Revista Empresário Digital - Edição 165

 

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Revista Empresário Digital - Edição 165

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carta ao leitor CAPA Relação a dois Pág. 26 C Engajamento e crenças omeço este Editorial com uma pura constatação que vem da minha experiência de vida: algumas mentes são realmente diferentes. Defino melhor quais são: aquelas que teimam em convencer pessoas de que o mundo realmente pode ser melhor, independentemente da quantidade de dinheiro que você acumula ou da vaidade que sua personalidade apresenta. Concordo que, muitas vezes, é preciso uma coragem imensa para seguir com alguns sonhos mais arrojados, mesmo que isso signifique fazer apenas, de forma simples e lógica, aquilo em que se acredita. Nesse caminho, você será renegado por muitos, julgado por tantos outros. Mas, se tiver sorte e alguns bons (e loucos) amigos, eles poderão acreditar firmemente no seu propósito. Ainda assim, todo o sacrifício vale a pena! Pensar e agir diferente gera uma nova percepção, e a persistência em criar uma nova realidade, com o tempo, acaba por transformar a opinião das pessoas – principalmente dos inconformados, os que não aceitam que a vida é só isso, e ponto final. A vida, meu amigo leitor, é feita de momentos, uns mais e outros menos especiais, mas todos importantes para sedimentar nossa experiência e coragem de enfrentar a vida. Dessa forma, o dinheiro não pode ser a única referência a nos guiar na vida. É preciso mais. Muito mais. Nossa experiência nesta existência tem que ser divertida. Tem que gerar consumo consciente, felicidade, desenvolvimento humano, harmonia. No trabalho, devemos reconhecer que cada especialista tem seu valor nas grandes conquistas. Um avião não se sustenta no ar se o mecânico mais humilde na escala de hierarquia da empresa não apertar corretamente os parafusos de sua estrutura. Da mesma forma, falando do nosso mercado, um produto não consegue promover uma experiência sedutora para seu público-alvo se a impressão de sua publicidade não for feita com a devida eficiência – para que a peça seja o cupido que vai fazer o cliente se apaixonar pela marca. Claro, há quem distorça a verdade e queira manipular seus dados de audiência com valores duvidosos. Mas eu digo: não se pode culpar a publicidade infantil, por exemplo, quando o problema está na forma egoísta com que ela é usada. Como não deveríamos proibir a publicação de livros porque alguns escritores não sabem o que escrevem. É justamente para coibir o mau uso dessas formas de comunicação que existem regras, leis e órgãos fiscalizadores. Eu acredito que quando o comprometimento vem acompanhado de emoção, as pessoas entendem que podemos viver em harmonia, gerando um valor real para a humanidade. Eu acredito na inovação que melhora as nossas vidas com diferentes formas de evolução. Eu acredito na comunicação como geração de valor para as nossas empresas e negócios. E sou grato por clientes, internos e externos, que acreditam também, e apoiam a nossa forma de pensar e agir. E você, no que acredita? Boa Leitura! 4 Têxtil 8 Eventos 10 Têxtil 12 Gráfico 13 Modelo de Negócios 14 Impressão 16 Out of home 18 Marketing 20 Gestão 22 Economia 24 Displays 30 Marketing 32 Digital 34 Sala Vip 36 Marcas 38 Indústria Avenida Paulista, 1079 • 8º andar Bela Vista • São Paulo/SP • Brasil Fone/Fax: (11) 2787-6386 www.serinews.com.br Publisher: Marco Marcelino {44.446} mmarcelino@serinews.com.br Gerente Editorial: Jorge Luiz Mussolin {15.978} jmussolin@serinews.com.br Jornalista: Alexandre Carvalho {44.252} alecarvalho@serinews.com.br Redação: Bruna Costa - bcosta@serinews.com.br Design: Patricia Barboni patricia@be-erredesign.com.br Foto de Capa: Yuri Mine As matérias assinadas são de responsabilidade dos autores, não refletindo necessariamente a opinião da editora. As fotos publicadas têm caráter de informação e ilustração das matérias. Os direitos das marcas são reservados aos seus titulares. As matérias aqui apresentadas podem ser reproduzidas mediante prévia consulta por escrito à Editora. O não cumprimento dessa determinação sujeitará o infrator as penalidades previstas na Lei de Direitos Autorais. (Lei 9.610/98). Marco Marcelino, diretor editorial Twitter do editor: @marco_marcelino Twitter da revista: @revista_ESD www.empresariodigital.com.br (notícias todos os dias) empresariodigital.com.br • 3

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n têxtil Por Fernando Valente Pimentel* É PRECISO COMEÇAR A RECONSTRUÇÃO DO FUTURO nas exportações e na defesa de nosso mercado interno, bem como a atualização de nossa agenda trabalhista para o Século XXI. Somente assim conseguiremos nos inserir de modo mais amplo nas cadeias globais de valor. Todos esses pontos estão contemplados nos diagnósticos feitos na busca de saídas para a tríplice crise que vivemos: política, econômica e ética. Existe um razoável consenso sobre os caminhos a serem adotados. As soluções não serão indolores, simples e rápidas, mas precisam ser implementadas de imediato. Por outro lado, políticas críveis e consistentes melhorariam o humor da sociedade e resgatariam a confiança em nossa possibilidade de retomar os rumos do desenvolvimento e voltar a crescer em um futuro não muito distante. Que, mais uma vez, seja quem for o governante, as necessárias mudanças não se limitem ao plano das promessas... É grande a expectativa dos setores produtivos. A indústria, além da permanente mobilização política na proposição das medidas voltadas à retomada do crescimento econômico, não está inerte quanto às suas próprias lições de casa. Exemplo disso é o projeto Têxtil 2030, que contempla, dentre outros temas, o estudo “Confecção 4.0: uma visão para o futuro”, elaborado pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil (SENAI CETIQT). O trabalho mostra que, tradicionalmente identificada como atividade de baixa intensidade tecnológica, mas fortemente inserida na economia criativa, a indústria têxtil e de confecção poderá dar um salto qualitativo em direção às categorias de maior emprego de ciência e tecnologia. Para isso, terá de ser capaz de disseminar sistemas ciberfísicos, internet das coisas e dos serviços e automação modular em sua manufatura. Favorecida pelos limites dos modelos de competitividade baseada nas vantagens do trabalho de baixo custo, a gradual alteração no grau de intensidade tecnológica poderá reduzir muito as dificuldades encontradas no Brasil, como o ambiente de negócios hostil a quem acredita e investe no País. A intensificação de novas tecnologias e a hibridização de produtos e serviços deverão resultar em mudanças na estrutura industrial, oferecendo oportunidades a novos modelos de negócios. A indústria e todos os setores produtivos estão preparados para fazer a sua parte. Porém, é decisivo que, finalmente, sejam adotadas políticas públicas transformadoras, dentre elas medidas macroeconômicas eficazes. Feito isso, atrairemos vultosos investimentos externos, que se somarão aos internos, na prospecção das imensas oportunidades existentes no Brasil, desde a demanda de infraestrutura até os serviços e a produção para atender a um mercado interno de 210 milhões de habitantes e bilhões de consumidores mundo afora. Assim, é necessário que os governantes tenham visão de estadista, para levar a cabo a missão de criar um novo futuro para o Brasil. Caso contrário, cairemos na mediocridade e jamais seremos um país rico, gerador de oportunidades e com melhor distribuição de renda! *Fernando Valente Pimentel é Diretor-superintendente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) o laboratório da história, a presente crise brasileira comprova o quanto estava certa a afirmação de Peter Drucker, pai da moderna administração, de que “a melhor maneira de prever o futuro é criá-lo”. Pois bem, a gravíssima conjuntura que enfrentamos resulta de uma série de erros e omissões do passado recente e do não tão recente ,que poderiam ter sido evitados, pois não faltaram alertas, sugestões, críticas construtivas e muito diálogo por parte dos setores produtivos e da sociedade em geral . Agora, é fundamental construir um novo amanhã a partir de uma série de medidas urgentes. Em síntese, é preciso reduzir o tamanho do Estado e realizar uma profunda reforma tributária e fiscal, para que se contenha o déficit público e, ao mesmo tempo, se atendam às prioridades nacionais, econômicas e sociais, sem aumento de impostos. Tal tarefa inclui a reforma previdenciária. Também é necessário reduzir os juros, sem voluntarismo, pois não existe atividade produtiva que suporte, de modo contínuo, as taxas reais mais altas do mundo praticadas no País. É premente, ainda, um choque de desburocratização e de produtividade, visando a um ganho de competitividade 4 • empresariodigital.com.br

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CONGRESSO INTERNACIONAL DISCUTE TODA A CADEIA TÊXTIL O primeiro Congresso Internacional Abit 2016, que ocorreu em São Paulo, nos dias 1 e 2 de junho, reuniu cerca de 400 empresários em discussões estratégicas para o setor e como os olhares do cenário global estão voltados para inovação, sustentabilidade, internacionalização, macrotendências, além das novas tecnologias, modelos de negócios e perfil do consumidor. Mesmo com o cenário brasileiro incerto, para o presidente da Abit, (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção), Rafael Cervone, não há crise que dure para sempre, e esse momento deve ser visto como oportunidade. Exemplo disso é o fato de que com o custo elevado, as pessoas deixam de adquirir eletrônicos e passam a comprar roupas. “Para um setor tão criativo, nenhuma ideia é perdida. Agora ao lado de cada um de vocês, tem alguém que está se preparando, pensando em como inovar, para este novo Brasil que virá”, afirmou. Um dos destaques do evento foi a apresentação de uma visão positiva, por parte da entidade sobre a indústria têxtil, que segue buscando fomentar o comércio exterior, que mesmo enfrentando há tempos a concorrência estrangeira tem expandido suas ações para além das fronteiras. O otimismo com as exportações foi ratificado pelo presidente da Apex-Brasil, David Barioni. “Apenas de janeiro a maio deste ano, a indústria têxtil já exportou cerca de R$ 650 milhões”, lembrou o executivo. Com temas divididos em seis painéis, os palestrantes abordaram a importância do investimento em novas tecnologias que integrem os processos e minimizem os impactos ambientais, pois o futuro da indústria está diretamente atrelado as novas gerações, no qual o consumidor definirá o que será produzido, priorizando o que é customizado e politicamente correto. A internet influenciará todas essas mudanças, interligando as informações, de forma a beneficiar não só o cliente final, mas toda a cadeia têxtil. Ainda no evento, foi lançado o livro “A quarta revolução industrial do setor têxtil e de confecção: a visão de futuro para 2030”, organizado por Flavio da Silveira Bruno, com a intenção de aproximar o Brasil da revolução industrial que já acontece em outros países. A obra une história e tecnologia por meio de imagens e vídeos disponíveis em QR Code, diferencial que facilita a compreensão dos leitores. O evento foi realizado pela Abit, em parceria com a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), por meio do Texbrasil (Programa de Internacionalização da Indústria da Moda Brasileira). SETOR TÊXTIL LEVA PROPOSTAS PARA MICHEL TEMER Rafael Cervone, presidente da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção), participou de encontro com o Presidente interino da República, Michel Temer, organizado pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), no último dia 8 de junho, no Palácio do Planalto, em Brasília. Trata-se de um manifesto de empresários de diversos setores produtivos em apoio a retomada do crescimento econômico brasileiro. O setor têxtil brasileiro é responsável por 16,7% dos empregos, sendo 1,5 milhão de empregados diretos e 8 milhões de postos indiretos. O presidente do Sinditêxtil-SP (Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem do Estado de São Paulo), Alfredo Bonduki, participou de encontro com o Presidente interino da República, Michel Temer, em uma comitiva organizada pela Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), no Palácio do Planalto, em Brasília. A ocasião teve como foco discutir melhorias para as indústrias, principalmente devido a crise econômica brasileira. A entidade representa o setor têxtil paulista que corresponde a 30% de toda a cadeia nacional e reúne cerca de 500 mil trabalhadores, ou seja, aproximadamente 30% do total geral da cadeia têxtil e de confecção brasileira que gira em torno de 1,5 milhão de empregados diretos. 6 • empresariodigital.com.br Foto: Ricardo K. têxtil

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evento Por Charles Schramm* Q Legado: uando planejado e realizado adequadamente, um grande evento esportivo pode proporcionar ao país, ou à cidade sede, a oportunidade de se promover globalmente, aprimorar o perfil econômico e transformar a infraestrutura urbana e desportiva. Por outro lado, é inquestionável que as complexidades para sediar uma competição aumentaram exponencialmente nos últimos anos. A imensa quantidade de atletas, suas necessidades, as demandas da mídia, as expectativas do público e as orientações e os critérios técnicos apresentados pelas federações internacionais, pelos órgãos reguladores e pelos detentores de direitos contribuíram para colocar um peso ainda maior de preocupações sobre o anfitrião. Esses fatores citados potencializaram o custo da preparação e o valor dos investimentos necessários para a organização atender aos requisitos de todas as partes envolvidas. Dessa forma, as questões relacionadas ao retorno financeiro de sediar um evento estão cada vez mais em pauta. É evidente que qualquer competição de nível mundial causará impactos sobre o local, mas estes podem ser, com grande frequência, negativos diante da falta de planejamento. E é com o objetivo de provar que sediar um evento traz benefícios a longo prazo que o termo “legado” vem sendo altamente utilizado. Diante disso, surgem cada vez mais evidências de que os pontos de aprendizado, a partir de grandes eventos esportivos anteriores estão sendo incorporados pelos licitantes e pelos organizadores. Em uma era de intensas verificações dos investimentos feitos por órgãos reguladores o desafio dos grandes eventos esportivos e de uma visibilidade na mídia, participar de uma licitação para sediar uma grande competição que requeira a construção de um estádio, uma arena, um velódromo, um centro aquático ou uma pista de corrida pode ser difícil de ser justificado. Isso é verdade, especialmente, quando a possibilidade de atrair investimentos do setor privado é limitada. Nesse contexto, uma estratégia clara de legado para os locais onde acontecerão as competições, baseada em um entendimento das tendências de mercado após o evento e das instruções detalhadas de elaboração e planejamento, é de extrema importância para garantir o impacto positivo. Dessa maneira, é extremamente importante estar atendo a alguns sinais que podem direcionar e indicar o sucesso do evento e seus benefícios para a sociedade. Primeiramente, é essencial aprender com a experiência. Com um número cada vez maior de especialistas, os quais possuem conhecimento e vasto know-how comprovados, os licitantes têm acesso a uma ampla gama de consultores que podem ajudá-los a maximizar o impacto de eventos específicos. Também é importante pensar em utilizar as boas novidades que o aperfeiçoamento dos serviços oferece. Soluções temporárias estão cada vez mais sendo consideradas como uma alternativa condizente com a realidade no que tange à construção de locais permanentes não desejados. Os avanços em aspectos técnicos estão em um nível tão elevado que ter uma experiência em uma disputa realizada dentro de uma estrutura temporária não pode mais ser considerada inferior à que se teria em um local de eventos permanente. Os especialistas do setor acreditam que componentes modulares desempenharão um papel cada vez maior, trazendo um conjunto de vantagens significativas, incluindo a possibilidade de tais locais serem reutilizados e/ou reciclados após o evento. Ao mesmo tempo, é preciso levantar questões em relação à postura dos detentores de direitos. Iniciativas, como a Pauta Olímpica 2020 do Comitê Olímpico Internacional (COI), estão incentivando e esclarecendo a crescente importância do legado para os órgãos desportivos influentes. Outros detentores de direitos também demonstram valorizar a utilização do local para a sustentabilidade a longo prazo da infraestrutura desportiva. Entretanto, será interessante observar se os detentores de direitos e as federações internacionais estão dispostos a seguir em frente, talvez mostrando maior flexibilidade em relação aos requisitos técnicos, passando a envolver-se mais no processo de tomada de decisão a respeito de qual tipo de local deve ser construído, ou demonstrando um envolvimento potencialmente maior na estratégia pós-evento dos locais utilizados. O resultado do surgimento do “legado” é que as discussões e soluções em relação ao tema devem ser tópicos constantes e proeminentes nas pautas de todos os licitantes e organizadores. Em termos de locais para a realização de eventos, é dever das partes interessadas apresentar uma estratégia clara, baseada em um entendimento das condições de mercado nas quais provavelmente operará quando a competição tiver sido concluída e com uma solução de legado colocada na dianteira da fase de planejamento de uma infraestrutura desportiva. *Charles Schramm é sócio da KPMG no Brasil 8 • empresariodigital.com.br

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têxtil D BRITÂNICA CESTRIAN IMAGING IMPULSIONA CRESCIMENTO COM IMPRESSORA DIGITAL ona de duas impressoras a jato de tinta EFI VUTEk de 3,2 m e usuária do software DirectSmile™ da EFI™, a Cestrian Imaging Ltd é a primeira gráfica do Reino Unido a utilizar a nova impressora têxtil digital EFI Reggiani PRO 340. O equipamento, que tem 340 cm de largura, foi adquirido para atender a crescente demanda de impressão em tecidos. Situada na cidade de Cheadle, próximo a Manchester, Inglaterra, a gráfica é líder do setor em comunicações visuais de marcas e impressão de sinalização para pontos de venda do varejo. Com esta nova impressora de dezesseis canais de tinta, a empresa britânica almeja alcançar novos mercados, aproveitando crescentes oportunidades, como impressão de displays em tecido, estampas em peças de roupa, entre outros. “Com a PRO 340 da EFI Reggiani, nós podemos oferecer trabalhos ainda mais personalizados e designs com estampas complexas e coloridas”, afirmou Paul Gibson, diretor de produção da Cestrian. “Esta impressora nos permitirá produzir designs por demanda para painéis independentes em tecido, caixas de luz e outros displays em tecido.” “Para a EFI, nossa parceria com a Cestrian Imaging reflete a importância de fornecermos tecnologias capazes de resultar no sucesso de uma grande variedade de aplicações de marketing e sinalização impressa”, afirmou Paul Cripps, vice-presidente regional de vendas da EFI. “Após auxiliarmos a empresa a expandir sua capacidade gráfica e de sinalização com duas impressoras a jato de tinta EFI VUTEk, estamos satisfeitos em ver que a Cestrian continua seu rápido crescimento com uma impressora EFI Reggiani PRO.” Em um recente relatório, a InfoTrends, empresa de análise do setor, avaliou o mercado de impressão têxtil digital mundial para vestuário, decoração de interiores e aplicações industriais em cerca de US$ 7,5 bilhões em todo o mundo. O mercado vem apresentando forte expansão, com taxa de crescimento anual de cerca de 34% até 2019. A Europa, de acordo com o relatório, continua sendo o maior mercado para impressão têxtil digital, por conta das sólidas indústrias regionais. Designs de alta qualidade Com dezesseis cabeças, oito cores, gotas de 4 a 72 picolitros e resoluções de até 2400 dpi, a linha PRO da EFI Reggiani é capaz de produzir imagens com qualidade fotográfica. As impressoras possibilitam o manuseio consistente e preciso dos mais diversos tecidos, graças ao recurso de alimentação industrial em “esteira aderente”, que trabalha a elevadas velocidades, alcançando produtividade de até 800 m2/h. Os 340 cm de largura do equipamento garantem maior variedade de tamanho e repetição, além de ser versátil quanto aos tipos de tintas que pode utilizar. A empresa pode usar qualquer tipo de tinta CMYK, inclusive tintas de dispersão direta, reativa, ácida, sublimação em dispersão e pigmento têxtil. “Também estamos entusiasmados com a capacidade da EFI Reggiani PRO de imprimir com tintas fluorescentes. Essas tintas produzem cores vivas que vão além da margem de reprodução obtida com a impressão CMYK, enquanto os dezesseis canais disponíveis garantem gradações suaves”, explicou Gibson. 10 • empresariodigital.com.br

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gráfico COMPETITIVIDADE “ A PRECISAMOS DE Para ele, também é positiva a limitação do crescimento dos gastos públicos, que não poderá ser superior à inflação do ano anterior, bem como a contenção de subsídios. “Não precisamos de mais subsídios, mas sim de mais competitividade”, afirmou o líder gráfico. Levi Ceregato afirmou, ainda, ser necessário que o Congresso Nacional aprove as medidas com agilidade, não só para que seus efeitos tenham rápido reflexo na economia, mas também para demonstrar haver uma nova condição de governabilidade no País. “A reconquista da credibilidade nas ações do governo e no trato dos temas mais importantes sob a ótica dos interesses nacionais e da sociedade, acima de questões político-partidárias, é fundamental para o resgate da confiança de investidores e empresários. É o ponto inicial da recuperação da economia”, concluiu o presidente da Abigraf. s medidas anunciadas no final de maio pelo presidente em exercício Michel Temer para conter o rombo fiscal são positivas, a começar pelo fato de não incluírem aumento de impostos, que não podem mais ser absorvidos pelos setores produtivos e a sociedade”, observou o presidente da Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf), Levi Ceregato. 12 • empresariodigital.com.br

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modelo de negócios Por Marcos Morita* C Fazer algo diferente para gerar valor reio que já tenha escutado e até utilizado o termo Torre de Babel, em alguma situação ou reunião, tipo condomínio, na qual ninguém se entende. A história bíblica narra sobre um grupo que decide construir, na Mesopotâmia, uma torre tão alta que tocasse o céu. Indignado com tamanha audácia, Deus decide provocar uma grande ventania espalhando as pessoas ao redor da terra com diferentes idiomas, inviabilizando assim a construção da torre pela distância e dificuldade de comunicação. Babel vem de Bavel, que significa confusão em hebraico. No mundo dos negócios utilizamos palavras, jargões ou expressões que acabam se tornando chavões ou lugares-comuns, tais como: “o cliente está sempre certo”, “cresça ou morra” e “fracasso não é uma alternativa”. Levá-las ao pé da letra pode se mostrar um tremendo equívoco, já que nem todos os clientes são bons pagadores, diversificação ou foco podem ser alternativas em épocas de vacas magras e fracasso é sim uma alternativa, em empresas que tem a inovação em seu DNA. Neste artigo trago o termo Modelo de Negócios, citado em reuniões executivas nos últimos tempos, cuja melhor tradução talvez seja a necessidade de se fazer algo diferente. Imagine a situação. Empresa com faturamento em queda tem seus principais executivos reunidos com a presidência para discutir alternativas. Creio que várias sugestões terão como pano de fundo, mudar o modelo de negócios, trazidos, por exemplo, por gestores da área financeira, operações, vendas e marketing. Senso comum, ninguém se atreveria a perguntar o que se deseja dizer com o termo, seja por não entender exatamente seu significado ou mostrar ignorância frente aos pares. Caso tivéssemos o poder da parapsicologia, leríamos em suas mentes: criar novas formas de pagamento, elaborar uma nova forma de entrega, prospectar novos segmentos e melhorar nossa proposta de valor, ideias prováveis a cada área de atuação. Todas as opiniões mencionadas fazem parte de uma estratégia para mudar o modelo de negócios, cuja melhor definição para mim é: como criar valor aos principais públicos de interesse da empresa. Temos aqui dois caminhos a seguir. O primeiro, discutir os assuntos indefinidamente, como em uma sessão da câmara ou do senado, ou então utilizar alguma ferramenta ou metodologia que proporcione um norte aos participantes, conduzindo-os ao mesmo objetivo. Tenho utilizado, como executivo e consultor, a ferramenta co-criada por Alex Ostervalder denominada Business Model Generation, ou mais comumente Canvas Model. Vale lembrar que Canvas é sinônimo de tela de pintura, assim como Acrylic On Canvas uma técnica ou letra de música de Renato Russo. Ostervalder conseguiu capturar em uma só página ou tela, nove componentes essenciais para que um modelo de negócios possa ser criado ou modificado, dividido em dois grandes grupos: lado do cliente e lado da empresa. Este modelo proporciona rapidez e principalmente foco, levando os participantes a discussões mais centradas, produtivas e colaborativas, retirando componentes subjetivos, tais como: a sobreposição de quem fala melhor, mais alto ou de maneira mais convincente. Utilizando técnicas de brainstorming, os presentes, preferencialmente de áreas distintas, discutirão acerca dos temas: propostas de valor, segmentos de clientes, relacionamento com clientes, canais, fontes de receitas, recursos-chaves, atividades-chaves, estruturas de custos e parcerias principais. A utilização conjunta de POST ITS e cópias gigantes do modelo afixadas nas paredes traz o cenário lúdico ideal para que todos possam expor suas ideias, gerando discussões ricas, participativas e o mais importante, chegando ao final com um produto tangível, o qual pode ser testado de maneira rápida com os clientes, através de técnicas de prototipagem. Enfim, seja como executivo ou consultor, este modelo tem me ajudado a criar uma linguagem única, fazendo com que opiniões diversas não virem campo de batalha, mas sim como na estória da torre, ajudem a criar os tijolos para a construção de modelos de negócios vencedores. Caso ainda não esteja convencido, veja o que novos entrantes como UBER ou AIR BNB estão fazendo com os mercados tradicionais de táxi e hotelaria. Estes sim, puras obra de prototipação e modelagem de negócios. Felizmente, é o fim da Torre de Babel, ao menos no que se refere ao tema Modelo de Negócios. Marcos Morita é executivo, professor, palestrante e consultor. www.marcosmorita.com.br empresariodigital.com.br • 13

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impressão A 14 • empresariodigital.com.br s máquinas de serigrafia RapidTag podem ser adaptadas e personalizadas para diferentes necessidades e diferentes produtos. Por exemplo, elas podem ser usadas para imprimir texturas não deslizantes que também funcionam em produtos luvas ou meias. Da mesma forma, esses equipamentos podem imprimir logotipos, nomes, campanhas e marcas. A RapidTag da ASPE testou seu sistema de impressão em quase todos os tipos de luvas no mercado, enviadas por clientes que confiavam no sistema para fazer esse tipo de trabalho. Apesar dos pequenos tamanhos das peças, e o fato de que a tinta seca logo após o processo de impressão, faz da RapidTag um sonho que pode se tornar realidade a quem deseja melhorar seus sistemas de impressão. A RapidTag ASPE se especializou em impressões de logos, rótulos, etiquetas e outros tipos de impressões como mangas em camisetas promocionais. Essas máquinas são feitas para ajudar os empresários a liberar suas impressoras serigráficas, acelerando, assim, a sua produção. O equipamento pode ser ajustado a qualquer velocidade, imprimindo uma média de 1.500 peças por hora. Veja o link da produção desse tipo de material em http://aspesite.com/ screenprint-gloves-dotting-marking Você pode simular a configuração ideal do seu equipamento no link http:// aspesite.com/build-your-custom-screen-printing-machine Se quiser fazer uma simulação de investimentos e calcular o seu retorno para esse tipo de equipamento, acesse http://aspesite.com/roi Impressão de luvas

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