INFANTIL-ADOLESCENTE

 

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CATÁLOGO MAGO 2016

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PRODUTOS & SERVIÇOS EM PSICOLOGIA INFANTIL / ADOLESCENTE

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CAT - A – Teste de Apercepção Infantil (Figuras de Animais) APROVADO PELO CFP – RESOLUÇÃO CFP Nº 002/2003 (Psicodiagnóstico Infantil) Ψ Editora: Vetor Autor: Leopold Bellak e David M. Abrams Adaptação brasileira: Adele de Miguel, Leila Salomão de La Plata Cury Tardivo, Maria Cecília de Vilhena Moraes Silva e Silésia Maria Veneroso Delphino Tosi PRODUTOS & SERVIÇOS EM PSICOLOGIA OBJETIVO O Teste de Apercepção Infantil – CAT-A, tem por objetivo investigar a dinâmica da personalidade da criança em sua singularidade, de modo a compreender o seu mundo vivencial, sua estrutura afetiva, a dinâmica de suas reações diante dos problemas e a maneira como os enfrenta. POPULAÇÃO Crianças entre 5 e 10 anos de idade. APLICAÇÃO Individual. TEMPO Com tempo de aplicação livre, levando em média 45 minutos. CORREÇÃO Manual. DESCRIÇÃO O CAT-A – Teste de Apercepção Infantil é um dos mais importantes instrumentos para diagnóstico psicológico e psicoterapia, sendo imprescindível no exame psicológico de crianças, principalmente aquelas com problemas emocionais ou vítimas de violência de qualquer natureza. Visa revelar a estrutura de personalidade da criança, as defesas e o modo dinâmico de reagir e enfrentar os problemas do crescimento, captando o mundo vivencial da criança a partir da interpretação das histórias narradas aos estímulos apresentados. Composto por dez gravuras (cartões) representando animais em diferentes situações, as quais permitem investigar aspectos como o relacionamento da criança com figuras importantes em sua vida, a dinâmica das relações interpessoais, a natureza e a força dos impulsos, as defesas mobilizadas, o estudo do desenvolvimento infantil e a compreensão da dinâmica familiar. O CAT-A é uma técnica projetiva temática, que têm sua origem no Teste de Apercepção Temática – TAT, onde é solicitado ao examinando que crie histórias a partir de figuras de cenas de diferentes graus de estruturação. A denominação temática decorre de se solicitar ao examinando que desenvolva uma história ou tema. É um instrumento ideográfico, ou seja, voltado para a compreensão do indivíduo em sua singularidade, destinado ao uso no contexto clínico. Para a interpretação do CAT-A é proposto um conjunto de nove dimensões, identificadas como aspectos do sujeito, a respeito dos quais podem ser levantadas hipóteses, com base nos elementos concretos da narrativa: - Autoimagem, - Relações objetais, - Concepção de ambiente, - Necessidades e conflitos, - Ansiedades, - Mecanismos de defesa, - Superego, - Integração do ego, e - Total. Para ajudar a sistematizar os dados levantados, utiliza-se o protocolo de avaliação do CAT-A, composto pela Análise de conteúdo e os quadros Pontuação Geral da Análise de Conteúdo e Pontuação Geral dos Mecanismos de Defesa. O manual apresenta estudos de casos para ilustrar a interpretação. MATERIAL (KIT) 01 Manual original 01 Manual adaptação à população brasileira 01 Conjunto com 10 cartões de aplicação (reutilizável) 25 Protocolos de avaliação

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CAT-H – Teste de Apercepção Infantil (Figuras Humanas) APROVADO PELO CFP – RESOLUÇÃO CFP Nº 002/2003 (Psicodiagnóstico Infantil) Ψ Editora: Vetor Autor: Adele de Miguel / Leila Tardivo / Maria Cecília Moraes e Silésia Delphino PRODUTOS & SERVIÇOS EM PSICOLOGIA OBJETIVO O Teste de Apercepção Infantil – CAT-H, tem por objetivo conhecer a estrutura afetiva da criança e a dinâmica de suas reações diante dos desejos e dos problemas que enfrenta, assim como o modo como procura resolver essas questões. POPULAÇÃO Pode ser utilizado em crianças entre 7 anos e 12 anos e 11 meses, de acordo com os estudos para a população brasileira. APLICAÇÃO Individual. TEMPO Sem limite de tempo, sendo que a maioria das aplicações leva em média 45 minutos. CORREÇÃO Manual. DESCRIÇÃO O Teste de Apercepção Temática - CAT-H é uma técnica projetiva temática, que visa compreender o mundo vivencial da criança a partir da interpretação de histórias narradas aos estímulos apresentados. Está composta por 10 cartões que devem ser apresentados à criança. A cada figura, a criança precisa contar uma história com começo, meio e fim. O manual do CAT-H apresenta um formulário que permite um tratamento quantitativo dos dados, o que ajuda o profissional a organizar os dados e possibilita a comparação entre indivíduos e grupos. Está composto por um conjunto de nove dimensões (autoimagem, relações objetais, concepção do ambiente, necessidade s e conflitos, ansiedade, defesas, superego, integração de ego, total), identificadas como aspectos do sujeito a partir das quais podem ser levantadas hipóteses sobre a dinâmica da personalidade infantil. Pelo fato de auxiliar na compreensão do indivíduo em sua singularidade, o CAT-H é indicado para psicodiagnóstico, mostrando-se um instrumento útil para a compreensão de aspectos psicológicos de crianças normais ou associadas a diferentes quadros clínicos. Em geral, seu uso para as áreas escolar e forense (casos em que há suspeita de abuso sexual, entre outros). Os efeitos devastadores sobre crianças vítimas de violência doméstica e a possibilidade de evoluções muito sérias do ponto de vista do desenvolvimento e da saúde mental do jovem e do adulto apontam para a extrema necessidade do diagnóstico precoce desse problema, para além dos sinais e sintomas. São apresentados no manual, dois exemplos de protocolos interpretados. MATERIAL (KIT) 01 Manual original 01 Manual adaptação à realidade brasileira 01 Conjunto com 10 cartões de aplicação (reutilizável) 25 Protocolos de Avaliação

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H-T-P – Manual e Guia de Interpretação (Casa, Árvore, Pessoa) APROVADO PELO CFP – RESOLUÇÃO CFP Nº 002/2003 (Avaliação da Personalidade) Ψ Editora: Vetor Tradução: Renato Cury Tardivo Revisão: Iraí Cristina Boccato Alves PRODUTOS & SERVIÇOS EM PSICOLOGIA OBJETIVO O Teste HTP tem por objetivo fornecer informações obre como uma pessoa experiência sua individualidade em relação aos outros e ao ambiente do lar. POPULAÇÃO Pessoas acima dos 8 anos de idade. APLICAÇÃO Individual. TEMPO Livre, levando entre 30 e 90 minutos. CORREÇÃO Manual. DESCRIÇÃO O H-T-P, técnica projetiva de desenho da Casa – Árvore – Pessoa, tem sido utilizada por mais de 50 anos pelos psicólogos clínicos. Como todas as técnicas projetivas, o H-T-P estimula a projeção de elementos da personalidade e de áreas de conflito dentro da situação terapêutica, permitindo que eles sejam identificados com o propósito de avaliação e usados para o estabelecimento de comunicação terapêutica efetiva. A versão atual do H-T-P Manual e Guia de Interpretação foi substancialmente revisada. Ao mesmo tempo em que houve uma preocupação em preservar a riqueza clínica dos manuais anteriores de John Buck, o material foi consolidado e reorganizado, para melhorar o acesso aos conceitos clínicos interpretativos geralmente aceitos. A tarefa pode ser vista como uma amostra inicial de comportamento que possibilita ao clínico o acesso às reações do indivíduo a uma situação consideravelmente não estruturada. Os desenhos também estimulam o estabelecimento de interesse, conforto e confiança entre o examinador e o cliente. MATERIAL (KIT) 01 Manual 10 Protocolos de Interpretação (descartável)

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BFP – Bateria Fatorial de Personalidade APROVADO PELO CFP – RESOLUÇÃO CFP Nº 002/2003 (Avaliação de Personalidade) Ψ Editora: Casa do Psicólogo / Pearson Autor: Carlos Henrique Nunes, Claudio Hutz e Maiana Nunes PRODUTOS & SERVIÇOS EM PSICOLOGIA OBJETIVO A Bateria Fatorial de Personalidade BFP é um instrumento psicológico construído para a avaliação da personalidade. POPULAÇÃO Adultos a partir do ensino médio de todas as regiões brasileiras. APLICAÇÃO Individual ou coletiva. TEMPO Com tempo livre para sua aplicação leva aproximadamente 30 para sua realização. CORREÇÃO Manual e informatizada (gratuita, mediante a compra do bloco de respostas). DESCRIÇÃO A Bateria Fatorial de Personalidade BFP foi criada a partir do modelo dos Cinco Grandes Fatores (CGF). Em sua formulação atual propõe as dimensões: Extroversão, Socialização, Realização, Neuroticismo e Abertura a novas experiências e suas subescalas: E1 – Comunicação, E2 – Altivez, E3 – Dinamismo, E4 – Interação Social; S1 – Amabilidade, S2 – Pró-sociabilidade, S3 – Confiança nas pessoas; R1 – Competência, R2 – Ponderação / Prudência, R3 - Empenho / Comprometimento; N1 – Vulnerabilidade, N2 – Instabilidade Emocional, N3 – Passividade / Falta de Energia, N4 – Depressão; e A1 – Abertura a ideias, A2 – Liberalismo, A3 – Busca por novidades. Com apenas 126 itens, foi desenvolvida no Brasil, levando em conta a linguagem falada no país, os valores culturais, as diversidades regionais e especificidades dos quadros clínicos na nossa realidade. Essas características, portanto, diferenciam a BFP de outros instrumentos para a avaliação da personalidade desenvolvidos em outros países e adaptados para o Brasil. Pesquisas indicam sua utilidade para: - Avaliações no contexto da Psicologia do Trabalho e Psicologia Organizacional (processos de seleção, avaliação para planos de carreira entre outros) - Avaliações no contexto da área de Segurança (porte de arma) e contexto da área do Trânsito (CNH) - Avaliações Clínicas e Psicodiagnóstico - Orientação Profissional - Psicologia Forense - Psicologia Escolar e Educacional - Avaliação Neuropsicológica - Pesquisa MATERIAL (KIT) 01 Manual 05 Cadernos de exercícios (reutilizável) 01 Bloco com 25 folhas de respostas 05 Protocolos de apuração manual (descartável) 25 Correções informatizadas

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EPQ-J – Questionário de Personalidade para Crianças e Adolescentes APROVADO PELO CFP – RESOLUÇÃO CFP Nº 002/2003 (Avaliação da Personalidade) Ψ Editora: Vetor Autor: Hans J. Eysenck e Sybil B. G. Eysenck DESCRIÇÃO PRODUTOS & SERVIÇOS EM PSICOLOGIA O Questionário de Personalidade para Crianças e Adolescentes – EPQ-J vem sendo uma das escalas de personalidade mais estudadas nos últimos anos, haja vista a alta precisão e validade do instrumento encontrada em diferentes países, sendo consideradas como consistentes e robustas as três dimensões da personalidade propostas. As pesquisas apontam a capacidade do EPQ-J de se associar e predizer diversidade de critérios externos a ele, importante na infância e/ou adolescência, uma vez que as diferenças individuais iniciais moldam a maneira como os indivíduos experienciam, interpretam e respondem ao mundo à sua volta. Um dos critérios de associação recorrente é o comportamento antissocial ou delinquente – de forma geral, todos os estudos apresentados demonstram que o Psicoticismo é um importante preditor do comportamento antissocial em adolescentes. As três dimensões da personalidade avaliadas no EPQ-J são: Neuroticismo, Extroversão e Psicoticismo. Os traços de personalidade por ele avaliados estariam relacionados à vulnerabilidade ou proteção a psicopatologias, competência social, promoção e manutenção de saúde física e indicadores sociais e biológicos. OBJETIVO O Questionário de Personalidade para Crianças e Adolescentes – EPQ-J tem por finalidade a avaliação psicológica de traços de personalidade. POPULAÇÃO Para crianças a partir dos 10 anos de idade até os 16 anos, com escolaridade mínima correspondente ao terceiro ano ou que tenham domínio de leitura. APLICAÇÃO Individual ou coletiva. A versão adaptada para uso no contexto brasileiro, composta por 60 itens, apresenta adequados parâmetros psicométricos. Para a correção e interpretação do teste deve-se utilizar a folha de perfil. Nela serão transcritas as respostas de cada um dos itens, sendo obtidos os totais de pontos para as escalas do teste (escores brutos), realizando-se a seguir a conversão para percentis. Um gráfico do perfil poderá ser desenhado para visualizar os escores do indivíduo. As áreas de aplicação do questionário contemplam a Psicologia Escolar, Psicologia Clínica, Psicologia da Saúde, Psicologia Forense e Pesquisa do comportamento humano emgeral. TEMPO Tempo de aplicação variável, não existe limite de tempo para preenchimento do teste, sendo necessários, em média, entre 15 e 20 minutos. CORREÇÃO Manual. MATERIAL (KIT) 01 Manual 25 Cadernos de aplicação (descartável) 01 Bloco com 25 folhas de avaliação – perfil grupo geral 01 Bloco com 25 folhas de avaliação – perfil grupo feminino e grupo masculino

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ETPC – Escala de Traços de Personalidade para Crianças APROVADO PELO CFP – RESOLUÇÃO CFP Nº 002/2003 (Avaliação da Personalidade) Ψ Editora: Vetor Autor: Fermino Fernandes Sisto DESCRIÇÃO PRODUTOS & SERVIÇOS EM PSICOLOGIA OBJETIVO A Escala de Traços de Personalidade para Crianças – ETPC destina-se a avaliar as características de personalidade de crianças. POPULAÇÃO Foi projetado para ser utilizado em crianças de 05 a 10 anos de idade. APLICAÇÃO Individual ou coletiva. TEMPO Aproximado de 10 minutos, aplicável em uma única sessão. CORREÇÃO Manual. A Escala de traços de Personalidade para Crianças – ETPC possui poucas questões, mas o suficiente para se ter uma avaliação bastante razoável das principais tendências das crianças em temos de grandes características de personalidade. Como teste de personalidade, é de suma importância para o diagnóstico e tratamento dos problemas emocionais e de conduta no trabalho clínico, além de grande quantidade de situações escolares que vem, também, exigindo esse tipo de informação. No ambiente escolar pode contribuir com a compreensão das necessidades de desenvolvimento pessoal de cada criança, com a interpretação de diferentes aspetos da adaptação escolar do aluno, como as discrepâncias entre as aptidões e o rendimento escolar, as adequações do aluno diante das demandas da escolarização, os tipos de relação que os alunos estabelecem entre si na formação dos grupos de brinquedo e de estudo, por exemplo. Instrumento de fácil aplicação, prático, com sistema de pontuação simples e objetivo, e que demanda poucos requisitos do examinador, quando comparado com outras formas de avaliação da personalidade. Composto por 30 itens, mede quatro fatores com validade de construto: neuroticismo, psicoticismo, extroversão e sociabilidade. As quatro escalas de ETPC apontam dimensões funcionalmente independentes, cuja natureza foi estabelecida mediante investigação fatorial. A ETPC foi construída para ser usada com grupos e pode ser aplicada em salas com 20 a 30 crianças que saibam ler e escrever, ou pelo menos reconhecer números e as palavras sim e não. Caso não tenham esse conhecimento mínimo será necessária a aplicação individual, quando o aplicador lerá as questões para a criança e anotará sua informação na folha de respostas. Sendo instrumento desenvolvido para avaliar crianças de forma rápida, e projetado para ser pequeno, de fácil entendimento para as crianças, se propõe a captar tendências gerais, não sendo considerado seu uso para diagnóstico de patologias. Como se trata de avaliar pessoas ainda em fase de aquisição de experiências e formas de lidar com o mundo, fornece apenas indicadores de possíveis problemas, sem poder para diagnosticá-los com precisão. MATERIAL (KIT) 01 Manual 05 Cadernos de aplicação (descartável) 01 Bloco com 25 folhas de correção

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QUATI - Questionário de Avaliação Tipológica APROVADO PELO CFP – RESOLUÇÃO CFP Nº 002/2003 (Avaliação da Personalidade / Interesses) Ψ Editora: Vetor Autor: José Jorge de Morais Zacharias PRODUTOS & SERVIÇOS EM PSICOLOGIA OBJETIVO O Questionário de Avaliação Tipológica – QUATI objetiva avaliar a personalidade humana através das escolhas situacionais que cada sujeito faz. POPULAÇÃO Indicado para sujeitos a partir da 8ª série do ensino fundamental ao nível superior. APLICAÇÃO Individual ou coletiva. TEMPO Sem limite de tempo, é realizado, em tempo médio de 45 minutos. CORREÇÃO Manual e informatizada (gratuita, mediante a compra do bloco de respostas). DESCRIÇÃO O Questionário de Avaliação Tipológica QUATI, dirigido à população brasileira e à sua cultura, é um instrumento investigativo baseado na teoria Junguiana e em sua tipologia. Visa definir estilos cognitivos e de comportamento individual, classificando semelhanças e diferenças em determinados grupos, auxiliando na organização de grupos de trabalho, na detecção e solução de conflito nas organizações, no treinamento empresarial e remanejamento de pessoal, na criação de programas de ensino-aprendizagem, na orientação de pais e professores, na orientação vocacional e aconselhamento familiar. Os resultados são fornecidos em um conjunto de 03 códigos que definirão a atitude consciente e as funções mais e menos desenvolvidas, ou inconscientes. A Atitude está dividida em Introversão (I) e Extroversão (E); as Funções de Percepção são a Intuição (In) e a Sensação (Ss); e as Funções de Julgamento estão divididas em Pensamento (Ps) e Sentimento (St). O manual disponibiliza uma tabela de profissões mais encontradas em cada tipo e a última edição apresenta a descrição das principais características de cada um dos 16 tipos psicológicos, sob o ponto de vista profissional, ou seja, nas organizações (dados de liderança). O questionário, de fácil compreensão e avaliação simples e objetiva, está composto por 06 propostas de situações cotidianas, cada uma com aproximadamente 15 pares de afirmações, em que o sujeito escolhe as que mais se aproximam de seu comportamento e anota na folha apropriada. A correção é realizada pela quantidade de respostas dadas para cada uma das dimensões descritas, pela avaliação quantitativa e qualitativa. MATERIAL (KIT) 01 Manual 01 Caderno de exercícios (reutilizável) 01 Bloco com 25 folhas de respostas 01 Conjunto de crivos de correção 25 Correções informatizadas

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EFAC & EMAC - Escala Feminina de Autocontrole & Escala Masculina de Autocontrole APROVADO PELO CFP – RESOLUÇÃO CFP Nº 002/2003 (Perfil de Autoavaliação) Ψ Editora: Vetor Autor: Selma de Cássia Martinelli e Fermino Fernandes Sisto DESCRIÇÃO PRODUTOS & SERVIÇOS EM PSICOLOGIA A Escala Feminina de Autocontrole – EFAC & Escala Masculina de Autocontrole – EMAC é um instrumento que baseia sua avaliação na análise ou julgamento do próprio indivíduo sobre si mesmo. Ao buscar avaliar a percepção do indivíduo sobre seu comportamento e atitudes em situações que se considera que exigiriam do mesmo um controle de seus impulsos, tem-se a expectativa de que, no cotidiano, essas informações sirvam para auxiliar na obtenção de melhores resultados do ponto de vista pessoal e do convívio social. Em sua proposta inicial a escala foi elaborada com vistas a uma avaliação independente para quatro contextos, sendo eles: o familiar, o pessoal, o escolar e o social. As análises e os estudo estatístico revelaram que existiam diferenças significativas entre os sexos na resposta das questões, o que deu origem às duas escalas, EFAC e EMAC, sendo uma destinada ao sexo feminino e outra ao sexo masculino. OBJETIVO A Escala Feminina de Autocontrole – EFAC & Escala Masculina de Autocontrole - EMAC tem por objetivo estimar a percepção que a criança e o adolescente têm de si mesmos em relação a dois núcleos de conduta: um se refere a regras e condutas socais e o outro a sentimentos e emoções. A soma desses dois núcleos possibilita também uma pontuação total. Nas escalas EFAC & EMAC podem ser identificados dois fatores relacionados à variável autocontrole: o autocontrole relacionado às regras e condutas sociais diz respeito a situações presentes no dia-a-dia em casa, com os amigos e na escola, como o cumprimento de deveres, rotinas e obrigações. O segundo fator se refere ao autocontrole em relação a sentimentos e emoções e tem como foco de avaliação sentimentos de vergonha, raiva ou descontentamento em relação ao próprio comportamento ou às situações de fracasso experimentadas no dia a dia com os pais, amigos e professores. Não se recomenda a aplicação deste instrumento em pessoas com algum tipo de patologia psicológica ou psiquiátrica que afete seu estado de ânimo, sua organização perceptiva da realidade, que esteja com estado alterado de consciência, e em outras condições não adequadas para respostas sinceras. POPULAÇÃO As escalas foram construídas para pessoas de 08 a 15 anos, com escolaridade de 2ª à 8ª série do Ensino Fundamental. APLICAÇÃO Individual ou coletiva. TEMPO Em geral não ultrapassa 10 minutos, embora não haja limite de tempo para a aplicação. CORREÇÃO Manual. MATERIAL (KIT) 01 Manual 01 Crivo de correção EFAC 01 Crivo de correção EMAC 01 Bloco com 25 folhas de resposta EFAC 01 Bloco com 25 folhas de resposta EMAC

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EAC-IJ – Escala de Autoconceito Infanto-juvenil APROVADO PELO CFP – RESOLUÇÃO CFP Nº 002/2003 (Avaliação dos Aspectos Afetivos da Personalidade) Ψ Editora: Vetor Autor: Fermino Fernandes Sisto e Selma de Cássia Martinelli PRODUTOS & SERVIÇOS EM PSICOLOGIA OBJETIVO A Escala de Autoconceito Infanto-Juvenil – EAC-IJ destina-se a avaliar os níveis de autoconceito, fornecendo dados referentes à qualidade das relações que a pessoa estabelece consigo mesma e a ambientes específicos de seu entorno. POPULAÇÃO Crianças e adolescentes, 08 a 16 anos de idade. APLICAÇÃO Individual ou coletiva. TEMPO Não existe um tempo limite para a aplicação, os sujeitos levam de 5 a 10 minutos em média para completar o questionário. CORREÇÃO Manual. DESCRIÇÃO A Escala de Autoconceito Infanto-Juvenil – EAC-IJ, é de grande utilidade aos profissionais que se ocupam dos problemas de desenvolvimento de crianças e adolescentes, pois permite avaliar de maneira válida e confiável os diferentes níveis de autoconceito, medindo áreas importantes da afetividade em distintos contextos sociais, com os quais interagem frequentemente. Para a construção da escala partiu-se do pressuposto de que o autoconceito é multidimensional, pois possui vários componentes importantes participando de sua constituição. Assim, os vários autoconceitos foram construídos com informações e indicadores sociais diferentes, pois, ao avaliar o modo como o sujeito se vê em relação à escola, seus indicadores, assim como as informações que lhe deram retorno positivo ou negativo, serão diferentes de quando está se avaliando em relação ao contexto familiar. Na escola e na família os critérios de sucesso ou fracasso, de aceitação ou rejeição, de bonito ou feio se diferenciam nitidamente. As quatro subescalas do EAC-IJ são: - Autoconceito pessoal - Autoconceito social - Autoconceito escolar - Autoconceito familiar Não se recomenda a aplicação da EAC-IJ em pessoas com algum tipo de patologia psicológica ou psiquiátrica que afete seu estado de ânimo, sua organização perceptiva da realidade, que esteja com estado alterado de consciência e em todas as outras condições que o aplicador considere que não sejam adequadas para o sujeito responder com sinceridade. MATERIAL (KIT) 01 Manual 10 Cadernos de aplicação (descartável)

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BDI-II - Inventário de Depressão de Beck APROVADO PELO CFP – RESOLUÇÃO CFP Nº 002/2003 (Avaliação da Intensidade da Depressão) Ψ Editora: Vetor Autor: Aaron T. Beck, Robert A. Steer, Gregory K. Brown PRODUTOS & SERVIÇOS EM PSICOLOGIA DESCRIÇÃO O Inventário de Depressão de Beck - Segunda Edição - BDI-II - é uma ferramenta de avaliação consolidada no meio científico internacional, para medir a presença e gravidade de sintomas depressivos, correspondentes aos critérios diagnósticos dos transtornos depressivos, descritos no Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais Quarta Edição (DSM-IV), em pessoas de diferentes faixas etárias, tanto da população clínica como da população geral. Instrumento de autoaplicação composto por 21 itens, apresenta poucas dificuldades em relação à aplicação, sendo de fácil manuseio pelo usuário. Nesta versão revisada, quatro ítens foram retirados e substituídos por outros quatro, com o objetivo de identificar sintomas típicos de depressão grave ou de depressão que requer hospitalização. OBJETIVO O Inventário de Depressão de Beck – BDI II tem por objetivo medir a intensidade da depressão. POPULAÇÃO Indicado para adultos ou adolescentes a partir dos 10 até 79 anos de idade. APLICAÇÃO Individual ou coletiva. TEMPO Não há tempo limite para preenchimento do protocolo, mas, em geral, requer entre 05 e 10 minutos para ser completado, podendo levar mais tempo para em pacientes com depressão grave ou transtornos obsessivos. CORREÇÃO Manual. MATERIAL (KIT) 01 Manual 05 Cadernos de aplicação (descartável)

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SSRS – Inventário de Habilidades Sociais, Problemas de Comportamento e Competência Acadêmica para Crianças APROVADO PELO CFP – RESOLUÇÃO CFP Nº 002/2003 (Habilidades Sociais Infantojuvenil) Ψ PRODUTOS & SERVIÇOS EM PSICOLOGIA Editora: Casa do Psicólogo / Pearson Autor: Frank M. Gresham e Stephen N. Elliot; Adaptação e padronização Brasileira: Zilda A. P. Del Prette, Lucas Cordeiro Feitas, Marina Bandeira e Almir Del Prette DESCRIÇÃO O Inventário de Habilidades Sociais SSRS é um instrumento de fácil aplicação e apuração, válido e preciso para mapear as competências acadêmicas, habilidades sociais e comportamentos, além de monitorar a efetividade de intervenções voltadas para o desenvolvimento socioemocional de crianças e adolescentes. Com a possibilidade de coletar e comparar informações a cerca de três fontes distintas, o inventário pode atender a diferentes tipos de situações de pesquisa e prática, junto à população infantil, tais como: - Rastreamento e diagnóstico de problemas de ajustamento psicossocial; - Planejamento de intervenções, através de identificação de recursos e déficits que devem ser alvos da atenção terapêutica e/ou educativa; - Acompanhamento do desenvolvimento socioemocional; - Avaliação da efetividade de práticas e programas de intervenção com crianças; - Descrição de características de populações específicas de interesse. Os fatores avaliados são: Habilidades Sociais – mensurados em dois tipos de indicadores: frequência e importância, sendo observados: empatia, afetividade, responsabilidade, autocontrole, civilidade, cooperação, assertividade e desenvoltura social. Problemas de Comportamento – avaliados por frequência de ocorrência, são agrupados em problemas de comportamentos externalizantes, problemas de comportamentos internalizantes e hiperatividade. OBJETIVO O Inventário de Habilidades Sociais - SSRS, tem por objetivo avaliar o repertório de habilidades sociais, problemas de comportamento e competência acadêmica de crianças, através de múltiplos avaliadores, crianças, pais e professores. Competência Acadêmica – baseada em indicadores do desempenho acadêmico da criança, avaliam o resultado em leitura, matemática, motivação, apoio parental e funcionamento cognitivo geral. O SSRS é indicado para uso nos campos da educação regular, educação especial, psicologia clínica, neuropsicologia, psicopatologia clínica, psicologia da saúde e psicologia forense, ou qualquer campo que focalize o desenvolvimento socioemocional da criança. Para avaliar as crianças, os pais e os professores devem ter tido relação direta de interação com o avaliado por vários dias da semana, pelo menos, por dois meses. POPULAÇÃO Crianças de 6 a 13 anos, inseridas no ensino fundamental do 1º ao 5º ano. APLICAÇÃO Individual ou coletiva. TEMPO Aproximadamente 30 minutos para a autoavaliação e 20 minutos para a avaliação por pais e professores. CORREÇÃO Manual e informatizada (gratuita, mediante a compra do conjunto de formulários de aplicação e apuração). MATERIAL (KIT) 01 Manual 25 Formulários de aplicação para crianças (descartável) 25 Formulários de aplicação para pais (descartável) 25 Formulários de aplicação para professores (descartável) 01 Bloco com 25 fichas de apuração para crianças 01 Bloco com 25 fichas de apuração para pais 01 Bloco com 25 fichas de apuração para professores 25 Correções informatizadas

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TDAH – Escala de Transtorno de Déficit de Atenção/Hiperatividade – Versão para Professores APROVADO PELO CFP – RESOLUÇÃO CFP Nº 002/2003 (Avaliação dos Sintomas Comportamentais do TDAH) Ψ Editora: Casa do Psicólogo / Pearson Autor: Edyleine Bellini Peroni Benczik PRODUTOS & SERVIÇOS EM PSICOLOGIA OBJETIVO A Escala de Transtornos de Déficit de Atenção / Hiperatividade - TDAH tem a finalidade de subsidiar a avaliação psicológica e o processo psicodiagnóstico, visando dar segmento ao tratamento e acompanhamento psicológico adequado. POPULAÇÃO Indicada para a faixa etária dos 06 aos 17 anos. APLICAÇÃO Após fornecer toda a orientação necessária, o psicólogo deverá solicitar ao professor o preenchimento da escala. TEMPO Sem limite de tempo. CORREÇÃO Manual. DESCRIÇÃO A Escala de Transtornos de Déficit da Atenção / Hiperatividade é o resultado de um estudo que objetivou a construção, validação e padronização de um instrumento que avaliasse sintomas comportamentais do TDAH, em situação escolar, tendo o professor como fonte de informação, levando-se em conta que o profissional para fechar um diagnóstico de TDAH necessita das informações coletadas com os pais e com os professores. São objetivos específicos desta escala: - avaliar apropriadamente a desatenção e a hiperatividade. - avaliar os problemas correlatos mais incidentes, no ambiente escolar, como problemas de aprendizagem e comportamento anti-social. - monitorar os efeitos das intervenções (psicológica, psicopedagógica e medicamentosa) na escola. - revelar diferenças individuais dos comportamentos de crianças que manifestam TDAH antes, durante e após o tratamento. MATERIAL (KIT) 01 Manual 05 Cadernos de aplicação (descartável) 01 Bloco com 25 folhas para aferição

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ETDAH-AD – Escala de Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (Avaliação TDAH de Adolescentes e Adultos) Editora: Vetor Autor: Edyleine Bellini Peroni Benczik PRODUTOS & SERVIÇOS EM PSICOLOGIA OBJETIVO A Escala de Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade – ETDAH-AD, tem por objetivo captar de forma breve, rápida e prática os vários sintomas envolvidos no TDAH, e não apenas os sintomas considerados nucleares ou primários. POPULAÇÃO Para adolescentes e adultos com idade compreendida entre 12 e 87 anos. APLICAÇÃO Individual ou coletiva. A escala é autoadministrável (o próprio avaliando a responde). TEMPO Não há limite de tempo de aplicação. CORREÇÃO Manual. DESCRIÇÃO A Escala ETDAH-AD surgiu em função da carência de instrumentos brasileiros validados e padronizados que auxiliem na captação de informações relevantes para auxiliar no diagnóstico e na elaboração de um plano de intervenção destinado ao adolescente e ao adulto com TDAH, transtorno que apresenta uma problemática com consequentes implicações em termos de saúde mental, prejuízos funcionais, ocupacionais, sociais e familiares, afetando, sobremaneira, o funcionamento do portador em vários contextos de sua vida. A utilização da ETDAH-AD versão Adolescentes e Adultos possibilita aos profissionais: - auxiliar no processo diagnóstico do TDAH, com a possibilidade de distinguir a apresentação do transtorno, a intensidade e o nível de prejuízo existente (leve, moderado e grave). - identificar, a partir dos resultados obtidos, habilidades e o funcionamento neuropsicológico do sujeito, bem como o(s) comportamento(s)-alvo de intervenção. - elaborar um plano de intervenção, seja psicológico, neuropsicológico, educacional, social, vocacional ou profissional, psicopedagógico, entre outras. - servir como medida de avaliação e de monitoramento dos benefícios pós-intervenção, como forma de analisar o progresso e os benefícios alcançados, bem como verificar os limites e a necessidade de uma revisão do plano de intervenção. A escala conta com 69 itens organizados em cinco subescalas, denominadas como fatores, sendo elas: - Desatenção, - Impulsividade, - Aspectos Emocionais, - Autorregulação da Atenção, da Motivação e da Ação, e - Hiperatividade. É útil para pesquisadores, psicólogos, neuropsicólogos, médicos e profissionais da saúde mental em geral, já que se propõe a subsidiar a prática profissional, tanto na fase de identificação da problemática, quanto na compreensão das dificuldades apresentadas pela pessoa, possibilitando a elaboração de um plano de intervenções e de estratégias a partir da identificação dos comportamentos-alvo de intervenção, bem como a implementação e a revisão do plano de tratamento para pacientes portadores de TDAH. O manual apresenta exemplo de um caso com protocolo interpretado. MATERIAL (KIT) 01 Manual 25 Cadernos de aplicação (descartável) 01 Bloco com 25 folhas de avaliação

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ESA – Escala de Stress para Adolescentes APROVADO PELO CFP – RESOLUÇÃO CFP Nº 002/2003 (Avaliação do Stress em Adolescentes) Ψ Editora: Casa do Psicólogo / Pearson Autor: Valquíria Aparecida Cintra Tricoli e Marilda Emmanuel Novaes Lipp DESCRIÇÃO PRODUTOS & SERVIÇOS EM PSICOLOGIA OBJETIVO A Escala de Stress para Adolescentes – ESA, tem por objetivo verificar a existência ou não de stress e a fase em que se encontra, bem como determinar o tipo de reação mais frequente, o que facilitará o controle adequado. POPULAÇÃO Adolescentes de ambos os sexos, na faixa etária dos 14 aos 18 anos de idade. APLICAÇÃO Individual ou coletiva. A Escala de Stress para Adolescentes – ESA, visa identificar a frequência em que os sintomas aparecem, evidenciando assim, os estágios ou fases de stress, subdivididas em: alerta, resistência, quase-exaustão e exaustão. A resposta de stress deve ser entendida como um processo e não uma reação isolada, devendo ser visto como um desgaste total do organismo, gerado por estímulos que quebrem seu equilíbrio interno, os quais podem ser agradáveis ou desagradáveis, podendo provocar medo, irritação ou mesmo felicidade e prazer. A maneira como a pessoa aprendeu a lidar com as situações de conflito e a vulnerabilidade ao stress, além da aprendizagem de maneiras de lidar com situações de stress, determinam a reação de cada um diante dos estressores que poderão ser mais ou menos adequados e eficientes. O stress está presente na vida de grande parte dos adolescentes. É comum a presença de problemas de ordem psicossomática, sendo que o stress está frequentemente presente no desencadeamento e manutenção deles. Os desconfortos abdominais, as dores de cabeça, fadiga crônica, dores musculares e no peito são os sintomas mais comuns. Há uma interligação muito grande entre a parte física e emocional, pois, há uma reação hormonal envolvida que, por sua vez, desencadeia uma série de alterações no organismo que estão interligadas. Assim, as reações ligadas à parte psicológica manifestam-se na física e vice-versa. A Escala ESA está composta de 44 itens relacionados às seguintes reações do stress: psicológicas, cognitivas, fisiológicas e interpessoais. Os estudos demonstram que estas reações estão relacionadas ao stress, pois a correlação encontrada entre as reações faz supor que exista entre elas o stress como um construto subjacente. A resposta ao item é feita por uma Escala Likert de cinco pontos e é registrada com numerais, conforme a frequência e a intensidade com que os adolescentes experimentam as reações apontadas pelos itens. Com base no atendimento clínico a adolescentes e da padronização desta escala, critérios quantitativos para o diagnóstico de stress em adolescentes poderão ser encontrados no ESA, o que poderá servir de parâmetro para a avaliação e diagnóstico de stress em clínicas, escolas, bem como para pesquisas nessa área. O manual apresenta um exemplo de correção e interpretação de resultados do ESA. TEMPO Sem tempo limite para realização. CORREÇÃO Manual. MATERIAL (KIT) 01 Manual 01 Bloco com 25 folhas de aplicação, contendo as instruções 10 Protocolos de avaliação e conclusão (descartável)

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