O Campo - 13ª edição

 

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Revista O Campo - publicação do departamento de comunicação da Coopermota.

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Edição 13 • março | abril • 2016 BONS RESULTADOS NA SOJA E NO MILHO Mudas de hortaliças enxertadas com alta qualidade O Campo TV para interligar cooperados e colaboradores Investimento equilibrado

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Agora somos: COOPERMOTA Cooperativa Agroindustrial

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Carta ao leitor BOA SAFRA E BOAS PERSPECTIVAS ... Nas moegas e unidades armazenadoras os grãos já ocupam grande parte do espaço a eles destinados. Já nas lavouras restam apenas pequenas faixas de soja ainda não colhidas em vias de serem encaminhadas para a segunda etapa da produção, compreendida pelo escoamento e posterior comercialização da produção agrícola. Conforme dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Brasil registrou volume recorde de produção de grãos nesta safra 2015/2016, com 210,3 milhões de toneladas em todo o Brasil, patamar 1,3% maior em relação à safra do ano passado. Esse resultado foi obtido a partir da junção de umidade no solo, distribuição das chuvas sobre as áreas produtivas do país e condições para a entrada das máquinas nas lavouras. Na região, os resultados seguiram as mesmas perspectivas, com bons índices de produtividade. Diante de tais circunstâncias, a expectativa para a segunda safra, que começou a ser plantada em fevereiro, segue a mesma tendência positiva. Contudo, toda expectativa para o milho só será confirmada caso as condições climáticas se mantiverem favoráveis à agricultura regional. Os representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento também já anunciam a perspectiva de boa lucratividade para o milho de segunda safra, diante da estimativa de um câmbio bom, somado a uma maior produção e exportação em maior volume. Tais fatores aumentariam a receita e a rentabilidade do agricultor. É o que esperamos também para os produtores da nossa região. Com tais expectativas, a revista O Campo traz nesta edição, reportagem sobre o posicionamento esperançoso dos produtores diante das condições da safra verão e do início desta safra de inverno. Além disso, comemoramos algumas iniciativas que contribuem para o crescimento da cooperativa como o incremento em nosso setor de comunicação a partir do início da transmissão da O Campo TV. Neste sistema corporativo de televisão, adequado especificamente à realidade da Coopermota, serão transmitidas ações e diferentes abordagens agrícolas para serem assistidas tanto pelo nosso colaborador, quanto por clientes e cooperados. Transparência e maior acesso à informação são consequências obtidas a partir desta iniciativa. Outros temas abordados nesta edição estão voltados à necessidade de adesão dos produtores ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) e a alternativas de produção com técnicas de enxerto em mudas de hortaliça, clonagem de orquídeas, entre outros. Ações sociais de direcionamento de recursos do imposto de renda para entidades sociais e novidades para o produtor como a nova estação meteorológica instalada no Campo de Difusão de Tecnologia da Coopermota sintetizam todos os temas com os quais você, caro leitor, poderá ter acesso a partir desta edição da revista O Campo. Boa leitura! Vanessa Zandonade Expediente Publicação da Coopermota Cooperativa Agroindustrial EDIÇÃO, REPORTAGENS, FOTOS E REVISÃO Vanessa Zandonade Mtb 43 463/SP ARTE E DIAGRAMAÇÃO NOVAMCP Comunicação IMPRESSÃO Magraf TIRAGEM 2000 exemplares ANÚNCIOS Departamento de Comunicação Coopermota 18 3341.9436/ 18 99163.0985 REPRESENTANTE COMERCIAL Guerreiro Agromarketing - Maringá Agromídia - São Paulo REVISTA O CAMPO Av. da Saudade, 85 Cândido Mota - SP ocampo@coopermota.com.br março | abril 2016 PRESIDENTE Edson Valmir Fadel VICE PRESIDENTE Antônio de Oliveira Rocha DIRETOR SECRETÁRIO Silvio Ap. Zanon Bellotto O CAMPO 3

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Olhar Cooperativo Sumário Ano para obtermos bons resultados ... O ano de 2016 já começou há alguns meses, mas para nós, da diretoria da Coopermota, iniciamos uma nota etapa agora, em abril, depois da assembleia que realizamos em março. Trata-se de mais uma etapa de nossa gestão à frente da direção da cooperativa. O panorama que traçamos neste período desde a última assembleia, em 2015, foi de um momento econômico difícil, com possibilidades de baixo crescimento econômico ou até com PIB negativo. As expectativas para o agronegócio, se apresentavam muito promissoras, diante do clima favorável registrado no ano passado, fator prioritário para o aumento da produtividade. Além disso, a correção cambial também contribuía para trazer benefícios ao mercado de grãos, resultando em cotações valorizadas. Na região, tanto no verão, quanto no inverno, experimentamos expressiva melhora de produtividade nas últimas colheitas, fruto do nível de investimento do produtor em novas tecnologias e também da atuação do corpo técnico da cooperativa. Com isto, a Coopermota recebeu volume recorde de grãos e, com as cotações em elevação, proporcionou aos produtores melhores condições para a capitalização e adoção de mais investimentos para as safras vindouras. De maneira geral, podemos avaliar este ano que concluímos com um olhar positivo, tendo em vista o crescimento que obtivemos tendo e, vista o crescimento que obtivemos, o que se reflete na realidade do cooperado, do cooperado que compõe esta estrutura coletiva. Diante de tudo isso, as expectativas para 2016 são de manutenção desta linha crescente de medidas prósperas para a Coopermota e para a agricultura da região como um todo. Buscaremos sempre mais avanços no que se refere ao fortalecimento da cooperativa e à ampliação de sua importância para o agronegócio, diante dos trabalhos que vêm sendo realizados junto ao setor. Começamos agora mais uma safra, com o milho em grande parte da nossa área de abrangência. Que tenhamos boa produtividade e ótimos resultados a todos. 05 12 18 22 26 29 32 36 Produtores esperançosos com o milho nesta segunda safra. O Campo TV interliga unidades e postos de combustíveis da Coopermota. Assembleia aprova contas da gestão 2015/2016 Prazo para o CAR está acabando Estação meteorológica para dados mais precisos implantada na Coopermota. Multiplicação e clonagem de orquídeas como alternativa de produção. Enxertia de hortaliças com alta qualidade para auxílio na excelência de produtividade. IR para beneficiar entidades locais. Edson Valmir Fadel Presidente da Coopermota 4 O CAMPO março | abril 2016

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Capa Segunda Safra “Nunca plantei milho em fevereiro” Produtores iniciam o plantio do milho com resultados positivos na soja e estimativas de boa produtividade para a segunda safra primeira quinzena de fevereiro estava só começando e muitas propriedades da região já tinham plantações de milho em fase inicial de desenvolvimento. Neste ano, o plantio do milho de segunda safra foi antecipado em até 30 dias nas proximidades de Cândido Mota e um pouco menos nas áreas pertencentes ao município de Palmital. Tais comparações levam em consideração o período de plantio realizado em anos anteriores e é decorrente da antecipação da colheita da safra de verão, que foi favorecida por chuvas no período de plantio, verificadas em 2015. Isso permitiu o plantio ainda no final de setembro, no ano passado. Contudo, trata-se de uma situação que não corresponde à média histórica da região. No geral, pelo menos 50% das lavouras da região foram plantadas em fevereiro. A avaliação segue positiva para a segunda safra até o momento, mas está diretamente ligada aos desdobramentos das condições climáticas. As previsões de chuva e realidade favorável ao desenvolvimento do milho podem não se confirmar, caso as variações de fenômenos naturais atuem com interferências à região. Nos sítios Santa Helena e Santa Terezinha, do produtor Guerino Padovan, na Água do Jacu, em Cândido Mota, foram utilizados três cultivares de soja distintos, até mesmo para que a finalização do ciclo ocorresse em períodos diferentes. Isso porque ele trabalha sozinho e tem apenas uma máquina para a colheita. Se houvesse a conclusão do ciclo de toda a sua área em um mesmo momento teria dificuldades em realizar a colheita de sua área total sem perdas. “Seu Guerino é um produtor muito cuidadoso no manejo da sua lavoura. Ele está sempre muito atendo para não deixar que pragas ataquem a sua plantação”, destaca o agrônomo da Coopermota José Roberto Gonçales Massud. Ele comenta que todos os tratos culturais são realizados pelo produtor, o que justifica a possibilidade da escolha por sementes com menor custo diante da redução de tecnologias incorporadas, em relação às demais. Padovan realizou o plantio da soja entre 10 e 18 de outubro de 2015, com a utilização de cultivares da mesma empresa, porém com ciclos variados. Contudo, a maturação dos materiais de sua lavoura foi antecipada diante do clima registrado no período de seu desenvolvimento. “Fiz a dessecação de toda a A março | abril 2016 O CAMPO 5

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A produtividade da soja foi considerada boa na região. área para uniformizar a colheita”, diz o produtor. Massud explica que a dessecação é indicada nas situações em que existam manchas com soja ainda verde em decorrência de áreas com solo mais fértil em detrimento às demais, onde o solo possui menos nutrientes. Além disso, ele explica que os percevejos migram de um lugar a outro e onde há superpopulação desta praga a soja não seca. O produtor se diz feliz e satisfeito com o resultado das últimas safras. “Consegui comercializar o o milho a R$ 37,00 e, com as perdas do Mato Grosso, tudo leva a crer que poderemos ter preços ainda melhores. Estou esperando parar a chuva para tirar o restante da soja do campo”, afirma Padovan. Situação semelhante pode ser verificada na propriedade de Oscar de Góes Knupell, na região da Barra Mansa, também em Cândido Mota. Ele avalia que as lavouras que foram plantadas na primeira quinzena de outubro tiveram um resultado excelente, mas na primeira quinzena de fevereiro já demonstra- va preocupação quanto àquelas que foram plantadas no final de outubro e começo de novembro, pois a ausência de chuva no momento do enchimento de grãos poderia ter prejudicado a produtividade da lavoura. Knuppel possui 90% de sua propriedade com o sistema de irrigação por pivô e destaca que, devido a este fato, não teve tantos problemas com a irregularidade de chuvas que foi verificada nesta safra. “O grande problema do milho é a geada em junho e a antecipação do plantio para o começo de fevereiro minimiza este risco. Temos também a questão das condições de luminosidade e calor. O plantio antecipado que está ocorrendo coloca o milho em melhores condições de desenvolvimento”, avalia. Ele acrescenta estar confiante com os possíveis resultados desta safra de inverno. “Esperava começar a plantar no final da primeira quinzena de fevereiro e agora, neste período, já estou com milho consideravelmente grande”, diz. 6 O CAMPO março | abril 2016

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As chuvas afetaram não só a realidade da região como também de outros estados. Conforme relatório mensal do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, até a última semana de fevereiro, dos 5,8 milhões de hectares plantados com grãos naquele estado, 2,9 milhões de hectares de soja já tinham sido colhidos. Contudo, avaliações do departamento registram variações de produtividade na cultura da soja por conta da grande quantidade de chuva verificada na região. A avaliação dos técnicos é de que nos casos onde houve excesso de umidade nas lavouras de soja, a produtividade poderá ficar um pouco abaixo do potencial das cultivares. O agrônomo Beto Massud e o produtor Guerino Padovan março | abril 2016 O CAMPO 7

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Colheita da área de Knuppel com histórico de nematoide } BOA MEDIDA PARA CONTROLE DO NEMATOIDE O produtor Oscar de Góes Knuppel preza pelo domínio da informação relacionada ao manejo de sua propriedade. Presente em diferentes eventos promovidos pela Coopermota no que se refere à transferência de tecnologia da cooperativa para os agricultores, ele realiza diversas ações indicadas pelos pesquisadores e conhecedores de técnicas específicas para o controle de pragas e doenças das lavouras. Uma das indicações bastante defendida pelos representantes da Embrapa e da Apta - Polo Médio Paranapanema, diz respeito ao uso da rotação de culturas com o plantio da crotalária, destinada ao controle do nematoide, fungo presente em muitas áreas de solo da região. Nas últimas safras, Knuppel cultivou a crotalária em uma das áreas em que já constatava perdas de produtividade devido a este fungo, seguido do plantio de variedades de soja tolerantes à nematoide e o resultado que afirma ter conseguido atingir nesta safra foi bastante satisfatório. “Desta vez não percebemos danos causados pelo nematoide. A produtividade passou de 150 sacos por alqueire na minha área de sequeiro, onde tinha essa doença no solo. Além disso, a soja não apresentou as galhas nas raízes, característica do nematoide. Foi muito bom o controle, fiquei feliz”, avalia. Embora o milho não seja a melhor recomendação de cultivo na sequência de cultura verão-inverno nas áreas com nematoide, o produtor afirma que fará o plantio deste grão avaliando que a situação atual da área permite arriscar esta medida. “A área é pequena e com isso também tenho mais condições de arriscar. Vamos ver qual será o resultado”, diz. O plantio do milho foi iniciado em fevereiro na área de Knuppel 8 O CAMPO março | abril 2016

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outubro | novembro 2015 O CAMPO 9

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Sabe o que o e os agricultores vêm construindo juntos? UM NOVO CAPÍTULO NA HISTÓRIA DA AGRICULTURA BRASILEIRA. “O Roundup é um produto de qualidade, é um produto de confiança, é um produto pioneiro. Nós usamos o Roundup pela confiança que ele traz e pela eficiência que produz no campo. É a marca forte dentro da agricultura mundial.” Sidney Hideo Fujivara - Capão Bonito - SP RINO COM Acesse roundup.com.br e faça parte dessa história. 10 O CAMPO março | abril 2016

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plantando e colhendo boas parcerias! Coopermota.com.br março | abril 2016 O CAMPO 11

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O CAMPO TV INTERLIGADOS NUM SÓ CANAL Desde 2013 a cooperativa iniciou um processo de modernização de seus canais de comunicação, migrando inicialmente da produção de jornal para a revista O Campo e agora estendendo esta mesma atuação, com maior apelo visual e informativo, para o sistema televisivo. e um lado estão imagens de um grande grupo de produtores e autoridades da região em um plano de enquadramento de câmera com detalhe no rosto do secretário da Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Arnaldo Jardim, em visita à Coopershow. Do outro lado, o texto inscrito sobre uma área em transparência contextualiza as imagens e lembra o fato do secretário ter estado presente no evento promovido pela Coopermota e ter sido nomeado hóspede oficial de Cândido Mota pelo prefeito da cidade, Zacarias Jabur, ainda no início do ano. As informações textuais enfatizam ainda que o secretário também ressaltou a importância e relevância do evento para a região e, consequentemente, para o estado de São Paulo. A cena acima é uma das inúmeras abordagens que serão acompanhadas por colaboradores da Coopermota, trabalhadores das Unidades de Negócios, bem como por cooperados e clientes que frequentam as instalações da cooperativa, entre postos de combustíveis e canais de comercialização de produtos variados. Neste mês de março começaram a ser instaladas as D televisões que receberão o sinal da “O Campo TV”, canal corporativo da Coopermota. Os televisores estarão, até o final de março, em todas as Unidades de Negócios, Postos de Combustíveis e na sede, em Cândido Mota. Para o presidente da Coopermota, Edson Valmir Fadel, este será mais um elo comunicativo entre a diretoria da cooperativa e o produtor, para que as iniciativas adotadas tenham a maior publicidade possível. “A exemplo do que já temos com os outros canais de comunicação que mantemos, como a revista O Campo, por exemplo, o objetivo é que o produtor esteja sempre bem informado e tenha acesso a tudo o que ocorre neste espaço que também é dele”, enfatiza. A jornalista responsável pela produção informativa da Coopermota, Vanessa Zandonade, explica que desde 2013 a cooperativa iniciou um processo de modernização de seus veículos de comunicação, migrando inicialmente da produção de jornal para a revista O Campo e agora estendendo esta mesma atuação, com maior apelo visual e informativo, para 12 O CAMPO março | abril 2016

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Momento de gravação em lavoura da região, com o agrônomo Beto Massud e a jornalista Vanessa Zandonade a TV. Ela comenta que as mudanças adotadas no setor levam em consideração o fato de que em uma sociedade globalizada e midiatizada a informação tem importância e relevância contundentes, devido ao potencial de sua inserção em questões de formação de opinião e estratégias de ações de uma forma geral. O sistema de televisão interna foi totalmente criado com formato e layout exclusivo, atendendo às demandas da cooperativa. A jornalista explica que a sua localização, em postos e unidades de negócios, a aproxima do cooperado. Segundo ela, o produtor normalmente se dirige a estas localidades da cooperativa, não só para a compra dos produtos que necessita para o manejo de sua lavoura ou de sua propriedade, como tambémpara encontrar outros produtores na busca pela troca de informações, bem como obter consultoria dos técnicos da Coopermota sobre o manejo adequado à sua lavoura . “Como neste espaço há uma grande circulação de pessoas conver- sando e realizando negócios, o sistema que foi criado é mudo, contando apenas com descrições textuais das imagens trazidas na tela. Vez ou outra teremos produções que terão áudio, mas essas estarão em contextos específicos, com programação anunciada com antecedência para o produtor”, diz. Nos últimos anos a cooperativa vem dando maior incremento ao seu setor de comunicação, com o investimento em formação e aperfeiçoamento do quadro de colaboradores que compõem este departamento. “A comunicação é um setor importante para as iniciativas estratégicas da cooperativa e de qualquer instituição. O fluxo de informações deve seguir as demandas tanto da cooperativa, do ponto de vista da instituição, quanto do cooperado, que também é parte deste aglomerado de agricultores que desenvolvem seus negócios de maneira coletiva”, afirma Zandonade. março | abril 2016 O CAMPO 13

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Branco Fadel grava vídeo de boas vindas aos telespectadores da O Campo TV } PROGRAMAÇÃO Na programação da “O Campo TV” estão informações sobre segurança no trabalho, dicas dos agrônomos da Coopermota aos agricultores, divulgação de notas de circulares técnicas de institutos de pesquisa transformadas para o formato televisivo, acompanhamento das obras que vêm sendo realizadas pela cooperativa, notícias variadas sobre agricultura, informações de portais de notícias, histórias do campo onde serão trazidos dados históricos da Coopermota e da agricultura regional como um todo, dicas de saúde e divulgação das ações sociais, culturais, ambientais e educativas da cooperativa atreladas ao Sescoop, entre outras. Na primeira semana de veiculação da O Campo TV os resultados já se mostravam positivos. “Estes dois canais de comunicação são direcionados tanto para o cooperado, presente em grande quantidade em nossas unidades de negócios e postos de combustíveis, como também àquele cliente que esporadicamente frequenta a cooperativa. É um mecanismo que busca estabelecer um contato mais próximo com o nosso público, dando visibilidade às diversas ações realizadas pela Coopermota e que muitas vezes não chega ao conhecimento do cooperado, nosso parceiro principal de fortalecimento da cooperativa”, comenta. 14 O CAMPO agosto | setembro 2015

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