Edição 210

 

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Edição número 210 da Revista Jornauto

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EXPEDIENTE - EDITORIAL Cama de espinhos Por Gilberto Gardesani Ninguém está dormindo em berço esplêndido com diz parte da letra do nosso hino. Enquanto todos reclamavam contra o frio, eu fiz a cama na varanda, diz a letra de uma antiga música popular. Frase famosa de um cronista social muito conhecido: Vamos em frente que atrás vem gente. Enfim, todas essas frases de efeito para dizer que, apesar do estrago feito pela quadrilha de petistas e seus aliados na economia nacional, ocasionando drástica redução da capacidade de absorção de veículos, ele existe e ninguém quer perder sua fatia, duramente conquistada. Ocorrendo isso, reconquistar custará muito tempo e dinheiro. E, certamente, vai rolar cabeças. No caso de veículos comerciais, é preciso tomar muito cuidado, o frotista não perdoa nenhum descaso e sabe procurar o que é melhor para sua empresa. Sabe reconhecer, principalmente, quem se preocupa em ajudar a melhorar os resultados operacionais de sua frota. Esta edição mostra o movimento de algumas marcas para destacar as providências tomadas para se adequar e, ao mesmo tempo, fazer investimentos para avançar no mercado com novas versões, introdução de avanços tecnológicos com destaque para os atributos de seus veículos e prestação de novos e melhores serviços. Tudo isso para manter sua marca e seus produtos brilhando na vitrine. Anunciar e criar novas ações para manter a exposição da marca sempre em evidência no mercado também é uma prática saudável. A Mercedes-Benz é uma que está aproveitando a comemoração dos seus 60 anos de Brasil com muita competência. A Iveco, MAN, Volvo e Ford também estão sabendo como enfrentar a crise e, com certeza, sairão bem na foto. Tem fabricante muito preocupado com a exportação de seus produtos. No momento isso é bom porque a desvalorização do real torna nossos veículos mais competitivos. Outra coisa que está ajudando são os novos acordos comerciais alinhavados com vários países que permitirão ampliar nossa presença no exterior, alimentando aqui as linhas de produção. Temos qualidade e diversidade para enfrentar quaisquer outros fabricantes alienígenas. Mas, devem ficar atentos à volatilidade do dólar. A qualquer momento a atual situação pode mudar e, quem está dando menos atenção ao mercado interno poderá sair machucado. Isso já está ocorrendo. No quadro abaixo e leitor poderá verificar o desempenho dos principais participantes do mercado nacional de veículos comerciais. Observe que o percentual que indica a participação de cada marca é apenas orientativo. Na realidade, deveria mostrar cada um deles nos respectivos segmentos onde atuam, pois nem todos possuem linha de produtos diversificada para marcar presença em todos eles. A Anfavea divide os segmentos em semileves, leves, médios, semipesados e pesados. Mas os pesados deveriam ter ainda outra divisão, a de extrapesados. Como podem ver, as vendas de caminhões, no primeiro quadrimestre deste ano, recuaram 31,7% na comparação com o mesmo período do ano passado e 58,3% com o de 2014. O quadro mostra o crescimento das vendas da Mercedes-Benz este ano, superando a VW/MAN que há treze anos consecutivos lidera o mercado brasileiro de caminhões. A Ford também se destaca com a conquista da terceira posição. Expandimos um pouco mais o período que mostra a produção e a exportação para o leitor ter uma ideia mais ampla da situação. Os números de exportação mostram uma situação menos cruel e deve se manter assim este ano. Edição: Gilberto Gardesani editoria@jornauto.com.br Membro da Assessor: Giulio Gardesani Tuvacek giulio.gardesani@jornauto.com.br Distribuição/Assinaturas: assinatura@jornauto.com.br Colaboradores: Adriana Lampert (RS) Alexandre Akashi (SP) Eliana Teixeira (ES) Fernando Calmon (SP) Guilherme Ragepo (BA) Luís Perez (SP) Mauro Geres (SC) Paulo Rodrigues (RS) Ricardo Conte (SP) Cultura automotiva Edição 210 - Maio 2016 Diretoria: Gilne Gardesani Fernandez Gisleine Gardesani Tuvacek Administração: Neusa Colognesi Gardesani Cadastro: cadastro@jornauto.com.br Produção Gráfica: Daniel Moscardo Impressão: DuoGraf Uma publicação da Rua Oriente, 753 - São Caetano do Sul - SP Cep. 09551-010 | PABX: (5511) 4227-1016 contato@jornauto.com.br | www.jornauto.com.br Circulação Nacional: Distribuição dirigida aos diretores e principais executivos que decidem pelas marcas de veículos e peças utilizadas em suas empresas, nos segmentos de frotistas urbanos e rodoviários de cargas e passageiros, rede oficial e independente de oficinas mecânicas, retíficas, varejistas e distribuidores de autopeças, fabricantes de veículos, concessionários, autopeças, equipamentos, prestadores de serviços, sindicatos e associações de classes que representam todos os segmentos do setor automotivo brasileiro. 4 Revista Jornauto

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MERCEDES-BENZ 60 anos nas estradas do Brasil Ricardo Conte | São Paulo - SP A Mercedes-Benz completa 60 anos no Brasil em um momento crítico do mercado, comparado à euforia de seis décadas atrás, quando a indústria automobilística nacional engatinhava. e América Latina, sabe que o atual cenário político-econômico está complexo, mas acredita que o Brasil, mais uma vez, sairá dessa situação. “Não vamos ficar de braços cruzados e faremos o que tiver ao nosso alcance para ajudar”, afirma. É mais uma prova de que a montadora alemã não mais se abala às crises cíclicas. Tenta se superar mesmo com emplacamento negativo Philipp Schiemer de caminhões e ônibus, principais produtos da marca. No primeiro trimestre deste ano, comparado a igual período de 2015, respectivamente, a queda foi de -32,8% e -47,6%. Tendência desde janeiro do ano passado. “Esses 60 anos nos ensinaram a superar momentos difíceis. O país já passou crises com alta inflação como nos anos de 70, 80 e 90. São oportunidades que nos fazem pensar em que podemos mudar ou se estamos sendo competitivos”, reflete. Por assim dizer, repete o sonho da marca simbolizada pela estrela de três pontos por um novo Brasil como quando começou em meados da década de 50. “Agora deve demorar, entre três ou quatro anos, para voltarmos ao patamar recorde registrado em 2011. Como pensamos no longo prazo, mantemos os nossos investimentos”, declara Wolfgang Bernhard, membro do conselho de administração da Daimler, responsável mundial pela divisão de caminhões e ônibus. Promete aplicar ainda R$ 730 milhões na operação nacional de veículos comerciais até 2018, parte que integra Wolfgang Bernhard o pacote de R$ 1,3 bilhão que também atendeu à construção da fábrica de automóveis em Iracemá- P Actros 4844 hilipp Schiemer, CEO no Brasil L 312 polis (SP), inaugurada no último mês de março. Depois disso, não tem previsão de novo pacote tão cedo. “Por enquanto, não estamos discutindo nada. Lembro que, neste momento, muitas empresas estão revendo seus investimentos. Nós mantemos os nossos”, finaliza. Derrubando mitos A história da Mercedes-Benz é parte da industrialização do País. Foi uma das primeiras do setor a montar fábrica. Na realidade, três anos antes da sua comemoração oficial, quando as obras em São Bernardo do Campo (SP) começaram (7 de outubro de 1953). Incentivadas pelo empreendedor polonês e importador Alfred Jurzykowski que detinha 75% da composição acionária da empresa no Brasil. O restante era da Daimler-Benz que dava assistência técnica aos veículos. Só em 1966 com sua morte a montadora alemã assumiu o controle acionário total (Veja box). Faltava, porém, dar o primeiro passo, o que acabou acontecendo em 1955, O 321 quando a Sociedade Técnica de Fundições Gerais (Sofunge), funde, exatamente para a Mercedes-Benz que a adquire em 1969, o primeiro bloco de motor a diesel produzido na América Latina, com o apoio de técnicos da Daimler-Benz. A iniciativa derrubou por terra o mito de que isso era impossível num país tropical. Na verdade, o difícil mesmo foi convencer o mercado das vantagens do diesel, uma vez que 80% dos veículos que rodavam na época no Brasil eram movidos à gasolina. Foi assim que a Mercedes-Benz do Brasil inaugura, em 28 de setembro de 1956, sua fábrica na Via Anchieta com a presença do então presidente Juscelino Kubitschek, um dos protagonistas em prol da industriaUrbano Superarticulado lização nacional. 6 Revista Jornauto

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Uma história com sabor de chocolate Alfred Jurzykowski era um polonês empreendedor que, em busca de fonte de cacau no Brasil para sua fábrica de chocolates nos Estados Unidos, se deparou com a precariedade do sistema de transporte urbano. Importou centenas de chassis curtos de caminhão de 6 toneladas, adaptados para ônibus. A paulista Caio e, depois, a carioca Ciferal os encarroçaram. Vendeu tudo tão rápido que obteve da Daimler Benz a representação exclusiva dos interesses da marca no País para futura montagem de caminhões e importações de automóveis médios. Sem fábrica, a primeira linha de montagem surgiu no Rio de Janeiro, onde funcionava outra empresa sua, a Distribuidores Unidos (de bebidas), depois transferida para uma área na rua da Móoca em São Paulo, onde o potencial era maior. na unidade da Grande São Paulo e na planta de Juiz de Fora (MG) as famílias Accelo e Actros. Lá, em São Bernardo do Campo, se abriga também o Centro de Desenvolvimento Tecnológico (CDT) da Daimler AG, único fora da Alemanha, onde desenvolvem e testam as inovações tecnológicas de seus produtos. Sempre se privou do ineditismo na indústria nacional, a exemplo de 2011, quando lançou, simultaneamente, novo portfólio de caStefan Buchner minhões, ônibus e comerciais leves modelos 2012, com a geração Blue-Tec 5 composta de motorização Euro 5, mais potentes, ecológicos e até 6% mais econômicos. Dois anos mais tarde, a montadora alemã realizou lançamento mundial para essa nova geração do sistema de gestão de frota FleetBoard, disponibilizada também para ônibus. Um sistema avançado de telemática e segurança. Sai de fábrica já integrado ao gerenciamento eletrônico do veículo, evitando manipulações ou retirada do aparelho. Para o CEO Schiemer, a chave do sucesso é inovar sempre. Segundo ele, hoje, quatro entre dez caminhões e seis entre dez ônibus são Mercedes. “Queremos manter essa preferência”, disse. Produz seu primeiro caminhão, o L-312, apelidado de “Torpedo”. Dois anos mais tarde, o ônibus O-321. Atinge a produção de 100 mil veículos em apenas dez anos. Passadas seis décadas já somam 2,12 milhões veículos comercializados – 1,45 milhão de caminhões e 670 mil chassis de ônibus, excluídos os veículos comerciais agora fabricados na Argentina. Desse total, 432 mil unidades foram exportadas. Além disso, produziu mais de 2,9 milhões de motores no Brasil. Seus caminhões mais vendidos são o L 1113, o primeiro com injeção direta introduzida em 1967 (207.713 unidades) e o famoso Mercedinho 710 (mais de 185 mil unidades desde 1988). Futuro Caminhão Como parte das comemorações, trouxe da Alemanha o Caminhão do Futuro com previsão de chegada ao mercado doméstico em 2025. Para a marca, representa uma revolução no segmento, porque traz mais segurança, é menos poluente e mais eficiente. Mas até lá muita coisa vai ter que mudar nos sistemas viários de transportes no Brasil. A ideia é mostrar a força tecnológica da marca alemã. “Há 120 anos atrás, nós inventamos o caminhão e, agora, estamos reinventando tudo de novo”, disse Stefan Buchner, presidente mundial da Mercedes-Benz Trucks O protótipo é o FT 2025 (de Future Truck) que, segundo o executivo, muitas de suas avançadas tecnologias já desfilam nos atuais caminhões, como o sistema de assistência à condução no Actros. A Mercedes-Benz conectou-o aos sistemas de assistência já existentes com sensores aprimorados da atual tecnologia Highway Pilot, que oferece enorme fluxo de informações via internet. “Vai mudar o futuro do transporte, pois o motorista exercerá outras funções, enquanto o veículo em movimento”, complementa. FT 2025 Surfando nas crises Ao longo desse período, surfou nas ondas de altas e baixas desses mercados, mas sempre acreditando em retomadas bruscas. Como no passado, investiu na renovação de ônibus em plena crise dos anos 80: primeiro os rodoviários, a partir de 1984, e cinco anos mais tarde os urbanos. Em 1988, os modelos 709 e 912 marcaram a renovação completa também da linha de caminhões concluída em 1991. No ano seguinte, introduz versões cabina avançada para atender tendências específicas e preencher nichos. De lá para cá, sempre ampliou suas linhas de caminhões semileves, leves, médios, pesados, extrapesados e de ônibus urbanos aos rodoviários. No final dos anos 90, passou a produzir vans comerciais na Argentina, tendo como principal mercado o brasileiro, representadas pela Sprinter e, agora, também o Vito. Na linha de passeio, começou a produzir este ano o sedan Classe C, segundo carro de fabricado no Brasil, depois do insucesso do monovolume Classe A, montado na unidade mineira de 1999 a 2005. Deverá ofertar o utilitário-esportivo compacto GLA, a partir de agosto próximo. Ambos saem da recém-inaugurada planta em Iracemápolis (SP), onde foi injetado R$ 600 milhões. Projeta-se a montagem de 20 mil unidades ao ano. Evolução tecnológica Um dos grandes trunfos da Mercedes-Benz é sua capacidade fazer seus veículos evoluírem em todos os sentidos, consequência da modernização dos processos industriais aplicados, ponto de partida para o desenvolvimento de novos produtos. Fabrica as famílias Atego, Atron e Axor, chassis de ônibus urbanos e rodoviários e seus agregados (motores, câmbios, eixos e cabinas de caminhões) Revista Jornauto 7

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MBB 60 ANOS Opiniões de quem conhece e usa Mercedes-Benz produz caminhões e ônibus há 60 anos no Brasil. Tem histórias para contar e alguns participantes tiveram a oportunidade de dar seu depoimento. Parceria com resultados positivos Urubatan Helou, Diretor Presidente da Braspress Transportes Urgente conta que sua relação com a Mercedes-Benz do Brasil remonta ao início da década de 70, quando adquiri o nosso primeiro caminhão, que eu ainda o mantenho até hoje. Ter um Mercedes-Benz significava status de qualidade a quem naquela ocasião iniciava uma transportadora. Hoje aos 39 anos da fundação da Urubatan Helou Braspress minha parceria com a marca continua firme. Aproveito para parabenizar o Grupo Daimler AG, do qual a MBB faz parte, desejando muitos votos de sucesso, mas também de constante aperfeiçoamento técnico, pois continuamos preocupados com a relação custo x benefício, muito mais do que no início de nossa Organização. Gilberto Gardesani – SCS - SP Michelle Monte Mor – SJRP - SP Eliana Teixeira – ES Adriana Lampert - RS pois a empresa já previa uma retração no mercado. A Anacirema trabalha com transporte de carga pesada e chegam a transportar, em média, entre 12 e 20 toneladas. São 70 veículos na frota, entre carreta sider e baú. Trabalham com transporte de carga seca, fechada, paletizada, perigosa e alimentícia. Atuam em cidades localizadas em até 500 km de São Paulo (capital). “Com a Mercedes José Alberto Panzan trabalhamos com o Axxor 1933, que oferece capacidade máxima de tração de 48,3 toneladas. Os caminhões da marca são robustos, cumprem aquilo que prometem”, afirma Panzan. Para o diretor, a Marcedes-Benz tem grande tradição no Brasil e por isso eles confiam na marca para fazer o transporte de suas cargas. “Com ela sabemos que não vamos ficar na mão. Afinal, a Mercedes foi uma das pioneiras no mercado. Ela faz parte da história do transporte e do crescimento do Brasil”, finaliza José Alberto Panzan. Mercedes-Benz oferece versatilidade Para a TZ Transportes, a Mercedes acredita no Brasil e por isso, eles têm diversos veículos da marca na frota Com 74 anos de história no segmento de transportes, a TA é mais uma empresa que possui veículos Mercedes-Benz em sua frota. São 1250 veículos, com idade média de três anos. E para transportar cerca de 184 toneladas por ano, eles têm veículos leves, médios e pesados da Mercedes. “Isso é traduzido em versatilidade, pois uma única marca consegue nos atender frente a nossas necessidades”, afirma Celso Luchiari, diretor da TA. Tradição é o que conta Para o diretor da Anacirema Transportes o serviço de pós-venda e a tradição são pontos que os levaram a escolher produtos Mercedes-Benz Confiança, tecnologia, durabilidade e, principalmente, os serviços de pós-venda. Estes são os motivos apontados por José Alberto Panzan, diretor operacional da Anacirema Transportes, para escolher trabalhar com caminhões da Mercedes-Benz. A Anacirema Transportes e Logística atua no segmento de transportes e logística desde 1986 e tem sede em Americana, SP. Os investimentos na Anacirema aconteceram já em 2014, 8 Revista Jornauto

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Com sede em Americana, no interior de São Paulo, a TA tem forte presença nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste do País e conta com 43 filiais e 2.500 colaboradores. “Escolhemos trabalhar com a Mercedes por se tratar de uma marca que é sinônimo de confiabilidade, que foi conquistada ao longo de todos esses 60 anos de Brasil”, diz o diretor. Para Celso Luchiari, completar 60 anos de história não é para qualquer empresa. “O Celso Luchiari fato de completar 60 anos de Brasil é uma prova de que a Mercedes-Benz acreditou e continua apostando no país, sempre com produtos de ponta e feitos para nossas condições, e principalmente, que estarão conosco nos próximos 60 anos”, finaliza. como um dos diferenciais da Mercedes-Benz. “Com menores custos na manutenção veicular, temos melhor rentabilidade. Essa é uma das vantagens de se trabalhar com a marca”, destaca o coordenador. Há 19 anos, a Unimar, que atua com transporte urbanos de passageiros e terceirização de frota, mantém a parceria com a Mercedes-Benz, incluindo ônibus e caminhões. No total, segundo Lopes, são 378 veículos da marca, sendo 13 caminhões, 320 ônibus e 45 Sprinters. Com sede no município da Serra, no Espírito Santo, a empresa possui filiais em Minas Gerais e Maranhão, onde atua fortemente com fretamento e locação. Netércio Pereira Lopes Sólida parceria Uma das principais corporações no segmento de transporte do Espírito Santo, a Vix Logística iniciou suas operações em 1971. Na época, o Grupo Águia Branca, do qual a Vix Logística faz parte, já mantinha uma sólida parceria comercial com a Mercedes-Benz, iniciada em 1962. Em princípio, eram apenas ônibus. A partir de 1992, vans e caminhões Mercedes passaram a integrar a frota. Confiança é tudo “Desde que fundamos a Transportes Bebber, em 1961, sempre contamos com caminhões Mercedes-Benz para desempenhar o trabalho da empresa. Esta é uma marca muito conhecida no Brasil, que veio para ficar” diz Antônio Carlos Bebber, diretor proprietário da Transportes Bebber de Sapucaia do Sul (RS). “Atualmente, informa Bebber, utilizamos 40 veículos, o que representa 30% do volume Atualmente, a Vix dispõe de aproximadamente 1 mil caminhões, todos Mercedes, além de 643 ônibus da marca e 338 Sprinters. Atua no segmento de logística para as áreas de mineração, papel e celulose, siderurgia, alimentícia, óleo e gás e indústria automotiva. Os serviços incluem fretamento de ônibus, gestão e locação de Kaumer Chieppe frota, logística reversa, gestão de estoque e armazenagem, operações portuárias, entre outros. Para o diretor-comercial da Vix Logística, Kaumer Chieppe, os grandes diferenciais da marca são a qualidade do produto e o atendimento pós-venda devido à ampla rede de concessionárias em todo o país, o que garante mais facilidade para reposição das peças. Antônio Carlos Bebber Facilidade de manutenção A facilidade de manutenção e de reposição de peças também é apontada pelo coordenador de Manutenção da Unimar, Netércio Pereira Lopes, Revista Jornauto 9

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MBB 60 ANOS total de nossa frota. Nossa escolha está baseada na confiança em torno da fabricante. Vemos muitas montadoras aventureiras chegarem no País, experimentar o mercado e ir embora, deixando os transportadores sem peça de reposição para produtos adquiridos. No caso da Mercedes-Benz temos absoluta certeza de que esta é uma marca consolidada”. O empresário afirma que, além disso, os caminhões MB têm um bom desempenho e fazem uma boa média de consumo de combustível por quilômetro rodado. “Outra vantagem é a durabilidade. Temos veículos da marca que já somam quase 30 anos de estrada e nunca apresentaram problemas”. ga de mercadorias. São caminhões ágeis, econômicos, de baixa manutenção e de fácil manuseio” diz Delmar. “Desde a fundação da empresa, há 22 anos, temos rodado com a linha leve da Mercedes-Benz. Nossa escolha é baseada na praticidade: são equipamentos bem adequados para perímetros urbanos. Os veículos têm uma grande durabilidade, e também um bom valor de revenda, que nunca desvaloriza. A marca por si só transmite credibilidade, pois está há muitos anos no Brasil e tem uma assistência técnica eficiente”. Marca transmite credibilidade Delmar Albarello, diretor proprietário do Grupo Troca de Porto Alegre, RS, conta que metade da sua frota de 90 caminhões é da marca Mercedes-Benz. “Costumamos carregar cargas fracionadas, e grande parte destes veículos são utilizados na área urbana para coleta e entre- Delmar Albarello 10 Revista Jornauto

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TECNOLOGIA Eaton aposta no crescimento do câmbio robotizado Alexandre Akashi | Valinhos - SP O Fabricante acredita que, após sucesso no segmento dos extrapesados, nova tecnologia pode conquistar usuário de caminhões pesados, semipesados e leves. “A Eaton tem investido continuamente em desenvolvimento de soluções de tecnologia customizadas para as necessidades específicas do mercado brasileiro, proporcionando vantagens competitivas para as mais diversas operações de transporte de carga e passageiros”, comenta Rossi. transporte de carga e pessoas tende a ficar mais confortável se depender de fabricantes de transmissão como a Eaton, que já trabalha na popularização do câmbio robotizado juntamente com seus clientes - montadoras e transportadores. “É a nossa aposta”, afirma Amaury Rossi, diretor de negócios para caminhões e ônibus da Eaton. A Ford já comprou a ideia, e recentemente lançou seis novos caminhões da família Cargo, com PBT Amaury Rossi de 16.000 kg e 23.000 kg, todos com câmbio robotizado de 10 e 16 velocidades. Batizado pela Ford de Cargo Torqshift, as transmissões foram desenvolvidas em parceria entre as empresas e a Cummins, fabricante de motores, para atender frotistas de diversos segmentos. “Nossos clientes de extrapesados nos perguntam quando a tecnologia estará disponível nos veículos menores”, afirma Rossi. Futuro Ainda sem perspectiva de ser comercializada no Brasil, a Eaton já prepara o próximo passo tecnológico em relação às caixas robotizadas. O nome de é Procision, e consiste em uma transmissão de dupla embreagem, tal como a indústria de automóveis de passeio já oferece aos consumidores, porém com apelo esportivo uma vez que o tempo de troca de marchas é na casa dos milésimos de segundos. Focada no transporte de passageiros, a Procison conta com 7 velocidades e combina, segundo a Eaton, baixo consumo de combustível e conforto, uma vez que evita a interrupção de torque durante a troca de marchas. Além disso, devido ao seu controle mais fácil, o motorista pode dedicar toda atenção ao trânsito urbano possibilitando uma segurança maior na operação do veículo. Desenvolvimento local Na Eaton, o Torqshift é conhecido como UltraShift PLUS MHD e, segundo a empresa, foi totalmente desenvolvida pela engenharia do Grupo Veículos, em Valinhos, assim como a EA-6X06, de 6 velocidades, para ser aplicada em veículos comerciais leves, caminhões e micro-ônibus, uma vez que considera a alta densidade de trocas de marcha causada pela enorme quantidade de “anda e para” do tráfego dos grandes centros urbanos, para garantir um desempenho eficiente do veículo. Ambas transmissões serão produzidas no Brasil, juntamente com a UltraShift PLUS PV que é destinada a ônibus urbanos médios (12-18 toneladas). Com 6 velocidades, a Eaton garante aos clientes melhoria no custo operacional da frota com o aumento da economia de combustível e redução do valor de manutenção. Outra novidade na família de transmissões UltraShift PLUS é o lançamento da UltraShift PLUS MHD Vocacional para aplicações em caminhões semipesados 6x4 e 8x4, betoneiras, basculantes e canavieiros. Com reforços para a severidade das aplicações vocacionais, é mais robusta para proporcionar resultados de desempenho e custo operacional de classe mundial. Test drive Para oferecer aos clientes uma experiência completa, a Eaton preparou duas semanas de atividades na planta de Valinhos, o Eaton Experience, com direito a test drive em diversos modelos de caminhões e ônibus equipados com as novas transmissões robotizadas. O destaque, claro, foi o ônibus urbano com o a transmissão Procision, de dupla embreagem e 7 velocidades. Sentado em qualquer poltrona do ônibus é praticamente impossível perceber as trocas de marchas, a não ser pelo barulho do motor. Com duas embreagens em um único conjunto, as trocas são instantâneas, uma vez que a marcha seguinte (ascendente ou descendente) está pré-engatada, e é acoplada de forma que praticamente não há perda de torque. Assim como as demais transmissões, a de dupla embreagem conta com um robô controlado e gerenciado por um computador, que determina o melhor momento para cambiar as marchas. UltraShift Plus PV Procision Drivers UltraShift PLUS MHD EA-6106 Revista Jornauto 11

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MERCADO Ajustando e reestruturando Gilberto Gardesani | São Paulo – SP MAN anuncia o início de uma nova era na empresa com o Programa “Vire a Chave”. Ajuste na produção, na linha de produtos, na comercialização e na estrutura organizacional. R oberto Cortes, presidente e CEO da MAN Latin America deve ser adepto daquela conhecida frase de um famoso cronista social: “Vamos em frente porque atrás vem gente”. Cortes é realista e marca sua trajetória com uma posição otimista e com atitudes de muito arrojo. Para não deixar nenhuma dúvida naquilo que prega, montou um interessante quadro com as quase vinte crises vividas por ele no setor. “Esta, confessa, é a pior de todas”. Como as demais, sabe que também vai passar, só não sabe quando e, quando isso ocorrer, é preciso estar pronto para atender não só as antigas necessidades do mercado, mas as novas que nasceram e se acumularam naquele período. Ele sabe, também, que na concorrência não tem ninguém dormindo, mesmo porque a cama é de espinhos. No momento em que a montadora comemora 35 anos de atividades e, desses, 20 operando a fábrica de Resende, RJ, implementa um novo plano de ações envolvendo todos os setores da empresa. Aliás, como é de seu estilo, um plano corajoso, ousado e muito bem planejado. Conta com uma equipe de pessoas jovens, com maior ambição, motivada a trabalhar com menos hierarquia e redução da burocracia. Roberto Cortes Otimismo e nova equipe Primeiro, é preciso manter o otimismo dentro da equipe que, aliás, foi toda reformulada. Entre as novidades em sua estrutura, colocou Leandro Siqueira como novo diretor de Desenvolvimento do Produto e Gerenciamento de Portfólio. Ele substitui Gastão Rachou, que se aposenta após participar de importantes projetos da MAN Latin America. Na área de Vendas, Marketing e Pós-Vendas, Antonio Cammarosano passa a cuidar exclusivamente dos negócios de caminhões Volkswagen e MAN, enquanto Jorge Carrer é agora o responsável por vendas de chassis de ônibus Volksbus, ambos se reportando diretamente a Ricardo Alouche. Na área de Vendas para mercados internacionais, Luciano Cafure é o novo executivo, que se reporta a Marcos Forgioni. O objetivo de todas essas mudanças é agilizar processos e concentrar-se ainda mais nas necessidades e desejos do cliente final. Cortes busca montar uma estrutura ideal para enfrentar o momento e buscar novas soluções, com mais agilidade e totalmente focada no cliente final. Momento grave “O momento é grave. A indústria de caminhões e ônibus vive a pior crise de vendas das últimas décadas. Os volumes retrocederam aos do século passado, e o mercado brasileiro encolheu em 70% desde 2011. Por isso, 12 Revista Jornauto

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Laboratório de Testes Campo de Provas precisamos agir: promovemos os ajustes necessários a este novo momento, e com a parceria de todos os envolvidos em nosso modelo de negócio, renovamos nosso compromisso de oferecer produtos sob medida a mais de 30 países da América Latina e África. Queremos virar a chave para retomar o crescimento”, diz Roberto Cortes. O fabricante intensificou suas ações para buscar um potencial que acredita poder chegar a 1.200 novas unidades além das vendas normais. O Leasing Operacional, por exemplo, lançado no ano passado, que já tem 100 unidades asseguradas, é uma dessas novas ferramentas. A busca de mercados em outros países também se revela promissor e Cortes cita, além dos países vizinhos, a Nigéria e Angola. As vendas da marca no México tem sido um sucesso, afirma. O novo laboratório de testes de motores terá bancada dinanométrica de última geração para possibilitar homologar projetos de motorização no Brasil. É parte de um plano para ter no Brasil um centro mundial de desenvolvimento de caminhões e ônibus Volkswagen. Com mais de cinco mil metros quadrados, o novo centro de treinamento visa aumentar a qualificações dos profissionais da rede, tanto para técnicos como para administradores. Clientes de peso Tem clientes que são verdadeiras vitrines para os produtos pelo prestígio que eles gozam no mercado. São empresas que testam veículos antes de comprar porque dependem de custos baixos para manter a lucratividade e de segurança para garantir o transporte e a boa distribuição de seus produtos. O fabricante destaca a venda de 45 novos veículos para as unidades do Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo da Coca-cola Andina Brasil. Entre os modelos estão Constellation 25.420 e 26.420. Diz o comunicado que a Coca-Cola Femsa na Argentina também é usuária de caminhões VW e recentemente adquiriu 33 unidades para renovação da frota. A Risa, transportadora de soja e milho comprou 50 caminhões MAN TGX 29.440 e para a Eldorado Brasil foram vendidas 70 unidades MAN TGX 29.440 6x4 Crossover para uso rodoviário misto. A BBM Logística é outra que já firmou contrato para a compra de 18 veículos e reserva de mais 10. “Viramos a chave e vamos entrar em um novo momento da empresa. É hora de falarmos em retomada do crescimento. Contamos com caminhões e ônibus sob medida para o mercado brasileiro e lançamos para este momento da indústria cerca de 20 novos veículos. Nossa rede de concessionárias está motivada, e acreditamos que nos próximos meses iremos colher mais frutos positivos com esses lançamentos. Uma aposta que já tem nos rendido resultados é o leasing operacional para os TGX, em que já temos mais de 100 intenções de compra registradas“ diz Ricardo Alouche, vice-presidente de Vendas, Ricardo Alouche Marketing e Pós-Vendas da MAN Latin America. Revista Jornauto Investimentos continuam A MAN manteve em dia seu plano de investimentos de R$ 1 bilhão que teve início em 2012 e parte dele, R$ 400 milhões, serão aplicados no Brasil até 2017. Novos produtos ainda serão anunciados este ano, assim como a construção de uma nova e moderna pista de testes, em Resende, RJ, igualando-se à Ford e Iveco. O primeiro laboratório com moderno dinamômetro para teste de motores e um novo Centro de Treinamento especialmente dedicado à rede e aos clientes em São Bernardo do Campo, SP, serão inaugurados em breve. Já a partir de maio os caminhões e ônibus das marcas VW e MAN estarão utilizando o novo campo de provas especialmente projetado com 19 diferentes tipos de avaliação. Ao todo, o espaço utilizado nesse empreendimento é de 33.500 metros quadrados. Centro de Treinamento 13

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TRANSPORTE Iveco consolida marca esperando retomada Gilberto Gardesani | São Paulo – SP A Iveco conclui ciclo de investimentos de R$ 650 milhões e mostra novos produtos, com diversas modificações, mais potência nos motores e serviços mais baratos. mensagem do fabricante faz referência aos quase 20 anos da empresa no Brasil trabalhando para reforçar seus valores e investindo no que ela chama de “movimento pela excelência”. Possui um completo complexo industrial em Sete Lagoas, MG, incluindo pista de testes para caminhões, ônibus e veículos militares. Nele, com uma excelente equipe de técnicos e engenheiros, desenvolveu a atual linha de produtos perfeitamente adequada para atender as necessidades do mercado nacional. “A ideia é aprimorar o que já temos de bom e reforçar pontos-chaves dessa engrenagem”, afirma Marco Borba, vice-presidente da Iveco para a América Latina. A filosofia da Iveco não é diferente dos demais fabricantes de veículos comerciais no Brasil. Nunca passamos por uma crise de tamanha dimensão, preocupante sob todos os aspectos, mas também sabemos que passará, difícil é adivinhar quando e o tamanho do estrago. Mas Borba sabe que é preciso estar preparado, com produtos e serviços aprimorados, se possível, os melhores do mercado. Marco Borba Novos produtos Como não poderia deixar de ser, a Iveco quer ter um portfolio de produtos para priorizar e aumentar os índices de produtividade de seus clientes, aliando novas tecnologias na mecânica e na prestação de serviços. Ricardo Barion, diretor de marketing da Iveco para a América Latina, destaca que é fundamental tornar os modelos ferramentas que atendam os anseios e as necessidades do cliente. “O mercado não tem mais espaço para apostas, temos que oferecer as melhores soluções com foco no custo operacional”, completa Barion. Começando pela premiada linha Daily, o fabricante lança a versão 40S14 com o objetivo de atender necessidades de clientes que atuam fora das zonas de restrições, com produtos de mais de quatro toneladas. Está equipado com motor FPT de três litros com 146 cv de potência. Pesquisas efetuadas com usuários Ricardo Barion de veículos rodoviários guiaram a Iveco na readequação do Stralis 440 e Hi-Way 440 e 480. Receberam um pacote de alterações com destaque para o aumento da potência de seus motores com novas turbinas, novo coletor de escape, novo volante do motor e aumento da eficiência da refrigeração. Em função dessas mudanças, motor e transmissão foram recalibrados. Na versão Hi-Way foi adicionada uma tecla ECO no painel para oferecer uma operação em “modo econômico”. Essas duas versões extrapesadas, com tração 4x2 e 6x2, contam com nova geração de eixo de tração modelo MS 18 da Meritor. 14 Revista Jornauto

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Linha Tector Essa linha de semipesados tem novas versões para que a marca possa crescer em um dos mais importantes segmentos do mercado que representa de 30% do total. O segmento com tração 4x2 e 17 toneladas de PBT representa 25% do mercado total, com tração 6x2 e 23 toneladas de PBT representa cerca de 50%. Os veículos 8x2 ocupam 10% do segmento, enquanto os 6x4 e outras opções fecham o restante. A engenharia da Iveco desenvolveu uma versão 4x2 inédita, o Tector 170E21 com um motor de maior torque da categoria, garante o fabricante. Seu motor de quatro cilindros e 4,5 litros tem potência de 206cv e torque de 750Nm. Com a redução do peso, a capacidade de carga foi aumentada em 150kg. A cabina tem nova suspensão coxim/mola. O conforto do motorista é ainda maior com a transmissão operada por cabos no lugar do varão. Diz a Iveco que 60% das vendas é para transporte em ambiente urbano. Na versão com tração 6x2 foi desenvolvido o Tector 240E30, com motor de seis cilindros, 6,7 litros com potência de 300cv e torque de 1050Nm, mais econômico que o anterior. Com isso, o produto torna-se mais ágil e, por atuar também em ambiente rodoviário, proporciona viagens mais rápidas, reduzindo custos. O fabricante destaca as novas versões 310E28 e 310E30 com tração 8x2 com quarto eixo direcional podendo transportar seis toneladas a mais do que a versão 6x2. O segundo eixo direcional tem suspensor pneumático. O Tector 170E28, para coleta de resíduos, tem versão 6x2 com eixo “pusher”, embreagem reforçada, bancos em vinil, escape vertical, suspensão com molas curtas, amortecedores recalibrados, alavanca de freio Manetim, e chicote elétrico para adicionar outros equipamentos. Já o modelo Tector Construção 260E30 com tração 8x4 atende um dos setores mais dinâmicos da economia nacional. Está mais robusto, com escapamento vertical, tomada de força, pneus de uso misto, chicote elétrico extra, reservatório de ar adicional para pressurização da água da betoneira; elemento de segurança para o filtro de ar; espelhos extras para o auxilio em manobras, proteção do radiador e suspensão reforçada. Pós-Venda Com o objetivo de melhorar o custoxbeneficio operacional de seus produtos, a Iveco trabalhou intensamente nos custos de revisão, agora cerca de 10% mais baixos do que em produtos concorrentes. Os veículos da linha Stralis, Tector e Daily podem realizar revisões com preços fixos. Foi estabelecida uma tabela para revisões entre 10 mil e 120 mil km rodados. As revisões da Daily podem ser feitas aos 10, 20, 60 e 80 mil km. Para o Tector, aos 40 e 80 mil km e para o Stralis aos 40, 80 e 120 mil km rodados. A rede de concessionários também está oferecendo embreagens remanufaturadas para as linhas Stralis, Tector e Daily. Tem garantia de um ano se instalada em concessionárias ou três meses em outras oficinas. A Iveco, que também comercializa uma linha de peças genuínas, está aumentando a oferta com itens nacionalizados e espera oferecer, até o final do ano, mais de 240 itens de reposição como pastilhas de freio, correias e filtros. Para fortalecer ainda mais sua rede de concessionários, o fabricante realiza campanhas como o “Festival de Peças”, uma nova versão da “Iveco Novo de Novo”. Tector 8X2 310E30 Modelos vocacionais A versões especiais voltadas para atendimento a nichos específicos do mercado são essenciais para todas as marcas de veículos comerciais. Para a Iveco, eles representam importante fatia de 29% no segmento de semipesados. Revista Jornauto 15

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