Desafio das Cidades Médias

 

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Apresentado por Marcos Costa Lima no V Ciclo de Debates Sudene - Campina Grande (PB) - 18/04/2016

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Desafio das Cidades Médias Marcos Costa Lima PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÂO EM DESENVOLVIMENTO REGIONAL – UEPB/UFCG Campina Grande 18/04/2016

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1. Revisitando Celso Furtado 2. O Desafio do Nordeste: permanências e mudanças; 3. Indicadores gerais do Nordeste 4. Os Impasses Territoriais 5. As Cidades Médias 6. Por um novo padrão de desenvolvimento

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 “A evolução do sistema capitalista, no último quarto de século, caracterizou-se por um processo de homogeneização e integração do centro, um distanciamento crescente entre o centro e a periferia e uma ampliação considerável do fosso que, dentro da periferia, separa uma minoria privilegiada e as grandes massas da população”. In: O Mito do desenvolvimento Econômico, 1974, p.46 

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 ““O distanciamento entre elite e povo será a característica marcante do quadro cultural que emerge nesse período. As elites, como que hipnotizadas, voltam-se para os centros da cultura européia, de onde brotava o fluxo de bens de consumo, que o excedente de comércio exterior permitia adquirir... O povo era reduzido a uma referência negativa, símbolo do atraso, atribuindo-se significado nulo à sua criatividade artística”. In: Cultura e Desenvolvimento em época de crise1984, P.23

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Tradição Histórica Conservadora, Autoritária e Violência;  Política cooptada pelas oligarquias;  Falta de alternativas ao desenvolvimento adequado à região;  Manutenção do Lugar da região no quadro nacional;  O problema da Industrialização;  Setores populares desassistidos e desorganizados;  Baixa qualificação da mão de obra 

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  O Brasil viveu melhoras em seus indicadores sociais nos últimos dez anos. Os dados presentes na Síntese dos Indicadores Sociais (SIS) produzido pelo IBGE atestam a afirmação. Na questão central, ligada à educação e à escolaridade média da população na faixa etária de 25 anos ou mais aumentou entre 2004 e 2013, passando de 6,4 para 7,7 anos de estudo. O aumento foi mais intenso entre os 20% com os menores rendimentos, que elevaram de 3,7 para 5,4 os seus anos de estudo, o que é um indicador que revela a eficácia de políticas gerais de distribuição de renda e inclusão social. Entre 2004 e 2013, a proporção de pessoas da faixa etária 25 a 34 anos com ensino superior praticamente dobrou, passando de 8,1% para 15,2%.

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As proporções dos que frequentavam o ensino médio subiu de 44,2% em 2004 para 55,2% em 2013%.  Estudantes com maiores rendimentos deixam de ser maioria nas universidades  Em relação ao ensino superior, houve redução da participação dos estudantes que fazem parte dos 20% mais ricos (5°quinto) entre 2004 e 2013 nas duas redes de ensino. Em 2004, eles representavam 55,0% dos estudantes da rede pública e 68,9% da rede privada. Em 2013, esses valores caem para 38,8% e 43,0%, respectivamente. 

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A escolaridade média da população de 25 anos ou mais aumentou de 2004 a 2013, passando de 6,4 para 7,7 anos de estudo completos. Apenas 41,8% das pessoas dessa faixa etária alcançaram 11 anos de estudo ou mais.  O incremento de escolaridade foi mais intenso para o quinto de rendimento inferior, cujo aumento foi de 45,9%, enquanto o quinto superior apresentou uma elevação de 9,2% na média de anos de estudo entre 2004 e 2013. 

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 Em 2013, o mercado de trabalho teve a mais elevada taxa de formalização (58,0%). Há nove anos, a taxa não chegava à metade da população ocupada (45,7%). Norte e Nordeste registraram, em 2013, percentuais de formalização abaixo da média nacional na década passada (40,2% e 39,7%, respectivamente). Por outro lado, as regiões Sul e Sudeste apresentaram os maiores percentuais de pessoas em trabalhos formais (67,4% e 67,8%, respectivamente).

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No Brasil, mesmo com as melhorias assinaladas, estas não foram suficientes para alterar substancialmente o quadro de desigualdades na distribuição de rendimentos:  Os 10% mais ricos ainda concentram mais de 40% da totalidade da renda per capita entre 2004 e 2014 

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        Os vazios regionais; Alta densidade da população vivendo em no semiárido; Concentração da Riqueza no litoral; Baixa renda per-capita e por domicílio; Latifúndio; Cidades médias com baixa capacidade de alavancamento Precariedade da Infraestrutura; Ausência de Planejamento.

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Uma rede de cidades médias bem menor do que as existentes no Sudeste e no Sul. Campina Grande  IDHM Educação: 0,720  Expectativa de vida: 73,7 anos  Mortalidade infantil por mil: 17,3  Jovens 18 a 24 anos cursando Universidade: 20,16  Domicílios com água encanada: 97,87 (melhor) 

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 IDHM – Educação: 0,677  Expectativa de vida: 72,96  Mortalidade Infantil (1000): 18,91  Jovens 18 a 24 anos na Universidade: 10,19  Domicílios com água :89,22 (pior)

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IDHM- Educação: 0,720 Expectativa de Vida: 73,54 Mortalidade infantil: 17,9 Jovens na Universidade (18 a 24 anos): 16,95  Domicílios com água encanada: 92,76    

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IDHM: 0,713 Expectativa de Vida: 74,30 (melhor) Mortalidade Infantil:16,5 (melhor) Jovens na Universidade:19,2  Água encanada no domicílio:90,3    

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