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Culto e Adoração

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Capas Doc Batistas_CBB_Convic o_Culto e Adora o quinta-feira, 28 de julho de 2011 13:52:17

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Tânia Maria Kammer (organizadora) Culto e Adoração

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Tânia Maria Kammer (organizadora) Culto e Adoração 2011 Rio de Janeiro

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Todos os direitos reservados. Copyright © 2011 da Convicção Editora Direção geral Sócrates Oliveira de Souza Direção editorial Macéias Nunes Assistente editorial Sandra Regina Bellonce do Carmo Revisão Fábio Aguiar Lisboa Capa e projeto gráfico oliverartelucas C968 c Culto e adoração / organização de Tânia Maria Krammer.Rio de Janeiro : Convicção , 2011. 24 p. ; 21cm. ( Documentos batistas). 1. Culto. 2 . Adoração. 3. Liturgia. 4. Batistas ----- Culto. I. Kammer, Tânia Mara, org. II. Série. Ìndice para catálogo sistemático : 1. Liturgia : Igreja Batista 2. Louvor : 248.3 CDD 248.3 ISBN: 978-85-61016-26-5 Tiragem: 2.000 Convicção Editora Rua: Senador Furtado, 56 – Maracanã – Rio de Janeiro, RJ CEP: 20270-020 Telefone: (21) 2157-5557 E-mail: falecom@conviccaoeditora.com.br www.conviccaoeditora.com.br

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Sumário Apresentação.........................................................................07 Introdução............................................................................11 I - O que cremos....................................................................13 1.1 - Música Sacra...........................................................13 1.2 - Música no Culto......................................................13 1.3 - Valores Inegociáveis.................................................14 II - Conceitos..........................................................................15 2.1 - Adoração.................................................................15 2.2 - Louvor.....................................................................16 2.3 - Liturgia....................................................................17 III - Anexos.............................................................................19 Anexo 1 - Ordem de Culto.............................................19 Anexo 2 - Declaração de Niterói (parte)..........................23

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Apresentação A Convenção é, por sua natureza e definição estatutária, constituída de igrejas das quais procedem os mensageiros que integram as assembleias convencionais. A Convenção se relaciona com as igrejas em decorrência dos laços cooperativos, isto é, reconhece as ligações determinantes do arrolamento como igrejas cooperantes, mas também as reconhece como igrejas locais, autônomas, interdependentes e que vivem num ambiente de mutualidade. Neste relacionamento, estimula a fraternidade e a participação cooperativa nos planos e programas que objetivam alcançar os propósitos exarados na Filosofia da Convenção Batista Brasileira. O relacionamento com as igrejas também tem o intuito de ajudá-las em circunstâncias especiais e assessorá-las em seu trabalho local, mediante solicitação. A Convenção Batista Brasileira, portanto, existe em função da igreja, como declarado em seus documentos filosóficos. A Convenção é composta de igrejas batistas que decidem voluntariamente se unir para viverem juntas a mesma fé, promovendo o Reino de Deus e assumindo o compromisso de fidelidade doutrinária, cooperação e empenho na execução dos programas convencionais. A Convenção existe em função do propósito atribuído pelo Senhor Jesus Cristo à sua Igreja. Ela não substitui a igreja local, mas aglutina recursos, analisa e sugere métodos e planos, proCULTO E ADORAÇÃO | 7

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porcionando às igrejas condições melhores para o cumprimento de suas funções. A Convenção é serva das igrejas quando recebe delas condições e motivações para existir e operar. Define-se igualmente como seu foro eclesiástico - quando em suas assembleias que são constituídas por mensageiros enviados pelas igrejas cooperantes -, aprecia doutrinas, práticas e relatórios das atividades de suas organizações, debate ideias e aprova diretrizes gerais. É, ainda, coordenadora, quando recebe planos e programas como atividades que deve implementar, visando a concretização das aspirações comuns às igrejas cooperantes. Assim, a Convenção incentiva e coordena a obra cooperativa das igrejas, buscando sempre fortalecer a visão e ação de igrejas e crentes, regida pelos princípios da voluntariedade, da fraternidade, da solidariedade, do incentivo mútuo e presidida pelo respeito à autonomia da igreja participante. A partir da compreensão de sua natureza, a Convenção tem como finalidade estimular a criação de condições para abrir canais de cooperação, de congraçamento e de intercâmbio entre as igrejas da mesma fé e ordem para que cumpram seus ideais e a missão dada pelo Senhor. Além disso, age na perspectiva da unidade da fé, no pleno conhecimento do Filho de Deus, da maturidade cristã, objetivando a estatura da plenitude de Cristo. Busca a construção de uma sociedade justa, onde cada cidadão encontre seu bem-estar e o desenvolvimento pleno de suas potencialidades, bem como a formação de um povo para Deus, através da ação da igreja e da glorificação do nome de Jesus Cristo em todas as esferas existentes. Tem também como finalidade ajudar no preparo do povo de Deus, treinando pessoas para o cumprimento do sacerdócio na igreja e na sociedade, para que a presença do Evangelho se faça 8 | CULTO E ADORAÇÃO

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sentir na educação, na política, na economia, na ação social e na comunicação social, através de uma ação eficaz no âmbito missionário, docente, profissional, intelectual e cristão. Os batistas consideram este desafio com redobrada humildade e dependência de Deus, buscando condições para responder objetivamente às necessidades de um mundo tão complexo e cheio de oportunidades como o atual. Operacionalmente, a Convenção está organizada para tornar efetiva sua visão global e planejar e coordenar sua atuação nas seguintes áreas: 1- Ação Social; 2- Comunicação; 3- Culto e Louvor; 4- Educação Religiosa, Teológica, Ministerial e Secular; 5- Evangelismo, Evangelização e Missões; 6- Grupos específicos: Crianças, adolescentes, jovens, adultos, terceira idade, família, deficientes, entre outros; 7- Ministérios, Ministério Pastoral; 8- Mordomia Cristã e Sustento; 9- Música; 10- Relacionamentos. Para alcançar os objetivos apresentados anteriormente, a Convenção tem uma Missão e uma Visão que norteiam suas ações: Missão - “Viabilizar a cooperação entre as igrejas batistas no cumprimento de sua missão como comunidade local”. Visão - “Ser uma instituição ágil, eficaz e útil às igrejas batistas para fazer discípulos de Cristo no Brasil e no mundo”. Para efetivar sua missão, a Convenção deve servir com excelência às igrejas batistas brasileiras e às convenções estaduais e associações locais que dela fazem parte, respondendo com CULTO E ADORAÇÃO | 9

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eficácia e eficiência às suas demandas de serviços e produtos para que possam otimizar o seu desempenho e resultados, traduzidos em salvação de vidas, batismos, organização de novas igrejas e abertura de novos campos missionários (crescimento quantitativo), santificação de vidas, fortalecimento de igrejas, estabelecimento de lideranças altamente capacitadas e uma presença espiritual e eticamente influente na sociedade e na cultura brasileira (crescimento qualitativo). Assim, esta série Documentos Batistas - Recomendações às igrejas tem a finalidade de dar cumprimento à missão e à visão da Convenção. 10 | CULTO E ADORAÇÃO

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Introdução A Associação de Músicos Batistas do Brasil tem a grande alegria de apresentar aos batistas brasileiros um pequeno manual sobre filosofia de música sacra, abrangendo uma série de conceitos e trazendo como anexo artigos sobre o assunto, bem como sugestões que deverão ser adaptadas para cada realidade. Entre os anexos há alguns modelos de culto. Estes modelos não são dogmáticos, mas exemplificativos. Como crentes, precisamos estar sempre preparados para falar sobre a “razão da nossa esperança” (1 Pedro- 3.15). Como músicos, igualmente, precisamos saber o que cantamos e porque o fazemos. Colocar no papel nossos princípios básicos, nossa filosofia, irá nos ajudar na organização de nossos ministérios e documentar claramente o que cremos e como colocamos em prática a nossa fé. Não temos a pretensão de esgotar o assunto. Apenas lançamos, de forma didática, os princípios básicos e fundamentais dos quais não abrimos mão, sob pena de perdermos totalmente o foco. Participaram da elaboração e seleção de textos deste manual (por ordem alfabética): Alzira Maria Bittencourt de Araujo, Anderson S. Mota, Donaldo Guedes, Ery Herdy Zanadi, Jael Sant’Anna, Jilza Feitosa, Leila Christina Gusmão, Leonardo Cunha, Mônica Coropos, Paulo Davi e Silva, Paulo Queiroz, CULTO E ADORAÇÃO | 11

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Tânia Maria Kammer, Urgel Rusi Lota, Wanilton Mahfuz e Westh Ney Rodrigues Luz. Nosso desejo e oração é que estes textos venham ao encontro da necessidade de nossas igrejas e líderes. Quanto ao mais, que todos nós possamos viver continuamente na harmonia do amor de Deus Pai, embalados e envolvidos pela doce melodia da graça de Jesus Cristo, e com os corações pulsando no ritmo e compasso do querer do Espírito Santo. 12 | CULTO E ADORAÇÃO

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I O que cremos 1.1 - Música sacra A música é sacra quando: a) Comunica a realidade de Deus. b) Revela Deus e seus atributos. c) Conduz as pessoas a responderem à revelação divina. d) Cria condições para facilitar experiências pessoais com Deus 1.2 - Música no culto A música no culto expressa a nossa fé. O cântico reflete a fé, as tradições, os valores, as preferências, as doutrinas, os rumos e a espiritualidade de cada um de nós. Nosso cântico reflete quem somos e onde estamos na peregrinação cristã (SUTTON, Joan Larie. “Hinário para o Culto Cristão”. Rio de Janeiro. JUERP , 1990. Prefácio). A música no culto é uma ferramenta que, através da ação do Espírito Santo, nos conduz a: Cultuar (adorar), edificar (educar, encorajar), suprir as necessidades espirituais dos membros da igreja, proclamar (evangelizar, anunciar a mensagem divina). CULTO E ADORAÇÃO | 13

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1.3 - Valores inegociáveis a) A Palavra de Deus é a única regra de fé é conduta. b) A música como expressão da nossa fé revela: •Nossa crença em Deus Pai, criador e sustentador. •Nossa crença em Jesus Cristo, nosso Salvador e Senhor. •Nossa crença no Espírito Santo, guia e consolador. •Nossa crença na remissão dos pecados e na certeza do perdão. •Nossa crença na ressurreição dos mortos e na vida eterna. •Nossa crença que Deus nos chama para a realização da sua obra. (Baseado na declaração de fé da CBB) A música é um recurso, e não um fim em si mesma. É uma ferramenta para louvor e adoração a Deus, edificação do corpo de Cristo e proclamação do Evangelho, de acordo com os ensinos bíblicos. 14 | CULTO E ADORAÇÃO

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