Relatório Anual 2014.

 

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.Relatório Anual 2014

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anual Relatório 2014

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Relatório anual 2014

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SUMÁRIO 08 10 12 15 19 23 33 34 36 Mensagem do Presidente Produtos e Serviços Ação Social - Dia C Relatório da Administração Demonstrações Contábeis Notas Explicativas às Demonstrações Contábeis Parecer do Conselho Fiscal Relatório dos Auditores Independentes Gráficos

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Relatório Anual CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO Ivo Campos Athayde Diretor Presidente Marco Antônio Mattar da Silva Diretor Financeiro Marcelo Ribeiro dos Santos Diretor Administrativo Abenídio Gandra Conselheiro Vogal Luís Flávio Alves da Silva Conselheiro Vogal Olímpio Gonçalves Pimenta Conselheiro Vogal Wilson Ferreira de Melo Conselheiro Vogal 2014 Relatório Anual 2014 NORTEADORES MISSÃO VISÃO Proporcionar soluções financeiras com o objetivo de satisfazer às expectativas e necessidades econômicas e sociais dos cooperados. Ser referência em instituição financeira que propicia, de forma eficiente, segurança, transparência e as melhores soluções econômico-financeiras. • • Democracia; Ética; Excelência no atendimento; Igualdade; Respeito; Responsabilidade Social; Transparência; Sigilo e confidencialidade nos negócios. CONSELHO FISCAL Walter Roberto Costa Lima Coordenador do Conselho José Nelson Macedo Conselheiro Fiscal Efetivo Lúcio de Moura Chaves Conselheiro Fiscal Efetivo Bruno Omar Barroso Sperandio Conselheiro Fiscal Suplente Eloi Fabrício Neiva Conselheiro Fiscal Suplente Geraldo Sérgio da Cunha Pinto Conselheiro Fiscal Suplente VALORES • • • • • • COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS SERVIDORES DA JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS LTDA. Atendimento: COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS SERVIDORES DA JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS LTDA. Segunda à Sexta-feira / 8h às 18h SEDE Rua Araguari, 358, salas 603/604, Barro Preto, Belo Horizonte - MG - CEP 30190-110 Tel.: (31) 3295-0461 / Fax: (31) 3295-0478 6 PA - Fórum Lafayette Av. Augusto de Lima, 1549, AL 177 Barro Preto, Belo Horizonte - MG CEP 30190-002 Tel.: (31) 3275-4645 7

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Relatório Anual 2014 Relatório Anual 2014 MENSAGEM DO PRESIDENTE Em 2013, o Sicoob inaugurou 127 novos pontos de atendimento (PA), encerrando o exercício com 2.178 pontos de presença física em 23 estados e no Distrito Federal. Um deles é o PA do Sicoob Credjus, uma conquista que confirma a solidez da cooperativa, melhorando e estreitando ainda mais as relações com seus associados. Com muita satisfação apresentamos mais uma edição do Relatório Anual do Sicoob Credjus. Os números, que demonstram o comprometimento e a seriedade dos trabalhos realizados pela cooperativa, darão solidez ainda maior ao nosso crescimento no futuro. Acreditamos que cada passo, cada percentual e cada conquista são fundamentais para o avanço de nossa instituição, por isso, seguimos focados na busca da excelência, melhorando cada vez mais a prestação de nossos serviços. Não posso deixar de registrar, neste momento, a parceria iniciada com a UnimedBH, para a comercialização de planos de saúde aos cooperados em condições muito atrativas, algo que buscamos há anos, ampliando o nosso portfólio de produtos e serviços, e nos tornando mais uma alternativa em planos de saúde. Outra conquista foi o Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), criado pelo Banco Central para garantir mais proteção aos depósitos dos cooperados no valor de até R$250 mil reais, se igualando ao Fundo Garantidor de Crédito (FGC) do setor bancário. Isso contribui para o fortalecimento da imagem do Sistema Financeiro Cooperativo. A Nossa principal meta para o ano de 2015 é inaugurar nossa sede própria, que está em fase de construção, onde teremos maior estrutura (espaço físico e pessoal) para atender mais e melhor nosso público, sabendo que à medida que a cooperativa vai criando soluções para o associado, como novos produtos e serviços, ela vai se tornando mais atrativa, inclusive para aqueles que não são associados ainda. Isso ocorre porque as necessidades das pessoas, em grande parte, são semelhantes. Agradeço aos cooperados pela confiança depositada, e aos delegados, diretores, conselheiros e funcionários pela ajuda, dedicação e apoio na condução da nossa cooperativa, “criada e administrada por servidores”, o que demonstra que estávamos e continuamos no caminho certo. Diretor Presidente do Sicoob Credjus IVO CAMPOS ATHAYDE 8 9

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Relatório Anual 2014 PRODUTOS E SERVIÇOS • • • • Parte dos juros pagos retornam através da distribuição de sobras anuais; Prazos ampliados; Negociação transparente e sem burocracia; E o melhor, as suas dívidas migram das mãos dos banqueiros para a cooperativa da qual você é um dos donos. Relatório Anual 2014 Diferencial: O investimento está sendo feito na cooperativa da qual você é um dos donos; Oportunidade: Maior participação nas sobras, ‘’lucros’’, anualmente distribuídos, de acordo com a decisão da Assembleia Geral Ordinária. LINHAS DE CRÉDITO AS MELHORES TAXAS DO MERCADO O Sicoob Credjus oferece linhas de empréstimos adequadas ao seu perfil e à sua necessidade, para que possa realizar seus sonhos ou para aqueles momentos emergenciais. Conheça as modalidades de empréstimo e faça uma simulação. Empréstimo pessoal: Não possui destinação específica Empréstimo extraordinário: Sua finalidade é o pagamento de despesas como: IPTU; IPVA; DPVAT; taxa de renovação de licenciamento anual de veículo; seguro de automóvel; mensalidades escolares do titular e/ou dependentes legais; nascimento de filho; falecimento de cônjuge ou filhos. Empréstimo emergencial: Essa modalidade é concedida de forma mais rápida, para atender as necessidades de urgência e emergência. Financiamento de produtos e serviços conveniados: Tem como finalidade financiar os serviços e a aquisição de produtos e bens duráveis dos cooperados, junto aos nossos conveniados. Financiamento de antecipação de URV’s: Financiamos aos servidores ativos e inativos do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), a antecipação de URV’s. Trata-se de adiantamento de quantias que lhe são devidas, e somente seriam percebidas em parcelas futuras. OBS.: O número de parcelas e o valor do empréstimo, estão condicionados à Margem Consignável, informada pelo Tribunal de Justiça. VANTAGENS E DIFERENCIAIS EXCLUSIVOS • • • • • • O cooperado é dono e cliente da cooperativa; Tranquilidade em saber que é uma instituição administrada pelos próprios cooperados; Qualidade no atendimento; • Participação nos resultados (sobras); Aumento indireto de seu poder aquisitivo; Operações de empréstimo com as menores taxas do mercado; Diversos convênios, tais como: seguro de vida, veículos, residência, médicos, dentistas, advogados, planos de saúde, além de variados estabelecimentos comerciais. • • Não cobramos taxas de abertura de crédito ou cadastro; Aplicações financeiras com remuneração superior ao mercado; INVESTIMENTOS Invista seus recursos no Sicoob Credjus e garanta ótima rentabilidade e total segurança. Os investimentos na cooperativa são garantidos em até R$250 mil reais, pelo Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito – FGCoop. RDC-PÓS CDI Com o intuito de estimular o hábito de poupança dos cooperados, o Sicoob Credjus oferece o RDC - PÓS CDI, que possui excelente rentabilidade aliada à segurança. O RDC - PÓS CDI tem como principal característica, manter as taxas de remuneração vinculadas às oscilações da economia do país. COOPERATIVA X BANCO SOCIEDADE COOPERATIVISTA • • • • • • • • • • • • • O principal é a PESSOA; O cooperado é o DONO e USUÁRIO do negócio; Cada pessoa tem UM VOTO na Assembleia; O controle é DEMOCRÁTICO; É uma SOCIEDADE DE PESSOAS que funciona democraticamente; As quotas de capital NÃO PODEM ser transferidas a terceiros; Defende PREÇOS JUSTOS; A cooperativa AFASTA o intermediário; Os resultados (sobras) retornam aos cooperados proporcionalmente às SUAS OPERAÇÕES; ABERTA à participação de novos cooperados; VALORIZA O TRABALHADOR e suas condições de trabalho e de vida; Promove a INTEGRAÇÃO entre as demais cooperativas; O compromisso é EDUCATIVO, SOCIAL e ECONÔMICO. • • • • • • • • • • • • • SOCIEDADE MERCANTIL O principal é o CAPITAL; Os SÓCIOS vendem seus produtos e serviços a seus clientes; Cada AÇÃO ou QUOTA conta um voto na Assembleia; O controle é FINANCEIRO; É uma SOCIEDADE DE CAPITAL que funciona hierarquicamente; As quotas PODEM ser transferidas a terceiros; Defende o MAIOR PREÇO possível; São, muitas vezes, os PRÓPRIOS intermediários; Os dividendos retornam aos sócios proporcionalmente ao NÚMERO DE AÇÕES; LIMITA, por vezes, a quantidade de acionistas; CONTRATA O TRABALHADOR como força de trabalho; Promove a CONCORRÊNCIA entre as sociedades; O compromisso é FINANCEIRO e ECONÔMICO. APLIC-COOP É uma aplicação financeira mensal programada, com desconto direto na folha de pagamento. Vantagens Rentabilidade: Superior a praticada no mercado financeiro; Segurança: O Sicoob Credjus é uma instituição financeira sólida e regulamentada pelo Banco Central do Brasil; Comodidade: A aplicação é debitada diretamente em folha de pagamento; Flexibilidade: Após 30 dias, há possibilidade de resgate parcial ou total antecipado ao prazo estabelecido, sem a perda do rendimento; RECOMPRA DE DÍVIDAS No Sicoob Credjus, você pode renegociar suas dívidas de outras instituições financeiras, ou seja, será realizada a migração das operações financeiras de diferentes instituições para a cooperativa. Veja as vantagens oferecidas nessa operação: • Taxas de juros reduzidas; 10 11

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Relatório Anual 2014 Relatório Anual 2014 ALEGRIA! Dia de Alegria, confraternização, amizade, solidariedade! Assim foi o dia 6 de setembro, data marcada pelo Dia de Cooperar 2014! A ação do Sicoob Credjus no Dia C, reuniu dirigentes, colaboradores e cooperados em uma visita emocionante ao Lar Cristo Rei. Para atender as necessidades do asilo, que abriga 58 idosos, foram doados materiais de higiene pessoal, leite em pó, café e fraldas geriátricas. Ao som de música ao vivo, um lanche de confraternização selou o encontro. “O envolvimento dos cooperados em ações voluntárias é essencial para o resultado transformador que o segmento exerce. Por isso, o Sicoob Credjus se orgulha e estimula cada vez mais o engajamento de seus associados à campanha”, declarou o Diretor Presidente do Sicoob Credjus, Ivo Campos Athayde, reforçando a importância de fazer o bem e de vivenciar a realidade daqueles idosos, que muitas vezes não recebem carinho e atenção dos próprios familiares. Em 2014, mais de 270 cooperativas em centenas de municípios mineiros foram mobilizadas a participar do maior movimento de solidariedade cooperativista. O projeto, implantado em 2009 pelo Sistema Ocemg, já beneficiou milhares de pessoas no estado e despertou o interesse de participação de cooperativas da maioria dos estados brasileiros, promovendo ações de desenvolvimento socioeconômico e ambiental em todo o país. “Há maior alegria em dar do que em receber, porque todo bem semeado ao próximo nos é devolvido em dobro”. Com esta mensagem, o Lar Cristo Rei expressou seu agradecimento à ação do Sicoob Credjus. 12 13

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Relatório Anual 2014 RELATÓRIO DA Senhores Associados, Relatório Anual 2014 ADMINISTRAÇÃO 5. Submetemos à apreciação de V.S.as, as Demonstrações Contábeis do exercício findo em 31/12/2014 da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CREDJUS, na forma da Legislação em vigor. 1. Política Operacional Patrimônio de Referência O Patrimônio de Referência do SICOOB CREDJUS era de R$ 9.833.451,01. O quadro de associados era composto por 3.597 (três mil quinhentos e noventa e sete) cooperados, havendo um acréscimo de 9,97% em relação ao mesmo período do exercício anterior. 6. Política de Crédito Em 2014, o SICOOB CREDJUS completou 12 (doze) anos mantendo sua vocação de instituição voltada para fomentar o crédito para seu público alvo, os cooperados. A atuação junto aos seus cooperados se dá principalmente através da concessão de empréstimos e captação de depósitos. 2. Avaliação de Resultados A concessão de crédito está pautada em prévia análise do propenso tomador, havendo limites de alçadas préestabelecidos a serem observados e cumpridos, cercando ainda a Singular de todas as consultas cadastrais e com análise do Associado através do “RATING” (avaliação por pontos), buscando assim garantir ao máximo a liquidez das operações. O SICOOB CREDJUS adota a política de classificação de crédito de sua carteira de acordo com as diretrizes estabelecidas na Resolução CMN nº. 2.682/99, havendo uma concentração de 99,92% nos níveis de “A” a “C”. 7. Governança Corporativa No exercício de 2014, o SICOOB CREDJUS obteve um resultado de R$ 1.027.065,24, representando um retorno sobre o Patrimônio Líquido de 7,92%. 3. Ativos Os recursos depositados na Centralização Financeira somaram R$ 3.968.675,91. Por sua vez, a carteira de créditos representava R$ 18.460.445,97. Os Vinte Maiores Devedores representavam na database de 31/12/2014 o percentual de 9,81% da carteira, no montante de R$ 1.811.167,86. 4. Captação Governança corporativa é o conjunto de mecaninismos e controles, internos e externos, que permitem aos associados definir e assegurar a execução dos objetivos da cooperativa, garantindo a sua continuidade, os princípios cooperativistas ou, simplesmente, a adoção de boas práticas de gestão. Nesse sentido, a administração da Cooperativa tem na assembleia geral, que é a reunião de todos os associados, o poder maior de decisão. A gestão da Cooperativa está alicerçada em papéis definidos, com clara separação de funções. Cabem ao Conselho de Administração as decisões estratégicas e à Diretoria Executiva, a gestão dos negócios da Cooperativa no seu dia a dia. As captações, no total de R$ 10.171.529,86, apresentaram uma evolução em relação ao mesmo período do exercício anterior de 34,20 %. Os Vinte Maiores Depositantes representavam na database de 31/12/2014 o percentual de 52,95% da captação, no montante de R$ 5.385.607,78. 14 15

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Relatório Anual 2014 Todos os integrantes da equipe do SICOOB CREDJUS aderiram, em 2013, por meio de compromisso firmado, ao Código de Ética e de Conduta Profissional proposto pela Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO. A partir de então, todos os novos funcionários, ao ingressar na Cooperativa, assumem o mesmo compromisso. 10. Sistema de Ouvidoria As contribuições ao FGCoop pelas instituições a ele associadas tiveram início a partir do mês de março de 2014 e recolhidas no prazo estabelecido no § 4º do art. 3º da Circular 3.700, de 06/03/2014. Ainda nos termos de seu estatuto, a governança do Fundo será exercida pela Assembleia Geral, pelo Conselho de Administração e pela Diretoria Executiva, e está estruturada de modo a permitir a efetiva representatividade das associadas, sejam elas cooperativas independentes ou filiadas a sistemas cooperativistas de crédito, sendo o direito de voto proporcional às respectivas contribuições ordinárias. 12. 12.1 Gerenciamento de Risco e de Capital Risco operacional Relatório Anual 2014 A Cooperativa possui ainda um Agente de Controles Internos, supervisionado diretamente pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE, que, por sua vez, faz as auditorias internas. Os balanços da Cooperativa são auditados por auditor externo, que emite relatórios, levados ao conhecimento dos Conselhos e da Diretoria. Todos esses processos são acompanhados e fiscalizados pelo Banco Central do Brasil, órgão ao qual cabe a competência de fiscalizar a Cooperativa. Tendo em vista o risco que envolve a intermediação financeira, a Cooperativa adota ferramentas de gestão. Para exemplificar, na concessão de crédito, a Cooperativa adota o Manual de Crédito, aprovado, como muitos outros manuais, pelo Sicoob Confederação e homologado pela Central. Além do Estatuto Social, são adotados regimentos e regulamentos, entre os quais destacamos o Regimento Interno, o Regimento do Conselho de Administração, o Regimento do Conselho Fiscal, o Regulamento Eleitoral. A Cooperativa adota procedimentos para cumprir todas as normas contábeis e fiscais, além de ter uma política de remuneração de seus empregados e estagiários dentro de um plano de cargos e salários que contempla a remuneração adequada, a separação de funções e o gerenciamento do desempenho de todo o seu quadro funcional. Todos esses mecanismos de controle, além de necessários, são fundamentais para levar aos associados e à sociedade em geral a transparência da gestão e de todas as atividades desenvolvidas pela instituição. 8. Conselho Fiscal auditora (se cooperativa singular, da cooperativa central; se cooperativa central e Bancoob, do Sicoob Confederação). g. Para situações de risco identificadas são estabelecidas planos de ação, com a aprovação da Diretoria Executiva, que são registrados em sistema próprio para acompanhamento pelo Agente de Controles Internos e Riscos (ACIR). h. Não obstante a centralização do gerenciamento do risco operacional, Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CREDJUS possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos e é proporcional à dimensão da exposição ao risco operacional. 12.2 Risco de mercado A Ouvidoria, constituída em 2007 representou um importante avanço a serviço dos cooperados, dispõe de diretor responsável pela área e de um Ouvidor. Atende às manifestações recebidas por meio do Sistema de Ouvidoria do SICOOB, composto por sistema tecnológico específico, atendimento via DDG 0800 e sítio na internet integrado com o sistema informatizado de ouvidoria tendo a atribuição de assegurar o cumprimento das normas relacionadas aos direitos dos usuários de nossos produtos, além de atuar como canal de comunicação com os nossos associados e integrantes das comunidades onde estamos presentes. No exercício de 2014, a Ouvidoria do SICOOB CREDJUS não registrou nenhuma manifestação de cooperados sobre a qualidade dos produtos e serviços oferecidos pela Cooperativa. 11. Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito FGCoop De acordo com seu estatuto, o Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito- FGCoop tem por objeto prestar garantia de créditos nos casos de decretação de intervenção ou de liquidação extrajudicial de instituição associada, até o limite de R$ 250 mil por associado, bem como contratar operações de assistência, de suporte financeiro e de liquidez com essas instituições. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou resolução que estabelece a forma de contribuição das instituições associadas ao Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), ratifica também seu estatuto e regulamento. Conforme previsto na Resolução nº 4.150, de 30.10.2012, esse fundo possui como instituições associadas todas as cooperativas singulares de crédito do Brasil e os bancos cooperativos integrantes do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC). Conforme previsto no artigo 2º da Resolução/CMN nº 4.284, de 05/11/2013, a contribuição mensal ordinária das instituições associadas ao Fundo é de 0,0125%, dos saldos das obrigações garantidas, que abrangem as mesmas modalidades protegidas pelo Fundo Garantidor de Créditos dos bancos, o FGC, ou seja, os depósitos à vista e a prazo, as letras de crédito do agronegócio, entre outros. a. O gerenciamento do risco operacional da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CREDJUS objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco operacional, por meio da adoção de boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN nº 3.380/2006. b. Conforme preceitua o art. 11 da Resolução CMN nº 3.721/2009, a Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CREDJUS aderiu à estrutura única de gestão do risco operacional do Sicoob, centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. - Sicoob Confederação, a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. c. O processo de gerenciamento do risco operacional do Sicoob consiste na avaliação qualitativa dos riscos objetivando a melhoria continua dos processos. d. O uso da lista de verificação de conformidade (LVC) tem por objetividade identificar situações de risco de não conformidade, que após identificadas são cadastradas no sistema de Controles Internos de Riscos Operacionais (Scir). e. As informações cadastradas no sistema de Controles Internos e Riscos Operacionais (Scir) são mantidas em banco de dados fornecidos pelo Sicoob Confederação. f. A documentação que evidencia a efetividade, a tempestividade e a conformidade das ações para tratamento dos riscos operacionais, bem como as informações referentes as perdas associadas ao risco operacional são registradas e mantidas em cada entidade do Sicoob, sob a supervisão da respectiva entidade a. O gerenciamento do risco de mercado da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CREDJUS objetiva garantir a aderência às normas vigentes e minimizar o risco de mercado, por meio das boas práticas de gestão de riscos, na forma instruída na Resolução CMN nº 3.464/2007. b. Conforme preceitua o art. 11º da Resolução CMN nº 3.721/2009, a Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CREDJUS aderiu à estrutura única de gestão do risco de mercado do Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. c. No gerenciamento do risco de mercado são adotados procedimentos padronizados de identificação de fatores de risco, de classificação da carteira de negociação (trading) e não negociação (banking), de mensuração do risco de mercado, de estabelecimento de limites de risco, de testes de estresse e de aderência do modelo de mensuração de risco (backtesting). d. Não obstante a centralização do gerenciamento do risco de mercado e de liquidez, a Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CREDJUS possui estrutura compatível com a natureza das operações, a complexidade dos produtos e serviços oferecidos, sendo proporcional à dimensão da exposição ao risco de mercado da Entidade. 17 Eleito pelo mandato de 03 anos na A.G.O 2014, com mandato até a A.G.O de 2017, o Conselho Fiscal tem função complementar à do Conselho de Administração. Sua responsabilidade é verificar de forma sistemática os atos da administração da Cooperativa, bem como validar seus balancetes mensais e seu balanço patrimonial anual. No exercício de 2014, membros efetivos do Conselho Fiscal participaram de um curso de formação ministrado pelo SICOOB CENTRAL CECREMGE, com o objetivo de detalhar as responsabilidades dos conselheiros fiscais e as formas de exercê-las. 9. 16 Código de Ética

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Relatório Anual 2014 em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. c. O gerenciamento de capital centralizado consiste em um processo continuo de monitoramento do capital, e é realizado pelas entidades do Sicoob com objetivo de: I. Avaliar a necessidade de capital para fazer face aos riscos a que as entidades do Sicoob estão sujeitas; II. Planejar metas e de capital, considerando estratégicos das entidades necessidades os objetivos do Sicoob; Relatório Anual 2014 12.3 Risco de crédito a. O gerenciamento de risco de crédito da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CREDJUS objetiva garantir a aderência às normas vigentes, maximizar o uso do capital e minimizar os riscos envolvidos nos negócios de crédito por meio das boas práticas de gestão de riscos. b. Conforme preceitua o art. 10º da Resolução CMN nº 3.721/2009, a Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CREDJUS aderiu à estrutura única de gestão do risco de crédito do Sicoob, centralizada no Banco Cooperativo do Brasil S.A. (Bancoob), a qual se encontra evidenciada em relatório disponível no sítio www.sicoob.com.br. c. Compete ao gestor a padronização de processos, de metodologias de análises de risco de clientes e de operações, de criação e de manutenção de política única de risco de crédito para o Sicoob, além do monitoramento das carteiras de crédito das cooperativas. d, Não obstante a centralização do gerenciamento de risco de crédito, a Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CREDJUS possui estrutura compatível com a natureza das operações e com a complexidade dos produtos e serviços oferecidos sendo proporcional à dimensão da exposição ao risco de crédito da entidade. 12.4 Gerenciamento de capital ATIVO BALANÇOS PATRIMONIAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 E DE 2013 (VALORES EXPRESSOS EM REAIS - R$) ATIVO Circulante Disponibilidades Relações Interfinanceiras Centralização Financeira - Cooperativas Operações de Crédito Operações de Crédito (Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa) Outros Créditos Rendas a Receber Diversos Permanente Investimentos Outros Investimentos Imobilizado em Uso 8 7 6 5 4 NOTA 31/12/2014 23.370.704,30 92.755,68 3.968.675,91 3.968.675,91 18.242.986,82 18.460.445,97 (217.459,15) 1.066.285,89 42.992,68 1.023.293,21 2.291.200,47 586.150,95 586.150,95 1.703.666,57 1.763.813,32 (60.146,75) 1.382,95 18.463,78 (17.080,83) 13.317,85 (13.317,85) 25.661.904,77 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 31/12/2013 19.522.317,06 59.467,24 3.186.850,00 3.186.850,00 15.483.642,84 15.699.553,29 (215.910,45) 792.356,98 27.488,48 764.868,50 2.129.304,13 463.427,40 463.427,40 1.663.133,87 1.717.758,04 (54.624,17) 2.742,86 18.463,78 (15.720,92) 13.317,85 (13.317,85) 21.651.621,19 III. Adotar postura prospectiva, antecipando a necessidade de capital decorrente de possíveis mudanças nas condições de mercado. d. Adicionalmente, são realizadas também simulações de eventos severos em condições extremas de mercado, com a conseqüente avaliação de seus impactos no capital das entidades do Sicoob. Agradecimentos Agradecemos aos nossos associados pela preferência e confiança e aos funcionários e colaboradores pela dedicação. Belo Horizonte - MG, 25 de fevereiro de 2015. Conselho de Administração e Diretoria Ivo Campos Athayde Diretor Presidente Marco Antônio Mattar da Silva Diretor Financeiro Imóveis de Uso (Depreciações Acumuladas) Intangível Ativos Intangíveis (Amortização Acumulada) Diferido Gastos de Organização e Expansão (Amortização Acumulada) TOTAL DO ATIVO PASSIVO PASSIVO Circulante Depósitos Depósitos a Prazo Obrigações por Empréstimos 10 11 Empréstimos no País - Outras Instituições Outras Obrigações Cobrança e Arrecadação de Tributos e Assemelhados Sociais e Estatutárias Fiscais e Previdenciárias Diversas Patrimônio Líquido Capital Social Reserva de Lucros Sobras Acumuladas TOTAL DO PASSIVO 13 9 NOTA 31/12/2014 12.690.377,66 10.171.529,86 10.171.529,86 1.141.695,36 1.141.695,36 1.377.152,44 145,25 1.198.822,80 38.710,55 139.473,84 12.971.527,11 9.833.451,01 2.386.020,32 752.055,78 25.661.904,77 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 31/12/2013 10.489.810,12 7.579.133,44 7.579.133,44 1.616.914,44 1.616.914,44 1.293.762,24 268,30 1.150.654,42 31.715,85 111.123,67 11.161.811,07 8.588.395,75 790.142,08 1.783.273,24 21.651.621,19 a. A estrutura de gerenciamento de capital da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CREDJUS objetiva garantir a aderência as normas vigentes e minimizar o risco de insuficiência de capital para fazer face aos riscos em que a entidade está exposta, por meio das boas práticas de gestão de capital, na forma instruída da Resolução CMN 3.988/2011. b. Conforme preceitua o artigo 9º da Resolução CMN 3.988/2011, a Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CREDJUS aderiu à estrutura única de gerenciamento de capital do Sicoob, centralizada na Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Ltda. (Sicoob Confederação), a qual se encontra evidenciada 18 Marcelo Ribeiro dos Santos Diretor Administrativo Abenídio Gandra Conselheiro Vogal Wilson Ferreira de Melo Conselheiro Vogal Olímpio Gonçalves Pimenta Conselheiro Vogal Luís Flávio Alves da Silva Conselheiro Vogal 19

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Relatório Anual 2014 DEMONSTRAÇÕES DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO PARA OS EXERCÍCIOS FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 E 2013 (VALORES EXPRESSOS EM REAIS - R$) Eventos Saldos em 31/12/2012 CAPITAL Capital Subscrito 7.565.419,44 Legal 669.330,35 RESERVAS DE SOBRAS Estatutárias 28.310,24 Expansão 693.171,72 Sobras ou Perdas Acumuladas 679.868,76 Totais 9.636.100,51 400.000,00 262.772,69 (400.000,00) (262.772,69) (17.096,07) 1.199.857,07 (790.790,68) (1.093.171,72) 1.093.171,72 1.473.374,06 (548.359,12) 413.101,87 (61.964,64) (3.659,69) 92.501,49 8.588.395,75 8.588.395,75 761.831,84 761.831,84 28.310,24 28.310,24 (92.501,49) (138.752,24) 1.783.273,24 1.783.273,24 (138.752,24) 11.161.811,07 11.161.811,07 DEMONSTRAÇÕES DE SOBRAS OU PERDAS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 E 2013 (VALORES EXPRESSOS EM REAIS - R$) Destinação de Sobras Exercício Anterior: Ao FATES Constituição de Reservas Ao Capital Cotas Capital à Pagar - Ex-associados Movimentações de Capital: Por Subscrição/Realização Por Devolução ( - ) Reversões de Reservas Sobra / Perda Líquida Provisão de Juros ao Capital Próprio Subscrição de Juros ao Capital Próprio IRRF sobre Juros ao Capital Próprio Fates Atos Não Cooperativos Destinação da Sobra do Exercício: Fundo de Reserva FAT E S Saldos em 31/12/2013 Saldos em 31/12/2013 Destinação de Sobras Exercício Anterior: Ao FATES Constituição de Reservas Ao Capital Movimentações de Capital: Por Subscrição/Realização Por Devolução ( - ) (17.096,07) 1.199.857,07 (790.790,68) 1.473.374,06 (548.359,12) 413.101,87 (61.964,64) (3.659,69) NOTA Receitas (Ingressos) da Intermediação Financeira Operações de Crédito Resultado de Operações com Títulos e Valores Mobiliários Despesas (Dispêndios) da Intermediação Financeira Operações de Captação no Mercado Operações de Empréstimos, Cessões e Repasses Provisão para Operações de Créditos Resultado Bruto Intermediação Financeira Outras Receitas / Despesas (Ingressos / Dispêndios) Operacionais Receitas (Ingressos) de Prestação de Serviços Despesas (Dispêndios) de Pessoal Outras Despesas (Dispêndios) Administrativas Despesas (Dispêndios) Tributárias Ingressos de Depósitos Intercooperativos Outras Receitas (Ingressos) Operacionais Outras Despesas (Dispêndios) Operacionais Resultado Operacional Resultado Não Operacional Resultado Antes da Tributação Imposto de Renda sobre Atos Não Cooperativos Contribuição Social sobre Atos Não Cooperativos Sobras / Perdas antes das Destinações Destinações Legais e Estatutárias F.A.T.E.S - Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social Reserva Legal Juros ao Capital Próprio Lucro / Prejuízo (Sobra / Perda) Líquido 15 13.d 5.c 2º SEMESTRE 2014 1.869.119,22 1.869.119,22 (615.689,21) (512.041,73) (99.122,99) (4.524,49) 1.253.430,01 (468.910,18) 17.155,03 (447.019,43) (251.372,50) (3.345,73) 215.093,27 579,18 784.519,83 784.519,83 (1.219,19) (1.219,19) 782.081,45 - 31/12/2014 3.628.388,27 3.628.388,27 (1.104.149,12) (898.941,07) (203.244,02) (1.964,03) 2.524.239,15 (894.546,16) 32.419,53 (841.567,41) (479.896,43) (6.314,02) 369.991,81 30.820,36 1.629.692,99 (146,88) 1.629.546,11 (1.705,28) (1.705,28) 1.626.135,55 (275.009,46) (172.302,94) (102.706,52) 31/12/2013 2.931.123,63 2.931.058,81 64,82 (694.205,51) (541.074,76) (29.283,98) (123.846,77) 2.236.918,12 (761.346,00) 25.237,71 (656.553,57) (392.857,91) (4.986,76) 261.650,48 6.202,05 (38,00) 1.475.572,12 (86,06) 1.475.486,06 (1.056,00) (1.056,00) 1.473.374,06 (234.913,42) (142.411,93) (92.501,49) (548.359,12) 690.101,52 1.493.171,72 290.101,52 1.860.967,66 (906.013,92) 28.310,24 (28.310,24) 1.626.135,55 (599.070,31) (18.243,15) 102.706,52 9.833.451,01 9.730.917,11 666.304,96 (563.771,06) 782.081,45 (284.313,17) (18.243,15) 102.706,52 9.833.451,01 2.386.020,32 (102.706,52) (154.059,79) 752.055,78 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. (1.493.171,72) (290.101,52) 1.860.967,66 (906.013,92) 1.626.135,55 (599.070,31) (18.243,15) Reversões de Reservas Sobra / Perda Líquida Provisão de Juros ao Capital Próprio Fates Atos Não Cooperativos Destinação da Sobra do Exercício: Fundo de Reserva FATES Saldos em 31/12/2014 Saldos em 30/06/2014 Movimentações de Capital: Por Subscrição/Realização Por Devolução ( - ) Sobra / Perda Líquida Provisão de Juros ao Capital Próprio Fates Atos Não Cooperativos Destinação da Sobra do Exercício: Fundo de Reserva FATES Saldos em 31/12/2014 - (599.070,31) 752.055,78 (102.706,52) (154.059,79) (154.059,79) 12.971.527,11 12.543.527,87 666.304,96 (563.771,06) 782.081,45 (284.313,17) (18.243,15) 752.055,78 529.296,96 As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 2.386.020,32 2.283.313,80 (154.059,79) 12.971.527,11 20

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DEMONSTRAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA PARA OS EXERCÍCIOS FINDO EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 E 2013 (VALORES EXPRESSOS EM REAIS - R$) DESCRIÇÃO Atividades Operacionais Sobra / Perda do Exercício Antes da Tributação IRPJ / CSLL Depreciações e Amortizações Provisão para Perda com Operações de Crédito Provisão de Juros ao Capital Próprio 784.519,83 (2.438,38) 3.904,04 4.109,16 (284.313,17) 505.781,48 1.629.546,11 (3.410,56) 8.075,19 1.548,70 (599.070,31) 1.036.689,13 1.475.486,06 (2.112,00) 7.632,68 123.846,77 (548.359,12) 1.056.494,39 2º SEMESTRE 2014 31/12/2014 31/12/2013 Relatório Anual 2014 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS PARA OS EXERCÍCIOS FINDOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2014 E 2013 1. Contexto operacional III. a formação educacional de seus associados, no sentido de fomentar o cooperativismo. § 1º No desenvolvimento do objeto social, a Cooperativa deverá adotar programas de uso adequado do crédito, de poupança e de formação educacional dos associados, tendo como base os princípios cooperativistas. § 2º Em todos os aspectos das atividades executadas na Cooperativa devem ser rigorosamente observados os princípios da neutralidade política e da indiscriminação religiosa, racial e social. 2. Apresentação das demonstrações contábeis Aumento (Redução) em Ativos Operacionais Operações de Crédito Outros Créditos Outros Valores e Bens Aumento (Redução) em Passivos Operacionais Depósitos a Prazo Obrigações por Empréstimos e Repasses Outras Obrigações Caixa Líquido Aplicado em Atividades Operacionais Atividades de Investimentos Aplicação no Diferido Inversões em Imobilizado de Uso Inversões em Investimentos Outros Ajustes (13.279,63) 146,42 (47.541,28) (122.723,55) 293,30 (1.200,00) (1.647.980,80) (9.891,50) 86,06 1.833.862,00 (1.018.668,30) 513.650,32 1.138.381,47 2.592.396,42 (475.219,08) 83.390,20 202.435,08 1.308.571,45 1.616.914,44 240.335,57 (523.248,73) (613.584,88) (87.100,03) 4.440,88 (2.760.892,68) (273.928,91) (4.010.245,41) (735.319,17) - Caixa Líquido Aplicado / Originado em Investimentos (13.133,21) (169.971,53) (1.658.986,24) A Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Minas Gerais Ltda. - SICOOB CREDJUS, é uma cooperativa de crédito singular, instituição financeira não bancária, fundada em 14/02/2002, filiada à Central das Cooperativas de Economia e Crédito do Estado de Minas Gerais Ltda. – SICOOB CENTRAL CECREMGE e componente da Confederação Nacional das Cooperativas do SICOOB – SICOOB CONFEDERAÇÃO, em conjunto com outras cooperativas singulares e centrais. Tem sua constituição e o funcionamento regulamentados pela Lei nº 4.595/64, que dispõe sobre a Política e as Instituições Monetárias, Bancárias e Creditícias, pela Lei nº 5.764/71, que define a Política Nacional do Cooperativismo, pela Lei Complementar nº 130/09, que dispõe sobre o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e pela Resolução CMN nº 3.859/10, do Conselho Monetário Nacional, que dispõe sobre a constituição e funcionamento de cooperativas de crédito. O SICOOB CREDJUS possui Posto de Atendimento (PA) na seguinte localidade: Av. Augusto de Lima nº 1.549 – 1º andar – Sala AL 177 – Barro Preto – Belo Horizonte – MG. A Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores da Justiça do Estado de Gerais Ltda. SICOOB CREDJUS tem como atividade preponderante a operação na área creditícia, tendo como finalidade: I. desenvolvimento de programas de poupança, de uso adequado do crédito e de prestação de serviços, praticando todas as operações ativas, passivas e acessórias próprias de cooperativas de crédito; II. prover, através da mutualidade, prestação de serviços financeiros a seus associados; e Atividades de Financiamentos Aumento por Aportes de Capital Devolução de Capital à Cooperados FATES - Resultado de Atos Não Cooperativos FATES - Sobra Exercício Subscrição do Juros ao Capital Próprio IRRF sobre Juros ao Capital Próprio 666.304,96 (563.771,06) (18.243,15) (154.059,79) 1.860.967,66 (906.013,92) (18.243,15) (154.059,79) 1.199.857,07 (807.886,75) (3.659,69) (138.752,24) 413.101,87 (61.964,64) Caixa Líquido Aplicado / Originado em Financiamentos (69.769,04) 782.650,80 600.695,62 As demonstrações contábeis são de responsabilidades da Administração da Cooperativa e foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, consideradas as alterações exigidas pelas Leis nº 11.638/07 e nº 11.941/09, adaptadas às peculiaridades da legislação cooperativista e às normas e instruções do Banco Central do Brasil – BACEN, bem como apresentadas conforme o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. Consideram ainda, no que for julgado pertinente e relevante, os pronunciamentos, orientações e as interpretações técnicas emitidos pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC. Desta forma, as demonstrações contábeis foram revisadas e aprovadas pela administração ou pelo Conselho de Administração, em sua reunião datada de 25/02/2015. Aumento / Redução Líquida das Disponibilidades 1.055.479,22 815.114,35 (1.581.539,35) Modificações em Disponibilidades Líquida No Início do Período No Fim do Período 3.005.952,37 4.061.431,59 3.246.317,24 4.061.431,59 4.827.856,59 3.246.317,24 Variação Líquida das Disponibilidades 1.055.479,22 815.114,35 (1.581.539,35) As Notas Explicativas são parte integrante das demonstrações contábeis. 23

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Relatório Anual 2014 provisões necessárias para passivos contingentes, entre outros. Os resultados reais podem apresentar variação em relação às estimativas utilizadas. A Cooperativa revisa as estimativas e premissas, no mínimo, semestralmente. c) Caixa e equivalentes de caixa g) Imobilizado Equipamentos de processamento de dados, móveis, utensílios e outros equipamentos, instalações, veículos, benfeitorias em imóveis de terceiros e softwares, são demonstrados pelo custo de aquisição, deduzido da depreciação acumulada. A depreciação é calculada pelo método linear para baixar o custo de cada ativo a seus valores residuais de acordo com as taxas divulgadas em nota específica abaixo, que levam em consideração a vida útil econômica dos bens. h) Diferido Relatório Anual 2014 Em aderência ao processo de convergência às normas internacionais de Contabilidade, algumas normas e suas interpretações foram emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), as quais serão aplicadas às instituições financeiras quando aprovadas pelo Banco Central do Brasil. Nesse sentido, os Pronunciamentos Contábeis já aprovados pelo Banco Central do Brasil são: CPC Conceitual Básico (R1) Resolução CMN nº4.144/12; CPC 01(R1) - Redução ao Valor Recuperável de Ativos - Resolução CMN nº 3.566/08; CPC 03 (R2) - Demonstrações do Fluxo de Caixa - Resolução CMN nº 3.604/08; CPC 05 (R1) - Divulgação sobre Partes Relacionadas - Resolução CMN nº 3.750/09; CPC 10 (R1) - Pagamento Baseado em Ações - Resolução CMN nº 3.989/11; CPC 23 – Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de Erro. – Resolução CMN nº 4.007/11; CPC 24 - Evento Subsequente - Resolução CMN nº 3.973/11; e CPC 25 – Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes – Resolução CMN nº 3.823/09. 3. a) Resumo das principais práticas contábeis Apuração do resultado realização. As perdas por “impairment”, quando aplicável, são registradas no resultado do período em que foram identificadas. Em 31 de dezembro de 2014 não existem indícios da necessidade de redução do valor recuperável dos ativos não financeiros. l) Obrigações por empréstimos e repasses Caixa e equivalentes de caixa, conforme Resolução CMN nº 3.604/08, incluem as rubricas caixa, depósitos bancários e as relações interfinanceiras de curto prazo e de alta liquidez, com risco insignificante de mudança de valores e limites, com prazo de vencimento igual ou inferior a 90 dias. O caixa e equivalente de caixa compreendem: 31/12/2014 Caixa e depósitos bancários Relações interfinanceiras – centralização financeira Total 92.755,68 3.968.675,91 4.061.431,59 31/12/2013 59.467,24 3.186.850,00 3.246.317,24 O ativo diferido foi constituído pelas benfeitorias realizadas nas propriedades de terceiros, e pelos softwares adquiridos, registrados pelos custos incorridos nas benfeitorias e pelo custo de aquisição, respectivamente, e classificados nessa conta conforme determinação do COSIF. Esses gastos estão sendo amortizados pelo método linear no período de 05 anos. Conforme determinado pela Resolução CMN nº 3.617/08, devem ser registrados no ativo diferido, exclusivamente, os gastos que contribuirão para o aumento do resultado de mais de um exercício social. Os saldos existentes em setembro de 2008 são mantidos até a sua efetiva realização. i) Intangível As obrigações por empréstimos e repasses são reconhecidas inicialmente no recebimento dos recursos, líquidos dos custos da transação. Em seguida, os saldos dos empréstimos tomados são acrescidos de encargos e juros proporcionais ao período incorrido, assim como das despesas a apropriar referente aos encargos contratados até o final do contrato, quando calculáveis. m) Demais ativos e passivos Os ingressos e dispêndios são registrados de acordo com o regime de competência. As operações de crédito com taxas pré-fixadas são registradas pelo valor de resgate, e os ingressos e dispêndios correspondentes ao período futuro são apresentados em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. Os ingressos e dispêndios de natureza financeira são contabilizados pelo critério “pro-rata temporis” e calculados com base no método exponencial, exceto aquelas relativas a títulos descontados, que são calculadas com base no método linear. As operações de crédito com taxas pós-fixadas são atualizadas até a data do balanço. As receitas e despesas são reconhecidas na demonstração de sobras em conformidade com o regime de competência. As receitas com prestação de serviços são reconhecidas na demonstração de sobras ou perdas quando da prestação de serviços a terceiros, substancialmente serviços bancários. Os dispêndios e as despesas e os ingressos e receitas operacionais, são proporcionalizados de acordo com os montantes do ingresso bruto de ato cooperativo e da receita bruta de ato não-cooperativo, quando não identificados com cada atividade. b) Estimativas contábeis d) Operações de crédito As operações de crédito com encargos financeiros pré-fixados são registradas a valor futuro, retificadas por conta de rendas a apropriar e as operações de crédito pós-fixadas são registradas a valor presente, calculadas “pro rata temporis”, com base na variação dos respectivos indexadores pactuados. A apropriação dos juros é interrompida após vencidas há mais de 60 dias. As operações classificadas como nível “H” permanecem nessa classificação por 6 meses, quando então são baixadas contra a provisão existente e controladas em conta de compensação, não mais figurando no balanço patrimonial. e) Provisão para operações de crédito São registrados pelo regime de competência, apresentados ao valor de custo ou de realização, incluindo, quando aplicável, os rendimentos e as variações monetárias auferidos, até a data do balanço. Os demais passivos são demonstrados pelos valores conhecidos ou calculáveis, acrescidos, quando aplicável, dos correspondentes encargos e das variações monetárias incorridos. n) Provisões Correspondem aos direitos adquiridos que tenham por objeto bens incorpóreos destinados à manutenção da Cooperativa ou exercidos com essa finalidade. Os ativos intangíveis com vida útil definida são geralmente amortizados de forma linear no decorrer de um período estimado de benefício econômico. Os ativos intangíveis compreendem softwares adquiridos de terceiros e são amortizados ao longo de sua vida útil estimada. j) Ativos contingentes São reconhecidas quando a cooperativa tem uma obrigação presente legal ou implícita como resultado de eventos passados, sendo provável que um recurso econômico seja requerido para saldar uma obrigação legal. As provisões são registradas tendo como base as melhores estimativas do risco envolvido. o) Passivos contingentes Constituída em montante julgado suficiente pela Administração para cobrir eventuais perdas na realização dos valores a receber, levando-se em consideração a análise das operações em aberto, as garantias existentes, a experiência passada, a capacidade de pagamento e liquidez do tomador do crédito e os riscos específicos apresentados em cada operação, além da conjuntura econômica. A Resolução CMN nº 2.682 introduziu os critérios para classificação das operações de crédito definindo regras para constituição da provisão para operações de crédito, as quais estabelecem nove níveis de risco, de AA (risco mínimo) a H (risco máximo). Não são reconhecidos contabilmente, exceto quando a Administração possui total controle da situação ou quando há garantias reais ou decisões judiciais favoráveis sobre as quais não cabem mais recursos contrários, caracterizando o ganho como praticamente certo. Os ativos contingentes com probabilidade de êxito provável, quando aplicável, são apenas divulgados em notas explicativas às demonstrações contábeis. k) Valor recuperável de ativos – impairment São reconhecidos contabilmente quando, com base na opinião de assessores jurídicos, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, gerando uma provável saída no futuro de recursos para liquidação das ações, e quando os montantes envolvidos forem mensurados com suficiente segurança. As ações com chance de perda possível são apenas divulgadas em nota explicativa às demonstrações contábeis e as ações com chance remota de perda não são divulgadas. p) Obrigações legais Na elaboração das demonstrações contábeis faz-se necessário utilizar estimativas para contabilizar certos ativos, passivos e outras transações. As demonstrações contábeis da Cooperativa incluem, portanto, estimativas referentes à provisão para créditos de liquidação duvidosa, à seleção das vidas úteis dos bens do ativo imobilizado, 24 A redução do valor recuperável dos ativos não financeiros (impairment) é reconhecida como perda, quando o valor de contabilização de um ativo, exceto outros valores e bens, for maior do que o seu valor recuperável ou de São aquelas que decorrem de um contrato por meio de termos explícitos ou implícitos, de uma lei ou outro instrumento fundamentado em lei, aos quais a Cooperativa tem por diretriz. 25

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Relatório Anual 2014 demonstrações contábeis; e • Eventos que não originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que não existiam na data-base das demonstrações contábeis. Não houve qualquer evento subsequente para as demonstrações contábeis encerradas em 31 de dezembro de 2014. 4. Relações interfinanceiras d) Concentração dos Principais Devedores: Descrição Maior Devedor 10 Maiores Devedores 50 Maiores Devedores 31/12/2014 97.812,40 933.757,94 3.977.004,27 % Carteira Total 0,53% 5,06% 21,54% 31/12/2013 93.927,24 902.661,33 3.590.572,30 % Carteira Total 0,60% 5,75% 22,87% Relatório Anual 2014 q) Imposto de renda e contribuição social O imposto de renda e a contribuição social sobre o lucro são calculados sobre o resultado apurado em operações consideradas como atos não-cooperativos. O resultado apurado em operações realizadas com cooperados é isento de tributação. r) Segregação em circulante e não circulante Os valores realizáveis e exigíveis com prazos inferiores a 360 dias estão classificados no circulante, e os prazos superiores, no longo prazo (não circulante). s) Eventos subsequentes e) Movimentação de Créditos Baixados Como Prejuízo: Descrição Saldo inicial Valor das operações transferidas no período Valor das operações recuperadas no período 31/12/2014 19.645,86 415,33 20.061,19 31/12/2013 22.604,88 (2.959,02) 19.645,86 Referem-se à centralização financeira das disponibilidades líquidas da Cooperativa, depositadas junto ao SICOOB CENTRAL CECREMGE conforme determinado no art. 37, da Resolução CMN nº 3.859/10. 5. Operações de crédito Correspondem aos eventos ocorridos entre a data-base das demonstrações contábeis e a data de autorização para a sua emissão. São compostos por: • Eventos que originam ajustes: são aqueles que evidenciam condições que já existiam na data-base das Nível / Percentual de Risco / Situação A B C C D D H H 0,5% 1% 3% 3% 10% 10% 100% 100% Total Normal Total Vencido Total Geral Provisões Total Líquido Normal Normal Normal Vencidas Normal Vencidas Normal Vencidas Empréstimos 9.164.230,73 5.732.452,66 3.540.077,41 8.766,64 7.855,99 7.062,54 18.436.760,80 23.685,17 18.460.445,97 (217.459,15) 18.242.986,82 Total a) Composição por tipo de operação, e classificação por nível de risco de acordo com a Resolução CMN nº 2.682/1999: Total em 31/12/2014 9.164.230,73 5.732.452,66 3.540.077,41 8.766,64 7.855,99 7.062,54 Provisões 31/12/2014 45.821,15 57.324,54 106.202,32 263,00 785,60 7.062,54 209.348,01 8.111,14 217.459,15 Total em 31/12/2013 10.122.332,60 3.005.928,45 2.496.820,76 7.968,25 3.122,07 3.997,27 8.290,87 51.093,02 15.636.494,75 63.058,54 15.699.553,29 (215.910,45) 15.483.642,84 Provisões 31/12/2013 50.611,66 30.058,28 74.904,62 239,05 312,20 399,73 8.290,87 51.093,02 164.105,68 51.804,77 215.910,45 6. Outros créditos: Valores referentes às importâncias devidas a Cooperativa por pessoas físicas ou jurídicas domiciliadas no país, conforme demonstrado: Descrição Rendas a Receber Outras Rendas a Receber (a) Diversos Adiantamentos e Antecipações Salariais Adiantamentos Pagamentos de nossa Conta Empresas Conta Desconto em Folha (b) Valores A Receber/Sinistro Total 1.923,23 2.470,62 972.493,92 46.405,44 1.066.285,89 1.913,92 9.540,19 707.008,95 46.405,44 792.356,98 42.992,68 27.488,48 31/12/2014 31/12/2013 18.436.760,80 23.685,17 18.460.445,97 (217.459,15) 18.242.986,82 b) Composição da carteira de crédito por faixa de vencimento: Descrição Empréstimos Até 90 1.445.431,78 De 91 a 360 17.015.678,65 Acima de 360 Total 18.461.110,43 (a) Em Rendas a Receber estão registrados: receita sobre saldo mantido na Centralização Financeira do SICOOB CENTRAL CECREMGE (R$ 40.122,30) e outras rendas a receber comissão s/seguros (R$ 2.870,38); (b) Em Devedores Diversos refere-se a descontos em folha de pagamento dos cooperados para amortização de empréstimos, capitalização e aplicoop. Obs.: Não inclui Adiantamento a Depositantes, Cheque Especial e Conta Garantida. 7. Investimentos c) Movimentação da provisão para créditos de liquidação duvidosa de operações de crédito: Descrição Saldo Inicial Constituições/Reversões no período Transferência para Prejuízo no período Total 31/12/2014 215.910,45 1.964,03 (415,33) 217.459,15 31/12/2013 92.063,68 123.846,77 215.910,45 O saldo é representado por quotas do SICOOB CENTRAL CECREMGE 26 27

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Relatório Anual 2014 31/12/2014 Instituições Taxa Vencimento Relatório Anual 2014 8. Imobilizado de uso 11.2 31/12/2013 Diversas Descrição 31/12/2014 145,25 38.710,55 139.473,84 178.329,64 31/12/2013 268,30 31.715,85 110.123,67 142.107,82 Demonstrado pelo custo de aquisição, menos depreciação acumulada. As depreciações são calculadas pelo método linear, com base em taxas determinadas pelo prazo de vida útil estimado conforme abaixo: Descrição Imobilizações em Curso (a) Móveis e Equipamentos Sistema de Processamento de Dados TOTAL Depreciação acumulada TOTAL Taxa de Depreciação 31/12/2014 1.680.434,36 31/12/2013 1.640.004,60 Circulante Não Circulante Cobrança e Arrecadação Trib. e Assemelhados 1.075.444,44 Provisão para Pagamentos a Efetuar (a) Credores Diversos – País (b) Total SICOOB CENTRAL CECREMGE CONTRATO Nº 1111-0 SICOOB CENTRAL CECREMGE CONTRATO Nº 1126-0 105% 30/09/2015 513.145,71 - As sobras são distribuídas e apropriadas conforme Estatuto Social, normas do Banco Central do Brasil e posterior deliberação da Assembleia Geral Ordinária (AGO). Atendendo à instrução do BACEN, por meio da Carta Circular nº 3.224/06, o Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social – FATES é registrado como exigibilidade, e utilizado em despesas para o qual se destina, conforme a Lei nº 5.764/71. 105% 19/12/2015 301.451,88 - 541.470,00 10% 45.739,55 45.563,37 20% 37.639,41 32.190,07 1.763.813,32 (60.146,75) 1.703.666,57 1.717.758,04 (54.624,17) 1.663.133,87 SICOOB CENTRAL CECREMGE CONTRATO Nº 1138-0 TOTAL 110% 26/03/2015 327.097,77 - 0,00 1.616.914,44 (a) Refere-se a provisão para pagamento de despesas com FGTS e INSS (R$ 23.184,77), IRRF s/ aplicação financeira, IRRF s/folha de pagamento/ autônomos/serv.prestados PJ, ISSQN, PIS, COFINS, IRPJ e CSLL (R$ 15.525,78); (b) Refere-se a provisão de pagamentos a efetuar: salários, férias e seus encargos sociais, fornecedores, seguros prestamistas, resgate de aplicação vencida a devolver para o espólio de cooperados falecidos dentre outros. 1.141.695,36 - 11. Outras Obrigações Em Assembléia Geral Ordinária, realizada em 26 de abril de 2014, os cooperados deliberaram que: do valor líquido de R$ 1.783.273,24 do exercício findo em 31 de dezembro de 2013, fosse transferido para a Reserva Legal o valor de R$ 1.093.171,72, oriundo do Fundo de Modernização e Desenvolvimento, além da dedução nas sobras no valor de R$ 400.000,00 também destinado a Reserva Legal. O restante R$ 290.101,52, destinados aos cooperados ficando aprovado que fosse rateado proporcionalmente conforme às suas operações com a cooperativa, 50% do valor foi incorporado na conta capital social de cada um conforme previsão estatutária do art. 19º “C” e o restante distribuído em conformidade com a opção do cooperado. (a) As imobilizações em curso serão alocadas em grupo específico após a conclusão das obras e efetivo uso, quando passaram a ser depreciadas. 9. Depósitos 11.1 Sociais e estatutárias Descrição FATES - Fundo de Assistência Técnica, Educacional e Social (a) Cotas de capital a pagar (b) Outras obrigações (c) TOTAL 31/12/2014 172.423,17 31/12/2013 145.411,91 d) 12. Instrumentos financeiros O SICOOB CREDJUS opera com diversos instrumentos financeiros, com destaque para disponibilidades,relações interfinanceiras, operações de crédito, depósitos a prazo, empréstimos e repasses. Os instrumentos financeiros ativos e passivos estão registrados no balanço patrimonial a valores contábeis, os quais se aproximam dos valores justos. 15. Patrimônio líquido Destinações estatutárias e legais Os depósitos à vista não são remunerados. Os depósitos a prazo recebem encargos financeiros contratados. Os depósitos, até o limite de R$ 250 mil por CPF/CNPJ, estão garantidos pelo Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), constituído conforme Resoluções CMN n° 4.150/12 e 4.284/13. Este fundo tem como instituições associadas as cooperativas singulares de crédito e os bancos cooperativos integrantes do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC). Este fundo tem por objeto prestar garantia de créditos nos casos de decretação de intervenção ou de liquidação extrajudicial de instituição associada. A contribuição mensal ordinária das instituições associadas ao Fundo é de 0,0125% dos saldos das obrigações garantidas, que abrangem as mesmas modalidades protegidas pelo Fundo Garantidor de Crédito dos bancos, o FGC, que considera, os depósitos à vista e a prazo, as letras de crédito do agronegócio, de acordo com a Resolução CMN nº 4.150/12. 10. Obrigações por empréstimos e repasses 427.327,32 599.070,31 1.198.820,80 456.883,39 548.359,12 1.150.654,42 De acordo com o estatuto social da cooperativa e a Lei nº 5.764/71, a sobra líquida do exercício terá a seguinte destinação: Descrição Sobra líquida do exercício Lucro líquido decorrente de atos não cooperativos apropriado ao FATES Sobra líquida, base de cálculo das destinações Destinações estatutárias Reserva legal - 10% Fundo de assistência técnica, educacional e social – 15% Lucro líquido decorrente de atos não-cooperativos apropriado ao FATES Reversão de Reserva Sobras à disposição da Assembleia Geral (102.706,52) (154.059,79) (18.243,15) 752.055,78 (92.501,49) (138.752,24) (3.659,69) 1.093.171,72 1.783.273,24 2014 1.027.065,24 (18.243,15) 2013 925.014,94 (3.659,69) (a) O FATES é destinado a atividades educacionais, à prestação de assistência aos cooperados, seus familiares e empregados da cooperativa, sendo constituído pelo resultado dos atos não cooperativos e 15% das sobras líquidas, conforme determinação estatutária. A classificação desses valores em contas passivas segue determinação do Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional – COSIF. (b) Refere-se a cotas de capital a pagar aos cooperados desligados e falecidos. (c) Refere-se à provisionamento de juros ao capital para remuneração do capital dos associados. Os critérios para a provisão obedeceram a Lei Complementar 130, artigo 7º de 17 de abril de 2009. 1.027.065,24 925.014,94 a. Capital Social O capital social é representado por cotas-partes no valor nominal de R$ 1,00 cada e integralizado por seus cooperados. De acordo com o Estatuto Social cada cooperado tem direito em um voto, independente do número de suas cotas-partes. b. Reserva Legal Representada pelas destinações estatutárias das sobras, no percentual de 10%, utilizada para reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas Atividades. c. Sobras Acumuladas São demonstradas pelo valor principal acrescido de encargos financeiros e registram os recursos captados junto a outras instituições financeiras para repasse aos associados em diversas modalidades e Capital de Giro. As garantias oferecidas são a caução dos títulos de créditos dos associados beneficiados. 28 A Reserva legal destina-se a reparar perdas e atender ao desenvolvimento de suas Atividades; 29

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