Programas e Resumos - XVII Conferência Anual ABRAVEQ (2016)

 

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Programas e Resumos - XVII Conferência Anual ABRAVEQ (2016)

Popular Pages


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PROGRAMAS E RESUMOS

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Palavra do Presidente Bem-vindo à XVII Conferência Anual da ABRAVEQ  Tenho uma grande satisfação em recebê-lo na XIVII Conferência Anual da ABRAVEQ para 3 extraordinários dias imersos em medicina equina, e que encerra mais um ciclo da nossa associação. Nos sentimos muito honrados pela oportunidade e pela grande responsabilidade de estar à frente da ABRAVEQ e poder contribuir nos objetivos da entidade, durante esta gestão que, através da integração dos profissionais e da divulgação técnico-científica, vem contribuindo para o fortalecimento desta maravilhosa profissão. Com intuito de tornar esta edição em uma grande experiência acadêmica e de congregação, voltamos a Campos do Jordão, que combina alta qualidade de hotelaria e gastronomia com toda a sofisticação e charme de uma cidade com clima de montanha. E mais uma vez a construção, pela comissão científica, de um programa de excelência com sessões educacionais, aplicadas e abrangentes incluindo 11 palestrantes internacionais, 12 nacionais e 10 fóruns avançados inclusive com participações internacionais. Além disso o evento sediará também a reunião da Câmara Setorial de Equideocultura. Recebemos mais de 400 trabalhos para apresentação, o que confere a Conferência Anual ABRAVEQ o grande veículo de divulgação da pesquisa em medicina equina do Brasil. Quero ainda aproveitar esta oportunidade para expressar nossa gratidão às empresas parceiras e as instituições de fomento a pesquisa, que são essenciais para podermos oferecer um programa tão rico em um ambiente tão acolhedor como este, propiciando a todos a possibilidade de aprimorar, congregar e comemorar esta maravilhosa profissão. Obrigado por acreditarem no nosso projeto e no nosso profissional. Mais uma vez, obrigado por juntar-se à Família ABRAVEQ. Espero que você aproveite muito esta experiência, esta jornada e também a cidade de Campos do Jordão, bem como a congregação e exercício de associativismo para manter sempre viva a paixão pela nossa profissão. Rui Carlos Vincenzi Presidente

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Comissão Científica Desejamos à todos os presentes nesta conferência que os momentos em Campos do Jordão sejam produtivos e prazerosos. Esperamos que as apresentações tragam contribuições científicas importantes para vosso dia-a-dia e que a Conferência Anual da ABRAVEQ continue sendo um momento para reencontrar os amigos e estabelecer novos contatos e parcerias. Neste ano contamos com 11 palestrantes internacionais e 12 nacionais com vasta experiência prática e conhecimento teórico dos assuntos abordados, o que traz contribuições técnicas significativas para o evento. Neste modelo, em alguns períodos teremos até 5 salas simultâneas onde temas práticos e científicos serão abordados com intenso dinamismo. Na grade procuramos atender as solicitações de temas sugeridos no ano anterior, e com isso ressaltamos a grande importância de todos responderem ao questionário para que o próximo evento atinja as expectativas desejadas. A seleção dos temas é sempre uma atividade difícil, mas sem dúvida prazerosa e o ganho para nós, Médicos Veterinários e para nossos pacientes é imensurável. Em nome da Comissão Científica agradecemos imensamente a participação dos palestrantes, assim como a colaboração de todos os membros da diretoria da ABRAVEQ e convidados que viabilizam a realização deste evento. Expressamos nosso profundo agradecimento às agências de fomento responsáveis pelo financiamento da conferência, especialmente a Capes e Fapesp. O apoio desses órgãos demonstra a relevância do evento e reconhece a importância da ABRAVEQ e da indústria equestre frente à comunidade científica. As apresentações de resultados científicos de pesquisa e relato de caso são cada vez mais expressivas. Neste ano teremos 333 resumos selecionados para a apresentação, e para isso tivemos a contribuição de mais de 25 relatores, que fizeram considerações importantes para a melhoria do processo e avaliaram os trabalhos cuidadosamente. A filosofia da diretoria científica é poder identificar cada vez mais as necessidades dos sócios da ABRAVEQ, sendo assim objetivamos contribuir para o aprimoramento profissional de médicos veterinários engajados na medicina equina. É nosso desejo que a orquestra composta por cada um dos palestrantes e participantes deste evento agrade a mente e os ouvidos de todos. XVII CONFERÊNCIA ANUAL ABRAVEQ DIRETORIA Presidente Rui Carlos Vincenzi Vice-Presidente Wilson Roberto Fernandes Secretários Neimar Vanderlei Roncati Raquel Yvonne Arantes Baccarin Tesoureiros José Célio De Figueiredo Rolandi Danielle de Maria Diretores Científicos Alexandre Secorun Borges Marco Antonio Alvarenga Diretoria de Eventos e Comunicação Carlos Eduardo Wayne Nogueira COMISSÃO ORGANIZADORA Alexandre Secorun Borges (Presidente) (FMVZ – Unesp, Botucatu) Carlos Eduardo Wayne Nogueira (UFPel) José Célio De Figueiredo Rolandi (Abraveq) José Paes de Oliveira Filho (FMVZ – Unesp, Botucatu) Marco Antonio Alvarenga (FMVZ – Unesp, Botucatu) Neimar Vanderlei Roncati (Universidade Anhembi Morumbi) Raquel Yvonne Arantes Baccarin (FMVZ – USP) Rui Carlos Vincenzi (Universidade Anhembi Morumbi) Wilson Roberto Fernandes (FMVZ – USP)  COMISSÃO CIENTÍFICA Alexandre Secorun Borges (FMVZ – Unesp, Botucatu) Carlos Eduardo Wayne Nogueira (UFPel) José Paes de Oliveira Filho (FMVZ – Unesp, Botucatu) Marco Antonio Alvarenga (FMVZ – Unesp, Botucatu) Neimar Vanderlei Roncati (Universidade Anhembi Morumbi) Pedro Vicente Michelotto Junior (PUC - Paraná) Raquel Yvonne Arantes Baccarin (FMVZ – USP) Rui Carlos Vincenzi (Universidade Anhembi Morumbi) Wilson Roberto Fernandes (FMVZ – USP) EDITORES DO LIVRO DE RESUMOS Alexandre Secorun Borges Marco Antonio Alvarenga José Paes de Oliveira Filho

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Apoio A XVII Conferência Anual Abraveq 2016 - Campos do Jordão contou com o apoio financeiro da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo - FAPESP e da Coordenação de Aperfeiçoamento Pessoal de Nível Superior CAPES.

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SUMÁRIO

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XVII Conferência Anual Abraveq 2016 - Campos do Jordão PALESTRAS 1. RETAINED PLACENTA IN MARES -NOVEL APPROACHES..................................................................................................................................................24 2. REPRODUCTIVE ENDOCRINE DIAGNOSTIC TESTS IN HORSES........................................................................................................................................29 3. REVIEW OF REPRODUCTIVE ENDOCRINOLOGY OF THE PREGNANT AND PARTURIENT MARE.................................................................................36 4. PROGESTÁGENOS APLICADOS À REPRODUÇÃO ASSISTIDA EQUINA............................................................................................................................44 5. HEADSHAKING. WHERE ARE WE NOW?.............................................................................................................................................................................53 6. REACHING A DIAGNOSIS IN EQUINE DERMATOLOGY. IT’S EASY IF YOU TRY… OR IS IT?............................................................................................64 7. MELANOMAS – WHAT’S THE PROBLEM?............................................................................................................................................................................71 8. THE EQUINE SARCOID: A CLINICAL UPDATE......................................................................................................................................................................77 9. SQUAMOUS CELL CARCINOMA............................................................................................................................................................................................91 10. MAXIMIZING CLINICAL PATHOLOGY TESTING IN EQUINE PRACTICE..........................................................................................................................100 11. EQUINE IMMUNOLOGIC DISORDERS...............................................................................................................................................................................106 12. EQUINE NEUROLOGY –NEWER FINDINGS.......................................................................................................................................................................115 13. LIVER DISEASE AND FAILURE IN HORSES ........................................................................................................................................................................122 14. THE GLOBAL SITUATION OF GLANDERS AND THE ROLE OF THE OIE GLANDERS REFERENCE LABORATORY IN CONTROL OF THE DISEASE 127 15. PRINCIPLES OF CONTROL AND ERADICATION OF GLANDERS ....................................................................................................................................129 16. WHEN IS A CASE A CASE? DIAGNOSTICS OF GLANDERS................................................................................................................................................131 17. IRAP / AUTOLOGOUS CONDITIONED SERUM - DOES IT ACTUALLY WORK ?.............................................................................................................134 18. RATIONAL OF INTRA- AND EXTRA- ARTICULAR CORTICOSTEROID & HYALURONAN USAGE..................................................................................148 CLÍNICA DE EQUÍDEOS 1. AÇÃO ANTI-INFLAMATÓRIA DO TRATAMENTO COM CÉLULAS MONONUCLEARES DERIVADAS DE MEDULA ÓSSEA EM EQUINOS COM OBSTRUÇÃO RECORRENTE DAS VIAS AÉREAS.......................................................................................................................................................................164 2. ACUPUNTURA PARA O DIAGNÓSTICO DE LESÕES FÊMORO-TÍBIO-PATELARES EM EQUINOS..................................................................................164 3. ACURÁCIA DO TONO-PEN VET (TM) - REICHERT® PARA MEDIDA DA PRESSÃO INTRA OCULAR EM EQUINOS......................................................165 4. ALELOS SEM DE STREPTOCOCCUS EQUI SUBESPÉCIE EQUI EM EQUINOS PORTADORES.........................................................................................166 5. ANÁLISE CINEMÁTICA DO MOVIMENTO DORSOVENTRAL DA COLUNA TORACOLOMBAR DE EQUINOS MARCHADORES..................................167 6. ANÁLISE COMPARATIVA DO PROTEINOGRAMA SÉRICO DE EQUINOS PURO SANGUE ÁRABE ADULTOS E IDOSOS.............................................168 8

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XVII Conferência Anual Abraveq 2016 - Campos do Jordão 7. ANÁLISE DO ESTRESSE PÓS-PARTO IMEDIATO E TARDIO EM POTROS NEONATOS...................................................................................................168 8. ASPECTOS EPIDEMIOLÓGICOS DA ARTITE SÉTICA EM EQUINOS NO MUNICÍPIO DE RIO VERDE, GO.....................................................................169 9. AVALIAÇÃO DA CLAUDICAÇÃO INDUZIDA SOBRE A CLAUDICAÇÃO COMPENSATÓRIA AO LONGO DO TEMPO...................................................170 10. AVALIAÇÃO DA CORRELAÇÃO ENTRE HEMORRAGIA PULMONAR INDUZIDA PELO EXERCÍCIO E HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA EM CAVALOS DE CORRIDA DA RAÇA PURO SANGUE INGLÊS....................................................................................................................................................171 11. AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DO EQUIPRAZOL® EM CAVALOS PSI COM ÚLCERAS GÁSTRICAS....................................................................................172 12. AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA TERAPÊUTICA DA IVERMECTINA NO CONTROLE PARASITÁRIO EM EQUINOS...............................................................173 13. AVALIAÇÃO DA FREQUÊNCIA E VARIABILIDADE DA FREQUÊNCIA CARDÍACA EM ÉGUAS PRENHES, FETOS E POTROS NEONATOS.................173 14. AVALIAÇÃO DA RECUPERAÇÃO E DA VIABILIDADE PÓS DESCONGELAMENTO DE CÉLULAS MONONUCLEARES DERIVADAS DE MEDULA ÓSSEA...........................................................................................................................................................................................................................................174 15. AVALIAÇÃO DA SAÚDE DE EQUINOS PARASITADOS POR CARRAPATOS NA REGIÃO DO PANTANAL SUL MATOGROSSENSE...........................175 16. AVALIAÇÃO DE MARCADORES DO METABOLISMO ENERGÉTICO EM POTROS NASCIDOS DE ÉGUAS COM PLACENTITE DE ACORDO COM O ESCORE DE SEPSE.......................................................................................................................................................................................................................176 17. AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DAS VIAS AÉREAS EM EQUINOS E A PASTO A PARTIR DA ANÁLISE HEMOGASOMÉTRICA ARTERIAL..............177 18. AVALIAÇÃO DO GANHO DE PESO E COMPARAÇÃO DE MÉTODOS ALTERNATIVOS DE PESAGEM NO TERÇO MÉDIO E FINAL DA GESTAÇÃO EM ÉGUAS..........................................................................................................................................................................................................................................177 19. AVALIAÇÃO DOS FATORES DE RISCO PARA A OCORRÊNCIA DE TROMBOFLEBITE JUGULAR ASSOCIADA AOS CASOS DE DIARREIA EM EQUINOS NO HOVET-USP (JANEIRO DE 2010- JULHO DE 2015)............................................................................................................................................................178 20. AVALIAÇÃO DOS PADRÕES DE VITALIDADE NEONATAL, GLICEMIA, LACTATO E CORTISOL EM POTROS DA RAÇA PAINT HORSE...................179 21. AVALIAÇÃO MACROSCÓPICA DE FERIDAS INDUZIDAS EM EQUINOS TRATADAS COM EXTRATO DE PRÓPOLIS A 11%......................................180 22. AVALIAÇÃO MATERNA E NEONATAL DOS PARÂMETROS ELETROCARDIOGRÁFICOS NA ESPÉCIE EQUINA..........................................................181 23. AVALIAÇÃO MICOLÓGICA DE FENO DE TIFTON 85 PRÉ-SECADO E SUA RELAÇÃO COM A IRRITAÇÃO DAS VIAS AÉREAS EM EQUINOS EM DOIS TIPOS DIFERENTES DE MANEJO...............................................................................................................................................................................................182 24. AVALIAÇÃO TERMOGRÁFICA DE SELAS UTILIZADAS EM CAVALOS DA RAÇA MANGALARGA MARCHADOR.........................................................182 25. BIOMETRIA DO EQUILÍBRIO PODAL DE EQUÍDEOS........................................................................................................................................................183 26. BIOMETRIA OCULAR EM EQUINOS POR ULTRASSONOGRAFIA EM MODO B: ENSAIO EXPERIMENTAL.................................................................184 27. BORRELIOSE EM CAVALOS: EPIDEMIOLOGIA, INFECÇÃO EXPERIMENTAL E TERAPÊUTICA.....................................................................................185 28. COLETA DE SANGUE ESPLÊNICO POR PUNÇÃO ASPIRATIVA........................................................................................................................................185 29. COMPARAÇÃO DOS EFEITOS CONDROPROTETOR E ANTI-INFLAMATÓRIO DE ÁCIDO HIALURÔNICO DE DIFERENTES PESOS MOLECULARES EM ARTRITE INDUZIDA POR LPS EM EQUINOS............................................................................................................................................................................186 30. COMPARAÇÃO ENTRE O MÉTODO DIRETO E A FÓRMULA DE FRIEDEWALD PARA A DETERMINAÇÃO DOS NÍVEIS PLASMÁTICOS DE LDLCOLESTEROL EM EQUINOS.......................................................................................................................................................................................................187 31. COMPOSIÇÃO QUÍMICA DOS CASCOS DE EQUÍDEOS...................................................................................................................................................188 32. CONCENTRAÇÃO DOS NÍVEIS DE PROTEÍNA SURFACTANTE D NO SORO DE EQUINOS NEONATOS.....................................................................189 33. CORRELAÇÃO ENTRE IMUNOGLOBULINA IGG E GAMAGLOBULINA PELAS TÉCNICAS DE ELISA, ELETROFORESE E DENSITOMETRIA EM POTROS NEONATOS..................................................................................................................................................................................................................................189 34. CORRELAÇÃO ENTRE NEUTRÓFILOS E FOSFATASE ALCALINA NO LAVADO BRONCOALVEOLAR DE EQUINOS SUBMETIDOS A DOIS DIFERENTES 9

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XVII Conferência Anual Abraveq 2016 - Campos do Jordão TIPOS DE CAMA E A PASTO.......................................................................................................................................................................................................190 35. DETECÇÃO DE HERPES VÍRUS EQUINO TIPO 5 NO LAVADO BRONCOALVEOLAR DE CAVALOS CARROCEIROS...................................................191 36. DIAGNÓSTICO DA DOENÇA INFLAMATÓRIA DE VIAS AÉREAS EM LAVADO TRAQUEAL E BRONCOALVEOLAR DE EQUINOS MANTIDOS A PASTO - DADOS PRELIMINARES............................................................................................................................................................................................................192 37.EFEITO DA IDADE NOS PERFIS HEMATOLÓGICO E BIOQUÍMICO DE EQUINOS CLINICAMENTE SADIOS...............................................................193 38. EFEITO DA IDADE SOBRE O METABOLISMO OXIDATIVO DE EQUINOS CLINICAMENTE SADIOS.............................................................................193 39. EFEITO DA REDUÇÃO VOLÊMICA AGUDA COM E SEM REPOSIÇÃO DE CRISTALÓIDE EM EQUINOS SOBRE A HEMOSTASIA.............................194 40. EFEITO DO TRATAMENTO ODONTOLÓGICO NO DIÂMETRO DAS FIBRAS NAS FEZES DE EQUINOS......................................................................195 41. EFICÁCIA ANTI-HELMÍNTICA DA ABAMECTINA ASSOCIADA A PRAZIQUANTEL EM AMERICAN MINIATURE HORSES..........................................196 42. ELASTOGRAFIA ACOUSTIC RADIATION FORCE IMPULSE (ARFI) PARA AVALIAÇÃO DAS ESTRUTURAS TENDÍNEAS DE EQUINOS - RESULTADOS PRELIMINARES............................................................................................................................................................................................................................196 43. ESTUDO DESCRITIVO DA ÁREA TRANSVERSAL OBTIDA POR ULTRASSONOGRAFIA DO LIGAMENTO SUSPENSOR DO BOLETO DA REGIÃO METACÁRPICA PALMAR DE CAVALOS DA RAÇA AMERICAN MINIATURE HORSE. . ............................................................................................................197 44. ESTUDO RETROSPECTIVO DE 60 CASOS DE CÓLICA EM EQUINOS ATENDIDOS NO HOSPITAL VETERINÁRIO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE FLUMINENSE DARCY RIBEIRO NO PERÍODO DE MARÇO DE 2014 A FEVEREIRO DE 2016.................................................................................198 45. ESTUDO ULTRASSONOGRÁFICO DESCRITIVO DO TENDÃO DO MÚSCULO FLEXOR DIGITAL SUPERFICIAL DA REGIÃO METACÁRPICA PALMAR DE CAVALOS DA RAÇA AMERICAN MINIATURE HORSE..............................................................................................................................................................199 46. ESTUDO ULTRASSONOGRÁFICO DESCRITIVO DO TENDÃO FLEXOR DIGITAL PROFUNDO E LIGAMENTO ACESSÓRIO INFERIOR DA REGIÃO METACÁRPICA PALMAR DE CAVALOS DA RAÇA AMERICAN MINIATURE HORSE. . ............................................................................................................200 47. EXPRESSÃO DAS METALOPROTEINASES 2 E 9 NO TECIDO LAMINAR DO CASCO DE EQUINOS SUBMETIDOS A OBSTRUÇÃO INTRALUMINAL DO CÓLON MENOR..........................................................................................................................................................................................................................201 48. EXTRAÇÃO DE DENTES DE LOBO E DENTES DE LOBO CEGO EM EQÜINOS DE ESPORTE........................................................................................202 49. FORMAÇÃO DO VÍNCULO MATERNO EM ÉGUAS PURO SANGUE INGLÊS - DADOS PRELIMINARES......................................................................203 50. FREQUENCIA DE ANTICORPOS ANTI- BORRELIA BURDORFERI E A CORRELAÇÃO COM INDICES DE ANEMIA EM EQUINOS DO PANTANAL SUL MATO-GROSSENSE.....................................................................................................................................................................................................................204 51. IMPACTO DO EXERCÍCIO PRECOCE SOBRE AS ESTRUTURAS DO TARSO DE POTROS DA RAÇA MANGALARGA MARCHADOR.........................204 52. INFLUÊNCIA DA ACELERAÇÃO GRAVITACIONAL E DO TEMPO DE CENTRIFUGAÇÃO NA CONCENTRAÇÃO PLAQUETÁRIA DO PLASMA RICO EM PLAQUETAS.................................................................................................................................................................................................................................205 53. INFLUÊNCIA DA IDADE NA CITOLOGIA BRONCOALVEOLAR DE EQUINOS.................................................................................................................206 54. INFLUENZA EM EQUINOS DE VAQUEJADA NOS ESTADOS DO PIAUÍ E MARANHÃO.................................................................................................207 55. LEVANTAMENTO DE PROBLEMAS ODONTOLÓGICOS EM EQUINOS DA RAÇA MANGALARGA MARCHADOR.....................................................208 56. LOCALIZAÇÃO E POSIÇÃO DO PRIMEIRO PRÉ-MOLAR EM EQUINOS DA RAÇA MANGALARGA MARCHADOR CRIADOS NO SUL DO ESTADO DE GOIÁS...........................................................................................................................................................................................................................................208 57. MIOGLOBINÚRIA EM EQUINOS DE VAQUEJADA NOS ESTADOS DO PIAUÍ E MARANHÃO.......................................................................................209 58. MORFOMETRIA DOS MENISCOS LATERAL E MEDIAL NA ARTICULAÇÃO FEMOROTIBIAL DE EQUINOS................................................................210 59. OCORRÊNCIA DE GIARDIA SP. E CRIPTOSPORIDIUM SP. EM EQUINOS CRIADOS EM REGIME EXTENSIVO, INTENSIVO E SEMI-INTENSIVO NOS MUNICÍPIOS DE CURITIBANOS, LAGES E JOINVILLE-SC........................................................................................................................................................211 60. PERFIL ELETROFORÉTICO SÉRICO DE EQUINOS PURO SANGUE INGLÊS DE CORRIDA DURANTE O PRIMEIRO ANO DE TREINAMENTO........212 10

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XVII Conferência Anual Abraveq 2016 - Campos do Jordão 61. PERFIL ELETROLÍTICO, HEMOGASOMÉTRICO ELETROCARDIOGRÁFICO DE POTROS NEONATOS, NAS PRIMEIRAS 48 HORAS DE VIDA.........213 62. PITIOSE EQUINA NA RAÇA CRIOULA NO SUL DO RIO GRANDE DO SUL.....................................................................................................................213 63. PRÁTICAS E PERCEPÇÕES SOBRE O MANEJO EM ESTABELECIMENTOS EQUESTRES INFLUENCIAM O BEM ESTAR EM EQUINOS....................214 64. RELAÇÃO DA INFESTAÇÃO VERMINÓTICA COM O ENCAMINHAMENTO AO HOSPITAL VETERINÁRIO DE EQUINOS COM AFECÇÕES GASTRO INTESTINAIS.................................................................................................................................................................................................................................215 65. RELAÇÃO ENTRE MEDIDAS ANGULARES E A QUALIDADE DA MARCHA DOS EQUINOS DA RAÇA CAMPEIRO......................................................216 66. RELAÇÃO ENTRE MEDIDAS LINEARES E A QUALIDADE DA MARCHA EM EQUINOS DA RAÇA CAMPEIROS...........................................................217 67. SEGURANÇA E RASTREABILIDADE DO TRANSPLANTE DE CÉLULAS TRONCO MESENQUIMAIS ALOGÊNICAS PELA VIA INTRATECAL EM EQUINOS......................................................................................................................................................................................................................................218 68. TRATAMENTO CLÍNICO DE 17 EQUINOS PORTADORES DE HIGROMA DE OLÉCRANO............................................................................................219 69. ULTRASSONOGRAFIA TFAST EM TÓRAX EQUINO: ESTUDOS PRELIMINARES.............................................................................................................220 70. UTILIZAÇÃO DE KIT DE ELISA MULTIESPÉCIES PARA A DETERMINAÇÃO DA PROTEÍNA SÉRICA AMILÓIDE A (SAA) EM POTROS EQUINOS E MUARES NEONATOS, INVESTIGAÇÃO PRELIMINAR..............................................................................................................................................................220 71. UTILIZAÇÃO DE SUBSTITUTOS DO SORO FETAL BOVINO EM MEIOS DE CRIOPRESERVAÇÃO DE CÉLULAS-TRONCO MESENQUIMAIS DA MEDULA ÓSSEA DE EQUINOS – RESULTADOS PRELIMINARES............................................................................................................................................................221 72. VALORES DE REFERÊNCIA DE TROMBOELASTOMETRIA PARA EQUINOS....................................................................................................................222 73. VALORES SÉRICOS DE TRIGLICERÍDEOS E COLESTEROL DE JUMENTOS DA RAÇA PÊGA..........................................................................................223 74. VARIÁVEIS BIOQUÍMICAS DO SANGUE DE ÉGUAS PURO SANGUE ÁRABES IDOSAS.................................................................................................224 75. VERIFICAÇÃO DO EFEITO DA APLICAÇÃO INTRALESIONAL E TÓPICA DE SOLUÇÕES CONTENDO SEIVA DE AVELÓS (EUPHORBIA TIRUCALLI) EM SARCÓIDES EM EQUINOS..........................................................................................................................................................................................................225 CIRURGIA DE EQUÍDEOS 76. AVALIAÇÃO DA MEMBRANA DE QUITOSANA, IMPREGNADA OU NÃO COM NANOPARTÍCULAS DE PRATA, NA CICATRIZAÇÃO DE FERIDAS CIRÚRGICAS, EM EQUINOS.......................................................................................................................................................................................................228 77. AVALIAÇÃO DA REAÇÃO INFLAMATÓRIA DA POLIAMIDA (NÁILON) EM EQUINOS....................................................................................................229 78. AVALIAÇÃO DO COLÁGENO NO PROCESSO CICATRICIAL DE FERIDAS DE EQUINOS TRATADAS OU NÃO COM ÓLEO DE COPAÍBA A 10%....229 79. AVALIAÇÃO EX VIVO DA INFILTRAÇÃO DA ARTICULAÇÃO METACARPO-FALÂNGICA COM E SEM AUXÍLIO DA ULTRASSONOGRAFIA: RESULTADOS PRELIMINARES............................................................................................................................................................................................................................230 80. AVALIAÇÃO EX VIVO DA INFILTRAÇÃO DA BURSA DO OSSO NAVICULAR COM E SEM AUXÍLIO DA ULTRASSONOGRAFIA : RESULTADOS PRELIMINARES............................................................................................................................................................................................................................231 81. AVALIAÇÃO EX VIVO DA INFILTRAÇÃO DA ORIGEM DO LIGAMENTO SUSPENSÓRIO DO BOLETO COM E SEM AUXÍLIO DA ULTRASSONOGRAFIA: RESULTADOS PRELIMINARES...................................................................................................................................................................................................232 82. CARACTERIZAÇÃO DA HIPERTENSÃO INTRA-ABDOMINAL EM EQUINOS...................................................................................................................233 83. COMPARAÇÃO ENTRE AS TÉCNICAS DE NEURECTOMIA POR GUILHOTINA ATRAVÉS DE UMA OU DUAS INCISÕES EM 34 EQUINOS (JANEIRO 2005 - SETEMBRO 2015)............................................................................................................................................................................................................234 11

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XVII Conferência Anual Abraveq 2016 - Campos do Jordão 84. CORRELAÇÕES ENTRE BIOMARCADORES E A ANÁLISE HISTOPATOLÓGICA DO TECIDO LAMELAR EM EQUINOS COM OBESIDADE INDUZIDA 235 85. CORRELAÇÕES ENTRE O POSICIONAMENTO RADIOGRÁFICO DA FALANGE DISTAL E PARÂMETROS HISTOPATOLÓGICOS DO TECIDO LAMELAR EM EQUINOS COM OBESIDADE INDUZIDA............................................................................................................................................................................235 86. CORRELAÇÕES ENTRE PARÂMETROS DE ADIPOSIDADE E ANÁLISE HISTOPATOLÓGICA DO TECIDO LAMELAR EM EQUINOS COM OBESIDADE INDUZIDA....................................................................................................................................................................................................................................236 87. EFICÁCIA DA ANTISSEPSIA NO CONTROLE INFECCIOSO DO SÍTIO OPERATÓRIO EM EQUINOS.............................................................................237 88. ESTUDO RETROSPECTIVO DE 141 CASOS DE CÓLICA EM EQUINOS ATENDIDOS NO HOSPITAL ESCOLA VETERINÁRIA NA FACULDADE DE JAGUARIÚNA ENTRE O PERÍODO DE MAIO DE 2014 A ABRIL DE 2015..............................................................................................................................238 89. ESTUDO RETROSPECTIVO DOS CASOS DE ENTEROLITÍASE E CORPO ESTRANHO EM INTESTINO GROSSO DE EQUÍDEOS, NO PERÍODO DE JANEIRO DE 2003 A JANEIRO DE 2015.....................................................................................................................................................................................239 90. IMPLANTE DE ESFERAS METÁLICAS NA COMPARAÇÃO DA TAXA DE CRESCIMENTO DO ESTOJO CÓRNEO DE EQUINOS SADIOS E COM LAMINITE CRÔNICA......................................................................................................................................................................................................................................240 91. REDUÇÃO DO TEMPO DE LATÊNCIA DA ANESTESIA EPIDURAL EM ÉGUAS TRATADAS COM SOLUÇÃO DE LIDOCAÍNA DE PH FISIOLÓGICO 241 92. UTILIZAÇÃO DE TRÊS DIFERENTES MÉTODOS DE APLICAÇÃO DO PLASMA RICO EM PLAQUETAS (PRP) NO TRATAMENTO DE FERIDAS CUTÂNEAS DE EQUINOS................................................................................................................................................................................................................................241 REPRODUÇÃO DE EQUÍDEOS 93. AÇÃO DA QUERCETINA SOBRE AS ESPÉCIES REATIVAS DO OXIGÊNIO E PEROXIDAÇÃO LIPÍDICA NO SÊMEN DE GARANHÕES RESISTENTES OU SENSÍVEIS À REFRIGERAÇÃO.....................................................................................................................................................................................................244 94. ANTECIPAÇÃO DA ESTAÇÃO REPRODUTIVA DE ÉGUAS EM TRANSIÇÃO PRIMAVERIL POR MEIO DA ASPIRAÇÃO FOLICULAR..........................245 95. AVALIAÇÃO DA MOTILIDADE ESPERMÁTICA APÓS UTILIZAÇÃO DA QUERCETINA NO EJACULADO DE GARANHÕES RESISTENTES OU SENSÍVEIS À REFRIGERAÇÃO........................................................................................................................................................................................................................245 96. COMPARAÇÃO DA EFICÁCIA DA INDUÇÃO DA OVULAÇÃO EM ÉGUAS: HISTERELIN X GONADOTROFINA CORIONICA HUMANA....................246 97. COMPARAÇÃO DA REAÇÃO INFLAMATÓRIA LOCAL E SISTÊMICA APÓS CASTRAÇÃO COM BISTURI CONVENCIONAL E BISTURI ELÉTRICO...247 98. COMPARAÇÃO ENTRE A REFRIGERAÇÃO DO SÊMEN EQUINO EM GELADEIRA CONVENCIONAL E CAIXA DE TRANSPORTE COMERCIAL.......248 99. COMPARAÇÃO ULTRA-ESTRUTURAL DE CÉLULAS TRONCO MESENQUIMAIS OBTIDAS DE TECIDO ADIPOSO E MEDULA ÓSSEA EQUINA ANTES E APÓS DIFERENCIAÇÃO ADIPOGENICA.................................................................................................................................................................................249 100. CORRELAÇÃO ENTRE A CONCENTRAÇÃO DE FOSFATASE ALCALINA NO PLASMA SEMINAL E A QUALIDADE SEMINAL DE GARANHÕES SAUDÁVEIS..................................................................................................................................................................................................................................250 101. DIVERGÊNCIA FOLICULAR NA ONDA OVULATÓRIA COM ATÉ DOIS FOLÍCULOS DOMINANTES EM ÉGUAS.......................................................251 102. EFEITO DA APLICAÇÃO INTRA TESTICULAR DE CÉLULAS TRONCO MESENQUIMAIS HOMÓLOGAS SOBRE A TEMPERATURA SUPERFICIAL ESCROTAL EM GARANHÕES.....................................................................................................................................................................................................251 103. EFEITO DA QUERCETINA SOBRE A CINÉTICA ESPERMÁTICA DE GARANHÕES CONSIDERADOS RESISTENTES OU SENSÍVEIS À CONGELAÇÃO 252 104. EFEITO DO DHA SOBRE A QUALIDADE DO SÊMEN CONGELADO DE GARANHÕES – RESULTADOS PRELIMINARES.........................................253 105. EFEITO DO MACHO NA FORMAÇÃO DE CORPOS LÚTEOS SUPLEMENTARES EM ÉGUAS GESTANTES CICLICAS...............................................254 12

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XVII Conferência Anual Abraveq 2016 - Campos do Jordão 106. EFEITO DO TRATAMENTO COM PLASMA RICO EM PLAQUETAS SOBRE A RESPOSTA INFLAMATÓRIA UTERINA E TAXA DE CONCEPÇÃO EM ÉGUAS SUSCEPTÍVEIS A ENDOMETRITE..................................................................................................................................................................................255 107. EFEITO PROTETOR DA CARNOSINA NO SÊMEN CRIOPRESERVADO DE GARANHÕES............................................................................................255 108. EFEITOS DA SAZONALIDADE NOS PARÂMETROS SEMINAIS DE GARANHÕES DA REGIĀO SUDESTE DO BRASIL...............................................256 109. ESTUDO COMPARATIVO DA CONCENTRAÇÃO DAS PROTEINAS DO LÍQUIDO FOLICULAR DE EQUUS CABALLUS ENTRE DIÂMETROS DIFERENTES.................................................................................................................................................................................................................................257 110. ESTUDO RETROSPECTIVO DAS PRINCIPAIS AFECÇÕES DO SISTEMA REPRODUTOR DE GARANHÕES ATENDIDOS PELO DEPARTAMENTO DE REPRODUÇÃO ANIMAL DA FACULDADE DE MEDICINA VETERINÁRIA E ZOOTECNIA UNESP - CAMPUS DE BOTUCATU (2014/2015).....................258 111. EXISTE DIFERENÇA NOS PARÂMETROS SEMINAIS E TESTICULARES ENTRE GARANHÕES DA RAÇA MINIHORSE E DE RAÇAS COM TAMANHO REGULAR?....................................................................................................................................................................................................................................259 112. IMUNOMARCAÇÃO DOS RECEPTORES DE ESTRÓGENO E PROGESTERONA NO ENDOMETRIO DE ÉGUAS RECEPTORAS ACÍCLICAS TRATADAS COM PROGESTERONA...............................................................................................................................................................................................................259 113. ÍNDICES DOPPLER (RI E PI) DE ÉGUAS QUE APRESENTARAM PERDA EMBRIONÁRIA E FETAL...............................................................................260 114. INDUÇÃO DE LUTEÓLISE COM PROSTAGLANDINA UTILIZANDO ESTIMULAÇÃO EM PONTO DE ACUPUNTURA (BAI HUI) EM ÉGUAS DOADORAS E RECEPTORAS DE EMBRIÕES..................................................................................................................................................................................................261 115. INFLUÊNCIA DA QUANTIDADE DE AR DURANTE A REFRIGERACÃO DO SÊMEN DE GARANHÕES........................................................................262 116. MATURAÇÃO NUCLEAR OOCITÁRIA: COMPARAÇÃO ENTRE EQUINOS E ASININOS...............................................................................................263 117. NOVO MÉTODO DE COLHEITA FRACIONADA DE SÊMEN PARA MELHORIA DA FERTILIDADE EM GARANHÃO COM VESICULITE SEMINAL..264 118. PARÂMETROS FISIOLÓGICOS E REPRODUTIVOS EM ÉGUAS CORRELACIONADOS ÀS CONDIÇÕES CLIMÁTICAS DA BAIXADA FLUMINENSE-RJ 265 119. QUALIDADE DO SÊMEN FRESCO DE GARANHÕES APÓS SUPLEMENTAÇÃO COM NUTRACÊUTICO COMERCIAL (REPRODUCTIVE GARANHÕES JCR)................................................................................................................................................................................................................................................265 120. QUERCETINA REDUZ NÍVEIS DE ESPÉCIES REATIVAS DO OXIGÊNIO E PEROXIDAÇÃO LIPÍDICA EM GARANHÕES SENSÍVEIS À CONGELAÇÃO ESPERMÁTICA..............................................................................................................................................................................................................................266 121. RESOLUÇÃO CIRÚRGICA DE TRAUMAS OBSTÉTRICOS E DESEMPENHO REPRODUTIVO POSTERIOR..................................................................267 122. SECREÇÃO DEFEITUOSA DE PROSTAGLANDINA F2Α DURANTE O DESENVOLVIMENTO DE CORPO LÚTEO PERSISTENTE IDIOPÁTICO EM ÉGUAS..........................................................................................................................................................................................................................................268 123. SIMULAÇÃO DO IMPACTO DA TAXA FIXA DE DILUIÇÃO NA PRODUÇÃO DE DOSES COM EJACULADOS DE GARANHÕES CRIOULOS...........269 124. TAXA DE PRENHEZ NO CIO DO POTRO NA REGIÃO DA GRANDE DOURADOS MS.................................................................................................270 125. TAXA DE SUCESSO NA REDUÇAO DE GESTAÇÃO GEMELAR EM ÉGUAS QUARTO DE MILHA................................................................................271 126. TEMPO DE GESTAÇÃO DE ÉGUAS DA RAÇA CRIOULA.................................................................................................................................................272 127. ULTRAESTRUTURA DE CÉLULAS TRONCO MESENQUIMAIS OBTIDAS DE TECIDO ADIPOSO EQUINO E CULTIVADAS COM DIFERENTES CONCENTRAÇÕES DE SORO FETAL BOVINO.........................................................................................................................................................................272 128. ULTRASSONOGRAFIA DOPPLER NA AVALIAÇÃO DA RESPOSTA FOLICULAR À INDUÇÃO DA OVULAÇÃO EM ÉGUAS......................................273 129. USO DA MELATONINA COMO FERRAMENTA PARA MELHORAR A QUALIDADE DO SÊMEN CRIOPRESERVADO EQUINO................................274 130. USO DE GRADIENTES DE DENSIDADE NA SEPARAÇÃO DE HEMÁCIAS DO SÊMEN CONGELADO DE GARANHÕES...........................................275 131. UTILIZAÇÃO CLÍNICA DA DOSAGEM DE PROGESTERONA SÉRICA EM ÉGUAS COM PLACENTITE ASCENDENTE INDUZIDA.............................276 132. UTILIZAÇÃO DE DEPLEÇÃO SEQUENCIAL EM LIQUIDO FOLICULAR EQUINO..........................................................................................................277 13

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XVII Conferência Anual Abraveq 2016 - Campos do Jordão 133. UTILIZAÇÃO DE GRADIENTES DE DENSIDADE NA SEPARAÇÃO DE HEMÁCIAS DO SÊMEN REFRIGERADO DE GARANHÕES...........................277 134. UTILIZAÇÃO DO AINE FIROCOXIB NO CONTROLE DA RESPOSTA INFLAMATÓRIA UTERINA PÓS-IA EM ÉGUAS SUSCEPTÍVEIS A ENDOMETRITE 278 135. UTILIZAÇÃO DO PH DO COLOSTRO COMO MÉTODO PRÉVISOR DO PARTO EM ÉGUAS.......................................................................................279 136. VALORES HEMATOLÓGICOS DE POTROS DAS RAÇAS CAMPEIRO E PANTANEIRO DO NASCIMENTO AOS SEIS MESES DE IDADE - RESULTADOS PRELIMINARES............................................................................................................................................................................................................................280 137. VIABILIDADE ESPERMÁTICA EQUINA PÓS CRIOPRESERVAÇÃO EM MEIO DILUIDOR ACRESCIDO COM DIFERENTES TIPOS DE GEMA E INSULINA.....................................................................................................................................................................................................................................281 FISIOLOGIA DO EXERCÍCIO OU NUTRIÇÃO DE EQUÍDEOS 138. ANÁLISE CONFORMACIONAL DE EQUINOS PARA EQUOTERAPIA.............................................................................................................................284 139. ANALISE DE CONSUMO DE POTRAS MANGALARGA MARCHADOR ALIMENTADAS COM SILAGEM DE SORGO OU FENO DE CAPIM VAQUEIRO DURANTE O PERÍODO DA SECA...............................................................................................................................................................................................284 140. AVALIAÇÃO DA CURVA GLICÊMICA E INSULINÊMICA EM EQUINOS SUBMETIDOS A TRATAMENTO ODONTOLÓGICO....................................285 141. AVALIAÇÃO DA CURVA GLICÊMICA EM EQUINOS SUBMETIDOS À ENXÁGUE ORAL COM MALTODEXTRINA.....................................................286 142. AVALIAÇÃO DA DIGESTIBILIDADE DOS NUTRIENTES DA DIETA EM EQUINOS SUBMETIDOS A EXERCÍCIO FÍSICO E SUPLEMENTAÇÃO COM LEVEDURA VIVA...........................................................................................................................................................................................................................287 143. AVALIAÇÃO DA FREQUÊNCIA CARDÍACA EM EQUINOS SUBMETIDOS A TREINAMENTO FÍSICO E INCLUSÃO DE LEVEDURA VIVA NA DIETA 288 144. AVALIAÇÃO DA RESPOSTA HEMOGASOMÉTRICA DE CAVALOS SUBMETIDOS A EXERCÍCIOS SEQUENCIAIS DE ALTA INTENSIDADE E RÁPIDA ACELERAÇÃO EM ESTEIRA ERGOMÉTRICA..............................................................................................................................................................................289 145. AVALIAÇÃO DO EFEITO DO TRATAMENTO ODONTOLOGICO EM EQUINOS SOBRE A DIGESTIBILIDADE DOS NUTRIENTES DA DIETA.........290 146. AVALIAÇÃO DO ESFORÇO FISICO DE EQUINOS ATRAVÉS DA MENSURAÇÃO DO LACTATO SANGUÍNEO EM LACTÍMETRO PORTÁTIL..........290 147. AVALIAÇÃO DO PERFIL ENZIMÁTICO MUSCULAR, LACTATO SÉRICO E PROTEÍNAS TOTAIS EM EQUINOS DA RAÇA MANGALARGA MARCHADOR COM APTIDÃO DE MARCHA PICADA EM SIMULAÇÃO EM PROVA DE MARCHA - RESULTADOS PRELIMINARES.........................................................291 148. AVALIAÇÃO DO PERFIL HEMATOLÓGICO EM EQUINOS DA RAÇA MANGALARGA MARCHADOR COM APTIDÃO DE MARCHA PICADO EM SIMULAÇÃO DE PROVA DE MARCHA - RESULTADOS PRELIMINARES................................................................................................................................292 149. AVALIAÇÃO DO PERFIL HEMOGASOMÉTRICO EM EQUINOS DA RAÇA MANGALARGA MARCHADOR COM APTIDÃO DE MARCHA PICADA EM SIMULAÇÃO DE PROVA DE MARCHA – RESULTADOS PRELIMINARES................................................................................................................................293 150. AVALIAÇÃO DO PH E ÁCIDOS GRAXOS DE CADEIA CURTA NAS FEZES DE EQUINOS SUBMETIDOS A EXERCÍCIO FÍSICO E INCLUSÃO DE LEVEDURA VIVA NA DIETA.........................................................................................................................................................................................................294 151. AVALIAÇÃO ENDOSCÓPICA DAS VIAS AÉREAS, PERFIL DE GASES, ELETRÓLITOS E DO EQUILÍBRIO ÁCIDO-BASE EM EQUINOS SUBMETIDOS AO TREINAMENTO DE TRÊS TAMBORES.......................................................................................................................................................................................295 152. AVALIAÇÃO ULTRASSONOGRÁFICA DA ESPESSURA DA CAMADA DE GORDURA SUBCUTÂNEA DE CAVALOS PURO SANGUE INGLESES E PURO SANGUE ÁRABES TREINADOS PARA CORRIDA E PURO SANGUE ÁRABES TREINADOS PARA ENDURO.......................................................................296 153. BIOQUÍMICA SÉRICA DE EQUINOS JOVENS DA RAÇA CAMPOLINA EM TREINAMENTO PARA PROVA DE MARCHA..........................................297 154. BIOQUIMICA SERICA DE POTRAS MANGALARGA MARCHADOR ALIMENTADAS COM SILAGEM DE SORGO OU FENO DE CAPIM VAQUEIRO 297 14

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XVII Conferência Anual Abraveq 2016 - Campos do Jordão 155. CARACTERIZAÇÃO DA FREQUÊNCIA CARDÍACA DURANTE CONCURSOS OFICIAIS DE MARCHA DA RAÇA MANGALARGA MARCHADOR.....298 156. CARACTERIZAÇÃO MORFOMÉTRICA E ÍNDICES CORPORAIS DE EQUINOS JOVENS DA RAÇA CAMPOLINA PARTICIPANTES DE PROVA DE MARCH.........................................................................................................................................................................................................................................299 157. COMPARAÇÃO ENTRE MÉTODOS DE IDENTIFICAÇÃO DA VELOCIDADE CORRESPONDENTE AO LIMIAR DE LACTATO: MODELO “BROKEN-LINE ONE SLOPE” VERSUS “BROKEN-LINE TWO SLOPE”, VLA 2 E INSPEÇÃO VISUAL................................................................................................................300 158. CONCENTRAÇÃO DOS BIOMARCADORES DAS GORDURAS EM JUMENTOS NORDESTINOS (EQUUS ASINUS) SUPLEMENTADOS COM DIFERENTES COMBINAÇÕES DE CONCENTRADOS...............................................................................................................................................................300 159. CONCENTRAÇÕES PLASMÁTICAS DE GLICOSE E LACTATO EM EQUINOS APÓS CONDICIONAMENTO E UM PERCURSO DE TRÊS TAMBORES 301 160. CONCENTRAÇÕES SÉRICAS DE SÓDIO, POTÁSSIO, CLORETO E CÁLCIO EM EQUINOS APÓS CONDICIONAMENTO E UM PERCURSO DE TRÊS TAMBORES..................................................................................................................................................................................................................................302 161. EFEITO DA ADMINISTRAÇÃO AGUDA DE MALTODEXTRINA SOBRE AS RESPOSTAS GLICÊMICA E INSULINÊMICA EM EQUINOS EM REPOUSO 303 162. EFEITO DO EXERCÍCIO DE CAVALGADA SOBRE A CONCENTRAÇÃO SÉRICA DE TROPONINA CARDÍACA I E CREATINAFOSFOQUINASE ISOENZIMA MB EM CAVALOS MANGALARGA MARCHADOR....................................................................................................................................................................304 163. ENXAGUE ORAL COM CARBOIDRATO AUMENTA O LACTATO PICO DE CAVALOS EM TESTE INCREMENTAL DE ESFORÇO MÁXIMO.............305 164. FREQUÊNCIA CARDÍACA, VELOCIDADE MÉDIA E DISTÂNCIA PERCORRIDA AVALIADAS PELO POLAR EQUINE E GPS (GLOBAL POSITIONG SYSTEM) EM EQUINOS DA RAÇA MANGALARGA MARCHADOR EM SIMULAÇÃO DE PROVA DE MARCHA - RESULTADOS PRELIMINARES............305 165. INDICADORES DE METABOLISMO E PROTEÍNAS INFLAMATÓRIAS EM POTROS CRIOULOS SUBMETIDOS A DIFERENTES SISTEMAS DE CRIAÇÃO......................................................................................................................................................................................................................................306 166. INFLUÊNCIA DA MALTODEXTRINA NO PERFIL DA GLICEMIA, LACTATO, INSULINA E CORTISOL SÉRICO EM EQUINOS SUBMETIDOS A EXERCÍCIO DE ALTA INTENSIDADE E CURTA DURAÇÃO...........................................................................................................................................................................307 167. INFLUÊNCIA DO EXERCÍCIO FÍSICO SOBRE O EQUILÍBRIO ÁCIDO BASE E HIDROELETROLÍTICO EM CAVALOS DA RAÇA MANGALARGA MARCHADOR SUBMETIDOS A PROVAS DE CAVALGADAS DE 4, 8 E 20 KM.......................................................................................................................308 168. INFLUÊNCIA DO EXERCÍCIO FÍSICO SOBRE VARIÁVEIS HEMATOLÓGICAS E BIOQUÍMICAS SÉRICAS EM EQUINOS DA RAÇA MANGALARGA MARCHADOR SUBMETIDOS À COMPETIÇÃO DE MARCHA..................................................................................................................................................308 169. INFLUÊNCIA DO USO DE FITA NASAL NA CAPACIDADE E FUNÇÃO RESPIRATÓRIA DE EQUINOS DA RAÇA ÁRABE DURANTE E APÓS O EXERCÍCIO....................................................................................................................................................................................................................................309 170. MORFOLOGIA ANGULAR E CINEMÁTICA EM CAVALOS PSA - RESULTADOS PRELIMINARES.................................................................................310 171. PARÂMETROS CLÍNICOS E HEMATOLÓGICOS DE EQUINOS QUARTO DE MILHA SUBMETIDOS A DIFERENTES FREQUÊNCIAS DE TREINAMENTO............................................................................................................................................................................................................................311 172. PESO DE POTROS DA RAÇA CRIOULA DO NASCIMENTO AOS 24 MESES DE IDADE...............................................................................................312 173. RESPOSTA HEMATOLÓGICA DE CAVALOS DE ENDURO, QUE CORRERAM DIFERENTES DISTÂNCIAS, NO PERÍODO PÓS-PROVA..................313 174. SUPLEMENTAÇÃO DE CROMO OU L-CARNITINA DURANTE CONDICIONAMENTO FÍSICO AERÓBIO ALTEROU O PERFIL METABÓLICO DE EQUINOS MANGALARGA MARCHADOR NO ESFORÇO PROGRESSIVO E EM SUA RECUPERAÇÃO................................................................................313 175. VANTAGENS E DESVANTAGENS DO USO DO CAPIM PICADO E INTEIRO DA ALIMENTAÇÃO DE CAVALOS ESTABULADOS.............................314 176. VELOCIDADES MÉDIA E MÁXIMA E A FREQUÊNCIA CARDÍACA MÁXIMA EM CAVALOS SUBMETIDOS AO TESTE DE SIMULAÇÃO DE VAQUEJADA.................................................................................................................................................................................................................................315 15

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