqüenta bilhões por ano, em quinze, vinte anos podemos erradicar a miséria. Naquela época da Comissão o mundo gastava um trilhão, quatro vezes mais que isso em armamento. A melhor coisa para fazer com armamento é não usá-la. Chegamos a conclusão é que falta vontade política. No Brasil, por exemplo, a Bolsa família elevou o nível de vida para as pessoas que viviam na miséria. A classe média aumentou muito. A bolsa família erradicou a miséria em vários lugares. Já no exterior, “A crise econômica mundial no primeiro e é o que estava faltando em muitos países. A crise arranco vai prejudicar pela falta de econômica mundial no primeiro arranco vai emprego, mas quando a crise passar tudo vai ser mais controlado para se evitar outra crise. Esse controle vai ajudar a desenvolver as populações e prejudicar pela falta de emprego, mas quando a crise passar tudo vai ser mais controlado para se evitar outra crise. Esse controle vai ajudar a desenvolver as populações e aumentar o nível de vida, aumentar os cuidados ambientais. O segundo aumentar o nível de vida, aumentar os cuidados ambientais. O segundo estágio vai ser muito bom, o primeiro é que é difícil”. estágio vai ser muito bom, o primeiro é que é difícil. Os bancos centrais tomam uma série de medidas. O governo vai ter que fortalecer os controles, então vamos partir para um novo sistema onde o meio ambiente seja melhor protegido e possa sobreviver em paz. a grande crise sempre foi originária da falta de controle que havia nos Estados Unidos e em outros países. O Brasil está em situação melhor porque aqui tem um controle maior, então os exageros do mercado é que levaram o mundo a essa crise tremenda. O mercado sozinho não funciona, temque ser orientado e claro que o mercado existe, mas tem que se submeter a normas e fiscalizações Visitando lugares do nosso país ainda intactos vemos como a natureza é perfeita, ou melhor, relembramos como tudo é perfeito até a chegada do homem. Fica a pergunta: Qual a função do ser humano na natureza? Eu sou cristão e o único ser vivo capaz de raciocino abstrato é o homem, que pode prever o fim do planeta, as mais variadas coisas e sob o aspecto religioso nós achamos que há um criador que usou a evolução como instrumento. Essa briga evolucionista não precisa existir porque se a gente acreditar que Deus usou a evolução como instrumento resolve os problemas, inclusive o Papa Pio XII disse algo assim, ele permitiu que os católicos também se tornassem evolucionistas. O homem é um único ser capaz de acompanhar as grandes tendências e ter uma vida melhor para si e para os outros. Os animais têm a capacidade de se defender em bando. O homem tem uma capacidade de organização que supera a de qualquer animal de longe. Meu instrumento na ecologia são as abelhas indígenas, colhem mel, polinizam a flores, aumentam a produção das plantas, elas têm esse aspecto útil, o homem também tem essa disposição de se organizar, de ter uma vida em ordem, inclusive milhões de pessoas já morreram nas guerras, eu acho uma estupidez a guerra. Na segunda guerra mundial morreram dezenas de milhões de pessoas. Seria muito melhor o homem usar a inteligência para as coisas boas, como procura fazer hoje em dia com mais intensidade. Qual a importância do trabalho de formiguinha do Programa Benchmarking que anualmente estimula os gestores e empresas a apresentarem suas praticas socioambientais? Tem reflexos positivos para a sociedade e as empresas? sociais como fascismo como na Itália. Hoje em dia as organizações sociais são mais disciplinadas, dão melhores condições de trabalho. Eu sou do tempo que não existia o RH, o relacionamento humano das empresas era zero, importava o que o chefe achava de você. Um trabalhador que trabalha com boa vontade é muito mais lucrativo. As empresas que cuidam do meio ambiente estão fazendo suas produções com melhor qualidade e mais barato e isso incentiva outras empresas a começarem Tem sim. A organização humana nas empresas tem esse processo também. Mas para tudo isso exige esforço intelectual, um papel fundamental. A empresa é um tipo de aprendizado, educação e força de vontade. Os benefícios da educação organização social importante. O exagero da onde ela é disponível, só trazem coisas boas para as pessoas, desorganização social pode levar a problemas principalmente um maior entendimento com relação ao meio ambiente. “As empresas que cuidam do meio ambiente estão fazendo suas produções com melhor qualidade e mais barato e isso incentiva outras empresas a começarem esse processo também”. Entrevista com Dr. Paulo Nogueira Neto, o primeiro secretário do meio ambiente do Brasil 5

[close]

p. 8

disposição de se organizar, de ter uma vida em ordem, inclusive milhões de pessoas já morreram nas guerras, eu acho uma estupidez a guerra. Na segunda guerra mundial morreram dezenas de milhões de pessoas. Seria muito melhor o homem usar a inteligência para as coisas boas, como procura fazer hoje em dia com mais intensidade. O Senhor fez o prefácio do Livro BenchMais em 2007 e lá informa ser parte integrante do grupo de otimistas que acreditam que O mundo vai para a frente graças aos que são otimistas com os pés no chão, e que Divulgar acertos e possíveis soluções é muito valioso para resolver problemas relacionados ao uso dos recursos ambientais e para melhorar as nossas condições de vida. Dentro deste contexto, qual foi a contribuição da publicação que foi distribuída gratuitamente nas universidades? Eu acho que a grande idéia foi incentivar as pessoas a melhorar a qualidade do trabalho, não só dos produtos feitos, mas significa também ter uma produção mais accessível, mais fácil, mais compatível com a saúde humana, enfim. Inclusive a nossa vegetação incentiva isso. Agora o Benchmarking veio mostrar que isso é viável, encontrar métodos mais aperfeiçoados e desenvolver mais um trabalho, isso tem uma recompensa. Mostrar que os problemas são solucionáveis é a grande contribuição do Benchmarking. Eu só não concordo em classificação de empresas, acho que todas as empresas que fazem alguma coisa de bom para o meio ambiente devem ser premiadas e valorizadas da mesma forma, na igualdade. Eu sugiro que sejam separados e grupos, por exemplo: Quais as empresas que melhor se classificaram com técnicas novas, Quais as empresas que se classificaram melhor com o esforço de seus empregados, seus recursos humanos. Fazer vários grupos e todos iguais, sem classificação de primeiro, segundo etc. Qual a mensagem que o senhor deixa aos profissionais que atuam em gestão ambiental, e diariamente batalham de forma anônima para melhorar as condições ambientais e socioambientais de sua empresa, comunidade e planeta? E principalmente aos gestores e instituições que participam do Programa Benchmarking com suas boas praticas. A mensagem é que através do esforço de cada um é possível melhorar as condições de vida e também se adaptar as circunstâncias existentes, por exemplo, eu conheço pessoas que são revoltadas contra a vida, são os pessimistas, tudo para eles está ruim, nada tem conserto, esse é o tipo de mentalidade que deve ser combatida. Inclusive a premiação do Benchmarking deve incentivar a melhoria da profissão, a melhoria de vida e mostrar o que a pessoa pode fazer de útil além do seu trabalho, como defender a natureza. Nós devemos conservar a natureza, não somente porque dependemos delas para muitas coisas, mas também como motivo de satisfação. O mundo é muito interessante, quando eu era Secretário do Meio Ambiente viajava muito e procurei conhecer os encantos da natureza em todos os lugares. Aconteceram coisas horríveis também, na África fui à fazenda de um queniano inglês, eles tinham duas opções lá: escolhiam ser ingleses ou quenianos. Conheci um fazendeiro que criava animais silvestres e ele me contou que tinha matado dois ladrões de animais que entraram lá, eu não me contive e perguntei: “O senhor não podia prender ao invés de matar?” e ele disse: “Eu vejo que o senhor não tem a nossa cultura, se tivesse não faria essa pergunta”. A coisa mais natural do mundo lá é matar um ser humano. No Zimbábue, também na África matam os ladrões de caça com metralhadora de cima de um helicóptero. Eles atiram e pronto, é matar ou morrer. Uma luta desigual e eu nunca esqueci isso. O desrespeito pela vida humana caiu muito nesses lugares. Sou a favor da preservação da espécie humana, nem a pena de morte eu aprovo. “A premiação do Benchmarking deve incentivar a melhoria da profissão, a melhoria de vida e mostrar o que a pessoa pode fazer de útil além do seu trabalho, como defender a natureza”. Se pudesse resumir em uma frase a importância do meio ambiente para a espécie humana, o que diria? Eu diria que a qualidade de vida é algo insubstituível. Não há substituto para a boa qualidade de vida. inteligência para as coisas boas, como procura fazer hoje em dia com mais intensidade. “A qualidade de vida é algo insubstituível. Não há substituto para a boa qualidade de vida.” Entrevista com Dr. Paulo Nogueira Neto, o primeiro secretário do meio ambiente do Brasil 6

[close]

p. 9

O maior acervo técnico das práticas de sustentabilidade do país AMBBEINENCTHALMABRRKAISINLGEIRO O Programa Benchmarking Ambiental é uma iniciativa independente que identifica e compartilha praticas de excelência da gestão socioambiental brasileira. Seu objetivo é selecionar e apresentar o Ranking Benchmarking, composto com o que há de melhor em termos de praticas aplicadas pelas empresas e instituições de diferentes segmentos de atuação, nas várias esferas e regiões do País. Gestores e Instituições com ações concretas e resultados positivos que comprovam contribuição efetiva para a melhoria socioambiental local ou global enviam seus “cases” para concorrer ao Ranking Benchmarking e integrar o maior e mais respeitado Banco de boas praticas Socioambientais do país de acesso público. Um dos pilares do Programa Benchmarking é a inovação do seu formato para identificar e selecionar os melhores cases. A metodologia para análise, avaliação e pontuação que define o Ranking Benchmarking de cada edição adota critérios únicos para assegurar imparcialidade e precisão. Da concepção a realização, o Programa Benchmarking é coerente com sua proposta de compartilhamento e incentivo a adoção das melhores práticas. Para atingir seu objetivo de “Compartilhar para Crescer”, o Programa Benchmarking Ambiental Brasileiro se divide em diversos derivativos com um único propósito: capacitar os atuais e futuros gestores para os desafios e oportunidades das exigências socioambientais corporativas. Seguramente é único em seu formato e configura se numa ampla e abrangente iniciativa concentrando grande esforço de divulgação e integrando vários setores da sociedade. Veja ilustração acima. Os 141 cases já selecionados e integrantes do Banco de Boas Práticas Socioambientais são aqueles que mostraram efetividade nas diversas áreas da gestão socioambiental e estão organizados em 10 temáticas gerenciais: Resíduos, Energia, Gases e Poluentes, Recursos Hídricos e Efluentes, Educação, Informação e Comunicação Ambiental, Ferramentas e Políticas de Gestão. Manejo e Reflorestamento, GMGA Grupo Multidisciplinar Programa Benchmarking Ambiental Brasileiro Benchmarking na Universidade Ranking Benchmarking Livro BenchMais e Guia BPS Benchmarking na MPE Banco de Boas Práticas FIBoPS - Feira Internacional Revista Benchmarking Boas Práticas Rádio e TV Pesquisas Científicas e Desenvolvimento de Novos Produtos, Proteção e Conservação e Arranjos Produtivos. Para ter acesso aos seus resumos organizados por temática gerencial e edições, visite o link: http://www.benchmarkingbrasil.com.br O Programa Benchmarking reconhece os selecionados como detentores das melhores práticas, incentiva as instituições adotarem o Benchmarking (*) e capacita os interessados para replicabilidades destas ações, promovendo assim o desenvolvimento da gestão socioambiental brasileira. Em 06 edições selecionou com metodologia própria e exclusiva 141 cases pertencentes a 106 instituições atuantes nos 03 setores da economia e localizadas em 12 diferentes estados da federação. Pra isto contou com a colaboração de 65 especialistas nacionais e internacionais, e apoio de 70 entidades representativas com atuação no Brasil e em outros países. (*) Benchmarking é uma ferramenta de gestão que busca as melhores práticas que conduzem ao desempenho superior. Seu propósito é estimular e facilitar as mudanças organizacionais e a melhoria de desempenho das organizações através de um processo de aprendizado. (wikipedia) Programa Benchmarking EDIÇÃO 2008 - www.benchmarkingbrasil.com.br 7

[close]

p. 10

Comissão Técnica 2008 Depoimentos Um dos pilares do Programa Benchmarking Ambiental Brasileiro é a sua comissão técnica que é única em seu formato de composição, analise e critérios de avaliação. A composição da comissão técnica compreende identificação de nomes consagrados de personalidades e especialistas comprometidos com ações sustentáveis e atuantes em entidades de reconhecido valor representante dos mais significativos segmentos da sociedade. Os critérios de avaliação são transparentes e os membros da comissão técnica avaliam a qualidade gerencial do case sem ter acesso ao nome da instituição. De forma muito feliz nos últimos anos começou a ser utilizado o termo “Sustentabilidade Empresarial” indicando a responsabilidade integral que a empresa reconhece ter sobre os aspectos patrimoniais e econômicos, sociais e ambientais. A noção de sustentabilidade passa, necessariamente, pela visão e atitude ética diante dos negócios, visando sempre a perenidade da organização e a dignidade da pessoa humana. A comparação das melhores práticas, em todos estes âmbitos, é uma forma concreta de promover e incentivar aquelas organizações que contribuem com a consolidação de uma sociedade mais justa e solidária. Alberto Augusto Perazzo -Presidente do Conselho de Curadores da FIDES - Fundação Instituto de Desenvolvimento Empresarial e Social, Brasil Felicito a iniciativa relativa ao Programa Benchmarking Ambiental Brasileiro a qual constitui um importante contributo para a demonstração das práticas empresariais em prol da sustentabilidade e em sintonia com o desiderato do Desenvolvimento Sustentável, constituindo-se igualmente numa ferramenta de promoção de uma nova cidadania empresarial. É um grande privilégio participar na Edição 2008 do Benchmarking Ambiental Brasileiro. Antonio Victor Carreira de Oliveira, Membro da Associação Portuguesa de Ética Empresarial (APEE) e European Sustainable Development Network, Portugal A necessidade e a criatividade se encontram no Benchmarking Ambiental Brasileiro Arcindo Santos - Especialista em Proteção Ambiental do BID - Banco Interamericano de Desenvolvimento, USA Programa Benchmarking EDIÇÃO 2008 - www.benchmarkingbrasil.com.br 8

[close]

p. 11

Toda iniciativa que tem como objetivo mobilizar, sensibilizar e ajudar a comunidade a atuar de forma socialmente responsável, fazendo com que todos possam participar da construção de uma sociedade sustentável e justa deve ser aplaudida. Sinto-me honrado e poder participar da 6º Benchmarking Ambiental Brasileiro. Carlos Alberto Guimarães Garcez, Vice Presidente SEESP - Sindicato Engenheiros do Estado de São Paulo, Brasil Em nome do “Instituto de Apoio às PME e à Inovação – IAPMEI”, felicitamos a organização desta iniciativa pelas actividades que vem desenvolvendo em prol da melhoria da competitividade das empresas brasileiras e agradecemos o convite, que muito nos honra, para integrar a comissão técnica da edição 2008 do Programa Benchmarking Ambiental Brasileiro. Em termos pessoais, perante o cenário de globalização crescente e a necessidade de construir sociedades sustentáveis, a relevância do “Bench Mais” faz-me SONHAR com uma iniciativa mais alargada, que partilha, divulga e replica Boas Práticas Ambientais num intercâmbio entre os dois lados do Atlântico. Celina Gil, Direcçao de Promoção da Inovação do IAPMEI - Instituto de Apoio as PME e a Inovação, Portugal Um processo de benchmarking está completo quando as práticas de excelência são analisadas pelas empresas e, depois disso, implementadas resultando num aumento da competitividade. Iniciativas como as propostas pelo Benchmarking Ambiental Brasileiro ajudam a mostrar que desenvolvimento sustentável e aumento de competitividade podem caminhar lado a lado. Cristiane Iata, Benchmarking para Excelência - Instrumentos de Gestão do IEL/SC - Instituto Euvaldo Lodi de Santa Catarina, Sistema FIESC, Brasil As futuras gerações terão que apreender a lidar com a falta de energia, aquecimento global e os desafios do crescimento sustentável. A sociedade contemporânea precisa fugir da armadilha de apenas apontar os problemas que põem em risco a vida no planeta e assumir a responsabilidade de propor ações para garantir nossa sobrevivência em um futuro próximo com qualidade de vida. Francisco Palleta, Diretor Faculdade de Engenharia e Faculdade de Computação e Informática da FAAP - Fundação Armando Alvares Penteado, Brasil Programa Benchmarking EDIÇÃO 2008 - www.benchmarkingbrasil.com.br 9

[close]

p. 12

Para formar os 180 milhões de educadores ambientais de que o Brasil necessita para reverter o processo de destruição de seu patrimônio natural, o caminho estratégico mais rápido e eficaz é o da educomunicação: crianças e adolescentes se apoderando da linguagem midiática para socializar suas experiências de convívio adequado com o ambiente, motivando suas comunidades para seguir seus exemplos. Ismar de Oliveira Soares, Coordenador do Nucleo de Comunicação e Educação - NCE/USP, Brasil As empresas nos últimos anos ganharam poder econômico e político, e são agentes importantes de mudanças. Muitas delas tem percebido sua importância na sociedade e para o meio ambiente, e buscam mudar a maneira de agir, incorporando ações mais responsáveis nas esferas sociais, políticas e ambientais, que não faziam parte de seu vocabulário até pouco tempo. Para que essas mudanças possam ser mais a regra que exceção e acelerar o processo de mudança é fundamental saber quais as boas práticas, reconhecê-las e divulgá-las. José Antonio Puppim Oliveira, Membro da ALENE - Associação Latina Americana de Ética, Negócios e Economia, e Professor/pesquisador da Universidade de Santiago de Compostela, Espanha A comunicação nas diferentes formas e os seus acessos são ferramentas fundamentais para a disseminação de conceitos ambientais e de cidadania aplicados na rotina das cidades. Quanto mais adaptado à velocidade de entendimento da sociedade, mais convergência e atitudes responsáveis no uso dos recursos naturais teremos. O meio ambiente deixou de ser um nicho ou moda, para se tornar um prioridade no cotidiano de todos nós. Paulina Chamorro, Jornalista Ambiental e Coordenadora de meio ambiente e cidadania da Radio Eldorado, Brasil O mundo, porém, vai para a frente graças aos que são otimistas com os pés no chão. É a atitude dos que, como os idealizadores do Programa Benchmarking Ambiental Brasileiro, mostram que no planeta existem soluções práticas que nos levam adiante. Divulgar acertos e possíveis soluções é muito valioso para resolver problemas relacionados ao uso dos recursos ambientais e para melhorar as nossas condições de vida. Veja vídeo depoimento - http://www.maisprojetos.com.br/socioambiental/demos/drpaulo.htm Paulo Nogueira Neto, Professor Titular Emérito da USP e Presidente da Câmara Técnica de Biodiversidade e Fauna do CONAMA, Brasil Programa Benchmarking EDIÇÃO 2008 - www.benchmarkingbrasil.com.br 10

[close]

p. 13

Em todo o mundo, o setor da construção é o setor de maior impacto econômico, social e ambiental e para alcançarmos a sustentabilidade faz-se urgente a utilização de modelos e boas práticas que preservem a saúde e a sustentabilidade do planeta. O Benchmarking Ambiental Brasileiro é uma iniciativa primorosa, necessária e essencial para o setor da construção. Reinhold Holzer, Membro Fundador da Associazione Nazionale di Architettura Bioecologica da Itália e Associação Nacional de Arquitetura Bioecológica do Brasil, Italia As pressões da sociedade para que se persiga o progresso com qualidade ambiental, legitimam o fomento a soluções inovadoras que permitam, simultaneamente, elevar a produtividade dos recursos (matéria-prima, energia, solo, água, mão-de-obra) , gerar emprego e renda e preservar o meio ambiente. A premiação das boas práticas de gestão sócioambiental tem o papel não só de divulgá-las mas também o de animar os “desencantados” do desenvolvimento sustentável. Regina M. Bueno de Azevedo, pesquisadora do Núcleo de Economia e Administração da Tecnologia (Neat) do IPT, e atua na área de tecnologia e meio ambiente, Brasil A participação efetiva do setor privado é fundamental na construção de uma economia mundial sustentável por meio de uma sociedade mais justa e de um planeta mais saudável. O Benchmarking Ambiental Brasileiro é importante porque reconhece as empresas que produzem soluções práticas para esses problemas contemporâneos, incentivando situações de ganho para todas as partes. Sônia Bruck C. Pereira, Responsabilidade Social da BOVESPA - Bolsa de Valores de São Paulo, Brasil Em meio ambiente não existe oportunidade de ser egoísta nas boas práticas de gestão ambiental. O compartilhamento das informações de melhoria demonstra que a mudança de atitude ambiental está disseminada por toda a empresa. Wagner Soares Costa, Meio Ambiente da FIEMG - Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais, Brasil Programa Benchmarking EDIÇÃO 2008 - www.benchmarkingbrasil.com.br 11

[close]

p. 14

Dia Benchmarking Compartilhar para Crescer Edição 2008 Os melhores da gestão socioambiental brasileira comemoram a conquista e recebem aplausos do publico que lotou o Teatro CADORO em São Paulo O dia 25 de setembro, no Teatro CADORO, em São Paulo foi emocionante e cheio de surpresas, o tão esperado Dia Benchmarking – Compartilhar para crescer aconteceu trazendo a todos os presentes, um seleto público, formado por executivos, gestores, especialistas e jornalistas o melhor da gestão socioambiental brasileira. Todos puderam conhecer os cases vencedores da 6ª edição do Programa Benchmarking Ambiental Brasileiro que integram o Ranking 2008 das empresas e instituições reconhecidas como detentoras das melhoras práticas socioambientais após o crivo rigoroso de uma comissão técnica composta por especialistas nacionais e internacionais. Este ano o Ranking apresentou 30 cases e registrou adesão de novos setores e ramos de atividade incluindo a participação de 04 cases do setor publico. Os cases selecionados que integram o Ranking Benchmarking 2008 apresentaram práticas gerenciais e inovações tecnológicas que trouxeram resultados positivos ao meio ambiente natural, a comunidade, e competividade a instituição, ou seja, obteve sucesso nos 03 pilares da sustentabilidade: ambiental, social e econômico. As 30 instituições rankeadas trouxeram uma mensagem de esperança e convicção de que podemos aliar desenvolvimento com equilíbrio socioambiental, e que é possível viver em harmonia com a natureza sem perder competitividade. O Programa Benchmarking está em sua 6ª edição e detém o maior Banco de Boas Práticas Socioambientais do país com 141 cases implantados em 106 instituições atuantes nos 03 setores da economia e localizadas em 12 diferentes estados da federação. Para esta seleção contou com uma equipe de 65 especialistas em sua Comissão Técnica. É o maior acervo técnico e a maior concentração de especialistas atuantes que foi organizado e está disponível na internet. Os cases selecionados a partir deste ano também serão publicados no Banco de Boas Práticas da FNQ – Fundação Nacional da Qualidade, detentora do maior Banco de Boas Práticas da Gestão Corporativa do país. Todo este valioso patrimônio que é o conhecimento aplicado destas instituições é compartilhado com a sociedade por meio de varias frentes: Bancos de Boas Práticas com livre acesso na Internet, Livro (BenchMais) distribuído gratuitamente nas universidades brasileiras e portuguesas, nos eventos gratuítos e abertos ao público com destaque para o Calendário GMGA – Grupo Multidisciplinar de Gestão Ambiental que reúne especialistas do país todo, e a FIBoPS – Feira Internacional para o Intercâmbio das Boas Práticas Socioambientais que tem convenio com as universidades e apresenta aos visitantes, as boas práticas nacionais e internacionais nos formatos de painéis, oficinas e stands. Veja vídeo no link: http://www.maisprojetos.com.br/videos/fotos.htm Programa Benchmarking EDIÇÃO 2008 - www.benchmarkingbrasil.com.br 12

[close]

p. 15

Os cases vencedores integrantes do Ranking passam pelo crivo de uma comissão técnica multidisciplinar, formada por especialistas nacionais e internacionais que pontuam os cases mediante critérios e métodos desenvolvidos pelo Programa Benchmarking sem ter acesso ao nome da instituição. Em 2008, a comissão contou com participação de especialistas do Brasil, Portugal, Espanha, Itália e Estados Unidos. Para conservar independência e credibilidade, o Programa não pode contar com patrocinadores sendo viabilizado pelas instituições rankeadas que submetem seus cases ao regulamento de participação do Programa. Estiveram prestigiando a 6ª edição do Programa Benchmarking Ambiental Brasileiro, Dr.Paulo Nogueira Neto, ambientalista reconhecido internacionalmente e a primeira pessoa a dirigir a Secretaria Especial de Meio Ambiente (SEMA), criada em 1974 e 20 anos depois transformada em Ministério, Dr. Haroldo Mattos de Lemos, Vice Presidente do ISO TC 207, Superintendente do ABNT/CB 38 e Presidente do Instituto Brasil PNUMA, entre outras personalidades. Ranking Benchmarking 2008 Instituições e Empresas detentoras das melhores práticas Socioambientais do País 25/09/2008 - Centro de Convenções CADORO Rua Augusta, 129 - São Paulo/SP CASE INSTITUIÇÃO / EMPRESA 1º Biodiversidade Brasil: Análise e recuperação das áreas de influência da empresa e Projetos sócio-ambientais com Anglo American Brasil comunidades vizinhas 2º Projeto Fluir Subprefeitura Itaim Paulista 3º Fundação Amazonas Sustentável: um projeto win-win de desenvolvimento sustentável 4º Programa Monitoramento da Biodiversidade 5º Agricultores por Natureza: Utilização do Biodigestor nas comunidades do entorno do Parque Estadual do Rio Doce – Reserva da Biosfera 6º Clube dos Produtores BANCO BRADESCO Klabin ArcelorMittal Inox Brasil Wal-Mart Brasil 7º Projeto Salvamar - Educação e Ação Ambiental Samarco Mineração 8º Reciclar para o Social - Uma atitude que faz a diferença AGCO DO BRASIL COMÉRCIO E INDÚSTRIA 9º Programa Comunidade Educação Bandeirante Energia 10º Programa Água Limpa DAEE - Departamento De Águas e Energia Do Estado de São Paulo Programa Benchmarking EDIÇÃO 2008 - www.benchmarkingbrasil.com.br 13

[close]

Comments

no comments yet