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Índice 1 À primeira vista 4 2 livro aberto 14 3 fenÔmeno 24 4 convite 31 5 tipo sanguÍneo 39 6 histÓrias assustadoras 50 7 pesadelo 58 8 port angeles 68 9 teoria 80 10 interrogaÇÕes 88 11 complicaÇÕes 98 12 oscilando 106 13 confissÕes 117 14 a mente domina a matÉria 128 15 os cullen 139 16 carlisle 148 17 o jogo 154 18 a caÇada 166 19 despedidas 172 20 impaciÊncia 178 21 telefonema 186 22 esconde-esconde 190 23 o anjo 198 24 um impasse 201 epÍlogo um acontecimento especial 211
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prefÁcio eu nunca pensei muito sobre como eu iria morrer achei que eu tinha motivos suficientes nos últimos meses mas mesmo que eu não tivesse eu não iria imaginar assim eu encarei sem respirar através do longo aposento dentro dos olhos escuros do caçador e ele olhou agradavelmente de volta pra mim com certeza essa foi uma boa forma de morrer no lugar de outra pessoa outra pessoa que eu amava nobre até que deve ser levado em conta pra alguma coisa eu sabia que se eu nunca fosse para forks eu não estaria encarando a morte agora mas aterrorizada como eu estava eu não podia me fazer lamentar a decisão.
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1 À primeira vista minha mãe me levou ao aeroporto com as janelas abaixadas estava fazendo 24°c em phoenix o céu estava um azul perfeito e sem nuvens estava vestindo minha camiseta preferida sem mangas de renda furadinha usava-a como um gesto de despedida minha bagagem de mão era um parka na península olímpica no noroeste do estado de washington nos estados unidos existe uma cidadezinha chamada forks que está quase que constantemente coberta por nuvens nessa cidade desimportante chove mais do que em qualquer outro lugar do país foi dessa cidade e da sua sombra depressiva e onipresente que minha mãe fugiu comigo quando eu tinha só alguns meses de vida era nessa cidade que eu era obrigada a passar todos os verões até completar 14 anos aquele foi o ano em que bati o pé então nos últimos três verões meu pai charlie passou duas semanas de férias comigo na califórnia agora era em forks que ia me exilar algo que fiz com muito custo eu detestava forks eu amava phoenix amava o sol e o calor escaldante amava a cidade vigorosa e grande bella minha mãe me disse pela milésima vez antes de eu entrar no avião você não precisa fazer isso minha mãe parece-se comigo exceto pelo cabelo curto e pelo rosto risonho senti um espasmo ao encarar os olhos infantis e bem abertos dela como poderia deixar minha amorosa errática e ingênua mãe para se cuidar sozinha claro ela tinha o phil agora então as contas provavelmente seriam pagas haveria comida na geladeira gasolina no carro e alguém pra ligar quando ela se perdesse mas ainda assim eu quero ir eu menti sempre fui uma péssima mentirosa mas já estava contando essa mentira tão freqüentemente por esses dias que agora já soava quase convincente diz oi para o charlie por mim pode deixar verei você logo ela insistiu pode voltar pra casa quando quiser virei assim que você precisar mas pude perceber o sacrifício em seus olhos por trás da promessa não se preocupe comigo eu pedi vai ser ótimo amo você mãe ela me abraçou apertado por um tempo então entrei no avião e ela se foi de phoenix para seatle o vôo dura quatro horas mais uma hora num pequeno avião até port angeles e então uma hora de carro até forks o vôo não me incomodava já passar uma hora num carro com charlie estava me preocupando charlie estava sendo até legal sobre essa história toda ele parecia genuinamente feliz que eu iria morar com ele quase que permanentemente pela primeira vez ele já tinha me matriculado na escola e ia me ajudar a arranjar um carro mas com certeza ia ser estranho morar com charlie nenhum de nós era o que se poderia chamar de falantes e nem sei o que haveria para ser dito sabia que ele estava mais do que confuso com a minha decisão como minha mãe já havia feito antes de mim eu nunca tinha escondido que não gostava de forks quando o avião pousou em port angeles estava chovendo não achei que fosse um mau presságio só era inevitável já tinha me despedido do sol charlie estava me esperando no carro-patrulha já era de se esperar charlie é o chefe de polícia para os bons cidadãos de forks meu motivo maior para comprar um carro apesar da escassez dos meus rendimentos era que eu me negava ser levada pela cidade num carro com luzes vermelhas e azuis em cima nada melhor pra fazer o trânsito andar devagar do que um policial charlie me deu um abraço meio estranho de um braço só quando sai tropeçando do avião bom te ver bells ele disse sorrindo enquanto automaticamente me segurava para eu não cair você não mudou muito como vai renée mamãe vai bem É bom te ver também pai ele não me deixava chamá-lo de charlie.
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só tinha trazido algumas malas a maior parte das roupas que usava no arizona eram muito permeáveis para usar em washington minha mãe e eu tínhamos nos juntado para suplementar meu guarda-roupa com roupas de inverno mas ainda tinha pouca coisa coube tudo na mala do carro-patrulha facilmente achei um bom carro para você bem barato ele anunciou quando já estávamos no carro que tipo de carro achei suspeito a maneira como ele disse carro bom para você ao invés de só carro bom bem na verdade é uma caminhonete um chevrolet onde o achou lembra-se de billy black de la push la push é a pequena reserva indígena na costa não ele costumava ir pescar conosco no verão charlie ofereceu ajuda isso explicaria porque eu não lembrava dele me dou bem em bloquear da minha memória coisas dolorosas e desnecessárias ele está numa cadeira de rodas agora charlie continuou quando não respondi então não pode dirigir mais por isso se ofereceu para vender a caminhonete bem barato de que ano é pude ver pela mudança de expressão que essa era uma pergunta que ele esperava que eu não fosse fazer bem billy trabalhou bastante no motor só tem alguns anos esperava que ele não fosse achar que eu desistiria assim tão fácil quando ele comprou a caminhonete acho que foi em 1984 era nova quando ele comprou na verdade não acho que era nova no começo dos anos 60 ou no fim dos 50 no máximo ele admitiu envergonhado ch pai não sei muito sobre carros não saberia consertar nada se estragasse e não poderia pagar um mecânico realmente bella a coisa anda direito não fazem mais carros como aquele a coisa pensei comigo mesma era uma possibilidade como apelido no mínimo barato é quanto afinal essa era a parte onde eu não podia abrir mão bem querida eu meio que já comprei ele pra você um presente de boas-vindas charlie espiou para o meu lado com uma expressão esperançosa no rosto uau de graça não precisava fazer isso pai eu ia comprar o carro eu mesma eu não me importo quero que você seja feliz aqui ele olhava em frente na estrada quando falou isso charlie não ficava confortável ao expressar suas emoções em voz alta eu herdei isso dele então olhava bem pra frente quando respondi isso foi muito legal pai obrigada fico muito agradecida não precisava adicionar que eu ser feliz em forks era uma impossibilidade ele não precisava sofrer comigo e eu nunca recusaria uma caminhonete de graça bem então de nada ele murmurou envergonhado com o meu agradecimento trocamos mais alguns comentários sobre o tempo que estava molhado e era isso em termos de conversa ficamos olhando pela janela em silêncio era lindo claro não podia negar isso tudo era verde as árvores os troncos cobertos de musgo os galhos pendurados formando uma cobertura o chão coberto com plantas até mesmo o ar ficava meio verde ao passar pelas folhas era muito verde um planeta alienígena finalmente chegamos na casa do charlie ele ainda vivia na casa pequena de dois quartos que ele comprara com minha mãe logo que se casaram esse foi o único período do casamento deles ali estacionada na rua em frente à casa que nunca mudara estava minha nova bem nova para mim caminhonete era uma cor vermelha desbotada com uma grande cabina e enormes calotas para minha grande surpresa eu amei não sabia se ela ia andar mas conseguia
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me imaginar dentro dela ainda por cima era uma daquelas coisas sólidas de ferro que nunca se amassam do tipo que se vê num acidente nem arranhada circundada pelos pedaços do carro que ela tinha destruído uau pai adorei obrigada agora meu dia horrível que seria amanhã iria ser um pouco menos horroroso eu não precisaria escolher entre andar na chuva por mais de três quilômetros ou aceitar uma carona no carro-patrulha para chegar no colégio fico feliz que você tenha gostado charlie disse envergonhado de novo só precisou uma viagem para levar todas as minhas coisas para o andar de cima fiquei com o quarto que tinha janela para o pátio da frente o quarto me era familiar era meu desde que tinha nascido o chão de madeira as paredes azul claro o teto curvado as cortinas de renda já amareladas tudo isso fez parte da minha infância as únicas mudanças que charlie tinha feito fora por eu ter crescido mudou o berço por uma cama e colocou um escrivaninha a escrivaninha agora tinha um computador de segunda-mão com o fio do telefone para a internet grampeada pelo chão até chegar na tomada de telefone mais próxima isso tinha sido estipulado por minha mãe para que pudéssemos manter contato fácil a cadeira de balanço dos meus tempos de bebê ainda estava num canto havia somente um pequeno banheiro no andar de cima o qual teria que dividir com charlie tentava não pensar muito nisso uma das coisas boas sobre charlie é que ele não fica me cuidando ele me deixou sozinha para desfazer minhas malas e me ajeitar uma coisa que seria completamente impossível para minha mãe era bom poder estar sozinha e não ter que ficar sorrindo e parecer feliz e era um alívio poder olhar com desânimo para a chuva na janela e deixar escaparem algumas lágrimas não estava afim de começar uma choradeira guardaria isso para a hora de dormir quando fosse pensar na manhã que estava por vir a escola de forks tinha o aterrorizante total de apenas trezentos e cinquenta e sete agora cinquenta e oito alunos só no meu ano lá em phoenix havia mais de setecentos alunos todo mundo aqui tinham crescido juntos seus avós tinham sido bebês juntos eu seria a garota nova da cidade grande uma curiosidade uma aberração talvez se eu parecesse com uma garota de phoenix isso poderia ser uma vantagem mas fisicamente eu nunca me encaixaria em lugar algum eu deveria ser bronzeada esportiva loira jogadora de vôlei ou líder de torcida talvez essas coisas associadas ao vale do sol no lugar disso eu tinha pele branca apesar do sol constante sem nem ter a desculpa de ter olhos azuis ou cabelos ruivos sempre fora meio magra mas nem tanto obviamente não era atleta não tinha a coordenação motora necessária para praticar esportes sem me humilhar e machucar a mim mesma ou qualquer um parado muito perto de mim quando terminei de colocar minhas roupas no velho guarda-roupa de pinho peguei minha bolsa de produtos de beleza e fui ao banheiro comunal para me lavar depois do dia de viagem olhei para meu rosto no espelho enquanto penteava meu cabelo embaraçado e úmido talvez fosse a luz mas eu já parecia mais pálida pouco saudável minha pele poderia ser bela era bem clara parecia transparente mas tudo dependia da cor e eu não tinha isso encarando meu reflexo pálido no espelho fui obrigada a admitir que estava mentindo para mim mesma não era só fisicamente que eu nunca me encaixaria e seu eu não conseguia achar um lugar para mim numa escola com três mil pessoas quais eram minhas chances aqui eu não me relacionava bem com pessoas da minha idade talvez a verdade fosse que eu não me relacionava bem com as pessoas ponto até minha mãe que era a pessoa mais próxima de mim no planeta nunca estava em harmonia comigo nunca estávamos exatamente de acordo as vezes imaginava se eu via as mesmas coisas através de meus olhos que o resto do mundo via com os deles talvez houvesse um problema no meu cérebro mas o motivo não importava o que importava era o resultado e amanhã seria só começo não dormi bem naquela noite mesmo depois de ter chorado tudo que precisava o barulho constante da chuva e do vento no telhado não saiam da minha mente puxei a coberta desbotada
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sobre minha cabeça e depois adicionei o travesseiro também mas não consegui dormir até depois da meia-noite quando a chuva finalmente diminuiu para um chuvisco cerração fechada era tudo que conseguia ver pela minha janela de manhã e pude sentir a claustrofobia começada não se podia ver o céu aqui era quase uma jaula o café-da-manhã com charlie foi um evento silencioso ele me desejou boa-sorte na escola eu agradeci sabendo que as esperanças dele eram inúteis boa-sorte tinha a tendência de me evitar charlie saiu primeiro indo para o posto policial que era sua esposa e família depois que ele saiu sentei à velha mesa quadrada em uma das três cadeiras que não combinavam entre si e examinei sua pequena cozinha suas paredes com painéis escuros armários amarelo brilhante e piso de linóleo branco nada mudara minha mãe pintara os armários dezoito anos antes na tentativa de trazer alguma luz para a casa sobre a pequena lareira na sala do tamanho de um lenço que ficava logo ao lado da cozinha havia uma fileira de fotos a primeira era uma do casamento de charlie e minha mãe em las vegas uma de nós três no hospital quando eu nasci tirada por uma enfermeira prestativa seguida de uma procissão de fotos escolares minhas até o último ano essas eram embaraçosas de se ver teria que ver se convencia charlie a colocá-las em outro lugar pelo menos enquanto eu estivesse morando aqui era impossível estando nessa casa não perceber que charlie nunca tinha superado minha mãe isso me fazia ficar desconfortável eu não queria chegar cedo demais na escola mas não podia ficar mais na casa vesti meu casaco que me fazia sentir como numa roupa anti-nuclear e sai para a chuva ainda chuviscava mas não o suficiente para me molhar muito enquanto procurava pelas chaves da casa que sempre ficavam escondidas nas plantas perto da porta e a trancava o barulho das minhas novas botas à prova d água era irritante sentia falta do barulho normal de cimento quando caminhava não pude parar para admirar minha nova caminhonete como queria estava com pressa para sair da névoa molhada que rondava minha cabeça e se grudava no meu cabelo por baixo do capuz dentro da caminhonete estava seco e bom obviamente billy ou charlie tinham limpado o carro mas os assentos ainda cheiravam vagamente à tabaco gasolina e menta o motor ligou rápido para meu alívio mas bem alto ganhando vida ruidosamente e então chegando ao volume máximo bom uma caminhonete velha assim tinha que ter um defeito o rádio velho funcionava uma vantagem que eu não esperava achar a escola não foi difícil apesar de nunca ter estado lá antes ela ficava assim como a maioria das coisas bem perto da estrada não era obviamente uma escola foi o painel onde dizia escola de forks que me fez parar parecia uma coleção de casas geminadas construídas com tijolos marrons havia tantas árvores e moitas que não pude perceber seu tamanho logo no início onde estava a aparência de lugar público me perguntava nostalgicamente onde estavam as cercas e os detetores de metais estacionei em frente ao primeiro prédio onde havia uma pequena placa que dizia secretaria não havia mais carros estacionados ali então tive certeza de que era proibido mas decidi que pegaria instruções lá dentro ao invés de ficar andando em círculos na chuva como uma idiota saí a contragosto da caminhonete quentinha e fui por um caminho de pedra circundado por uma sebe escura respirei fundo antes de abrir a porta lá dentro estava bem iluminado e bem mais quente do que imaginava a secretaria era pequena com uma pequena sala de espera com cadeiras dobráveis carpete laranja avisos e prêmios abarrotados pelas paredes e um grande e ruidoso relógio a sala era partida ao meio por um grande balcão cheia de cestas de arame repletas de papéis e anúncios coloridos colados na parte da frente havia três mesas atrás do balcão uma delas ocupada por uma mulher ruiva e grande usando óculos ela vestia uma camiseta roxa que imediatamente me fez sentir com roupas demais a ruiva olhou para mim posso ajudá-la?
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sou isabella swan informei-lhe e vi seus olhos demonstrarem reconhecimento imediato eu era esperada tópico de fofocas com certeza a filha da ex-mulher do chefe de polícia finalmente retorna à casa claro ela disse ela percorreu uma pilha precária de documentos em sua mesa até achar os que procurava seu horário está aqui e um mapa da escola ela trouxe várias folhas até o balcão para me mostrar ela me ditou todas as minhas aulas mostrando-me no mapa a melhor maneira de chegar até elas e me deu um papel para que todos os professores assinassem que deveria trazer de volta no fim do dia ela sorriu para mim e desejou como charlie que eu gostasse de forks sorri de volta da maneira mais convincente possível quando cheguei de volta na caminhonete outros alunos começavam a chegar fui atrás do tráfego contornando a escola fiquei feliz ao ver que a maior parte dos carros eram velhos como o meu nada muito chique em casa eu morava num dos poucos bairros de classe baixa que estavam incluídos no distrito paradise valley era comum ver um mercedes ou porsche novo no estacionamento dos alunos o carro mais legal aqui era um brilhante volvo que se sobressaia mesmo assim logo que estacionei desliguei o motor para que o barulho enorme não chamasse atenção para mim olhei para o mapa na caminhonete tentando memorizá-lo agora esperando que não fosse precisar andar com ele colado no nariz o dia todo enfiei tudo dentro da mochila coloquei a alça sobre o ombro e respirei bem fundo posso fazer isso menti muito mal para mim mesma ninguém ia me morder eu finalmente exalei e sai do carro fiquei com o rosto coberto pelo capuz enquanto caminhava até a calçada cheia de adolescentes meu casaco preto e simples não se destacava na multidão percebi com alívio assim que cheguei no refeitório era fácil de ver o prédio três um grande 3 estava pintado num quadrado branco no casto leste do prédio senti minha respiração acelerar cada vez mais enquanto me aproximava da porta tentei segurar minha respiração enquanto seguia duas capas de chuva unisex através da porta a sala de aula era pequena as pessoas na minha frente pararam assim que entraram na sala para pendurar seus casacos numa longa fileira de ganchos fiz o mesmo eram duas garotas uma loira com pele de porcelana outra também com a pele clara tinha cabelos castanho claro pelo menos a minha pele não se destacaria aqui levei o papel para o professor um homem alto e calvo sua mesa tinha uma placa que o identificava como sr mason ele ficou me olhando assim que leu meu nome o que não era encorajador e lógico que fiquei vermelha igual a um tomate mas pelo menos ele me mandou sentar numa classe vazia no fundo da sala sem me apresentar à turma era mais difícil para meus colegas ficarem me encarando enquanto eu estava no fundo da sala mas de alguma forma eles conseguiam fixei meu olhar na lista de leitura que o professor tinha me dado era bem básica brontë shakespeare chaucer faulkner já tinha lido todos isso era reconfortante e chato fiquei pensando se minha mãe me mandaria minha pasta de trabalhos velhos ou se ia pensar que isso era colar fiquei pensando em diferentes discussões que teria com ela enquanto o professor falava quando bateu o sinal um garoto meio desajeitado alto com problemas de pele e cabelo preto como carvão se encostou no batente da porta para falar comigo você é isabella swan não é ele parecia do tipo muito prestativo parte do clube de xadrez bella corrigi todo mundo em volta se virou para me olhar onde é sua próxima aula ele perguntou precisei olhar na mochila hm governo com o professor jefferson no prédio seis não havia para onde olhar sem encontrar olhos curiosos estou indo para o prédio quatro posso te mostrar o caminho definitivamente muito prestativo.
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sou eric ele adicionou sorri discretamente obrigada pegamos nossos casacos e saimos para a chuva que tinha ficado mais forte poderia jurar que muitas das pessoas andando atrás de nós estavam perto o bastante para ficar ouvindo a conversa desejei não estar ficando paranóica então aqui é bem diferente de phoenix hein ele perguntou muito não chove muito lá não é três ou quatro vezes por ano uau como será que é isso ele ficou imaginando ensolarado eu lhe disse você não parece bronzeada minha mãe é parte albina ele analisou meu rosto com apreensão e eu suspirei parecia que nuvens e senso de humor não se misturavam alguns meses disso aqui e eu esqueceria como se usa sarcasmo andamos de volta ao redor do refeitório em direção aos prédios que ficavam no sul ao lado do ginásio eric me levou até a porta apesar de estar bem claro que aquele era o prédio bem boa sorte ele disse enquanto eu alcançava a maçaneta talvez tenhamos outras aulas juntos ele soava esperançoso sorri vagamente para ele e entrei o resto da manhã passou da mesma maneira meu professor de trigonometria o sr varner a quem eu detestaria de qualquer forma por causa da matéria que ensinava foi o único que me fez ficar na frente da turma e me apresentar eu gaguejei fiquei vermelha e tropecei no caminho para a minha classe depois de duas aulas comecei a reconhecer muitos dos rostos em cada uma delas sempre havia aqueles que eram mais corajosos e vinham se apresentar e me perguntar se estava gostando de forks tentei ser diplomática mas o que mais fiz foi mentir bastante pelo menos não precisei usar o mapa uma garota sentou do meu lado em ambas trigonometria e espanhol e foi comigo até o refeitório na hora do almoço ela era bem baixinha com vários centímetros do que os meus 1,65m mas o cabelo escuro e encaracolado ajudava a balancear nossa diferença de alturas não conseguia lembrar o nome dela então eu sorria e balançava a cabeça enquanto ela discorria sobre os professores e sobre as aulas não tentei acompanhar a conversa sentamos no final de uma mesa cheia dos amigos dela os quais ela me apresentou esqueci os nomes assim que ela os disse eles pareciam impressionados com a coragem dela para falar comigo o garoto do inglês eric acenou para mim do outro lado do refeitório foi ali sentada no refeitório tentando conversar com vários estranhos curiosos que eu os vi pela primeira vez eles estavam sentados num canto do refeitório o mais longe possível de onde eu estava eram cinco não conversavam e não comiam apesar de cada um deles ter uma bandeja intocada de comida na sua frente eles não estavam me encarando como a maior parte dos outros alunos então era seguro ficar olhando para eles sem ter medo de encontrar um par de olhos excessivamente interessado mas não foi nenhuma dessas coisas que chamou e prendeu minha atenção eles não se pareciam em nada dos três garotos um era grande musculoso como um levantador de peso profissional com cabelo escuro e encaracolado outro era alto mais magro mas ainda musculoso e com cabelo loiro escuro o outro era mais magro menos musculoso com cabelo cor de bronze meio bagunçado ele parecia mais jovem do que os outros que pareciam que poderiam estar na faculdade ou até mesmo serem professores ao invés de alunos as garotas eram opostos a mais alta era maravilhosa ela tinha uma silhueta linda do tipo que se vê na capa da revista sports illustrated na edição de roupas de banho e daquelas que fazem as outras garotas se sentirem mal consigo mesma só por estarem na mesma sala o cabelo
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dela era dourado gentilmente balançando até o meio das costas a outra garota era mais baixa e parecia uma fadinha bem magra com feições pequenas o cabelo dela era totalmente preto cortado curtinho e apontando para todas as direções e ainda assim eles se pareciam muito todos eram muito pálidos os mais pálidos de todos os alunos dessa cidade sem sol mais pálidos do que eu a albina todos tinham olhos bem escuros apesar da diferença na cor dos cabelos além disso eles tinham olheiras sombras arroxeadas como machucados como se todos eles tivessem passado a noite em claro ou quase se recuperando de ter o nariz quebrado apesar de seus narizes de todas as partes de seus corpos serem perfeitamente retos e angulares mas não era por causa de tudo isso que não conseguia tirar os olhos deles eu os olhava por que seus rostos tão diferentes tão iguais eram todos devastadoramente inumanamente lindos eram rostos que você nunca espera encontrar além de talvez nas páginas editadas de uma revista de moda ou pintadas por um dos velhos mestres como a face de um anjo era difícil decidir quem era o mais belo talvez a perfeita loira ou o garoto com cabelos cor de bronze estavam todos olhando para longe longe um dos outros longe dos outros alunos longe de qualquer coisa em particular que eu pudesse ver enquanto eu olhava a garota mais baixa levantou com a bandeja o refrigerante fechado a maçã inteira e foi embora com um passo rápido e gracioso que deveria estar em uma passarela eu fiquei olhando maravilhada com os passos de dançarina dela até ela largar a bandeja e sair pela porta de trás mais rápido do que eu imaginava ser possível meus olhos voltaram logo para os outros que estavam lá sem mudanças quem são eles perguntei à garota da aula de espanhol de quem eu não lembrava o nome enquanto ela olhava para ver de quem eu estava falando apesar de já saber provavelmente por causa do meu tom de voz de repente ele olhou para ela o mais magro o mais garoto de todos talvez o mais jovem ele olhou para a garota do meu lado por só uma fração de segundo e então seus olhos escuros se dirigiram aos meus ele olhou para longe bem rápido mais rápido do que eu conseguiria apesar de numa onda de vergonha eu tenha baixado meus olhos na mesma hora naquele pequeno instante seu rosto não aparentou interesse era como se ela tivesse chamado o nome dele e ele olhara numa resposta involuntária já tendo decidido que não ia responder a garota do meu lado riu envergonhada olhando para a mesa assim como eu aqueles são edward e emmett cullen e rosalie e jasper hale a que foi embora é alice cullen todos vivem juntos com o dr cullen e a esposa dele ela falou isso meio entre os dentes olhei meio de lado para o garoto lindo que agora olhava para a bandeja dele picando um pãozinho com dedos pálidos e longos seus lábios se moviam rapidamente seus lábios perfeitos mal se abrindo os outros três ainda olhavam para longe ainda assim eu sentia que ele estava falando com eles nomes estranhos e pouco populares eu pensei os tipos de nomes que avós tinham mas talvez fosse moda aqui nomes de cidade pequena finalmente lembrei que a garota ao meu lado se chamava jessica um nome perfeitamente comum havia duas garotas chamadas jessica na minha aula de história em phoenix eles são muito bonitos lutei contra a óbvia falta de intensidade do que disse sim jessica concordou dando outro risinho mas eles já estão juntos emmett e rosalie e jasper e alice e moram juntos a voz dela continha todo o choque e reprovação de uma cidade pequena pensei criticamente mas se eu fosse honesta teria que admitir que até em phoenix algo assim seria motivo de fofocas quais são os cullens perguntei eles não se parecem ah mas não são o dr cullen é bem jovem tem uns 20 ou 30 e poucos são todos adotados já os halle são irmão e irmã gêmeos são os loiros e vivem com eles eles não são um pouco velhos pra isso?
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agora sim jasper e rosalie já têm dezoito anos mas vivem com a sra cullen desde que tinham oito ela é tia deles ou algo assim isso é bem legal deles cuidarem de todas essas crianças assim sendo tão jovens acho que sim jessica admitiu relutantemente e fiquei com a impressão de que ela não gostava do doutor e da esposa dele por algum motivo com os olhares que ela dava na direção deles imaginei que o motivo fosse inveja mas acho que a sra cullen não pode ter filhos ela disse como se isso diminuísse a bondade deles durante toda essa conversa meus olhos iam e voltavam para a mesa onde a estranha família estava sentada eles continuavam olhando para as paredes e não comendo eles sempre moraram em forks perguntei com certeza eu os teria notado em algum dos meus verões aqui não ela disse num tom de voz que implicava que isso era óbvio até alguém recém chegado como eu deveria saber eles vieram para cá dois anos atrás vindos de algum lugar no alasca senti uma onda de compaixão e alívio compaixão porque apesar de serem lindos eram de fora claramente não eram aceitos alívio porque eu não era a única novata aqui e certamente não a mais interessante enquanto eu os analisava o mais novo um dos cullens olhou para mim e nossos olhos se encontraram dessa vez com uma expressão evidente de curiosidade enquanto eu esquivava meu olhar me pareceu que no dele havia alguma expectativa não alcançada qual deles é o garoto de cabelos castanhos avermelhados perguntei espiei com o canto do olho e ele ainda me encarava mas não como os outros alunos tinham feito durante todo o dia a expressão dele era meio frustrada olhei para baixo novamente aquele é edward ele é maravilhoso lógico mas não perca tempo ele não namora nenhuma das garotas daqui são bonitas o suficiente para ele aparentemente ela desdenhou um caso claro de rejeição fiquei me perguntando quando ele tinha rejeitado ela mordi o lábio para esconder um sorriso e então olhei para ele novamente seu rosto estava virado para o outro lado mas me pareceu pelos músculos do rosto que ele sorria também após mais alguns minutos os outros quatro deixaram a mesa juntos todos eram notoriamente graciosos até mesmo o grandalhão era algo desconcertante de se observar o que se chamava edward não olhou para mim novamente fiquei na mesa com jessica e seus amigos mais tempo do que ficaria se estivesse sozinha ali estava ansiosa para não chegar atrasada nas aulas no meu primeiro dia uma das minhas novas conhecidas que gentilmente me lembrou que seu nome era angela tinha biologia ii comigo no próximo período fomos juntas para a aula em silêncio ela era tímida também quando entramos na sala de aula angela foi sentar-se numa mesa de laboratório com tampa preta exatamente como as que eu estava acostumada ela já tinha um par na verdade todas as mesas estavam ocupadas com a exceção de uma ao lado da fileira do meio reconheci edward cullen por seu cabelo peculiar sentado ao lado da única cadeira vazia enquanto fui até o professor para me apresentar e pedir para que ele assinasse meu papel secretamente observava edward no momento em que passei ele ficou rígido de repente ele me encarou novamente seus olhos encontraram os meus com a mais estranha das expressões em seu rosto era hostil furiosa olhei para longe rapidamente chocada ficando vermelha novamente tropecei num livro e precisei me segurar em uma mesa a menina sentada ali riu tinha notado que os olhos dele eram negros como carvão o sr banner assinou meu papel e me entregou um livro sem o besteirol das apresentações pude prever que nos daríamos bem obviamente ele não tinha escolha a não ser mandar eu me sentar na única classe vazia no meio da sala mantive meu olhar baixo enquanto ia sentar ao lado dele confusa com o olhar maldoso que ele tinha me dado não olhei para cima enquanto colocava o livro na mesa e me sentava mas vi com o canto do olho sua postura mudar ele estava se inclinando para longe de mim sentado bem na ponta da cadeira e virando a cara como seu eu tivesse cheiro ruim discretamente cheirei meu cabelo.
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tinha cheiro de morangos que era o perfume do meu xampu preferido parecia um cheiro inocente o bastante deixei meu cabelo cair sobre meu ombro direito criando uma cortina escura entre nós e tentei prestar atenção no professor infelizmente a aula era sobre anatomia celular algo que eu já tinha estudado fui fazendo anotações mesmo assim sempre olhando para baixo não conseguia me conter e de vez em quando olhava para o garoto estranho ao meu lado através da cortina de cabelo durante a aula toda ele não relaxou de posição sentado na ponta da cadeira o mais longe possível de mim pude ver que sua mão sobre a perna esquerda estava em punho os tendões se destacando sob a pele clara também não relaxou a mão sequer uma vez as mangas da sua camisa branca estavam puxadas até os cotovelos e seu braço era surpreendentemente musculoso ele não era tão frágil quanto parecia quando comparado com o irmão a aula parecia se arrastar mais do que as outras será que era por que o dia estava finalmente acabando ou por que esperava que seu pulso fosse relaxar ele nunca o fez ele estava tão imóvel que parecia que não respirava qual era o problema dele será que isso era o comportamento normal dele me questionei sobre o que tinha pensado sobre a amargura de jessica durante o almoço talvez ela não fosse tão rancorosa como eu pensava não poderia ser comigo ele nunca tinha me visto na vida espiei de novo e me arrependi ele estava me olhando novamente seus olhos negros cheios de repulsa enquanto me afastava dele me espremendo na cadeira a frase se olhar matasse cruzou minha mente naquele momento o alarme bateu alto me assustando e edward cullen já tinha se levantado ele era muito mais alto do que tinha imaginado e de costas para mim ele se foi fluidamente antes que qualquer um dos outros estivesse de pé ele já tinha saído pela porta fiquei congelada no lugar olhando para ele ele era muito mau não era justo comecei a juntar minhas coisas devagar tentando bloquear a raiva que me consumia para não acabar chorando por algum motivo meu humor tinha ligação com meus canais lacrimais geralmente chorava quando estava com raiva uma mania humilhante você não é isabella swan perguntou uma voz masculina olhei para ver um garoto bonitinho com cara de bebê o cabelo loiro claro cuidadosamente moldado com gel sorrindo para mim de um jeito amigável ele com certeza não achava que eu cheirava mal bella corrigi com um sorriso sou mike oi mike precisa de ajuda pra encontrar sua próxima aula na verdade estou indo para o ginásio acho que consegui achá-lo essa é minha próxima aula também ele parecia extasiado apesar de não ser muita coincidência numa escola tão pequena fomos para a aula juntos ele era um conversador ele falava bastante o que facilitava para mim ele tinha morado na califórnia até os dez anos então ele me entendia com relação ao sol e ele estava na minha aula de inglês também tinha sido a pessoa mais legal que conhecera aquele dia mas enquanto entrávamos no ginásio ele perguntou então você fincou o lápis no edward cullen ou o quê nunca o vi agir assim então não tinha sido só eu que notara e aparentemente não era assim que ele se comportava normalmente decidi bancar a desentendida era o garoto sentado do meu lado em biologia perguntei ingenuamente sim ele disse parecia que ele estava com dor ou algo parecido não sei respondi nunca conversei com ele É um cara estranho mike ficou por ali ao invés de ir para o vestiário se eu tivesse tido a sorte de sentar do seu lado teria conversado com você.
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sorri para ele antes de ir para o vestiário das meninas ele era legal e claramente gostava de mim mas isso não foi o bastante para diminuir minha irritação o professor de educação física treinador clapp me deu um uniforme mas não me fez vesti-lo para a aula em phoenix só dois anos de ef eram obrigatórios aqui era obrigatório durante todos os anos forks literalmente era o meu inferno na terra assisti a quatro jogos de vôlei ao mesmo tempo lembrando quantas vezes tinha machucado a mim mesma e os outros jogando vôlei me senti nauseada o sinal tocou finalmente fui lentamente até a secretaria para entregar minha papelada a chuva tinha parado mas o vento estava mais forte e mais frio me enrolei mais nas roupas quando entrei na quente secretaria quase me virei e saí de novo edward cullen estava parado à mesa logo na minha frente novamente reconheci aquele cabelo cor de bronze e desarrumado ele pareceu não perceber a minha entrada me encostei na parede esperando a recepcionista poder me atender ele estava conversando com ela numa voz baixa e atraente logo peguei o motivo da conversa ele queria trocar o período da aula de biologia para outro horário qualquer outro não podia acreditar que era por minha causa tinha que ser outra coisa algo que acontecera antes de eu entrar na sala a expressão em seu rosto tinha que ser por outro motivo era impossível que esse estranho tivesse me detestado tanto assim tão subitamente a porta abriu novamente e o vento frio entrou de repente levantando os papéis sobre a mesa jogando meu cabelo sobre meu rosto a garota que entrara simplesmente chegou na mesa colocou um bilhete na cesta de arame e saiu novamente mas edward cullen ficou rígido e se virou lentamente para me olhar o rosto dele era absurdamente lindo com olhos fulminantes e cheios de ódio por um instante senti puro medo levantando os pêlos dos meus braços o olhar só durou um segundo mas me congelou mais do que o vento enregelante ele se virou novamente para a recepcionista deixa para lá então ele disse apressadamente com uma voz aveludada vejo que é impossível muito obrigado pela ajuda se virou sem olhar para mim de novo e saiu pela porta fui calmamente até a mesa meu rosto branco ao invés de vermelho e entreguei o papel assinado como foi seu primeiro dia querida a recepcionista perguntou maternalmente bem menti com a voz fraca ela não pareceu convencida quando cheguei na caminhonete era praticamente o último carro no estacionamento ela era como um refúgio a coisa mais perto de um lar que eu tinha nesse buraco verde e úmido sentei lá dentro por um tempo simplesmente olhando pelo vidro mas logo estava frio o bastante para precisar do aquecedor então virei a chave e o motor ganhou vida peguei meu caminho de volta para a casa do charlie lutando para não chorar durante todo o caminho.
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2 livro aberto o outro dia foi melhor e pior foi melhor porque não estava chovendo ainda,apesar de as nuvens estarem densas e opacas foi mais fácil porque eu já sabia o que esperar do meu dia mike veio se sentar ao meu lado em inglês e me acompanhou até a minha próxima aula com eric do clube de xadrez encarando ele o tempo inteiro era uma reclamação as pessoas não ficaram me olhando tanto quanto ontem eu sentei com um grande grupo que incluia mike eric jessica e muitas outras daquelas pessoas cujos nomes e rostos eu lembrava agora eu comecei a sentir que agora eu andava na água ao invés de afundar nela foi pior porque eu estava cansada eu ainda não conseguia dormir com o vento ecoando ao redor da casa foi pior porque o sr varner me chamou em trigonometria quando a minha mão não estava levantada e eu dei a resposta errada foi infeliz porque eu tive que jogar vôlei e na única vez que eu não fugi da bola eu atingí a minha parceira de time na cabeça com ela e foi pior porque edward cullen não estava na escola durante a manhã inteira eu estive temendo o almoço sentindo seus olhares bizarros parte de mim queria confrontá-lo e ordenar que ele disesse qual era o problema enquanto eu estava deitada acordada na cama eu até imaginei o que eu diria mas eu me conhecia bem demais pra achar que eu teria a coragem de fazer isso eu fiz o leão covarde do mágico de oz parecer o exterminador mas quando eu entrei na cafeteria com jéssica tentando evitar que os meus olhos vasculhassem o lugar procurando por ele e falhando miserávelmente eu ví que seus quatro irmão estavam sentados juntos na mesma mesa e ele não estava com eles mike nos recebeu e nos guiou até a mesa dele jessica parecia alegre pela atenção e as amigas dela rapidamente se juntaram á nós enquanto eu tentava ouvir a conversa fluente deles eu estava terrivelmente desconfortável esperando nervosamente pelo momento que ele chegaria eu esperava que ele simplesmente me ignorasse quando chegasse e provasse que as minhas suspeitas eram falsas ele não veio e com o passar do tempo eu fiquei mais e mais nervosa eu fui para biologia mais confiante quando ao final do almoço ele ainda não havia aparecido mike que estava agindo como um cão de guarda andou fielmente ao meu lado até a sala de aula eu segurei o fôlego na porta mas edward cullen também não estava lá eu exalei e fui me sentar mike me seguiu falando de uma viagem á praia que estava pra acontecer ele se curvou na minha mesa até que o sinal tocou aí ele sorriu tristemente pra mim e foi sentar perto de uma garota de aparelho e com um penteado ruim parecia que eu teria que fazer alguma coisa em relação á mike e não seria fácil em uma cidade como essa em que todo mundo vive em cima de todo mundo diplomacia é essencial eu nunca tive muito tato eu nunca tive muita prática em lidar com garotos amigáveis demais eu estava aliviada que teria a mesa para mim mesma que edward estava ausente eu disse isso para mim mesma repetidamente era rudiculo e egoísta pensar que eu podia afetar alguém desse jeito era impossível e ainda assim eu não conseguia parar de pensar que fosse verdade quando o dia na escola finalmente acabou e as minhas bochechas não estavam mais coradas por causa do incidente no vôlei eu rapidamente coloquei as minhas calças jeans e o meu suéter azul marinho eu saí correndo do vestiário feminino contente de ver que momentaneamente eu havia conseguido afastar o meu amigo cão de guarda eu caminhei rapidamente até o estacionamento agora estava cheio de alunos eu entrei na minha caminhonete e procurei na minha mochila pra ver se eu tinha tudo que eu precisava noite passada eu descobrí que charlie não sabia cozinhar nada além de ovos fritos e bacon então eu pedí pra tomar conta dos detalhes da cozinha enquanto durasse a minha estada ele ficou feliz o suficiente pra me passar a chave da sala do banquete então eu estava com a minha lista de compras e o dinheiro do jarro no armário onde havia dinheiro da comida escrito e estava á caminho da thriftway axu q é o nome de uma loja
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eu dei ingnição no motor barulhento ignorando as cabeças que viraram em minha direção e dei ré cuidadosamente e entrei na fila de carros que esperava para sair do estacionamento enquanto eu esperava tentando fingir que o barulho ensurdecedor estava vindo do carro de outra pessoa eu ví os dois irmãos cullen e os dois gêmeos hale entrando no carro deles era um volvo novinho em folha É claro eu nunca havia reparado nas roupas deles antes eu estava hipnotizada demais com os rostos deles agora que eu havia olhado era óbvio que todos eles se vestiam excepcionalmente bem simples mas com roupas que claramente eram assinadas por estilistas famosos com os seus rostos notáveis e com o estilo com que se comportavam eles podiam usar trapos e ainda ficarem bem parecia demais pra eles ter tanto beleza quanto dinheiro até onde eu podia dizer era assim que a vida funcionava na maioria da vezes no caso deles isso não parecia ter comprado aceitação por aqui não eu não acreditava inteiramente nisso a isolação deve ser desejo deles eu não podia imaginar nenhuma porta que não estivesse aberta á esse grau de beleza eles olharam para a minha caminhonete barulhenta quando eu passei por eles igual a todo mundo eu mantive os meus olhos virados para a frente e fiquei aliviada quando finalmente estava livre da escola a thriftway não era longe da escola só algumas ruas ao sul fora da estrada era bom estar dentro do supermercado parecia normal eu fazia as compras em casa e me moldei aos padrões da tarefa familiar alegremente a loja era grande o suficiente pra me fazer não ouvir a chuva no telhado e esquecer de onde eu estava quando eu cheguei em casa eu descarregeui as compras e enfiei elas em qualquer espaço vazio que consegui achar eu esperava que charlie não se incomodasse eu embrulhei batatas em papel alumínio e coloquei no forno pra assar cobri bifes com molho marinado e equilibrei-os em cima de uma caixa de ovos em uma frigideira quando eu terminei de fazer isso eu subí com a minha mochila antes de começar a fazer o meu dever de casa eu me troquei colocando uma calça seca e prendendo o meu cabelo em um rabo de cavalo e chequei meus e-mails pela primeira vez eu tinha três mensagens bella minha mãe escreveu me escreva assim que chegar me diga como foi o seu vÔo estÁ chovendo jÁ sinto a sua falta jÁ estou quase terminando de fazer as malas para a flÓrida mas nÃo consigo achar a minha blusa rosa vocÊ sabe onde eu deixei phil diz oi mamÃe eu suspirei e fui para a próxima mensagem foi mandada oito horas depois da primeira bella ela escreveu porquÊ vocÊ ainda nÃo me respondeu o que vocÊ estÁ esperando mamÃe a última foi de hoje de manhã isabella se eu nÃo tiver notÍcias de vocÊ atÉ 5:30 de tarde de hoje eu vou ligar para charlie eu olhei para o rélógio eu ainda tinha uma hora mas minha mãe era bem conhecida por agir precipitadamente mÃe se acalme eu estou escrevendo agora nÃo faÇa nada imprudente.
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