01-Apostila - Comunicação e Expressão em Língua Portuguesa

 

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01-Apostila - Comunicação e Expressão em Língua Portuguesa

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cópia não autorizada reservados todos os direitos autorais comunicação e expressão em língua portuguesa os ad rv se e r a ad z ri to au os od t os os t ei r di is ra o ut a a pi ó c ão n 001g cópia não autorizada reservados todos os direitos autorais em lÍngua portuguesa 4e comunicaÇÃo e expressÃo

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cópia não autorizada reservados todos os direitos autorais os ad rv se e r editora editorial ltda a monitor timbiras 257/263 ­ são paulo ­ sp ­ 01208-010 aline palhares dos d rua 11 33-35-1000 fax 11 33-35-1020 a tel desenvolvimento de conteúdo atendimento@institutomonitor.com.br iz mediação pedagógica e r www.institutomonitor.com.br design gráfico to equipe técnico pedagógica impresso no parque gráfico do instituto monitor u do instituto monitor a rua rio bonito 1746 ­ são paulo ­ sp ­ 03023-000 tel fax 11 33-15-8355 o grafica@monitorcorporate.com.br ã n em caso de dúvidas referentes ao conteúdo consulte o ia e-mail portugues@institutomonitor.com.br p ó c todos os direitos reservados lei nº 9.610 de 19/02/98 proibida a reprodução total ou parcial por qualquer meio principalmente por sistemas gráficos reprográficos fotográficos etc bem como a memorização e/ou recuperação total ou parcial ou inclusão deste trabalho em qualquer sistema ou arquivo de processamento de dados sem prévia autorização escrita da editora os infratores estão sujeitos às penalidades da lei respondendo solidariamente as empresas responsáveis pela produção de cópias os od t os os t ei r di is ra o ut a 4ª não autorizada reservados todos os direitos autorais cópiaedição maio/2005

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cópia não autorizada reservados todos os direitos autorais is ra o ut a apresentação 9 s o it lição 1 ­ comunicação e linguagem e introdução 11 ir d 1 comunicação 11 s 1.1 justificativas para melhorar a redação 13 o 2 linguagem 13 s 2.1 funções da linguagem 13 do 2.2 escolha da função lingüística 14 to 3 discurso 15 3.1 discurso direto 15 os 3.2 discurso indireto 15 ad 3.3 discurso indireto livre 15 rv exercícios propostos 16 se e lição 2 ­ fonética r introdução 17 a 1 fonema 17 ad 1.1 vogal 17 z 1.2 semivogal 18 ri 1.3 consoante 18 to 2 encontros vocálicos e consonantais e dígrafos 18 au vocálicos 18 2.1 encontros 2.2 encontros consonantais 19 ão n 2.3 dígrafos 20 a sílaba pi 3 3.1 quanto ao número de sílabas 20 20 ó 3.2 quanto à tonicidade 21 c Índice 3.3 divisão silábica 22 exercícios propostos 24 cópia não autorizada reservados todos os direitos autorais 001g/5

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cópia não autorizada reservados todos os direitos autorais ão n lição 4 ­ estudo da oração a introdução 51 pi 1 frase 51 ó c 2 período 51 2.1 período simples 51 2.2 período composto 51 lição 3 ­ morfologia introdução 25 1 radical 25 2 prefixo 28 3 sufixo 29 3.1 indicar aumentativo 29 3.2 indicar diminutivo 29 3.3 formar substantivos coletivos 29 3.4 indicar profissão 30 3.5 indicar lugar 30 3.6 indicar naturalidade e nacionalidade 30 3.7 formar verbos 30 4 formação das palavras 30 4.1 derivação 30 4.2 composição 31 4.3 redução ou abreviação vocabular 31 4.4 onomatopéia 31 4.5 sigla 32 5 classes de palavras 32 5.2 adjetivo 35 5.3 artigo 36 5.4 numeral 37 5.5 pronome 38 5.6 verbo 41 5.7 advérbio 42 5.8 preposição 44 5.9 conjunção 44 5.10 interjeição 45 exercícios propostos 47 os ad rv se e r a ad z ri to au os od t os os t ei r di is ra o ut a cópia não autorizada reservados todos os direitos autorais 001g/6

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cópia não autorizada reservados todos os direitos autorais 3 oração 51 3.1 sujeito 52 3.2 predicado 53 3.3 objeto direto e objeto indireto 54 3.4 complemento nominal 55 3.5 agente da passiva 55 3.6 adjunto adnominal 55 3.7 adjunto adverbial 56 3.8 aposto 56 3.9 vocativo 56 exercícios propostos 57 os t ei r lição 5 ­ concordância di introdução 59 1 concordância verbal 59 os 1.1 sujeito simples 59 os 1.2 sujeito composto 59 od 2 concordância nominal 60 t exercícios propostos 63 s do lição 6 ­ regência va introdução 65 er 1 regência verbal 65 1.1 aspirar 65 es 1.2 assistir 65 .r 1.3 preferir 66 da 1.4 querer 66 a 1.5 visar 66 iz 66 2 regência nominal or 68 exercícios propostos ut a lição 7 ­o crase introdução 69 nã 1 conceito 69 ia regras práticas 69 2 óp 3 quando usar crase 69 c 4 nunca use crase 70 5 uso opcional da crase 72 exercícios propostos 73 is ra o ut a cópia não autorizada reservados todos os direitos autorais 001g/7

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cópia não autorizada reservados todos os direitos autorais is ra o ut lição 9 ­ uso do que e do se a introdução 79 s o 1 uso do que 79 it 2 uso do se 80 e exercícios propostos 81 ir d s respostas dos exercícios propostos 82 o s bibliografia 85 do to os ad rv se e r a ad z ri to au ão n a pi ó c Índice lição 8 ­ colocação pronominal introdução 75 1 próclise 75 2 mesóclise 75 3 Ênclise 76 exercícios propostos 77 cópia não autorizada reservados todos os direitos autorais 001g/8

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cópia não autorizada reservados todos os direitos autorais apresentação is ra o todo profissional que busca sucesso na carreira deve estar consciente ut da importância de um preparo cuidadoso e abrangente o desemprego atua al não decorre apenas dos problemas estruturais da economia mundial mas s a uma também da falta de qualificação técnica dos eventuais candidatos o it vaga e ir podemos verificar esta deficiência no que diz respeitod comunicação e à expressão as pessoas não só se comunicam de modo s insatisfatório atualo mente como apresentam grandes dificuldades nas expressão escrita tanto na correção gramatical das palavras quanto na o d elaboração de textos mais específicos to visando melhorar esse quadro buscamos com este fascículo oferecer a os ajuda necessária para você aprimorar-se na comunicação escrita e falada adsua vida seja qual for a sua área de este fator é de máxima importância na rv atuação se e vamos apresentar a você de forma simples e objetiva a teoria da comur nicação a linguagem e suas funções os tipos de discurso na língua portuao conceito e as classificações de fonema os encontros guesa você irá aprender ad consonantais e vocálicos os dígrafos e as regras de separação de sílabas tão z importantes na ri escrita to u um tema importante é a morfologia em que apresentamos os radicais asufixos a formação flexão e todas as classes de palavras subsprefixos e tantivo adjetivo advérbio etc você aprenderá ainda a distinção entre ão n frase oração e período os termos essenciais integrantes e acessórios da oraa pição e o vocativo ó nosso conteúdo não estaria completo se não abordássemos a concorc dância e a regência verbal e nominal a colocação pronominal o uso da crase e das palavras que e se para que você não tenha mais nenhuma dúvida ao escrever ou falar estude com atenção as lições e não deixe de fazer todos os exercícios propostos desta maneira temos certeza de que em breve estará se comunicando muito melhor bom estudo 001g/9 cópia não autorizada reservados todos os direitos autorais.

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cópia não autorizada reservados todos os direitos autorais lição 1 a pi sargento-ajudante ao sargento-de-dia ó c is ra o introdução ut a a comunicação é um processo contínuo em nossa vida começas útemos a nos comunicar com a nossa mãe quando ainda estamoso no it para ro e a partir de então passamos por um treinamento contínuo e sermos entendidos e para que possamos entender o mundo à nossa ir d volta s o esta lição tem por objetivo apresentar a teoria da comunicação s linguagem humana os elementos necessários para que ela aconteça a do em suas expressões de fala e escrita quando se escreve ou se lê um to texto é preciso ter consciência do nosso papel na comunicação para que a mensagem seja a mais clara e correta possível e para que sejaos mos capazes de entendê-la ad rv 1 comunicação se e observe como ocorre a comunicação na história ilustrada r a capitão ao sargento-ajudante ad z sargento dando-se amanhã um eclipse do sol deri termino que a companhia esteja formada com uniforme to u de campanha no campo de exercício onde darei explicaatorno do raro fenômeno que não acontece todos ções em o os ã dias se por acaso chover nada se poderá ver e nesn te caso fica a companhia dentro do quartel sargento de ordem do meu capitão amanhã haverá um eclipse do sol em uniforme de campanha toda a companhia terá de estar formada no campo de exercício onde seu capitão dará as explicações necessárias o que não acontece todos os dias se chover o fenômeno será mesmo dentro do quartel comunicação e linguagem cópia não autorizada reservados todos os direitos autorais 001g/11

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instituto monitor cópia não autorizada cabo sargento-de-dia ao reservados todos os direitos autorais cabo o nosso capitão fará amanhã um eclipse do sol no campo de exercício se chover o que não acontece todos os dias nada se poderá ver em uniforme de campanha o capitão dará a explicação necessária dentro do quartel cabo aos soldados soldados amanhã para receber o eclipse que dará uma explicação sobre o nosso capitão o fenômeno será em uniforme de exercício isto se chover dentro do quartel o que não acontece todos os dias ou destinatário ia bo receptor mensagem que é a pessoa ou grupo de pessoas que recebem a óp c c a mensagem propriamente dita que contém as informações transmitidas os t ei a situação apresentada mostra deformações na co-ir d municação e nos leva à conclusão de que ela não corressfoi das pessoas pondeu à verdade poderíamos dizer que a culpa o envolvidas porque não reproduziram o conteúdo da mensagem na s sua totalidade deformando-o de tal maneira que a mensagem final do nem de longe se parece com a inicial to uma das razões para essa diferenciação é o acréscimo pessoal os de cada um dos envolvidos contudo se a mensagem tivesse sido ad interpretação teria sido bem transmitida por escrito o risco de má rv menor mas mesmo assim existiria se e esta é a razão fundamental destas lições não somente proporcir onar uma comunicação oral mais rica mas principalmente desena uma comunicação escrita correta e eficaz volver habilidades para ad z ri para que a comunicação aconteça são necessários os seguintes to elementos au a o emissor destinador ou remetente que é a pessoa ou grupo de ão que produzem a mensagem n pessoas is ra o ut a do canal de comunicação ou de contato que é o meio usado para a transmissão da mensagem e o código que no caso de uma mensagem escrita é a língua além da língua outros códigos poderão ser usados tais como cores formas sinais etc para que a comunicação se estabeleça com efinão autorizada.ereservados todos os direitos ciência o emissor o receptor devem utilizar o mesmo código 001g/12 cópia autorais.

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instituto monitor cópia não autorizada reservadosotodos os direitos autorais c ato de escrever é social ninguém escreve f o contexto ou referente que é a situação ou só para si mesmo mas para os outros de objeto a que a mensagem se refere modo a divulgar discutir criticar enriqueveja este esquema cer este é um processo de mão dupla uma vez que todos são escritores e todos são leitores referente emissor canal de comunicaÇÃo mensagem cÓdigo receptor d o ato de escrever é profissional você deve se preocupar em ser capaz de redigir não apenas por prazer mas principalmente e é isso que importa aqui para se sair bem em situações de trabalho os t ei da palavra articulada linguagem é r uso io ou escrita como meio de expressão e de comud nicação entre pessoas pode ser sosnão-verbal não se utiliza de paa linguagem lavras exemplos placas de sinalização de do trânsito o apito da fábrica na hora do alto s moço o apito do juiz de futebol apontando do para a marca do pênalti na linguagem nãoverbal cores sons gestos e desenhos dão va logo idéia do significado er se por outro lado você é o receptors e de uma mensagem deverá ser capaz de captar a r intenção do emissor que poderia ser.um jorda nalista um escritor um publicitário um paa rente um amigo seu chefe etc informar iz em conta entreter vender etc É preciso levar or que a leitura toda a trama comunicativa para b linguagem verbal ou língua utiliza-se de ut se torne mais consciente e mais crítica a palavras escritas ou faladas o 1.1 justificativas ã a linguagem está presente em várias sinpara melhorar a redação tuações livros jornais e revistas nos gestos a o conhecimento das regras gramaticais sernos anúncios nas placas de sinalização na expi para uma boa comunicação esvirá de apoio ó pressão fisionômica e na conversa das pessoc crita que tem como justificativas fundamentais as etc ela serve para expressar sentimentos se você faz o papel do emissor é necessário que a sua mensagem seja clara e correta neste caso deverá considerar as características sociais e psicológicas do seu receptor para que a mensagem alcance o resultado desejado o sucesso da sua comunicação estará garantido se você souber manusear bem o código e as informações de que dispõe sobre o referente usar apropriadamente o canal de comunicação além de ser capaz de produzir uma mensagem que satisfaça as expectativas de quem vai ser o seu receptor 2 linguagem is ra o ut a a o ato de escrever é um processo contínuo que estamos sempre aprimorando ordens desejos relevar opiniões etc 2.1 funções da linguagem bo ato de escrever é vivencial ou seja está baseado na experiência de vida e no modo de acordo com o objetivo que o emissor como assimilamos as informações que recetem em mente ele utilizará a linguagem orienbemos continuamente tando-a para os direitos cópia não autorizada reservados todos uma certa função autorais 001g/13

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instituto monitor cópia não autorizada reservados todos os deseja ape autorais a função referencial ou denotativa quando o emissor direitos nas comunicar algo dar uma notícia descrever um objeto relatar ou explicar uma experiência científica para tal ele deverá utilizar uma linguagem clara e objetiva cuidando para que os vocábulos palavras denotem sua real significação a pi ó c is c função apelativa ou conativa quando o emissor busca influen ra ciar o modo de pensar e agir do receptor tomando como base um to texto um fato antigo ou não au dfunção fática ou de contato quando o emissor através de meos t canismos adequados tenta apesar dos ruídos e obstáculos manter ei o receptor em contato de modo que ele receba a mensagem r di e função metalingüística quando o emissor usa o texto para explicar definir analisar criticar traduzir ou trocar s o termos e expressões da própria linguagem s f função poética quando o emissor procura o realçar os aspectos forod mais da mensagem para isso ele pode lançar mão de recursos t especiais como ritmo rimas versos é uma linguagem rica origis nal e criativa do va 2.2 escolha da função lingüística er para que a redação seja um ato efetivo de comunicação o autor es deve levar em conta diversos fatores determinantes do tipo de texto rse a redação for do tipo literária a escolha a ser produzido assim da da função que a linguagem exercerá será diferente daquela encona trada na redação técnica iz or abaixo mostra a predominância das funções lingüístio quadro ut literário e técnico cas nos textos a o nã texto literÁrio função emotiva ou expressiva função apelativa ou conativa função fática ou de contato função poética texto tÉcnico função referencial ou denotativa função metalingüística bfunção emotiva ou expressiva quando o emissor além de relatar algo o faz acrescentando a sua própria impressão pessoal de modo a causar no receptor esta mesma emoção sensibilizando-o cópia não autorizada reservados todos os direitos autorais 001g/14

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instituto monitor cópia não autorizada reservados todos os direitos autorais 3 discurso discurso é a exposição de um assunto por meio da fala ou da escrita podendo assumir três formas discurso direto discurso indireto e discurso indireto livre a pi ó c is nesta forma de expressão são reproduzidas as palavras de alra guém nos termos exatos em que foram ditas o ut exemplos a s peço-lhe que não a deixe ir embora o it seu pai possuía grande fortuna e ir d 3.2 discurso indireto s o no discurso indireto há a reprodução das palavras de alguém na s 3ª pessoa do to exemplos os ele pediu que não a deixasse ir embora ad ela perguntou se meu pai possuía grande fortuna rv se 3.3 discurso indireto livre e r esta forma de expressão em vez de apresentar o personagem a em sua voz própria discurso direto ou de informar objetivamente ad o leitor sobre o que ele teria dito discurso indireto aproxima narz rador e personagem dando-nos a impressão de que passam a falar ri conjuntamente portanto combina as características do discurso to direto e u a indireto exemplos ão n joão passou a meditar enquanto andava naquele caminho por que apontar defeitos nos outros eram todos irmãos o senhor aceita um cafezinho o médico não comia nada depois do jantar 3.1 discurso direto cópia não autorizada reservados todos os direitos autorais 001g/15

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cópia não autorizada reservados todos os direitos autorais exercícios propostos is ra 1 na seguinte situação identifique cada elemento do processo de comunicação to uguarda de renato apressadíssimo avança o sinal vermelho com seu fusca azul o a trânsito está por perto e apita renato apavorado pára o carro s o a quem é o emissor it b quem é o receptor e ir c qual é a mensagem d s d qual o canal de comunicação o e qual o código utilizado s f qual o referente do to o seu chefe dizendo que precisará 2 -escreva em poucas linhas uma comunicaçãos para ausentar-se do trabalho explique rapidamente o motivo o ad rv se e r a ad z ri 3 -quais as funções to lingüísticas de um texto técnico au ão n a pi ó c 4 -identifique o tipo de discurso preenchendo os parênteses com d direto ou i indireto a paulo e maria estão sentados naquele banco da praça bvocê viu o que aconteceu ali na esquina c confirmaram-se todas as expectativas cópia não autorizada reservados todos os direitos autorais dpasse-me os pãezinhos por favor 001g/16

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cópia não autorizada reservados todos os direitos autorais lição is ra o a mesma letra pode representar mais de introdução ut um fonema a letra x por exemplo pode rea presentar os fonemas fonética é a parte da gramática que estus da os sons da fala quando duas pessoas con· zÊ exemplo exato ã o t ixiid o versam elas produzem sons que são os cha· cÊ exemplo p re ó m r mados fonemas quando uma pessoa escreve · chÊ exemplo enxergar di ao contrário ela se utiliza de letras os os fonemas são classificados em vogais nesta lição você aprenderá sobre fonemas semivogais e consoantes encontros de vogais e consoantes dígrafos e os sílabas od 1.1 vogal t s 1 fonema do vogal é o fonema produzido pelo ar que passa pela boca sem encontrar nenhum obsfonema é todo som que pode estabelecer va táculo as vogais podem ser orais nasais aberdiferença de significado entre as palavras de r e tas ou fechadas como veremos a seguir uma língua por exemplo nas palavras mata es lata pata e cata a diferença de signifir 1.1.1 vogal oral cado entre elas é determinada pelos fonemas a m l p e c a vogal é dita oral quando a corrente de ad z com letra ar sai apenas pela boca como a e i o e u i não se deve confundir fonema or do fonema letra é a representação t gráfica exemplos u tomemos como exemplo a palavra barro a fala que tem o neta · 5 letras b aã r r o e n fita · 4 fonemas a b a rr o i cola óp o mesmo fonema pode ser representado tudo c por mais de uma letra o fonema z zê por fonética exemplo pode ser representado pelas letras z s ou x exemplos cozer lê-se cozer casa lê-se caza cópiapnão autorizada exemlo lê-se ezemplo 2 1.1.2 vogal nasal a vogal é nasal quando a corrente de ar sai pela boca e pelas fossas nasais exemplos reservadosp todos os direitos autorais ântano 001g/17

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instituto monitor cópia não autorizada reservados todos os direitos autorais exemplo tenda vinte ronco mundo 1.1.3 vogal aberta is 1.3 consoante ra o ut consoante é o fonema produzido graças a exemplos aos obstáculos que impedem a livre passagem s do ar o pará it cafuné experimente re fonemas b e i pronunciar osos dois lábios pó d t para pronunciar o b você une s e depois solta o ar para pronunciar o t você o 1.1.4 vogal fechada une a língua aos dentes observe que nestes s o ar encontrou obstáculos na sua dois casos temos uma vogal fechada quando ao prodo passagem pela boca nunciá-la ocorre uma abertura mínima da to boca portuguesa as consoantes os na línguapelas letras b c d f g j,são l d representadas exemplos a m n p q r s t v x e z rv boba 2 encontros vocálicos e se menta e consonantais e dígrafos cama .r anta 2.1 encontros vocálicos da a z 1.2 semivogal quando as vogais e semivogais se juntam ri o se dá aos foneem algumas palavras formam os chamados semivogal é o nome que utde uma vogal forencontros vocálicos conhecidos como ditonmas i e u quando junto a go tritongo e hiato mam uma só sílaba observe que não se trata o das letras i e u nã sim dos fonemas na esmas 2.1.1 ditongo crita os fonemas i e u também podem ser rea letras e e o presentados i pelas ditongo é o grupo formado por semivogal óp e vogal numa mesma sílaba correspondendo c exemplos temos uma vogal aberta quando ao pronunciá-la ocorre uma abertura máxima da boca como no caso de Á É e Ó de acordo com a separação silábica da palavra relÓgio temos re ­ lÓ ­ gio onde · i é semivogal e · o é vogal exemplos 1 de acordo com a separação silábica da palavra comÉrcio temos em cada sílaba só pode existir uma vogal co ­ mÉr ­ cio onde as demais são semivogais io é um os direitos autorais cópia não autorizada reservados· todosditongo mão cães mãe a uma só emissão de voz 001g/18

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