13 - Informativo edição março 2009 - Pense bem! Seu dinheiro rende muito mais na Coopserjusmig

 

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I N F O R M AT IV O I N F O R M AT IV O 7317592904/2004 - DR/MG COOPSERJUSMIG Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda. Ano 8 - Nº 13 - Belo Horizonte - MG - Março 2009 DEVOLUÇÃO GARANTIDA CORREIOS Pense bem! Seu dinheiro rende muito mais na Coopserjusmig rativa, você tem a segurança de que os valores aplicados são revertidos em recursos para novos empréstimos para os demais cooperados. Além disso, contribui para a manutenção da liquidez da Cooperativa dentro do sistema Sicoob Central Cecremge. A Coopserjusmig possui uma ótima oportunidade de investimento para seus cooperados: o RDC-Pós CDI. Trata-se de uma modalidade de aplicação financeira que gera uma rentabilidade superior à praticada pelos bancos. Sem contar que, na Coope- Conheça os números das sobras da sua Cooperativa Após o encerramento do exercício 2008, a Coopserjusmig apresentou um resultado bruto de R$ 744.914,21 (veja quadro ao lado), obtido no período compreendido entre 1º de janeiro e 31 de dezembro do ano passado, alcançando um resultado 26% maior que o do exercício de 2007. Este resultado, denominado “sobras” na linguagem do cooperativismo, sofreu as deduções compulsórias, conforme determina a legislação e o estatuto social da Cooperativa, destinadas ao FATES e ao Fundo de Reserva legal, totalizando R$ 111.737,13. Portanto, as sobras líquidas de 2008 perfizeram um total de R$ 633.177,08, para a deliberação em Assembléia Geral Ordinária. São resultados que demonstram, mais uma vez, a solidez e eficiência da Coopserjusmig. Fruto da grande dedicação e da transparência da Diretoria e de toda sua equipe de colaboradores, que trabalham com o objetivo único de proporcionar o melhor para seus associados. NÚMEROS DE 2008 Sobras Brutas 744.914,21 Fundo de Reserva Legal FATES (Fundo de Assistência Técnica Educacional) 37.245,71 Sobras Líquidas 74.491,42 633.177,08 Leia mais Assembleia Geral Ordinária marcada para 28 de março 2 Confira os demonstrativos contábeis do exercício 2008 Página 3 Página Veja também as notas explicativas e parecer de auditoria 4a6 Páginas Coopserjusmig presente em diversos eventos cooperativistas 7e8 Página ACOMPANHE A SAÚDE FINANCEIRA DE SUA COOPERATIVA. ACESSE: www.coopserjusmig.com.br Março de 2009 1 Informativo Coopserjusmig.indd 1 9/3/2009 09:57:50

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I N F O R M AT IV O Opinião Expediente I N F O R M AT IV O Capital social e sua importância O capital social não é apenas uma Além da capitalização obrigatória, obrigatoriedade prevista no estatuto podem ser feitas capitalizações avulsocial de uma cooperativa. Ele deve sas. A regularidade nas aquisições de ter proteção máxima por parte de seus quotas de capital constitui ótima prágestores, pois – podemos dizer – é a tica para o cooperado, como investi“mola propulsora” da cooperativa. É mento de longo prazo e como forma através desse recurso que a maioria de contribuir para um aspecto fundados empréstimos e financiamentos se mental do capital, que é o fortaleciconcretizam. mento da sua cooperativa, tornandoEmbora não se trate de uma Soa menos dependente dos depósitos a ciedade de Capitais, mas, sim, de prazo e dos empréstimos da central. uma sociedade de pessoas, Por todos esses aspectos as Sociedades Cooperatieconômicos e financeiros vas necessitam de capital aqui citados, devemos nos para cumprirem sua misconscientizar de que, quanto são: prestar serviços que maior o nosso capital, mais agreguem renda aos cooforte, mais sólida e muito perados. maior será a nossa CooperaO capital do cooperado tiva. Com isso, teremos coné individual e intransferídições melhores nas taxas de Cláudio Augusto vel a terceiros, e é superjuros, prazos e limites mais de visionado pela diretoria, Carvalho elevados na concessão de Oliveira é gerente da conselho fiscal e auditoria Coopserjusmig créditos, além de mais possiexterna, além dos órgãos bilidades de implementação reguladores do sistema financeiro. de novos produtos e serviços para a Toda integralização de capital é principal razão de nossa existência, registrada na respectiva conta do coque é oferecer o melhor, pelo menor operado, assim como a incorporação custo, aos nossos cooperados. das sobras obtidas a cada ano, em Cooperação é a saída. Cooperavirtude de suas operações com a insdo consciente e atuante, cooperativa tituição. Dessa forma, cada associafortalecida! do sabe quanto possui – inclusive de forma analítica – na cooperativa. Cláudio Augusto (Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda.) Rua Araguari, 358 - Salas 603/604 Barro Preto – CEP 30.190-110 - BH - MG Fones (31) 3295-0461/3295-2419 Fax (31) 3295-0478 Portal: www.coopserjusmig.com.br Endereço eletrônico: coopserjusmig@coopserjusmig.com.br DIRETORIA CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Ivo Campos Athayde (Diretor Presidente) Marcelo Ribeiro dos Santos (Diretor Financeiro) Edmundo Dantés Patrocínio (Diretor Administrativo) Silvio Renato de Oliveira e Idalmo Constantino da Silva (Conselheiros efetivos) Abenídio Gandra e Marco Antônio Mattar da Silva (Conselheiros suplentes) CONSELHO FISCAL Flávio Emílio Coelho Lott, Frederico Wilson Bitencourt Filho e Olímpio Gonçalves Pimenta (Conselheiros efetivos) Cirene Ferreira de Souza, Marcelo José Rezende dos Santos e Nelson Costa Caldeira (Conselheiros suplentes) GERÊNCIA Cláudio Augusto Carvalho de Oliveira Informativo COOPSERJUSMIG Editor e jornalista responsável Gil Carlos Dias (MG 04917 JP) Diagramação: Técnica Composição e Arte Impressão: VBR Artes Gráficas Tiragem: 3.500 exemplares Edital de convocação Assembleia Geral Ordinária A Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda - COOPSERJUSMIG, por seu Diretor Presidente, Ivo Campos Athayde, usando das atribuições conferidas pelo Estatuto Social, convoca os 50 (cinquenta) Delegados regionais com direito a voto que representarão os 2.634 (dois mil seiscentos e trinta e quatro) cooperados, para se reunirem em ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA, a realizar-se no Niagara Flat, sito à Rua Timbiras n.º 3.135 Barro Preto - Belo Horizonte – MG, no próximo dia 28 de março de 2009, em vista da pequena dimensão da sede da Cooperativa. Haverá uma primeira convocação às 14:00 horas, com a presença de 2/3 (dois terços) do número total dos Delegados. Caso não haja número legal para a instalação, ficam, desde já, convocados para a segunda convocação, às 15:00 horas, no mesmo dia e local, com a presença de metade mais 01 (um) do 2 número total dos Delegados; Persistindo a falta de “quorum legal”, a Assembléia realizar-se-á então, no mesmo dia e local, em terceira e última convocação, às 16:00 horas, com a presença de no mínimo 10 (dez) Delegados, a fim de deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: a) leitura para discussão e julgamento do relatório do Conselho de Administração, parecer do Conselho Fiscal, Balanço geral, Demonstração do resultado e demais contas do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2008; b) Destinação do resultado do exercício de 2008; c) uso e aplicação do FATES; d) Eleição para o Conselho Fiscal. Belo Horizonte, 16 de fevereiro de 2009. Ivo Campos Athayde - Diretor Presidente. Março de 2009 Informativo Coopserjusmig.indd 2 9/3/2009 09:57:51

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I N F O R M AT IV O Prestação de Contas COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS SERVIDORES DA JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS COOPSERJUSMIG - CNPJ: 04.894.460/0001-61 BALANÇO PATRIMONIAL (Em Reais) 2008 ATIVO CIRCULANTE Disponibilidades Relações Interfinanceiras Operações de crédito Empréstimos (-) Provisão para crédito em liquidação Outros créditos PERMANENTE Investimentos Imobilizado de uso Imobilizações de Uso Depreciação Acumulada Diferido Gastos de Organização e Expansão Amortização Acumulada 8.867.960,70 8.628.308,50 56.077,88 1.083.161,50 7.102.386,00 7.141.241,81 (38.855,81) 386.683,12 239.652,20 198.567,65 29.462,17 58.735,16 (29.272,99) 11.622,38 24.783,65 (13.161,27) 2007 7.070.049,68 6.874.067,48 115.223,18 1.993.409,99 4.410.239,37 4.434.073,61 23.834,24 355.194,94 195.982,20 148.905,36 34.267,14 56.911,47 (22.644,33) 12.809,70 22.283,65 (9.473,95) PASSIVO CIRCULANTE DEPÓSITOS Depósitos a Prazo OBRIG P/EMPRESTIMOS E REPASSES Empréstimos País - Outras Inst. OUTRAS OBRIGAÇÕES Sociais e Estatutárias Fiscais e Previdenciárias Diversas PATRIMÔNIO LÍQUIDO Cotas - País Reserva Legal Sobras ou Perdas Acumuladas 2008 8.867.960,70 4.182.249,27 2.907.657,02 2.907.657,02 929.288,93 929.288,93 345.303,32 270.364,71 12.956,43 61.982,18 4.685.711,43 3.690.871,91 361.662,44 633.177,08 2007 7.070.049,68 3.128.167,28 2.982.061,18 2.982.061,18 146.106,10 96.040,23 7.656,42 42.409,45 3.941.882,40 3.153.711,81 287.171,02 500.999,57 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO Exercícios findos em: 2008 RECEITA DE INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA Rendas de operações de crédito DESPESAS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA Operações de captação Operações de Empréstimos, Cessões e Repasses Provisão para crédito de liquidação duvidosa RESULTADO BRUTO DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA OUTRAS RECEITAS (DESPESAS) OPERACIONAIS Despesas com pessoal Outras despesas administrativas Despesas Tributárias Outras receitas operacionais Outras despesas operacionais RESULTADO OPERACIONAL RESULTADO NÃO OPERACIONAL RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO SOBRE O LUCRO E PARTICIPAÇÕES IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRA (PERDA) DO SEMESTRE/EXERCÍCIO FATES - FUNDO DE RESERVA E OUTROS FUNDOS SOBRAS OU PERDAS LÍQUIDAS A DISP. DA A.G.O QUANTIDADE DE QUOTAS DE CAPITAL SOBRAS OU PERDAS POR COTA DE CAPITAL (R$) 1.468.680,16 1.468.680,16 (481.915,40) (444.116,39) (22.777,44) (15.021,57) 986.764,76 (241.413,83) (211.508,43) (226.852,97) (1.890,43) 198.841,03 (3,03) 745.350,93 745.350,93 (436,72) 744.914,21 (111.737,13) 633.177,08 3.690.871,91 0,172 2007 1.090.748,69 1.090.748,69 (369.520,62) (372.254,75) 2.734,13 721.228,07 (131.414,34) (166.535,22) (191.139,57) (11.653,94) 238.460,00 (545,61) 589.813,73 589.813,73 (402,47) 589.411,26 (88.411,69) 500.999,57 3.153.711,81 0,159 DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA PELO MÉTODO INDIRETO FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS Sobras/(perdas) líquidas antes do imposto de renda e da contribuição social Contas de resultado credoras Contas de resultado devedoras Ajustes as sobras/perdas líquidas: (não afetaram o caixa) (Despesas de amortização) (Despesas de depreciação) Apuração de resultado (imposto de renda e contribuição social) Variações patrimoniais: (afetaram o resultado/receitas e despesas) Relações interdependências Operações de crédito Outros créditos Depósitos Outras obrigações CAIXA LÍQUIDO PROVENIENTE DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO Aquisição de investimentos Aquisição de imobilizado de uso Aplicação no diferido CAIXA LÍQUIDO USADO NAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO Aumento de Capital Social Redução de Capital Social Constituição do Exercício - FATES CAIXA LÍQUIDO USADO NAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO 441.548,23 (405.387,70) (37.245,71) (1.085,18) (969.393,79) (969.393,79) 2.108.633,17 1.139.239,38 (49.662,29) (1.823,69) (2.500,00) (53.985,98) Exercício 2008 745.350,93 1.674.609,10 929.258,17 9.879,26 3.687,32 6.628,66 (436,72) (1.669.552,82) 929.288,93 (2.692.146,63) (31.488,18) (74.404,16) 199.197,22 (914.322,63) DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO SOBRAS e (PERDAS) ACUMULADAS 500.999,57 Aumento líquido de caixa e de equivalentes de caixa Variação Líquida das disponibilidades Caixa e equivalentes de caixa no início do período Caixa e equivalentes de caixa no fim do período SALDOS EM 31/12/2007 INTEGRALIZAÇÃO DE CAPITAL INCORPORAÇÃO DE SOBRAS AO CAPITAL DEVOLUÇÃO DE CAPITAL SOBRAS OU PERDAS DO EXERCÍCIO DESTINAÇÃO DAS SOBRAS: • Fundo de Reserva • FATES SALDOS EM 31/12/2008 MUTAÇÕES EM 31/12/2008 CAPITAL SOCIAL 3.153.711,81 441.548,23 500.999,57 (405.387,70) RESERVA LEGAL 287.171,02 SALDO 3.941.882,40 441.548,23 Belo Horizonte, 31 de Dezembro 2008. As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. (500.999,57) (405.387,70) 744.914,21 744.914,21 Ivo Campos Athayde Diretor Presidente Marcelo Ribeiro dos Santos Diretor Resp. Área Contábil Edmundo Dantés Patrocínio Diretor Administrativo Márcia Cristina Neme Rosa CRCMG 080762/0-1 74.491,42 (74.491,42) (37.245,71) 633.177,08 132.177,51 (37.245,71) 4.685.711,43 743.829,03 3.690.871,91 537.160,10 361.662,44 74.491,42 Março de 2009 3 Informativo Coopserjusmig.indd 3 9/3/2009 09:57:52

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I N F O R M AT IV O Notas explicativas da administração às demonstrações con 1. CONTEXTO OPERACIONAL A Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda., é uma cooperativa de crédito singular, instituição financeira não bancária, inaugurada em 14/03/2002, filiada à Central das Cooperativas de Economia e Crédito do Estado de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CENTRAL CECREMGE e componente do SICOOB - Sistema das Cooperativas de Crédito do Brasil. A Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda. tem como atividade preponderante a operação na área creditícia, tendo como finalidade: (i) Proporcionar, através da mutualidade, assistência financeira aos associados em suas atividades específicas, com a finalidade de fomentar a produção e a produtividade dos associados, (ii) A formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o cooperativismo, através da ajuda mútua da economia sistemática e do uso adequado do crédito bem como da difusão de informações técnicas que visem o aprimoramento da produção e qualidade de vida; e, (iii) Praticar, nos termos dos normativos vigentes, as seguintes operações dentre outras: captação de recursos, concessão de créditos, prestação de garantias, prestação de serviços, formalização de convênios com outras instituições financeiras e aplicação de recursos no mercado financeiro, inclusive depósitos a prazo com ou sem emissão de certificado, visando preservar o poder de compra da moeda e rentabilizar os recursos. 2. APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS E PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS As demonstrações contábeis foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, considerando as Normas Brasileiras de Contabilidade, especificamente aquelas aplicáveis às entidades cooperativas, a Lei do cooperativismo nº 5.764/71, normas e instruções do Banco Central do Brasil - BACEN e apresentadas conforme o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional - COSIF, tendo sido aprovadas pela administração. Na elaboração das demonstrações contábeis é necessário utilizar estimativas para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. As demonstrações contábeis da cooperativa incluem, portanto, estimativas referentes à seleção das vidas-úteis do ativo imobilizado, provisão para perdas nas operações de crédito, provisão para contingências e outras similares. Os resultados reais podem apresentar variações em relação às estimativas. As principais práticas contábeis adotadas na elaboração dessas demonstrações contábeis estão definidas a seguir: a) Disponibilidades, títulos e valores mobiliários e relações interfinanceiras As disponibilidades, os títulos e valores mobiliários e as relações interfinanceiras são avaliados pelo custo ou valor de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos. Compreendem dinheiro em caixa, depósitos bancários e outros investimentos de curto prazo de alta liquidez. b) Operações de crédito As operações de crédito com cláusula de atualização monetária pós-fixada estão registradas a valor presente, calculadas “pro rata temporis”, com base na variação dos respectivos indexadores pactuados. As operações de crédito com encargos financeiros pré-fixados estão registradas a valor futuro, retificadas por conta de rendas a apropriar. A provisão para perdas com as operações de crédito é constituída em montante julgado suficiente pela administração para cobrir eventuais perdas na realização dos valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, contemplando todos os aspectos determinados na Resolução 2.682 do CMN, que determina a classificação das operações por nível de risco. c) Depósitos em garantia Existem situações em que a cooperativa questiona a legitimidade de determinados passivos ou ações movidas contra si. Por conta desses ques4 tionamentos, por ordem judicial ou por estratégia da própria administração, os valores em questão podem ser depositados em juízo, sem que haja a caracterização da liquidação do passivo. d) Investimentos Os investimentos são avaliados ao custo de aquisição. e) Imobilizado Equipamentos de processamento de dados, móveis, utensílios e outros equipamentos, instalações, veículos, benfeitorias em imóveis de terceiros e softwares, são demonstrados pelo custo de aquisição. A depreciação é calculada pelo método linear para baixar o custo de cada ativo a seus valores residuais de acordo com as taxas divulgadas na Nota explicativa de nº. 7 que levam em consideração a vida útil econômica dos bens. Ganhos e perdas em alienações são determinados pela comparação dos valores de alienação com o valor contábil e são incluídos no resultado não operacional. f) Obrigações por empréstimos e repasses As obrigações por empréstimos e repasses são reconhecidas inicialmente no recebimento dos recursos, líquidos dos custos de transação. Em seguida, os empréstimos tomados são apresentados pelo custo amortizado, isto é, acrescidos de encargos e juros proporcionais ao período incorrido (“pro rata temporis”). g) Provisão para riscos tributários e trabalhistas As provisões são reconhecidas quando a cooperativa tem uma obrigação presente legal ou implícita como resultado de eventos passados; é provável que uma saída de recursos seja necessária para liquidar a obrigação e uma estimativa confiável do valor possa ser feita. h) Demais ativos e passivos circulantes e não circulantes Os demais ativos são apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos. Os demais passivos são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridos. i) Apuração do resultado Os ingressos e dispêndios são registrados de acordo com o regime de competência. As operações de crédito com taxas pré-fixadas são registradas pelo valor de resgate, e os ingressos e dispêndios correspondentes ao período futuro são apresentados em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. Os ingressos e dispêndios de natureza financeira são contabilizados pelo critério “pro-rata temporis” e calculados com base no método exponencial, exceto aquelas relativas a títulos descontados, que são calculadas com base no método linear. As operações de crédito com taxas pós-fixadas são atualizadas até a data do balanço. O ingresso de operações com títulos e valores mobiliários é reconhecido em base proporcional ao tempo, levando em consideração o principal em aberto e a taxa efetiva ao longo do período até o vencimento, quando se determina que esse ingresso será apropriado à cooperativa. As receitas e despesas são reconhecidas na demonstração de sobras em conformidade com o regime de competência. As receitas com prestação de serviços são reconhecidas na demonstração de sobras ou perdas quando da prestação de serviços a terceiros, substancialmente serviços bancários. Os dispêndios e as despesas e os ingressos e receitas operacionais, são proporcionalizados de acordo com os montantes do ingresso bruto de ato cooperativo e da receita bruta de ato não-cooperativo, quando não identificados com cada atividade. j) Imposto de renda e contribuição social O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados sobre o resultado apurado em operações consideradas como atos não-cooperativos. O resultado apurado em operações realizadas com cooperados é isento de tributação. Março de 2009 Informativo Coopserjusmig.indd 4 9/3/2009 09:57:53

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I N F O R M AT IV O s contábeis em 31 de dezembro de 2008 e de 2007 (Em reais) k) Alteração da Legislação societária brasileira Em 28 de dezembro de 2007 foi promulgada a Lei nº 11.638/07 que entrou em vigor a partir do exercício 2008. Essa Lei teve, principalmente, o objetivo de atualizar a lei societária brasileira para possibilitar o processo de convergência das práticas contábeis adotadas no Brasil com aquelas constantes nas normas internacionais de contabilidade e permitir que novas normas e procedimentos contábeis sejam expedidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em consonância com os padrões internacionais de contabilidade. Neste contexto, as seguintes atualizações normativas expedidas pelo CMN em 2008 foram consideradas na elaboração das demonstrações: a) demonstração do fluxo de caixa, em 2008 sem exigência da comparabilidade, b) divisão do ativo permanente em: investimentos, imobilizado, diferido e intangível, com mudanças nos critérios de registro e reconhecimento; c) mudanças relativas aos critérios de avaliação do ativo e do passivo, d) extinção da Reserva de Reavaliação, e) revisão dos conceitos de constituição da Reserva de Capital, Reserva de Lucros e Sobras/Perdas Acumuladas. 3. RELAÇÕES INTERFINANCEIRAS Referem-se a depósitos efetuados na centralização financeira do SICOOB CENTRAL CECREMGE, conforme determinado no artigo 33º da Resolução 3.442 do CMN, com remuneração atrelada ao CDI - Certificado de Depósito Interbancário. Descrição SICOOB CENTRAL CECREMGE 2008 R$ 1.083.161,50 2007 R$ 1.993.409,99 e) Créditos Baixados Como Prejuízo, Renegociados e Recuperados Descrição Saldo Inicial – 2008/2007 Valor das operações recuperadas no período Total 2008 R$ 20.539,65 (R$ 6.203,75) R$ 14.335,90 2007 R$ 23.020,76 (R$ 2.481,11) R$ 20.539,65 5. OUTROS CRÉDITOS Valores referentes as importâncias devidas à Cooperativa por pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no País, inclusive as resultantes do exercício corrente, conforme demonstrado: Descrição Rendas a Receber (a) Diversos (b) Total 2008 R$ 13.986,20 R$ 372.696,92 R$ 386.683,12 2007 R$ 355.194,94 R$ 355.194,94 (a) Refere-se a provisão de rendimentos decorrentes de aplicação na centralização financeira do SICOOB CENTRAL CECREMGE. (b) Refere-se ao desconto em folha de pagamento dos cooperados para amortização de parcelas de empréstimos e capitalização. 6. INVESTIMENTOS O saldo é representado por aportes de capital e o recebimento de distribuição de sobras efetuadas pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE. 7. IMOBILIZADO DE USO Demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado conforme abaixo: Descrição Móveis e Equipamentos Sistema de Processamento de Dados TOTAL Depreciação acumulada TOTAL Taxa de Depreciação 10% 20% 2008 R$ 37.336,38 R$ 21.398,78 R$ 58.735,16 (R$ 29.272,99) R$ 29.462,17 2007 R$ 36.496,38 R$ 20.415,09 R$ 56.911,47 (R$ 22.644,33) R$ 34.267,14 4. OPERAÇÕES DE CRÉDITO a) Composição por tipo de operação, e classificação por nível de risco de acordo com a Resolução CMN nº 2.682 de 21/12/1999: Nível / Percentual de Risco / Situação A B C C D D E F H 0,50% 1% 3% 3% 10% 10% 30% 50% 100% Normal Normal Normal Vencidas Normal Vencidas Vencidas Vencidas Vencidas Emprést. / Tít. Desc. * 7.114.076,58 2.029,99 3.192,97 2.790,86 13.299,12 5.852,29 7.119.299,54 21.942,27 7.141.241,81 Total em 2008 7.114.076,58 2.029,99 3.192,97 2.790,86 13.299,12 5.852,29 7.119.299,54 21.942,27 7.141.241,81 Provisões 2008 35.570,39 20,30 95,79 83,73 1.329,92 1.755,68 35.686,48 3.169,33 38.855,81 7.102.386,00 Total em 2007 4.428.405,88 2.413,25 - 1.443,82 - - 670,49 1.140,17 4.432.262,95 1.810,66 4.434.073,61 335,25 1.140,17 22.358,82 1.475,42 23.834,24 4.410.239,37 144,39 Provisões 2007 22.142,03 72,40 8. DEPÓSITOS Os depósitos a prazo recebem encargos financeiros contratados. 9. OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS E REPASSES São demonstradas pelo valor principal acrescido de encargos financeiros e registram os recursos captados junto a outras instituições financeiras para repasse aos associados em diversas modalidades (art. 33, da Resolução CMN nº 3.442, de 28/02/07) e Capital de Giro. As garantias oferecidas são a caução dos títulos de créditos dos associados beneficiados. Instituições SICOOB CECREMGE SICOOB CECREMGE SICOOB CECREMGE Total Taxa 1,10 % a.m 1,10 % a.m 1,40 % a.m Vencimento 30/09/2010 21/10/2010 18/11/2010 2008 R$ 266.858,27 R$ 324.332,12 R$ 338.098,54 R$ 929.288,93 2007 - Total Normal Total Vencido Total Geral Total Líquido * Em Empréstimos estão contidos os valores das Operações Renegociadas. b) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento – operações vincendas (dias): Descrição Empréstimos Até 30 R$3.679,32 De 31 a 60 De 61 a 90 De 91 a 180 + De 180 R$5.954.778,69 Total R$7.141.778,13 R$492.043,09 R$ 235.002,83 R$456.274,20 c) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa de operações de crédito e outros créditos com características de concessão de crédito Descrição Saldo Inicial – 2008/2007 Constituições/Reversões no Exercício Transferência/Reversões para Prejuízo no Exercício Total 2008 (R$ 23.834,24) (R$ 21.672,76) R$ 6.651,19 (R$ 38.855,81) 2007 (R$ 26.568,37) (R$ 16.724,80) R$ 19.458,93 (R$ 23.834,24) 10. OBRIGAÇÕES SOCIAIS E ESTATUTÁRIAS Descrição FATES - Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social Cotas de capital a pagar Total 2008 R$ 65.795,65 R$ 204.569,06 R$ 270.364,71 2007 R$ 96.040,23 R$ 96.040,23 d) Concentração dos Principais Devedores Descrição Maior Devedor 10 Maiores Devedores 50 Maiores Devedores R$ R$ 2008 50.041,74 446.895,92 % Carteira Total 0,71% 6,36% 23,23% R$ R$ R$ 2007 30.641,60 471.113,16 961.011,47 % Carteira Total 0,70% 10,69% 21,79% R$ 1.658.496,78 O FATES é destinado a atividades educacionais, à prestação de assistência aos cooperados, seus familiares e empregados da cooperativa, e é constituído pelo resultado dos atos não-cooperados e 5% das sobras líquidas do exercício, conforme determinação estatutária. A classificação desses valores em conta de passivo segue determinação do plano de contas do COSIF. 5 Continua na página 6 Março de 2009 Informativo Coopserjusmig.indd 5 9/3/2009 09:57:54

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I N F O R M AT IV O Continuação 11. PATRIMÔNIO LÍQUIDO a) Capital social O capital é representado por cotas no valor nominal de R$ 1,00 cada. b) Destinações estatutárias e legais De acordo com o estatuto social da cooperativa e a Lei nº 5.764/71, as sobras líquidas do exercício terão a seguinte destinação: Descrição Sobras líquidas, base de cálculo das destinações Destinações estatutárias: Reserva legal - 10% Fundo de assistência técnica, educacional e social - 5% Sobras à disposição da Assembléia Geral (R$ 74.491,42) (R$ 37.245,71) R$ 633.177,08 (R$ 58.941,11) (R$ 29.470,58) R$ 500.999,57 2008 R$ 744.914,21 2007 R$ 589.411,26 Conselheiro Fiscal Suplente – Marcelo José Rezende dos Santos Conselheiro Fiscal Suplente – Cirene Ferreira de Souza Conselheiro Fiscal Suplente – Nelson Costa Caldeira RESPONSÁVEL PELA ÁREA CONTÁBIL Márcia Cristina Neme Rosa – CRC-MG080762/0-1 PARECER DE AUDITORIA Aos Conselheiros, Diretores e Cooperados da COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS SERVIDORES DA JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS LTDA. – COOPSERJUSMIG Belo Horizonte - MG 1. Examinamos os balanços patrimoniais da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda. levantados em 31 de dezembro de 2008 e de 2007, e as respectivas demonstrações do resultado (sobras ou perdas), das mutações do patrimônio líquido, fluxo de caixa e as notas explicativas correspondentes aos exercícios findos naquelas datas, elaborados sob a responsabilidade de sua administração. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis. 2. Nossos exames foram conduzidos de acordo com as normas de auditoria aplicáveis no Brasil e compreenderam: (a) o planejamento dos trabalhos, considerando a relevância dos saldos, o volume de transações e o sistema contábil e de controles internos da cooperativa; (b) a constatação, com base em testes, das evidências e dos registros que suportam os valores e as informações contábeis divulgados; e (c) a avaliação das práticas e das estimativas contábeis mais representativas adotadas pela administração da cooperativa, bem como da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. 3. Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas, lidas em conjunto com as notas explicativas, representam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda. em 31 de dezembro de 2008, e o resultado de suas operações referentes exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. 4. Anteriormente, auditamos as demonstrações contábeis referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2007, compreendendo o balanço patrimonial e demonstração do resultado (sobras e perdas), sobre as quais emitimos parecer sem ressalva, datado de 07 de março de 2008. Conforme mencionado na nota explicativa 2.k) as práticas contábeis adotadas no Brasil foram alteradas a partir de 1º de janeiro de 2008. As demonstrações contábeis referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2007, apresentadas de forma conjunta com as demonstrações contábeis de 2008, foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil vigentes até 31 de dezembro de 2007. Belo Horizonte, 20 de fevereiro de 2009. A Reserva legal destina-se a reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas Atividades; O Fundo de assistência técnica, educacional e social (FATES) é destinado a atividades educacionais, à prestação de assistência aos cooperados, seus familiares e empregados da cooperativa; e Os resultados decorrentes de atos não cooperativos são destinados ao FATES. Destinação do Resultado - as sobras líquidas de cada exercício, após a constituição do Fundo de Reserva e do Fates, ficam submetidos à deliberação da Assembléia Geral Ordinária. 12. PARTES RELACIONADAS As partes relacionadas existentes são as pessoas físicas que têm autoridade e responsabilidade de planejar, dirigir e controlar as atividades da entidade, inclusive diretores e executivos da cooperativa e membros próximos da família de tais pessoas. As operações são realizadas no contexto das atividades operacionais da Cooperativa e de suas atribuições estabelecidas em regulamentação específica. As operações com tais partes relacionadas não são relevantes no contexto global das operações da cooperativa, e caracterizam-se basicamente por transações financeiras em regime normal de operações, com observância irrestrita das limitações impostas pelas normas do BACEN, tais como movimentação de contas correntes, aplicações e resgates de RDC e operações de crédito. Operações de Crédito R$ 117.768,02 Aplicações Financeiras R$ 187.857,28 % Em relação à Carteira Total 1.65% % Em relação à Carteira Total 6,46% Taxa Média - % 2,09% Taxa Média - % 1,27% Provisão 13. COBERTURA DE SEGUROS Em 31 de dezembro de 2008, os seguros contratados são considerados suficientes pela administração para cobrir eventuais sinistros relacionados à garantia de valores. 14. COMPOSIÇÃO DOS CONSELHOS DE ADMINISTRAÇÃO E FISCAL EM DEZEMBRO DE 2008: DIRETORIA EXECUTIVA Diretor Presidente – Ivo Campos Athayde Diretor Financeiro – Marcelo Ribeiro dos Santos Diretor Administrativo – Edmundo Dantés Patrocínio CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Conselheiro Efetivo – Ivo Campos Athayde Conselheiro Efetivo – Marcelo Ribeiro dos Santos Conselheiro Efetivo – Edmundo Dantés Patrocínio Conselheiro Efetivo – Idalmo Constantino da Silva Conselheiro Efetivo – Silvio Renato de Oliveira Conselheiro Suplente – Abenídio Gandra Conselheiro Suplente – Marco Antônio Mattar CONSELHO FISCAL Conselheiro Fiscal Efetivo – Frederico Wilson Bitencourt Filho Conselheiro Fiscal Efetivo – Olímpio Gonçalves Pimenta Conselheiro Fiscal Efetivo – Flávio Emílio Coelho Lott 6 Rui de Assis Vasconcelos Contador – MG 075505/O-3 CNAI 1915 Júlio César Toledo de Carvalho Contador – MG 069.261/O CNAI 1953 Março de 2009 Informativo Coopserjusmig.indd 6 9/3/2009 09:57:56

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I N F O R M AT IV O Comparação importante Coopserjusmig presente em Congresso Mineiro de Cooperativismo De 3 a 5 de dezembro do ano passado, foi realizado, no Dayrell Minas Hotel, em Belo Horizonte, o V Congresso Mineiro de Cooperativismo. “Promovendo a Gestão Profissionalizada nas Cooperativas” foi o tema da quinta edição do evento, escolhido com base nos trabalhos que vinham sendo desenvolvidos pelo Sistema desde 2006. Paralelamente, foi realizado, no mesmo local, o II Seminário de Responsabilidade Social nas Cooperativas Mineiras. A Coopserjusmig marcou presença nesse Congresso, que foi promovido pelo Sistema Ocemg/ Sescoop-MG. Março de 2009 No V Congresso Mineiro de Cooperativismo, Frederico Wilson Bitencourt Filho (conselheiro fiscal), Edmundo Dantés Patrocínio (diretoradministrativo), Marco Antônio Mattar da Silva (conselheiro suplente), Idalmo Constantino da Silva (conselheiro efetivo), Ivo Campos Athayde (diretor-presidente) e Cláudio Augusto Carvalho de Oliveira (gerente). 7 Informativo Coopserjusmig.indd 7 9/3/2009 09:58:00

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I N F O R M AT IV O Cooperativa presente também no VII Encontro da Abracred A Coopserjusmig marcou presença no VII Encontro da Abracred (Associação Brasileira das Cooperativas de Crédito do Judiciário), que foi realizado no período de 26 a 29 de novembro passado, em Porto de Galinhas, no estado de Pernambuco. Paralelamente ao encontro, houve, no dia 28, a reunião de Gerentes de Cooperativas. Ao final do evento, os participantes decidiram que a capital paraense, Belém, será a sede do próximo Encontro da Abracred, marcado para o período de 17 a 19 de junho deste ano. Os representantes da Coopserjusmig no VII Encontro da Abracred: Idalmo Constantino da Silva (conselheiro efetivo), Ivo Campos Athayde (diretorpresidente), Edmundo Dantés Patrocínio (diretor-administrativo) e Cláudio Augusto Carvalho de Oliveira (gerente) Presença também no II Encontro de Presidentes O diretor-presidente Ivo Campos Athayde representou a Coopserjusmig no II Encontro de Presidentes, promovido pelo SICOOB Central Cecremge, no período de 28 a 31 de outubro de 2008, em Maceió (AL). Contando com cerca de 70 participantes, foram quatro dias de palestras, dinâmicas e atividades interativas, com reflexões e debates sobre negócios, competitividade e assuntos fundamentais ao crescimento cooperativo, além de proposição de estratégias visando a solucionar os desafios do cooperativismo de crédito. Já recebeu a sua agenda/2009? Por meio de seus delegados, ou via Correios, a Coopserjusmig já enviou sua Agenda/2009 a todos os cooperados. A agenda é completa, contendo o estatuto social da Cooperativa e planilha de orçamento doméstico mensal, para auxiliar os cooperados na boa gestão financeira das suas contas pessoais, além das informações sobre os produtos e serviços oferecidos pela instituição. A agenda é acompanhada do guia de convênios, que traz os nomes e endereços dos milhares de estabelecimentos credenciados, empresas de diversas áreas que oferecem aos cooperados produtos e serviços com descontos e condições especiais de pagamento. Caso você não tenha recebido a sua, solicite-a, agora mesmo, na sede da sua Cooperativa. O diretor-presidente da Coopserjusmig, Ivo Campos Athayde, no II Encontro de Presidentes, em Maceió VII Seminário Banco Central sobre Microfinanças No VII Seminário Banco Central sobre Microfinanças, realizado em Belo Horizonte, em 29 de setembro passado, a Cooperativa foi representada pelo presidente Ivo Campos Athayde e pelo gerente Cláudio Augusto Carvalho de Oliveira. As palestras e os debates desse seminário se desenrolaram dentro dos seguintes objetivos: apresentar um panorama da indústria microfinanceira no País, com uma abordagem conceitual e técnico-operacional a respeito; divulgar o resultado das ações já empreendidas nesse campo em nível nacional; apresentar a viabilidade da atividade microfinanceira como opção de investimento a agentes provedores de capital; e mostrar o potencial do segmento no auxílio à inclusão social e ao desenvolvimento do Brasil. Março de 2009 O presidente e o gerente da Coopserjusmig, no Seminário o Banco Central, em BH 8 Capa da Agenda/2009 da Coopserjusmig Informativo Coopserjusmig.indd 8 9/3/2009 09:58:05

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