Relatório Anual 2012 - Sicoob Credjus

 

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Relatório Anual 2012

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Relatório ANUAL 2012 SICOOB 1 RELATÓRIOANUAL

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2 Relatório ANUAL 2012 SICOOB Relatório ANUAL 2012 SICOOB 3 RELATÓRIOANUAL

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4 Relatório ANUAL 2012 SICOOB Relatório ANUAL 2012 SICOOB 5 Conselho de administração Ivo Campos Athayde Diretor-presidente Marco Antônio Mattar da Silva Diretor-financeiro Edmundo Dantés Patrocínio Diretor-administrativo Marcelo Ribeiro dos Santos Conselheiro Efetivo Wilson Ferreira de Melo Conselheiro Efetivo Lúcio de Moura Chaves Conselheiro Suplente Eder Roberto Gomes Conselheiro Suplente Conselho FISCAL Walter Roberto Costa Lima Coordenador do Conselho Olímpio Gonçalves Pimenta Conselheiro Efetivo José Nelson Macedo Conselheiro Efetivo Isaura Amaro Bento Conselheira Suplente Maria de Fátima Magalhães Rocha Conselheira Suplente COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS SERVIDORES DA JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS LTDA. Rua Araguari, 358, salas 603/604, Barro Preto, Belo Horizonte - MG - CEP 30190-110 Tel.: (31) 3295-0461 / Fax: (31) 3295-0478

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6 Relatório ANUAL 2012 SICOOB Relatório ANUAL 2012 SICOOB7 7 Relatório ANUAL 2012 SICOOB edital de convocação assembleia geral ordinária A Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda – SICOOB CREDJUS, CNPJ 04.894.460.0001-61, NIRE Nº 31400043608, por seu Diretor Presidente, Ivo Campos Athayde, no uso das atribuições legais e estatutárias, convoca os 59 (cinquenta e nove) delegados regionais que representarão os 3187 (três mil cento e oitenta e sete) cooperados, para se reunirem em Assembleia Geral Ordinária, a realizar-se na Associação Mineira do Ministério Público - AMMP, sito à Rua dos Timbiras n.º 2928 – Barro Preto - Belo Horizonte - Minas Gerais, no dia 20 de abril de 2013, em vista da pequena dimensão da sede da Cooperativa. Haverá uma primeira convocação, às 14 horas, com a presença de 2/3 (dois terços) do número total dos delegados. Caso não haja número legal para a instalação, ficam desde já, convocados para a segunda convocação, às 15 horas, no mesmo dia e local, com a presença de metade mais 01 (um) do número total dos delegados. Persistindo a falta de “quorum” legal, a Assembleia realizar-se-á, então, no mesmo dia e local, em terceira e última convocação, às 16 horas, com a presença de, no mínimo, 10 (dez) delegados, a fim de deliberarem sobre a seguinte ordem do dia: 1. Prestação de contas do Conselho de Administração, acompanhada do parecer do Conselho Fiscal, relativo ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012 compreendendo: 1.1. Relatório da gestão; 1.2. Balanços dos dois semestres do exercício social; 1.3. Parecer da auditoria independente; 1.4. Demonstrativo das sobras apuradas. Ivo Campos Athayde Diretor Presidente 2. Destinação do resultado do exercício 2012 e definição do valor a ser destinado ao Fundo de Modernização e Desenvolvimento- FMD; 3. Proposta para renovação da vigência do Fundo de Modernização e Desenvolvimento - FMD por mais 03 (três) anos 2014 a 2016. 4. Uso e aplicação do FATES (Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social); 5. Eleição dos membros do Conselho de Administração. O prazo para registro de chapas será de 05 (cinco) dias úteis, após a publicação do edital de convocação. O registro far-se-a junto a Cooperativa em dias úteis e no horário compreendido entre às 09:00 (nove horas) e às 17 horas (dezessete horas). 6. Fixação dos honorários da Diretoria Executiva e valor da cédula de presença para os membros dos Conselhos de Administração e Fiscal. 7. Assuntos de interesse geral, sem caráter deliberativo. Belo Horizonte, 18 de março de 2013. MENSAGEM DO PRESIDENTE Neste ano, assim como nos anteriores, trabalhamos firmemente com foco na busca contínua pela excelência, a fim de melhorarmos, sempre e cada vez mais, nosso atendimento e desempenho operacional. Tudo isso porque nos preocupamos em manter e aprimorar nosso relacionamento com nossos cooperados, que são fundamentais para a funcionalidade de nossa instituição. Este relatório comprova o desenvolvimento do Sicoob Credjus, apoiado pelo comprometimento de nossos colaboradores, diretores e conselheiros. Mais uma vez os números demonstram o fortalecimento da cooperativa. Por isso, agradeço a todos que acreditam, contribuem e impulsionam o Sicoob Credjus a avançar cada vez mais. A você, nosso estimado associado, peço que continue apoiando nossos projetos e campanhas. O seu envolvimento é essencial para que a cooperativa siga em frente, atraindo e beneficiando novos servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais. Contamos com você! Saudações cooperativistas, Ivo Campos Athayde Obs.: Edital publicado no Jornal Hoje em Dia, em 19 de março de 2013, nº 8882, 2“ edição, página 07.

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8 Relatório ANUAL 2012 SICOOB Relatório ANUAL 2012 SICOOB 9 MISSÃO Proporcionar soluções financeiras com o objetivo de satisfazer às expectativas e necessidades econômicas e sociais dos cooperados. PRODUTOS E SERVIÇOS As melhores taxas do mercado O Sicoob Credjus oferece linhas de empréstimos adequadas ao seu perfil e à sua necessidade, para que possa realizar seus sonhos ou para aqueles momentos emergenciais. Conheça as modalidades de empréstimo e faça uma simulação. Empréstimo pessoal: Não possui destinação específica Empréstimo extraordinário: Sua finalidade é o pagamento de despesas como: IPTU; IPVA; DPVAT; taxa de renovação de licenciamento anual de veículo; seguro de automóvel; mensalidades escolares do titular e/ou dependentes legais; nascimento de filho; falecimento de cônjuge ou filhos. Empréstimo emergencial: Essa modalidade é concedida de forma mais rápida, para atender as necessidades de urgência e emergência. Financiamento de produtos e serviços conveniados: Tem como finalidade financiar os serviços e a aquisição de produtos e bens duráveis dos cooperados, junto aos nossos conveniados. Financiamento de antecipação de URV’s: Financiamos aos servidores ativos e inativos do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), a antecipação de URV’s. Trata-se de adiantamento de quantias que lhe são devidas, e somente seriam percebidas em parcelas futuras. OBS.: O número de parcelas e o valor do empréstimo, estão condicionados à Margem Consignável, informada pelo Tribunal de Justiça. Linhas de crédito VISÃO Ser referência em instituição financeira que propicia, de forma eficiente, segurança, transparência e as melhores soluções econômico-financeiras. seja, será realizada a migração das operações financeiras de diferentes instituições para a cooperativa. Veja as vantagens oferecidas nessa operação: • Taxas de juros reduzidas; • Parte dos juros pagos retornam através da distribuição de sobras anuais; • Prazos ampliados; • Negociação transparente e sem burocracia; • E o melhor, as suas dívidas migram das mãos dos banqueiros para a cooperativa da qual você é um dos donos. INVESTIMENTOS Invista seus recursos no Sicoob Credjus e garanta ótima rentabilidade e total segurança! VALORES • • • • • • • • Democracia; Ética; Excelência no atendimento; Igualdade; Respeito, Responsabilidade Social; Transparência; Sigilo e confidencialidade nos negócios. RDC-PÓS CDI Com o intuito de estimular o hábito de poupança dos cooperados, o Sicoob Credjus oferece o RDC - PÓS CDI, que possui excelente rentabilidade aliada à segurança. O RDC - PÓS CDI tem como principal característica, manter as taxas de remuneração vinculadas às oscilações da economia do país. APLIC-COOP É uma aplicação financeira mensal programada, com desconto direto na folha de pagamento. Vantagens Rentabilidade: Superior a praticada no mercado financeiro; Segurança: O Sicoob Credjus é uma instituição financeira sólida e regulamentada pelo Banco Central do Brasil; Comodidade: A aplicação é debitada diretamente em folha de pagamento; Flexibilidade: Após 30 dias, há possibilidade de resgate parcial ou total antecipado ao prazo estabelecido, sem a perda do rendimento; COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS SERVIDORES DA JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS LTDA. 8h às 18h Atendimento: RECOMPRA DE DÍVIDAS No Sicoob Credjus, você pode renegociar suas dívidas de outras instituições financeiras, ou Segunda à Sexta-feira / 8h às 18h

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10 Relatório ANUAL 2012 SICOOB RelatórioANUAL 11 ANUAL2012 Relatório 2012 SICOOB SICOOB 11 Diferencial: O investimento está sendo feito na cooperativa da qual você é um dos donos; Oportunidade: Maior participação nas sobras, ‘’lucros’’, anualmente distribuídos, de acordo com a decisão da Assembleia Geral Ordinária. DIA C O SICOOB CREDJUS PRATICA SOLIDARIEDADE vANTAGENS E DIFERENCIAIS EXCLUSIVOS • • O cooperado é dono e cliente da cooperativa; Tranquilidade em saber que é uma instituição administrada pelos próprios cooperados; Qualidade no atendimento; Participação nos resultados (sobras); Aumento indireto de seu poder aquisitivo; • • • • Operações de empréstimo com as menores taxas do mercado; Não cobramos taxas de abertura de crédito ou cadastro; Aplicações financeiras com remuneração superior ao mercado; Diversos convênios, tais como: seguro de vida, veículos, residência, médicos, dentistas, advogados, além de variados estabelecimentos comerciais. • • • COOPERATIVA x BANCO SOCIEDADE COOPERATIVISTA • • • • • • • • • • • • • O principal é a PESSOA; O cooperado é o DONO e USUÁRIO do negócio; Cada pessoa tem UM VOTO na Assembleia; O controle é DEMOCRÁTICO; É uma SOCIEDADE DE PESSOAS que funciona democraticamente; As quotas de capital NÃO PODEM ser transferidas a terceiros; Defende PREÇOS JUSTOS; A cooperativa AFASTA o intermediário; Os resultados (sobras) retornam aos cooperados proporcionalmente às SUAS OPERAÇÕES; ABERTA à participação de novos cooperados; VALORIZA O TRABALHADOR e suas condições de trabalho e de vida; Promove a INTEGRAÇÃO entre as demais cooperativas; O compromisso é EDUCATIVO, SOCIAL e ECONÔMICO. • • • • • • • • • • • • • SOCIEDADE MERCANTIL O principal é o CAPITAL; Os SÓCIOS vendem seus produtos e serviços a seus clientes; Cada AÇÃO ou QUOTA conta um voto na Assembleia; O controle é FINANCEIRO; É uma SOCIEDADE DE CAPITAL que funciona hierarquicamente; As quotas PODEM ser transferidas a terceiros; Defende o MAIOR PREÇO possível; São, muitas vezes, os PRÓPRIOS intermediários; Os dividendos retornam aos sócios proporcionalmente ao NÚMERO DE AÇÕES; LIMITA, por vezes, a quantidade de acionistas; CONTRATA O TRABALHADOR como força de trabalho; Promove a CONCORRÊNCIA entre as sociedades; O compromisso é FINANCEIRO e ECONÔMICO. O Sicoob Credjus incentiva e apoia ações que contribuem efetivamente para a inclusão e para o bem-estar social. Por isso, participa do Dia de Cooperar (Dia C), iniciativa do Sistema Ocemg, que tem o objetivo de promover e estimular ações voluntárias de solidariedade cooperativista. Desde 2009, as cooperativas mineiras realizam ações diversificadas no estado, beneficiando a sociedade. Dia 1º de setembro de 2012, data reservada para as atividades do ano passado, dirigentes, colaboradores e cooperados do Sicoob Credjus visitaram o Lar Dona Paula, asilo que abriga 56 idosas. Fundado em 1979, o Lar Dona Paula recebe mulheres com idade a partir de 60 anos que estão desvinculadas de suas famílias. A maioria das abrigadas não recebe visitas, e muitas foram abandonadas pelos familiares. Além de arrecadar itens de higiene pessoal, fraldas geriátricas e alimentos para atender as necessidades do Lar, a ação da cooperativa no Dia de Cooperar foi uma oportunidade para trocar carinho, atenção e afeto. Faça parte do movimento de solidariedade que tem favorecido milhares de mineiros. Fique atento às ações do Sicoob Credjus e contribua para o desenvolvimento social de Minas Gerais.

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12 Relatório ANUAL 2012 SICOOB Relatório ANUAL 2012 SICOOB 13 rELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO 4. Captação As captações, no total de R$ 6.270.561,99, apresentaram uma evolução em relação ao exercício anterior de 33,70 %. As captações encontravam-se assim distribuídas: Depósitos à vista R$ 6.270.561,99 100% Submetemos à apreciação de V.S.as, as Demonstrações Contábeis do exercício de 2012 da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CREDJUS, na forma da Legislação em vigor. 1. Política Operacional Em 2012 o SICOOB CREDJUS completou 10 (dez) anos mantendo sua vocação de instituição voltada para fomentar o crédito para seu público alvo, os cooperados. A atuação junto aos seus cooperados se dá principalmente através da concessão de empréstimos e captação de depósitos. 2. Avaliação de Resultados No exercício de 2012, o SICOOB CREDJUS obteve um resultado bruto de R$ 1.320.630,37, deste valor foi realizada a provisão no montante de R$ 413.101,87 para pagamento de juros ao capital, perfazendo assim um resultado de R$ 907.528,50, antes das transferências legais e estatutárias para o FATES e Fundo de Reserva, representando um retorno anual sobre o Patrimônio Líquido de cerca de 9,42%. 3. Ativos Os recursos depositados na Centralização Financeira somaram R$ 4.754.298,06 por sua vez a carteira de créditos representava R$ 11.689.307,88 A carteira de crédito encontrava-se assim distribuída: Carteira de empréstimos R$ 11.689.307,88 100% Os Vinte Maiores Depositantes representavam na data-base de 31/12/2012 o percentual de 47,37% da captação, no montante de R$ 2.970.084,92. 5. Patrimônio de Referência O Patrimônio de Referência do SICOOB CREDJUS era de R$ 9.636.100,51 O quadro de associados era composto por 3.175 (Três mil cento e setenta e cinco) Cooperados, havendo um decréscimo de 0,92% em relação ao exercício anterior. 6. Política de Crédito A concessão de crédito está pautada em prévia análise do propenso tomador, havendo limites de alçadas pré-estabelecidos a serem observados e cumpridos, cercando ainda a Singular de todas as consultas cadastrais e com análise do Associado através do “RATING” (avaliação por pontos), buscando assim garantir ao máximo a liquidez das operações. O SICOOB CREDJUS adota a política de classificação de crédito de sua carteira de acordo com as diretrizes estabelecidas na Resolução CMN nº. 2.682, havendo uma concentração de 99,75% nos níveis de “A” a “C”. 7. Governança Corporativa Os Vinte Maiores Devedores representavam na data-base de 31/12/2012 o percentual de 12,09% da carteira, no montante de R$ 1.413.130,99. Governança corporativa é o conjunto de meca-

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14 Relatório ANUAL 2012 SICOOB Relatório ANUAL 2012 SICOOB 15 nismos e controles, internos e externos, que permitem aos associados definir e assegurar a execução dos objetivos da cooperativa, garantindo a sua continuidade, os princípios cooperativistas ou, simplesmente, a adoção de boas práticas de gestão. Nesse sentido, a administração da Cooperativa tem na assembleia geral, que é a reunião de todos os associados, o poder maior de decisão. A gestão da Cooperativa está alicerçada em papéis definidos, com clara separação de funções. Cabem ao Conselho de Administração as decisões estratégicas e à Diretoria Executiva, a gestão dos negócios da Cooperativa no seu dia a dia. A Cooperativa possui ainda um Agente de Controles Internos, supervisionado diretamente pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE, que, por sua vez, faz as auditorias internas. Os balanços da Cooperativa são auditados por auditor externo, que emite relatórios, levados ao conhecimento dos Conselhos e da Diretoria. Todos esses processos são acompanhados e fiscalizados pelo Banco Central do Brasil, órgão ao qual cabe a competência de fiscalizar a Cooperativa. Tendo em vista o risco que envolve a intermediação financeira, a Cooperativa adota ferramentas de gestão. Para exemplificar, na concessão de crédito, a Cooperativa adota o Manual de Crédito, aprovado, como muitos outros manuais, pela confederação SICOOB e homologado pela Central. Além do Estatuto Social, são adotados regimentos e regulamentos, entre os quais destacamos o Regimento Interno, o Regimento do Conselho de Administração, o Regimento do Conselho Fiscal e o Regulamento Eleitoral. A Cooperativa adota procedimentos para cumprir todas as normas contábeis e fiscais, além de ter uma política de remuneração de seus empregados dentro de um plano de cargos e salários que contempla a remuneração adequada, a separação de funções e o gerenciamento do desempenho de todo o seu quadro funcional. Todos esses mecanismos de controle, além de necessários, são fundamentais para levar aos associados e à sociedade em geral a transparência da gestão e de todas as atividades desenvolvidas pela instituição. 8. Conselho Fiscal A reclamação foi considerada procedente e resolvida dentro dos prazos legais, com o tempo de análise e resposta em 1 (um dia), sendo a mesma de maneira satisfatória para as partes envolvidas, em perfeito acordo com o previsto na legislação vigente. 11. a. Gerenciamento de Risco Risco operacional coob Central Cecremge. Para as situações de risco identificadas são estabelecidos planos de ação, com a aprovação da Diretoria Executiva, que são registrados em sistema próprio para acompanhamento pelo Agente de Controles Internos e Riscos (ACIR). Não obstante a centralização do gerenciamento do risco operacional, a Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CREDJUS possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos sendo proporcional à dimensão da exposição ao risco operacional. b. Risco de mercado e de liquidez Eleito na A.G.O/2011, com mandato até a A.G.O de 2014, o Conselho Fiscal tem função complementar à do Conselho de Administração. Sua responsabilidade é verificar de forma sistemática os atos da administração da Cooperativa, bem como validar seus balancetes mensais e seu balanço patrimonial anual. Está previsto que todos os membros efetivos e suplentes do Conselho Fiscal participem de cursos de formação a ser ministrado pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE, com o objetivo de detalhar as responsabilidades dos conselheiros fiscais e as formas de exercê-las. 9. Código de Ética O gerenciamento do risco operacional da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CREDJUS objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco operacional, por meio da adoção de boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN nº. 3.380/06. Conforme preceitua o art. 11 da Resolução CMN nº. 3.721/09, a Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CREDJUS aderiu à estrutura única de gestão do risco operacional do Sicoob, centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. - Sicoob Confederação, a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob. com.br. O processo de gerenciamento do risco operacional do Sicoob consiste na avaliação qualitativa dos riscos objetivando a melhoria contínua dos processos. O uso da Lista de Verificação de Conformidade (LVC) tem por objetivo identificar situações de risco de não conformidade, que após identificadas são cadastradas no Sistema de Controles Internos e Riscos Operacionais (Scir). As informações cadastradas no Sistema de Controles Internos e Riscos Operacionais (Scir) são mantidas em banco de dados fornecido pelo Sicoob Confederação. A documentação que evidencia a efetividade, a tempestividade e a conformidade das ações para tratamento dos riscos operacionais, bem como as informações referentes às perdas associadas ao risco operacional são registradas e mantidas em cada entidade do Sicoob, sob a supervisão da respectiva entidade auditora Si- Todos os integrantes da equipe do SICOOB CREDJUS aderiram, em 2012 por meio de compromisso firmado, ao Código de Ética e de Conduta Profissional proposto pela Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO. A partir de então, todos os novos funcionários, ao ingressar na Cooperativa, assumem o mesmo compromisso. 10. Sistema de Ouvidoria O gerenciamento do risco de mercado da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CREDJUS objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco de mercado, por meio das boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN nº. 3.464/07. Conforme preceitua o art. 11 da Resolução CMN nº. 3.721/09, a Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CREDJUS aderiu à estrutura única de gestão do risco de mercado do Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www. sicoob.com.br. No gerenciamento do risco de mercado são adotados procedimentos padronizados de identificação de fatores de risco, de classificação da carteira em e não negociação (banking), de mensuração do risco de mercado, de estabelecimento de limites de risco, de testes de stress e de aderência do modelo de mensuração de risco (backtesting). Não obstante a centralização do gerenciamento do risco de mercado, a Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CREDJUS possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos pro- A Ouvidoria, constituída em 2007 representou um importante avanço a serviço dos cooperados, dispõe de diretor responsável pela área e de um Ouvidor. Atende às manifestações recebidas por meio do Sistema de Ouvidoria do SICOOB, composto por sistema tecnológico específico, atendimento via DDD 0800 e sítio na internet integrado com o sistema informatizado de ouvidoria tendo a atribuição de assegurar o cumprimento das normas relacionadas aos direitos dos usuários de nossos produtos, além de atuar como canal de comunicação com os nossos associados e integrantes das comunidades onde estamos presentes. No exercício de 2012, a Ouvidoria do SICOOB CREDJUS registrou 1 (uma) manifestação de cooperado sobre o resgate de quotas de capital e o encerramento de sua participação na Cooperativa.

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16 Relatório ANUAL 2012 SICOOB Relatório ANUAL 2012 SICOOB 17 dutos e serviços oferecidos sendo proporcional à dimensão da exposição ao risco de mercado da Entidade. c. Risco de crédito O gerenciamento de risco de crédito da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CREDJUS objetiva garantir a aderência às normas vigentes, maximizar o uso do capital e minimizar os riscos envolvidos nos negócios de crédito por meio das boas práticas de gestão de riscos. Conforme preceitua o art. 10 da Resolução CMN nº. 3.721/09, a Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CREDJUS aderiu à estrutura única de gestão do risco de crédito do Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. Compete ao gestor a padronização de processos, de metodologias de análises de risco de clientes e de operações, de criação e de manutenção de política única de risco de crédito para o Sicoob, além do monitoramento das carteiras de crédito das cooperativas. Não obstante a centralização do gerenciamento de risco de crédito, a Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CREDJUS possui estrutura compatível com a natureza das operações, com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos sendo proporcional à dimensão da exposição ao risco de crédito da entidade. d. Gerenciamento de capital to Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda. - SICOOB CREDJUS aderiu à estrutura única de gerenciamento de capital do Sicoob, centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. (Sicoob Confederação), a qual encontra-se evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. O gerenciamento de capital centralizado consiste em um processo contínuo de monitoramento do capital, e é realizado pelas entidades do Sicoob com objetivo de: a. avaliar a necessidade de capital para fazer face aos riscos a que as entidades do Sicoob estão sujeitas; b. planejar metas e necessidade de capital, considerando os objetivos estratégicos das entidades do Sicoob; c. adotar postura prospectiva, antecipando a necessidade de capital decorrente de possíveis mudanças nas condições de mercado. Adicionalmente, são realizadas também simulações de eventos severos em condições extremas de mercado, com a consequente avaliação de seus impactos no capital das entidades do Sicoob. Agradecimentos Agradecemos aos nossos Associados pela preferência e confiança e aos funcionários e colaboradores pela dedicação. Belo Horizonte - MG, 14 de março de 2013. Ivo Campos Athayde Diretor-presidente Edmundo Dantés Patrocínio Diretor-administrativo Wilson Ferreira de Melo Conselheiro administrativo Marco Antônio Mattar da Silva Diretor-financeiro Marcelo Ribeiro dos Santos Conselheiro administrativo Lúcio de Moura Chaves Conselheiro administrativo BALANÇOS PATRIMONIAIS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E DE 2011 Ativo EM REAIS ATIVO Circulante Disponibilidades Relações Interfinanceiras (Nota 4) Operações de Crédito (Nota 5) Outros Créditos (Nota 6) 31/12/2012 16.482.138,60 73.558,53 4.754.298,06 11.597.244,20 57.037,81 477.950,57 Investimentos (Nota 7) Imobilizado em Uso (Nota 8) Diferido (Nota 9) Intangível (Nota 10) TOTAL 453.535,90 21.426,84 2.987,83 16.960.089,17 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis 31/12/2011 13.382.692,88 73.437,31 3.115.542,43 9.600.586,37 593.126,77 353.565,32 325.373,29 22.198,32 1.346,40 4.647,31 13.736.258,20 Passivo EM REAIS PASSIVO Circulante Depósitos (Nota 11) Depósito a Prazo Outras Obrigações (Notas 12) Cob. e Arrec. de Trib. e Assemelhados Sociais e Estatutárias Fiscais e Previdenciárias Diversas 31/12/2012 7.323.988,66 6.270.561,99 6.270.561,99 1.053.426,67 454,05 920.807,58 27.660,60 104.504,44 31/12/2011 5.741.392,89 4.689.987,79 4.689.987,79 1.051.405,10 903.458,25 32.837,03 115.109,82 Patrimônio Líquido (Nota 14) Capital Social Reserva de Sobras Sobras Acumuladas TOTAL 9.636.100,51 7.565.419,44 1.390.812,31 679.868,76 16.960.089,17 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis 7.994.865,31 6.429.281,51 1.000.059,46 565.524,34 13.736.258,20 A estrutura de gerenciamento de capital da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda. - SICOOB CREDJUS objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco de insuficiência de capital para fazer face aos riscos em que a entidade está exposta, por meio das boas práticas de gestão de capital, na forma instruída na Resolução CMN 3.988/2011. Conforme preceitua o artigo 9 da Resolução CMN 3.988/2011, a Cooperativa de Economia e Crédi- Márcia Cristina Neme Rosa Contadora – CRC nº.: 080762-0

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18 Relatório ANUAL 2012 SICOOB Relatório ANUAL 2012 SICOOB 19 Demonstrações de sobras ou perdas para o semestre e exercício findo em 31 de dezembro de 2012 e para o exercício findo em 31 de dezembro de 2011 EM REAIS DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARA o semestre e EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 e para o exercício findo em 31 de dezembro de 2011 2º SEMESTRE 2012 INGRESSOS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA Operações de Crédito Resultado de Operações com Tít. e Valores Mobil. e Instr. Financeiros DISPÊNDIOS DA INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA Operações de Captação no Mercado Operações de Empréstimos, Cessões e Repasses Provisão para Operações de Créditos RESULTADO BRUTO INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA OUTROS INGRESSOS/REC. (DISPÊNDIOS/DESP.) OPERACIONAIS Ingressos/Receitas de Prestação de Serviços Dispêndios/Despesas de Pessoal Outros Dispêndios/Despesas Administrativas Dispêndios/Despesas Tributárias Outros Ingressos/Rendas Operacionais Ingressos de Depósitos Intercooperativos Outros Dispêndios/Despesas Operacionais RESULTADO OPERACIONAL RESULTADO NÃO OPERACIONAL RESULTADO ANTES DA TRIBUTAÇÃO IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL RESULTADO ANTES DAS PARTICIPAÇÕES 1.217.473,40 1.217.466,11 7,29 2012 2.390.427,10 2.390.419,81 7,29 2011 2.216.251,46 2.216.251,46 Eventos Saldo em 31/12/10 Destinação de Sobras Exercício Anterior Constituição de Reservas 250.000,00 306.646,72 1.205.931,69 (723.522,98) (6.828,28) 6.828,28 1.172.092,43 (470.263,68) 442.485,73 (66.373,77) (2.766,93) (250.000,00) (306.646,72) 1.205.931,69 (723.522,98) 1.172.092,43 (470.263,68) 442.485,73 (66.373,77) (2.766,93) 70.182,88 6.429.281,51 606.887,74 393.171,72 (70.182,88) (70.182,88) 565.524,34 (70.182,88) 7.994.865,31 Ao Capital Movimentação de Capital Por Subscrição/Realização Por Devolução ( - ) Reversões de Reservas Sobras ou Perdas Líquidas Remuneração de Juros ao Capital Provisão de Juros ao Capital Subscrição do Juros ao Capital IRRF sobre Juros ao Capital FATES - Atos Não Cooperativos (Nota 15) Destinação das Sobras aos fundos obrigatórios . Fundo de Reserva .FATES Saldos em 31/12/11 Destinação de Sobras Exercício Anterior (Nota 14 - d) Capital Capital Subscrito 5.264.114,12 Capital a realizar Reservas de Sobras Legal 536.704,86 Expansão 150.000,00 Sobras ou Perdas Acumuladas 556.646,72 EM REAIS (253.941,26) (219.046,56) (34.894,70) 963.532,14 (283.537,57) (471.397,50) (453.710,03) (17.687,47) 1.919.029,60 (603.107,63) (493.846,48) (445.733,91) (18.788,97) (29.323,60) 1.722.404,98 (548.697,82) Totais 6.507.465,70 10.213,37 (304.014,46) (209.363,08) (2.249,93) 59.298,36 162.672,98 (94,81) 679.994,57 2.222,22 682.216,79 (1.729,80) 680.486,99 21.197,67 (548.363,83) (503.453,01) (4.183,65) 103.033,33 328.756,67 (94,81) 1.315.921,97 9.520,94 1.325.442,91 (4.812,54) 1.320.630,37 18.491,88 (434.660,01) (365.118,26) (3.621,53) 332,65 235.877,45 (0,00) 1.173.707,16 (56,39) 1.173.650,77 (1.558,34) 1.172.092,43 FATES Reserva Legal RESULTADO ANTES DA PROVISÃO JUROS AO CAPITAL JUROS AO CAPITAL SOBRAS LÍQUIDAS DO EXERCÍCIO 680.486,99 (136.906,89) (90.752,85) 1.092.970,63 (72.949,81) (70.182,88) 1.028.959,74 (168.864,32) 511.622,67 (413.101,87) 679.868,76 (470.263,68) 558.696,06 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis

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20 Relatório ANUAL 2012 SICOOB Relatório ANUAL 2012 SICOOB 21 Constituição de Reservas Ao Capital Movimentação de Capital: Por Subscrição/Realização Por Devolução ( - ) Sobras ou Perdas Líquidas Remuneração de Juros ao Capital Provisão de Juros ao Capital Subscrição do Juros ao Capital IRRF sobre Juros ao Capital FATES - Atos Não Cooperativos (Nota 15) Destinação das Sobras aos fundos obrigatórios . Fundo de Reserva .FATES Saldos em 31/12/12 Saldos em 30/06/12 Movimentação de Capital Por Subscrição/Realização Por Devolução (-) Sobras ou Perdas Líquidas Remuneração de Juros ao Capital Provisão de Juros ao Capital FATES - Atos Não Cooperativos Destinação das Sobras aos fundos obrigatórios Fundo de Reserva FATES Saldos em 31/12/12 7.565.419,44 697.640,59 90.752,85 469.204,96 314.479,32 7.565.419,44 7.410.683,80 697.640,59 606.887,74 90.752,85 470.263,68 (70.540,45) 1.194.743,80 (723.853,44) 265.524,34 300.000,00 (300.000,00) (265.524,34) 1.194.743,80 (723.853,44) DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA PARA O SEMESTRE E EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 E PARA O EXERCÍCIO FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2011 EM REAIS DESCRIÇÃO Atividades Operacionais Sobras/Perdas do Exercício 682.216,79 1.325.442,91 1.173.650,77 2º SEMESTRE 2012 31/12/2012 31/12/2011 1.320.630,37 1.320.630,37 (413.101,87) (413.101,87) 470.263,68 (70.540,45) IRPJ / CSLL Provisão para Operações de Crédito Provisão de Juros ao Capital Depreciações e Amortizações Aumento (redução) em ativos operacionais (1.729,80) (34.894,70) (168.864,32) 3.775,62 480.503,59 (4.812,54) (13.926,33) (413.101,87) 9.184,28 902.786,45 (1.558,34) (23.964,63) (470.263,68) 10.730,88 688.595,00 (777,61) (777,61) - (90.752,85) (136.129,28) 693.171,72 693.171,72 679.868,76 395.905,83 (136.129,28) 9.636.100,51 9.106.659,09 Operações de Crédito Outros Créditos Outros Valores e Bens Aumento (redução) em passivos operacionais Depósitos a Prazo Outras Obrigações Caixa Líquído Aplicado em Atividades Operacionais 741.187,13 434.105,88 930.005,52 1.580.574,20 2.021,57 1.038.739,68 1.180.227,78 80.779,12 731.540,90 (1.281.295,56) 550.992,48 4.512,00 (1.982.731,50) 536.088,96 (1.094.441,75) (123.619,25) 469.204,96 314.479,32 680.486,99 680.486,99 (168.864,32) (777,61) (168.864,32) (777,61) - Atividades de Investimentos Aplicação no Intangível Inversões em Imobilizado de Uso Inversões em Investimentos Outros Ajustes Caixa Líquido Aplicado / Originado em Investimentos (4.625,01) (53.792,63) 82,09 (58.335,55) (5.489,01) (128.162,61) 82,09 (133.569,53) (1.025,00) (3.109,60) (34.505,42) 56,39 (38.583,63) (90.752,85) (136.129,28) 693.171,72 679.868,76 (136.129,28) 9.636.100,51 As notas explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis

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22 Relatório ANUAL 2012 SICOOB Relatório ANUAL 2012SICOOB 23 23 ANUAL Relatório SICOOB 2012 Aumento por novos aportes de Capital Devolução de Capital à Cooperados FATES - Resultado de Atos Não Cooperativos FATES Sobras Exercício Subscrição do Juros ao Capital IRRF sobre Juros ao Capital Caixa Líquido Aplicado / Originado em Financiamentos Aumento / Redução Líquida das Disponibilidades Modificações em Disponibilidades Líquida No Início do Período No Fim do Período (Nota 3 - c) Variação Líquida das Disponibilidades 469.204,96 (314.479,32) (777,61) (136.129,28) 17.818,75 1.194.743,80 (723.853,44) (777,61) (136.129,28) 470.263,68 (70.540,45) 733.706,70 1.205.931,69 (723.522,98) (2.766,93) (70.182,88) 442.485,73 (66.373,77) 785.570,86 Notas às demonstrações contábeis para os exercícios findos em 31 de dezembro de 2012 e 2011 (EM REAIS) 1. Contexto operacional § 1º No desenvolvimento do objeto social, a Cooperativa deverá adotar programas de uso adequado do crédito, de poupança e de formação educacional dos associados, tendo como base os princípios cooperativistas. § 2º Em todos os aspectos das atividades executadas na Cooperativa devem ser rigorosamente observados os princípios da neutralidade politica e da indiscriminação religiosa, racial e social. 2. Apresentação das demonstrações contábeis As demonstrações contábeis são de responsabilidades da Administração da Cooperativa e foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, consideradas as alterações exigidas pelas Leis nº. 11.638/07 e nº. 11.941/09, adaptadas às peculiaridades da legislação cooperativista e às normas e instruções do Banco Central do Brasil – BACEN, bem como apresentadas conforme o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. Consideram ainda, no que for julgado pertinente e relevante, os pronunciamentos, orientações e as interpretações técnicas emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC, tendo sido aprovadas pela administração em 20/02/2013. Em aderência ao processo de convergência com as normas internacionais de Contabilidade, algumas Normas e suas Interpretações foram emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), as quais serão aplicadas às instituições financeiras quando aprovadas pelo Banco Central do Brasil. Nesse sentido, os Pronunciamentos contábeis já aprovados pelo Banco Central do Brasil são: Resolução 3.566/2008 - Redução ao Valor Recuperável do Ativo (CPC 01), EXPLICATIVAS 889.488,72 1.638.876,85 1.478.528,13 3.938.367,87 4.827.856,59 889.488,72 3.188.979,74 4.827.856,59 1.638.876,85 1.710.451,61 3.188.979,74 1.478.528,13 A Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CREDJUS, é uma cooperativa de crédito singular, instituição financeira não bancária, fundada em 14/03/2002, filiada à Cooperativa Central das Cooperativas de Economia e Crédito do Estado de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CENTRAL CECREMGE e componente da Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO, em conjunto com outras cooperativas singulares e centrais. Tem sua constituição e o funcionamento regulamentados pela Lei nº. 4.595/64, que dispõe sobre a Política e as Instituições Monetárias, Bancárias e Creditícias, pela Lei nº. 5.764/71, que define a Política Nacional do Cooperativismo, pela Lei Complementar nº. 130/09, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e pela Resolução CMN nº. 3.859/10, do Conselho Monetário Nacional, que dispõe sobre a constituição e funcionamento de cooperativas de crédito. A Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CREDJUS tem como atividade preponderante a operação na área creditícia, tendo como finalidade: I. desenvolvimento de programas de poupança, de uso adequado do crédito e de prestação de serviços, praticando todas as operações ativas, passivas e acessórias próprias de cooperativas de crédito; II. prover, através da mutualidade, prestação de serviços financeiros a seus associados; e III. a formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o cooperativismo.

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24 Relatório ANUAL 2012 SICOOB Relatório ANUAL 2012 SICOOB 25 Resolução 3.604/2008 - Fluxo de Caixa (CPC 03), Resolução 3.750/2010 - Divulgação sobre Partes Relacionadas (CPC 05), Resolução 4.007/2011 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro (CPC 23) e Resolução 3.823/2009 – Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes (CPC 25). 3. beis Resumo das principais práticas contá- c) Caixa e equivalentes de caixa Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução CMN nº. 3.604/08, incluem as rubricas caixa, depósitos bancários e as relações interfinanceiras de curto prazo e de alta liquidez, com risco insignificante de mudança de valores e limites, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias. O caixa e equivalente de caixa compreendem: EM REAIS móveis, utensílios e outros equipamentos são demonstrados pelo custo de aquisição, deduzido da depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método linear para baixar o custo de cada ativo a seus valores residuais de acordo com as taxas divulgadas em nota específica abaixo, que levam em consideração a vida útil econômica dos bens. h) Diferido O ativo diferido foi constituído pelas benfeitorias realizadas nas propriedades de terceiros, registrados pelos custos incorridos nas benfeitorias e classificados nessa conta conforme determinação do COSIF. Esses gastos estão sendo amortizados pelo método linear no período de 05 anos. Conforme determinado pela Resolução CMN nº. 3.617/08 devem ser registrados no ativo diferido, exclusivamente, os gastos que contribuirão para o aumento do resultado de mais de um exercício social. Os saldos existentes em setembro de 2008 são mantidos até a sua efetiva realização. i) Intangível Correspondem aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da Cooperativa ou exercidos com essa finalidade. Os ativos intangíveis com vida útil definida são geralmente amortizados de forma linear no decorrer de um período estimado de benefício econômico. Os ativos intangíveis compreendem softwares adquiridos de terceiros e são amortizados ao longo de sua vida útil estimada. j) Ativos contingentes Não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis sobre as quais não cabem mais recursos contrários, caracterizando o ganho como praticamente certo. Os ativos contingentes com probabilidade de êxito provável, quando aplicável, são apenas divulgados em notas explicativas às demonstrações contábeis. k) Demais ativos e passivos São registrados pelo regime de competência, apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidas, até a data do balanço. Os demais passivos são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridas. l) Provisões São reconhecidas quando a cooperativa tem uma obrigação presente legal ou implícita como resultado de eventos passados, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para saldar uma obrigação legal. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. m) Passivos contingentes São reconhecidos contabilmente quando, com base na opinião de assessores jurídicos, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, gerando uma provável saída no futuro de recursos para liquidação das ações, e quando os montantes envolvidos forem mensurados com suficiente segurança. As ações com chance de perda possível são apenas divulgadas em nota explicativa às demonstrações contábeis e as ações com chance remota de perda não são divulgadas. n) Obrigações legais São aquelas que decorrem de um contrato por meio de termos explícitos ou implícitos, de uma lei ou outro instrumento fundamentado em lei, aos quais a Cooperativa tem por diretriz. o) Imposto de renda e contribuição social O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados sobre o resultado apurado em operações consideradas como atos não-cooperativos. O resultado apurado em operações realizadas com cooperados é isento de tributação. p) Segregação em circulante e não circulante Os valores realizáveis e exigíveis com prazos inferiores a 360 dias estão classificados no circulante, e os prazos superiores, no longo prazo (não circulante). q) Valor recuperável de ativos – impairment A redução do valor recuperável dos ativos não a) Apuração do resultado Os ingressos e dispêndios são registrados de acordo com o regime de competência. As operações de crédito com taxas pré-fixadas são registradas pelo valor de resgate, e os ingressos e dispêndios correspondentes ao período futuro são apresentados em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. Os ingressos e dispêndios de natureza financeira são contabilizados pelo critério “pro-rata temporis” e calculados com base no método exponencial, exceto aquelas relativas a títulos descontados, que são calculadas com base no método linear. As operações de crédito com taxas pós-fixadas são atualizadas até a data do balanço. As receitas e despesas são reconhecidas na demonstração de sobras em conformidade com o regime de competência. As receitas com prestação de serviços são reconhecidas na demonstração de sobras ou perdas quando da prestação de serviços a terceiros, substancialmente serviços bancários. Os dispêndios e as despesas e os ingressos e receitas operacionais, são proporcionalizados de acordo com os montantes do ingresso bruto de ato cooperativo e da receita bruta de ato não-cooperativo, quando não identificados com cada atividade. b) Estimativas contábeis Na elaboração das demonstrações contábeis faz-se necessário utilizar estimativas para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. As demonstrações contábeis da Cooperativa incluem, portanto, estimativas referentes à provisão para créditos de liquidação duvidosa, à seleção das vidas úteis dos bens do ativo imobilizado, provisões necessárias para passivos contingentes, entre outros. Os resultados reais podem apresentar variação em relação às estimativas utilizadas. A Cooperativa revisa as estimativas e premissas, no mínimo, semestralmente. 31/12/2012 Caixa e depósitos bancários Relações interfinanceiras – centralização financeira Total 73.558,53 4.754.298,06 4.827.856,59 31/12/2011 73.437,31 3.115.542,43 3.188.979,74 d) Operações de crédito As operações de crédito com encargos financeiros pré-fixados são registradas a valor futuro, retificadas por conta de rendas a apropriar e as operações de crédito pós-fixadas são registradas a valor presente, calculadas “pro rata temporis”, com base na variação dos respectivos indexadores pactuados. e) Provisão para operações de crédito Constituída em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas na realização dos valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes, a experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, além da conjuntura econômica. A Resolução CMN nº. 2.682 introduziu os critérios para classificação das operações de crédito definindo regras para constituição da provisão para operações de crédito, as quais estabelecem nove níveis de risco, de AA (risco mínimo) a H (risco máximo). f ) Investimentos Representados substancialmente por quotas do SICOOB CENTRAL CECREMGE, avaliadas pelo método de custo de aquisição. g) Imobilizado Equipamentos de processamento de dados,

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26 Relatório ANUAL 2012 SICOOB Relatório ANUAL 2012 SICOOB 27 financeiros (impairment) é reconhecida como perda, quando o valor de contabilização de um ativo, exceto outros valores e bens, for maior do que o seu valor recuperável ou de realização. As perdas por “impairment”, quando aplicável, são registradas no resultado do período em que foram identificadas. Em 31 de dezembro de 2012 não existem indícios da necessidade de redução do valor recuperável dos ativos não financeiros. r) Eventos subsequentes Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para a sua emissão. São compostos por: Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das demonstrações contábeis; e Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis. Não houve qualquer evento subsequente para as demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2012. 4. Relações interfinanceiras Referem-se à centralização financeira das disponibilidades líquidas da Cooperativa, depositadas junto ao SICOOB CENTRAL CECREMGE, conforme determinado no art. 37, da Resolução CMN nº. 3.859/10. 5. Operações de crédito a) Composição por tipo de operação, e classificação por nível de risco de acordo com a Resolução CMN nº. 2.682 de 21/12/1999: b) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento (dias): EM REAIS Descrição Empréstimos Até 90 956.497,96 De 91 a 360 10.733.805,57 Acima de 360 Total 11.690.303,53 Total 956.497,96 10.733.805,57 11.690.303,53 Não inclui Adiantamento e Depositantes, Cheque Especial e Conta Garantida. c) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa de operações de crédito e outros créditos com características de concessão de crédito: EM REAIS Descrição Saldo Inicial Constituições/Reversões no período Transferência/Reversões para Prejuízo no período Total 31/12/2012 (78.137,35) 77.090,91 (91.017,24) (92.063,68) 31/12/2011 (54.172,72) 51.640,64 (75.605,27) (78.137,35) d) Concentração dos Principais Devedores: EM REAIS Total em 31/12/2012 9.367.747,18 1.619.022,08 651.159,43 12.673,72 3.316,23 14.384,93 Provisões 31/12/2012 46.883,74 16.190,22 19.534,78 382,91 331,63 1.438,49 Total em 31/12/2011 9.600.974,01 13.436,55 10.754,27 Provisões 31/12/2011 48.004,87 403,10 1.075,43 24.904,95 3.748,99 48.004,87 30.132,48 78.137,35 78.137,35 78.137,35 Descrição Maior Devedor 10 Maiores Devedores 50 Maiores Devedores 31/12/2012 98.150,17 808.377,17 2.863.833,72 % Carteira Total 0,84% 6,92% 24,50% 31/12/2011 50.029,21 489.873,13 2.137.743,41 % Carteira Total 0,52% 5,06% 22,09% Nível / Percentual de Risco / Situação AA A B B C C D D E E F F G G H H 0,5% 1% 1% 3% 3% 10% 10% 30% 30% 50% 50% 70% 70% 100% 100% Total Normal Total Vencido Total Geral Provisões Total Líquido Normal Normal Normal Vencidas Normal Vencidas Normal Vencidas Normal Vencidas Normal Vencidas Normal Vencidas Normal Vencidas Emprést. / Tít. Desc. * 9.367.747,18 1.619.022,08 651.159,43 12.673,72 3.316,23 14.384,93 e) Créditos Baixados Como Prejuízo, Renegociados e Recuperados: EM REAIS Descrição Saldo inicial Valor das operações transferidas no período Valor das operações recuperadas no período Total 31/12/2012 19.645,86 5.082,90 (2.123,88) 22.604,88 31/12/2011 12.690,42 6.955,44 19.645,86 5.190,52 6.723,79 5.190,52 6.723,79 2.595,27 4.706,65 49.809,90 3.748,99 6. Outros créditos: Valores referentes às importâncias devidas a Cooperativa por pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no país, conforme demonstrado: EM REAIS Descrição Rendas a Receber (a) Devedores Diversos (b) Total 31/12/2012 30.704,27 26.333,57 57.037,81 31/12/2011 28.420,21 564.706,56 593.126,77 11.656.968,71 32.339,17 11.689.307,88 92.063,68 11.597.244,20 11.656.968,71 32.339,17 11.689.307,88 92.063,68 11.597.244,20 87.647,02 4.416,67 92.063,68 92.063,68 92.063,68 9.600.974,01 77.749,71 9.678.723,72 78.137,35 9.600.586,38 Em Empréstimos estão contidos os valores das Operações Renegociadas. (a) Em Rendas a Receber estão registrados: receita sobre saldo mantido na Centralização Financeira do SICOOB CENTRAL CECREMGE (R$ 24.335,97), Rendas Diversas a Receber (R$ 3.000,00) e Rendas a Receber s/Comissão de Seguros (R$ 3.368,30);

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28 Relatório ANUAL 2012 SICOOB Relatório ANUAL 2012 SICOOB 29 (b) Em Devedores Diversos refere-se a desconto em folha de pagamento dos cooperados para amortização de empréstimos, capitalização e aplic-coop. 7. Investimentos O saldo é representado por aportes de capital e o recebimento de distribuição de sobras efetuadas pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE e aquisição de ações do BANCOOB e outros investimentos, conforme demonstrado: EM REAIS 10. Intangível Nesta rubrica registram-se os direitos que tenham por objeto os bens incorpóreos, destinados à manutenção da companhia, como as licenças de uso de softwares. EM REAIS de Sobras ou Perdas – DSP e na Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido – DMPL, conforme Carta Circular BACEN nº. 2.739, artigo 3º. das sobras, no percentual de 10%, utilizada para reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas Atividades. c. Reserva de Expansão – Fundo de Modernização e Desenvolvimento Descrição Outros Ativos Intangíveis TOTAL Amortização acumulada TOTAL Taxa de Amortização - 31/12/2012 17.263,78 17.263,78 31/12/2011 17.263,78 17.263,78 (12.616,47) 4.647,31 b) Diversas EM REAIS Descrição Despesas c/Impostos Fiscais e Previdenciárias (a) Outras Despesas Administrativas (b) Total 31/12/2012 27.660,60 31/12/2011 32.837,03 20% (14.275,95) 2.987,83 104.504,44 132.165,04 115.109,82 147.946,85 Descrição Central Cecremge – SICOOB CENTRAL CECREMGE TOTAL 31/12/2012 453.535,90 453.535,90 31/12/2011 325.373,29 325.373,29 O valor registrado na rubrica “Intangível” refere-se a licenças de uso da Fácil Informática Ltda. 11. Depósitos Os depósitos à vista não são remunerados. Os depósitos a prazo recebem encargos financeiros contratados. EM REAIS Representada pelas destinações estatutárias das sobras a ser utilizada para aquisição de imóvel para instalação da sede do SICOOB CREDJUS, obras e instalações, modernização, ampliação dos recursos de TI – Tecnologia da Informação, equipamentos e mobiliários de apoio à administração da cooperativa, promoção e outras afins da cooperativa. O Fundo de Modernização e Desenvolvimento teve inicio na A.G.O de 2010 com o prazo de encerramento até a A.G.O de 2013. Caso haja a necessidade e deliberação da Assembleia Geral ele poderá ser renovado. E se houver saldo remanescente no fundo ao término do encerramento do prazo, o mesmo será destinado automaticamente ao Fundo de Reserva, sem a necessidade de nova deliberação da Assembleia Geral. d. Sobras Acumuladas As sobras são distribuídas e apropriadas conforme Estatuto Social, normas do Banco Central do Brasil e posterior deliberação da Assembleia Geral Ordinária (AGO). Atendendo à instrução do BACEN, por meio da Carta Circular nº. 3.224/06, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – FATES é registrado como exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei nº. 5.764/71. Em Assembleia Geral Ordinária, realizada em 14 de abril de 2012, os cooperados deliberaram que: do valor líquido de R$ 565.524,34 (quinhentos e sessenta e cinco mil, quinhentos e vinte e quatro reais e trinta e quatro centavos) do exercício de 2011, fosse deduzido o valor de R$ 300.000,00 (trezentos mil reais) destinado para o Fundo de Modernização e Desenvolvimento e o restante R$ 265.524,34 (duzentos e sessenta e cinco mil, quinhentos e vinte e quatro reais e trinta e quatro centavos) destinados aos cooperados onde foi aprovado que este fosse rateado proporcionalmente às suas operações com a cooperativa, sendo que 50% do valor foram incorporados na conta de capital social de cada um conforme previsão estatutária do Art. 19. “C” e o restante distribuído em conformidade com a sua opção. 8. Imobilizado de uso Demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado conforme abaixo: EM REAIS a) Refere-se à provisão para pagamento de Impostos e Contribuições e IOF s/empréstimos (R$ 1.378,07), FGTS e INSS (R$ 16.588,67) e IRRF s/ aplicação financeira, IRRF s/folha pagamento, IRRF s/serviços prestados PJ, PIS e COFINS (R$ 9.693,86); b) Refere-se a provisão de pagamentos a efetuar: salários, férias e seus encargos sociais, fornecedores, seguros prestamistas, resgate de aplicação vencida a devolver p/espólio de cooperados falecidos, dentre outros. 13. Instrumentos financeiros Descrição Depósito a Prazo TOTAL 31/12/2012 6.270.561,99 6.270.561,99 31/12/2011 4.689.987,79 4.689.987,79 Descrição Móveis e Equipamentos Sistema de Processamento de Dados TOTAL Depreciação acumulada TOTAL Taxa de Depreciação 10% 31/12/2012 31/12/2011 Informamos que o SICOOB CREDJUS não participa do Fundo Garantidor do SICOOB - FGS. 12. Outras Obrigações a) Sociais e estatutárias 42.629,37 39.379,88 20% 29.500,87 27.482,87 EM REAIS Descrição FATES - Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social Cotas de capital a pagar Provisão de Juros ao capital Total 31/12/2012 136.911,10 370.794,61 413.101,87 920.807,58 31/12/2011 73.011,31 360.183,26 470.263,68 903.458,25 72.130,24 (50.703,40) 21.426,84 66.862,75 (44.664,43) 22.198,32 O SICOOB CREDJUS opera com diversos instrumentos financeiros, com destaque para disponibilidades, relações interfinanceiras, operações de crédito e depósitos a prazo. Os instrumentos financeiros ativos e passivos estão registrados no balanço patrimonial a valores contábeis, os quais se aproximam dos valores justos, conforme critérios mencionados nas correspondentes notas explicativas. 14. Patrimônio líquido a. Capital Social O capital social é representado por cotas-partes no valor nominal de R$ 1,00 cada e integralizado por seus cooperados. De acordo com o Estatuto Social cada cooperado tem direito em um voto, independente do número de suas cotas-partes. b. Reserva Legal Representada pelas destinações estatutárias 9. Diferido Nesta rubrica registram-se as benfeitorias realizadas nas propriedades de terceiros registrados pelos custos incorridos: EM REAIS Descrição Benfeitorias TOTAL Amortização acumulada TOTAL Taxa de Amortização 20% 31/12/2012 13.317,85 13.317,85 (13.317,85) 0,00 31/12/2011 13.317,85 13.317,85 (11.971,45) 1.346,40 O FATES é destinado a atividades educacionais, à prestação de assistência aos cooperados, seus familiares e empregados da cooperativa, sendo constituído pelo resultado dos atos não-cooperados e 15% das sobras líquidas, conforme determinação estatutária. A classificação desses valores em contas passivas segue determinação do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. A Cooperativa provisionou juros ao capital para remunerar o capital dos associados. Os critérios para a provisão obedeceram a Lei Complementar 130, artigo 7º, de 17 de abril de 2009. A referida provisão foi demonstrada na Demonstração

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